rodrigoy:
Luiz, dá uma olhada neste post do Papo:
http://josepaulopapo.blogspot.com/2008/04/qualidade-cdigo-manutenibilidade.html
Manifesto ágil: “Customer collaboration over contract negotiation”
Deming, em “Out of the crisis”: “elimine gestão por números”
Sem querer fazer patrulha ideológica, mas já fazendo, a idéia de
acordos de nível de serviço para contratos com terceiros para esse
tipo de métricas me parece muito perigosa: lembra métricas de
call center.
Outra questão é a suposta efetividade de inspeções de software
fora do fluxo de codificação (dentro do fluxo, chamamos de
pair programming), pois elas estão sujeitas a muitos vícios.
Participei de muitas e muitas inspeções estilo Fagan e
meu sentimento é que criam uma falsa sensação de segurança.
Quem participa da inspeção, em geral, não consegue ter
compreensão suficiente para apontar problemas significativos:
o resultado é que são encontradas apenas coisas sem tanta
importância, isso supondo que a dinâmica não degenere para
"quem fala mal do meu código, fala mal de mim".
Elas tem alguns efeitos colaterais bons, mas
o slogan “menos testes, mais inspeções”, embutido em
certos modelos de qualidade é basicamente furado.
Espero ter contribuido,
Jorge