Nuvem negra se aproximando?

101 respostas
B

Galera,

Bom dia.

Algum tempo já estou vendo essa reação, porém, não consigo mais fechar os olhos para isso.

Na consultoria que estou trabalhando, uma consultoria muito conhecida aqui em SP. Nossa equipe Java estava com 10 pessoas em 2011. Hoje, sobrou eu e mais dois.

Não bastando isso, meu Gestor me colocou para trabalhar em um projeto .Net (mais parte de analise mesmo) dentro da Fabrica, e ainda me disse: “Cara, aqui só o seu esta garantido”.

Em relação a equipe .Net tinha 20 pessoas em 2011, agora esta com 35 pessoas.

Conversando com o Gerente de Projetos da equipe de .Net, ele me disse que uma empresa muito grande de “Vale Refeição” trocou todos os projetos em Java, MessageBroker para .Net por isso a demanda esta muito grande.

Conversando com um amigo que trabalha em uma empresa grande de Engenharia de Trafego, ele comentou comigo que o mesmo cenario esta ocorrendo por la. Porém, o pessoal trabalhava com C/C++ e estão migrando para .Net

Hoje resolvi abrir o jogo com meu Gestor e pedi a real situacao para ele em relação aos projetos Java aqui empresa:

[09:33:09] bestlinux: Tava conversando com um amigo meu…que é Gestor tb…ele tava comentando comigo que o pessoal ta migrando muito do Java para .Net
[09:33:19] bestlinux: inclusive a parte comercial das empresas
[09:33:36] bestlinux: Você acha que a XXXXX ta partindo para isso tb ?
[09:33:41] bestlinux: Conversando com o JJ ontem
[09:33:54] bestlinux: ele comentou comigo que a XXXX ta arrancando tudo q tem de Java la
[09:33:59] bestlinux: e migrando para .Net
[09:34:20] Jimmy Page: cara… eu vejo o seguinte
[09:34:43] Jimmy Page: um profissional java, além de ser mais raro, é bem mais caro que um .Net
[09:35:03] Jimmy Page: então, um mesmo projeto java, acaba saindo as vezes 3x mais do que um .Net
[09:35:19] Jimmy Page: isso, atualmente com o mercado oscilando
[09:35:36] Jimmy Page: pode contribuir para essa diminuição
[09:35:46] Jimmy Page: a XXXX, tem clientes em Java
[09:35:54] Jimmy Page: mas… se eles mudarem de tecnologia,
[09:36:02] Jimmy Page: com certeza mudarão os profissionais

O que vocês acham deste cenario ? Isso já aconteceu alguma vez na empresa que vocês trabalham ?

101 Respostas

G

Bom dia,

Ao meu ver eh mais um atributo que o profissional deve possuir. Se voce eh programador Java, tera que saber C# (sob a ótica da empresa) e vice versa. Uma jogada para, como sempre, conter gastos e absorver recursos de mão de obra.

[]'s

M

cara,eu acredito que a melhor forma de ver isso seria acessando o apinfo e verificando a quantidade de vagas anunciadas em cada uma na ultima semana…

pra ser honesto aqui na empresa onde trabalho, também em sp, também ta meio pouca a demanda para java, mas a demanda maior aqui sempre foi c++ e nem trabalhamos com .net, nem creio que sirva de referência…

L

maior_abandonado:
cara,eu acredito que a melhor forma de ver isso seria acessando o apinfo e verificando a quantidade de vagas anunciadas em cada uma na ultima semana…

pra ser honesto aqui na empresa onde trabalho, também em sp, também ta meio pouca a demanda para java, mas a demanda maior aqui sempre foi c++ e nem trabalhamos com .net, nem creio que sirva de referência…

sua empresa trabalha com hardware?

H

Do mesmo modo que tem empresas rancando fora a tecnologia deles e migrando para java. ^^

Vai da escolha de cada chefe de equipe. [=

R

Profissional java mais raro que .net? sei não hein…

J

jakefrog:
Do mesmo modo que tem empresas rancando fora a tecnologia deles e migrando para java. ^^

Vai da escolha de cada chefe de equipe. [=

Onde trabalho está acontecendo isso. Dispensando coisas Microsoft e adotando Linux + Java. Sério.

A

Hoje em dia é tudo custo … vem um cliente te pede um projeto , vc tem 02 equipes , onde a produtividade da equipe .net é mellhor que a java e ainda sua equipe .net é boa o suficiente para trabalhar com qualquer segmento, ter qualidade nos códigos e ainda vc ter lucro sobre isto, qual é a tecnologia que vc vende para o seu cliente ? portanto o que ser deve fazer nestes casos é mudar a pergunta :

Será que sua empresa não esta vendendo .net ? e não mais java ?

R

Não quero fugir muito do tema do tópico, mas acho que é relevante.

Vocês acham ruim um profissional se especializar somente me Java, ou somente em .Net?

resumindo… focar em ser muito bom em uma só

B

Aleksandro:
Hoje em dia é tudo custo … vem um cliente te pede um projeto , vc tem 02 equipes , onde a produtividade da equipe .net é mellhor que a java e ainda sua equipe .net é boa o suficiente para trabalhar com qualquer segmento, ter qualidade nos códigos e ainda vc ter lucro sobre isto, qual é a tecnologia que vc vende para o seu cliente ? portanto o que ser deve fazer nestes casos é mudar a pergunta :

Será que sua empresa não esta vendendo .net ? e não mais java ?

Cara, já pensei nisso muitas vezes. E acredito que a resposta seja: Sim. Por causa do custo do profissional.

W

Eu acho engracado quando os programadores Java falam que profissionais Java sao mais caros que .NET
O que eu vejo por ai e por experiencia propria e que ou os salarios sao mais ou menos os mesmos ou .NET sao bem mais altos.

Eu nao vou falar quanto eu ganho, mas quando eu migrei de Java para .NET meu salario aumentou pelo menos 3000 reais (fazendo a conversao para reais), ja estou quase 4 anos trabalhando com .NET e eu tive aumento de salario todos os anos.

Na minha opiniao, os desenvolvedores Java querem encontrar uma justificativa para o enfraquecimento da plataforma. E sinceramente, desenvolvedor .NET nao eh barato.

//Daniel

H

windsofhell:

Eu acho engracado quando os programadores Java falam que profissionais Java sao mais caros que .NET
O que eu vejo por ai e por experiencia propria e que ou os salarios sao mais ou menos os mesmos ou .NET sao bem mais altos.

Eu nao vou falar quanto eu ganho, mas quando eu migrei de Java para .NET meu salario aumentou pelo menos 3000 reais (fazendo a conversao para reais), ja estou quase 4 anos trabalhando com .NET e eu tive aumento de salario todos os anos.

Na minha opiniao, os desenvolvedores Java querem encontrar uma justificativa para o enfraquecimento da plataforma. E sinceramente, desenvolvedor .NET nao eh barato.

//Daniel

Certa vez me falou isso um gerente de projeto que estava migrando seus projetos de delphi (tinham uns 6 projeto grandes) para web. Ele me falou que escolhou .net por ser mais barato a hora/programador.

Bem, eu ouvi isso mas não sei na prática como é. ^^

B

windsofhell:

Eu acho engracado quando os programadores Java falam que profissionais Java sao mais caros que .NET
O que eu vejo por ai e por experiencia propria e que ou os salarios sao mais ou menos os mesmos ou .NET sao bem mais altos.

Eu nao vou falar quanto eu ganho, mas quando eu migrei de Java para .NET meu salario aumentou pelo menos 3000 reais (fazendo a conversao para reais), ja estou quase 4 anos trabalhando com .NET e eu tive aumento de salario todos os anos.

Na minha opiniao, os desenvolvedores Java querem encontrar uma justificativa para o enfraquecimento da plataforma. E sinceramente, desenvolvedor .NET nao eh barato.

//Daniel

Aqui pelo contrario. .Net é mais barato. Bom, tudo depende de empresa para empresa.

A

bestlinux:
Aleksandro:
Hoje em dia é tudo custo … vem um cliente te pede um projeto , vc tem 02 equipes , onde a produtividade da equipe .net é mellhor que a java e ainda sua equipe .net é boa o suficiente para trabalhar com qualquer segmento, ter qualidade nos códigos e ainda vc ter lucro sobre isto, qual é a tecnologia que vc vende para o seu cliente ? portanto o que ser deve fazer nestes casos é mudar a pergunta :

Será que sua empresa não esta vendendo .net ? e não mais java ?

Cara, já pensei nisso muitas vezes. E acredito que a resposta seja: Sim. Por causa do custo do profissional.

As vezes o custo “pode” ser a mesma coisa valor / hora ou .net ser até maior em alguns casos , porém a produtividade tem um forte impacto nos valores finais do projeto e claro custo é apenas uma variavel entre tantas outras que são levadas em consideração na hora de montar um time de desenvolvimento e vender o seu produto (facilidade de encontrar profissionais no mercado, treinamento, certificação, plataforma , arquitetura , entre outras …) então penso assim, se uma empresa tem contrato com MS e já possui uma arquitetura que suporte as aplicação(servidores IIS, etc…) não há porque investir em java , agora se você vende serviço independente da plataforma e ou linguagem … qual é a lucratividade final de um projeto feito em java e outro em .net praticado pela consultoria onde você trabalha? , pode ter certeza o alto escalão deve fazer estas perguntas todos os dias…aos GP da vida …rs…

B

Aleksandro:
bestlinux:
Aleksandro:
Hoje em dia é tudo custo … vem um cliente te pede um projeto , vc tem 02 equipes , onde a produtividade da equipe .net é mellhor que a java e ainda sua equipe .net é boa o suficiente para trabalhar com qualquer segmento, ter qualidade nos códigos e ainda vc ter lucro sobre isto, qual é a tecnologia que vc vende para o seu cliente ? portanto o que ser deve fazer nestes casos é mudar a pergunta :

Será que sua empresa não esta vendendo .net ? e não mais java ?

Cara, já pensei nisso muitas vezes. E acredito que a resposta seja: Sim. Por causa do custo do profissional.

As vezes o custo “pode” ser a mesma coisa valor / hora ou .net ser até maior em alguns casos , porém a produtividade tem um forte impacto nos valores finais do projeto e claro custo é apenas uma variavel entre tantas outras que são levadas em consideração na hora de montar um time de desenvolvimento e vender o seu produto (facilidade de encontrar profissionais no mercado, treinamento, certificação, plataforma , arquitetura , entre outras …) então penso assim, se uma empresa tem contrato com MS e já possui uma arquitetura que suporte as aplicação(servidores IIS, etc…) não há porque investir em java , agora se você vende serviço independente da plataforma e ou linguagem … qual é a lucratividade final de um projeto feito em java e outro em .net praticado pela consultoria onde você trabalha? , pode ter certeza o alto escalão deve fazer estas perguntas todos os dias…aos GP da vida …rs…

Cara, na verdade é o seguinte. Eu trabalho em Fabrica de Software. Eles vendem de tudo aqui. Se amanha aparece um projeto em Fox Pro, a area comercial vai fazer seus calculos e amanha vai ter 3 profissionais Fox Pro trabalhando neste projeto.

A questão é: Estão aparecendo bem menos demanda em Java do que em .Net

Acho que não envolve questão de prossionais aqui e sim, de mercado mesmo, se não tem demanda em Java, do que adianta ter uma equipe altamente especializada e “cara” ?

W

bestlinux:
windsofhell:

Eu acho engracado quando os programadores Java falam que profissionais Java sao mais caros que .NET
O que eu vejo por ai e por experiencia propria e que ou os salarios sao mais ou menos os mesmos ou .NET sao bem mais altos.

Eu nao vou falar quanto eu ganho, mas quando eu migrei de Java para .NET meu salario aumentou pelo menos 3000 reais (fazendo a conversao para reais), ja estou quase 4 anos trabalhando com .NET e eu tive aumento de salario todos os anos.

Na minha opiniao, os desenvolvedores Java querem encontrar uma justificativa para o enfraquecimento da plataforma. E sinceramente, desenvolvedor .NET nao eh barato.

//Daniel

Aqui pelo contrario. .Net é mais barato. Bom, tudo depende de empresa para empresa.

Sei la, se as pessoas quiserem contratar uma empresa fundo de quintal que trabalha com .NET e tem um monte de programador junior e estagiario pra fazer um sistema, claro que vai ser mais barato que uma empresa mais conceituada que trabalha com Java. E vice-versa!!!

E na real, o Brasil esta cheio de empresa fundo de quintal!!! E no final do dia, muita gente prefere pagar pouco e ter uma qualidade duvidosa do que pagar mais caro e ter um produto de qualidade.

//Daniel

A

eu comecei com C/C++, fui para Java e já trabalhei com .Net tb (C#), mas isso pq minha especialidade é INTEGRAÇÃO de sistemas. e nesse caso vc não pode se dar ao luxo de saber apenas 1 linguagem.

Os profissionais de .Net que conheci (trabalhei pouco mais de 1 ano com .Net), a maioria não sabia o que estava fazendo, isso não quer dizer que são burros, quer dizer que o ambiente de desenvolvimento guia eles pelo caminho, mas se vc precisar sair da linha normal, vc terá vários problemas.

Posso dizer que dos mais ou menos 30 profissionais que trabalhei de .Net, apenas 5 eram realmente bons, pois eles se preocupavam em entender como a coisa funciona, não apenas saiam usando os wizards e pronto.

O que ninguém fala, é que o valor hora do projeto .Net é menor, isso é fato, mas ninguém coloca na conta o custo da estrutura, licenças de software, hardware, etc.

Quanto a questão de se especializar, sempre é bom vc se especializar em pelo menos uma linguagem, mas nunca ficar preso a ela, eu estudo outras linguagens por hobby, e várias vezes, aprender uma nova linguagem me fez olhar para o processo de desenvolvimento de forma diferente, ou ter idéias novas para resolver problemas. Acho que todos deveriam tentar uma nova linguagem de vez em quando, pois eu acho que quando vc aprender a programar, vc aprende primeiro a lógica, depois a linguagem, ou pelo menos comigo foi assim, então a linguagem é o que menos importa; se vc conseguir visualizar o problema, vai conseguir implementar a solução em qualquer linguagem.

A

bestlinux:
Aleksandro:
bestlinux:
Aleksandro:
Hoje em dia é tudo custo … vem um cliente te pede um projeto , vc tem 02 equipes , onde a produtividade da equipe .net é mellhor que a java e ainda sua equipe .net é boa o suficiente para trabalhar com qualquer segmento, ter qualidade nos códigos e ainda vc ter lucro sobre isto, qual é a tecnologia que vc vende para o seu cliente ? portanto o que ser deve fazer nestes casos é mudar a pergunta :

Será que sua empresa não esta vendendo .net ? e não mais java ?

Cara, já pensei nisso muitas vezes. E acredito que a resposta seja: Sim. Por causa do custo do profissional.

As vezes o custo “pode” ser a mesma coisa valor / hora ou .net ser até maior em alguns casos , porém a produtividade tem um forte impacto nos valores finais do projeto e claro custo é apenas uma variavel entre tantas outras que são levadas em consideração na hora de montar um time de desenvolvimento e vender o seu produto (facilidade de encontrar profissionais no mercado, treinamento, certificação, plataforma , arquitetura , entre outras …) então penso assim, se uma empresa tem contrato com MS e já possui uma arquitetura que suporte as aplicação(servidores IIS, etc…) não há porque investir em java , agora se você vende serviço independente da plataforma e ou linguagem … qual é a lucratividade final de um projeto feito em java e outro em .net praticado pela consultoria onde você trabalha? , pode ter certeza o alto escalão deve fazer estas perguntas todos os dias…aos GP da vida …rs…

Cara, na verdade é o seguinte. Eu trabalho em Fabrica de Software. Eles vendem de tudo aqui. Se amanha aparece um projeto em Fox Pro, a area comercial vai fazer seus calculos e amanha vai ter 3 profissionais Fox Pro trabalhando neste projeto.

A questão é: Estão aparecendo bem menos demanda em Java do que em .Net

Acho que não envolve questão de prossionais aqui e sim, de mercado mesmo, se não tem demanda em Java, do que adianta ter uma equipe altamente especializada e “cara” ?

Bom vc tem razão neste sentido …porém a diferença é que hj FSW tem aos montes por ae , ou seja, a concorrência tbm é um fator forte neste cenário , as vezes demanda pode ter ou não … agora é evidente que o mercado esta procurando muitos profissionais em java , acho até mais que em .net por exemplo , agora resta saber se estes profissionais são para manter sistemas ou criar novos sistemas ? se for para manter sistemas talvez nem chegue na FSW onde vc trabalha , entende ?

L

digaoneves:
Não quero fugir muito do tema do tópico, mas acho que é relevante.

Vocês acham ruim um profissional se especializar somente me Java, ou somente em .Net?

resumindo… focar em ser muito bom em uma só

Não é ruim… é péssimo, sempre se deve procurar focar nas coisas que lhe dão mais abrangência…

E se observarem .NET é uma copia bem descarada do java…

M

luistiagos:
digaoneves:
Não quero fugir muito do tema do tópico, mas acho que é relevante.

Vocês acham ruim um profissional se especializar somente me Java, ou somente em .Net?

resumindo… focar em ser muito bom em uma só

Não é ruim… é péssimo, sempre se deve procurar focar nas coisas que lhe dão mais abrangência…

Nisso eu vou descordar um pouco…

Quando vc sabe que tem um problema cardiaco, vai procruar um clínico geral ou um cardiologista?

TI é a mesma coisa, se vc quer ganhar dinheiro de verdade tem que se focar, se especializar, Java e .NET são mundos diferentes, ÓBVIO que só java nao te garante o pão, tem que conhecer bancos de dados, html, css se for pra web, resumindo, ter outras NOÇÕES, mas FOCO é em um só! Quanto mais focado, mais especialista, mais vc vai ganhar, pois mais raro vc será. Basta comparar um arquiteto certificado java com uma pessoa que é dessas que “sabe de tudo”, quem ganha mais? Quem é mais raro? Quem é mais requisitado?

R

Outra coisa que eu acho que pode ser um fator importante…

eu trabalhava em uma empresa e ficava alocado, o que eu recebia era 8% do valor que o cliente pagava à consultoria pra me ter la.

Não vou entrar nos méritos de baixos salários, ou empresas exploradoras, que não vem ao caso, e não era o caso…

mas o valor do projeto está muito além do salário do desenvolvedor, na minha opinião

B

digaoneves:
Outra coisa que eu acho que pode ser um fator importante…

eu trabalhava em uma empresa e ficava alocado, o que eu recebia era 8% do valor que o cliente pagava à consultoria pra me ter la.

Não vou entrar nos méritos de baixos salários, ou empresas exploradoras, que não vem ao caso, e não era o caso…

mas o valor do projeto está muito além do salário do desenvolvedor, na minha opinião

Meu amigo…infelizmente, isso é a coisa mais normal do mundo.

Não me surprende um profissional alocado ser o suficiente para pagar o salario de dois desenvolvedores.

F

Os contratos Java são mais caros porque em geral exigem pessoal mais qualificado, não somente para desenvolvimento, mas para infra também. A infra tem Unix, Oracle, Cisco, integração com Cobol…

B

windsofhell:

Eu acho engracado quando os programadores Java falam que profissionais Java sao mais caros que .NET
O que eu vejo por ai e por experiencia propria e que ou os salarios sao mais ou menos os mesmos ou .NET sao bem mais altos.

Eu nao vou falar quanto eu ganho, mas quando eu migrei de Java para .NET meu salario aumentou pelo menos 3000 reais (fazendo a conversao para reais), ja estou quase 4 anos trabalhando com .NET e eu tive aumento de salario todos os anos.

Na minha opiniao, os desenvolvedores Java querem encontrar uma justificativa para o enfraquecimento da plataforma. E sinceramente, desenvolvedor .NET nao eh barato.

//Daniel

Como disse o Aleksandro, pode ser que programadores Java são mais caros pq são menos produtivos e não necessariamente pq ganham mais.

B

Pode ser pra vc, mas com certeza não é para o mercado.

B

luistiagos:

E se observarem .NET é uma copia bem descarada do java…

Exato! Espera o mercado começar abandonar objetos e adotar linguagens funcionais pra vcs verem o que é nuvem negra se aproximando.

Até agora só estou vendo eles trocarem 6 por meia dúzia.

R

Tem um grande cliente de uma consultoria que eu trabalhava que pedia os projetos todos em java e a maioria dos projetos eram projetos web. Conversando com um colega que ainda está lá, ele me disse que mais ou menos de uns dois anos pra cá os projetos novos são quase todos desenvolvidos utilizando ruby on rails e nos últimos meses começaram a fazer alguns pedidos de alocação de profissionais que saibam python com django. A maioria da demanda para profissionais java é para manutenção de sistemas legados escritos em java. A plataforma ainda é utilizada, porém parece que apenas quando os projetos são bem maiores. O que parece é que eles utilizam java apenas para os projetos grandes, e ror ou python para projetos médios e pequenos. Outra coisa que ainda tem bastante demanda é para projetos que utilizam a suite soa da oracle, e neste caso também é necessário conhecer java para fazer algumas coisas.

R

Botocudo:
luistiagos:

E se observarem .NET é uma copia bem descarada do java…

Exato! Espera o mercado começar abandonar objetos e adotar linguagens funcionais pra vcs verem o que é nuvem negra se aproximando.

Até agora só estou vendo eles trocarem 6 por meia dúzia.

Isso ja ta começando… não explodiu ainda mas ja da pra ver os vestígios…

posso estar enganado, mas se não me engano o twitter era feito em ruby, e agora tem uma parte implementada em Scala…

outros exemplos grandes também, FourSquare, LinkedIn…

R

luistiagos:
Não é ruim… é péssimo, sempre se deve procurar focar nas coisas que lhe dão mais abrangência…

Se vc tá falando de empregabilidade tudo bem,mas eu creio que os maiores $$ são pra especialização(consultoria SAP,Oracle etc)

B

digaoneves:

Isso ja ta começando… não explodiu ainda mas ja da pra ver os vestígios…

posso estar enganado, mas se não me engano o twitter era feito em ruby, e agora tem uma parte implementada em Scala…

outros exemplos grandes também, FourSquare, LinkedIn…

Você tem razão. Estava me referindo ao mercado como todo, incluindo empresas comuns, não de tecnologia.

Esta última são rápidas em adotar novas linguagens, mas infelizmente não existem no Brasil.

M

luistiagos:
maior_abandonado:
cara,eu acredito que a melhor forma de ver isso seria acessando o apinfo e verificando a quantidade de vagas anunciadas em cada uma na ultima semana…

pra ser honesto aqui na empresa onde trabalho, também em sp, também ta meio pouca a demanda para java, mas a demanda maior aqui sempre foi c++ e nem trabalhamos com .net, nem creio que sirva de referência…

sua empresa trabalha com hardware?

telecomunicações… basicamente o processamento de grandes massas de informação é feito em c++ e parte web em java…

quanto a estar sendo menos usado, eu fiz o teste que falei, fui la na apinfo, busquei as vagas deste ano (de 01/01/12 até 30/03/12, hoje), no estado de sp, que estamos tanto o criador do tópico quanto eu (que também muito me interesso por este resultado), fiz 3 buscas de vagas com as seguintes palavras chaves e resultados:

“java”: 1008 resultados.
“c#”: 574 resultados.
“.net”: 1182 resultados.

Simples assim… vagas com a palavra java estão aparecendo uma quantidade de vezes pouco menor que todas que se refiram a toda a plataforma .net (o que na prática quase tudo ai vai ser c# e vb.net), e está aparecendo quase o dobro das vezes que a palavra “c#”… anteriormente eu ja fiz essa consulta outras vezes até apra postar aqui no forum já que de tempo em tempo aparece alguém com essas dúvidas, e de memória acredito que a quantidade de retorno para cada um estava proporcional ao que aconteceu hoje, então uma não está “crescendo mais do que a outra” também, e eu não estou trabalhando com especulações, mas sim fatos, então acredito que aqueles de nós que só conhecem a plataforma java ainda não precisem ficar desesperados …

V

Em 16 anos de informática, já vi o Clipper cair, já vi o Delphi cair, já vi o VB cair. Plataformas que em sua época foram grandes marcos, e que muita gente apostou que durariam para sempre. E aposto que verei muitas outras, e não me surpreenderia se o Java for uma delas.

É claro que ainda existe demanda para profissionais nessas áreas, mas são para casos específicos, manutenções.

Se você é um profissional que entende de linguagem, e não de informática, deve ter medo mesmo.
Por isso vivo repetindo. Aprenda a ser um bom programador. Tenha sólidos conceitos de OO, de estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento. E entenda de uma vez por todas que a linguagem nada mais é do que uma ferramenta, e que aquele monte de “coisa que não é prática” que você ignorou na faculdade era, no final, o que realmente importava.

B

ViniGodoy:
Em 16 anos de informática, já vi o Clipper cair, já vi o Delphi cair, já vi o VB cair. Plataformas que em sua época foram grandes marcos, e que muita gente apostou que durariam para sempre. E aposto que verei muitas outras, e não me surpreenderia se o Java for uma delas.

É claro que ainda existe demanda para profissionais nessas áreas, mas são para casos específicos, manutenções.

Se você é um profissional que entende de linguagem, e não de informática, deve ter medo mesmo.
Por isso vivo repetindo. Aprenda a ser um bom programador. Tenha sólidos conceitos de OO, de estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento. E entenda de uma vez por todas que a linguagem nada mais é do que uma ferramenta, e que aquele monte de “coisa que não é prática” que você ignorou na faculdade era, no final, o que realmente importava.

++

L

ViniGodoy:
Em 16 anos de informática, já vi o Clipper cair, já vi o Delphi cair, já vi o VB cair. Plataformas que em sua época foram grandes marcos, e que muita gente apostou que durariam para sempre. E aposto que verei muitas outras, e não me surpreenderia se o Java for uma delas.

É claro que ainda existe demanda para profissionais nessas áreas, mas são para casos específicos, manutenções.

Se você é um profissional que entende de linguagem, e não de informática, deve ter medo mesmo.
Por isso vivo repetindo. Aprenda a ser um bom programador. Tenha sólidos conceitos de OO, de estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento. E entenda de uma vez por todas que a linguagem nada mais é do que uma ferramenta, e que aquele monte de “coisa que não é prática” que você ignorou na faculdade era, no final, o que realmente importava.

isso aí :slight_smile:

A

Concordo que o que temos que nos apegar é na base, na OO, Padrões de Projeto, Engenharia de Software, Testes, Lógica, mas o fato é que o .NET só foi melhorando, .NET 3.5 e 4.0 matou a pau, Visual C# como linguagem em si(não estou me referindo a multiplataforma) evoluiu bem mais que Java, na questão de multiplataforma já é possivel desenvolver com o .NET também, se você cria aplicações Windows com Visual Studio elas terão desempenho bom(ao contrário do Java), se desenvolve pra Web existe o ASP.NET Web Forms que já é um framework consagrado pra criações de aplicações web, temos o MVC pra desenvolvimento web no padrão Model View Controller, pra mapeamento de Dados temos Entity Framework, NHibernate.

Enfim temos todas essas tecnologias, que trabalham de forma integrada com Windows(Querendo vocês ou não é a plataforma da maioria dos sistemas), fora que temos Windows Azure que se desenvolve com multiplas linguagens e a microsoft cada vez mais aderindo aos padrões abertos.

V

Também acho que houve uma estagnação grande por parte do Java. Empresa nenhuma que está falindo (como ocorreu por tantos anos com a Sun) investe em inovação.
O importante é que um programador preparado simplesmente vai trabalhar com .Net, ou com sei lá o que estiver despontando, sem considerar isso um grande trauma.

Se a linguagem para você é uma ideologia… bem, vc também estará em maus lençóis.

D

bestlinux:
ViniGodoy:
Em 16 anos de informática, já vi o Clipper cair, já vi o Delphi cair, já vi o VB cair. Plataformas que em sua época foram grandes marcos, e que muita gente apostou que durariam para sempre. E aposto que verei muitas outras, e não me surpreenderia se o Java for uma delas.

É claro que ainda existe demanda para profissionais nessas áreas, mas são para casos específicos, manutenções.

Se você é um profissional que entende de linguagem, e não de informática, deve ter medo mesmo.
Por isso vivo repetindo. Aprenda a ser um bom programador. Tenha sólidos conceitos de OO, de estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento. E entenda de uma vez por todas que a linguagem nada mais é do que uma ferramenta, e que aquele monte de “coisa que não é prática” que você ignorou na faculdade era, no final, o que realmente importava.

++

acho que a maioria dos programadores tem solidos conceitos de OO, estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento.

mesmo esses programadores sendo excelente nisso tudo…ele vai precisar de uma ferramenta… e é nessa hora de dominar a ferramenta que a coisa complica

as empresas hoje contratam por ferramentas pois ja cobram por padrão os conhecimentos citados la em cima…elas diferenciam os profissionais pela ferramenta usada…

para ser Professor de Faculdade/Arquiteto/Gerente, isso “talves” não seja cobrado…mas para uma vaga de programador/analista/desenvolvedor/whatever eles querem a ferramenta…

V

Definitivamente não é o que tenho visto nem no mercado, nem nesse fórum.

douglaskd:

para ser Professor de Faculdade/Arquiteto/Gerente, isso “talves” não seja cobrado…mas para uma vaga de programador/analista/desenvolvedor/whatever eles querem a ferramenta…

Nunca tive problemas em ser recontratado. E recentemente saí de um emprego Java para um C#.

Se você realmente entende do que faz, vai saber se portar numa entrevista. É claro que tem empresa que vai te negar a vaga mas, se a empresa dá mais valor a ferramenta do que à computação, é até melhor você nem ter entrado por lá…

Dominar a ferramenta é um diferencial? Claro. Mas você vai ficar impressionado o quanto é fácil dominar qualquer ferramenta se você souber bem os conceitos.

D

Definitivamente não é o que tenho visto nem no mercado, nem nesse fórum.

douglaskd:

para ser Professor de Faculdade/Arquiteto/Gerente, isso “talves” não seja cobrado…mas para uma vaga de programador/analista/desenvolvedor/whatever eles querem a ferramenta…

Nunca tive problemas em ser recontratado. E recentemente saí de um emprego Java para um C#.

Se você realmente entende do que faz, vai saber se portar numa entrevista. É claro que tem empresa que vai te negar a vaga mas, se a empresa dá mais valor a ferramenta do que à computação, é até melhor você nem ter entrado por lá…

Dominar a ferramenta é um diferencial? Claro. Mas você vai ficar impressionado o quanto é fácil dominar qualquer ferramenta se você souber bem os conceitos.

mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

G

Definitivamente não é o que tenho visto nem no mercado, nem nesse fórum.

douglaskd:

para ser Professor de Faculdade/Arquiteto/Gerente, isso “talves” não seja cobrado…mas para uma vaga de programador/analista/desenvolvedor/whatever eles querem a ferramenta…

Nunca tive problemas em ser recontratado. E recentemente saí de um emprego Java para um C#.

Se você realmente entende do que faz, vai saber se portar numa entrevista. É claro que tem empresa que vai te negar a vaga mas, se a empresa dá mais valor a ferramenta do que à computação, é até melhor você nem ter entrado por lá…

Dominar a ferramenta é um diferencial? Claro. Mas você vai ficar impressionado o quanto é fácil dominar qualquer ferramenta se você souber bem os conceitos.

mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

Eu também sou partidário de que “escovar o bit” seja um diferencial! Não para mim, para as empresas que nos contratam.

[]'s

R

douglaskd:

mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

acho que vocês estão falando de vagas em níveis diferentes hehehehe…

D

Sempre trabalhei com C#, conheço um pouco de Java da faculdade e coisinhas pessoais, mas nada no âmbito profissional.

Bom hoje fiz uma entrevista para uma vaga inicialmente anunciada para Java, porém me falaram que tem coisas em C# também, eu gostei, quero migrar para Java por uma questão de carreira, mas adoro .Net e se puder trabalhar com os 2 seria ótimo, tomara que de certo essa vaga.

Sobre o mercado, recentemente fiz um curso de Ruby On Rails na caelum, gostei bastante, é impressionante a agilidade que se tem na criação de sistemas web simples, sem grandes complexidades. E para falar a verdade, boa parte dos projetos vendidos por aí são assim, cruds enfeitados digamos.

A real é que os projetos andam muito caros, mesmo com o leilão de projetos acontecendo entre as consultorias - quem cobrar menos leva - ainda assim os valores estão altos. Dei uma olhada nos valores que minha empresa cobrou para alguns projetos e fiquei abismado. E o pior, coisas simples.

O dia que os clientes começarem a ver que existem alternativas viáveis e com custo baixo para determinados sistemas, ai a rapaziada vai ter que começar a se preocupar.

B

A verdade é que mercado cobra pela ferramenta porque é o conhecimento mais fácil de avaliar por meio de entrevista, certificações, aplicando testes, etc.

Infelizmente conceitos de OO, estruturas de dados, e outras coisas que deveriam ser básicas não são necessárias para trabalhar com Java, por isso não são cobrados pelas empresas.

A

douglaskd:
mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

Mas o que o Vini tah falando não é de “conhecimentos gerais”, mesmo. É conhecimento específico e sólido, em OO, por exemplo. O grande caso é que se você for realmente bom em OO, você vai ser em qualquer linguagem desse paradigma, e tem uma gama grande aí de linguagens: Java, C#, Ruby, Smalltalk, C++… Aprender as nuances da linguagem é o de menos.

M

claaaro, estes conceitos como o viny disse são importantes, são as bases, concordo inclusive que é um diferencial a pessoa ter esse perfil, o problema é que além de pouca gente ter esse perfil, dos que tem a metade tem perfil acadêmico, conhece design patterns, OO, arquitetura mas não programam, não tem experiência construindo alguma coisa, aplicando estes conhecimentos e conhecimento prático que só vem com isso… nisso sinto muito, mas conhecer a ferramenta conta, e não é pouco … conhecer a linguagem, o framework em questão… etc … e é o que as empresas precisam… claro que o individuo precisa saber o que está acontecendo naquele cenário, mas ele precisa ser produtivo, mais do que saber a forma mais elegante de resolver problema, ele precisa saber resolver problemas e estar acostumado a resolver estes problemas… resumindo, o mais importante é que tudo conta… o maior dos problemas é que geralmente ou as pessoas são especialistas demais, conhecendo só aquilo, só java por exemplo, ou são generalistas demais, não sendo especialistas em nada…

B

digaoneves:
douglaskd:

mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

acho que vocês estão falando de vagas em níveis diferentes hehehehe…

Mas 99% das vagas pede isso mesmo. O que o Vini falou de estudar a base é muito bonito, mas não vai ajudar arrumar emprego.

A

Botocudo:
digaoneves:
douglaskd:

mas a grande maioria das vagas pedem assim: 2 anos de experiência na linguagem X

dificilmente acha-se vagas pedindo conhecimentos e conceitos gerais de informática em linguagens de programação…

acho que vocês estão falando de vagas em níveis diferentes hehehehe…

Mas 99% das vagas pede isso mesmo. O que o Vini falou de estudar a base é muito bonito, mas não vai ajudar arrumar emprego.

A porcentagem coincide com o número de empresas de TI que são medíocres.

V

Eu estou falando não só em decorar os conceitos acadêmicos, mas saber aplicá-los. Decorar a teoria não é ter conceito sólido.
Tem gente que passa meses usando o Spring, sem saber nem sequer como é organizado e, principalmente, porque ele é organizado daquela forma.

Se você começa a entender os porques, começa a notar que frameworks em outras linguagens são similares. Ou começa a identificar facilmente como esses outros frameworks diferenciaram para tratar problemas específicos.

Eu vivo repetindo aqui no GUJ, que não adianta programar por copy&paste, ou por tentativa e erro. Também não adianta papagaiar o que os veteranos dizem, só pq um cara “mais forte” que você disse aquilo. Um bom programador tem que saber o porque das coisas, e tem que saber do que ele abre mão quando escolhe essa ou aquela abordagem.

E, claro, um bom programador também procura conhecer as ferramentas diferentes da dele, sem pré-conceito.

Esse tipo de pessoa, consegue se dar bem em qualquer entrevista. Você pode mostrar ao seu contratador que tem conhecimento sólido em outras linguagens e plataformas, e que poderia desempenhar o papel que ele te propõe. Em boa parte dos casos, será possível mudar de área. Até porque, hoje em dia o número de frameworks é tão grande, que nenhum contratador sério pode esperar que um cara saiba exatamente tudo o que a empresa solicitou.

Você só será excluído dos cargos onde a necessidade de conhecimento muito profundo da ferramenta se justifique: geralmente vagas que envolvem a necessidade de otimização, ou hardware.

Além disso, é a capacidade de resolver problemas de maneira rápida, eficiente e elegante que faz com que você suba de cargo. Comece a mostrar para seu contratador que os problemas que você resolve são muito mais complexos que o da maioria, e certamente você terá emprego.

F

Vini, poucos irão realmente entender o que vc está tentando dizer; muito embora você esteja com a razão.

Acredito que o mercado leva as pessoas a pensar desta maneira; como foi dito basta ver os anúncios das vagas e as entrevistas então é de lascar. Ainda estamos em uma época que se vc fizer um código rebuscado que poucos conseguem entender será considerado o bonzão da computação. O código ainda passa a noção de domínio bem antes da ideia ou entendimento sobre o processo.

Sou imediatamente entendido quando digo “trabalho com Java” (poderia ser C# ou outra rsrsr), se disser “trabalho com TI” percebo um ponto de interrogação enorme na cabeça das pessoas.

flws

A

não tenho a bagagem que vcs tem em desenvolvimento e muito menos condições de opinar em meio a tantos profissionais.

Mas mesmo começando eu concordo inteiramente com o Vini,
quero começar na área o mais rapido possivel, mas tenho um problema
não consigo estudar nada novo sem antes dominar o que estou aprendendo
consequencia: estudei OO varias vezes com diversas apostilas e abordagens, e ainda estudo
comecei agora a parte web em Java, e ficou mais complicado ainda

É tanta coisa que preciso parar o tempo todo e voltar para entender tudo.

Acredito que uma base sólida em “desenvolvimento” e não em linguagem x, é essencial para quem quer ter uma carreira de sucesso.

O

Concordo em absoluto com cada palavra do ViniGoy. É provavelmente o cara de maior lucidez no GUJ.

Mas relativo ao tópico, me surpreende muito a surpresa por parte de vocês… Isso que está ocorrendo é absolutamente normal, ISSO É O MERCADO, isso é “bussiness”, nada mais. No momento que uma determina plataforma não for mais interessante para o mercado, gradativamente será retirada do mesmo. A história nos prova isso, como o Vini falou antes. Mas aí entra a questão dos conceitos sólidos citados pelo Vini… Quem tem, nada teme.

E dentro do contexto do desenvolvimento de software, quem ingressa na “role” de “DEV” deve mais do que ninguém estar ciente que isso é absolutamente normal. Quem não quer de cinco em cinco anos estar se atualizando ou migrando de tecnologia, busque se especializar em outra “role”, como gerência de projeto, “tester” ou outro. Pegue um “DEV” com 20 anos ou mais de experiência e pergunte-o todas as tecnologias que trabalhou, serão muitas. Felizmente ou infezmente isso faz parte da vida de “DEV”.

M

Eu estou falando não só em decorar os conceitos acadêmicos, mas saber aplicá-los. Decorar a teoria não é ter conceito sólido.
Tem gente que passa meses usando o Spring, sem saber nem sequer como é organizado e, principalmente, porque ele é organizado daquela forma.

Se você começa a entender os porques, começa a notar que frameworks em outras linguagens são similares. Ou começa a identificar facilmente como esses outros frameworks diferenciaram para tratar problemas específicos.

Eu vivo repetindo aqui no GUJ, que não adianta programar por copy&paste, ou por tentativa e erro. Também não adianta papagaiar o que os veteranos dizem, só pq um cara “mais forte” que você disse aquilo. Um bom programador tem que saber o porque das coisas, e tem que saber do que ele abre mão quando escolhe essa ou aquela abordagem.

E, claro, um bom programador também procura conhecer as ferramentas diferentes da dele, sem pré-conceito.

Esse tipo de pessoa, consegue se dar bem em qualquer entrevista. Você pode mostrar ao seu contratador que tem conhecimento sólido em outras linguagens e plataformas, e que poderia desempenhar o papel que ele te propõe. Em boa parte dos casos, será possível mudar de área. Até porque, hoje em dia o número de frameworks é tão grande, que nenhum contratador sério pode esperar que um cara saiba exatamente tudo o que a empresa solicitou.

Você só será excluído dos cargos onde a necessidade de conhecimento muito profundo da ferramenta se justifique: geralmente vagas que envolvem a necessidade de otimização, ou hardware.

Além disso, é a capacidade de resolver problemas de maneira rápida, eficiente e elegante que faz com que você suba de cargo. Comece a mostrar para seu contratador que os problemas que você resolve são muito mais complexos que o da maioria, e certamente você terá emprego.

eu concordo bastante com você quanto a que é importante conhecer o funcionamento do framework, saber como funciona por baixo e saber por que é daquele jeito, a diferenciação, todo esse grupo de detalhes, mas discordo muito que o mercado de valor a isso (gostaria muito de concordar) e discordo que uma pessoa que tenha esse conhecimento simplesmente se de bem em qualquer entrevista, na verdade a entrevista depende de mais coisas, aliás a entrevista costuma depender mais dessas outras coisas:

o que eu vejo nas vagas de emprego e no que é cobrado nas entrevistas não é arquitetura, não é conhecimentos reais de design patterns, é uma lista nomes de frameworks e ferramentas que não costuma ser pequena… ao contrario, a mairoia mesmo pra pleno por exemplo poe várias perguntinha de scjp, inclusive aquelas que você praticamente nunca usa na prática…

ir bem na entrevista depende também de(quando não depende “mais de”) habilidades sociais que aliás muitas vezes são o lado mais fraco ou pelo menos mais fraco do que o lado técnico de quem tem tanto conhecimento técnico…

para se pensar

diferentemente, acho que estas habilidades normalmente mantem o emprego, não o conquistam.

B

Eu estou falando não só em decorar os conceitos acadêmicos, mas saber aplicá-los. Decorar a teoria não é ter conceito sólido.
Tem gente que passa meses usando o Spring, sem saber nem sequer como é organizado e, principalmente, porque ele é organizado daquela forma.

Se você começa a entender os porques, começa a notar que frameworks em outras linguagens são similares. Ou começa a identificar facilmente como esses outros frameworks diferenciaram para tratar problemas específicos.

Eu vivo repetindo aqui no GUJ, que não adianta programar por copy&paste, ou por tentativa e erro. Também não adianta papagaiar o que os veteranos dizem, só pq um cara “mais forte” que você disse aquilo. Um bom programador tem que saber o porque das coisas, e tem que saber do que ele abre mão quando escolhe essa ou aquela abordagem.

E, claro, um bom programador também procura conhecer as ferramentas diferentes da dele, sem pré-conceito.

Esse tipo de pessoa, consegue se dar bem em qualquer entrevista. Você pode mostrar ao seu contratador que tem conhecimento sólido em outras linguagens e plataformas, e que poderia desempenhar o papel que ele te propõe. Em boa parte dos casos, será possível mudar de área. Até porque, hoje em dia o número de frameworks é tão grande, que nenhum contratador sério pode esperar que um cara saiba exatamente tudo o que a empresa solicitou.

Você só será excluído dos cargos onde a necessidade de conhecimento muito profundo da ferramenta se justifique: geralmente vagas que envolvem a necessidade de otimização, ou hardware.

Além disso, é a capacidade de resolver problemas de maneira rápida, eficiente e elegante que faz com que você suba de cargo. Comece a mostrar para seu contratador que os problemas que você resolve são muito mais complexos que o da maioria, e certamente você terá emprego.

eu concordo bastante com você quanto a que é importante conhecer o funcionamento do framework, saber como funciona por baixo e saber por que é daquele jeito, a diferenciação, todo esse grupo de detalhes, mas discordo muito que o mercado de valor a isso (gostaria muito de concordar) e discordo que uma pessoa que tenha esse conhecimento simplesmente se de bem em qualquer entrevista, na verdade a entrevista depende de mais coisas, aliás a entrevista costuma depender mais dessas outras coisas:

o que eu vejo nas vagas de emprego e no que é cobrado nas entrevistas não é arquitetura, não é conhecimentos reais de design patterns, é uma lista nomes de frameworks e ferramentas que não costuma ser pequena… ao contrario, a mairoia mesmo pra pleno por exemplo poe várias perguntinha de scjp, inclusive aquelas que você praticamente nunca usa na prática…

ir bem na entrevista depende também de(quando não depende “mais de”) habilidades sociais que aliás muitas vezes são o lado mais fraco ou pelo menos mais fraco do que o lado técnico de quem tem tanto conhecimento técnico…

para se pensar

diferentemente, acho que estas habilidades normalmente mantem o emprego, não o conquistam.

Resumindo: Aprenda a ser social para manter seu emprego.

R

aí vem aquela sensação de que não importa o quanto você está estudando… você precisa estudar mais! rsrs

ou até… precisa estudar melhor!

B

Felizmente isso é um fenômeno temporário. Acredito que a tendência com tempo é que o próprio usuário do software seja capaz de fazer o trabalho que antes era destinado a um “profissional de ferramenta”.

Já está acontecendo hoje com a idéia de software/plataforma/infra-estrutura como serviço.

L

Felizmente isso é um fenômeno temporário. Acredito que a tendência com tempo é que o próprio usuário do software seja capaz de fazer o trabalho que antes era destinado a um “profissional de ferramenta”.

Já está acontecendo hoje com a idéia de software/plataforma/infra-estrutura como serviço.

Eu acho realmente isto muito difícil de acontecer… a menos que inventem a magica e o botão fazer tudo que traduz sua mente em magica que cria o software, se não esqueça!

M

bestlinux:

Resumindo: Aprenda a ser social para manter seu emprego.

a um certo tempo atras eu estava aqui na empresa onde trabalho atualmente e estavam perto de mim a minha chefe conversando com outro funcionário de longa data da empresa, e ela estava falando pra ele que tinha lido na veja (acho que era essa a revista) que atualmente o nosso mercado estava buscando profissionais com principalmente o lado comportamental desenvolvido, por que o lado comportamental não é como o técnico que da para se ensinar bem mais fácil para alguém o lado técnico…

eu não acho que ela estava de toda errada, o lado comportamental não da para se ensinar ao menos não facilmente, e isso é muito importante mesmo, só achei que ela de certa forma menospreza a capacidade do funcionário de “escovar bits”, muitos gerentes e o pessoal do RH não consideram coisas como isso… alias é uma coisa bem difícil de identificar mesmo especialmente para um leigo…

ja vi gente aqui no guj comentando que conhecia gente que conhecia mais do que ele, manjava muito e descobriu que essa pessoa ganhava menos que ele mesmo, inclusive me parece comum que as pessoas que tem habilidades sociais são as que ganham mais não as que tem mais conhecimento…

V


eu concordo bastante com você quanto a que é importante conhecer o funcionamento do framework, saber como funciona por baixo e saber por que é daquele jeito, a diferenciação, todo esse grupo de detalhes, mas discordo muito que o mercado de valor a isso (gostaria muito de concordar) e discordo que uma pessoa que tenha esse conhecimento simplesmente se de bem em qualquer entrevista, na verdade a entrevista depende de mais coisas, aliás a entrevista costuma depender mais dessas outras coisas:

o que eu vejo nas vagas de emprego e no que é cobrado nas entrevistas não é arquitetura, não é conhecimentos reais de design patterns, é uma lista nomes de frameworks e ferramentas que não costuma ser pequena… ao contrario, a mairoia mesmo pra pleno por exemplo poe várias perguntinha de scjp, inclusive aquelas que você praticamente nunca usa na prática…

ir bem na entrevista depende também de(quando não depende “mais de”) habilidades sociais que aliás muitas vezes são o lado mais fraco ou pelo menos mais fraco do que o lado técnico de quem tem tanto conhecimento técnico…

Sim, o lado social não pode ser deixado de lado mesmo. Acho que numa entrevista, se brincar, ele conta tanto quanto seu conhecimento técnico.

Agora, cuidado ao dizer que o que as empresas cobram é o que põe nas vagas de emprego. Muitas empresas põe na vaga o profissional ideal, que gostariam que batesse à porta. Ou então, põe a tecnologia que gostariam que o profissional soubesse, mas farão uma investigação mais profunda na entrevista. A entrevista vai contar muito, e o caboclo demonstrar segurança e conseguir responder bem as perguntas que lhe são propostas é um grande diferencial.

Nas entrevistas, vão te questionar geralmente sobre os projetos que já participou e, ter conhecimento das tecnologias que usou, por que usou, e como usou ajudam nessa argumentação. Só dizer que você chegava na empresa, batia o ponto e fazia o que foi mandado não é diferencial para ninguém. Agora, argumentar com solidez suas decisões de design, ou mesmo mostrar que você entende porque sua chefia tomou as decisões que tomou, é.

Outro fato é que, se você é um programador tecnicamente competente, provavelmente irá crescer em seu emprego. Um programador que sabe o que faz programa mais rápido, gera menos erros e perde menos tempo apanhando com o próprio software. E crescendo, terá o que mostrar no seu currículo, terá projetos interessantes para comentar numa futura entrevista e isso te ajudará a ser contratado.

Finalmente, se você é reconhecido como um profissional realmente competente da sua área, você provavelmente não precisará de processos de contratação elaborados ou longas entrevistas de emprego. Provavelmente, bastará avisar aos seus contatos que você quer trocar de ares… e você terá indicações.

Não discordo com ninguém que é importante conhecer a ferramenta, nem acho que devemos agora ser generalistas ou puramente acadêmicos. Só acho que um programador não pode basear nisso sua carreira. Como a história mostra, mudar de tecnologia é um pré-requisito fundamental para se sobreviver na área. E para se adaptar à mudanças, é importante saber o que você está fazendo.

E, infelizmente, não é o que vejo muito colegas fazendo. Tem muita gente por aí, que está contente em simplesmente “fazer funcionar” com aquelas ferramentas que aprendeu.

PS: Note que na minha lista inicial eu também coloquei como um atributo de um programador aprender a trabalhar em equipe. Networking é, sempre foi, e sempre será um grande diferencial nas contratações.

F

maior_abandonado:
ir bem na entrevista depende também de(quando não depende “mais de”) habilidades sociais que aliás muitas vezes são o lado mais fraco ou pelo menos mais fraco do que o lado técnico de quem tem tanto conhecimento técnico…

Que bom que você incluiu este comentário (inclusive o restante).

Eu diria “ir bem na entrevista e principalmente ao atuar bem no mercado de trabalho”, pasmem conheço pessoas que possuem titulo de doutorado porem possou por dificuldades de conseguir oportunidades por causa da comunicação.

Quando ministrei aulas conheci um professor que era uma fera em computação mas na sala de aula os alunos queriam matar ele; era campeão de reclamações na coordenação. Acho que o melhor aluno dele foi eu…me deu varias dicas quando voltavamos de ônibus e metro para nossas casas rsrsr.

Por incrível que pareça, depois de toda tecnologia injetada neste mundo de meu Deus, o mais difícil é entender o que as pessoas estão querendo dizer de fato.

flws

A

Felizmente isso é um fenômeno temporário. Acredito que a tendência com tempo é que o próprio usuário do software seja capaz de fazer o trabalho que antes era destinado a um “profissional de ferramenta”.

Já está acontecendo hoje com a idéia de software/plataforma/infra-estrutura como serviço.

Sinceramente? Desde que inventaram a linguagem de programação, pensam que o usuário vai ser capaz de fazer o serviço do programador. Como (quase) todos nós nesse fórum temos emprego, dá pra ver que a idéia não emplacou. E eu não vejo onde PaaS, IaaS ou SaaS muda essa equação.

V

O lado social é o que chamamos de fator higiênico. Se você tem, não é o que vai te diferenciar. Se você não tem, você nem será contratado.

Se o cara não sabe se comunicar, nem se manter numa equipe, não irá conseguir emprego em lugar nenhum. Não terá indicações, não irá bem numa entrevista e, se eventualmente conseguir um emprego, ou ele é um cara [color=red]super mega hiper ultra[/color] fodástico, ou será substituído.

B

luistiagos:

Eu acho realmente isto muito difícil de acontecer… a menos que inventem a magica e o botão fazer tudo que traduz sua mente em magica que cria o software, se não esqueça!

Por que você assume que o papel do profissional de ferramenta é criar alguma coisa?

Em todas as empresas que fazem uso deste profissional a tarefa de criação é destinada à analistas, estes inclusive com acesso direto aos clientes.

B

asaudate:

Sinceramente? Desde que inventaram a linguagem de programação, pensam que o usuário vai ser capaz de fazer o serviço do programador. Como (quase) todos nós nesse fórum temos emprego, dá pra ver que a idéia não emplacou. E eu não vejo onde PaaS, IaaS ou SaaS muda essa equação.

Leia meu post novamente. Eu não disse que o usuário vai fazer o trabalho do programador, e sim do profissional de ferramenta.

Achei que estivesse claro que estamos falando de perfis diferentes. Eu me recuso a chamar de programador algo diferente do que foi descrito pelo Vini.

G

Isso não é nuvem negra, é oportunidade! :smiley:

A

Botocudo:
asaudate:

Sinceramente? Desde que inventaram a linguagem de programação, pensam que o usuário vai ser capaz de fazer o serviço do programador. Como (quase) todos nós nesse fórum temos emprego, dá pra ver que a idéia não emplacou. E eu não vejo onde PaaS, IaaS ou SaaS muda essa equação.

Leia meu post novamente. Eu não disse que o usuário vai fazer o trabalho do programador, e sim do profissional de ferramenta.

Achei que estivesse claro que estamos falando de perfis diferentes. Eu me recuso a chamar de programador algo diferente do que foi descrito pelo Vini.

Tudo bem, relí. Postando novamente:

Botocudo:

Felizmente isso é um fenômeno temporário. Acredito que a tendência com tempo é que o próprio usuário do software seja capaz de fazer o trabalho que antes era destinado a um “profissional de ferramenta”.

Já está acontecendo hoje com a idéia de software/plataforma/infra-estrutura como serviço.

Continuo não captando a idéia, poderia explicar um pouco melhor?

B

asaudate:

Continuo não captando a idéia, poderia explicar um pouco melhor?

Tempo necessário para formação de um programador: 10 anos.

Tempo para treinar um usuário em uma ferramenta: 6 meses e caindo.

It’s Evolution, baby!

D

olha…essa história de o usuário criar o próprio programa…eu pago pra ver

as pessoas de outras áreas odeiam computação…

Excel…essa é a ferramenta que você esta comentando que irá nos substituir ?..é o que vejo mais proximo/(longeee) disso…

todas as ferramentas de passo a passo, wizard, com siglas do tipo “CLIQUE AQUI” foram criadas para substituir o pessoal de “suporte a usuário”

mesmo assim…o cara de suporte vai la pra fazer alguma coisa next next finish…tipico NNF…

se realmente há uma profissão que definitivamente nao pode ser substituida…é a da classe automatizadora: Eletronica / Engenharia / Sistemas de informação

somos nós os vilões das história, somos nós que causamos/causaremos demissões…e redução de custo

nós somos o lado negro da força :twisted:

V

Por outro lado é nossa redução de custo que permite que hoje carros, celulares, computadores, etc. Custem tão barato e sejam acessíveis até para classe c e d. No geral o progresso deixa a sociedade mais rica, não mais pobre.

Mesmo na perspectiva local. Reduzir custos permite que empresas cresçam e sobrevivam. Você pode até reduzir funcionários, mas está salvando a empresa como um todo.

E

ViniGodoy:
Em 16 anos de informática, já vi o Clipper cair, já vi o Delphi cair, já vi o VB cair. Plataformas que em sua época foram grandes marcos, e que muita gente apostou que durariam para sempre. E aposto que verei muitas outras, e não me surpreenderia se o Java for uma delas.

É claro que ainda existe demanda para profissionais nessas áreas, mas são para casos específicos, manutenções.

Se você é um profissional que entende de linguagem, e não de informática, deve ter medo mesmo.
Por isso vivo repetindo. Aprenda a ser um bom programador. Tenha sólidos conceitos de OO, de estruturas de dados, de bancos de dados, de testes, de trabalho em equipe, de processos de desenvolvimento. E entenda de uma vez por todas que a linguagem nada mais é do que uma ferramenta, e que aquele monte de “coisa que não é prática” que você ignorou na faculdade era, no final, o que realmente importava.

Curti!!!

B

douglaskd:
olha…essa história de o usuário criar o próprio programa…eu pago pra ver

as pessoas de outras áreas odeiam computação…

Excel…essa é a ferramenta que você esta comentando que irá nos substituir ?..é o que vejo mais proximo/(longeee) disso…

todas as ferramentas de passo a passo, wizard, com siglas do tipo “CLIQUE AQUI” foram criadas para substituir o pessoal de “suporte a usuário”

mesmo assim…o cara de suporte vai la pra fazer alguma coisa next next finish…tipico NNF…

se realmente há uma profissão que definitivamente nao pode ser substituida…é a da classe automatizadora: Eletronica / Engenharia / Sistemas de informação

somos nós os vilões das história, somos nós que causamos/causaremos demissões…e redução de custo

nós somos o lado negro da força :twisted:

Por favor não confunda alhos com bugalhos…

Quem causa demissões são criadores de tecnologia, não programador de framework criando CRUD na web.

R

É… acho que é como o Vini disse,

o profissional que é valorizado é aquele que resolve problemas, de maneira elegante e que sabe os por ques daquilo que fez…
e realmente, se o desenvolvedor é eficiente, progressivamente ele vai crescendo, depois de um tempo trabalhando você descobre que na verdade o programador que simplesmente sabe o que está fazendo (o que deveria ser uma obrigação), tem um diferencial.

Até agora tenho pouco tempo de carreira (pouco mais de 2 anos) e por enquanto não estou tendo problemas com isso, cada problema é uma oportunidade de aprender, e realmente me sinto bem quando resolvo um problema cabeludo hehehe…

E acho também que a troca de tecnologias não é um problema, apesar de amedrontar um pouco (pelo menos a mim).

Vejo que o programador que se interessa no que faz, sempre tenta se manter atualizado, mesmo com frameworks novos, plataformas, etc… e de com certeza vai aparecer aquela linguagem que vai acordar seu interesse também.

F

asaudate:
Botocudo:
asaudate:

Sinceramente? Desde que inventaram a linguagem de programação, pensam que o usuário vai ser capaz de fazer o serviço do programador. Como (quase) todos nós nesse fórum temos emprego, dá pra ver que a idéia não emplacou. E eu não vejo onde PaaS, IaaS ou SaaS muda essa equação.

Leia meu post novamente. Eu não disse que o usuário vai fazer o trabalho do programador, e sim do profissional de ferramenta.

Achei que estivesse claro que estamos falando de perfis diferentes. Eu me recuso a chamar de programador algo diferente do que foi descrito pelo Vini.

Tudo bem, relí. Postando novamente:

Botocudo:

Felizmente isso é um fenômeno temporário. Acredito que a tendência com tempo é que o próprio usuário do software seja capaz de fazer o trabalho que antes era destinado a um “profissional de ferramenta”.

Já está acontecendo hoje com a idéia de software/plataforma/infra-estrutura como serviço.

Continuo não captando a idéia, poderia explicar um pouco melhor?

Tambem não entendi bugalhos, do que ele esta querendo dizer!

O que tu quer dizer com “profissional de ferramenta”? Ou melhor que ferramente seria esta? Ferramenta que nós da TI usamos? Ou ferramentas que nós da TI criamos para eles usarem?

Sem entender muito o que tu quer dizer eu digo uma coisa: O usuario não sabe nem usar o que esta pronto, quanto mais criar alguma coisa!

B

fredferrao:

O que tu quer dizer com “profissional de ferramenta”? Ou melhor que ferramente seria esta? Ferramenta que nós da TI usamos? Ou ferramentas que nós da TI criamos para eles usarem?

Por favor, releia o tópico.

fredferrao:

Sem entender muito o que tu quer dizer eu digo uma coisa: O usuario não sabe nem usar o que esta pronto, quanto mais criar alguma coisa!

Talvez isso diz mais sobre o que tu anda produzindo para seus usuários do que sobre os usuários propriamente dito. Definitivamente não tem sido essa minha experiência.

F

Botocudo:
fredferrao:

O que tu quer dizer com “profissional de ferramenta”? Ou melhor que ferramente seria esta? Ferramenta que nós da TI usamos? Ou ferramentas que nós da TI criamos para eles usarem?

Por favor, releia o tópico.


Ja reli, assim como o assaude ja o fez, acho que ta na hora de voce reler, e ver exatamente onde enfiou este comentario que não se encaixa, pois até então, as “ferramentas” faladas, eram: linguagens e frameworks no geral, ou seja a ferramenta do desenvovedor de software. Ai tu vem dizer de usuario do software e tals…

Botocudo:
fredferrao:

Rapa, não sei que usuarios voce tem, mas me parece que tu nao conhece muito bem de usuario. Os que conheço, não sabem nem usar o word!

B

fredferrao:

Rapa, não sei que usuarios voce tem, mas me parece que tu nao conhece muito bem de usuario. Os que conheço, não sabem nem usar o word!

Então sua definição para “usuário” é alguém que não é capaz de usar um software?!

Bom, parece que tu é mais um troll ou apenas alguém bastante confuso.rs

F

Botocudo:
fredferrao:

Rapa, não sei que usuarios voce tem, mas me parece que tu nao conhece muito bem de usuario. Os que conheço, não sabem nem usar o word!

Então sua definição para “usuário” é alguém que não é capaz de usar um software?!

Bom, parece que tu é mais um troll ou apenas alguém bastante confuso.rs

... totally

P

[troll detected!]
haha

P

Olha eu vejo muitos programadores que fazem da linguagem uma religião. Não se preocupa em aprender outras tecnologias, pois acham que a tecnologia que ele trabalha é a melhor, colocam aquela “viseira de cavalo”, não olham para os lados. Hoje nos devemos em preocupar em entender as tecnologias atuais, sem analista de verdade.

Atualmente trabalho com Advpl (Microsiga), Java (Android) e .NET e já trabalhei com Delphi, e posso dizer com convicção que cada tecnologia tem suas vantagens e desvantagens. Não devemos em hipótese alguma vendar os olhos para outras tecnologias, devemos conhecer, pois apenas assim conseguiremos evoluir.

M

ViniGodoy:

eu concordo bastante com você quanto a que é importante conhecer o funcionamento do framework, saber como funciona por baixo e saber por que é daquele jeito, a diferenciação, todo esse grupo de detalhes, mas discordo muito que o mercado de valor a isso (gostaria muito de concordar) e discordo que uma pessoa que tenha esse conhecimento simplesmente se de bem em qualquer entrevista, na verdade a entrevista depende de mais coisas, aliás a entrevista costuma depender mais dessas outras coisas:

o que eu vejo nas vagas de emprego e no que é cobrado nas entrevistas não é arquitetura, não é conhecimentos reais de design patterns, é uma lista nomes de frameworks e ferramentas que não costuma ser pequena… ao contrario, a mairoia mesmo pra pleno por exemplo poe várias perguntinha de scjp, inclusive aquelas que você praticamente nunca usa na prática…

ir bem na entrevista depende também de(quando não depende “mais de”) habilidades sociais que aliás muitas vezes são o lado mais fraco ou pelo menos mais fraco do que o lado técnico de quem tem tanto conhecimento técnico…

Sim, o lado social não pode ser deixado de lado mesmo. Acho que numa entrevista, se brincar, ele conta tanto quanto seu conhecimento técnico.

Agora, cuidado ao dizer que o que as empresas cobram é o que põe nas vagas de emprego. Muitas empresas põe na vaga o profissional ideal, que gostariam que batesse à porta. Ou então, põe a tecnologia que gostariam que o profissional soubesse, mas farão uma investigação mais profunda na entrevista. A entrevista vai contar muito, e o caboclo demonstrar segurança e conseguir responder bem as perguntas que lhe são propostas é um grande diferencial.

Nas entrevistas, vão te questionar geralmente sobre os projetos que já participou e, ter conhecimento das tecnologias que usou, por que usou, e como usou ajudam nessa argumentação. Só dizer que você chegava na empresa, batia o ponto e fazia o que foi mandado não é diferencial para ninguém. Agora, argumentar com solidez suas decisões de design, ou mesmo mostrar que você entende porque sua chefia tomou as decisões que tomou, é.

Outro fato é que, se você é um programador tecnicamente competente, provavelmente irá crescer em seu emprego. Um programador que sabe o que faz programa mais rápido, gera menos erros e perde menos tempo apanhando com o próprio software. E crescendo, terá o que mostrar no seu currículo, terá projetos interessantes para comentar numa futura entrevista e isso te ajudará a ser contratado.

Finalmente, se você é reconhecido como um profissional realmente competente da sua área, você provavelmente não precisará de processos de contratação elaborados ou longas entrevistas de emprego. Provavelmente, bastará avisar aos seus contatos que você quer trocar de ares… e você terá indicações.

Não discordo com ninguém que é importante conhecer a ferramenta, nem acho que devemos agora ser generalistas ou puramente acadêmicos. Só acho que um programador não pode basear nisso sua carreira. Como a história mostra, mudar de tecnologia é um pré-requisito fundamental para se sobreviver na área. E para se adaptar à mudanças, é importante saber o que você está fazendo.

E, infelizmente, não é o que vejo muito colegas fazendo. Tem muita gente por aí, que está contente em simplesmente “fazer funcionar” com aquelas ferramentas que aprendeu.

PS: Note que na minha lista inicial eu também coloquei como um atributo de um programador aprender a trabalhar em equipe. Networking é, sempre foi, e sempre será um grande diferencial nas contratações.

a questão pelo menos no que eu vejo no mercado não é bem assim… a maioria do que se encontra por ai é RH totalmente despreparado, claro que tem ocasiões m que olham seu perfil em rede social mas… duvido muito que esse seja o normal… a verdade é que na maioria dos casos nem sabem sobre o que estão falando…

e quanto a essa competência, eu concordo que a pessoa competente não tem problemas para conseguir emprego, na verdade eu vejo como muito ideológica essa ideia, conhecer tudo como funciona, estar sempre buscando conhecimento, conhecer como as coisas funcionam e por que são assim, claro, sem se esquecer do lado social, mas o que a esmagadora maioria do mercado procura é um bombeiro em N frameworks com N tendendo ao infinito… o lado social desse profissional quando procuram por ele é isso mesmo que você falou da higiene, não é um diferencial mas poderia ser motivo para descartá-lo, no entanto, quem tem mais reconhecimento e os salários maiores… ai o lado social que conta mais…

Q

grande bosta tudo isso. tenho nojo dessa linguagens de programção. para mim é tudo uma merda mesmo.

P

outro troll …rs

M

Os trolls ultimamente andam se propagando por aqui. Ou são os mesmos, com nicks diferentes. heheheh

Mas linguagem de programação é igual falaram: tem mercado pra várias, em cada região é uma que está maior que a outra e vai do gosto e necessidade profissional de cada um.

Mas o mais preocupante pra mim é um desenvolvedor falar “…vou investir na linguagem X porque a mão de obra da Y é muito cara…”.

Ué, se a linguagem Y pagam melhor, não seria nela que deveríamos investir? Ou o objetivo do deselvolvedor é estudar cada vez mais e ganhar cada vez menos? :lol:

B

fredferrao:

totally

Se você é responsável pelo scalado.com.br, só posso lamentar pelos seus usuários.

G

Aprenda o máximo que puder, leia menos comentários de “experts” e xiitas e faça mais.

Stay hungry, stay foolish.

L

Não sei se essa análise é correta. Isso pode ser por diversas razões:

  • Quem já usa sistemas Microsoft, que antigamente era VB, ASP ou C++, naturalmente migrará para o .Net em um determinado ponto. Portanto o número de vagas para .Net tende a crescer;

  • Quem desenvolve em C++ é mais fácil usar para o .Net do que Java, a menos que seja alguma coisa de Linux;

  • Às vezes pode ser também por falta de desenvolvedores qualificados que escolhem uma tecnologia cujo mercado não esteja tão acirrado.

Etc.

Mas também não me importo. Hoje trabalho com Java e Groovy, mas usaria C# ou qualquer outra linguagem tranquilamente.

L

De que ferramenta magica este butuco ta falando?

J

JTroll

M

Se tivesse um like o Jairo Junior ganharia 1 nesse momento.

B

Entendo que como piloto de IDE você prefira o cenário onde existe uma ferramenta apenas, mas se o objetivo é melhorar o nível do desenvolvimento de software acredito que seria por meio desses markets que cada plataforma disponibiliza na internet.

B

Esta querendo dizer que seria um monopólio? Ou você está dizendo que usuários usam uma ferramenta pra tudo?

Agora eu estou confuso, se puder esclarecer, eu realmente não entendi.

L

Esta querendo dizer que seria um monopólio? Ou você está dizendo que usuários usam uma ferramenta pra tudo?

Agora eu estou confuso, se puder esclarecer, eu realmente não entendi.

apenas perguntei quais ferramentas estão em sua mente quando fala de profissional de ferramenta…
basicamente porque tal ferramenta não existe e nunca vai existir! O que existe são apenas IDEs que facilitam o trabalho do programador
e ferramentas que abstraem o trabalho do PROGRAMADOR. Ou seja este profissional de ferramenta que tanto fala não existe…

L

Pelo que vejo o mercado pede um perfil de Desenvolvedor generalista. Parece que essa demanda assusta alguns profissionais, que buscam aprender uma linguagem de programação nova por dia.
Acredito que o diferencial será dominar a computação teórica, e não as ferramentas, como já foi postado aqui, em nenhuma outra profissão a ferramenta é colocada tão em evidência como na TI. Alguém já viu algum engenheiro discutindo, de maneira religiosa, qual martelo ou qual cimento usar?!

Façam um teste simples, sem pesquisar no Google, implemente qualquer algoritmo de ordenação em qualquer linguagem. Depois comparem se o algoritmo implementado é uma boa solução, ou se existe melhores e etc.

INTÈ!

N

Esta querendo dizer que seria um monopólio? Ou você está dizendo que usuários usam uma ferramenta pra tudo?

Agora eu estou confuso, se puder esclarecer, eu realmente não entendi.

apenas perguntei quais ferramentas estão em sua mente quando fala de profissional de ferramenta…
basicamente porque tal ferramenta não existe e nunca vai existir! O que existe são apenas IDEs que facilitam o trabalho do programador
e ferramentas que abstraem o trabalho do PROGRAMADOR. Ou seja este profissional de ferramenta que tanto fala não existe…

concordo, até porque toda ferramenta é limitada… Se ela não te atender, você faz na mão, o que algumas vezes pode diminuir a produtividade.

B

naomeencontro:

concordo, até porque toda ferramenta é limitada… Se ela não te atender, você faz na mão, o que algumas vezes pode diminuir a produtividade.

O problema é não precisar nem fazer porque já existe disponível na web, como um serviço gratuito ou muito mais barato que feito sob encomenda.

N

Voltando ao assunto inicial, as vezes também fico preocupado com os rumos do java. Não que eu tenha problema em trabalhar com outras linguagens, até porque estou em um projeto que não usa java hoje. Meu problema é com o .Net. Na verdade, nem é o .Net, é o Windows! Eu não suporto ele, não consigo, tenho comichão! Claro que posso trabalhar com Ruby e Python, mas não vejo os mesmos com a mesma força que o .Net. Até acho o C# interessante.

Sou o único que não aguenta o Windows? Será que devo me forçar a engolir o bixo? Qual a receita? rsrsrs…

N

Botocudo:
naomeencontro:

concordo, até porque toda ferramenta é limitada… Se ela não te atender, você faz na mão, o que algumas vezes pode diminuir a produtividade.

O problema é não precisar nem fazer porque já existe disponível na web, como um serviço gratuito ou muito mais barato que feito sob encomenda.

Se eu entendi certo, não é um problema, porque se já existe pronto ou muito mais barato do que feito sob encomenda, logo não estarei fazendo :smiley:

Eu acho que é mais uma questão técnica (ou de falta de) do que comercial…

B

Pelo visto você não esta acompanhando o tópico…

Se a IDE facilita ótimo, estou partindo do pressuposto que o profissional de ferramenta nem conseguiria fazer sem a IDE porque ele não conhece as tecnologias a fundo. Ele não tem base.

B

naomeencontro:

Se eu entendi certo, não é um problema, porque se já existe pronto ou muito mais barato do que feito sob encomenda, logo não estarei fazendo :smiley:

Eu acho que é mais uma questão técnica (ou de falta de) do que comercial…

Sem dúvida, só pra ficar claro, eu disse que seria um problema para os profissionais de ferramentas devido a mudança de paradigma e a adoção de novas ferramentas, plataformas e linguagens.

C

Herere, não fugindo ao foco, mas como disseram jah fugindo, o problema eh que as ferramentas ateh hoje tiveram prob lemas de estrutura os 16, 32, 64… bits da vida e pelo que os senhores aqui comentam essa coisa ainda continua.

L

Como diria o Capitão Nascimento, Ruby e Python nunca serão, jamais serão.

Nâo tem nada a ver com velocidade, pois isso pode-se melhorar com o tempo. Essas linguagens não oferecem a mesma qualidade de ferramentas, bibliotecas, frameworks, soluções (tipo Java EE), etc para competir com o Java. São úteis para determinadas coisas, mas só isso.

O único competitor do Java é o C#, mas este é Windows-only.

L

naomeencontro:
Botocudo:
naomeencontro:

concordo, até porque toda ferramenta é limitada… Se ela não te atender, você faz na mão, o que algumas vezes pode diminuir a produtividade.

O problema é não precisar nem fazer porque já existe disponível na web, como um serviço gratuito ou muito mais barato que feito sob encomenda.

Se eu entendi certo, não é um problema, porque se já existe pronto ou muito mais barato do que feito sob encomenda, logo não estarei fazendo :smiley:

Eu acho que é mais uma questão técnica (ou de falta de) do que comercial…

E se vc não estará fazendo logo, não estará ganhando… isso q e foda nesta área, quando se é um engenheiro ele faz sempre outro prédio mesmo existindo n iguais, no caso de software é burrice para a empresa fazer um do 0 se já existe pronto, é mais barato para empresa comprar um já pronto e se adaptar a ele do que fazer um que se adapte a ela.

G

Na minha opinião, se prender à linguagem é mera limitação. Você é um profissional de computação e não de algo em específico. E deve-se, evidentimente, saber se adaptar, aprender novas tecnologias e linguagens.

Lembro em 2010, onde eu tive a oportunidade de desenvolver um projeto do zero em C# num ambiente que era quase que por completo Java. Aceitei a proposta na hora, pois, ao mesmo tempo que era desafiador para mim (aprender mais C#) era também gratificante por ser um trabalho 100% meu.

Acredito que a diversidade é boa e não deve ser evitada.

Criado 30 de março de 2012
Ultima resposta 13 de abr. de 2012
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