Tabelas InnoDB não são uma gambiarra, são um dos vários tipos de tabela que o MySQL suporta, cada uma com características específicas.
Dizer toda aplicação coorporativa tem que usar oracle é bem absurdo. MySQL e derivados atendem muito bem grande parte das aplicações, e se você contar custo/benefício geralmente se sai bem melhor que o Oracle.
Em compensação, em ambientes com uma necessidade de ferramentas analíticas ad-hoc como BI, SGBDs precisam 9por enquanto) ter muitos recursos, e o ROacle e até a porcaria do SQL Server têm muita coisa. Eu não vejo motivos para alguém usar um SGBD Oracle numa aplicação pequena onde você deve definir o SGBD usado. Em boa parte dos casos vão dizer ‘usa aquele oracle’, e apontam prum servidor que 1 milhaod e aplicações usam, daí você geralemtne se envolve num inferno de discussões com um DBA inconsequente.
Não digam “verdades absolutas” sem conhecer os dois lados. Já trabalhei com boa parte dos SGBDs citados e garanto que cada um tem seu uso.
A critério de curiosidade, trabalho numa aplicação que gerencia
por volta de 50.000 telefones celulares. Isso significa processar e registrar ligações, o que dá mais de 3 milhões de registros em tabela 20 de campos e cheia de relacionamentos só de histórico. Essa aplicação usa MySQL para informações analíticas e um SGBD proprietário daqui para processamento em tempo real.
Vale a pena estudar Oracle, SQL Server, mySQL, PostgreSQL, DB2 (que acho que não foi citado, mas é um puta banco) e tudo mais, mas a dica semrpe é: CONCEITOS. Tablesspaces, SPs, triggers… isso todos ou quase todos têm, então se você entender o que é antes de entender como configurar, vai pdoer passar o conhecimento de um apra o outro fácil. Trabalhei numa consultoria pequena onde cada cliente tinha um SGBD, e sei a barra que é isso.
[]s