j-menezes:
Tenho uma experiência pra contar em um caso que aconteceu quando eu fiz parte do juri popular.
Um caboclo roubou uma televisão e depois teve morte, bom…, mas quando o juiz perguntou pra ele se realmente
havia roubado, ele disse que não, olha excelência :
- Eu estava passando na calçado de um prédio e a tv caiu de um determinado andar e eu a segurei !!!
E nessa hora, falaram que eu havia roubado, na confusão matei um, mas me seguraram e chamaram a polícia.
Ninguém se segurou na risada, nem o próprio juiz.
Pra se defender, as pessoas mentem, inventam “estorinhas”, enfim…
Penso que uma empresa grande como a oracle não deve ficar gastando com processos sem nexo.
Alguma coisa tem aí.
O processo não é sem nexo não. O que está em jogo é:
o mercado de dispositivos móveis.
Tanto é que várias outras empresas também processam o produto android por violações de patentes.
Eu não tomo partido de lado nenhum porque sei dos interesses de cada uma. Ao meu ver a questão de patentes é só uma desculpa. Não que a Oracle esteja errada(se fosse eu processaria também).
essa aqui é a opinião do autor do artigo.
Serfs on the Java farm
Naturally, Oracle disagrees. It says Google’s implementation doesn’t need to share any code to violate the API copyright. If it can convince the court, it will be a bad day for programmers.
Oracle’s argument is roughly akin to me claiming that because I own the copyright to a book of commonly used English phrases, publishers of Shakespeare need to pay me royalties. If it holds true for Java, it will hold true for any programming language, from any source. That could radically change the relationship between developers and platform vendors.
For one thing, it raises questions about programming language licensing. If the most basic language APIs can be copyrighted, would that not in effect make any program written in any language a derivative work of that language’s APIs? How would that work in practice? Who would developers have to pay? What rights would they have to sign away?
At worst, it could cement the idea that programming languages are not tools but products. Instead of being partners with a platform vendor, programmers become just another customer segment, consuming developer tools the way business users consume word processors or spreadsheet apps. In short, it would be back to the bad old days.