Freelancers ganham espaço nas grandes empresas

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R

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H

Bom saber. Home office! \o/

G

Trabalhei por um ano na IBM (em 2011), e no projeto em que estava havia cerca de 40 programadores (pra mais)…desse total eu diria que uns 10% tinham a liberdade de fazer home-office

E a impressão que tive dessa experiência, é que existe uma certa barreira cultural em trabalhar assim. Quando uma pessoa não está no escritório, os demais funcionários não tem certeza se o cara está realmente trabalhando, e se está trabalhando de fato, não se sabe se ele está trabalhando ao mesmo tempo em que assiste TV, reduzindo o desempenho e a concentração.

Além disso, a comunicação fica quebrada, quando surgia um problema grande, que não podia ser resolvido via bate-papo online ou conferências, era preciso esperar o dia seguinte para juntar todo mundo numa sala. Desperdiçando a hora de várias pessoas, devia a falta de uma específica.

Em resumo, não acho que home-office seja algo interessante para grandes empresas.

H

Giulliano:
Trabalhei por um ano na IBM (em 2011), e no projeto em que estava havia cerca de 40 programadores (pra mais)…desse total eu diria que uns 10% tinham a liberdade de fazer home-office

E a impressão que tive dessa experiência, é que existe uma certa barreira cultural em trabalhar assim. Quando uma pessoa não está no escritório, os demais funcionários não tem certeza se o cara está realmente trabalhando, e se está trabalhando de fato, não se sabe se ele está trabalhando ao mesmo tempo em que assiste TV, reduzindo o desempenho e a concentração.

Além disso, a comunicação fica quebrada, quando surgia um problema grande, que não podia ser resolvido via bate-papo online ou conferências, era preciso esperar o dia seguinte para juntar todo mundo numa sala. Desperdiçando a hora de várias pessoas, devia a falta de uma específica.

Em resumo, não acho que home-office seja algo interessante para grandes empresas.

Isso eu vejo mais como problema de organização. O que já vi na IBM (de estar lá dentro) se não estiver cara a cara o povo não tem a boa vontade de tentar entender… foi triste ver isso acontecendo.

F

Sempre considerei o Home Office uma grande jogada com relação a produtividade não apenas em TI …

Temos de ter em vista que a cultura de muitas pessoas associadas a essa modalidade de trabalho , não teria um bom resultado.

Entretanto nos dias de hoje acredito que ao menos horário flexível, as empresas deveriam adotar…!

R

Ora,mas isso é medido pelos prazos e metas.E esse modelo é muito mais transparente do que o cara que fica das 8 ás 18 no escritório ‘enrolando’ e fingindo que produz.

J

Sobre home-office mais especificamente, sou contra na maioria dos casos a trabalhar fora da empresa e sem estar numa equipe, pois deve rolar distorção, pouca qualidade na troca de experiência. Leva mais tempo pra entendimentos, resolver problemas complicados e virtualmente ninguém vai ter pleno sentimento da dificuldade que se passa quando você estiver por exemplo isolado resolvendo problemas técnicos não previstos. Fora casos de doença, não deve ter o mesmo sentimento.

Acho a presença dos envolvidos muito importante para todos se ajudarem naturalmente a chegar num comum com qualidade. Mas claro que pode ser bom em alguns casos, como pequenos trabalhos, projetos mais técnicos ou não personalizados.

Enfim, particularmente prefiro estar no ambiente da empresa, envolvido no dia a dia do negócio e parte técnica com as pessoas diretamente. Além da relação presencial profissional, brincar, trocar experiências de vidas também é muito importante para o todo, senão viramos robôs, 8 horas por dia não é só para trabalhar mesmo, para o nosso tipo de trabalho o cérebro precisa descontrair as vezes, nada exagerado é claro, importante é a satisfação do atendimento.

R

Home-office é legal mas se for no máximo um dia por semana, e claro com um funcionário que já tenha um tempo na empresa.

O

Olá,

Recentemente tenho tido ótimas experiências com home-office.
Mas tudo depende de um nível de organização do projeto muito grande e uma capacidade de se explicitar conhecimento de um maneira eficiente.

Se tudo estiver muito bem definido, funciona muito bem !

Hoje em dia isso ainda é muito imaturo , mesmo nas grandes corporações.

O que acontece é que a maioria dos projetos de TI, existe centralização das informações em algumas pessoas, principalmente no que se refere as regras de negócio.

Ainda se valoriza muito a idéia do “herói” que irá resolver tudo sozinho.

Também existe “preguiça” por parte dos líderes, que não sabem delegar devidamente as tarefas e dividi-las em perfil.
Tem muito do , faz e depois a gente vê.
O cara ta fazendo e percebe, que não tem nada a haver.

Não estou dizendo que cada um tenha que ter um papel extremamente específico, como ter um analista, um programador, um tester.
Mas a objetividade das tarefas é muito importante.
Coisa ainda muito dificil na nossa área.

Outra coisa é quem pensa que fora do escritório a pessoa não irá produzir. Pelo contrário, muitas vezes no ambiente de trabalho se tem diversas conversas paralelas, telefone tocando, internet, cafezinho etc.

Mas a gestão tem que ser em cima de resultados e os prazos devem ser bem cumpridos, é lógico com espaços de interações não só via email, telefone, mas com reuniões pessoais, embora não seja algo primordial ao meu ver.

O

Complementando…

Hoje tem muito gerente de TI, que na verdade só fica “vigiando” funcionário.

Num modelo de gestão eficiente, esse papel se torna obsoleto.

E em trabalhao de home-office ou descentralizado do escritório essa função não existe mais.

Sem entrar em méritos de definição formal, uma gestão eficiente a meu ver tem que fazer um acompanhamento em cima de resultados em cinergia com a parte técnica.

É lógico que existem as restrições de prazo que as vezes são de força maior e até com motivações financeiras.

Mas se um gerente, mesmo que juntamente com a liderança técnica (quando o mesmo não exerce este papel), não conseguir dimensionar ou pelo menos estimar as tarefas em um granularidade razoável de tal modo que se crie uma cronograma coeso, pra mim não é gerente.

Não se tem eficiencia em gerir um cronograma, sem dividir as tarefas de uma maneira micro, mesmo respeitando macro.

Mas muitas vezes isso não ocorre!

Isso é uma premissa para um forma de trabalho descentralizada.
Dividir em partes independentes reduz a necessidade de uma maior interação entre a equipe. Não dispensa totalmente, mas reduz muito.

É dificil, pois que lider técnico ou gerente quer ter este trabalho?

Poucos !

M

Giulliano:
Trabalhei por um ano na IBM (em 2011), e no projeto em que estava havia cerca de 40 programadores (pra mais)…desse total eu diria que uns 10% tinham a liberdade de fazer home-office

E a impressão que tive dessa experiência, é que existe uma certa barreira cultural em trabalhar assim. Quando uma pessoa não está no escritório, os demais funcionários não tem certeza se o cara está realmente trabalhando, e se está trabalhando de fato, não se sabe se ele está trabalhando ao mesmo tempo em que assiste TV, reduzindo o desempenho e a concentração.

Além disso, a comunicação fica quebrada, quando surgia um problema grande, que não podia ser resolvido via bate-papo online ou conferências, era preciso esperar o dia seguinte para juntar todo mundo numa sala. Desperdiçando a hora de várias pessoas, devia a falta de uma específica.

Em resumo, não acho que home-office seja algo interessante para grandes empresas.

Apenas uma correção, se me permite…

Home-office não é algo interessante para os sociopatas megalomaníacos que trabalham nas grandes empresas.

O

Outra coisa,

Isso de dizer que não dá para saber se o funcionário está trablhando é balela.
Ele não pode estar trabalhando naquele momento, mas pode estar em outro.

Tem muita gente que acorda as 10:00 da manhã começa trabalhar as 14:00 e produz muito !

Fica até as meia noite trabalhando.

Tem gente que prefere !

Outra balela é interação, o que já eu vi de empresa que tinha baia até o teto e programador nem via cara do outro durante semanas…rs
Só coversava via msn, gtalk, etc…

É só controlar os resultados, ver se o cara terminou ou não no prazo. É o que interessa.
Mas repito é importante “obejtivar” bem as tarfeas, pois isso diminiu do cara estar fazendo e chegar no ponto “travei”… e agora ?
Tem que saber fazer cronograma também. “Mexer” no ms project não é fazer cronograma viu ? rs

Só organizar bem, definir reuniões periódicas com a equipe junta para troca de idéias , experiência, definir as atividades do período e ter aconpanhamento.
Perceber possíveis gagalos.

Não precisa ficar com um chicote atrás do cara, pois isso não motiva, só desmotiva !

L

É uma solução 100% cultural, dos dois lados, a empresa que não tem visão dos vários benefícios do home-office e o cara que acha que trabalhar de casa é apenas legal, porque pode ficar com a TV ligada e fazer “o que quiser”, nunca darão bons resultados.

Existem vários exemplos de boas empresas que trabalham com equipes espalhadas geograficamente e de excelentes profissionais que trabalham em seus próprios escritórios (home-office).

Li uma frase muito boa essa semana de um dos donos da 37Signals: “Quando vc se limita geograficamente em suas contratações, vc se restringe a não contratar os melhores profissionais”.

[]s

H

msato:
Giulliano:
Trabalhei por um ano na IBM (em 2011), e no projeto em que estava havia cerca de 40 programadores (pra mais)…desse total eu diria que uns 10% tinham a liberdade de fazer home-office

E a impressão que tive dessa experiência, é que existe uma certa barreira cultural em trabalhar assim. Quando uma pessoa não está no escritório, os demais funcionários não tem certeza se o cara está realmente trabalhando, e se está trabalhando de fato, não se sabe se ele está trabalhando ao mesmo tempo em que assiste TV, reduzindo o desempenho e a concentração.

Além disso, a comunicação fica quebrada, quando surgia um problema grande, que não podia ser resolvido via bate-papo online ou conferências, era preciso esperar o dia seguinte para juntar todo mundo numa sala. Desperdiçando a hora de várias pessoas, devia a falta de uma específica.

Em resumo, não acho que home-office seja algo interessante para grandes empresas.

Apenas uma correção, se me permite…

Home-office não é algo interessante para os sociopatas megalomaníacos que trabalham nas grandes empresas.

E o pior é que foi exatamente o que eu vi lá.

Gerente querendo mostrar que é gerente por impor e aparecer… -_-’’

J

Verdade, geralmente para quem tem mais espírito de Rambo se sente melhor.

okara:
Outra balela é interação, o que já eu vi de empresa que tinha baia até o teto e programador nem via cara do outro durante semanas…rs

Só coversava via msn, gtalk, etc…


Deve ser um ambiente de trabalho chato para quem gosta de lugar mais humano, nesse caso melhor ser home office mesmo.

O ideal é dividir mais, ter varios times pequenos para melhor entrosamento, e assim evita a distancia.

Mais um problema de ambiente, depende da empresa e gerência, e mesmo assim isso pode ocorrer com freelance também, e pior nego querer te incomodar em momentos de sua vida pessoal. Na empresa os acontecimentos são mais naturais por haver acompanhamento dinamico do todo, se coisa complicar o time inteiro se mobiliza.

O

Relmente tem o lado dod profissionais também.

Que tem que estar comprometidos.
Mas não se deve estar muito “amarrado” como irá ser feito, mas o que será feito e em quanto tempo.

Se o cara, fica 6 horas assistindo tv e trabalha duas e termina no prazo com qualidade, méritos para ele !

Se o profissonal não se adequa tem que se avaliar a sua dificuldade, e na pior da hipotése o desligamento da equipe.

Isso é comprometimento, se o cara enrola, ele enrola em casa ou na empresa, não tem jeito !

Outra barreira, é a confidencialidade das informações.
Que ao meu ver também não é problema.

Tudo depende da maturidade do projeto, principalmente em termos de arquitetura.

Se tudo estiver bem coeso, componentizado, o desenvolvedor pode se concentrar na sua parte.
Não há uma dependência extrema de base de dados !

As atividades, mais confidenciais podem ser desenvolvidas em company mesmo.

Mas se o cara quer levar o codigo ou copiar ele faz via pen-drive, email, decora o código, rs.

Aí existe a ética profissional também, que é um fator primordial também.

Enfirm como alguns amigos dizeram é um fator extrememente cultural mesmo.

Exceto algums atividades críticas, de atendimento que exigem a presença de uma pessoa em um determinado local e horário restrito, não há desculpas em ter pre-conceito com o home-office !

O

Isso é um exemplo apenas, o que eu quis dizer é o profissional escolhe ou distribui seu horário de trabalho da maneira que mais convém, lógico, respeitando as regras ou restrições do projeto.

Outro exemplo, mas mesmos em ambientes super saudáveis existe a saturação de ter que ficar infurnado em um escritório o dia inteiro, embora veja a necessidade de interação da equipe também.

A dstribuição da equipe não vem ao caso aqui, pois é de conveniencia do proejto também. Mas realmente dividir as equipes é um outra ótima abordagem.
O que eu quis dizer é a necessidade de organização.

Lógico que é problema de ambiente, e pode acontecer com o home-office.
Mas o que eu quiser ressaltar é um comportamento comum, senão não existia tante gente que não gosta de chefe…rs

A pressão é necessária na vida do ser humano, mas tem que ter bom senso nas combranças também

D

Pelo menos em SP é o futuro, não tem para onde fugir, a cidade está caótica. 1 ou 2 dias por semana de trabalho em casa intercalado com uns dias presenciais pra mim é o cenário perfeito.

O

Tem esse ponto também que é super crítico.

É o tempo de deslocamento.

O cara perde 2 horas para ir e 2 horas para voltar do trabalho.

Multiplique isso por 22 dias úteis.

São 88 horas de projeto jogados fora.

Fora o stress do transito, etc

Até o cara chegar no escritório e a “andrenalina” baixa, foi cafezinho, notícias, etc.
O cara chega 09:00 e começa trabalhar 10:00.rs

L

Daniel_MV:
Pelo menos em SP é o futuro, não tem para onde fugir, a cidade está caótica. 1 ou 2 dias por semana de trabalho em casa intercalado com uns dias presenciais pra mim é o cenário perfeito.

Eu sempre comento que em SP segunda e sexta deveria ser obrigatório home office rs

[]s

J

okara:
“javaflex”:

Verdade, geralmente para quem tem mais espírito de Rambo se sente melhor.

Isso é um exemplo apenas, o que eu quis dizer é o profissional escolhe ou distribui seu horário de trabalho da maneira que mais convém, lógico, respeitando as regras ou restrições do projeto.

Outro exemplo, mas mesmos em ambientes super saudáveis existe a saturação de ter que ficar infurnado em um escritório o dia inteiro, embora veja a necessidade de interação da equipe também.

A dstribuição da equipe não vem ao caso aqui, pois é de conveniencia do proejto também. Mas realmente dividir as equipes é um outra ótima abordagem.

O que eu quis dizer é a necessidade de organização.

Entendi, blz.

okara:
Lógico que é problema de ambiente, e pode acontecer com o home-office.

Mas o que eu quiser ressaltar é um comportamento comum, senão não existia tante gente que não gosta de chefe…rs

Chefe é uma coisa não deve existir diretamente com o analista desenvolvedor. O “Chefe” do desenvolvedor é o projeto.

Sou mais a favor do comprometimento do que pressão. O Scrum ajuda muito nisso.

É, em alguns casos pode ser ruim mesmo essa questão do deslocamento, eu demoro quase 1 hora, mas faz parte do processo para quem prefere as vantagens de estar dentro da empresa.

Cafezinho e notícias é natural, falar com familia, resolver problemas no telefone, ir no banheiro etc., pois nao somos robôs. Na empresa voce nao é pago so pela producao mas tambem pela disponibilidade para atacar urgencias eventuais prontamente.

Criado 14 de fevereiro de 2013
Ultima resposta 15 de fev. de 2013
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