Uhm…agora cho que entendi…
Estar pendente ou não é um comportamento de quem?
Na verdade, se sua regra de negócios diz que a emrpesa por default é PENDENTE, isto já deveria ser o valor default do atributo status.
O DAO não pode se resposabilizar por este tipo de coisa. O papel dele é [numa inserção, por exemplo]: ‘Ei, você! Pega este objeto e persiste. Não me interessa onde, como, porque, persiste e fica quieto. Quando precisar eu peço de volta’.
Mas, olhando o primeiro post que não entendi com a calma do meu quarto, acho que entendi… 
O seu cliente pediu o log quando:
a) os dados fossem inseridos no SGBD
ou
b) Quando o objeto foi criado
?
Se a respsota for a), espero que ele tenha um bom motivo, porque vai complicar a vida em eventual migração, mas tudo bem, é a SUA vida, não a dele 
Se for b), o objeto NÃO é criado quando persistido, mas sim quando a classe recebe o ‘new blablabla()’. Seja lá quem criar esta instância, deve ter meios para gerar o log do evento.
Não sei se isto se aplica aqui, mas há algum tempo as pessoas vêm construindo front-ends para SGBDs em toda a parte. A única coisa importante é o BD, tudo são procedures, etc. Levar isso para OO não costuma dar certo. Aidna que dê, no final não é mais OO 
Eu escrevi algo sobre DAO no meu blog [link abaixo], vê se te ajuda em algo.
Qualquer coisa, estamos ae, se minha linha dsicada deixar 
[]s