Impressionante: o cara vacila em um detalhe e conseguem distorcer completamente o tópico (sabiam que é sinal de limitação intelectual se focar apenas nos detalhes e evitar o todo?)
Sim, a intenção da Oracle é esta mesma: a de se tornar A potência mundial no ambiente corporativo. Só que ela já tem um concorrente de peso considerável: Microsoft.
E é fato: corporações a adoram (elas gostam do Oracle também viu? (antes que me jogem uma pedra aqui)). Windows Server domina, e o SQL Server, que até então era visto por muitos como apenas um brinquedo passou de uns anos pra cá a virar um concorrente de peso pro Oracle, tanto em recursos quanto pelo preço. Isto sem mencionar as ferramentas de desenvolvimento.
E tem também o Office que, com o VBA, por mais que arda a muitos aqui, consegue automatizar empresas inteiras (e eu conheço uma corporação brasileira BEM grandinha cujo principal sistema é movido a… VBA, acreditem ou não).
No final das contas, a Oracle é poderosa sim, mas eu a vejo muito mais como um contraponto necessário em relação à Microsoft, ou seja, algo de que nós, consumidores precisamos: uma alternativa.
O problema é: Oracle não curte “alternativas”, e quer fazer tudo o que for possível e impossível pra evitar que nós as tenhamos (vide as aquisições). E sabe o que é mais engraçado? Quando a Oracle surgiu, veio pregando o papo dos padrões SQL visando justamente “dar mais opções aos consumidores”. Ai ai… é bom saber história né?