Fanboy: aquela criança que não devia trabalhar com TI

53 respostas
K

Nos últimos dias estive pensando a respeito do impacto negativo que um fanboy pode trazer para a área de TI.
Então terminou gerando um post no meu blog, que gostaria de saber a opinião de vocês :slight_smile:

53 Respostas

V

Acho o artigo obsoleto pq o Java é o máximow e agora não teim mais pq discutir por tecnologia, pq agora temos uma perfeita ae.
Vlw.

K

ViniGodoy:
Acho o artigo obsoleto pq o Java é o máximow e agora não teim mais pq discutir por tecnologia, pq agora temos uma perfeita ae.
Vlw.

Uah! ha ha ha ha ha ha ha!

V

Brincadeiras a parte. Achei ótimas as colocações. É exatamente o que penso sobre fãboys.

Existem empresas, como a Microsoft, que fazem verdadeiros eventos para criar fãboys.

Na minha opinião, um ponto negativo do faboy é que ele se recusa a estudar novas tecnologias. E, quando o faz, se recusa a vencer devidamente a curva de aprendizado, e usa as dificuldaes iniciais inerentes a qualquer novo conhecimento para reforçar sua fãboyzisse e criticar as tecnologias diferentes da sua devoção.

L

Ótimo artigo!

Acredito que cada pessoa tenha o direito de ser fã ou gostar de uma tecnologia ou objeto; mas sempre tem que manter a cabeça aberta para novas experiências.
Ser xiita em TI não tá com nada!

H

Em meu serviço eu bato o pé que JSF é bom. Mas o pessoal se assustou quando eu indiquei VRaptor para uma pessoa.

Eu acredito que cada ferramenta tenha sua vantagem e desvantagem. Temos que estar sempre de olhos abertos para isso.

Enquanto a pessoa for radical em achar que a tecnologia X é a melhor para todas as situações, ela sempre irá se prejudicar sem saber. ^^

R

Eu era fanboy de java para web, até que comecei a utilizar python com o django. Agora acho que sou fanboy desta combinação, hehehe

Gostei do artigo. Eu só acho que as vezes as pessoas não utilizam outra tecnologia porque não há tempo suficiente para aprendê-las, e não simplesmente porque elas não querem aprender. É fácil ficarmos “brincando” com tecnologias novas em casa no tempo livre, aí quando existe a oportunidade de utilizar já sabemos ao menos o mínimo para utilizá-la na vida real. Agora com o tempo vem a família, os filhos e aquele tempo que tínhamos para isso vai embora, porque passamos a ter outras responsabilidades que consomem estes momentos que antes eram tempo utilizado para estudos. Fora que existem pessoas que não são autodidatas e tem que fazer cursos para se atualizar (alguns acham que estas pessoas não deveriam trabalhar com informática justamente por isso, mas isso é um outro assunto). Estes cursos em sua maioria são caros, e pelos mesmos fatores que apresentei anteriormente com o tempo passamos a não dispor mais do dinheiro que tínhamos para esse fim, já que temos que utilizá-lo para outras coisas na nossa casa e família. Por isso que eu acho que o melhor seria por exemplo se para projetos futuros uma tecnologia nova parece ser mais apropriada que a utilizada atualmente, a equipe fosse treinada gradativamente nesta nova tecnologia e se possível durante o expediente (por exemplo uma hora por dia o pessoal seria treinado). O treinamento poderia ser realizado por alguém que já conheça ou por algum instrutor de fora. Após a equipe estar treinada, um projeto piloto deveria sser desenvolvido e, à partir deste, a tecnologia poderia ser utilizada nos projetos reais da empresa.
O que eu vejo, entretanto, é que este tipo de cultura é muito difícil de existir aqui. Nós temos que ser autodidatas sempre e muitas vezes a utilização destas novas tecnologias se dá de forma desorganizada, ou seja, determinado dia alguém decide que a tecnologia nova será utilizada, começa a utilizar já num projeto real, sem realizar um treinamento ou um projeto piloto (que eu acho essencial para que as pessoas sintam as dificuldades que a plataforma apresentará e os problemas que a mesma traz para o desenvolvimento) e cada um que se vire para aprender como puder. Acredito que a maioria das empresas não faz este tipo de treinamento para atualização dos profissionais por medo de perdê-los, já que normalmente o nível de rotatividade de pessoas é grande, e é muito comum alguém mudar de trabalho por uma proposta um pouco melhor. O profissional, com o tempo, passa a não dispor mais de recursos e/ou tempo para se atualizar, e eu acredito que em alguns casos por isso ele se torne um “fanboy”, não porque ele quer, mas porque ele sabe que ninguém irá ajudá-lo a se atualizar, e se atualizar por conta própria vai ficando mais complicado com o tempo (veja que não estou falando que isso é justificativa em todos os casos).

V

Tem a questão do “Know how” também. Dizer que você tem que “usar a melhor ferramenta” é muito subjetivo.
Especialmente se você tem uma equipe, mudar de tecnologia pode significar readequar a infra, vencer uma curva de aprendizado de diversas pessoas e também conviver com problemas vindos de erros que certamente serão cometidos no meio do processo (e geralmente descobertos tarde demais). É como diz o Kiko no artigo, muitas vezes usar a tecnologia do legado é bom porque sabemos que ela funciona.

Agora, ser fãboy é negar que possam existir tecnologias melhores. É achar que você programa na melhor alternativa de todas.
Isso é perigoso pois as vezes a sua tecnologia pode ser a pior para determinada tarefa (como é o caso de Java com jogos, por exemplo).

L

Legal seu texto.

Eu acho que todo mundo é fanboy em alguma coisa.
tem um estudo interessante sobre os produtos da apple:


http://www1.folha.uol.com.br/tec/917701-culto-a-apple-se-assemelha-a-religiao-dizem-pesquisadores.shtml

Mas entedo porque isso acontece no mundo de TI.

Todo mundo sonha com uma ferramenta que lhe proporciona uma curva de produção exponencial.
Só que esse tipo de ferramenta possui uma curva de aprendizado muito elevada.
Quanto maior a complexidade de um frameowrk, maior é a dificuldade de se encontrar profissionais que o conhecem bém por muitos fatores: custo de curso, livro, tempo de estudo e pesquisa, delay dos foruns, etc.
Acaba que todo mundo tem que escolher entre uma ou outra ferramenta para se especializar. Não dá mais pra conhecer todos bem.
Ai muitos irão defender o seu: “Mais gasto e mais tempo para outra ferramenta. Vou fazer propagando do meu favorito”.

Olha essa piada sobre algumas ferramentas de hoje:
vc leva 98% do tempo do projeto só estudando as ferramentas e leva 2% do tempo para finalmente escrever o projeto.

Sou fanboy da simplicidade.

F

Muito bom.

G

Parabéns pelo post,

Nossos professores, inclusive, que eu saiba, existe um entre nós, pregavam, sob a ótica de alguns autores, que todos deveriam partir do princípio que a tecnologia é perfeita e que todas as etapas de levantamento de requisitos funcionais e análise independe da linguagem de programação.

Acho que a mensagem do kiko ficou clara, precisamos de uma dessas para o Demostenes Torres da Silva Carlinhos Cachoeira e se restar tempo, para alguns trolls que ainda teimam em aparecer de vez em quando por aqui.

[]'s

P

Fanboy, se nega a estudar outras tecnologias, isso acaba atrasando em todos os ponto. Acredito que todos nos temos uma tecnologia favorita, mas ser fanboy a ponto de tornar a tecnologia que “ama” uma religião. Não gostam de estudar outras tecnologias, por achar que a sua é melhor, entre outras coisas.

Um trecho que achei interessante no artigo é:

Somente crescendo e amadurecendo ele deixará de ser fanboy. Mas há aqueles que persistem nisso.

K

Uau, quanto feedback positivo! Valeu (confesso que queria algum criticismo, mas este ainda vêm por ai :slight_smile: ).

Bom, por acaso topei na Internet com este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=V2GqU6fdjeQ&feature=related

Trata da descoberta dos quase-cristais. O que achei interessante é que trata-se do mesmo comportamento que descrevi, só que aplicado pela cadeia dominante da comunidade científica.
Eu não conhecia, mas pelo que pude aprender, os quase-cristais são usados hoje na fabricação de metais incrívelmente resistentes e afiados e, quando descobertos pela primeira vez, práticamente destruiram a carreira do seu descobridor, pois iam contra a visão corrente. As pessoas sequer pensavam na hipótese: de cara a descartavam e o ridicularizavam pelo que estava proposto (e muita gente graúda, incluindo ganhadores do Nobel).

Vale muito à pena assistir. Fica a dica!

L

kicolobo:

Uau, quanto feedback positivo! Valeu (confesso que queria algum criticismo, mas este ainda vêm por ai :slight_smile: ).
!

Pq? Acho que vc tá certo em não se apegar a um punhado de ferramentas.
A razão instrumental não deve substituir a razão crítica.
Considere-se sortudo por entender isso porque uma porção grande não tá nem ai.

Eu não sabia sobre os problemas do descobridor dos quasicritais. Mais uma para colocar na memoria.
George Cantor passou por um problema semelhante. Alguns bobocas da época censuraram o cara. E ele tava certo.


Tentaram fazer o mesmo com o Charles Robert Darwin.

O segredo é não ter medo de criticar, perguntar e errar.

A

Muito bom, acho que vai além da paixão, é mais facil se apegar a uma tecnologia do que aprender outras, isso no caso deles claro…

A

ViniGodoy:
Brincadeiras a parte. Achei ótimas as colocações. É exatamente o que penso sobre fãboys.

Existem empresas, como a Microsoft, que fazem verdadeiros eventos para criar fãboys.

Na minha opinião, um ponto negativo do faboy é que ele se recusa a estudar novas tecnologias. E, quando o faz, se recusa a vencer devidamente a curva de aprendizado, e usa as dificuldaes iniciais inerentes a qualquer novo conhecimento para reforçar sua fãboyzisse e criticar as tecnologias diferentes da sua devoção.

:wink:

A

Cara, não sei, mas 99% dos fanboys que eu já vi usam camiseta de Linux, exibindo o Tux, ou então a xicarazinha da Sun (isso naquela época que ainda tinha). Afinal, era cool. Agora que a Oracle comprou a Sun, não se usa mais camisas assim.

Agora, sinceramente, eu nunca vi um fanboy Microsoft não. Esses fanboys que já vi, querem ser a cópia do MadDog. E se acham bons ainda, isso que é o pior de tudo. Lá naquela tal de Campus Party tá entupido desses caras.

Me lembro dum caso engraçado, estava num encontro do DF-JUG, e jogaram um boné da Sun que por pura coincidência ele caiu no meu colo, veio um louco que estava do meu lado e pegou o boné e ficou me olhando. Rapaz, eu não entendi a do cara até hoje. Se o prob. era um boné, sinta-se a vontade, eu não uso mesmo.

Mas não sei se vocês ja’perceberam, esse ser está em migração e virando um ser híbrido. Agora nós temos os hipsters fanboys. Duas pragas reunidas para doarem o pior de si.

E isso aqui vai pros hipsters / fanboys:

M

Fanboy é o maior patrimônio que uma empresa pode ter. Foram eles que salvaram a Apple da quebradeira nos anos 90 antes do Jobs voltar e são eles o maior motor de crescimento da empresa.

MS faz de tudo pra alimentar seus fanboys, basta assistir uma apresentação dos evangelistas da empresa pra ver. Eles estimulam forte a disputa entre a empresas e o preto e branco (“ou é bom, ou é mal, e nós somos os bons”).

Pros demais profissionais, basta ignorá-los.

J

marcosalex:
Fanboy é o maior patrimônio que uma empresa pode ter. Foram eles que salvaram a Apple da quebradeira nos anos 90 antes do Jobs voltar e são eles o maior motor de crescimento da empresa.

MS faz de tudo pra alimentar seus fanboys, basta assistir uma apresentação dos evangelistas da empresa pra ver. Eles estimulam forte a disputa entre a empresas e o preto e branco (“ou é bom, ou é mal, e nós somos os bons”).

Pros demais profissionais, basta ignorá-los.

Sim, você foi bem feliz nessa sua colocação. Algumas grandes empresas usam esse tipo de estratégia para popularizar suas ferramentas entre os desenvolvedores. Desde competições até títulos entre as comunidades. Isso acaba por induzir algumas pessoas a acharem que determinado ecossistema é essencial para o sucesso de um projeto ou solução, quando na verdade o know how do profissional é 70% do todo.

Eu sou completamente contra essa idéia de evangelismo.

Aliás, se não fosse por isso eu estaria conversando em tupi guarani com vocês agora, que na minha opinião é uma língua mais bonita que o português,

J

[quote=kicolobo]Nos últimos dias estive pensando a respeito do impacto negativo que um fanboy pode trazer para a área de TI.
Então terminou gerando um post no meu blog, que gostaria de saber a opinião de vocês :slight_smile:

Ótimo texto kiko. Quando se é parcial na adoção de uma tecnologia para solução de um problema todo esforço coletivo vai por água abaixo. Nós devemos utilizar a que ]resolve o problema da melhor forma.

K

A palavra “evangelizador” já diz muita coisa.

Você pega as táticas de marketing destes sujeitos, por exemplo, Apple, e algo fica nítido: o produto em si não é tão importante, o mais importante é o estilo de vida que eles dizem ser o “mais bacana”. Interessante é que este negócio é muito explícito, e não tem nada de teoria da conspiração.

O John Sculley, que foi o sujeito que chutou a bunda do Steve Jobs (e que foi contratado pelo próprio Jobs que o via como um ídolo) diz isto abertamente: quando era presidente da Pepsi, percebeu que as pessoas quando recebiam visitas em casa e tinham Coca-Cola na geladeira, pegavam a garrafa de Coca e levavam para a sala. Quando tinham Pepsi, levavam só os copos e deixavam a Pepsi na geladeira.

Então ele desenvolveu o conceito da “Pepsi Generation”, que basicamente salvou a empresa e foi uma das maiores inovações de marketing da história. O mesmo comportamento nós vemos com a Apple. Programadores quando não tem um Mac, expõem apenas o código fonte, no entanto o fanboy faz questão de mostrar que fez num mac expondo um printscreen (não estou generalizando). Reparem isto.

O que acho mais triste neste tipo de fanboy fantoche é que o tempo que o sujeito gasta com um objeto de consumo, defendendo-o e tal normalmente é tempo jogado fora. Muito mais interessante seria se usasse este tempo na própria formação, não necessariamente acadêmica, mas repensando o próprio modo como vive, saca?

Sei não: cada vez mais eu tenho visto uma geração de idiotas metidos a inteligentes surgindo, e isto me assusta. Um pessoal com olhar arrogante pro resto que se acha superior devido ao seu objeto de adoração mas na prática não passam de um bando de cretinos (cretino é A palavra) incapazes de ver a realidade (se é que há uma) como é de fato.

J

kicolobo:
A palavra “evangelizador” já diz muita coisa.

Você pega as táticas de marketing destes sujeitos, por exemplo, Apple, e algo fica nítido: o produto em si não é tão importante, o mais importante é o estilo de vida que eles dizem ser o “mais bacana”. Interessante é que este negócio é muito explícito, e não tem nada de teoria da conspiração.

O John Sculley, que foi o sujeito que chutou a bunda do Steve Jobs (e que foi contratado pelo próprio Jobs que o via como um ídolo) diz isto abertamente: quando era presidente da Pepsi, percebeu que as pessoas quando recebiam visitas em casa e tinham Coca-Cola na geladeira, pegavam a garrafa de Coca e levavam para a sala. Quando tinham Pepsi, levavam só os copos e deixavam a Pepsi na geladeira.

Então ele desenvolveu o conceito da “Pepsi Generation”, que basicamente salvou a empresa e foi uma das maiores inovações de marketing da história. O mesmo comportamento nós vemos com a Apple. Programadores quando não tem um Mac, expõem apenas o código fonte, no entanto o fanboy faz questão de mostrar que fez num mac expondo um printscreen (não estou generalizando). Reparem isto.

O que acho mais triste neste tipo de fanboy fantoche é que o tempo que o sujeito gasta com um objeto de consumo, defendendo-o e tal normalmente é tempo jogado fora. Muito mais interessante seria se usasse este tempo na própria formação, não necessariamente acadêmica, mas repensando o próprio modo como vive, saca?

Sei não: cada vez mais eu tenho visto uma geração de idiotas metidos a inteligentes surgindo, e isto me assusta. Um pessoal com olhar arrogante pro resto que se acha superior devido ao seu objeto de adoração mas na prática não passam de um bando de cretinos (cretino é A palavra) incapazes de ver a realidade (se é que há uma) como é de fato.

A tendência é só piorar porque as estratégias de marketing vão ficando mais agressivas com o decorrer do tempo. Eu já percebi isso até em algumas universidades do país(por mais incrível que possa parecer).
Quando a situação começar a ficar crítica o governo entra em ação, como é o caso das leis de trânsito. Num futuro bem(mas bem) próximo, a educação vai entrar num estado também catastrófico.

L

Infelizmente isso é algo normal e puramente planejado pelas empresas, afinal as empresas criam produtos para serem comercializados, e simplificando o processo, o consumidor tem que escolher um ou outro produto, não dá pra consumir tudo o tempo todo. Por isso as empresas trabalham no marketing do produto, seja ele levando o consumidor a um nível de pleno de status, seja alegando com a sua ferramenta é a melhor e mais amplamente testada, ou alegando que a sua ferramente é grátis e totalmente portavel.

Mas há algo de bom na fidelização do cliente, a Microsoft por exemplo, foi dito em alguns dos posts que ela faz eventos para a criação de fanboys, isso pode até ser verdade, mas também é verdade que aqui no Brasil a Microsoft disponibiliza diversos treinamentos gratuítos, com o S2B, que em algumas cidades é um treinamento presencial e gratuíto, além de outras formas de treinamentos grátis e totalmente em português. Com certeza esses treinamentos são parte de um programa para criar profissionais em ferramentas Microsoft, claro! Mas esses programas possuem um lado muito positivo para quem é treinado.

P

s2b é mão de obra barata pra empresa q ajuda no evento, e da-lhe propaganda em cima…

L

Muitos programas da MS são bons!
Mas quando não existe um padrão… Isso mata.

Por exemplo as diferenças de tags ou metodos em javascript que ocorre de navegador para navegador.
Eu acho que quando alguem inventa primeiro tem o direito de definir o nome.
Não precisariamos ter dependencia de bibliotecas para fazer nossos fontes funcionarem em todos os navegadores.

A estratégia de marketing da MS criou uma confusão entre java e javascript
Uma das intenções era ofuscar a linguagem.


Alguns anos atras uma moça de um RH me ligou para fazer uma prova sobre JAVA. Cheguei lá e a prova era de JAVASCRIPT.

Olha só o que o gratuito pode gerar:

Algumas estratégias de marketing deveriam ser banidas.

L

Quanta amargura no coração.

Criar fanboys é parte da estratégia de qualquer empresa. O negócio é focar em seus próprios objetivos e saber o que é melhor ou não. Assim se estará um passo a frente de qualquer fanático.

Não acho que eles sejam tão ruins assim, pois se eu tivesse uma empresa e conseguisse uma vantagem tecnológica para o meu produto utilizando alguma tecnologia incomum eu ficaria quieto e esconderia o jogo. Eles facilitariam a minha vida.

K

LeSimoes:
Infelizmente isso é algo normal e puramente planejado pelas empresas, afinal as empresas criam produtos para serem comercializados, e simplificando o processo, o consumidor tem que escolher um ou outro produto, não dá pra consumir tudo o tempo todo. Por isso as empresas trabalham no marketing do produto, seja ele levando o consumidor a um nível de pleno de status, seja alegando com a sua ferramenta é a melhor e mais amplamente testada, ou alegando que a sua ferramente é grátis e totalmente portavel.

Mas há algo de bom na fidelização do cliente, a Microsoft por exemplo, foi dito em alguns dos posts que ela faz eventos para a criação de fanboys, isso pode até ser verdade, mas também é verdade que aqui no Brasil a Microsoft disponibiliza diversos treinamentos gratuítos, com o S2B, que em algumas cidades é um treinamento presencial e gratuíto, além de outras formas de treinamentos grátis e totalmente em português. Com certeza esses treinamentos são parte de um programa para criar profissionais em ferramentas Microsoft, claro! Mas esses programas possuem um lado muito positivo para quem é treinado.

Mas ai é que tá o ponto: quem trabalha com TI não é um consumidor convencional, visto que normalmente nós “compramos” para outra pessoa, no caso, o cliente. Dado que na essência do nosso trabalho está a racionalidade que deve ser aplicada na escolha das tecnologias que usamos, a partir do momento em que a paixão entra em cena, quem se ferra é o cliente.

No caso, esta “fidelização” nem é tão boa assim pra quem está sendo privilegiado com esta galerinha de fiéis, porque como estes muitas vezes fazem a escolha errada para seus clientes, quem fica com o filme queimado, além do fanboy, é a própria empresa que ele tanto defendia.

O

Concordo com a ideia geral do tópico. Porém creio que o AUser foi muito feliz no que disse e concordo com ele. Vocês estão citando a Microsoft, mas nem tem como comparar. O perfil profissional de quem usa .NET, dos muitos que conheço, é estilo: “programador mercenário”, descomprometidos com tecnologia ou empresa X, grande parte querem mesmo é ganhar dinheiro. Já o pessoal do open source sim, que é ULTRA fanboy. Visitem um evento como FISL em Porto Alegre ou Campus Party em São Paulo e verão a lavagem cerebral das crianças. Muitos palestrantes escancaradamente estabelecem comparativos com as tecnologias da Microsoft, criticando as mesma e fazendo piadas, para alegria da platéia e ao mesmo tempo enaltecendo seu Java, por exemplo.

Mas o resumo da ópera é: É um exagero falar em Microsoft sem olhar para o próprio úmbigo, os “fãnboys xiitas” estão massivamente no mundo “open source”.

K

Orocildo:
Concordo com a ideia geral do tópico. Porém creio que o AUser foi muito feliz no que disse e concordo com ele. Vocês estão citando a Microsoft, mas nem tem como comparar. O perfil profissional de quem usa .NET, dos muitos que conheço, é estilo: “programador mercenário”, descomprometidos com tecnologia ou empresa X, grande parte querem mesmo é ganhar dinheiro. Já o pessoal do open source sim, que é ULTRA fanboy. Visitem um evento como FISL em Porto Alegre ou Campus Party em São Paulo e verão a lavagem cerebral das crianças. Muitos palestrantes escancaradamente estabelecem comparativos com as tecnologias da Microsoft, criticando as mesma e fazendo piadas, para alegria da platéia e ao mesmo tempo enaltecendo seu Java, por exemplo.

Mas o resumo da ópera é: É um exagero falar em Microsoft sem olhar para o próprio úmbigo, os “fãnboys xiitas” estão massivamente no mundo “open source”.

E eu concordo com você. Aliás, ta ai um fator que ajuda demais a dificultar a adoção de código livre.
Na prática, quando este sujeito vai ser apresentar para um cliente que possua um mínimo de inteligência/experiência acaba queimando o filme de todo o “movimento” (será que a palavra “Movimento” pode ser aplicada a código livre) opensource. Administradores mais sábios pulam fora do barco na hora. E sabe o que é pior? Normalmente criam uma impressão completamente errada do negócio.

M

É a velha discussão de "como o mundo é " x “como gostaria que fosse”

Esse tipo de marketing existe simplesmente porque funciona. Sendo bom ou mal isso é apenas um detalhe. São poucos que são críticos como o kikolobo. E quem é da área de exatas tendem a ser mais extremistas (ou binários?) do tipo certo x errado, então é um terreno muito fértil pra esse tipo de estratégia.

J

marcosalex:
É a velha discussão de "como o mundo é " x “como gostaria que fosse”

Esse tipo de marketing existe simplesmente porque funciona. Sendo bom ou mal isso é apenas um detalhe. São poucos que são críticos como o kikolobo. E quem é da área de exatas tendem a ser mais extremistas (ou binários?) do tipo certo x errado, então é um terreno muito fértil pra esse tipo de estratégia.

eu não sou extremista não… :slight_smile:
Mas fico p da vida quando ouço aquela conversa fiada de vendedor :

“Isso assovia e chupa cana ao mesmo tempo”.

rsrsrs.

M

Orocildo:
Concordo com a ideia geral do tópico. Porém creio que o AUser foi muito feliz no que disse e concordo com ele. Vocês estão citando a Microsoft, mas nem tem como comparar. O perfil profissional de quem usa .NET, dos muitos que conheço, é estilo: “programador mercenário”, descomprometidos com tecnologia ou empresa X, grande parte querem mesmo é ganhar dinheiro. Já o pessoal do open source sim, que é ULTRA fanboy. Visitem um evento como FISL em Porto Alegre ou Campus Party em São Paulo e verão a lavagem cerebral das crianças. Muitos palestrantes escancaradamente estabelecem comparativos com as tecnologias da Microsoft, criticando as mesma e fazendo piadas, para alegria da platéia e ao mesmo tempo enaltecendo seu Java, por exemplo.

Mas o resumo da ópera é: É um exagero falar em Microsoft sem olhar para o próprio úmbigo, os “fãnboys xiitas” estão massivamente no mundo “open source”.

Muita calma nessa hora. Uma coisa é a tecnologia pura e simples sem levar em consideração todos os principios éticos de determinada escolha. A Microsoft é notoria por suas praticas abusivas no mercado o que gerou e continua gerando inúmeros empecilhos ao desenvolvimento tecnologico (patentes, monopolios…)(ok ficou meio coxinha pro-opensource essa parte :slight_smile: ) e por isso apoio qualquer iniciativa a uma solução que não fortaleça ainda mais esse tipo de empresa(usei a Microsoft mas o mesmo é aplicavel a tantas outras). Portanto não sei se sofri uma ‘lavagem cerebral’ mas realmente fiquei convencido que o open source é um modelo justo e mais socialmente benefico do que as soluções proprietarias/codigo fechado. Talvez isso explique tantos “fãnboys xiitas” no mundo open source.

L

kicolobo:

Mas ai é que tá o ponto: quem trabalha com TI não é um consumidor convencional, visto que normalmente nós “compramos” para outra pessoa, no caso, o cliente. Dado que na essência do nosso trabalho está a racionalidade que deve ser aplicada na escolha das tecnologias que usamos, a partir do momento em que a paixão entra em cena, quem se ferra é o cliente.

No caso, esta “fidelização” nem é tão boa assim pra quem está sendo privilegiado com esta galerinha de fiéis, porque como estes muitas vezes fazem a escolha errada para seus clientes, quem fica com o filme queimado, além do fanboy, é a própria empresa que ele tanto defendia.

kicolobo, nesse ponto concordo com você. Acredito que tenha me expressado mal.
Quero dizer que nessa briga entre empresas para “aumentar o rebanho”, nós consumidores podemos tirar proveito disso, seria algo com consumir conscientemente, isso serve para tecnologias, roupas, comidas e etc. O interessante é saber tirar proveito dessas “campanhas de fidelização”.

Citei o exemplo da Microsoft porque conheço um pouco dos seus programas de treinamentos, porém nada impede de um egresso de um dos programas Microsoft migrar para outra tecnologia. Acho que essa é a ideia, aproveitar o melhor dessa briga de gigantes, sem querer tomar partido de um lado ou de outro.

Como sou novato no fórum esperei alguns se manifestarem primeiro. Acho que os “fanboys” mais comuns são da bandeira opensource e Java, talvez seja esse um dos “porques” desse tópico. A mentalidade fanboys as vezes chega ser algo mais sútil do que o cara gordo com a camisa do Tux, por exemplo, considerar uma grande plataforma como sendo trivial ou ridiculariza-la pela suas facilidades também é algo bem ao estilo fanboy…

INTÈ

W

Acho que existe 3 tipos de pessoas:

Fanboys: Pra mim fanboy eh aquele carinha que nao entende muito do que esta falando e virou fanboy de uma empresa, tecnologia, videogame console sem nem saber o porque da sua preferencia. Eh a pessoa que vai atras de “modinha” se hoje eh cool ter um iPad, ele vai ser um Apple fanboy, se depois de um mes outro tablet eh popular o fanbou vai mudar e comecar a criticar a Apple. Eh tambem conhecido como “Maria vai com as outras”.

xiita: Esses sao os piores, aqueles que defendem o seu ponto de vista ate a morte e depois quando a tecnologia que ele defendeu tanto morre, o xitta enfia o rabo no meio das pernas, bem quietinho, muda de tecnologia e comeca a ser xiita de outra coisa, fungindo que nunca gostou da ex-preferida tecnologia. Eh um ciclo sem fim.

Os verdadeiros fãs: Esses sao as pessoas que realmente curtem alguma tecnologia, produto ou empresa, mas eh inteligente o bastante para assumir que pode (e existe) outros que fazem algumas coisas melhores. Esse nao tem medo de mudar se necessario e sempre disposto a tirar profeito de todos os mundos.

Antigamente eu sempre trabalhei com Java, sempre gostei da linguagem desde a minha epoca de faculdade. Quando o .NET comecou a ficar mais popular eu comecei a me interessar pela plataforma, resolvi aprender C# soh para aprender algo novo. Felizmente apareceu uma oportunidade boa de .NET e eu mudei. Se no futuro aparecer uma oportunidade legal em Java com certeza eu volto para o Java, ou em qualquer outra linguagem seja ela qual for.

Gosto muito de video games e sempre vejo essa guerrinha Xbox360 vs. Playstation3. Que coisa mais sentido! Ambos sao otimos, ambos tem seus otimos jogos exclusivos porque nao aproveitar o que cada um tem de bom??

Mesmo bla bla bla, com o povo que gosta de Android contra o povo que gosta de Apple (iOS). Enche o saco!!

//Daniel

A

Longino:
Quanta amargura no coração.

Criar fanboys é parte da estratégia de qualquer empresa. O negócio é focar em seus próprios objetivos e saber o que é melhor ou não. Assim se estará um passo a frente de qualquer fanático.

Não acho que eles sejam tão ruins assim, pois se eu tivesse uma empresa e conseguisse uma vantagem tecnológica para o meu produto utilizando alguma tecnologia incomum eu ficaria quieto e esconderia o jogo. Eles facilitariam a minha vida.

Longino,

Se isso fosse um fórum de administradores de empresas, discutindo práticas para melhorar a divulgação do seu produto, obviamente você não estaria errado. A questão é que o kicolobo falou em outro sentido, falou no sentido de termos que aturar essas criaturas chamadas fan boys. Não falou sobre o meio empresarial.

J

AUser:
Longino:
Quanta amargura no coração.

Criar fanboys é parte da estratégia de qualquer empresa. O negócio é focar em seus próprios objetivos e saber o que é melhor ou não. Assim se estará um passo a frente de qualquer fanático.

Não acho que eles sejam tão ruins assim, pois se eu tivesse uma empresa e conseguisse uma vantagem tecnológica para o meu produto utilizando alguma tecnologia incomum eu ficaria quieto e esconderia o jogo. Eles facilitariam a minha vida.

Longino,

Se isso fosse um fórum de administradores de empresas, discutindo práticas para melhorar a divulgação do seu produto, obviamente você não estaria errado. A questão é que o kicolobo falou em outro sentido, falou no sentido de termos que aturar essas criaturas chamadas fan boys. Não falou sobre o meio empresarial.

E não é só isso. Eu realmente gostaria que esses fanboys aprendessem algo de útil.

L

AUser:
Longino:
Quanta amargura no coração.

Criar fanboys é parte da estratégia de qualquer empresa. O negócio é focar em seus próprios objetivos e saber o que é melhor ou não. Assim se estará um passo a frente de qualquer fanático.

Não acho que eles sejam tão ruins assim, pois se eu tivesse uma empresa e conseguisse uma vantagem tecnológica para o meu produto utilizando alguma tecnologia incomum eu ficaria quieto e esconderia o jogo. Eles facilitariam a minha vida.

Longino,

Se isso fosse um fórum de administradores de empresas, discutindo práticas para melhorar a divulgação do seu produto, obviamente você não estaria errado. A questão é que o kicolobo falou em outro sentido, falou no sentido de termos que aturar essas criaturas chamadas fan boys. Não falou sobre o meio empresarial.

Leia “Hackers and Painters” do Paul Graham e depois conversaremos.

Parte de ser um profissional é saber quando esconder o jogo e quando sair para o ataque. Se o cara é um sem noção, azar o dele. Menos um para competir comigo.

A

Excelente classificação do Daniel.

Hoje não uso Windows porque não quero pagar pra ter um S.O para o que estou usando no momento.

Apoio o OpenSource e levanto a bandeira porque no que estou me envolvendo atualmente, depende desse modelo e bate com a ideia do mesmo.

Se amanhã tiver que migrar para o modelo fechado, o usarei sem problema… Vou comprar um PC com Windows porque quero voltar a jogar alguns joguinhos que estão me fazendo falta e não tô afim de virtualizar uma máquina só pra dizer que uso Linux e ainda assim jogo jogos que só rodam no Windows (e olha que sempre tentam me convencer disso).

Amo de paixão Java e já fui Xiita… O GUJ me ajudou pacas a enxergar o além…

Lembro-me que logo que surgiu a comunidade Ruby On Rails, o que apareceu de xiita que mataria a mãe caso ela falasse mal do Rails, não foi brincadeira… Olhava para algumas discussões do tipo e lembrei de mim nos primórdios do Java onde vários monstros foram criados. Caras que achavam que porque sabiam Java, eram o último biscoito do pacote…

Se eram arquitetos certificados então… aí F$%$#$DIA tudo…

Abs []

L

Huahuahau

Se for pra dar um motivo só pra falar que usa linux o fato de ser masi barato já tava bom.
Pronto! Falei!

:lol:

A

Não entendi se você falou me rebatendo, mas se foi, espero que tenha entendido que concordo com você. Hoje uso Linux Mint em todas as minhas máquina. Todas, sem exceção.

Motivo? Simples, não quero pagar uma licença do Windows e piratear está fora de questão. Podem falar o que for, mas Windows pirata (mesmo virtualizado) pra mim é roubo, tendo em vista que empresa do mesmo não disponibiliza versão free.

Porém, estou com saudade de uns jogos e vou voltar a usar Windows para poder jogá-los. Só que claro, já vou comprar a máquina com a licença, não vou desinstalar o Windows, instalar o Mint e virtualizar o Windows só pra dizer que uso Linux. Espero que já tenha ficado claro da primeira vez… heueheuehueheuehue

É que as vezes penso bem mais rápido do que escrevo e acabo não escrevendo a totalidade do que pensei.

Abs []

V

Concordo com o Adriano.

Eu comprei meu Windows 7 e Office 2010, assim como todos os meus games.
E não me arrependo. Acho o SO excelente, e ainda não vi um pacote gratuito que chegue aos pés do Office.

Sem falar que os preços atualmente são bem competitivos.

A

Motivo pelo qual ainda não adiquiri um Windows… Ainda não precisei de um utilitário Office em sua forma pura.

Abs []

V

Sim, é uma atitude bem diferente da de ser um fanboy. O Fanboy negaria esse fato, e diria que consegue fazer tudo no StarOffice. Também diz que o Linux pode competir de igual para igual com o Windows e o Mac no mercado desktop, mesmo admitindo que de vez enquando é obrigado a recorrer ao bash.

Mas claro, o fanboy sempre usa de argumento que “instalou o Linux na máquina do pai dele, que não entende nada de informática”. Afinal, uma característica forte do fanboy é tentar justificar-se pela exceção.

Eu já fui bastante criticado por alguns fanboys de Java aqui no GUJ, simplesmente por ter afirmado que a plataforma não era adequada nem para games, nem para acesso a hardware, e nem para aplicações multimídia. Assim como o “pai do usuário de Linux”, o fanboy de Java vai falar de um ou dois aplicativos de sucesso que venceram as limitações da plataforma, mas que provavelmente tiveram um custo muito mais alto e exigiram um trabalho muito maior, do que se tivessem sido feitos num local mais adequado. Sem falar dos que negam o fato de que, muitas das soluções Java para essas apps, estão cheias de JNI, que não são Java - mas isso não importa para o fanboy, na hora de defender aquilo que ama.

A

ViniGodoy:
Sim, é uma atitude bem diferente da de ser um fanboy. O Fanboy negaria esse fato, e diria que consegue fazer tudo no StarOffice. Também diz que o Linux pode competir de igual para igual com o Windows e o Mac no mercado desktop, mesmo admitindo que de vez enquando é obrigado a recorrer ao bash.

realmente… nunca usei o Mac, OpenOffice e BrOffice sempre serviram bem para o que eu precisei… Como nunca precisei mais do que o básico, não me arrisco a dizer que servem ou não. Mas tirando pela professora que me apresentou o Open Source, que quando precisou de um Office, comprou o da MS, aposto que vc esteja certo.

Heueheueheuheueheu ia dizer isso. Há de se levar em conta que o Linux deu uns saltos monstruosos nos últimos tempo sobre máquinas desktop. Instalei o Mint 12 na máquina de minha esposa. Ela já se acostumou em menos de 1 mês. Não vou entrar nos méritos de ser melhor ou não, mas eu prefiro assim… Quando precisar de algo específico, vou comprar o Windows ou um Mac e ponto.

ViniGodoy:

Eu já fui bastante criticado por alguns fanboys de Java aqui no GUJ, simplesmente por ter afirmado que a plataforma não era adequada nem para games, nem para acesso a hardware, e nem para aplicações multimídia. Assim como o “pai do usuário de Linux”, o fanboy de Java vai falar de um ou dois aplicativos de sucesso que venceram as limitações da plataforma, mas que provavelmente tiveram um custo muito mais alto e exigiram um trabalho muito maior, do que se tivessem sido feitos num local mais adequado. Sem falar dos que negam o fato de que, muitas das soluções Java para essas apps, estão cheias de JNI, que não são Java - mas isso não importa para o fanboy, na hora de defender aquilo que ama.

Esse foi um dos pontos mais difíceis pra eu conseguir entender mesmo depois de deixar de ser xiita… Sempre pensei que dava pra fazer tudo em Java, até que um dia caiu essa ficha, que dá dá, mas sempre há custos para algumas coisas das quais o mesmo não é nativo. JNI não dá… Principalmente se o Sistema for Web. Crash da VM direto.

Abs []

L

Huahuahau

Se for pra dar um motivo só pra falar que usa linux o fato de ser masi barato já tava bom.
Pronto! Falei!

:lol:

Não brother, to brincando contigo. :smiley:
Mas eu sou fan do linux na minha casa. No trabalho, onde recebo, isso é outros 500.

Sim. Tabém concordo que piratear não é uma coisa legal. Por isso eu ainda tenho meu CD do XP que paguei R$ 450.oo guardado.
Mas acho que vai ser o ultimo CD do windows que devo comprar.
Futuramente quando tiver velho, se existir wine ou qualquer outro simulador para windows eu acho que vou tentar.

J

ViniGodoy:

Eu já fui bastante criticado por alguns fanboys de Java aqui no GUJ, simplesmente por ter afirmado que a plataforma não era adequada nem para games, nem para acesso a hardware, e nem para aplicações multimídia. Assim como o “pai do usuário de Linux”, o fanboy de Java vai falar de um ou dois aplicativos de sucesso que venceram as limitações da plataforma, mas que provavelmente tiveram um custo muito mais alto e exigiram um trabalho muito maior, do que se tivessem sido feitos num local mais adequado. Sem falar dos que negam o fato de que, muitas das soluções Java para essas apps, estão cheias de JNI, que não são Java - mas isso não importa para o fanboy, na hora de defender aquilo que ama.

Isso é o que mais me irrita nesses fans. Enquanto se pode resolver um problema de captura de vídeo de maneira simples com c++ insistem em fazer da pior maneira com java. Mesmo quando você mostra artigos e fontes que o trabalho é complicado e não gera a melhor solução.

Vide a variedade de artigos semelhantes aqui no guj sobre JMF. Quem foi descontinuada a mais de 6 anos.

A

O meu ironizômetro anda quebrado ultimamente… rsrsrssr :smiley:

Valew :wink:

B

Alguém ainda lembra dos fanboys do SOA? Aposto que não.

Talvez os fanboys não sejam tão vilões assim quanto o autor tenta pintar.

Hmm… post não me convenceu.

Quanta amargura no coração++.

V

Me lembro sim… Eu já trabalhei com um…

A

Botocudo:
Alguém ainda lembra dos fanboys do SOA? Aposto que não.

Talvez os fanboys não sejam tão vilões assim quanto o autor tenta pintar.

Hmm… post não me convenceu.

Quanta amargura no coração++.

Não há problema em admirar uma tecnologia ou Linguagem ou até mesmo um conceito… O que o autor colocou é que o excesso e tapa-olho que esses caras colocam pra não enxergar nada fora da caixa que é prejudicial.

Isso aplicado a nossa área traz males irreversíveis.

Seu cliente tem um Problema X. No universo perfeito, o melhor problema pra resolver o problema X é usar a solução Y.

O profissional enxerga isso em 2 tempos… O fanboy sem nem parar pra pensar decide que a solução F (de Fanboy) é a melhor, mais moderna, indiscutivelmente elegante e quem falar contra isso vai pro inferno.

Sacou a vilania ??? Quem se ferra é o cliente que tem que pagar a bucha porque não entende de software e quem deveria entender, pelo jeito também não entende.

Abs []

[EDIT] - claro que a solução F colocada acima no texto, é aquela que o fanboy sempre usou a vida toda dele e por isso a considera a perfeita.

B

adriano_si:

Não há problema em admirar uma tecnologia ou Linguagem ou até mesmo um conceito… O que o autor colocou é que o excesso e tapa-olho que esses caras colocam pra não enxergar nada fora da caixa que é prejudicial.

Isso aplicado a nossa área traz males irreversíveis.

Seu cliente tem um Problema X. No universo perfeito, o melhor problema pra resolver o problema X é usar a solução Y.

O profissional enxerga isso em 2 tempos… O fanboy sem nem parar pra pensar decide que a solução F (de Fanboy) é a melhor, mais moderna, indiscutivelmente elegante e quem falar contra isso vai pro inferno.

Sacou a vilania ??? Quem se ferra é o cliente que tem que pagar a bucha porque não entende de software e quem deveria entender, pelo jeito também não entende.

Abs []

[EDIT] - claro que a solução F colocada acima no texto, é aquela que o fanboy sempre usou a vida toda dele e por isso a considera a perfeita.

Me parece um subconjunto de um problema mais geral. Que o mercado não é capaz de diferenciar o bom do mau profissional.

Talvez o autor podia ter discutido algumas idéias sobre como resolver o problema ao invés de apenas apontar dedos para o culpado, que na minha opinião é o mercado, principalmente dos próprios clientes e gestores.

A

Botocudo:

Me parece um subconjunto de um problema mais geral. Que o mercado não é capaz de diferenciar o bom do mau profissional.

Talvez o autor podia ter discutido algumas idéias sobre como resolver o problema ao invés de apenas apontar dedos para o culpado, que na minha opinião é o mercado, principalmente dos próprios clientes e gestores.

A maioria dos problemas são subconjuntos de um maior… Inadimissível é alguém se dizer profissional de TI e ser apaixonado por 1 uma única tecnologia a ponto de não aceitar nada fora da caixa.

Pelo menos achei que o Kico atacou isso de forma clara, ou então eu lí muito errado… Claro, sempre há um pouco de opinião pessoal, afinal se não houvesse, não seríamos humanos.

Abs []

L

adriano_si:
Botocudo:

Me parece um subconjunto de um problema mais geral. Que o mercado não é capaz de diferenciar o bom do mau profissional.

Talvez o autor podia ter discutido algumas idéias sobre como resolver o problema ao invés de apenas apontar dedos para o culpado, que na minha opinião é o mercado, principalmente dos próprios clientes e gestores.

A maioria dos problemas são subconjuntos de um maior… Inadimissível é alguém se dizer profissional de TI e ser apaixonado por 1 uma única tecnologia a ponto de não aceitar nada fora da caixa.

Pelo menos achei que o Kico atacou isso de forma clara, ou então eu lí muito errado… Claro, sempre há um pouco de opinião pessoal, afinal se não houvesse, não seríamos humanos.

Abs []

http://www.paulgraham.com/avg.html


As long as our hypothetical Blub programmer is looking down the power continuum, he knows he’s looking down. Languages less powerful than Blub are obviously less powerful, because they’re missing some feature he’s used to. But when our hypothetical Blub programmer looks in the other direction, up the power continuum, he doesn’t realize he’s looking up. What he sees are merely weird languages. He probably considers them about equivalent in power to Blub, but with all this other hairy stuff thrown in as well. Blub is good enough for him, because he thinks in Blub.

When we switch to the point of view of a programmer using any of the languages higher up the power continuum, however, we find that he in turn looks down upon Blub. How can you get anything done in Blub? It doesn’t even have y.

By induction, the only programmers in a position to see all the differences in power between the various languages are those who understand the most powerful one. (This is probably what Eric Raymond meant about Lisp making you a better programmer.) You can’t trust the opinions of the others, because of the Blub paradox: they’re satisfied with whatever language they happen to use, because it dictates the way they think about programs.

Tudo o que foi escrito nesse tópico é apenas opinião pessoal. O link acima explica bem o que ocorre.

Mesmo que alguém lhes mostrasse a melhor solução, a maioria daqui não estaria equipada para entendê-la.

A

Concordo… o mundo é um conjunto de opiniões… Podemos concordar com elas ou não… Não muda o fato que concordei com o o que o Kico falou. É a minha opinião.

Longino:

Mesmo que alguém lhes mostrasse a melhor solução, a maioria daqui não estaria equipada para entendê-la.

Outra verdade. Eu acho que até eu mesmo não estaria pronto para atender a 100% das melhores soluções para alguns casos. O melhor a se fazer é sempre buscar a melhor dentro do contexto geral.

Experiência do solucionador fica contido nesse contexto.

Abs []

Criado 7 de abril de 2012
Ultima resposta 11 de abr. de 2012
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