Pessoal,
Estou definindo a arquitetura de uma aplicação que terá uma parte executando em batch.
Bom, essa aplicação é em Java e pensei em utilizar o Contol M da BMC para controlar a sua execução, já que é a ferramenta adquirida pela empresa.
Até aí tudo bem, mas daí fui falar com o pessoal do suporte e saí da reunião encucado.
Isso porque eles me mostraram dois cenários distintos para a solução:
Eles me disseram que só se justificaria a utilização do Contol M se a aplicação rodasse fora do servidor de aplicação e que caso ela rode dentro do servidor de aplicação (JBoss) a solução que eles utilizariam seria criar uma DIMO ou DYMO (ou sei lá como se escreve isso, já que não encontrei essa m* em lugar nenhum na internet). Segundo eles, trata-se de uma classe que é instanciada junto com o servidor de aplicação que fica em stand by esperando algum evento que desperte a rotina (ou talvez trabalhe com algum scheduler interno, sei lá)
O que vocês acham? Verdade mesmo que eu não posso usar um software de automação se meu programa batch estiver rodando dentro de um servidor de aplicação? E que diabos é isso de DIMO/DYMO? Isso tá com cara de acrônimo interno.
Detalhe: a plicação deve pegar alguns arquivos XML criptografados no file system, decifrar, fazer o parser e gravar os dados em algumas tabelas.
Agradeço a ajuda de vocês.