assunto ja bastante discutido em tópicos que se referem a regulamentação da area de TI… em relação a “o que vai dizer quem pode e quem não pode trabalhar com TI”… entre opções tinha obrigar a pessoa a ter curso superior, ou de acordo com o poscomp… muita gente seria contra por que tem gente ai no mercado que é muito boa e não tem nenhuma graduação
a minha opinião é que taaaaalvez pudesse exigir diploma contanto que se exigisse ou o diploma, dando um prazo de algo que chuto no minimo 6 anos para que as empresas e profissionais se adequem a isso, ou que o profissional ja tenha 5 anos de expêriencia desconsiderando esse prazo. Novamente essa é a minha humilde opinião
F
felipeguerra
Eu sempre achei que quem ganha de verdade com a desregulamentação das profissões sempre é empresa.
Mas tem gente que não admite a dicotomia entre o capitalista x trabalhador, e pior, em troca de algumas benesses (pífias e individuais) assume a posição do outro lado!
J
jgbt
A intenção é somente “regularizar” os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Como na area de TI, o mercado vai fazer o seu filtro. Quem tiver capacidade vai se estabelecer. A maioria das empresas vai continuar contratando profissionais graduados para determinadas funções que elas julguem necessario.
Reserva de mercado quase nunca é benefica.
[]´s
F
felipeguerra
jgbt:
A intenção é somente “regularizar” os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante…da pior maneira possível.
Esse discurso é uma falácia, pois, mais uma vez o dia-a-dia não condiz com isso…
A maioria das empresas querem cortar custos…essa é a realidade, mas a troco de que? A gente sabe que quem toma essas decisões, para poder cortar custos, é tão ou mais incapaz de pensar no logo prazo e no impacto de se contratar, que quem é contratado.
Não acho que tem que ser uma regulamentação pesada, muito pelo contrário, tem que ser algo austero. A correlação de forças é que é brutal, eu estou empregado, bem empregado, mas não posso ser tão individualista e me lixar para os demais.
Atualmente não é nenhum problema ter um curso superior, nem acho que um cara sem formação na área não deva exercer o jornalismo (ou a ciência da computação), mas analisar pela exceção chega a ser tosco, pois nos métodos de pesquisa da academia, que são as próprias bases da nossa ciência ocidental, isso não existe.
J
jgbt
felipeguerra:
jgbt:
A intenção é somente “regularizar” os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante…da pior maneira possível.
Na pratica? poderia dizer onde? não é o que eu vejo aqui em Porto Alegre.
Não vou discutir, ja emiti opinião nos inumeros posts a esse respeito aqui no guj. se quiser pode dar um up em algum deles.
So não sei como inumeras pessoas que ja trabalhei em mais de 10 anos de mercado ganham igual ou mais do que a maioria dos desenvolvedores graduados. Deve ser pq eles enganam bem… ou pq são competentes.
Novamente acho que Porto Alegre deve ser diferente.
Cortar custos sim, mas se não mantiver a quaildade não vai adiantar nada.
So falta agora vc me dizer que a Globo vai trocar o Casal 20 do JN por alguem que vai ganhar 1/3 do que eles.
Esse discurso me parece um pouco apocaliptico.
[]´s
A
aeciovc
acho que isso se aplica a curto prazo… mas não a longo!
hj na area de TI eh um espelho muitas vezes que pessoas que não teem graduação e trabalham ( não que elas não tenham competencias, boa parte das vezes tem, até mais dos que são graduados!).
acho que os prejudicados nesse caso são os Jornalistas, pois a profissão fica sem destino, sem regulamentação e sem ninguem que diga quanto deve-se pagar a um profissional. é o que ocorre na area de TI onde a desigualdade eh grande, esses dias um amigo meu me disse que vendeu um Software por 840 mangos… e não era qualquer software!
acho que isso que aconteceu com Jornalistas dificulta ainda mais a colocação da TI em relação a esse asssunto, pois acredito que agora eh que não teremos conselho nem regulamentação mesmo!
flw!
F
felipeguerra
jgbt:
felipeguerra:
jgbt:
A intenção é somente “regularizar” os profissionais que trabalham na imprensa e não são jornalistas, como os comentaristas esportivos ou economicos. Profissionais que são especialistas em uma determinada area. So isso.
Na prática não é isso que acontece, se vc julga pelo o que deveria ser feito, de fato quem ganha é o contratante…da pior maneira possível.
Na pratica? poderia dizer onde? não é o que eu vejo aqui em Porto Alegre.
O cara contrata um indivíduo paras fazer serviços pontuais, como não vê além daquilo que faz, pode ser substituído rapidamente…e esse cara costuma ganhar bem menos de que uma pessoa que estudou numa Universidade (a qualidade dos cursos pode ser discutida, mas não é esse o foco aqui)
Pergunte as pessoas!
Vc não leu o que eu disse, né? Quer analisar pela ‘grande maioria’ dos seus amigos bom profissionais e sem graduação na área? Assim fica difícil argumentar com vc…
Aí é que está a questão, no mundo do jornalismo, a qualidade é sim comprometida [leia o texto do início do tópico]…no mundo de TI, MAIS AINDA, já não é a primeira vez que sou contratado para corrigir ‘tosqueiras’ arquiteturais de caras que era graduados na área e de caras que não eram graduados…a diferença de pegar coisa errada de quem ‘entende’, é que normalmente o cara não quer dar o braço a torcer, não quer discutir o que está fazendo com outras pessoas e, pior, quem avalia não sabe o que está sendo feito, portanto, não consegue criticar…
A questão do casal JN é uma pergunta retórica…não vou cair nessa cilada…
Se a realidade no mundo corporativo não é boa e vc acha maravilhosa, tudo bem, eu acho que tem muita coisa para ser melhorada e vou fazer a minha parte!
M
marcosalex
"
W
windsofhell
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
M
marcosalex
"
F
felipeguerra
windsofhell:
marcosalex:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
Sou pragmático, o melhor dos mundos seria os cursos de graduação serem no mínimo razoáveis para poderem embasar a carreira dos profissionais de TI, porém, no médio prazo isso não vai acontecer…então, que comece a regulamentar a coisa, pois dessa maneira é também uma forma de melhorar o IDH do nosso país!
Alguém parou pra pensar nisso?
Eu tenho amigos que são formados fora da área de TI, mas se especializaram de alguma maneira…só que eles são uma minoria, então que seja exigido um currículo básico para se poder atuar na área, já que são contra exigir um diploma de graduação.
Como diz o texto lá em cima, o que não dá é pra ficar só no contra x favorável…
F
felipeguerra
Isso não é problema, isso é um diferencial da Suécia, e é nesse ponto que eu quero chegar…como acabar com as mazelas sociais sem investir nisso?
Eu olho para o macro…
L
louds
felipeguerra:
windsofhell:
marcosalex:
Na Suécia TI também é regularizada e também não exige diploma.
Diploma nao eh obrigatorio mesmo, inclusive o meu antigo lider de projeto so terminou a escola (tipo o nosso 2 grau) e manjava muito por sinal, porem sem o diploma eh preciso ter um certo QI pra arrumar emprego.
O problema aqui eh que qualquer fulaninho tem no minimo mestrado, fala 2 ou 3 linguas (bem diferente do Brasil) entao complica a competicao.
De qualquer forma sou contra a obrigatoriedade de diploma na area de TI.
Sou pragmático, o melhor dos mundos seria os cursos de graduação serem no mínimo razoáveis para poderem embasar a carreira dos profissionais de TI, porém, no médio prazo isso não vai acontecer…então, que comece a regulamentar a coisa, pois dessa maneira é também uma forma de melhorar o IDH do nosso país!
Alguém parou pra pensar nisso?
Eu tenho amigos que são formados fora da área de TI, mas se especializaram de alguma maneira…só que eles são uma minoria, então que seja exigido um currículo básico para se poder atuar na área, já que são contra exigir um diploma de graduação.
Como diz o texto lá em cima, o que não dá é pra ficar só no contra x favorável…
Exigir diploma é uma forma de reserva de mercado, de cartelização. Todos sabemos como isso tem funcionado bem no nosso pais.
Achar profissionais OK já é difícil pacas, os bons são peça rara.
Se criarmos essa barreira de entrada artificial, tudo que vamos conseguir é assustar ainda mais os investidores do pais.
F
felipeguerra
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
R
Rodrigo_Carvalho_Aul
Coincidência ou não, os melhores profissionais da área que eu conheço não possuem diploma.
Querer obrigar as pessoas a terem diploma pra trabalhar só vai fazer aparecer mais faculdades ruins custando os olhos da cara.
Tenho entrevistado muitas pessoas e, independente do nivel de educação formal que o cara tenha, o nível está muito baixo. Tá dificil contratar. Recursos humanos é uma grande barreira no crescimento da área no Brasil, se for burocratizar mais as contratações vai ficar ainda mais difícil.
Obs: só pra não dizer que estou defendendo o meu lado, eu tenho diploma superior na área e não me serviu pra nada.
[]'s
Rodrigo Auler
M
marcosalex
"
F
felipeguerra
marcosalex:
Minha experiência foi o contrário. Aprendi muito no curso superior e isso me abriu muitas portas e os maiores profissionais que tive contato, além do diploma tinham pós graduaçao e doutorado e ainda continuavam estudando.
Vale lembrar que aqui não é E.U.A, quem produz conhecimento é a academia…isso reforça a importância do diploma se levarmos em conta que é o que o país precisa para darmos um salto nas relações comerciais e para não sermos mais tachados como país exportador de commodities.
R
Rubem_Azenha
felipeguerra:
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
Do tipo que tem dinheiro
F
felipeguerra
Rubem Azenha:
felipeguerra:
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
Do tipo que tem dinheiro :)
Todo investidor, em tese, tem dinheiro…mas tem uns que vem com o intuito de sugar o máximo, sem escrúpulos, sem refresco, outros não (ou menos).
Normalmente, investidor que pensa no coletivo nem nasceu, mas…
F
Felipe_Kan
Rodrigo Carvalho Auler:
Coincidência ou não, os melhores profissionais da área que eu conheço não possuem diploma.
Querer obrigar as pessoas a terem diploma pra trabalhar só vai fazer aparecer mais faculdades ruins custando os olhos da cara.
Tenho entrevistado muitas pessoas e, independente do nivel de educação formal que o cara tenha, o nível está muito baixo. Tá dificil contratar. Recursos humanos é uma grande barreira no crescimento da área no Brasil, se for burocratizar mais as contratações vai ficar ainda mais difícil.
Obs: só pra não dizer que estou defendendo o meu lado, eu tenho diploma superior na área e não me serviu pra nada.
[]'s
Rodrigo Auler
Engraçado é que as exceções parecem regras… alguém já se deu conta disso?
Se pegar um saco com 100 bolas… e 1 bola for preta… e essa bola te der um choque… todo mundo vai ficar com medo de pegar bolas no saco… pois todo mundo vai falar… “tem uma bola aí que te dá choque… não ponho a mão nem morto”… pois a pessoa que tomar o choque vai falar para todo mundo, e vai dar a impressão que tem mais bolas que dão choque do que a realidade…
A mesma coisa para profissionais competentes que não tem superior… de cada 100 profissionais, 1 é competente sem superior… mas esse 1 vai parecer bem mais que 1… pois todo mundo vai falar… olha, aquele alí não tem superior mas manja pra caralho…
Eu também conheço gente sem superior que é bem competente… mas é mais ou menos 1 para 50 pelas minhas contas… sendo que este(s) “1” hoje em dia já resolveu cursar e terminar o superior… pois percebeu que o mercado não perdoa…
Vale lembrar que todo mundo se refere ao Bill Gates como não tendo superior completo… (apesar dele ter ganhado o diploma… de Harvard… demorou mas ganhou… ou seja, agora ele tem superior completo… rs).
Mas o Paul Allen(sócio do Bill Gates) tinha superior completo… assim como o do Google… do Wolfram/Mathematica e etc…
Mas sempre as pessoas gostam de falar das exceções… e se referem ao Bill Gates sem diploma… ou invés de seu sócio que tinha…
L
louds
felipeguerra:
Rubem Azenha:
felipeguerra:
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
Do tipo que tem dinheiro :)
Todo investidor, em tese, tem dinheiro…mas tem uns que vem com o intuito de sugar o máximo, sem escrúpulos, sem refresco, outros não (ou menos).
Normalmente, investidor que pensa no coletivo nem nasceu, mas…
Todo investidor tem, por missão, extrair o maior retorno possível para o capital que tem a disposição.
E, ao fazerem isso, estarão favorecendo as melhores oportunidades e empresas, como deve ser.
Esse mito todo anti-capitalista realmente enche o saco.
F
felipeguerra
Mito?
Primeiramente, não sou anti-nada, sou a favor do ser humano. Se o cara coloca o lucro acima das pessoas, então eu sou “anti-esse-cara”!
Fatos são fatos, eu não descambei pro âmbito da ideologia, tudo bem?
E
Edufa
Esse mito todo anti-capitalista realmente enche o saco. [2]
Todo investidor, em tese, tem dinheiro…mas tem uns que vem com o intuito de sugar o máximo, sem escrúpulos, sem refresco, outros não (ou menos).
Normalmente, investidor que pensa no coletivo nem nasceu, mas…
Não caia dos discursos de esquerda onde quem tem dinheiro é o malvado explorador e os pobres são os bonzinhos coitadinhos. Senão o Brasil vai continuar sendo pra sempre a terra dos índios socialistas.
Sou capaz de ter a minha própria opinião baseado, fundamentalmente, nas minhas experiências, que em essência, não divergem das suas ou de qualquer outro indivíduo aqui.
Trata-se, do ponto de vista econômico e social, fazer a correta correlação de forças…isso não implica em coitado e opressor!
F
felipeguerra
marcosalex:
Pois é. Enquanto no Brasil a população defende que o curso superior “não serve pra nada, porque conheço um cara muito bom que não tinha” nos outros países as pessoas seguem pra Mestrado, Doutorado, PHD, etc.
Mas no caso especifico de jornalistas e área de TI, a necessidade do diploma tem de vir da visão da pessoa, não da lei.
Eu não acho que o indivíduo, marcosalex, pode falar pela população brasileira. Seria muita presunção.
Nos outros países, entre outros fatores, a pós-graduação strictu-sensu é valorizada pelo Mercado…aqui, por outro lado, o Mercado não quer nem valorizar o graduado, mas tudo bem…
F
Felipe_Kan
felipeguerra:
louds:
Esse mito todo anti-capitalista realmente enche o saco.
Mito?
Primeiramente, não sou anti-nada, sou a favor do ser humano. Se o cara coloca o lucro acima das pessoas, então eu sou “anti-esse-cara”!
Fatos são fatos, eu não descambei pro âmbito da ideologia, tudo bem?
O problema/sorte é que 95% das pessoas nasceram para ser escravos… e somente 5% para serem líderes… sendo que esses 5% “tem que ter controle sobre os 95%… senão iria dar merda…”
Já pensou se no formigueiro os piões não obedecessem a rainha? É a lei da natureza…
Se nós seres humanos não fóssemos assim, nós já teríamos sido extintos faz tempo… essa força de ganância é que faz nós seres humanos a ser a espécie dominante…
Se todos nós pensássemos em ficar só cozinhando e brincando e plantando… provavelmente os Tigres dente de sabre iriam matar tudo quanto é ser humano da terra…
Graças a essa ganância… é que faz o ser humano não ser derrotado por nada… nem por bactérias, virus… um possível cometa… e etc… até que a Terra exploda… é capaz que já estaremos em outro planeta…
Agora me empolguei… hein… rs…
F
Felipe_Kan
Por isso que digo… por mais que o capitalistmo seja cruel… é a lei do mais forte que sobrevive…
Ou vcs acham que o Tibet vai ficar daquele jeito para sempre… ou que os Índios vão ficar lá sempre pescando… eu sei que é triste… mas a natureza não perdoa…
F
felipeguerra
Felipe Kan:
Por isso que digo… por mais que o capitalistmo seja cruel… é a lei do mais forte que sobrevive…
Ou vcs acham que o Tibet vai ficar daquele jeito para sempre… ou que os Índios vão ficar lá sempre pescando… eu sei que é triste… mas a natureza não perdoa…
É, a natureza é terrível mesmo, deve ser por isso que a gente acaba com ela, né?
Eu desisto…
M
mrgatto
felipeguerra:
Do Fórum do Portal Luís Nassif:
Publicado por Ricardo Queiroz Pinheiro
O anuncio do fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista traz discussões bem interessantes à ordem do dia. A quem prejudica? A grande imprensa (jornalões, revistões, etc) atravessa um momento de trevas e nítida apelação pela sobrevivência. Jornal e revista (na maioria) não seduz pela informação e credibilidade e sim, por engodos e orquestrações diversas. Tudo por grana e defesa de interesses privados.
E não venham com o lenga lenga de que sendo instituições privadas, os veículos têm que visar primeiro o lucro. Informação é algo que incide diretamente na vida das pessoas, nas tomadas de decisão do coletivo, logo, o caráter público deve ser colocado prioritariamente.
E são Eles (maiusculo mesmo), justamente os grandes interessados em acabar com a obrigação do diploma para jornalistas. Dá pra defender em coro acrítico o que esses caras defendem? Em tese sim, na prática, nunca.
O problema é que o único jeito de garantir a liberdade da informação é fugindo do controle dos grandes grupos do mass media. As matérias dos jornais estão cada vez mais parecidas com os editoriais, e isso nunca cheirou bem. Pluralidade? Onde?
O que nos resta? Refundar o jornalismo ou os veículos? Já foi sobejamente escrito, pisado e repisado das possibilidades que a web, principalmente no que ela tem de colaborativo, no seu potencial de produzir conhecimento, interação e difusão de idéias, da potencialidade de blogs, twiters, etc. Será que os próprios jornalistas (alguns já sacaram) olharão isso com outros olhos, sem preconceito e corporativismos?
O caminho do jornalismo esta em aberto, sem diploma ou com diploma, quem se aprimorar para escrever e se colocar nessa função profissionalmente continuará escrevendo, ou não? Claro o emprego, a renumeração, a profissionalização é muito importante, mas os veículos tradicionais irão se sustentar com esse formato ultrapassado? Pesadelo? É só olhar a indústria fonográfica, realidade.
Penso que esse ato do STF pode trazer uma discussão verdadeira sobre a relevância e o papel do mundo da informação e da sua produção no país. Ou vamos ficar no contra ou a favor e a discussão e os caminhos não sairão do raso. Gilmar Mendes não teve motivos bonitinhos para defender efusivamente através do voto, o fim dos diplomas. Tomara tenha sido mais um tiro no pé. Veremos.
Se criarmos essa barreira de entrada artificial, tudo que vamos conseguir é assustar ainda mais os investidores do pais.
Qual tipo de investidor vc quer atrair?
Acho que essa lei é favorável para o mercado como todo. Enquanto que a exigência de diploma favorece aqueles que investiram no diploma como se fosse passagem para o paraíso. Com o avanço das tecnologias de publicação qualquer um que saiba expressar sua opinião pode atuar como jornalista. Resta saber se é aceitável exigir diploma e continuar fechando os olhos para a realidade.
S
soaresinfo
Falando sério, alguém já utilizou tudo que viu na faculdade no mercado de trabalho? Se não houvesse tanto frenesi acerca de diploma superior e se eu não fosse um jeca quando era mais jovem, teria escolhido fazer cursos específicos e ver o que o mercado precisa. Tem profissão que é necessário ter requisitos mínimos como engenharia e medicina, e olha que tem muito açougueiro e prédio caindo (quem lembra do palace?). Imagina regulamentar a área de produção de software, essa molecada de 14, 15 anos que programa em flash, iphone, sei lá mais o que, estão ganhando dinheiro, virando empreendedores, chega um fiscal e dizem que eles não podem continuar com isso pois não possuem diploma ou coisa parecido.
Acho que isso acaba com o que realmente gera renda para as pessoas, o empreendedorismo, desde criança somos educados para sermos empregados, aqueles que tem a opção de empreendedorismo ficarão perdidos quanto à essa restrição! Eu gostaria de ter sido estimulado quando era jovem e ter feito cursos, desenvolvido produtos, mas cada um é cada um.
Acredito que este tipo de limitação, trará prejuízos para muita gente que ainda nem sabe dessa discussão!
J
juliocbq
marcosalex:
Felipe Kan:
Engraçado é que as exceções parecem regras… alguém já se deu conta disso?
A mesma coisa para profissionais competentes que não tem superior… de cada 100 profissionais, 1 é competente sem superior… mas esse 1 vai parecer bem mais que 1… pois todo mundo vai falar… olha, aquele alí não tem superior mas manja pra caralho…
Eu também conheço gente sem superior que é bem competente… mas é mais ou menos 1 para 50 pelas minhas contas… sendo que este(s) “1” hoje em dia já resolveu cursar e terminar o superior… pois percebeu que o mercado não perdoa…
Pois é. Enquanto no Brasil a população defende que o curso superior “não serve pra nada, porque conheço um cara muito bom que não tinha” nos outros países as pessoas seguem pra Mestrado, Doutorado, PHD, etc.
Mas no caso especifico de jornalistas e área de TI, a necessidade do diploma tem de vir da visão da pessoa, não da lei.
Poxa…dificil ver uma mentalidade dessas nesse forum. Sinceramente, não entendo como as pessoas podem dizer isso a respeito dos cursos superiores. A regularização é essencial. O ensino desse país é um lixo porque não há uma fiscalização correta, e todo mundo quer ganhar dinheiro fundendo os outros. Para o jornalismo, isso foi uma perda enorme, porque degrada e desmerece a profissão.
Se o profissional de TI, acha que a profissão dele é menos importante que a da engenharia, então realmente esses profissionais estão todos fudidos. Só aqui mesmo.
J
juliocbq
soaresinfo:
Falando sério, alguém já utilizou tudo que viu na faculdade no mercado de trabalho? Se não houvesse tanto frenesi acerca de diploma superior e se eu não fosse um jeca quando era mais jovem, teria escolhido fazer cursos específicos e ver o que o mercado precisa. Tem profissão que é necessário ter requisitos mínimos como engenharia e medicina, e olha que tem muito açougueiro e prédio caindo (quem lembra do palace?). Imagina regulamentar a área de produção de software, essa molecada de 14, 15 anos que programa em flash, iphone, sei lá mais o que, estão ganhando dinheiro, virando empreendedores, chega um fiscal e dizem que eles não podem continuar com isso pois não possuem diploma ou coisa parecido.
Acho que isso acaba com o que realmente gera renda para as pessoas, o empreendedorismo, desde criança somos educados para sermos empregados, aqueles que tem a opção de empreendedorismo ficarão perdidos quanto à essa restrição! Eu gostaria de ter sido estimulado quando era jovem e ter feito cursos, desenvolvido produtos, mas cada um é cada um.
Acredito que este tipo de limitação, trará prejuízos para muita gente que ainda nem sabe dessa discussão!
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
V
victorwss
juliocbq:
soaresinfo:
Falando sério, alguém já utilizou tudo que viu na faculdade no mercado de trabalho? Se não houvesse tanto frenesi acerca de diploma superior e se eu não fosse um jeca quando era mais jovem, teria escolhido fazer cursos específicos e ver o que o mercado precisa. Tem profissão que é necessário ter requisitos mínimos como engenharia e medicina, e olha que tem muito açougueiro e prédio caindo (quem lembra do palace?). Imagina regulamentar a área de produção de software, essa molecada de 14, 15 anos que programa em flash, iphone, sei lá mais o que, estão ganhando dinheiro, virando empreendedores, chega um fiscal e dizem que eles não podem continuar com isso pois não possuem diploma ou coisa parecido.
Acho que isso acaba com o que realmente gera renda para as pessoas, o empreendedorismo, desde criança somos educados para sermos empregados, aqueles que tem a opção de empreendedorismo ficarão perdidos quanto à essa restrição! Eu gostaria de ter sido estimulado quando era jovem e ter feito cursos, desenvolvido produtos, mas cada um é cada um.
Acredito que este tipo de limitação, trará prejuízos para muita gente que ainda nem sabe dessa discussão!
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Isso é análogo ao que acontece na engenharia. Para construir uma casinha pequena, barata e rudimentar com 2 cômodos e um banheiro em algum lugar que não ofereça muitos riscos, você não precisa de engenheiro, arquiteto, geólogo, construtora, terraplanajem, planta, maquete, modelo 3D, etc. É perfeitamente possível e viável que com apenas um ou dois pedreiros bons ou então você mesmo sozinho, com alguns tijolos, areia, cimento, telhas e etc fazer o serviço.
Por outro lado, se você quer construir um edifício de 100 andares em uma área de solo arenoso e sujeita a deslizamentos, se você achar que basta arrumar um ou dois pedreiros (mesmo que seja você mesmo), juntar alguns tijolos, areia, telhas e cimento e botar as mãos na massa, sem chance!
Acho que é neste ponto que há o problema da regulamentação, exigência de diploma, etc. A lei não sabe e nem tenta saber separar o que é pequeno e fácil do que é difícil e complicado. Daí aquele cara que economiza um dinheirinho e constroi um cômodo a mais na casa dele pode vir a ter problemas com fiscalização. Enquanto que no departamento de TI de órgãos públicos, bancos e empresas de grande porte, quem cria e cuida dos sistemas é o “sobrinho”.
A solução não é nem regularizar e amarrar tudo e nem desregularizar e soltar tudo. Acho que a solução é saber separar o grande do pequeno.
M
mochuara
juliocbq:
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Seria melhor se fosse a Microsoft?
J
juliocbq
mochuara:
juliocbq:
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Seria melhor se fosse a Microsoft?
Com certeza. Apesar de criticarmos a microsoft, é lá que estão ótimos engenheiros e cientistas da computação.
Você trabalha na microsoft?
M
marcosalex
"
J
juliocbq
o amigo acima chegou no x da questão. Regularizar é diferente de exigir diploma. Não cabe gerar burocracia. A fiscalização é importante apenas para que as coisas fiquem no seu devido lugar, para se ter um salário descente, e, para que prédios não sejam feitos com areia de praia. Não tirar o trabalho de profissionais.
M
mochuara
juliocbq:
mochuara:
juliocbq:
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Seria melhor se fosse a Microsoft?
Com certeza. Apesar de criticarmos a microsoft, é lá que estão ótimos engenheiros e cientistas da computação.
Você trabalha na microsoft?
Não trabalho. Mas falando como usuário de seus produtos, acho que não cheguei a conhecer a Microsoft nos seus bons tempos.
J
juliocbq
mochuara:
juliocbq:
mochuara:
juliocbq:
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Seria melhor se fosse a Microsoft?
Com certeza. Apesar de criticarmos a microsoft, é lá que estão ótimos engenheiros e cientistas da computação.
Você trabalha na microsoft?
Não trabalho. Mas falando como usuário de seus produtos, acho que não cheguei a conhecer a Microsoft nos seus bons tempos.
Certo. Agora imagina, se fosse você a escrever o software do avião!?
Não vamos criticar o que não conhecemos(microsoft internamente), ok?
F
fabim
victorwss:
juliocbq:
soaresinfo:
Falando sério, alguém já utilizou tudo que viu na faculdade no mercado de trabalho? Se não houvesse tanto frenesi acerca de diploma superior e se eu não fosse um jeca quando era mais jovem, teria escolhido fazer cursos específicos e ver o que o mercado precisa. Tem profissão que é necessário ter requisitos mínimos como engenharia e medicina, e olha que tem muito açougueiro e prédio caindo (quem lembra do palace?). Imagina regulamentar a área de produção de software, essa molecada de 14, 15 anos que programa em flash, iphone, sei lá mais o que, estão ganhando dinheiro, virando empreendedores, chega um fiscal e dizem que eles não podem continuar com isso pois não possuem diploma ou coisa parecido.
Acho que isso acaba com o que realmente gera renda para as pessoas, o empreendedorismo, desde criança somos educados para sermos empregados, aqueles que tem a opção de empreendedorismo ficarão perdidos quanto à essa restrição! Eu gostaria de ter sido estimulado quando era jovem e ter feito cursos, desenvolvido produtos, mas cada um é cada um.
Acredito que este tipo de limitação, trará prejuízos para muita gente que ainda nem sabe dessa discussão!
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Isso é análogo ao que acontece na engenharia. Para construir uma casinha pequena, barata e rudimentar com 2 cômodos e um banheiro em algum lugar que não ofereça muitos riscos, você não precisa de engenheiro, arquiteto, geólogo, construtora, terraplanajem, planta, maquete, modelo 3D, etc. É perfeitamente possível e viável que com apenas um ou dois pedreiros bons ou então você mesmo sozinho, com alguns tijolos, areia, cimento, telhas e etc fazer o serviço.
Por outro lado, se você quer construir um edifício de 100 andares em uma área de solo arenoso e sujeita a deslizamentos, se você achar que basta arrumar um ou dois pedreiros (mesmo que seja você mesmo), juntar alguns tijolos, areia, telhas e cimento e botar as mãos na massa, sem chance!
Acho que é neste ponto que há o problema da regulamentação, exigência de diploma, etc. A lei não sabe e nem tenta saber separar o que é pequeno e fácil do que é difícil e complicado. Daí aquele cara que economiza um dinheirinho e constroi um cômodo a mais na casa dele pode vir a ter problemas com fiscalização. Enquanto que no departamento de TI de órgãos públicos, bancos e empresas de grande porte, quem cria e cuida dos sistemas é o “sobrinho”.
A solução não é nem regularizar e amarrar tudo e nem desregularizar e soltar tudo. Acho que a solução é saber separar o grande do pequeno.
Faculdade nunca foi parâmetro pra nada no que diz respeito a Desenvolvimento de Software.
Cansei de ouvir gente falando “Aaaa, blz, pra desenvolver softwares de Padaria eu nao preciso de graduação, mas se eu quiser software de qualidade ai sim precisa do curso superior”.
Eu poderia te citar mais de 10 nomes, de genios, amigos meus, e pessoas aqui do proprio GUJ que nao concluiram ou nem ingressaram em curso superior.
No proprio ambiente de trabalho vejo isso. Pessoas sem graduacao dando ideias geniais, enqto muitos formados (muitos deles em CC, que segundo ouço
é o curso bom pra programacao, baixo nivel, blablabla) só sabem fazer CRUD. A recriproca é verdadeira.
E a grande maioria, qdo perguntado sobre coisas simples (como por exemplo como fechar um poligono convexo), responde: “aaa, num lembro mais disso isso foi na epoca que estudei”.
Eu ingressei na faculdade de 4 anos, e a cada dia sinto que poderia ter gasto esse tempo estudando outras coisas.
Ai vc vai, e VETA muita gente boa colocando esse canudo, impecilio estupido na minha opiniao.
M
mochuara
Eu trabalharia no Mac, sou muito mais produtivo nele!
M
marcosalex
"
J
juliocbq
marcosalex:
fabim:
Faculdade nunca foi parâmetro pra nada no que diz respeito a Desenvolvimento de Software.
Não alimentem os trolls
realmente, devia ter um banner pra nos lembrar…hehe.
S
soaresinfo
juliocbq:
soaresinfo:
Falando sério, alguém já utilizou tudo que viu na faculdade no mercado de trabalho? Se não houvesse tanto frenesi acerca de diploma superior e se eu não fosse um jeca quando era mais jovem, teria escolhido fazer cursos específicos e ver o que o mercado precisa. Tem profissão que é necessário ter requisitos mínimos como engenharia e medicina, e olha que tem muito açougueiro e prédio caindo (quem lembra do palace?). Imagina regulamentar a área de produção de software, essa molecada de 14, 15 anos que programa em flash, iphone, sei lá mais o que, estão ganhando dinheiro, virando empreendedores, chega um fiscal e dizem que eles não podem continuar com isso pois não possuem diploma ou coisa parecido.
Acho que isso acaba com o que realmente gera renda para as pessoas, o empreendedorismo, desde criança somos educados para sermos empregados, aqueles que tem a opção de empreendedorismo ficarão perdidos quanto à essa restrição! Eu gostaria de ter sido estimulado quando era jovem e ter feito cursos, desenvolvido produtos, mas cada um é cada um.
Acredito que este tipo de limitação, trará prejuízos para muita gente que ainda nem sabe dessa discussão!
Desde o ponto que desenvolver um software impacta na saúde de outras pessoas. Imagina se o software que faz o automático de um avião de 800 passageiros fosse desenvolvido por essa molecada de 14, 15 anos. Não vamos distorcer as coisas.
Desculpe a resposta tardia…
Mas acho que você é que distorceu as coisas, estou falando em limitar mentes que tem idéias na cabeça mas não podem levar adiante por decisões políticas. Vou citar só um exemplo, do potencial de um garoto que participou (ou ainda está participando) da DARPA algum tempo atrás, (quem não conhece dá uma pesquisada para não prolongar isso aqui) ele desenvolveu seu projeto com ajuda do pai, seus concorrentes eram empresas com bolsos fundos, ele não teve medo de competir. Até onde sei, ninguém completou a prova, mas o ponto aqui é que não há restrições sobre requisitos mínimos. Ele pode muito bem continuar fazendo as pesquisas dele, começar a trabalhar em alguma empresa e com o tempo pode até, e porque não, fazer o tal do automático de um avião de 800 passageiros! Claro que até chegar lá, ele já tem uma carga de conhecimento e experiência que faça jus ao trabalho.
Mesmo assim não vejo o porque de regularizar para grandes corporações, se algo é importante demais para deixar na mão de qualquer um, o problema então é fiscalização, do que adianta ter um profissional ultra graduado se for uma pessoa de má fé? Vai dar B.O. do mesmo jeito, ah vai cassar o diploma dele? Alguém de má fé se lixa para essas coisas? Vai demitir? Se fosse um cara qualquer, não demitiria do mesmo jeito?
Poder trabalhar sem interferência do governo é o cenário ideal. Se alguém transgride a lei na área que trabalha, que seja punido. Há leis para isso. Não importa se o ladrão bate uma carteira ou se roubou os dados de acesso bancário de alguém. Roubo é roubo.
A
aleck
Sou a favor da regulamentação de nossa profissão, independente de profissionais graduados ou não. O que me preocupa é a maneira que as empresas controlam o mercado fazendo suas próprias leis.
Da mesma maneira que certificações não garantem a qualidade de um profissional, a graduação também não.
Atualmente existe mais material na internet para os realmente interessados do que na grade da maioria das faculdades, o importante é se atualizar.
Quanto aos jornalistas, eu apoio a não obrigatoriedade, pois é uma profissão tão dinâmica quanto informática e depende mais do profissional do que das instituições.
J
juliocbq
Vou repetir novamente, pois acho que ninguém entendeu o que eu disse. “Sou a favor da regularização da profissão, para que possamos ter salários decentes, e não essa oscilação terrível que existe de empresa para empresa, entre outras regalias que não temos”.
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Como citado acima, a maioria dos péssimos profissionais são formados em Particulares, onde é mais fácil “comprar” os diplomas.
Sobre o jornalismo, é só pesquisar na internet e “ler” como os profissionais estão satisfeitos com essa decisão.
Vou repetir novamente, pois acho que ninguém entendeu o que eu disse. “Sou a favor da regularização da profissão, para que possamos ter salários decentes, e não essa oscilação terrível que existe de empresa para empresa, entre outras regalias que não temos”.
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Como citado acima, a maioria dos péssimos profissionais são formados em Particulares, onde é mais fácil “comprar” os diplomas.
Sobre o jornalismo, é só pesquisar na internet e “ler” como os profissionais estão satisfeitos com essa decisão.
Acho que você que não entendeu que todos tem o direito de opinar e ninguém aqui está com a verdade embaixo do braço.
Se universidade pública é essencial vc acaba de desmerecer todos os profissionais da área formados em instituições particulares e até mesmo os não formados que atuam há anos no mercado.
Medir a qualidade do profissional pela universidade cursada é falácia, todos sabemos que o diferencial está no profissional. Sobre as pessoas de baixa renda, sou obrigado a adicionar uma critica, pois a maioria dos alunos de universidades públicas entraram porque os pais pagaram um pré-vestibular, ou seja, renda não é o problema e sim o status.
Sobre os jornalistas, o que vejo é um movimento de revolta por parte das instituições de ensino que estão perdendo seu sustento e alguns gatos pingados revoltados por seus anos de estudo não ser mais um diferencial no mercado de trabalho.
J
juliocbq
Todos!? Então acho que você não leu direito.
juliocbq:
Como citado acima, a maioria dos péssimos profissionais…
.
Não generalizei, então não te ofendi.
Tenho 3 amigos jornalistas que não pensam como você. Essa decisão sobre diplomas foi interesse político.
W
windsofhell
Voce nao mora no Brasil neh? Quando eu trabalhava ai no Brasil eu trabalhava na area de pesquisa, mas especificamente bioinformatica e conheci muita gente da USP, Unicamp, UNIFESP e etc e cara posso afirma que a maioria eh tudo boyzinho e patricinha que estudou a vida inteira em colegio particular e o papai pagou cursinho. Repito nao eh todo mundo, mas a maioria.
O pior de tudo eh ver esses filhinhos de papai mamando na teta do governo, recebendo bolsa da FAPESP e torrando em breja e viagens pra congressos que eles so vao pra passear e fazer festa.
Enquanto isso, as pessoas quem nao tem uma renda boa, como vc disse, tem que se ralar de trabalhar o dia inteiro e depois ir pra faculdade PARTICULAR a noite, cansado e destruido.
Eu sou a favor de pessoas sem graduacao poderem atuar na area de informatica, primeiro porque eu nao gosto de escola, segundo porque eu acho que faculdade nao prova nada, principalmente na area de informatica.
C
cs.santos0
windsofhell:
juliocbq:
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Voce nao mora no Brasil neh? Quando eu trabalhava ai no Brasil eu trabalhava na area de pesquisa, mas especificamente bioinformatica e conheci muita gente da USP, Unicamp, UNIFESP e etc e cara posso afirma que a maioria eh tudo boyzinho e patricinha que estudou a vida inteira em colegio particular e o papai pagou cursinho. Repito nao eh todo mundo, mas a maioria.
O pior de tudo eh ver esses filhinhos de papai mamando na teta do governo, recebendo bolsa da FAPESP e torrando em breja e viagens pra congressos que eles so vao pra passear e fazer festa.
Enquanto isso, as pessoas quem nao tem uma renda boa, como vc disse, tem que se ralar de trabalhar o dia inteiro e depois ir pra faculdade PARTICULAR a noite, cansado e destruido.
Eu sou a favor de pessoas sem graduacao poderem atuar na area de informatica, primeiro porque eu nao gosto de escola, segundo porque eu acho que faculdade nao prova nada, principalmente na area de informatica.
concordo totalmente!!..ainda mais em informatica, na minha opinião faculdade não prova nda…
juliocbq:
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Como citado acima, a maioria dos péssimos profissionais são formados em Particulares, onde é mais fácil “comprar” os diplomas.
Sobre o jornalismo, é só pesquisar na internet e “ler” como os profissionais estão satisfeitos com essa decisão.
uau…sem comentarios… :shock: :shock:
J
juliocbq
Ao contrário das particulares, que quase todos entram dessa maneira, que vc citou.
Então você pode ser médico e começar a clinicar hoje.
C
cs.santos0
novamente…uau…sem comentarios… :shock: :shock:
mas que comparação hein cara…nda a ver…
não da pra comparar uma coisa com a outra…uma coisa é vc ser autodidata em programação, pegar tutorias e livros e sair vendendo sw e ganhar dinheiro…outra coisa é vc pegar tutorias e livros de como abrir uma pessoa e fazer uma operação… sem sentido nenhum sua comparação…
J
juliocbq
novamente…uau…sem comentarios… :shock: :shock:
mas que comparação hein cara…nda a ver…
não da pra comparar uma coisa com a outra…uma coisa é vc ser autodidata em programação, pegar tutorias e livros e sair vendendo sw e ganhar dinheiro…outra coisa é vc pegar tutorias e livros de como abrir uma pessoa e fazer uma operação… sem sentido nenhum sua comparação…
Tem todo sentido amigo. Software não é feito só para contar dinheiro. Você não tem noção nenhuma, pelo visto.
C
cs.santos0
não vou estragar o tópico rebatendo ao seu insulto, que aliás, não tem nda a ver com noções do que é software…ou se faculdade é valida ou não…
mas se a minha resposta fez despertar uma irá enorme em vc, e fará vc perder o sono, pq tudo que faz sentido na sua vida é software, codigo e estudo (facil de se deduzir pela sua foto… )… manda um msg pessoal… mas não vem argumentar em um topico que não tem nda a ver com isso
J
juliocbq
não vou perder o sono por isso não, nem estou irado.
Vc tem razão, minha resposta foi estúpida. Mas realmente software não é produzido apenas para contar dinheiro, e, existe enorme responsabilidade nisso.
F
felipeguerra
windsofhell:
juliocbq:
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Voce nao mora no Brasil neh? Quando eu trabalhava ai no Brasil eu trabalhava na area de pesquisa, mas especificamente bioinformatica e conheci muita gente da USP, Unicamp, UNIFESP e etc e cara posso afirma que a maioria eh tudo boyzinho e patricinha que estudou a vida inteira em colegio particular e o papai pagou cursinho. Repito nao eh todo mundo, mas a maioria.
O pior de tudo eh ver esses filhinhos de papai mamando na teta do governo, recebendo bolsa da FAPESP e torrando em breja e viagens pra congressos que eles so vao pra passear e fazer festa.
Eu entendo a sua indignação, mas isso está fora do escopo do tópico…aliás, já perderam o foco faz tempo.
C
cs.santos0
juliocbq:
não vou perder o sono por isso não, nem estou irado.
Vc tem razão, minha resposta foi estúpida. Mas realmente software não é produzido apenas para contar dinheiro, e, existe enorme responsabilidade nisso.
eu sei cara…até pq eu to no ultimo semestre de facu tb…eu trabalho com desenvolvimento de software…eu desenvolvo projetos pessoais…eu venho estudado software por mais de 4 anos…entao, eu sei mto bem as responsabilidades que se tem que ter em um desenvolvimento…até pq esse é meu ganha pão, e tenho que valorizar isso…
oq eu disse, e se vc reler, vc vai ver…foi simplesmente que a comparação entre entre medico e programador não tem nda a ver, e ja coloquei o pq eu acho isso tb… a realidade é que tem mta gente por ai (e que foi o argumento dos camaradas ai de cima) é que não necessariamente precisa ter faculdade pra ser um excelente profissional e desenvolver produtos de qualidade.
J
juliocbq
felipeguerra:
windsofhell:
juliocbq:
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Voce nao mora no Brasil neh? Quando eu trabalhava ai no Brasil eu trabalhava na area de pesquisa, mas especificamente bioinformatica e conheci muita gente da USP, Unicamp, UNIFESP e etc e cara posso afirma que a maioria eh tudo boyzinho e patricinha que estudou a vida inteira em colegio particular e o papai pagou cursinho. Repito nao eh todo mundo, mas a maioria.
O pior de tudo eh ver esses filhinhos de papai mamando na teta do governo, recebendo bolsa da FAPESP e torrando em breja e viagens pra congressos que eles so vao pra passear e fazer festa.
Eu entendo a sua indignação, mas isso está fora do escopo do tópico…aliás, já perderam o foco faz tempo.
Perdeu, mas é uma pena que algumas pessoas pensem isso sobre fazer um curso superior.
Sei que pessoas podem desenvolver software, e não é requisito ter curso superior. Mas digo que é importante a faculdade, pelo estudo e contato com laboratórios, e coisas que não se tem acesso em casa. Um software embarcado num equipamento de ressonância magnética, pode matar uma pessoa.
O que digo de regularização é uma fiscalização para isso, e para nossa própria proteção. Não prego a exclusão de profissionais.
Não vou mais discutir isso.
W
windsofhell
juliocbq:
felipeguerra:
windsofhell:
juliocbq:
Sobre a Universidade, ela é o único local onde pessoas, que não tem uma renda familiar que possibilite aquisição de equipamentos e laboratórios, podem estar desenvolvendo seus talentos. E não Universidades Particulares, estou falando de federais. Universidade é essencial, na formação de bons profissionais.
Voce nao mora no Brasil neh? Quando eu trabalhava ai no Brasil eu trabalhava na area de pesquisa, mas especificamente bioinformatica e conheci muita gente da USP, Unicamp, UNIFESP e etc e cara posso afirma que a maioria eh tudo boyzinho e patricinha que estudou a vida inteira em colegio particular e o papai pagou cursinho. Repito nao eh todo mundo, mas a maioria.
O pior de tudo eh ver esses filhinhos de papai mamando na teta do governo, recebendo bolsa da FAPESP e torrando em breja e viagens pra congressos que eles so vao pra passear e fazer festa.
Eu entendo a sua indignação, mas isso está fora do escopo do tópico…aliás, já perderam o foco faz tempo.
Perdeu, mas é uma pena que algumas pessoas pensem isso sobre fazer um curso superior.
Não vou mais discutir isso.
Sim foi um pouco fora do foco, mas so postei isso porque falaram que universidade federal so tem pobre coitado e particular boyzinho. E eh justamente o contrario.
Em relacao ao topico, eu acho que eh ate importante curso superior no sentido de vc aprender algumas coisas base na area de computacao, o resto sao coisas que sao faceis de aprender estudando por conta propria.
Acho que algumas pessoas ficam bravas quando pessoas sem curso superior tem o mesmo trabalho que as formadas e as vezes ate melhor, porque o ser humano eh muito mesquinho e pensa: “eu me ferrei 4, 5 anos naquela merda de facul, ai vem o fulano sem faculdade e ganha mais que eu!”, nao eh verdade?
Acontece a mesma coisa com gente que eh formada em universidades publicas, eles ficam p* da vida quando um fulaninho que estou numa “uni” da vida e tem um bom emprego. Curso superior no Brasil eh igual status social, quem consegue nao quer se igualar ao resto que nao tem e isso eh triste.
Pra mim isso so tem um nome, falta de seguranca em si mesmo.
O meu ex lider de projeto aqui na empresa nao tinha facul, era um cara super capaz, super competente, manjava MUITO mais do que qualquer cara aqui que tem facul + mestrado e trocentas certificacoes e ganhava muito mais do que eu (que tem faculdade) e eu num pensei “maldito!” eu ficava mais impressional com a capacidade auto-didata dele e aprendi muito com ele tb.
Ai vem gente com aquele argumento furado “vc iria num medico que nao tem faculdade?”, eu nao iria, simplesmente porque nao tem comparacao com a area de computacao.
Claro que alguns sistem podem colocar em risco vidas de pessoas tb mas software vc pode testar 1 milhao de vezes antes de ir em producao, ainda mais se eh um sistema tao critico, ja uma operacao nao pode ser testada e corrigida, imagina um medico fazendo uma operacao “ops, cortei a uma arteria, mas nao se preocupe eh so um unit test” =)
A area de computacao muda muito rapido, eu me formei quase 10 anos atras e posso dizer que atualmente nao uso nem 50% do que eu aprendi na faculdade, tudo o que eu faco agora aprendi sozinho, pesquisando, lendo livros, net e etc. E acredito que muita gente eh assim e a galera que ta se formando agora vai viver isso no futuro tb.
Por isso que eu acho que nao eh tao importante se a pessoa tem curso superior ou nao.
//Daniel
F
felipeguerra
É um debate complicado esse último, pois o diploma é a base da vida acadêmica, mas o Mercado não valoriza muito e de outro lado essa discussão sobre a regulamentação da carreira…
F
fantomas
Concordo com um monte de coisas que foram ditas.
Mas sem querer desrespeitar ninguém, na minha opinião, a discussão é completamente sem sentido.
Porque? Simples, por causa do equilíbrio.
Na melhor das hipóteses:
Aquele que faz o curso superior (na universidade publica ou não) tem a regalia de ter contato com professores experientes em vários sentidos (ao menos acho que é o esperado) que irão mostrar a seus alunos o “caminho mais curto”, “prevenir sobre as ciladas”, “fornecer” informações “filtradas” tidas como de qualidade e etc… sem falar na infra estrutura, como foi bem dito antes.
Aquele que é autodidata, por outro lado, é dotado de uma vontade e curiosidade gigantesca que o faz enfrentar pesquisas enormes e profundas sobre vários assuntos, mesmo aqueles paralelos. Pelo fato de estar “só” tem dificuldade de determinar qual o melhor caminho, então pega vários na intenção de encontrar o melhor, mas isso não é ruim, é bom. O individuo acaba por ficar com uma bagagem bem abrangente; ele conhece o tema e algo mais que está em volta do tema.
Por que vemos tantos com curso superior bons (na nossa opinião) e outros autoditadas que são (na nossa opinião) excelentes?
Outro dia comentei com um veterinário sobre o fato de achar os cachorros abandonados resistentes, pois via muitos perambulando pela rua, sem cuidados e nem proteção; ele disse que eu achava estes cachorros resistentes pelo fato de ver apenas os que sobreviveram e se adaptaram.
Na minha opinião sempre iremos justificar um lado e o outro com facilidade pois nos apoiamos justo naqueles que venceram, e esquecemos dos milhares que ficaram para trás, “no meio da estrada”, é claro que para estes sempre há motivos, reais ou inventados mas sempre há motivos.
flws
F
felipeguerra
Por qual motivo?
Reiterando, podem existir várias ditaduras, entre elas a do Mercado, é nesse sentido que a regulamentação é bem vinda.
O projeto tem que ser exposto, debatido, agregar/suprimir alguns pontos e ir pra frente. Um exemplo qualquer: estabelece o CV mínimo para o profissional de computação, suas atribuições e responsabilidades, em seguida um período de X anos para que todos possam se adequar…
O que eu não consigo concordar, é o profissional, o trabalhador, sair dizendo que a ditadura do Mercado está correta, contrariando os seus próprios interesses, dando mais força ao lado que já possui bastante, numa clara demonstração de ingenuidade, ou pior, ma fé.
Finalizando, esse exemplo é muito claro no jornalismo, é só procurarem por um termo cunhado no meio: “colunista-cela”, é um exemplo claro do que acontecia ainda com a regulamentação (imagina agora)…vejam quem são os verdadeiros interessados nessa questão do meio do jornalismo, sem paixões, é isso!
J
jgbt
Eu não ia mais falar sobre regulamentação, ja que ja foi muito discutido por aqui, mas ja que o assunto continuou…
Esse é so UM dos problemas na nossa area quando se fala em regulamentação. Muito ja se tentou, mas nunca se conseguiu.
Como medir isso? quais seriam as atribuições e responsabilidades?
O que seria o minimo numa area que evolui todos os dias?
Sou desenvolvedor, posso configurar uma rede? um banco de dados? usar o photoshop e flash p/ fazer um site?
E se eu for analista?
Resumindo minha opinião de tudo que ja vi em mais de 10 anos de mercado do TI no sul do Brasil: O que vale é o conhecimento, não onde ele foi adquirido.
E continuo contra reserva de mercado.
[]´s
A
asobrab
juliocbq:
não vou perder o sono por isso não, nem estou irado.
Vc tem razão, minha resposta foi estúpida. Mas realmente software não é produzido apenas para contar dinheiro, e, existe enorme responsabilidade nisso.
Acompanhei parte deste bate-papo. Deixo meus dois cents.
Realmente, concordo que software deve ser produzido com responsabilidade. Apenas para lembrar de um caso recente, o site da Fnac do nada passou a vender produtos que custavam centenas de reais por R$ 9,90. Claro que em casos como este, quando a coisa é descoberta imediatamente, tudo se resolve, como foi o caso. O problema é quando se descobre com um prejuízo já bastante importante.
Portanto, vejo que independente da profissão, o mercado irá continuar exigente. Isso é fato. Recentemente, após a decisão do Supremo, em uma pesquisa feita por um profissional do mercado, percebeu-se que o diploma de Jornalismo continuará sendo exigido, principalmente, nesta área tão saturada, o qual faz aumentar ainda mais a concorrência. É verdade que muitas profissões, não necessariamente você precisa ter diploma para exercer um determinado cargo, como por exemplo, Administração.
Como alguns citaram, se fizermos um paralelo entre Jornalismo, Computação e Medicina, percebe-se claramente que as responsabilidades dos cargos são totalmente antagônicas. Não dá para fazer uma comparação entre: escrever ou contar uma notícia, com o desenvolvimento de um software e realizar um atendimento médico. Percebe-se claramente que o grau de responsabilidade aumenta respectivamente em uma escala exponencial.
No entanto, em todas, há um grau de responsabilidade importante e significativo para as empresas. Sem querer entrar na qualidade das faculdades - é uma outra questão que não vem ao caso - sou a favor do Diploma, não para fazer reserva de mercado, como já citado neste e em outros tópicos, mas sim porque uma faculdade, ajuda a dar “aquele polimento” inicial no profissional e, em muitos casos, é o caminho mais curto para tornar-se um profissional em qualquer área.
V
ViniGodoy
Não vejo qualquer razão para regulamentar a profissão.
Piso salarial? Só gera mais desempregados. Uma vez que uma empresa CLT não pode te contratar pelo valor que ela pode pagar, ela não contrata. Cresce a informalidade, ou o apelo para PJ (que já é grande), e será abaixo do piso, de qualquer jeito. Outra alternativa é contratar menos, e sobrecarregar mais o profissional. Profissionais bons serão bem pagos, com ou sem piso. Até porque, nem sequer é o piso que os nivela, mas sua alta qualidade.
Impedir a entrada de amadores? Bom, e o que dizer do direito do contratante de pagar barato por um serviço de baixa qualidade? Se você tem uma padaria, e só precisa de um sisteminha simples, você deve ser forçado a pagar caro por um profissional de luxo? Há outras formas de nós, profissionais da área, dizermos que temos qualidade. Certificações, por exemplo, são um caminho. Montar um portfólio, outro. Currículo, que mostra que entramos em boas empresas e conquistamos desafios importantes. Cursar uma faculdade, uma pós, um mestrado e um doutorado. Dizer que não é obrigatório não significa dizer que curso superior não é importante. As instituições acadêmicas sempre foram e sempre serão um diferencial, especialmente para quando o contratador está descartando os currículos que tem em mãos.
Atribuir responsabilidades? Bom, isso também envolve regulamentar os processos. Ou seja, se o governo (ou o conselho) decidir que um bom software precisa de UML, num ciclo waterfall, você será obrigado a usar UML e não usar um processo ágil. Caso contrário, você poderá ser processado por usar a profissão irregularmente, ou poderá ser responsabilizado pessoalmente caso um programa falhe. Você não terá mais liberdade de alterar o seu processo. Acham isso uma boa? Eu, particularmente, acho um grande atraso de vida.
Ter um conselho? Pra que? Gastar dinheiro todo ano com mais uma entidade burocrática? Você pode ver o exemplo do próprio CREA, que deixa muito a desejar em representatividade para várias categorias de engenheiros no país.
M
marcosalex
"
V
ViniGodoy
Eu sei exatamente o que é regulamentação, por favor deixe o FUD de lado.
Não entra, mas define um conselho, que tem que ser pago (do seu bolso) por força de lei, que terá autoridade, e entrará nesse tipo de detalhe.
E como você prova que o programador não tem culpa? Ou que um engenheiro não tem culpa?
Simples, regulamentam-se os processos. Como na engenharia existem, sim, certos digramas, processos e mapas estruturais que são obrigatórios. Pois, para se apurar se houve ou não negligência, existe a necessidade de verificabilidade. Então, um conselho, externo a legislação, será obrigado a definir os processos considerados “seguros” para o desenvolvimento de software. Entram padrões de qualidade regulamentados, que impõe a você um determinado processo. Se tem dúvida, entre no site da ABNT e dê uma olhada na quantidade de normas técnicas que as engenharias possuem.
Nenhum contrato no Brasil permite a adição de coisas ilegais. Isso inclui o de trabalho. Você pode acusar seu chefe e, caso implemente, pode ser responsabilizado também. Claro que você alegará em juízo que houve coação, mas ser conivente num crime é sempre passível de culpa.
Sim, a legislação trabalhista já prevê indenização nesse caso. Seja você regulamentado ou não. Qualquer tipo de deficiência adquirida do trabalho é passível de indenização. A empresa só pode se eximir se provar que não há culpa, o que fica muito difícil, com um monitor embaçado e uma cadeira de pau.
Boa parte disso é por não haver uma legislação criminal específica sobre software no país, e pouco tem a ver com a regulamentação da profissão de informática. Talvez uma regulamentação levaria a discussão desses temas, talvez não. Mas ela não é necessária para que isso seja incluida em nenhuma legislação penal.
Sim foi um pouco fora do foco, mas so postei isso porque falaram que universidade federal so tem pobre coitado e particular boyzinho. E eh justamente o contrario.
Em relacao ao topico, eu acho que eh ate importante curso superior no sentido de vc aprender algumas coisas base na area de computacao, o resto sao coisas que sao faceis de aprender estudando por conta propria.
Acho que algumas pessoas ficam bravas quando pessoas sem curso superior tem o mesmo trabalho que as formadas e as vezes ate melhor, porque o ser humano eh muito mesquinho e pensa: “eu me ferrei 4, 5 anos naquela merda de facul, ai vem o fulano sem faculdade e ganha mais que eu!”, nao eh verdade?
Acontece a mesma coisa com gente que eh formada em universidades publicas, eles ficam p* da vida quando um fulaninho que estou numa “uni” da vida e tem um bom emprego. Curso superior no Brasil eh igual status social, quem consegue nao quer se igualar ao resto que nao tem e isso eh triste.
Pra mim isso so tem um nome, falta de seguranca em si mesmo.
O meu ex lider de projeto aqui na empresa nao tinha facul, era um cara super capaz, super competente, manjava MUITO mais do que qualquer cara aqui que tem facul + mestrado e trocentas certificacoes e ganhava muito mais do que eu (que tem faculdade) e eu num pensei “maldito!” eu ficava mais impressional com a capacidade auto-didata dele e aprendi muito com ele tb.
Ai vem gente com aquele argumento furado “vc iria num medico que nao tem faculdade?”, eu nao iria, simplesmente porque nao tem comparacao com a area de computacao.
Claro que alguns sistem podem colocar em risco vidas de pessoas tb mas software vc pode testar 1 milhao de vezes antes de ir em producao, ainda mais se eh um sistema tao critico, ja uma operacao nao pode ser testada e corrigida, imagina um medico fazendo uma operacao “ops, cortei a uma arteria, mas nao se preocupe eh so um unit test” =)
A area de computacao muda muito rapido, eu me formei quase 10 anos atras e posso dizer que atualmente nao uso nem 50% do que eu aprendi na faculdade, tudo o que eu faco agora aprendi sozinho, pesquisando, lendo livros, net e etc. E acredito que muita gente eh assim e a galera que ta se formando agora vai viver isso no futuro tb.
Por isso que eu acho que nao eh tao importante se a pessoa tem curso superior ou nao.
//Daniel
Muito bom o seu post.
A única maneira que eu achei interessante ter faculdade é pra quando tu vai tirar algum visto de trabalho. A pouco tempo recebí uma proposta pra trabalhar na Bélgica e eles perguntaram quando que eu iria terminar a faculdade, pois com a faculdade o processo de aquisição do visto era mais fácil do que sem, mesmo o visto sendo patrocinado. (acho que já postei isso aqui rs)
V
ViniGodoy
Você entrou no site da ABNT? Já viu a quantidade de normas técnicas que existem para as outras áreas? Você acha que um conselho realmente não entrará nesse tipo de detalhe?
Sim, estou falando que a forma que acham que o problema se resolve, perante a lei, é regulamentando processos. Como já fizeram com diversas profissões, e como farão com a nossa. E é isso que considero um atraso de vida, pois a informática é muito dinâmica, processos mudam, se adaptam, e os burocratas tipicamente não são tão rápidos nessa adaptação.
Por favor, dê uma lida no contexto. Você falou em apurar culpabilidade, e eu mostrei uma forma de como fazem isso na prática. E é justamente a forma que você disse que não existiria. Percebe a contradição em seus argumentos?
Não existe meio termo. Ou você não tem regulação, e ficará a mercê de juizes, ou terá regulamentação, processos rígidos, e estará um pouco menos a mercê (mas ainda dependendo deles). Acho que poucos de nós trabalham com sistemas vitais, e a maioria deles hoje se aproxima mais da engenharia. Por isso, opto pela maioria, e por mantermos nossos processos simples e adaptáveis.
Sim, foi o que eu disse. Vai a juízo, e juizo é juizo. Será analisado caso-a-caso, e você estará sujeito a ser considerado culpado. Nenhuma legislação irá te isentar disso, nem uma regulamentação. Se você fez algo ilegal, pode ser punido. É por isso também que se chama “julgamento”, porque a decisão não é certa e é passível de análise.
Bom, não analisei caso-a-caso. Mas certamente esse tipo de coisa acontece mesmo na justiça, com ou sem regulamentação. Apura-se a culpabilidade, e punem-se os que se julgam culpados. Uma regulamentação não isentará os profissionais de informática em 100% dos casos, porque programar algo ilegal é… hã… ilegal. Até pq a justiça não é simples assim.
Mas não há obrigatoriedade de haver regulamentação para que haja a discussão penal. Aliás, já existem projetos de lei de software, que não envolvem a regulamentação. Mas eu mesmo falei que a regulamentação fomenta esse tipo de discussão, e não discordei de você quanto a isso.
Eu falei em FUD pq vc começou seu post fazendo um ataque pessoal, questionando o quanto eu conhecia ou era informado do assunto. Isso é FUD, você querer desacreditar o autor, e não questionar seus argumentos. Em momento nenhum fiz um ataque à você, nem usei tom irônico.
Sim, eu li os artigos da SBC. Eles já se posicionaram contra a regulamentação diversas vezes. E, agora, propõe um projeto de regulamentação que exige exatamente o oposto do que as regulamentações tradicionais exigem. Ou seja, propõe a não existencia de reservas de mercado, não exigências de diplomas, que tira do conselho o direito de criar resoluções normativas, de impor piso salarial, etc. E querem uma regulamentação para que nenhum regulamentador depois venha exigir essas coisas.
Para mim, isso soa mais como uma forma de se posicionar contra uma regulamentação, usando meios legais para isso. E esse tipo de projeto, eu apoio.
F
fabim
Simples de entender:
Sistemas: NAO se aprende na Faculdade / Universidade. Aprende-se com a experiencia.
Medicina: APRENDE-SE na faculdade. Nao existe rollback.
Exigir diploma pra uma vaga de Sistemas é incoerente. É um método preguiçoso de filtrar candidatos, nada mais que isso.
F
felipeguerra
Qual função da Universidade na sua concepção?
E
Edufa
Faculdade é uma das formas de se obter conhecimento, não se pode dizer que é a principal, e muito menos dizer que é a principal é apenas mais uma. Uma boa faculdade é sempre uma boa fonte de conhecimento, networking e experiencia que só acrescentam, mas são poucas que são boas.
F
felipeguerra
É importante para se perceber o que é a computação, mas as pessoas (eu, inclusive) estão muito preocupadas em se especializar desde o princípio da carreira, aí reclamam da grade do curso…
Mas nesse momento eu vejo que a grade está correta, tem que dar uma visão abrangente e até multidisciplinar da área…pra não sermos apertador de parafuso digital desde o início!