Independentemente de quem inventou os nomes e ou o que esses nomes significam é claro que existem classes que são apenas do dominio, classes que não são do dominio, e classes que fazem a ponte.
Os services do DDD são de dominio. Não são pontes. Eles são independentes da tecnologia da aplicação.
Se o Service DDD é invocado por um webservice, um stateless EJB um Action , um POJO ou directamente num scriptlet não faz a minima diferença.
A aplicação é o conjunto de classes que não são especificas do dominio mas que criam a interação dele com o usuário (usuário pode ser outra aplicação). Nessa estrutura existe um conjunto de conexões a serem feitas ( o chamado plumbing) e para as organizar normalmente se usam classes que desempenham serviços. Autenticação, autorização, controle de fluxo de UI , validação , até à propria UI em si. Essa é a camada de aplicação e nela ficam os serviços de aplicação. Que podem ou não invocar os serviços DDD. Podem por exemplo invocar métodos numa entidade diretamente. O serviços de dominio não são isoladores, são agregadores de lógicas que não cabem nas entidades. Os serviços de aplicação são isoladores. Normalmente baseado em algum padrão criacional e dependentes de uma tecnologia de arquitetura.
O termo Service Layer, sem um contexto não faz sentido , porque tudo o que isso significa é “conjunto de serviços”.
O que importa é saber o conceito e não o nome, nem quem deu o nome.