Finalmente esse sindicato está tentando fazer algo para nossa área, infelizmente a adesão vai ser baixa…
Pena que o principal ficou de fora, que é a regulamentação da área, enquanto isso, várias empresas nos tratarão como quebra-galhos.
Finalmente esse sindicato está tentando fazer algo para nossa área, infelizmente a adesão vai ser baixa…
Pena que o principal ficou de fora, que é a regulamentação da área, enquanto isso, várias empresas nos tratarão como quebra-galhos.
http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/40343/40343Finalmente esse sindicato está tentando fazer algo para nossa área, infelizmente a adesão vai ser baixa…
Pena que o principal ficou de fora, que é a regulamentação da área, enquanto isso, várias empresas nos tratarão como quebra-galhos.
Perdoem-me por minha ignorância. Sinto muito por tocar neste assunto… mas preciso. Tenho que tocar numa ferida para entender algumas coisas…
Apesar de sabermos que não existe ‘falta de profissionais’ e que os salários estão realmente muito baixos, concordamos previamente em trabalhar por estes valores.
Acredito que a categoria seja formada por profissionais que são, por natureza, autônomos. Ou seja, nem precisaríamos de sindicatos e temos consciência de que escolhemos fazer o que fazemos por um salário previamente combinado.
Por isso, pergunto: Qual o motivo (jurídico e filosófico) de sermos obrigados à nos filiar a um sindicato (que muitas vezes não é capaz de nos representar) e pagarmos ao menos uma taxa anual a eles? A própria CF nos garante que ninguém deve ser obrigado a filiar-se a nada.
A adesão vai ser baixa porque a demanda é baixa na maior parte do país:
Os Sindicatos já não deveriam estar atentos à bolha que está estourando? Os sindicatos não deveriam ficar atentos ao ‘nepotismo’ citado no link acima? Os sindicatos não deveriam concentrar as ofertas e candidatos em um único site para evitarmos tais discrepâncias entre os estados?
http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/40343/40343Finalmente esse sindicato está tentando fazer algo para nossa área, infelizmente a adesão vai ser baixa…
Pena que o principal ficou de fora, que é a regulamentação da área, enquanto isso, várias empresas nos tratarão como quebra-galhos.
Perdoem-me por minha ignorância. Sinto muito por tocar neste assunto… mas preciso. Tenho que tocar numa ferida para entender algumas coisas…
Apesar de sabermos que não existe ‘falta de profissionais’ e que os salários estão realmente muito baixos, concordamos previamente em trabalhar por estes valores.
Acredito que a categoria seja formada por profissionais que são, por natureza, autônomos. Ou seja, nem precisaríamos de sindicatos e temos consciência de que escolhemos fazer o que fazemos por um salário previamente combinado.Por isso, pergunto: Qual o motivo (jurídico e filosófico) de sermos obrigados à nos filiar a um sindicato (que muitas vezes não é capaz de nos representar) e pagarmos ao menos uma taxa anual a eles? A própria CF nos garante que ninguém deve ser obrigado a filiar-se a nada.
A adesão vai ser baixa porque a demanda é baixa na maior parte do país:
Os Sindicatos já não deveriam estar atentos à bolha que está estourando? Os sindicatos não deveriam ficar atentos ao ‘nepotismo’ citado no link acima? Os sindicatos não deveriam concentrar as ofertas e candidatos em um único site para evitarmos tais discrepâncias entre os estados?
Ao mesmo tempo em que a maior parte dos profissionais tenham um contrato PJ, ou de autônomos, acabam mantendo uma relação de empregado também, porque de fato não existe relação entre empresas, pela lei é proibido a contratação como “PJ” na área de negócio da empresa, e isso é mais culpa do governo do que qualquer outra coisa, porque ele não fiscaliza, apesar de ter recursos financeiros o suficiente para fazer essa fiscalização. Então o fato de alguém trabalhar como PJ não encerra o vínculo trabalhista por si só, logo não existe muito a conversa de profissionais liberais.
Os sindicatos são todos omissos, a começar pelo SINPD, e esse é um dos motivos do baixo salário e da baixa qualificação, pois nem um piso decente da categoria nós temos, e a maior parte das reivindicações pelas quais o sindicato está lutando, já recebemos, a impressão que eu tenho é que o SINPD luta pelos direitos das faxineiras que trabalham em empresas de TI, esse é um dos motivos pelo qual a adesão vai ser baixo, sem contar a falta de confiança nos sindicatos.
A questão por trás de filiar-se ou não é secundária, porque o problema não é pagar, mas sim pagar algo que não funciona e não serve para nada, porém acredito que nós, os profissionais, não podemos nos omitir e sabemos muito bem o impacto que uma paralisação de CPDs criaria, seria uma ótima resposta as empresas que vem sucateando nossos salários há muito tempo.
A questão por trás de filiar-se ou não é secundária, porque o problema não é pagar, mas sim pagar algo que não funciona e não serve para nada, porém acredito que nós, os profissionais, não podemos nos omitir e sabemos muito bem o impacto que uma paralisação de CPDs criaria, seria uma ótima resposta as empresas que vem sucateando nossos salários há muito tempo.
Concordo contigo. Não podemos ser omissos.
Só que pelo número de profissionais que existem no mercado (culpa dos baixos salários), tal atitude poderá é resultar em muitas demissões. Os inexperientes e novatos do ramo seriam os primeiros a sofrerem.
A questão por trás de filiar-se ou não é secundária, porque o problema não é pagar, mas sim pagar algo que não funciona e não serve para nada, porém acredito que nós, os profissionais, não podemos nos omitir e sabemos muito bem o impacto que uma paralisação de CPDs criaria, seria uma ótima resposta as empresas que vem sucateando nossos salários há muito tempo.Concordo contigo. Não podemos ser omissos.
Só que pelo número de profissionais que existem no mercado (culpa dos baixos salários), tal atitude poderá é resultar em muitas demissões. Os inexperientes e novatos do ramo seriam os primeiros a sofrerem.
Então, eu acho que uma quantidade x de serviço, precisa de uma quantidade y de pessoas para fazer, e como eu sei que as empresas na média tem menos funcionários do que precisam, elas não vão conseguir cortar muita gente não, acho que se houvesse fiscalização, elas seriam obrigadas a contratar mais, isso sim.
Discordo. Voce soh pode definir X e Y se: 1) a solucao ja eh conhecida (raro no caso de desenvolvimento de software), e 2) a capacidade de todas as pessoas eh conhecida (mais dificil ainda). O que eu vejo na pratica eh justamente o contrario: projetos com muito mais funcionarios do que precisam por conta de desorganizacao e/ou os profissionais mediocres. Fiscalizacao nao vai ajudar a resolver nenhum dos dois. Obrigar a contratar mais vai soh piorar as coisas.
É preciso muita cautela com greve em TI.
Se TI não for a atividade fim da empresa, então, TI é uma área com status diferenciado com relação a segurança, confiabilidade e responsabilidade.
Isso não quer dizer que a área não deva ou não tenha como fazer reivindicações.
Esse papo de greve não vai dar em nada pois a única coisa que funciona no sindicato é o desconto que eles fazem nos contra-cheque dos CLTs.
De qualquer forma , falta maturidade em nosso setor .
Vejo um monte de pessoas que são excelentes técnicos mas desprezam a experiência de pessoas que estão a muito tempo no setor sendo que
essas mesmas pessoas serão desprezadas no futuro.
Muitos aceitam trabalhar sem contrato.
Temos muita pirataria de software .
Muitas vezes não sabemos COBRAR um VALOR justo por nossos serviços.
Existe muita QUARTEIRIZAÇÃO .
Falta Educação , Falta Profissionalização e não vejo nos sindicatos pessoas interessadas em melhorar essa situação .
Discordo. Voce soh pode definir X e Y se: 1) a solucao ja eh conhecida (raro no caso de desenvolvimento de software), e 2) a capacidade de todas as pessoas eh conhecida (mais dificil ainda). O que eu vejo na pratica eh justamente o contrario: projetos com muito mais funcionarios do que precisam por conta de desorganizacao e/ou os profissionais mediocres. Fiscalizacao nao vai ajudar a resolver nenhum dos dois. Obrigar a contratar mais vai soh piorar as coisas.
Não é questão de obrigar a contratar mais, é obrigar que as leis sejam cumpridas, você não pode contratar um funcionário pagando um salário baixo e obrigar a cumprir várias horas extras no mês. Se as empresas não tem capacidade de organizar um projeto, isso é problema delas, é falta de competência delas, mas essa falta de organização não pode ser descontada nos funcionários…
Esse papo de greve não vai dar em nada pois a única coisa que funciona no sindicato é o desconto que eles fazem nos contra-cheque dos CLTs.De qualquer forma , falta maturidade em nosso setor .
Vejo um monte de pessoas que são excelentes técnicos mas desprezam a experiência de pessoas que estão a muito tempo no setor sendo que
essas mesmas pessoas serão desprezadas no futuro.Muitos aceitam trabalhar sem contrato.
Temos muita pirataria de software .
Muitas vezes não sabemos COBRAR um VALOR justo por nossos serviços.
Existe muita QUARTEIRIZAÇÃO .
Falta Educação , Falta Profissionalização e não vejo nos sindicatos pessoas interessadas em melhorar essa situação .
Pois é, existem várias falhas, desde o ministério do trabalho até gerentes de empresa que só servem para ganhar salários altos e realmente, nosso sindicato parece que vive na lua e também concordo que essa greve não vai dar em nada, mas aquela coisa, a incompetência do nosso sindicato não tira nossa necessidade de se mobilizar.
É preciso muita cautela com greve em TI.
Se TI não for a atividade fim da empresa, então, TI é uma área com status diferenciado com relação a segurança, confiabilidade e responsabilidade.
Isso não quer dizer que a área não deva ou não tenha como fazer reivindicações.
Pois é, tem que haver cuidado para não criar terrorismo, derrubar sistemas do SUS, por exemplo, causaria um impacto caótico em todo o sistema de saúde, mas mesmo sabendo disso, parece que os sindicatos não estão muito interessados em mostrar isso para o “sindicato patronal”
Nada é, por natureza, autônomo.
Mas nem precisa falar, só o fato de alguém vender sua mão de obra no mercado prova isso.
É de representação que me referia. Vender mão de obra é uma opção, não uma obrigação. Não me é imposto como devo negociar com clientes e patrões nem se devo ou não participar de Cartéis.
Por que alguém optaria por vender sua mão de obra no mercado quando poderia ganhar muito mais vendendo seu código?
Além disso, ele poderia abrir uma banquinha de cachorro quente, ou vender bolo na porta das escolas, ou ser pedreiro, ou rodar bolsinha… Se alguém tem um fonte interessante, ainda terá a opção de vender sua mão de obra pra quem achar melhor, pelo preço que quiser. Mesmo assim, isso não tem nenhuma relação com a obrigatoriedade de alguém representa-lo.
Nada é, por natureza, autônomo.
Mas nem precisa falar, só o fato de alguém vender sua mão de obra no mercado prova isso.
É de representação que me referia. Vender mão de obra é uma opção, não uma obrigação. Não me é imposto como devo negociar com clientes e patrões nem se devo ou não participar de Cartéis.
Só para constar, cartel é crime…
Além disso, ele poderia abrir uma banquinha de cachorro quente, ou vender bolo na porta das escolas, ou ser pedreiro, ou rodar bolsinha… Se alguém tem um fonte interessante, ainda terá a opção de vender sua mão de obra pra quem achar melhor, pelo preço que quiser. Mesmo assim, isso não tem nenhuma relação com a obrigatoriedade de alguém representa-lo.
Ao meu ver a pessoa perde autonomia quando vende sua mão de obra no mercado.
Além disso, ele poderia abrir uma banquinha de cachorro quente, ou vender bolo na porta das escolas, ou ser pedreiro, ou rodar bolsinha… Se alguém tem um fonte interessante, ainda terá a opção de vender sua mão de obra pra quem achar melhor, pelo preço que quiser. Mesmo assim, isso não tem nenhuma relação com a obrigatoriedade de alguém representa-lo.
Ao meu ver a pessoa perde autonomia quando vende sua mão de obra no mercado.
Não ia me envolver nessa discussão, mas…
A primeira coisa é que o modelo de sindicalismo existente no Brasil, ainda hoje, é uma cópia do modelo proposto por ninguém menos que Benito Mussolini, isso mesmo, o líder fascista italiano. Além disso, o Brasil é o único país do mundo a tê-lo mantido após a queda deste regime. Além disso, é o único país que ainda obriga os trabalhadores a se filiarem a um sindicato definido por órgão governamental e não um à sua escolha e que melhor represente suas idéias. Além disso, é o único país a manter como obrigatória a contribuição sindical, aquela que surrupia 1 dia do suado trabalho no mês de abril.
E ainda querem que o(s) sindicato(s) represente o trabalhador?
(O trecho a seguir contém declarações baseadas em minha própria vivência, pode não ser 100% verdadeiro e nem refletir a realidade)
Até hoje, nunca vi um “sindicalista” fazer nada. Nunca vi eles trabalhando em suas funções na empresa. Como alguém quer representar uma classe, sem ser dela?
(Fim do trecho)
Pois bem, outro ponto que achei curioso é o discurso sobre mão de obra x produto.
Com um mercado tão amplo e complexo, ser freelancer pode até ser bom para alguns, mas, certamente não é para todos. Não há segurança nisso. Assim como não há em ser PJ ou CLT, porém, há uma grande diferença da última para as primeiras: a CLT (isso mesmo, essa baseada nos ideais de Mussolini) garante alguns privilégios. Cada um sabe o que lhe parece melhor (não que realmente venha a ser), mas vender a mão de obra pode ser sim, mais efetivo e lucrativo que vender o produto, afinal, nem todos são bons negociantes.
Segue link sobre a greve , será que os blackblocks irão aparecer 
Além disso, ele poderia abrir uma banquinha de cachorro quente, ou vender bolo na porta das escolas, ou ser pedreiro, ou rodar bolsinha… Se alguém tem um fonte interessante, ainda terá a opção de vender sua mão de obra pra quem achar melhor, pelo preço que quiser. Mesmo assim, isso não tem nenhuma relação com a obrigatoriedade de alguém representa-lo.
Pelo que entendi, você não quer ser obrigado a precisar de sindicato. O que estou dizendo que a sua opção é vender o código no mercado.
Só é obrigado se filiar ao sindicato da categoria quem opta por vender sua mão de obra no McDonalds ou na Stefanini.
Com um mercado tão amplo e complexo, ser freelancer pode até ser bom para alguns, mas, certamente não é para todos.
Graças a revolução desktop qualquer pessoa com conhecimento pode contribuir para projetos opensource e graças a revolução mobile qualquer pessoa pode publicar apps e receber em dólar. Não importa se a pessoa tem 12 ou 90 anos.
Não há segurança nisso.
Como assim?
Assim como não há em ser PJ ou CLT, porém, há uma grande diferença da última para as primeiras: a CLT (isso mesmo, essa baseada nos ideais de Mussolini) garante alguns privilégios.
pri·vi·lé·gi·o (latim privilegium, -ii, lei de excepção, favor)
Um sindicato forte, capaz de obter benefícios do governo, precisa concentrar o poder na mão de poucos.
Cada um sabe o que lhe parece melhor (não que realmente venha a ser), mas vender a mão de obra pode ser sim, mais efetivo e lucrativo que vender o produto, afinal, nem todos são bons negociantes.
Uma coisa é ser bom negociante, outra é criar soluções de TI que as pessoas e empresas estejam dispostas a pagar, outra completamente diferente é ser o produto sendo vendido…
Se a pessoa não é boa negociante pelo menos ainda pode se contentar trabalhando com tecnologia sem precisar ficar contabilizando quantas horas ela gastou na funcionalidade X.
trocando umas ideias com meus patrões sou capaz de ter uma aumento salarial maior que 7.5%.
Um mês bom vendendo código a pessoa pode duplicar ou triplicar seu salário.
Um mês bom vendendo código a pessoa pode duplicar ou triplicar seu salário.
Ikbm, todos já entendemos seu ponto de vista, inclusive algumas pessoas com as quais você está debatendo, já têm seus códigos sendo vendidos em troca de dinheiro…
No final das contas, o que os amigos querem dizer é que, embora a oportunidade de você vender seu código e não sua mão de obra seja algo real, que não serão todos os profissionais que farão isso ou até mesmo que o querem fazer.
Trabalhei vendendo meu código há uns anos atrás e hoje estou vendendo minha mão de obra.
Até tenho uma ideia pra codificar, mas pelo menos mais esse ano irei continuar vendendo minha mão de obra.
Posso hoje fazer uma App mobile e ficar milionário? Posso. Quero? Até sim, mas sei que pra uma App de sucesso, trabalharei o dobro do tempo do que trabalho hoje vendendo minha mão de obra, então no final das contas, continuo vendendo minha mão de obra, que pesando na balança e no momento atual em que estou vivendo, me é mais vantajoso.
Espero não ter entendido errado suas colocações, mas creio que eram essas as colocações que os colegas estavam fazendo sobre “não poder” vender o código e “preferir” vender a mão de obra.
Abs []
Um mês bom vendendo código a pessoa pode duplicar ou triplicar seu salário.
Ikbm, todos já entendemos seu ponto de vista, inclusive algumas pessoas com as quais você está debatendo, já têm seus códigos sendo vendidos em troca de dinheiro…
No final das contas, o que os amigos querem dizer é que, embora a oportunidade de você vender seu código e não sua mão de obra seja algo real, que não serão todos os profissionais que farão isso ou até mesmo que o querem fazer.
Trabalhei vendendo meu código há uns anos atrás e hoje estou vendendo minha mão de obra.
Até tenho uma ideia pra codificar, mas pelo menos mais esse ano irei continuar vendendo minha mão de obra.
Posso hoje fazer uma App mobile e ficar milionário? Posso. Quero? Até sim, mas sei que pra uma App de sucesso, trabalharei o dobro do tempo do que trabalho hoje vendendo minha mão de obra, então no final das contas, continuo vendendo minha mão de obra, que pesando na balança e no momento atual em que estou vivendo, me é mais vantajoso.
Espero não ter entendido errado suas colocações, mas creio que eram essas as colocações que os colegas estavam fazendo sobre “não poder” vender o código e “preferir” vender a mão de obra.
Abs []
A questão é que ninguém esta te obrigando a ser representado pelo sindicato da categoria, essa é uma escolha que o profissional faz, quando opta por vender sua mão de obra.
A idéia de poder escolher entre diferentes opções de sindicato não faz sentido, pelos motivo já expostos.
qualquer um gostaria criar e vender uma obra de arte do que cobrar por hora para cria-la.
qualquer um que fosse pedreiro gostaria de construir casas para vender ao invés de cobrar o dia.
infelizmente não somos inteligentes, esforçados e criativos o suficiente para trabalhar dessa maneira.
quem sabe estamos tão enraizados nessa cultura de vender/terceirizar mão de obra. trabalhar para os outros que não conseguimos pensar de outra maneira.
talvez seja excesso de conformismo, talvez falta de coragem. talvez e provavelmente a mais comum descrença e preguiça.
uma vez li em algum lugar que para “ir melhorando de vida” é preciso trabalhar depois do horário de trabalho e perder vários finais de semana. por que se você acompanhar o ritmo, a inflação e trabalhar somente no horário de trabalho você vai estar sempre no mesmo lugar no mercado, suas “trocas” sempre terão o mesmo valor.
talvez todos esses defeitos que estão agregados a nós são gerados pela alta carga de trabalho e cansaço mental que passamos durante a semana no trabalho, no qual nos faz perder a vontade e não fazer absolutamente nada. talvez isso também seja só uma desculpa. por que não.
Acabei escrevendo isso e até pensei em re-absolver o que havia escrito e excluir a mensagem, mas quem sabe isso não desperte o leão que existe em alguém ai.
O que me deixa mais perplexo com isso tudo é como ainda tem gente, e muita, que espera que venham outros resolver nosso próprios problemas.
Baixos salários? Vocês estão de brincadeira? Em que outra área você vê um recém-formado ganhando de 1,5 a 2k/mes? Engenheiros? Médicos? Ok, esses sim, quais mais?
Advogados? Ofereça um salário de 2500 reais num escritório e você vai receber toneladas de currículos de advogados com mais de 5 anos de experiência se candidatando pra vaga.
Contadores? Pfu, recém-formados ganham menos que estagiários de programação.
Se você não consegue chegar perto do salário dos arquitetos ou gerentes isso é um problema seu, corra atrás.
O que me deixa mais perplexo com isso tudo é como ainda tem gente, e muita, que espera que venham outros resolver nosso próprios problemas.Baixos salários? Vocês estão de brincadeira? Em que outra área você vê um recém-formado ganhando de 1,5 a 2k/mes? Engenheiros? Médicos? Ok, esses sim, quais mais?
Advogados? Ofereça um salário de 2500 reais num escritório e você vai receber toneladas de currículos de advogados com mais de 5 anos de experiência se candidatando pra vaga.
Contadores? Pfu, recém-formados ganham menos que estagiários de programação.
Se você não consegue chegar perto do salário dos arquitetos ou gerentes isso é um problema seu, corra atrás.
YvGa, sintetizou tudo aquilo que eu penso sobre a manifestação sindical.
Dissídio deve ser um artifício para reajustar o salário dos trabalhadores em relação à inflação do ano passado. Quem quer um salário melhor, que se qualifique então! Se a sua empresa não te paga adequadamente, troque de empresa! A questão é que hoje em dia todos querem encontrar o atalho para o pote de ouro: ganhar muito trabalhando pouco e estudando pouco. Só que esse atalho não existe!
A área de TI pode ter tudo, menos baixos salários. A questão é que a meritocracia é muito mais aplicada, por motivos óbvios: ou você sabe, ou você não sabe. Se sabe, e quanto mais sabe, maior será o seu valor. Se você é um CRUDeiro e não foge do arroz-com-feijão, seu valor de mercado será medíocre, assim como o seu conhecimento. Na minha sala da faculdade, tem estagiários ganhando 2k, ao passo que há outros ganhando um salário mínimo. Mas a diferença técnica e de postura entre eles é impressionante. Dá pra perceber o porque de um ganhar tão bem e o outro ganhar tão mal.
Infelizmente a nossa área está infestada de profissionais medíocres. Vivem reclamando que programadores são tratados como operários, mas eles mal percebem que eles mesmo agem como operários durante todos os dias. O retrato disso é esse mar de pessoas que “clamam” por um sindicato ou por um órgão regulador para alcançar seu “reconhecimento profissional”.
Posso falar do setor de informática por ser a área que trabalho mas de um modo geral as pessoas sempre acham a grama do vizinho mais verde .
Em informática estamos sempre desatualizados , precisamos trabalhar e estudar muito e no final das contas a maioria das pessoas recebem salários que não são compatíveis com o trabalho realizado.
Muito fácil dizer ATUALIZE-SE quero ver provar que esta ATUALIZADO em relação ao MERCADO. Principalmente recebendo um salario de 2K por mês.
Acho que os sindicatos não nos representam mas é melhor do que nada pois ao menos conseguem repor a inflação. Já trabalhei como PJ e sofria para conseguir repor minhas perdas salariais.
Meritocracia nas consultorias brasileiras nunca vi .As empresas mais organizadas até dizem que possuem um plano de cargos e salários mas na prática ocorre um monte de metas absurdas !
Profissionais medíocres estão em todas as áreas !
Acredito que Medicina , Advocacia e Engenharia estão a nossa frente por conta do BOM NÌVEL DE ENSINO e por conta de uma BOA REGULAMENTAÇÃO.
Posso falar do setor de informática por ser a área que trabalho mas de um modo geral as pessoas sempre acham a grama do vizinho mais verde .Em informática estamos sempre desatualizados , precisamos trabalhar e estudar muito e no final das contas a maioria das pessoas recebem salários que não são compatíveis com o trabalho realizado.
Muito fácil dizer ATUALIZE-SE quero ver provar que esta ATUALIZADO em relação ao MERCADO. Principalmente recebendo um salario de 2K por mês.
Acho que os sindicatos não nos representam mas é melhor do que nada pois ao menos conseguem repor a inflação. Já trabalhei como PJ e sofria para conseguir repor minhas perdas salariais.
Meritocracia nas consultorias brasileiras nunca vi .As empresas mais organizadas até dizem que possuem um plano de cargos e salários mas na prática ocorre um monte de metas absurdas !
Profissionais medíocres estão em todas as áreas !
Acredito que Medicina , Advocacia e Engenharia estão a nossa frente por conta do BOM NÌVEL DE ENSINO e por conta de uma BOA REGULAMENTAÇÃO.
Bom, mas já que chegou no assunto da regulamentação, o que exatamente deveria ser regulamentado que já não o é ?
Posso falar do setor de informática por ser a área que trabalho mas de um modo geral as pessoas sempre acham a grama do vizinho mais verde .Em informática estamos sempre desatualizados , precisamos trabalhar e estudar muito e no final das contas a maioria das pessoas recebem salários que não são compatíveis com o trabalho realizado.
Muito fácil dizer ATUALIZE-SE quero ver provar que esta ATUALIZADO em relação ao MERCADO. Principalmente recebendo um salario de 2K por mês.
Acho que os sindicatos não nos representam mas é melhor do que nada pois ao menos conseguem repor a inflação. Já trabalhei como PJ e sofria para conseguir repor minhas perdas salariais.
Meritocracia nas consultorias brasileiras nunca vi .As empresas mais organizadas até dizem que possuem um plano de cargos e salários mas na prática ocorre um monte de metas absurdas !
Profissionais medíocres estão em todas as áreas !
Acredito que Medicina , Advocacia e Engenharia estão a nossa frente por conta do BOM NÌVEL DE ENSINO e por conta de uma BOA REGULAMENTAÇÃO.
Bom, mas já que chegou no assunto da regulamentação, o que exatamente deveria ser regulamentado que já não o é ?
A minha principal preocupação atualmente é que qualquer um pode trabalhar na área de TI ,Isso é ruim pois faz com que o setor fique cheio de curiosos.
Não tenho nada contra desde que a pessoa ESTUDE para isso. Por que só TI tem que ser diferente ? O negócio esta tão largado que qualquer pessoa formada em qualquer profissão pode assumir a vaga de analista de sistemas.
Posso falar do setor de informática por ser a área que trabalho mas de um modo geral as pessoas sempre acham a grama do vizinho mais verde .Em informática estamos sempre desatualizados , precisamos trabalhar e estudar muito e no final das contas a maioria das pessoas recebem salários que não são compatíveis com o trabalho realizado.
Muito fácil dizer ATUALIZE-SE quero ver provar que esta ATUALIZADO em relação ao MERCADO. Principalmente recebendo um salario de 2K por mês.
Acho que os sindicatos não nos representam mas é melhor do que nada pois ao menos conseguem repor a inflação. Já trabalhei como PJ e sofria para conseguir repor minhas perdas salariais.
Meritocracia nas consultorias brasileiras nunca vi .As empresas mais organizadas até dizem que possuem um plano de cargos e salários mas na prática ocorre um monte de metas absurdas !
Profissionais medíocres estão em todas as áreas !
Acredito que Medicina , Advocacia e Engenharia estão a nossa frente por conta do BOM NÌVEL DE ENSINO e por conta de uma BOA REGULAMENTAÇÃO.
Bom, mas já que chegou no assunto da regulamentação, o que exatamente deveria ser regulamentado que já não o é ?
A minha principal preocupação atualmente é que qualquer um pode trabalhar na área de TI ,Isso é ruim pois faz com que o setor fique cheio de curiosos.
Não tenho nada contra desde que a pessoa ESTUDE para isso. Por que só TI tem que ser diferente ? O negócio esta tão largado que qualquer pessoa formada em qualquer profissão pode assumir a vaga de analista de sistemas.
Na boa mesmo ? Esse é argumento além de velho é furadíssimo. Primeiro, porque na atual situação qualquer um faz curso superior na área de TI, o que mais tem hoje em dia é gente com diploma em TI que não sabe fazer absolutamente nada.
Segundo, isso o que você descreveu se chama reserva de mercado, particularmente, eu não vejo nenhum embasamento legal para se criar tais reservas. A regulamentação da medicina, direito, engenharia, etc. existe antes de mais nada na atividade profissional: código de ética, normas técnicas, etc. Coisa que pelo menos até o momento, não existe em TI, em lugar nenhum do mundo (existem padronizações, que é diferente de norma).
Até hoje quando se fala em regulamentação da TI eu nunca vi ninguém tocar no assunto da normatização técnica, só se fala em criar reserva de mercado. Sendo assim, se nem de longe existe uma normatização da atividade, não há motivo algum para que se exija educação formal para exercer a profissão.
Enfim, particularmente não tenho nada contra greves. As empresas cometem/são coniventes com uma série de abusos: assédio moral, terceirizações ilegais, abuso nas horas extras, etc. Penso que sindicatos e greves são instrumentos válidos para garantir direitos mínimos para trabalhadores de TI ou de qualquer área. Por outro lado, sou bastante realista. Vivemos em uma economia de mercado e como o nome diz, que vai ditar o valor do salário é o mercado, pro bem ou pro mal. E aí eu começo achar engraçado, porque o sujeito passa a faculdade inteira praguejando do porque de aprender matemática ou física na faculdade e depois não entende porque a indústria nacional é tão atrasada e porque o salário não pode comprar as bugigangas importadas que poderiam ser feitas aqui.
Na boa mesmo ? Esse é argumento além de velho é furadíssimo. Primeiro, porque na atual situação qualquer um faz curso superior na área de TI, o que mais tem hoje em dia é gente com diploma em TI que não sabe fazer absolutamente nada.Segundo, isso o que você descreveu se chama reserva de mercado, particularmente, eu não vejo nenhum embasamento legal para se criar tais reservas. A regulamentação da medicina, direito, engenharia, etc. existe antes de mais nada na atividade profissional: código de ética, normas técnicas, etc. Coisa que pelo menos até o momento, não existe em TI, em lugar nenhum do mundo (existem padronizações, que é diferente de norma).
Até hoje quando se fala em regulamentação da TI eu nunca vi ninguém tocar no assunto da normatização técnica, só se fala em criar reserva de mercado. Sendo assim, se nem de longe existe uma normatização da atividade, não há motivo algum para que se exija educação formal para exercer a profissão.
Enfim, particularmente não tenho nada contra greves. As empresas cometem/são coniventes com uma série de abusos: assédio moral, terceirizações ilegais, abuso nas horas extras, etc. Penso que sindicatos e greves são instrumentos válidos para garantir direitos mínimos para trabalhadores de TI ou de qualquer área. Por outro lado, sou bastante realista. Vivemos em uma economia de mercado e como o nome diz, que vai ditar o valor do salário é o mercado, pro bem ou pro mal. E aí eu começo achar engraçado, porque o sujeito passa a faculdade inteira praguejando do porque de aprender matemática ou física na faculdade e depois não entende porque a indústria nacional é tão atrasada e porque o salário não pode comprar as bugigangas importadas que poderiam ser feitas aqui.
Por pior que seja a faculdade muito pior seria se o aluno nunca tivesse estudado NADA. não concordo com generalizações .
O argumento é velho pois desde 1978 se tenta sem sucesso a regulamentação .
E não querendo levantar teorias conspiratórias acredito que a regulamentação não ocorre pois do modo atual fica mais fácil burlar a legislação. afinal , qualquer um pode ser analista de sistemas
.
Muito mais fácil malhar uma pessoa que fez uma faculdade alegando que não fez por ser autodidata mas se o cara é tão bom por que não foi para la fazer a faculdade ? respeito os autodidatas mas não acho correto criticar o pessoal que decidiu seguir pelo caminho da faculdade.
Não entendo a regulamentação como reserva de mercado e sim como uma forma de estimular a profissionalização do setor pois atualmente qualquer um pode dizer que é especialista em sistemas quando na verdade não passa de um CURIOSO.
Do jeito que esta realmente a demanda de profissionais só tende a aumentar pois qualquer um pode se passar por analista de sistemas.
É claro que o mercado de trabalho elimina os maus profissionais mas todos acabam pagando a conta pois no geral os salários
só diminuem .
misterzire, acho o seguinte: se você for um bom profissional, não precisa se preocupar com os “curiosos”, pois eles nem disputarão a mesma vaga que você.
Se quem não sabe nada está sendo contratado então o mercado tá bom demais …
Ainda bem, porque nessa época conseguiram estabelecer a política de reserva da indústria nacional de informática e o resultado foi que o país passou 20 anos perfurando cartão.
Ué, mas se nem a CLT, que vale para qualquer um, não está sendo cumprida, do que adianta criar mais legislação ?
Não critico quem faz faculdade. O que eu critico é cercear o direito dos outros para garantir privilégio.
Ué, mas a única bandeira que você levanta é impedir quem não tem diploma de trabalhar … Por isso que eu perguntei no tópico anterior, em outras áreas existe a exigência de diploma porque existe toda uma norma técnica e um código de ética que se o profissional não cumprir, ele pode até mesmo responder criminalmente por essa falta. Volto a perguntar, o que exatamente tem que ser regulamentado na TI ?
Você está trocando o efeito pela causa, a demanda é alta, mas a oferta não acompanha, mesmo com os picaretas.
É claro que o mercado de trabalho elimina os maus profissionais mas todos acabam pagando a conta pois no geral os salários
só diminuem .
E aproveitando o gancho, eu gostaria de saber o que cada um entende por profissional de TI, o que vocês colocariam nesse balaio ? Programadores, desenvolvedores, admin. de rede, dba, analista de requisitos, analista%, sobrinho que mexe no dreamweaver ?
Concordo…
Que bom né !
Do jeito que esta realmente a demanda de profissionais só tende a aumentar pois qualquer um pode se passar por analista de sistemas.
Você acha ? discordo
Então da uma olhada la no site de emregos tipo API Info ! Realmente para quem sonha em ganhar 2K não mudou nada . Pra quem nao tem faculdade ou curso tecnico esta otimo …
Atualmente sobrinho que mexe no dreamweaver e os programadores de padarias são profissionais de TI . Afinal não queremos um setor que atue com reserva de mercado !
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regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Concordo com a Greve apesar de achar que isso nao vai resolver . Sou a favor da regulamentação que foi o caminho utilizado por outras carreiras e que bem ou mal tem mantido o valor de profissionais de areas como medicina e engenharia pois os obriga a ter uma FORMAÇÂO ACADEMICA .
Acho que se a pessoa gosta da area de informática o minimo que tem que fazer é se preparar e para isso temos livros , cursos e faculdades .
regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Como mensurar coisas como “trabalhamos muito, estudamos muito, investimos alto e ganhamos pouco”? Toda área pode alegar que é subvalorizada, pois são medidas subjetivas. Dessa forma, acho que o mercado, através da lei da oferta e da procura, ainda é um bom termômetro para os salários, ainda mais para o mercado de trabalho em TI, que está longe de ser um monopólio ou oligopólio.
E como já disseram, hoje em dia qualquer um paga uma faculdade ruim se quiser. A exigência de um diploma sem nada adicional (uma prova difícil, por exemplo), só serviria para o aumento desses cursos ruins que tem por aí pra gerar diploma.
Você prefere programador de padaria ou idiota que consegue diploma nas costas dos outros sem aprender a programar? Esses sim serão beneficiados, pois serão contratados como assinadores de projeto, enquanto os mesmos sobrinhos programadores de padarias serão contratados como auxiliares administrativos e ganharão a mesma coisa que hoje.
E programadores mediocres com diploma, continuarão ganhando merreca, pois são medíocres.
Se um sobrinho fazedor sistema de padaria consegue ser mais bem pago que você é porque a coisa tá feia mesmo, mas pra você não pro mercado. Enquanto não tiver uma proposta séria (eliminar quem não tem comprovadamente mínimas condições técnicas de trabalhar, mesmo com diploma), regulamentar só vai servir pra pagar taxa.
E pode ter certeza que quando houver essa mínima comprovação técnica, a maioria dos que choram hoje por regulamentação não conseguirão estar aptos pra exercer a profissão.
Além de que, felizmente para os competentes, não existe subjetividade em programação. Ou você sabe ou passar bem, muito obrigado. Pode ter diploma em Harvard, não adquiriu conhecimento técnico lá, perde vaga pra sobrinho mesmo. E quando regulamentarem eles darão outro nome pros sobrinhos, mas eles continuarão na ativa com os mesmos salários.
O salário de quem fica nesse mimimi todo aí só vai aumentar quando eles se tocarem que só depende deles mesmo. Não é fácil aumentar salário, não é facil conseguir trabalho melhor, mas só quem pode mudar são eles mesmos.
regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Como mensurar coisas como “trabalhamos muito, estudamos muito, investimos alto e ganhamos pouco”? Toda área pode alegar que é subvalorizada, pois são medidas subjetivas. Dessa forma, acho que o mercado, através da lei da oferta e da procura, ainda é um bom termômetro para os salários, ainda mais para o mercado de trabalho em TI, que está longe de ser um monopólio ou oligopólio.
E como já disseram, hoje em dia qualquer um paga uma faculdade ruim se quiser. A exigência de um diploma sem nada adicional (uma prova difícil, por exemplo), só serviria para o aumento desses cursos ruins que tem por aí pra gerar diploma.
Então você acha que é melhor não fazer uma faculdade ou um curso tecnico ? discordo , isso pra mim é desculpa para não investir em educação .
Faculdades e cursos ruins existem em qualquer segmento .
Atualmente sobrinho que mexe no dreamweaver e os programadores de padarias são profissionais de TI . Afinal não queremos um setor que atue com reserva de mercado !
Você prefere programador de padaria ou idiota que consegue diploma nas costas dos outros sem aprender a programar? Esses sim serão beneficiados, pois serão contratados como assinadores de projeto, enquanto os mesmos sobrinhos programadores de padarias serão contratados como auxiliares administrativos e ganharão a mesma coisa que hoje.
E programadores mediocres com diploma, continuarão ganhando merreca, pois são medíocres.
Se um sobrinho fazedor sistema de padaria consegue ser mais bem pago que você é porque a coisa tá feia mesmo, mas pra você não pro mercado. Enquanto não tiver uma proposta séria (eliminar quem não tem comprovadamente mínimas condições técnicas de trabalhar, mesmo com diploma), regulamentar só vai servir pra pagar taxa.
E pode ter certeza que quando houver essa mínima comprovação técnica, a maioria dos que choram hoje por regulamentação não conseguirão estar aptos pra exercer a profissão.
Além de que, felizmente para os competentes, não existe subjetividade em programação. Ou você sabe ou passar bem, muito obrigado. Pode ter diploma em Harvard, não adquiriu conhecimento técnico lá, perde vaga pra sobrinho mesmo. E quando regulamentarem eles darão outro nome pros sobrinhos, mas eles continuarão na ativa com os mesmos salários.
O salário de quem fica nesse mimimi todo aí só vai aumentar quando eles se tocarem que só depende deles mesmo. Não é fácil aumentar salário, não é facil conseguir trabalho melhor, mas só quem pode mudar são eles mesmos.
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.
Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
Dando uma googlada por aí achei uma pesquisa antiga, mas interessante, sobre a proporção de profissionais com curso superior:
http://www.impacta.com.br/a-impacta/pdfs/b94ca9b68f4bf992dafc3f241463c28a.pdf
Com um mercado tão amplo e complexo, ser freelancer pode até ser bom para alguns, mas, certamente não é para todos.Graças a revolução desktop qualquer pessoa com conhecimento pode contribuir para projetos opensource e graças a revolução mobile qualquer pessoa pode publicar apps e receber em dólar. Não importa se a pessoa tem 12 ou 90 anos.
Não há segurança nisso.Como assim?
Assim como não há em ser PJ ou CLT, porém, há uma grande diferença da última para as primeiras: a CLT (isso mesmo, essa baseada nos ideais de Mussolini) garante alguns privilégios.pri·vi·lé·gi·o (latim privilegium, -ii, lei de excepção, favor)
- Direito ou vantagem concedido a alguém, com exclusão de outros.
- Título ou diploma com que se consegue essa vantagem.
- Bem ou coisa a que poucos têm acesso.
- Permissão especial.
- Imunidade, prerrogativa.
- Qualidade ou característica especial, geralmente positiva. = DOM
Um sindicato forte, capaz de obter benefícios do governo, precisa concentrar o poder na mão de poucos.
Cada um sabe o que lhe parece melhor (não que realmente venha a ser), mas vender a mão de obra pode ser sim, mais efetivo e lucrativo que vender o produto, afinal, nem todos são bons negociantes.Uma coisa é ser bom negociante, outra é criar soluções de TI que as pessoas e empresas estejam dispostas a pagar, outra completamente diferente é ser o produto sendo vendido…
Se a pessoa não é boa negociante pelo menos ainda pode se contentar trabalhando com tecnologia sem precisar ficar contabilizando quantas horas ela gastou na funcionalidade X.
A questão é que ninguém esta te obrigando a ser representado pelo sindicato da categoria, essa é uma escolha que o profissional faz, quando opta por vender sua mão de obra.A idéia de poder escolher entre diferentes opções de sindicato não faz sentido, pelos motivo já expostos.
Um mês bom vendendo código a pessoa pode duplicar ou triplicar seu salário.
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Vamos , o que você sugere ?
Quanto a regulamentação . de uma olhada nesses links .
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=224&Itemid=168
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=324&Itemid=964
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Vamos , o que você sugere ?
Quanto a regulamentação . de uma olhada nesses links .
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=224&Itemid=168
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=324&Itemid=964
Olha, é uma boa prática ler os links antes de postar, porque a proposta de regulamentação da SBC é exatamente o contrário de tudo o que você defendeu aqui, dos mesmos links que você postou:
a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão:Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal.
Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.
Do projeto de Lei encaminhado ao congresso:
A minha primeira sugestão é abrirmos uma discussão sobre qual linha de análise vamos seguir. Podemos começar elencando uma literatura básica para a construção dos problemas da certificação.
Outro trecho muito bom:
Na prática, a proposta da regulamentação da SBC é justamente garantir a liberdade no exercício da profissão, para evitar que outros conselhos profissionais, como os CREAs façam associações do tipo desenvolver software = engenharia de softwate = egenharia então o CREA tem que regular …
regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Como mensurar coisas como “trabalhamos muito, estudamos muito, investimos alto e ganhamos pouco”? Toda área pode alegar que é subvalorizada, pois são medidas subjetivas. Dessa forma, acho que o mercado, através da lei da oferta e da procura, ainda é um bom termômetro para os salários, ainda mais para o mercado de trabalho em TI, que está longe de ser um monopólio ou oligopólio.
E como já disseram, hoje em dia qualquer um paga uma faculdade ruim se quiser. A exigência de um diploma sem nada adicional (uma prova difícil, por exemplo), só serviria para o aumento desses cursos ruins que tem por aí pra gerar diploma.
Então você acha que é melhor não fazer uma faculdade ou um curso tecnico ? discordo , isso pra mim é desculpa para não investir em educação .
Faculdades e cursos ruins existem em qualquer segmento .
O que quis mostrar é que uma regulamentação que exige apenas o canudo só incentivaria a proliferação de venda de canudo (não venda propriamente dita, mas se o cara passa sem estudar, não deixa de ser venda).
regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Como mensurar coisas como “trabalhamos muito, estudamos muito, investimos alto e ganhamos pouco”? Toda área pode alegar que é subvalorizada, pois são medidas subjetivas. Dessa forma, acho que o mercado, através da lei da oferta e da procura, ainda é um bom termômetro para os salários, ainda mais para o mercado de trabalho em TI, que está longe de ser um monopólio ou oligopólio.
E como já disseram, hoje em dia qualquer um paga uma faculdade ruim se quiser. A exigência de um diploma sem nada adicional (uma prova difícil, por exemplo), só serviria para o aumento desses cursos ruins que tem por aí pra gerar diploma.
Então você acha que é melhor não fazer uma faculdade ou um curso tecnico ? discordo , isso pra mim é desculpa para não investir em educação .
Faculdades e cursos ruins existem em qualquer segmento .
O que quis mostrar é que uma regulamentação que exige apenas o canudo só incentivaria a proliferação de venda de canudo (não venda propriamente dita, mas se o cara passa sem estudar, não deixa de ser venda).
Regulamentação nenhuma que eu conheça só exige canudo.
CREA faz prova, CRO’s também, CRM’s também…
Porque a regulamentação pra TI deveria ser diferente disso?
regis, não se trata de disputar vaga , o problema que eu vejo é que na minha opinião trabalhamos muito , estudamos muito , investimos alto para nos mantermos atualizados e observo que no mercado os salarios oferecidos muitas vezes nao compesam o esforço de modo que o nivel de conhecimento do pessoal no mercado so esta diminuindo pois nao da para bancar os cursos necessarios e as exigencias dos empregadores não param de crescer .
Como mensurar coisas como “trabalhamos muito, estudamos muito, investimos alto e ganhamos pouco”? Toda área pode alegar que é subvalorizada, pois são medidas subjetivas. Dessa forma, acho que o mercado, através da lei da oferta e da procura, ainda é um bom termômetro para os salários, ainda mais para o mercado de trabalho em TI, que está longe de ser um monopólio ou oligopólio.
E como já disseram, hoje em dia qualquer um paga uma faculdade ruim se quiser. A exigência de um diploma sem nada adicional (uma prova difícil, por exemplo), só serviria para o aumento desses cursos ruins que tem por aí pra gerar diploma.
Então você acha que é melhor não fazer uma faculdade ou um curso tecnico ? discordo , isso pra mim é desculpa para não investir em educação .
Faculdades e cursos ruins existem em qualquer segmento .
O que quis mostrar é que uma regulamentação que exige apenas o canudo só incentivaria a proliferação de venda de canudo (não venda propriamente dita, mas se o cara passa sem estudar, não deixa de ser venda).
Regulamentação nenhuma que eu conheça só exige canudo.
CREA faz prova, CRO’s também, CRM’s também…
Porque a regulamentação pra TI deveria ser diferente disso?
A diferença entre o Exame do Cremesp e o Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) é que os estudantes que obtiverem índice de acerto abaixo de 60% --nota de corte para aprovação na prova-- não serão impedidos de exercerem a profissão.
Fonte: https://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Imprensa&acao=crm_midia&id=645
Vamos , o que você sugere ?
A minha primeira sugestão é abrirmos uma discussão sobre qual linha de análise vamos seguir. Podemos começar elencando uma literatura básica para a construção dos problemas da certificação.
E qual linha de análise você sugere ?
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Vamos , o que você sugere ?
Quanto a regulamentação . de uma olhada nesses links .
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=224&Itemid=168
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=324&Itemid=964
Olha, é uma boa prática ler os links antes de postar, porque a proposta de regulamentação da SBC é exatamente o contrário de tudo o que você defendeu aqui, dos mesmos links que você postou:
a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão:Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal.
Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.
Do projeto de Lei encaminhado ao congresso:
Art. 1º - É livre em todo o território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a Informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão.
Eu li os links , não concordo com muita coisa da SBC mas entendo que é um bom começo . Sem falar que eles são contra a sua RESERVA DE MERCADO
. O que você acha da proposta dos caras ?
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Vamos , o que você sugere ?
Quanto a regulamentação . de uma olhada nesses links .
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=224&Itemid=168
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=324&Itemid=964
Olha, é uma boa prática ler os links antes de postar, porque a proposta de regulamentação da SBC é exatamente o contrário de tudo o que você defendeu aqui, dos mesmos links que você postou:
a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão:Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal.
Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.
Do projeto de Lei encaminhado ao congresso:
Art. 1º - É livre em todo o território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a Informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão.
Eu li os links , não concordo com muita coisa da SBC mas entendo que é um bom começo . Sem falar que eles são contra a sua RESERVA DE MERCADO
. O que você acha da proposta dos caras ?
Ué, o PL apresentado pela SBC vai de encontro com tudo o que eu defendi aqui. Exerce a profissão quem quer. Se o sujeito quiser dar a cara no mercado sem diploma, ele tem todo direito. Se alguma empresa quiser contratar alguém sem diploma, faça bom proveito. Como eu apontei, o projeto de lei da SBC foi apresentado no intuito de proteger o livro exercício da profissão, justamente para evitar interferências de outros conselhos, como o CREA por exemplo, que já reinvidicou regulamentação sobre a área informática.
Vamos , o que você sugere ?
A minha primeira sugestão é abrirmos uma discussão sobre qual linha de análise vamos seguir. Podemos começar elencando uma literatura básica para a construção dos problemas da certificação.
E qual linha de análise você sugere ?
Podemos começar com os agilistas como Robert C Martin, Martin Fowler, Eric Evans, Kent Beck. Sem deixar alguns mais clássicos como Bertrand Meyer e Grady Booch, além do GoF.
O que você acha? Tem algum pra acrescentar?
Eu não acho. Se houver realmente a tal prova as questões iriam mais para o lado de “Quais são as fases de um projeto de software?” ou “Descreva a documentação mínima que o programador deve receber do Analista de Sistemas ao implementar um caso de uso”.

Eu não acho. Se houver realmente a tal prova as questões iriam mais para o lado de “Quais são as fases de um projeto de software?” ou “Descreva a documentação mínima que o programador deve receber do Analista de Sistemas ao implementar um caso de uso”.
:-)
ou seja, a normatização técnica viria de pessoas mui distanciadas da realidade do desenvolvimento.
Já que falaram em regulamentação, cito novamente meu artigo:
Temos bons profissionais com e sem diploma mas infelizmente os bons profissionais são minoria independente de como essa pessoa adquiriu o conhecimento . Por isso , sou a favor que a pessoa busque a educação, sou a favor dos estudos . Não concordo com a postura de alguns que ficam criticando o cara que esta la batalhando para conseguir o seu diploma.Realmente para alguns é mais fácil desprezar o pessoal que esta estudando justificando que o mercado irá separar bons e ruins. Esses para mim são os falsos ESPERTOS pois no final das contas essas pessoas que serão as mal pagas pelo mercado e tachadas de programadores de padarias . E ficarão reclamando que estão sob profissionais que comprarão canudo , que não sabem programar . isso sim , é o mimimimimi
É ilusão achar que um órgao pode regular o mercado artificialmente. É como já foi dito várias vezes: qual a proposta para a regulamentação? Só a exigência do diploma?
Pois então que se faça. Mas não vai adiantar nada, só arrumam outros nomes para as coisas.
É como acontece em outras áras, contabilidade por exemplo, tem muito “auxiliar de escritório” que ganha mais que contador contratado. Eu sei porque trabalhei muito tempo sistemas para contadores. Eles só não podem receber o título, mas o salário recebem maior que os contadores.
Não se regulamenta nada artificialmente, as empresas e profissionais dão um jeito de burlar a artificialidade.
Por que ao invés de ficar discutindo regulamentação não trabalhamos em conjunto pra criar uma certificação legal pra analista de sistemas? Não podemos obrigar ninguém a usá-la como parâmetro, mas se for bem feita, pode ganhar corpo e ser uma referência. Quem sabe até para uma futura regulamentação, ao estilo da prova da OAB.
Que tal? Vamos fazer alguma coisa ou ficar só no chororô?
Vamos , o que você sugere ?
Quanto a regulamentação . de uma olhada nesses links .
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=224&Itemid=168
http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=324&Itemid=964
Olha, é uma boa prática ler os links antes de postar, porque a proposta de regulamentação da SBC é exatamente o contrário de tudo o que você defendeu aqui, dos mesmos links que você postou:
a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão:Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal.
Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.
Do projeto de Lei encaminhado ao congresso:
Art. 1º - É livre em todo o território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a Informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão.
Eu li os links , não concordo com muita coisa da SBC mas entendo que é um bom começo . Sem falar que eles são contra a sua RESERVA DE MERCADO
. O que você acha da proposta dos caras ?
Ué, o PL apresentado pela SBC vai de encontro com tudo o que eu defendi aqui. Exerce a profissão quem quer. Se o sujeito quiser dar a cara no mercado sem diploma, ele tem todo direito. Se alguma empresa quiser contratar alguém sem diploma, faça bom proveito. Como eu apontei, o projeto de lei da SBC foi apresentado no intuito de proteger o livro exercício da profissão, justamente para evitar interferências de outros conselhos, como o CREA por exemplo, que já reinvidicou regulamentação sobre a área informática.
Bom, entendo sua opinião , acho legal termos um organização tipo SBC mas na minha opinião só deveria executar atividades dentro da área de informatica pessoas com formação assim como acontece em todas as carreiras importantes.
Pode ser técnico , certificado , diplomado ou pós-graduação .
Mas tem que ter alguma formação na área de informática senão o setor fica sem credibilidade.
Coloquei os links do SBC para mostrar que existem pessoas que querem a regulamentação sem proibir que pessoas de outras áreas ou sem formação executem atividades de informática o que para mim já é um bom começo .
Vamos , o que você sugere ?
A minha primeira sugestão é abrirmos uma discussão sobre qual linha de análise vamos seguir. Podemos começar elencando uma literatura básica para a construção dos problemas da certificação.
E qual linha de análise você sugere ?
Podemos começar com os agilistas como Robert C Martin, Martin Fowler, Eric Evans, Kent Beck. Sem deixar alguns mais clássicos como Bertrand Meyer e Grady Booch, além do GoF.
O que você acha? Tem algum pra acrescentar?
Discordo ,
Poderia acrescentar a sua lista nomes como Pressmam (Engenharia de Software) , Rita Mulcahy (PMP) e o Yordon (Programação Estruturada) mas do meu ponto de vista acho que devemos priorizar o modo como o profissional de
informática negocia com os seus clientes .
Acho legal quando vejo profissionais éticos , que sabem cobrar um valor justo , que entregam os requisitos negociados dentro do prazo acordado.
Primeiro ponto: O diploma não garante que o profissional tenha nada disso.
Segundo ponto: O cliente tem todos os meios legais para cobrar isso de um analista, primeiro fazendo uma boa escolha do profissional, depois exigindo que ele cumpra um contrato.
Sinceramente, não cabe a nós nos preocuparmos com a qualidade do profissional que o cara contrata. Profissionais ruins dão dores de cabeça, e no fim das contas, isso acaba valorizando mais ainda os bons profissionais. A reserva de mercado piora as coisas nesse sentido porque coloca profissionais bons e ruins no mesmo patamar, o dos autorizados a trabalhar.
Eu sou contra a reserva de mercado em qualquer área, mesmo em muitas nas quais já existe.
Quando falamos de medicina e engenharia (a maioria delas) falamos de profissões às quais não se tem acesso ao aprendizado sem cometer crimes. Como eu sempre repito: Você pode até estudar a teoria da medicina em qualquer lugar, mas não pode comprar um cadáver, e muito menos usar uma pessoa viva, para estudar a parte prática.
Então, se você não tem um diploma, você não aprendeu medicina, porque só existe uma forma de aprender medicina. O mesmo vale para outras áreas da saúde.
Engenharia é a mesma coisa. Você não pode construir uma ponte nas horas vagas e por trânsito nela pra ver como fica, ou você aprende na faculdade ou você não sabe, ainda que domine a teoria.
Já no direito eu acho discutível, embora reconheça o risco que é para pessoas com menos acesso à informação cair nas mãos de espertalhões. Talvez a OAB diminua esse risco e isso seja válido.
Na nossa área, como em muitas outras, não se justifica a reserva de mercado. Contadores? Administradores? Jornalistas? Fotógrafos, Vendedores, Corretores imobiliários? São todas profissões que diveriam ser livres, exercendo quem quer e permitindo que o contratante dos serviços decida se aceita ou não a qualidade do quem o está ofertando.
Eu acho abominável o fato de ter que pagar um contador para controlar as duas ou três notas que emito no mês. Isso é fruto da reserva de mercado que você está defendendo. Bom pros contadores medíocres (porque os bons não aceitam as minhas duas ou três notas/mês), péssimo para a sociedade.
P.S. Excelente o texto do ViniGodoy.
Acho legal quando vejo profissionais éticos , que sabem cobrar um valor justo , que entregam os requisitos negociados dentro do prazo acordado.
Primeiro ponto: O diploma não garante que o profissional tenha nada disso.
Segundo ponto: O cliente tem todos os meios legais para cobrar isso de um analista, primeiro fazendo uma boa escolha do profissional, depois exigindo que ele cumpra um contrato.
Sinceramente, não cabe a nós nos preocuparmos com a qualidade do profissional que o cara contrata. Profissionais ruins dão dores de cabeça, e no fim das contas, isso acaba valorizando mais ainda os bons profissionais. A reserva de mercado piora as coisas nesse sentido porque coloca profissionais bons e ruins no mesmo patamar, o dos autorizados a trabalhar.
Eu sou contra a reserva de mercado em qualquer área, mesmo em muitas nas quais já existe.
Quando falamos de medicina e engenharia (a maioria delas) falamos de profissões às quais não se tem acesso ao aprendizado sem cometer crimes. Como eu sempre repito: Você pode até estudar a teoria da medicina em qualquer lugar, mas não pode comprar um cadáver, e muito menos usar uma pessoa viva, para estudar a parte prática.
Então, se você não tem um diploma, você não aprendeu medicina, porque só existe uma forma de aprender medicina. O mesmo vale para outras áreas da saúde.
Engenharia é a mesma coisa. Você não pode construir uma ponte nas horas vagas e por trânsito nela pra ver como fica, ou você aprende na faculdade ou você não sabe, ainda que domine a teoria.
Já no direito eu acho discutível, embora reconheça o risco que é para pessoas com menos acesso à informação cair nas mãos de espertalhões. Talvez a OAB diminua esse risco e isso seja válido.
Na nossa área, como em muitas outras, não se justifica a reserva de mercado. Contadores? Administradores? Jornalistas? Fotógrafos, Vendedores, Corretores imobiliários? São todas profissões que diveriam ser livres, exercendo quem quer e permitindo que o contratante dos serviços decida se aceita ou não a qualidade do quem o está ofertando.
Eu acho abominável o fato de ter que pagar um contador para controlar as duas ou três notas que emito no mês. Isso é fruto da reserva de mercado que você está defendendo. Bom pros contadores medíocres (porque os bons não aceitam as minhas duas ou três notas/mês), péssimo para a sociedade.
P.S. Excelente o texto do ViniGodoy.
Sim, o diploma não garante que o profissional seja ético .O que eu disse foi que é importante que tenhamos uma conduta ética e isso é mais importante que metodologias de
programação .
Atualmente informática agrega valor aos negócios das empresas e dependendo do setor que você trabalhe um erro pode sim ser um crime .
Exemplo : Setores bancários , aviação etc .
Entendo que informática é uma ciência nova , nos primórdios da humanidade ninguém fazia faculdade de medicina ou engenharia . naquela época existiam os curiosos
assim como temos em informatica atualmente mas graças a DEUS esses setores evoluirão e e eu espero que isso continue acontecendo com informatica.
Assim como Medicina e Engenharia em algum momento teve que ser regulado , espero que algum dia assim também seja com informática.
Se você pudesse emitir suas notas o governo não teria como responsabiliza-lo caso você calcula-se errado alguma coisa da mesma forma
que seu cliente não terá como faze-lo caso você entregue algum sistema ou site web que não cumpra os requisitos acordados.
Ele pode te processar mas não vai dar em nada pois não existe regulamentação.
Pra mim não é uma questão de idade, nem de maturidade da profissão. É uma questão de acesso.
Qualquer um pode aprender informática, e o banco (por exemplo), com seus sistemas críticos têm todo o direito de exigir o que bem entendem na hora de contratar seus profissionais, para que os erros, ou crimes não aconteçam. E caso aconteçam, como é hoje, a responsabilidade recai sobre ele, banco e não sobre o programador.
E assim deve ser, é problema do banco se quis contratar um meia boca pra fazer o que precisava de um experiente.
Medicina você não pode aprender sem cometer um crime, você só tem uma forma de aprender medicina. A programar você pode aprender de diversas maneiras, sem por a vida de ninguém em risco. Não teria porque proibir alguém comprar um livro e construir um sistema para a padaria do tio.
E sobre os contadores: se ele errar uma informação ou perder algum prazo, quem arca com as consequencias sou eu, não o contador. O papel legal deles é só recolher a mensalidade. Não vai nada além disso.
Só concluindo: Infelizmente, não é possível obrigar ninguém a ter ética, muito menos competência. Ética é algo inerente ao caráter, independe de qualquer formação ou regulamentação.
E como pode!!! Alegar que não se conhece a Lei não te livra de cumprí-la. Portanto, mesmo que as empresas não fossem obrigadas a contratar contadores, de maneira alguma isso diminuiria a responsabilidade delas em recolher impostos corretamente.
seu cliente não terá como faze-lo caso você entregue algum sistema ou site web que não cumpra os requisitos acordados.
Ele pode te processar mas não vai dar em nada pois não existe regulamentação.
Claro que tem! Se um fornecedor não cumpre com prazos ou requisitos isso é quebra de contrato comercial, e quem regula esse tipo de atividade é o Código Civil. Até mesmo para Engenharia Civil por exemplo. Se uma construtora não cumprir prazos ou entregar um imóvel diferente do que ela vendeu, o comprador tem que abrir uma ação civil do mesmo jeito. Não existe nenhuma lei específica regendo contratos de engenharia. Os CREAs fiscalizam tão somente o cumprimento de normas técnicas: se a fundação é adequada, se o material é adequado, etc. Repare que, mesmo que um empreendimento esteja adequado tecnicamente em momento algum isso quer dizer que a construtora cumprirá com seu contrato comercial.
Se você pudesse emitir suas notas o governo não teria como responsabiliza-lo caso você calcula-se errado alguma coisa
O governo nunca faria isso pois existem outras leis que provavelmente iria inocentar essas pessoas .Não estou falando de empresas .
Agora se você esta falando de empresas de verdade concordo com você.
Se bem que tem as empresas de uma pessoa só , esses sim não tem do que reclamar pois abrem empresa para pagar menos impostos e ainda reclamam de pagar contador .
Realmente , se você contratou uma empresa de informática e fez um contrato com ela isso poderá ser válido agora se você foi enganado por um curioso .
Pode apostar que a empresa na qual você trabalha hoje, ou na qual trabalhará amanhã, um dia foi pequena.
As facilidades para as pequenas empresas são justamente para elas ter fôlego e sobreviver aos primeiros anos. Aí vem uma classe de profissionais e te obriga a escolher entre um de seus preguiçosos para sugar o teu pescoço.
Onde está nisso a ética a que você se referia?
Você, enquanto empresa pequena tem a opção, ainda, de controlar suas contas no excel e não contratar um software no começo. Tem tambem a opção de contratar um bem barato, porque apesar dos enroscos de um bugzinho aqui e ali você consegue usar. E tem a opção, ao crescer, contratar um empresa especializada para produzir um sistema de qualidade porque aquele que o sobrinho fez já não atende mais. Regulamentar, dependendo de como for feito, é tirar do cliente esses direitos.
Onde está nisso a ética a que você se referia?
Agora se o cara contrata alguém pra fazer um sistema de grande porte e faz isso baseado no valor da mão de obra, ele é quem vai pagar o preço. Ele vai aprender, da pior maneira, que não se contrata desenvolvimento baseado em valor, mas baseado em necessidade.
[quote=YvGa]
Se bem que tem as empresas de uma pessoa só , esses sim não tem do que reclamar pois abrem empresa para pagar menos impostos e ainda reclamam de pagar contador .Pode apostar que a empresa na qual você trabalha hoje, ou na qual trabalhará amanhã, um dia foi pequena.
As facilidades para as pequenas empresas são justamente para elas ter fôlego e sobreviver aos primeiros anos. Aí vem uma classe de profissionais e te obriga a escolher entre um de seus preguiçosos para sugar o teu pescoço.
Onde está nisso a ética a que você se referia?
Esse foi justamente um exemplo de uma empresa que provavelmente não possui ética mas não podemos generalizar 
Nesses casos não existe ética como você mesmo já insinuou , pra mim , foi um exemplo que você entendeu claramente .
agora , se o cara comprou o software pirata através do sobrinho , um dia ele pagará o preço .
A questão é que ninguém esta te obrigando a ser representado pelo sindicato da categoria, essa é uma escolha que o profissional faz, quando opta por vender sua mão de obra.A idéia de poder escolher entre diferentes opções de sindicato não faz sentido, pelos motivo já expostos.
Então, pela tua lógica, se eu moro num bairro onde só existem torcedores do corinthians, não posso torcer para nenhum outro time, apenas por que resolvi gostar de futebol?
é a lógia de quem você espera obter benefício, o seu sindicato de 6 pessoas não teria nenhum poder de negociação.
De fato eles não disputarão a mesma vaga por que o bom profissional vai ser descartado.
Um dos métodos que as empresas usam pra manter os lucros quando os custos da mão de obra aumenta é empregar trabalhadores que aceitam trabalhar por menos.
De fato eles não disputarão a mesma vaga por que o bom profissional vai ser descartado.
Um dos métodos que as empresas usam pra manter os lucros quando os custos da mão de obra aumenta é empregar trabalhadores que aceitam trabalhar por menos.
E você gostaria de trabalhar numa empresa assim? Eu não. Uma empresa assim não terá bons profissionais.
Mas se engana quem pensa que assim elas conseguem manter o lucro. Elas conseguem manter o lucro hoje em dia porque cobram valores absurdos dos clientes. Só com esses valores absurdos elas conseguem pagar essa massa disforme de “profissionais” incompetentes que mantem, com suas diversas camadas de gerentes e coordenadores, analistas de requisitos e mais uma série de pseudo-profissionais que trabalha desenvolvendo software, mas nunca soube escrever uma linha de código.
Eu me lembro de uma vez numa sala de reuniões com doze pessoas sobre determinada funcionalidade de um sistema. Dessas doze, duas eram usuários do sistema (as únicas por parte do cliente), duas sabiam escrever código e uma sabia testar. As outras sete tinham os mais variados titulos, cargos e opiniões, mas eram TODAS absolutamente inúteis naquela reunião. Mas precisavam estar ali pra justificar seus cargos, seus salários e seus ternos. De dez pessoas representando a empresa sete eram absolutamente inúteis para a construção do sistema.
Setenta por cento, ainda mais se você considerar valores de salários, era de desperdício. E quem paga por isso? O cliente.
E sabe o que é pior? Essas empresas não contratam profissionais baratos pra economizar, elas contratam porque não sabem contratar profissionais caros. Já tentaram várias vezes, mas como não sabem acabam comprando gato por lebre. Pagam salários altíssimos pra profissionais medianos. Então preferem não arriscar.
Se elas soubessem contratar, se soubessem medir produtividade (de fato, não com time trackers e afins), já teriam percebido que a diferença de produtividade entre dois programadores pode passar de 1 para 10, bem fácil. Não precisa ser gênio matemático pra saber que pagar 8k para um programador é melhor que pagar 4k para 5 ou 6.
Eu ouço sempre falar em valorizar o programador, mas o que é valorizar? Podem ter certeza que criar conselho de classe não vai valorizar nada, exceto a conta bancária dos diretores do tal conselho.
Programador não se dá valor, e o problema não é salário não. Programador tem vergonha até de se dizer programador. Eu tenho na minha carteira de trabalho o registro como analista de sistemas sei lá que número, mas se me perguntam com o que eu trabalho eu não penso duas vezes: Sou Programador. Programador é visto como peão de luxo e se conforma com isso, buscando forma de deixar de ser programador para de deixar de ser peão de luxo. E vocês esperam que venha alguém de fora para valorizar a profissão. Só pode ser brincadeira.
Eu me dou valor, e brigo para que programador seja valorizado. Brigo mesmo, tiro do meu caminho ex-programador que se diz analista de negócios, ex-programador que quer ficar fazendo tabelas no banco de dados e achando que isso é análise de sistemas. Não trabalho com esse tipo de profissional e deixo bem claro para os meus diretores. Analista de negócios não é ex-programador que não tem mais função, analista de negócios é um profissional da área. Se você está fazendo um sistema jurídico o analista de negócios é um advogado, juiz, promotor, seja lá o que. Não um ex-programador Delphi que trabalhou nesse tipo de sistema. Um analista de sistemas sabe programar, se não sabe é inútil e comigo não trabalha.
Isso é valorizar a profissão, é lutar para ser ouvido é deixar claro que você, programador, pode e deve ser ouvido antes de se tomar decisões estratégicas.
É engraçado como se preocupam tanto com sobrinhos peagapezeiro enquanto aceitam que esses sanguessugas se agarrem aos nossos pescoços, mamando no nosso trabalho, levando pra eles boa parte da grana que o cliente paga e tendo como função única servir de telefone sem fio entre nós e os usuários do sistema.
E vem me falar que querem valorizar a profissão?
Menas! (como diria quem usa um por que separado na resposta)
Após ler os itens, só quero fazer algumas considerações:
Uma regulamentação não tem o objetivo de regular mercado algum, é questão de responsabilidade técnica. Nenhum cliente pode ser lesado por desconhecer informática, se o cara contratou um profissional mais barato (diga-se de passagem, direito dele), ele tem todo o direito de receber o produto que contratou e receber funcionando bem, se o “profissional” não teve capacidade técnica de desenvolver o solicitado, ele deve ser punido sim. Além disso a responsabilidade técnica aplica-se tanto a profissionais, quanto para a empresa, a empresa deve ter cadastro também no órgão de classe.
Um piso salarial condizente com a função e a responsabilidade que um profissional tem é necessário sim. Ninguém questiona o piso salarial de um engenheiro, não importa o que ele faça, pois o piso salarial é condizente com a quantidade de estudo que esse profissional teve. Chega a ser indecente defender que qualquer profissional, formado em uma faculdade, receba 1500 de salário inicial.
Realmente, a regulamentação não vai fazer com que as empresas paguem o salário do piso, porém é muito fácil provar na justiça do trabalho que o cargo que estava sendo exercido pelo profissional não tem nada a ver com o registro, sendo assim possível de se cobrar posteriormente o valor não pago pela empresa.
De fato eles não disputarão a mesma vaga por que o bom profissional vai ser descartado.
Um dos métodos que as empresas usam pra manter os lucros quando os custos da mão de obra aumenta é empregar trabalhadores que aceitam trabalhar por menos.
Uma coisa precisa ficar clara. Não é apenas a empresa que nos escolhe. Nós precisamos escolher a empresa também. E se a empresa tem essa política, eu é que não quero trabalhar nela.
De fato eles não disputarão a mesma vaga por que o bom profissional vai ser descartado.
Um dos métodos que as empresas usam pra manter os lucros quando os custos da mão de obra aumenta é empregar trabalhadores que aceitam trabalhar por menos.
++
Após ler os itens, só quero fazer algumas considerações:
Uma regulamentação não tem o objetivo de regular mercado algum, é questão de responsabilidade técnica. Nenhum cliente pode ser lesado por desconhecer informática, se o cara contratou um profissional mais barato (diga-se de passagem, direito dele), ele tem todo o direito de receber o produto que contratou e receber funcionando bem, se o “profissional” não teve capacidade técnica de desenvolver o solicitado, ele deve ser punido sim. Além disso a responsabilidade técnica aplica-se tanto a profissionais, quanto para a empresa, a empresa deve ter cadastro também no órgão de classe.
Um piso salarial condizente com a função e a responsabilidade que um profissional tem é necessário sim. Ninguém questiona o piso salarial de um engenheiro, não importa o que ele faça, pois o piso salarial é condizente com a quantidade de estudo que esse profissional teve. Chega a ser indecente defender que qualquer profissional, formado em uma faculdade, receba 1500 de salário inicial.
Realmente, a regulamentação não vai fazer com que as empresas paguem o salário do piso, porém é muito fácil provar na justiça do trabalho que o cargo que estava sendo exercido pelo profissional não tem nada a ver com o registro, sendo assim possível de se cobrar posteriormente o valor não pago pela empresa.
++
Receber o que pagou não é responsabilidade técnica. Isso é responsabilidade civil, como já foi apontado. Isso já pode ser cobrado.
E independe de normatização técnica.
Normatização técnica estar em definir qual é o processo considerado seguro e confiável para o desenvolvimento de software. É definir um conjunto de práticas obrigatórias, e validá-las. É como dar ao MPS nível X ou ao CMMI nível X e a UML força de lei, e dizer que sem isso, o software não é adequado.
Isso representa:
Também representa um conselho dizer que você não pode adotar outras práticas, além das definidas no conselho. Para mim, isso soa extremamente perigoso e retrogrado numa área dinâmica como a nossa.
Perceba que um software pode estar tecnicamente enquadrado e não ser o que o cara contratou.
Sinceramente, não acho que a área de informática tenha processos maduros como os da engenharia para falarmos em projetos técnicos. E, pior do que isso, não acho nem que os softwares que escrevemos necessitem disso.
2) Um piso salarial condizente com a função e a responsabilidade que um profissional tem é necessário sim. Ninguém questiona o piso salarial de um engenheiro, não importa o que ele faça, pois o piso salarial é condizente com a quantidade de estudo que esse profissional teve. Chega a ser indecente defender que qualquer profissional, formado em uma faculdade, receba 1500 de salário inicial.
Piso salarial é uma medida infantil. Ele não se baseia em uma análise financeira, em demanda, ou em percepção de valor.
Nunca funcionou na prática, e nunca vai funcionar.
Eu já trabalhei com empresas de engenharia (Siemens, Esteio, Bosh) e vi engenheiros contratados como analistas fora do piso. Ninguém vai pagar muito dinheiro por um profissional recém formado só porque a lei diz assim (exceto talvez o governo).
Além disso, se um piso irreal for realmente imposto e fiscalizado, você irá causar demissões em massa, já que as empresas não irão manter o mesmo número de profissionais. A idéia de que as empresas nadam em lucros enquanto oprimem funcionários é um tanto irreal na maioria dos casos. Já faz muito tempo que as empresas reconhecem que a Morganização é um conceito furado, especialmente ao lidar com profissionais qualificados.
Se você pudesse emitir suas notas o governo não teria como responsabiliza-lo caso você calcula-se errado alguma coisa
E como pode!!! Alegar que não se conhece a Lei não te livra de cumprí-la. Portanto, mesmo que as empresas não fossem obrigadas a contratar contadores, de maneira alguma isso diminuiria a responsabilidade delas em recolher impostos corretamente.
Inclusive, mesmo com contadores, perante ao governo, o dono da empresa é SEMPRE responsável por pelos erros contábeis da empresa.
O contador só passou a ser co-responsável com o novo código civil em 2003, mas SOMENTE se cometer uma ação fraudulenta. Em caso de erro contábil, o dono paga a conta e o contador só tem que se acertar com esse dono.
Particularmente, se o dono é sempre responsável, não vejo porque impor a presença de um contador. Se o cara manja de contabilidade, e tem uma pequena empresa (que não demanda tanto esforço contábil assim) para que a restrição? Ele deveria contratar um contador porque sente necessidade, e porque o profissional agrega valor, não porque é obrigado.
Receber o que pagou não é responsabilidade técnica. Isso é responsabilidade civil, como já foi apontado. Isso já pode ser cobrado.
E independe de normatização técnica.
Normatização técnica estar em definir qual é o processo considerado seguro e confiável para o desenvolvimento de software. É definir um conjunto de práticas obrigatórias, e validá-las. É como dar ao MPS nível X ou ao CMMI nível X e a UML força de lei, e dizer que sem isso, o software não é adequado.
Isso representa:
Também representa um conselho dizer que você não pode adotar outras práticas, além das definidas no conselho. Para mim, isso soa extremamente perigoso e retrogrado numa área dinâmica como a nossa.
Perceba que um software pode estar tecnicamente enquadrado e não ser o que o cara contratou.
Sinceramente, não acho que a área de informática tenha processos maduros como os da engenharia para falarmos em projetos técnicos. E, pior do que isso, não acho nem que os softwares que escrevemos necessitem disso.
2) Um piso salarial condizente com a função e a responsabilidade que um profissional tem é necessário sim. Ninguém questiona o piso salarial de um engenheiro, não importa o que ele faça, pois o piso salarial é condizente com a quantidade de estudo que esse profissional teve. Chega a ser indecente defender que qualquer profissional, formado em uma faculdade, receba 1500 de salário inicial.
Piso salarial é uma medida infantil. Ele não se baseia em uma análise financeira, em demanda, ou em percepção de valor.
Nunca funcionou na prática, e nunca vai funcionar.
Eu já trabalhei com empresas de engenharia (Siemens, Esteio, Bosh) e vi engenheiros contratados como analistas fora do piso. Ninguém vai pagar muito dinheiro por um profissional recém formado só porque a lei diz assim (exceto talvez o governo).
Além disso, se um piso irreal for realmente imposto e fiscalizado, você irá causar demissões em massa, já que as empresas não irão manter o mesmo número de profissionais. A idéia de que as empresas nadam em lucros enquanto oprimem funcionários é um tanto irreal na maioria dos casos. Já faz muito tempo que as empresas reconhecem que a Morganização é um conceito furado, especialmente ao lidar com profissionais qualificados.
Receber o que pagou é uma coisa, agora receber o que pagou funcionando corretamente, tendo como atestar esse funcionamento, é outra totalmente diferente. Existe uma lacuna gigante entre a primeira e a segunda coisa e é nessa lacuna que o conselho pode atuar, afastando os profissionais e empresas incompetentes, bem como fornecendo pareceres técnicos quando necessário relativo as metodologias aplicadas e ao sistema e seu funcionamento em si.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.
As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
Se não está funcionando corretamente, não é o que você pagou.
Eu dificilmente acho que um conselho possa ajudar nessa lacuna. Já fui atendido por péssimos contadores, péssimos médicos e sei de muita gente que foi tratada por péssimos advogados. Todas profissões com conselhos fortes.
No lugar, acho mais inteligente contar com órgãos de certificação que não são associados a conselhos. Como a certificação Java, e certificações como CMMI e MPS.Br. Por serem independentes, os mecanismos de certificação se adaptam mais rapidamente a mudanças na área, a novas metodologias, etc. A empresa que quiser se qualificar, deve passar por um processo que costuma a ser rigoroso. Mas o importante, é que quem contrata é quem decide quais desses mecanismos ele considera que agregam valor ao contratado, seja ele uma empresa ou uma pessoa. Afinal, quem contrata é que sabe os objetivos de longo prazo, as restrições orçamentárias e os propósitos daquela contratação.
Acho uma besteira você tentar retirar o direito do cliente por contratar o serviço que quiser. Vocês partem do pressuposto que todo cliente é ignorante, facilmente enganável, e idiota. Ignoram completamente que há outros mecanismos no mercado para garantir qualidade, que o cliente pode exigir, e que sequer depende de conselhos. Também ignoram que é um direito de um cliente pequeno querer um serviço de menor qualidade, a um custo menor.
Procure, por exemplo, vaga em grandes empresas. A maioria certamente vai te exigir um diploma universitário. Outras tem processos seletivos elaborados, com provas, entrevistas (de RH e técnicas), etc.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
A demanda é um dos fatores para haver ou não emprego, e isso é um fato. Ela também é o fator que deveria regular os salários. Se você tem muita oferta de profissionais e pouca demanda, o salário será baixo. Se tem ao contrário, muita demanda de profissionais e pouca oferta, o salário aumenta.
O piso tenta controlar o salário ignorando completamente a lei básica da oferta e da demanda. E por isso, é completamente falho. Uma vez que você tem muita oferta de profissionais, o piso não se sustenta.
É fácil tentar defender o piso tomando como base uma área que está hoje numa situação confortável, que é a engenharia. Mas pegue um mercado mais saturado, e você vai ver o que acontece. É gente topando trabalhar em outra área para poder ter trabalho. E nem use o argumento idiota de sindicalista de “dá para exigir na justiça”. Dá mesmo, mas ninguém vai comprar briga com a própria empresa, num mercado extremamente competitivo, pois ela certamente irá demitir e contratar outro no lugar. Além disso, como ficará seu “clima” com a diretoria da empresa se você meter seu contratador no pau?
Finalmente, o argumento de “quem estudou mais deve ganhar mais” é furado. Remunera-se o resultado e não o esforço. De nada adianta você se esforçar muito e tirar um doutorado, e só depois procurar o primeiro emprego. Provavelmente empresa nenhuma irá te contratar, justamente por você criar uma falsa expectativa de valor por seu esforço, mas ainda estar muito longe de apresentar resultados satisfatórios.
Outra coisa importante. Mesmo sem piso nada te impede de cobrar mais caro por seu trabalho. Simplesmente não aceite empregos com condições muito ruins. Convença seu contratador que seu serviço é diferenciado. Agora - tenha um serviço diferenciado e saiba mostra-lo. Não adianta ser um recém formado que só sabe fazer CRUD e querer ganhar lá seus R$8000,00 por mês. Não adianta não ter diferencial nenhum, e achar que vai ter um bom emprego.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
Se isso acontecesse na nossa área, esse papel cairia no colo do gerente de desenvolvimento ou no arquiteto de software, e não nos desenvolvedores, já que dificilmente uma empresa divide a responsabilidade técnica do projeto entre todos os profissionais da equipe. Ou seja, caso haja regulamentação sobre a profissão de Analista de Sistemas, veríamos o mesmo cenário que hoje existe na engenharia: um engenheiro registrado em carteira, responsável técnicamente pelo projeto, liderando um monte de analistas de engenharia que ganham abaixo do piso estabelecido pelo CREA.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
Quantos formados em engenharia você conhece? A grande maioria trabalha ou na área administrativa ou como analistas de engenharia. As empresas só costumam contratar os engenheiros necessários para assinar projetos. Nesses casos, eles já são Engenheiros Sêniores ou Gerentes de Engenharia. E não há crime nesse ponto, uma vez que a responsabilidade técnica do projeto está sendo tomada por alguem da empresa.Se isso acontecesse na nossa área, esse papel cairia no colo do gerente de desenvolvimento ou no arquiteto de software, e não nos desenvolvedores, já que dificilmente uma empresa divide a responsabilidade técnica do projeto entre todos os profissionais da equipe. Ou seja, caso haja regulamentação sobre a profissão de Analista de Sistemas, veríamos o mesmo cenário que hoje existe na engenharia: um engenheiro registrado em carteira, responsável técnicamente pelo projeto, liderando um monte de analistas de engenharia que ganham abaixo do piso estabelecido pelo CREA.
Bem observado.
Eu já havia comentado em postagens anteriores que trabalhei em empresas de engenharia e vi muita gente trabalhar sem o piso, mas parece que o pessoal simplesmente ignora o comentário.
Bem observado.Eu já havia comentado em postagens anteriores que trabalhei em empresas de engenharia e vi muita gente trabalhar sem o piso, mas parece que o pessoal simplesmente ignora o comentário.
Parece, não. Eles ignoram mesmo, mas como eu não tenho nenhuma intenção de convence-los de nada, por mim tudo bem.
Eu sempre digo, aqui no forum, eu não quero mudar a cabeça de quem está argumentando coisas diferentes das que eu acredito. Me preocupo mais é colocar meu ponto de vista de forma clara para evitar que outras pessoas, que estão ou possam um dia estar lendo, comprem os argumentos sem um contra-ponto.
E acho que como os posts estão se tornando repetitivos, sem argumentos novos, só mais do mesmo, tornando óbvio que o que pedem no fundo é só reserva de mercado, não vejo porque continuar postando.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
Quantos formados em engenharia você conhece? A grande maioria trabalha ou na área administrativa ou como analistas de engenharia. As empresas só costumam contratar os engenheiros necessários para assinar projetos. Nesses casos, eles já são Engenheiros Sêniores ou Gerentes de Engenharia. E não há crime nesse ponto, uma vez que a responsabilidade técnica do projeto está sendo tomada por alguem da empresa.Se isso acontecesse na nossa área, esse papel cairia no colo do gerente de desenvolvimento ou no arquiteto de software, e não nos desenvolvedores, já que dificilmente uma empresa divide a responsabilidade técnica do projeto entre todos os profissionais da equipe. Ou seja, caso haja regulamentação sobre a profissão de Analista de Sistemas, veríamos o mesmo cenário que hoje existe na engenharia: um engenheiro registrado em carteira, responsável técnicamente pelo projeto, liderando um monte de analistas de engenharia que ganham abaixo do piso estabelecido pelo CREA.
Bem observado.
Eu já havia comentado em postagens anteriores que trabalhei em empresas de engenharia e vi muita gente trabalhar sem o piso, mas parece que o pessoal simplesmente ignora o comentário.
Meu pai é engenheiro e minha mãe advogada trabalhista, conheço vários engenheiros e isso é totalmente irrelevante.
A questão é que se um funcionário é apresentado como engenheiro, ele já está exercendo a função de engenheiro, basta cobrar na justiça que essa ação é mais fácil de ganhar do que qualquer outra. Um cargo não altera sua função, se você exerce uma função de engenheiro, você é engenheiro, a justiça te garante esse direito e vale lembrar que os direitos são irrenunciáveis.
Só para citar, engenharia que foi usado como exemplo, existem vários problemas quanto a responsabilidade técnica sim, pelo menos da forma que o Crea faz, salvo engano, um engenheiro pode responder tecnicamente para até 3 empresas, e muitos engenheiros apenas assinam pela empresa, sem trabalhar, sem ter nenhum vínculo com a empresa, ele é responsável técnico sem nem ir na empresa, é um absurdo, mas eles fazem, a questão é que mesmo com problemas, existe alguém responsável, que está colocando o nome, se houver algum problema, como um prédio desabando por exemplo, o engenheiro responde por um processo e perde o direito de exercer a profissão. Agora qual a sanção que um profissional de informática sofre quando quebra uma empresa? Nenhuma, responsabilidade civil é uma, vai analisar a culpa, não a capacidade profissional. E se um engenheiro vende o nome dele para uma empresa, qualquer problema que ocorra, ele responde por estelionato e ética profissional, sendo impedido de exercer a profissão.
Se não está funcionando corretamente, não é o que você pagou.
Eu dificilmente acho que um conselho possa ajudar nessa lacuna. Já fui atendido por péssimos contadores, péssimos médicos e sei de muita gente que foi tratada por péssimos advogados. Todas profissões com conselhos fortes.
No lugar, acho mais inteligente contar com órgãos de certificação que não são associados a conselhos. Como a certificação Java, e certificações como CMMI e MPS.Br. Por serem independentes, os mecanismos de certificação se adaptam mais rapidamente a mudanças na área, a novas metodologias, etc. A empresa que quiser se qualificar, deve passar por um processo que costuma a ser rigoroso. Mas o importante, é que quem contrata é quem decide quais desses mecanismos ele considera que agregam valor ao contratado, seja ele uma empresa ou uma pessoa. Afinal, quem contrata é que sabe os objetivos de longo prazo, as restrições orçamentárias e os propósitos daquela contratação.
Acho uma besteira você tentar retirar o direito do cliente por contratar o serviço que quiser. Vocês partem do pressuposto que todo cliente é ignorante, facilmente enganável, e idiota. Ignoram completamente que há outros mecanismos no mercado para garantir qualidade, que o cliente pode exigir, e que sequer depende de conselhos. Também ignoram que é um direito de um cliente pequeno querer um serviço de menor qualidade, a um custo menor.
Procure, por exemplo, vaga em grandes empresas. A maioria certamente vai te exigir um diploma universitário. Outras tem processos seletivos elaborados, com provas, entrevistas (de RH e técnicas), etc.
Quanto ao piso discordo 100%, basta analisar engenharia, que você citou, como exemplo: existe um piso, relativamente alto, e ainda assim o desemprego é baixo, simplesmente porque não é piso que causa desemprego, mas sim a demanda de serviços, e a demanda está longe de acabar para profissionais de TI, tanto a demanda gerada pelo governo, quanto pela iniciativa privada, pois existem muitas coisa a serem desenvolvidas ainda, que geram milhões em gastos que podem ser reduzidos graças a automação, e um piso salarial não vai criar um impacto tão grande na demanda, pois ainda sim, graças a informática, economiza-se muito.As empresas realmente não costumam pagar o piso salarial, assim como horas extras, férias e etc, porém na justiça do trabalho é muito fácil de se cobrar o que realmente é devido.
A demanda é um dos fatores para haver ou não emprego, e isso é um fato. Ela também é o fator que deveria regular os salários. Se você tem muita oferta de profissionais e pouca demanda, o salário será baixo. Se tem ao contrário, muita demanda de profissionais e pouca oferta, o salário aumenta.
O piso tenta controlar o salário ignorando completamente a lei básica da oferta e da demanda. E por isso, é completamente falho. Uma vez que você tem muita oferta de profissionais, o piso não se sustenta.
É fácil tentar defender o piso tomando como base uma área que está hoje numa situação confortável, que é a engenharia. Mas pegue um mercado mais saturado, e você vai ver o que acontece. É gente topando trabalhar em outra área para poder ter trabalho. E nem use o argumento idiota de sindicalista de “dá para exigir na justiça”. Dá mesmo, mas ninguém vai comprar briga com a própria empresa, num mercado extremamente competitivo, pois ela certamente irá demitir e contratar outro no lugar. Além disso, como ficará seu “clima” com a diretoria da empresa se você meter seu contratador no pau?
Finalmente, o argumento de “quem estudou mais deve ganhar mais” é furado. Remunera-se o resultado e não o esforço. De nada adianta você se esforçar muito e tirar um doutorado, e só depois procurar o primeiro emprego. Provavelmente empresa nenhuma irá te contratar, justamente por você criar uma falsa expectativa de valor por seu esforço, mas ainda estar muito longe de apresentar resultados satisfatórios.
Outra coisa importante. Mesmo sem piso nada te impede de cobrar mais caro por seu trabalho. Simplesmente não aceite empregos com condições muito ruins. Convença seu contratador que seu serviço é diferenciado. Agora - tenha um serviço diferenciado e saiba mostra-lo. Não adianta ser um recém formado que só sabe fazer CRUD e querer ganhar lá seus R$8000,00 por mês. Não adianta não ter diferencial nenhum, e achar que vai ter um bom emprego.
É, o cliente diz que não funciona, e o fornecedor diz que funciona, ambos apresentam inúmeros documentos para sustentar seu ponto de vista e está tudo certo.
Você denunciou algum desses profissionais? Senão denunciou, você não fez sua parte, simples assim. Você é consumidor e tem todos os direitos.
A questão não é que todo cliente é ignorante, a questão é que existem clientes ignorantes e esses não podem ser penalizados.
Se a lei da demanda fosse realmente a chave para garantir alguma coisa, não existiriam salários baixos no Brasil para profissionais razoavelmente qualificados, pois faltam profissionais em quase todas as áreas, a questão é que não existe livre concorrência aqui, porque o maior consumidor e fornecedor aqui é o governo e ele determina os preços que são pagos, é o governo também que determina o modelo econômico das empresas, se não houvesse tanto incentivo a exportação, não haveria tanta exportação, teríamos empresas voltadas ao mercado interno, assim como produção agrária e etc. Então imaginar que a lei da demanda vai regular algum salário aqui dentro é ilusão, simplesmente porque o governo não está preocupado com os interesses da população, mas sim do mercado externo, que é para quem ele realmente deve ordens.
Qualificação profissional faz diferença sim, é questão de mérito e incentivo ao estudo, em um país pobre, igualar salário de pessoas com ensino fundamental e com ensino superior é um crime. As pessoas tem que ser motivadas a estudar, não se esconder em qualquer emprego meia boca e ficar naquilo pelo resto da vida.
Bem observado.Eu já havia comentado em postagens anteriores que trabalhei em empresas de engenharia e vi muita gente trabalhar sem o piso, mas parece que o pessoal simplesmente ignora o comentário.
Parece, não. Eles ignoram mesmo, mas como eu não tenho nenhuma intenção de convence-los de nada, por mim tudo bem.
Eu sempre digo, aqui no forum, eu não quero mudar a cabeça de quem está argumentando coisas diferentes das que eu acredito. Me preocupo mais é colocar meu ponto de vista de forma clara para evitar que outras pessoas, que estão ou possam um dia estar lendo, comprem os argumentos sem um contra-ponto.
E acho que como os posts estão se tornando repetitivos, sem argumentos novos, só mais do mesmo, tornando óbvio que o que pedem no fundo é só reserva de mercado, não vejo porque continuar postando.
Isso que você comentou é verdade, é sempre mais do mesmo, sempre ouço os mesmos fatos de quem é contra a regulamentação da profissão. A sorte (e o azar também) é que no Brasil, um país altamente corporativista, onde várias pessoas se encostam em qualquer sindicato, conselho e etc, haverá sim um conselho que regula a profissão, incompetente, cheio de falhas e que cobrará uma mensalidade de nós e como aqui nada funciona, esse conselho servirá para pouca coisa, mas com certeza será melhor do que o que temos hoje.
A questão não é que todo cliente é ignorante, a questão é que existem clientes ignorantes e esses não podem ser penalizados.
Só pra constar, erros médicos, os mais absurdos, acontecem todos os dias no Brasil. E o que acontece com quem os comete? Pela sua lógica os prejudicados ou suas famílias estariam protegidos pela lei. E se ela falhasse lá estaria o CRM para garantir a justiça a quem sofreu a perda.
Eu não seria contra um conselho se ele atestasse que um profissional tem ou não conhecimento suficiente para trabalhar com desenvolvimento, mas nós mesmos não temos um consenso sobre o que é conhecimento suficiente. E não, o diploma não basta para atestar, nem é um começo. Eu conheci muita gente com diploma, muita mesmo, que não servia nem pra escrever manual de sistema.
Que fique claro, eu não sou contra formação superior, não acho que seja inútil, nem incentivo ninguém a fazer cursinho de programação e dispensar a faculdade.
Sou contra dar do meu dinheiro pra sustentar um bando de vadio que não vai fazer nada por mim e muito pelos incompetentes incapazes de escrever manuais e na falta de coisa melhor pra fazer vai ficar criando normas pra dizer como eu devo trabalhar. Eu que programo há quatorze anos, vou ter que acatar decisões de meia duzia de engravatados que nunca trabalharam com desenvolvimento na vida?
Ou vocês pensam que quem vai conduzir o conselho são os profissionais de referência no mercado? Não, esses tem mais o que fazer do que passar a mão na cabeça de incompetentes.
A questão não é que todo cliente é ignorante, a questão é que existem clientes ignorantes e esses não podem ser penalizados.Só pra constar, erros médicos, os mais absurdos, acontecem todos os dias no Brasil. E o que acontece com quem os comete? Pela sua lógica os prejudicados ou suas famílias estariam protegidos pela lei. E se ela falhasse lá estaria o CRM para garantir a justiça a quem sofreu a perda.
Eu não seria contra um conselho se ele atestasse que um profissional tem ou não conhecimento suficiente para trabalhar com desenvolvimento, mas nós mesmos não temos um consenso sobre o que é conhecimento suficiente. E não, o diploma não basta para atestar, nem é um começo. Eu conheci muita gente com diploma, muita mesmo, que não servia nem pra escrever manual de sistema.
Que fique claro, eu não sou contra formação superior, não acho que seja inútil, nem incentivo ninguém a fazer cursinho de programação e dispensar a faculdade.
Sou contra dar do meu dinheiro pra sustentar um bando de vadio que não vai fazer nada por mim e muito pelos incompetentes incapazes de escrever manuais e na falta de coisa melhor pra fazer vai ficar criando normas pra dizer como eu devo trabalhar. Eu que programo há quatorze anos, vou ter que acatar decisões de meia duzia de engravatados que nunca trabalharam com desenvolvimento na vida?
Ou vocês pensam que quem vai conduzir o conselho são os profissionais de referência no mercado? Não, esses tem mais o que fazer do que passar a mão na cabeça de incompetentes.
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A questão não é que todo cliente é ignorante, a questão é que existem clientes ignorantes e esses não podem ser penalizados.Só pra constar, erros médicos, os mais absurdos, acontecem todos os dias no Brasil. E o que acontece com quem os comete? Pela sua lógica os prejudicados ou suas famílias estariam protegidos pela lei. E se ela falhasse lá estaria o CRM para garantir a justiça a quem sofreu a perda.
Eu não seria contra um conselho se ele atestasse que um profissional tem ou não conhecimento suficiente para trabalhar com desenvolvimento, mas nós mesmos não temos um consenso sobre o que é conhecimento suficiente. E não, o diploma não basta para atestar, nem é um começo. Eu conheci muita gente com diploma, muita mesmo, que não servia nem pra escrever manual de sistema.
Que fique claro, eu não sou contra formação superior, não acho que seja inútil, nem incentivo ninguém a fazer cursinho de programação e dispensar a faculdade.
Sou contra dar do meu dinheiro pra sustentar um bando de vadio que não vai fazer nada por mim e muito pelos incompetentes incapazes de escrever manuais e na falta de coisa melhor pra fazer vai ficar criando normas pra dizer como eu devo trabalhar. Eu que programo há quatorze anos, vou ter que acatar decisões de meia duzia de engravatados que nunca trabalharam com desenvolvimento na vida?
Ou vocês pensam que quem vai conduzir o conselho são os profissionais de referência no mercado? Não, esses tem mais o que fazer do que passar a mão na cabeça de incompetentes.
Não é porque você não sabe que não acontece:
http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/materia/220451
http://www.crmpr.org.br/Medico+com+CRM+no+Parana+e+Sao+Paulo+tem+registro+cassado+11+6024.shtml
Existem vários e vários processos de cassação, só que por uma característica de qualquer processo de cassação é necessário uma denúncia, além do que, deve-se julgar duas coisas em um processo de cassação, se houve imperícia, e se houve ma fé, se ficar apenas no primeiro caso, o CRM não denúncia ao Ministério Público e dependendo da extensão do dano, é aplicada uma determinada punição, caso ocorra o segundo caso também, serão outros procedimentos.
A questão é, ótimo, todo mundo conhece maus profissionais, mas o que foi feito para tirá-los do mercado?
E quanto quem escreve as normas técnicas, elas geralmente são baseadas no que se considera boas práticas no mercado, e estas não são estáticas, são atualizáveis, justamente para evoluir juntamente com as novas tecnologias, uma norma não é restritiva, ela é uma orientação, que reúne alguns dados e requisitos mínimos para a execução de serviços. Fique tranquilo, quanto quem escreve as normas, pois esses são bons profissionais, você deveria se preocupar mais é com quem administra os conselhos, isso sim é um problema, mas insisto, um conselho com problemas é melhor do que conselho nenhum.
E um conselho, por mais severo que seja, como a OAB, que aplica uma prova pesada para habilitar profissionais, não tem capacidade de avaliar se um profissional está apto ou não para exercer uma profissão, mas um conselho pode restringir e julgar casos éticos e técnicos, através de uma junta, se houve imperícia ou não, e esse julgamento, pode tirar maus profissionais do mercado.
Desses links q vc postou só um trata de erros medicos e é de 2009, os outros são fraudes de alguma forma. São as exceções que confirmam a regra. Os conselhos são corporativistas.
Não é porque você não sabe que não acontece:
http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/materia/220451
http://www.crmpr.org.br/Medico+com+CRM+no+Parana+e+Sao+Paulo+tem+registro+cassado+11+6024.shtml
Desses links q vc postou só um trata de erros medicos e é de 2009, os outros são fraudes de alguma forma. São as exceções que confirmam a regra. Os conselhos são corporativistas.
Esses links são da primeira página do Google, e o único que você viu fala de apenas 127 casos de cassação de um único conselho, além do mais, se for ver até o fim da matéria, vai ler que esses processos correm em sigilo, justamente para não denegrir ninguém injustamente.
Mais dois casos:
Agora só me responda uma coisa, se eu fizer um sistema, totalmente porco, que tenha várias falhas, que gere prejuízo para uma pessoa, quem vai me impedir de trabalhar na profissão?
Bem, essa troca de links é sem sentido. Você mesmo já disse que os conselhos são corporativistas.
E pra piorar no nosso caso, nós não temos um modelo de normas a ser seguido. Temos vários, mas não concordamos em nenhum. E acho improvável que haja nos próximos anos.
E pra usar esse argumento de que o conselho protegeria o cliente seria necessário que o próprio cliente estivesse reivindicando alguem para poder reclamar. Mas eles não estão, eles contratam quem querem, por quanto acharem que deve. Se o resultado for ruim eles podem recorrer a justiça. Essa conversa de que o cliente é coitadinho não cola pra nossa área.
Esses dias eu estava vendo um designer profissional (pelo menos se dizia) reclamando horrores do pessoal do wedologos.com. Ele tava indignado, dizendo que o site estava acabando com a profissão (vendendo servicos de logo e identidade visual a partir de 200 reais).
Se o cara tem uma empresa pequena, ta começando e acha uma oportunidade como essa, putz que show. Ele consegue uma logo legal, o cara que fez a logo consegue divulgar o trabalho dele e melhorar, e tudo bem. Qual o problema nisso?
Se o designer é fraco e fez uma porcaria de trabalho, mas o dono da empresa gostou, pronto, resolvido. Mas não, vai um que deve ter feito escola de artes em Paris ficar chorando pedindo por favor pra regulamentar a profissão de designer. Até músico já vi chorando por causa de regulamentação.
Agora eu pergunto: esse cara que pagou 200 reais por uma logo, iria pagar 10.000,00 pra um super designer fazê-la? Lógico que não, iria no máximo escreve o nome da empresa com uma fonte diferente e é isso aí.
Seria justo a empresa pequena não poder contratar designer nenhum e o designer iniciante não pegar trabalho nenhum porque um conselho resolveu que o valor mínimo para um logo é 5.000 reais?
Com programação é a mesma coisa. O cara que contrata um sobrinho peagapezeiro, não contrataria um programador que ganha mais de 6 mil por mes. Se voce tirar o direito dele de contratar o sobrinho ele fica no Excel. Isso você acha certo?
O mercado é pequeno, acontece muito da empresa ter alguém que conheça o candidato. Não é impedido mesmo, mas vai se limitar por quem busca referências.
http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/03/promotor-lamenta-punicao-branda-para-erro-medico-pena-e-muito-leve.htmlBem, essa troca de links é sem sentido. Você mesmo já disse que os conselhos são corporativistas.
Essas notícias só provam que os conselhos são falhos, justamente por não fazerem mais vezes o que estou defendendo, que punam os maus profissionais, conclusão, melhor meia justiça do que justiça nenhuma rs
E pra piorar no nosso caso, nós não temos um modelo de normas a ser seguido. Temos vários, mas não concordamos em nenhum. E acho improvável que haja nos próximos anos.
E pra usar esse argumento de que o conselho protegeria o cliente seria necessário que o próprio cliente estivesse reivindicando alguem para poder reclamar. Mas eles não estão, eles contratam quem querem, por quanto acharem que deve. Se o resultado for ruim eles podem recorrer a justiça. Essa conversa de que o cliente é coitadinho não cola pra nossa área.
Esses dias eu estava vendo um designer profissional (pelo menos se dizia) reclamando horrores do pessoal do wedologos.com. Ele tava indignado, dizendo que o site estava acabando com a profissão (vendendo servicos de logo e identidade visual a partir de 200 reais).
Se o cara tem uma empresa pequena, ta começando e acha uma oportunidade como essa, putz que show. Ele consegue uma logo legal, o cara que fez a logo consegue divulgar o trabalho dele e melhorar, e tudo bem. Qual o problema nisso?
Se o designer é fraco e fez uma porcaria de trabalho, mas o dono da empresa gostou, pronto, resolvido. Mas não, vai um que deve ter feito escola de artes em Paris ficar chorando pedindo por favor pra regulamentar a profissão de designer. Até músico já vi chorando por causa de regulamentação.
Agora eu pergunto: esse cara que pagou 200 reais por uma logo, iria pagar 10.000,00 pra um super designer fazê-la? Lógico que não, iria no máximo escreve o nome da empresa com uma fonte diferente e é isso aí.
Seria justo a empresa pequena não poder contratar designer nenhum e o designer iniciante não pegar trabalho nenhum porque um conselho resolveu que o valor mínimo para um logo é 5.000 reais?
Com programação é a mesma coisa. O cara que contrata um sobrinho peagapezeiro, não contrataria um programador que ganha mais de 6 mil por mes. Se voce tirar o direito dele de contratar o sobrinho ele fica no Excel. Isso você acha certo?
Conselhos são corporativistas por hábito, não por conceito, o hábito não invalida o conceito.
O piso da categoria não é estritamente necessário ao conselho de classe, podem inclusive ser separados, mas vamos por partes:
O seu amigo que estava reclamando não pode culpar o conselho por causa disso, mesmo que houvesse um conselho de classes para designers (não sei se existe ou não) e ainda sim houvesse alguma notação de responsabilidade técnica, neste caso não existe vínculo empregatício entre quem compra o logo e o site que você citou, logo é uma relação comercial e a empresa pratica o preço que achar melhor, eu posso vender um sistema de 50 reais, mas ainda sim ter um funcionário que não ganha um salário de fome, isso tem mais relação com processo produtivo do que qualquer outra coisa. O piso salarial não invalida a relação comercial, da forma que for.
Agora o contrário é válido, se eu contratar um designer “caro”, e detectar que o serviço do cara é ruim, eu posso recorrer ao tal conselho e apresentar todo o serviço apresentado e solicitar uma punição.
Com a programação a figura muda um pouco, existem sistemas e sistemas, um sistema que processa folha de pagamento, transações de crédito, previdência, saúde, necessitam de mais cuidado, realmente, um sobrinho phpzeiro vai fazer um serviço limitado, mas de responsabilidade baixa, quase nula, é algo localizado, o conselho até pode atuar nesse caso, porém entra em outra questão, a questão de necessidade, quando é algo pequeno demais, os prejuízos são pequenos demais para que exista um investimento ou até mesmo uma fiscalização, mas a questão não são os sobrinhos phpzeiros, nunca foram, mas sim os sistemas que integrem com funções de risco, como as do governo, e os sistemas de alta responsabilidade e criticidade, um sistema de pagamento sempre vai ser algo que deve ser dado maior atenção, não é optativo, mesmo que seja um sistema pequeno, pois seu processamento envolve terceiros.
Se um sistema gera prejuízos a alguém, a empresa que o utiliza sempre é a responsável pelos prejuízos, mas sem a responsabilidade técnica, é impossível detectar os culpados pelo projeto, e fica impossível de se reaver qualquer prejuízo, pois não existe norma que defina um projeto.
O mercado é pequeno, acontece muito da empresa ter alguém que conheça o candidato. Não é impedido mesmo, mas vai se limitar por quem busca referências.
Mas não tem peso de lei, se eu não utilizar um mínimo de ética, ainda sim não sofro punições profissionais.
O mercado é pequeno, acontece muito da empresa ter alguém que conheça o candidato. Não é impedido mesmo, mas vai se limitar por quem busca referências.
Mas não tem peso de lei, se eu não utilizar um mínimo de ética, ainda sim não sofro punições profissionais.
E precisa ter peso de lei? Nada deve te impedir de trabalhar na profissão desse jeito.
Mas fazendo sistemas assim, em que empresa você conseguirá se manter? Que clientes você conseguirá ter?
Eu acho que esse é um dos principais pontos - que jamais foi argumentado.
Outro ponto foi o que levantei, nós já temos mecanismos certificadores diversos: ISO, CMMI, MPS…
Que fazem o papel de aferir qualidade técnica com muito mais eficácia do que um conselho faria.
Quem não poderia exercer a profissão se uma regulamentação exigisse diploma de informática:
E essa lista, contendo pessoas importantíssimas para a área, estaria só no começo…
Quem não poderia exercer a profissão se uma regulamentação exigisse diploma de informática:
- Donald Kuth: Que se graduou em física e fez PHD em Matemática. Criador de um dos principais livros de estruturas de dados;
- Edsger Dijkstra: Que também é matemático. Criador do algoritmo de caminho mínimo, condenou o goto entre várias outras realizações;
- Dennis Ritchie: Formado em matemática e criador da linguagem C;
- Anders Hejlsberg: Criador do pascal, do Delphi e do C#. Cursou computação, mas não se graduou;
- Tim Berners-Lee: Criador da www. Graduado em física.
- Brian Kernighan: Um dos criadores do Unix e autor de um dos primeiros livros de C com o Richie. Graduado em física.
E essa lista, contendo pessoas importantíssimas para a área, estaria só no começo…
Em outras palavras, não teríamos TI…
Quem não poderia exercer a profissão se uma regulamentação exigisse diploma de informática:
- Donald Kuth: Que se graduou em física e fez PHD em Matemática. Criador de um dos principais livros de estruturas de dados;
- Edsger Dijkstra: Que também é matemático. Criador do algoritmo de caminho mínimo, condenou o goto entre várias outras realizações;
- Dennis Ritchie: Formado em matemática e criador da linguagem C;
- Anders Hejlsberg: Criador do pascal, do Delphi e do C#. Cursou computação, mas não se graduou;
- Tim Berners-Lee: Criador da www. Graduado em física.
- Brian Kernighan: Um dos criadores do Unix e autor de um dos primeiros livros de C com o Richie. Graduado em física.
E essa lista, contendo pessoas importantíssimas para a área, estaria só no começo…
O curso que fiz de CC na UNESP não exisitiria, porque a maioria dos professores de lá são engenheiros e matemáticos …
Seria bom o mundo sem TI. (Brincadeira contra a sociedade atual…)
Você vai ter que acatar decisões de gerentes que nunca desenvolveram quando vende sua mão de obra.
Não tem muito o que fazer sobre isso, a não ser decidir não vender sua mão de obra.
Quem não poderia exercer a profissão se uma regulamentação exigisse diploma de informática:
- Donald Kuth: Que se graduou em física e fez PHD em Matemática. Criador de um dos principais livros de estruturas de dados;
- Edsger Dijkstra: Que também é matemático. Criador do algoritmo de caminho mínimo, condenou o goto entre várias outras realizações;
- Dennis Ritchie: Formado em matemática e criador da linguagem C;
- Anders Hejlsberg: Criador do pascal, do Delphi e do C#. Cursou computação, mas não se graduou;
- Tim Berners-Lee: Criador da www. Graduado em física.
- Brian Kernighan: Um dos criadores do Unix e autor de um dos primeiros livros de C com o Richie. Graduado em física.
E essa lista, contendo pessoas importantíssimas para a área, estaria só no começo…
Essas pessoas são conhecidas por sua contribuição para a área na forma de produtos de software, livros, algoritmos.
Eles não seriam afetadas em nada visto que elas não vendem sua mão de obra no mercado. 
Em outras palavras, não teríamos TI…
E o que tem a ver Donald Knuth, Edsger Dijkstra e Dennis Ritchie com TI? 
Em outras palavras, não teríamos TI…
E o que tem a ver Donald Knuth, Edsger Dijkstra e Dennis Ritchie com TI? :D
Deixa eu desenhar: antes de existir a área, não existia cursos específicos na área, então TODOS os precursores eram formados em matemática, física, engenharia, etc. Então não poderiam atuar na área…
Em outras palavras, não teríamos TI…
E o que tem a ver Donald Knuth, Edsger Dijkstra e Dennis Ritchie com TI? :D
Deixa eu desenhar: antes de existir a área, não existia cursos específicos na área, então TODOS os precursores eram formados em matemática, física, engenharia, etc. Então não poderiam atuar na área…
Eu que programo há quatorze anos, vou ter que acatar decisões de meia duzia de engravatados que nunca trabalharam com desenvolvimento na vida?
Você vai ter que acatar decisões de gerentes que nunca desenvolveram quando vende sua mão de obra.
Não tem muito o que fazer sobre isso, a não ser decidir não vender sua mão de obra.
Você tem razão na maioria dos casos da relação diretores/desenvolvedor.
Mas eu me relaciono com eles fornecendo as informações necessárias para eles tomarem as decisões estratégicas. As técnicas quem toma é a equipe técnica. Se eles dizem o que, nós dizemos como.
Quem não é técnico não toma decisão técnica.
Eu que programo há quatorze anos, vou ter que acatar decisões de meia duzia de engravatados que nunca trabalharam com desenvolvimento na vida?
Você vai ter que acatar decisões de gerentes que nunca desenvolveram quando vende sua mão de obra.
Não tem muito o que fazer sobre isso, a não ser decidir não vender sua mão de obra.
Você tem razão na maioria dos casos da relação diretores/desenvolvedor.
Mas eu me relaciono com eles fornecendo as informações necessárias para eles tomarem as decisões estratégicas. As técnicas quem toma é a equipe técnica. Se eles dizem o que, nós dizemos como.
Quem não é técnico não toma decisão técnica.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.
Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Outra vantagem de vender código é que criar novos serviços e bens de consumo gera empregos enquanto vender mão de obra elimina empregos na medida que gerentes são capazes de explorar a tecnologia pra produzir cada vez mais com o mesmo número de funcionários (ou manter a produção ao mesmo tempo que demitem).
Que é melhor ser patrão do que ser empregado isso é indiscutível. O difícil é fazer pingar uns 20 mil/mês para capitalizar uma empresa e garantir ao menos a mistura no almoço. Porque código por código, na Internet, tem um monte, e de graça, eu queria saber quem é que vai pagar por algo que já tem aos montes, de graça. Agora, se estivermos falando de produtos/serviços em forma de software, aí sim, a história é outra. Nesse caso, existem outros fatores para determinar o sucesso do produto/serviço, e tem a ver muito mais com marketing ou conhecer algum nicho de mercado do que saber escrever código em si. É o tipo de habilidade que não está no core de skills do desenvolvedor médio. Enfim, não e para todo mundo.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.
Claro que desenvolver software não é pra todo mundo e a maioria prefere ser alimentado na boquinha por gerentes, mas isso não é problema por que de todo esse peso morto o mercado toma conta.
Estou alertando aqueles que querem algo melhor pra si, pra entenderem que vender código é melhor que vender mão de obra, e contando que aquele que tem o conhecimento e a motivação vai perceber a oportunidade.
Claro que desenvolver software não é pra todo mundo e a maioria prefere ser alimentado na boquinha por gerentes, mas isso não é problema por que de todo esse peso morto o mercado toma conta.Estou alertando aqueles que querem algo melhor pra si, pra entenderem que vender código é melhor que vender mão de obra, e contando que aquele que tem o conhecimento e a motivação vai perceber a oportunidade.
mas mostra um exemplo aí de quem compra código, um só.
Deixa eu desenhar: antes de existir a área, não existia cursos específicos na área, então TODOS os precursores eram formados em matemática, física, engenharia, etc. Então não poderiam atuar na área…
Exatamente.
Tem caras que vieram depois, como o Anders Hejlsberg, que não tem faculdade.
O fato é: você deveria querer cursar uma faculdade por que ela representa um diferencial importante para seu currículo, e porque ela é um atalho para sua formação.
Não porque a lei exige.
Hoje já é mais ou menos assim. Ser autoditata é possível mas, unanimemente, é um caminho mais árduo a se seguir.
Claro que desenvolver software não é pra todo mundo e a maioria prefere ser alimentado na boquinha por gerentes, mas isso não é problema por que de todo esse peso morto o mercado toma conta.Estou alertando aqueles que querem algo melhor pra si, pra entenderem que vender código é melhor que vender mão de obra, e contando que aquele que tem o conhecimento e a motivação vai perceber a oportunidade.
Você fala como se não houvesse risco nenhum em vender código. E como se, da noite para o dia, qualquer um pudesse sair vendendo código, e haveria milhares de empresas prontas para comprar qualquer coisa que você oferecesse. A realidade é longe disso.
Há muitos riscos em empreender, especialmente no Brasil. Até por isso, a maioria prefere ir para uma indústria. Além disso, nem toda empresa é ruim para se trabalhar, e nem todo mundo que trabalha em empresa é “peso morto”.
Mas para gerar empregos é preciso alguém que lhe venda mão de obra, certo? E aí veja a contradição: o cara resolve montar um negócio porque é radicalmente contra os programadores venderem mão de obra (apenas medíocres fazem isso!). Só que para o negócio funcionar ele vai precisar contratar gente que aceite vender sua mão de obra. E aí, vai colocar um medíocre para criar o seu produto?
Alguém pode se dedicar a tentar lançar o Próximo Grande App © da Internet e ficar rico com isso. Pensando no indivíduo isso é um objetivo válido, mas não se pode generalizar para toda a população de desenvolvedores a regra “ser um bom profissional = ter o próprio negócio ou trabalhar em uma startup cool”. As grandes e pequenas empresas vão continuar precisando de seus sistemas, sistemas desenvolvidos por grandes equipes contratadas. E querendo ou não são essas empresas que fazem o dinheiro, são os funcionários delas que vão comprar seu aplicativo ou que vão visitar seu site.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.
Alguém pode se dedicar a tentar lançar o Próximo Grande App © da Internet e ficar rico com isso. Pensando no indivíduo isso é um objetivo válido, mas não se pode generalizar para toda a população de desenvolvedores a regra “ser um bom profissional = ter o próprio negócio ou trabalhar em uma startup cool”.
Pois é. Nem todo analista de sistemas quer se dedicar por essas coisas.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
Em relacao a criancas, foi reforçando pelo que eu mesmo falei do exemplo do gerente que só faz o papel de mandar e intermediar ou o “chefe babá”.Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.
Você tem razão nesse aspecto. Mas acho que ele está se referindo a gerentes inúteis de fábrica de softwares que só fazem o papel de intermediar e mandar, e não o gerente cliente da atividade fim a qual temos que respeitar as decisões sim como você falou, que é o importante de fato, TI é só o meio.Com certeza ele está. E concordo com ele. Concordo também quando ele fala que vender código é melhor que vender mão de obra.
Mas isso, da mesma forma que dizer que se não gosta da empresa, vá pra outra, é bem mais fácil de falar do que de fazer.
Tanto deixar de vender mão de obra, quanto sair de uma empresa ruim para ir para uma boa, pode levar anos. A gente sempre fala, procure uma empresa melhor, mas na verdade o certo seria dizer: Comece a se preparar melhor para logo ser aceito num empresa melhor.
Então, para quem trabalha, numa empresa com gerente inúteis eu digo: “Mude de empresa”. O que ná prática siginifica: “Comece a levar sua profissão mais a sério par que você possa daqui a um ano ou dois encontrar uma empresa melhor.”
Ou, então, faça mais para ser promovido, e faça diferente para melhorar a empresa.
Acho que o ideal é fazermos o melhor para nossas vidas primeiramente. Para a empresa os resultados vem de um bom ambiente, estrutura, cultura de relacionamento humano, escolha de bons profissionais e não lidar com os profissionais como se fossem crianças.
Onde foi dito para fazer isso, de tratar profissionais como se fossem crianças?
Pode explicar melhor essa de primeiramente fazer o melhor para nossas vidas? Sempre achei que isso ocorre concomitantemente…
Em relacao a criancas, foi reforçando pelo que eu mesmo falei do exemplo do gerente que só faz o papel de mandar e intermediar ou o “chefe babá”.Em relacao a “primeiramente buscar o melhor para nossas vidas”, foi por você ter falado “faça diferente para melhorar a empresa”. Acho que ao invés de se desdobrar pela empresa “ruim”, melhor já entrar num lugar que seja o melhor para a pessoa, então fica primeiramente bom pra ela. Quem tem que se esforçar por históricos problemas estruturais da empresa é o empreendedor. Quem opta por ser empregado geralmente não quer lidar com desvantagens do lado empreendedor. Cada lado aproveita suas vantagens.
O que faz a diferença sempre é o fator humano. Essa de a empresa de um lado e o funcionário de outro, é antigo, velho, arcaico. O que faz diferença, é o que a pessoa agrega além do que está sendo paga para fazer. Isso é muito diferente de se matar pela empresa e se esquecer de si próprio. Veja os casos de sucesso de pessoas que entraram em um cargo baixo e subiram até os mais altos.