Quais os requisitos para se tornar um analista de sistemas?

69 respostas
P

gostaria de me tornar um analista de sistemas, estou no último semestre de ciência da computação.
quais os requisitos para conseguir vagas como analista? o que devo aprender pra enfrentar o mercado de trabalho?
trabalhei na área de desenvolvimento asp .net por 6 meses, tive pouca experiência.

69 Respostas

J

Dominar os processos de desenvolvimento de software, principalmente análise, design e desenvolvimento.

primeiro link sobre o assunto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Processo_de_desenvolvimento_de_software

Ter experiência com pelo menos 1 tecnologia. Se você já teve contato com o ASP.NET MVC, para se tornar analista, você deve ter bagagem técnica suficiente para decidir quais recursos da tecnologia são mais viáveis para cada situação. Por exemplo: Qual a melhor classe para manipular XML? Utilizo Asp.net mvc apenas para REST ou trabalho com os recursos do Asp.net MVC Razor? Entity Framework ou NHibernate?

Noções de gerência de projeto. Um analista de sistemas em uma empresa pequena é responsável desde a arquitetura até a distribuição das atividades da equipe. Já sabe como criar estimavas de conclusão? Como extrair ao máximo a capacidade de um programador? Como decidir quais atividades devem ser priorizadas?

E principalmente, jogo de cintura, para lidar com o mundo fora da tecnologia. Você deve ter habilidades para apresentar seus resultados para profissionais que não são da TI (investidores, gerentes, etc).

R

e lá vamos nós:

http://blog.fragmental.com.br/2008/01/15/quando-eu-crescer-quero-ser-analista-de-sistemas/

F

Não exite mais analista de sistema…desenvolvimento de software é uma atividade de grupo aonde o cada membro do grupo desempenha vários papeis…sem divisão de trabalho ou especialização…

Procure aprender como trabalhar numa equipe agil…

J

acredito que pela pouca experiência que ele tem, ele não quer saber se o cargo de analista de sistemas existe ou não, mas saber quais as habilidades necessárias para exercer um papel do setor estratégico do desenvolvimento de software (ao contrário do papel dos programadores).

R

Papéis estratégicos são exercidos por executivos. Se a pessoa tem tanta vontade de exercer cargo executivo deveria ter estudado administração logo de uma vez (ou partir para um programa de trainees).

Sendo assim, o tal “analista” é um cargo tão tático/operacional quanto programador.

L

rmendes08:
Papéis estratégicos são exercidos por executivos. Se a pessoa tem tanta vontade de exercer cargo executivo deveria ter estudado administração logo de uma vez (ou partir para um programa de trainees).

Sendo assim, o tal “analista” é um cargo tão tático/operacional quanto programador.


Sempre tive essa mesma percepção. Engraçado que cada dia parece brotar mais pessoas com aquele pensamento: “começar como programador e depois virar analista”. WTH??

Um trecho do texto do calcado que você compartilhou diz tudo:

Hoje em dia tem analista pra tudo (Analista *). Uma pena alguns usarem isso só pra mostrar pra tia que “trabalha com TI”, pois o nome é bonitinho…

J

Papéis estratégicos são exercidos por executivos. Se a pessoa tem tanta vontade de exercer cargo executivo deveria ter estudado administração logo de uma vez (ou partir para um programa de trainees).

Sendo assim, o tal “analista” é um cargo tão tático/operacional quanto programador.

Então você concorda que pessoas sem conhecimento algum de TI tem capacidade de tomar decisões no âmbito tecnológico? Apenas noções administrativas são suficientes?

Ou esses ‘executivos’ são profissionais que detêm de conhecimento de TI?

L

Explica melhor isso aí. Então um analista <de sistemas, ou qualquer coisa aqui> é responsável por extrair ao máximo a capacidade de um programador? Não consigo imaginar um “analista” com um ano de experiência (como você citou), recém-formado, e extraindo o máximo de um programador sênior com mais de 10 anos de experiência em desennvolvimento de software…isso é uma espécie de hierarquia?

J

Sempre quando digo que sou programador as pessoas fazem uma cara de “WTF? Deve ganhar nada”. Nos melhores casos pensam que sou programador de CNC.

L

Sempre quando digo que sou programador as pessoas fazem uma cara de “WTF? Deve ganhar nada”. Nos melhores casos pensam que sou programador de CNC.
Exato! tenho conhecidos e alguns membros da família que “trabalham com TI” (vulgo analistas, funcionais, etc). Galera de fora acha que ganham horrores (pois fazem questão de dizer quanto ganham), acham que são “Jedi’s”, coisa de outro mundo e tal.

No fim das contas EU prefiro ficar assim, no anonimato, visto como “programador de CNC” lol

J

Mas isso tem começado a me incomodar. Tem nego que realmente não manja nada e tem mais moral que eu por ser gerente de abobrinhas. Acho que vou começar a dizer que sou desenvolvedor, é um pouco mais chique que programador haha

J

Explica melhor isso aí. Então um analista <de sistemas, ou qualquer coisa aqui> é responsável por extrair ao máximo a capacidade de um programador? Não consigo imaginar um “analista” com um ano de experiência (como você citou), recém-formado, e extraindo o máximo de um programador sênior com mais de 10 anos de experiência em desennvolvimento de software…isso é uma espécie de hierarquia?

Onde citei 1 ano de experiência?

E você, que começa a trabalhar em uma empresa hoje e já tem ‘10 anos de experiência em desenvolvimento’, não pode ser orientado por um analista desta empresa que possui 3 anos de experiência?

O ‘analista’ obteria o máximo de sua capacidade lhe alocando na atividade mais apropriada à sua experiência.

L

JoaquimGM:
Onde citei 1 ano de experiência?

E você, que começa a trabalhar em uma empresa hoje e já tem ‘10 anos de experiência em desenvolvimento’, não pode ser orientado por um analista desta empresa que possui 3 anos de experiência?

O ‘analista’ obteria o máximo de sua capacidade lhe alocando na atividade mais apropriada à sua experiência.


Desculpe-me, li errado. Vc tinha citado “1 tecnologia”.

Contudo vejo que com processos cada vez mais ágeis esse papel tende a fazer menos sentido, uma vez que desenvolvedores têm tido papel importante tanto na “análise de requisitos” (kickoff meetings com o cliente), quanto na decisão arquitetural e desenvolvimento.

Tais processos têm mostrado resultados lucrativos e econômicos em diversas áreas. Ou seja, pra mim, uma equipe pragmática com programadores responsáveis e liderança com muita bagagem técnica é o necessário para atingir o máximo da capacidade que citara.

Não generalizo e nem menosprezo papel de ninguém, mas na minha experiência, projetos de sucesso foram liderados por pessoas altamente capacitadas no sentido técnico, e claro, com conhecimento de produto que foi adquirido com o tempo antes de se tornarem líderes. O contrário nem sempre é verdade, pois vi projetos serem um fracasso (ou quase) quando a liderança conhecia até bem de produto/negócio, mas tinha uma escassa competência técnica. Esses eram os tais “analistas”. Daí minha crítica.

F

Ola pescadorsemvara tudo beleza?

Acho que minha opinião pode te ajudar na sua decisão. Minha visão é totalmente diferente do pessoal aqui é muito controvérsia.

Na década de 90, a engenharia de software vivia uma era chamada “engenharia tradicional”. Nessa época, existia um cargo chamado de “Analista de Sistema”. Essa cara era meio que um chefe, até um tipo de gestor por controlar a criação e entrega de software. Mas isso morreu…não existe mais…é coisa antiga e ultrapassada. Não daria para escrever tudo sobre isso.

Hoje em 2015, muitas coisas mudaram. Vivemos a era II da engenharia de software chamada “Gestão Agil”. É um paradigma de gestão totalmente oposto e diferente da decada de 90. As pessoas que criam um software são denominadas “Equipe de Desenvolvimento” e nela não existe divisão, separação ou hierarquia. Todos fazem tudo e todos são responsáveis por tudo.

A sua pergunta remete ao esse cargo dos anos 90. E eu te falo, esqueci isso!
Vc esta se formando agora, e tente entrar em empresas novas com mentalidades e paradigmas atuais…

Fato é que existem empresas hoje fazendo gestão de software da década de 90…eu mesmo dou consultorias para muitas…mas é uma transição inevitável, devagar e lenta.

Essa é minha dica para vc…
T+

J

O cargo ainda é Analista de Sistemas. O que a pessoa vai trabalhar exatamente depende do processo de cada lugar, independente do que vendem em palestras.

J

pescadorsemvara:
gostaria de me tornar um analista de sistemas, estou no último semestre de ciência da computação.
quais os requisitos para conseguir vagas como analista? o que devo aprender pra enfrentar o mercado de trabalho?
trabalhei na área de desenvolvimento asp .net por 6 meses, tive pouca experiência.

Os requisitos sao os pre requisitos obrigatorios que as vagas na sua regiao pedem mais. Por exemplo uma vaga para projeto ASP.NET MVC devera estudar o mesmo, além do que for relacionado, como HTML, JS, HTTP, framework de persistencia utilizado lá, etc conforme a vaga.

G

Papéis estratégicos são exercidos por executivos. Se a pessoa tem tanta vontade de exercer cargo executivo deveria ter estudado administração logo de uma vez (ou partir para um programa de trainees).

Sendo assim, o tal “analista” é um cargo tão tático/operacional quanto programador.

Eu concordo, um administrador de empresas tem plenas condições de gerir um setor de TI, no entanto, eh necessário uma base sólida na equipe. Fizeram essa aposta aqui na empresa (a moça leu o Vendedor Pit Bull de cabo a rabo) e não está lah aquelas coisas.

[]'s

I

Na minha experiência o programador mais incompetente da equipe geralmente é promovido a analista de sistemas.

J

Faz um bom tempo que é normal neste cargo a pessoa além de propor soluções, também programar. No caso dele se refere a analista de sistemas que usa por exemplo tecnologia .NET como meio de prover soluções. Mas nada contra a quem deixa de programar para ficar mais focado no processo e em liderar equipe, não impedindo que outros analistas mais técnicos participem também. Importante é a equipe ter um bom equilíbrio e cada um trabalhar no que se sente a vontade no momento da vida, cada um contribuindo com seu melhor. Não tem regra geral, cada local pode adotar o que for melhor pro caso.

J

Atualmente, e possível ser um profissional exclusivamente técnico?

J

Já soube de fábrica de software adotar isso. Não recomendo ninguém a se limitar assim e a clientes terem cuidado com fábricas de softwares.

I

A tecnologia evolui. O que eu aprendi há 5 anos atrás não serve pra nada hoje. Nesse ritmo, vc acha que alguém “parcialmente técnico” conseguiria se manter no topo da parada?

R

(…)O que eu aprendi há 5 anos atrás não serve pra nada hoje. (…)

Só se você for bitolado em ferramenta, o essencial muda muito pouco, por exemplo:

programação estruturada (lógica de programação) - 50 anos
programação OO - 40 anos
modelo relacional - 40 anos

e por aí vai …, conhecer o framework ou linguagem da moda não é diferencial para ninguém …

De qualquer maneira, o ponto que eu quis colocar citando o blog do Shoes é que aquilo que geralmente é conhecido como “analista de sistemas”, ou simplesmente “o cara que fica fazendo meio campo entre cliente/usuário e desenvolvedor” é um cargo que se torna cada vez mais desnecessário à medida que desenvolvedores conhecem o domínio da aplicação em que trabalham e desenvolvem soft skills.

J

javaflex:

Não recomendo ninguém a se limitar assim e a clientes terem cuidado com fábricas de softwares.

Por quê?

I

rmendes08:

Só se você for bitolado em ferramenta, o essencial muda muito pouco, por exemplo:

programação estruturada (lógica de programação) - 50 anos
programação OO - 40 anos
modelo relacional - 40 anos

Confesso que requer esforço pra não ser bitolado com algo que vc passa a maior parte do dia de trabalho. Deixa eu adivinhar, vc não usa frameworks e linguagens?

rmendes08:

e por aí vai …, conhecer o framework ou linguagem da moda não é diferencial para ninguém …

O mercado parece discordar de você.

rmendes08:

De qualquer maneira, o ponto que eu quis colocar citando o blog do Shoes é que aquilo que geralmente é conhecido como “analista de sistemas”, ou simplesmente “o cara que fica fazendo meio campo entre cliente/usuário e desenvolvedor” é um cargo que se torna cada vez mais desnecessário à medida que desenvolvedores conhecem o domínio da aplicação em que trabalham e desenvolvem soft skills.

Se tudo que precisa para eliminar os analistas de sistemas é isso então o futuro dos analistas está garantido porque os projetos que não forem capazes de pagar TOP $$$$ para esse tipo de super-profissional ainda vai precisar de alguém pra fazer o meio de campo.

R

Claro que requer. E os mais esforçados deveriam ser melhor premiados, ou não ?

Claro que uso, para ganhar produtividade. Mas eu não teria dificuldade nenhuma se tiver que migrar de Java para C#, ou ainda se tivesse sair do mercado Web para programar micro-dispositivos. Particularmente, já experimentei de tudo um pouco. Enfim, se mudar a cor do capim eu não morro de fome …

ImpossiveI:

Muito pelo contrário, é justamente do mercado que eu tiro minha percepção. Para uma empresa que produz um homebroker por exemplo, tem muito mais peso um programador que conheça o mercado financeiro do que o cara que sabe fazer crud em 5 frameworks diferentes.

Na prática, um programador com o perfil que descrevi nem é tão super-profissional assim, é a coisa mais comum do mundo programadores com alguns anos de experiência conhecerem muito bem contabilidade, lei trabalhista, etc. Na prática, essa decisão de colocar um “analista-proxy” entre o programador e o cliente/usuário é unicamente da empresa, e não tem nada a ver com restrição de mercado ou coisa do tipo.

L

ImpossiveI:
rmendes08:

De qualquer maneira, o ponto que eu quis colocar citando o blog do Shoes é que aquilo que geralmente é conhecido como “analista de sistemas”, ou simplesmente “o cara que fica fazendo meio campo entre cliente/usuário e desenvolvedor” é um cargo que se torna cada vez mais desnecessário à medida que desenvolvedores conhecem o domínio da aplicação em que trabalham e desenvolvem soft skills.

Se tudo que precisa para eliminar os analistas de sistemas é isso então o futuro dos analistas está garantido porque os projetos que não forem capazes de pagar TOP $$$$ para esse tipo de super-profissional ainda vai precisar de alguém pra fazer o meio de campo.


Impossivel, então o que você quer dizer com isso? Que profissionais que fazem o meio de campo sempre serão necessários?

Eu vejo que o mercado se adaptou de tal forma que esse cara do meio de campo (com parcos conhecimentos técnicos) tem se tornado desnecessário e cada vez mais pessoas com skills de produto x técnico são mais procuradas.
Eu tinha entendido que você compartilhava da mesma opinião anteriormente, agora fiquei em dúvida…

ImpossiveI:
rmendes08:

e por aí vai …, conhecer o framework ou linguagem da moda não é diferencial para ninguém …

O mercado parece discordar de você.


Sim e não. Independente da quantidade de frameworks que a pessoa conhece, o importante é ter um forte embasamento técnico. Já vi alguns que não conheciam tanto “frameworks da moda”, mas que pela formação e base que adquiriu, em pouco tempo aprendeu, se adaptou e acabou por ensinar coisas do fw/linguagem a outros que já lá estavam.

I

Júlio Murta:
javaflex:

Não recomendo ninguém a se limitar assim e a clientes terem cuidado com fábricas de softwares.

Por quê?

Eu acho que o problema não é o perfil técnico ser um limitador, e sim que a maioria das empresas desenvolve um alto escalão que se especializa em ocultar desses técnicos o conhecimento do domínio, mas ao meu ver, o problema neste caso é a natureza da sua relação com a empresa e não com o fato de vc ser técnico.

R

Esse é um dos meus pontos.

I

Apenas na sua fantasia socialista.

Muito conveniente escolher duas plataformas estagnadas ao invés de iOS para Android, por exemplo. :wink:

rmendes08:

Muito pelo contrário, é justamente do mercado que eu tiro minha percepção. Para uma empresa que produz um homebroker por exemplo, tem muito mais peso um programador que conheça o mercado financeiro do que o cara que sabe fazer crud em 5 frameworks diferentes.

Isso prova?

rmendes08:

Na prática, um programador com o perfil que descrevi nem é tão super-profissional assim, é a coisa mais comum do mundo programadores com alguns anos de experiência conhecerem muito bem contabilidade, lei trabalhista, etc.

Não disse que eram incomum, e sim que recebem muito mais pelo seu conjunto de habilidades.

rmendes08:

Na prática, essa decisão de colocar um “analista-proxy” entre o programador e o cliente/usuário é unicamente da empresa, e não tem nada a ver com restrição de mercado ou coisa do tipo.

Que afirmação mais sem sentido. Quer dizer que a empresa não toma sua decisão baseado no mercado? Então é baseada em que?

I

leandronsp:

Eu vejo que o mercado se adaptou de tal forma que esse cara do meio de campo (com parcos conhecimentos técnicos) tem se tornado desnecessário e cada vez mais pessoas com skills de produto x técnico são mais procuradas.
Eu tinha entendido que você compartilhava da mesma opinião anteriormente, agora fiquei em dúvida…

Acho que se vc esta desenvolvendo um produto, o cliente não existe durante a fase projeto. Então não precisa ninguém pra fazer o meio de campo

Se bem que, mesmo desenvolvendo um produto, ainda assim o processo passa pelo responsável por garantir que o que está sendo construído está de acordo com a visão do produto, porque se cada um tem uma visão do que o produto deve ser nós temos caos.

J

Refere-se ao Swift ou Objective-C? Onde está a grande novidade nisso? Há muito tempo não é mais necessário apenas Java para desenvolver para Android. É possível utilizar C#, javascript ou até mesmo Delphi e (pasmem!) Clojure.

Até onde sei, Objective-C e Swift suportam OO e programação imperativa, logo não seria tão complicado pular de Java ou C# para um projeto com essas linguagens.

Não posso falar do Java, já que não trabalho com isso. Porém temos aí o novo Java 8 implementando novas uma série de novas funcionalidades, e o c# está acompanhando muito bem as inovações do mercado também. Haja vista que as últimas versões do c# trazem facilidades no desenvolvimento de métodos assíncrono.

I

Refere-se ao Swift ou Objective-C? Onde está a grande novidade nisso? Há muito tempo não é mais necessário apenas Java para desenvolver para Android. É possível utilizar C#, javascript ou até mesmo Delphi e (pasmem!) Clojure.

Até onde sei, Objective-C e Swift suportam OO e programação imperativa, logo não seria tão complicado pular de Java ou C# para um projeto com essas linguagens.

Não posso falar do Java, já que não trabalho com isso. Porém temos aí o novo Java 8 implementando novas uma série de novas funcionalidades, e o c# está acompanhando muito bem as inovações do mercado também. Haja vista que as últimas versões do c# trazem facilidades no desenvolvimento de métodos assíncrono.

Sem dúvida. Na verdade, eu estava falando das 4000 novas APIs incluídas só no versão 8 do iOS. :smiley:

Soma com a API do Android, se vc suporta essa plataforma, boa sorte pra quem quiser cair paraquedas em desenvolvimento mobile daqui uns anos, tentar competir com programadores experientes na plataforma não vai ser fácil.

R

Que seja sair da Web para plataformas Mobile, o dispositivo já está abstraído pela plataforma mesmo … como eu disse, só muda a cor do capim …

Que conhecer um determinado nicho de mercado pode pesar mais para uma contratação ou promoção do que conhecer uma tecnologia específica.

Estou apenas dizendo que colocar o “analista-proxy” é uma decisão interna. Uma empresa não precisa contratar super-profissionais para aproximar seus desenvolvedores de seus clientes, podem até existir dificuldades de outra natureza (distanciamento geográfico, etc.) mas o valor do salário no mercado de trabalho não é um desses parâmetros …

I

Lembrando que “pessoas com conhecimento de produto” que o Leandro se refere não é o cliente. Eu concordei que em muitos casos, os desenvolvedores estão se aproximando do produto. No entanto, não faz nenhum sentido uma empresa permitir os desenvolvedores terem acesso livre aos clientes.

I

rmendes08:
ImpossiveI:

Muito conveniente escolher duas plataformas estagnadas ao invés de iOS para Android, por exemplo. :wink:

Que seja sair da Web para plataformas Mobile, o dispositivo já está abstraído pela plataforma mesmo … como eu disse, só muda a cor do capim …

Que conhecer um determinado nicho de mercado pode pesar mais para uma contratação ou promoção do que conhecer uma tecnologia específica.

Estou apenas dizendo que colocar o “analista-proxy” é uma decisão interna. Uma empresa não precisa contratar super-profissionais para aproximar seus desenvolvedores de seus clientes, podem até existir dificuldades de outra natureza (distanciamento geográfico, etc.) mas o valor do salário no mercado de trabalho não é um desses parâmetros …

Não disse que era o parâmetro, e sim o termômetro que reflete a dificuldade de encontrar esse profissional na sua região.

J

Júlio Murta:
javaflex:

Não recomendo ninguém a se limitar assim e a clientes terem cuidado com fábricas de softwares.

Por quê?


Eu não gostaria de ficar trabalhando em cima do que já foi feito levantamento sem eu ter participado junto ao cliente, onde só chega especificação com prazo para já programar baseado só em terceiros. Me sentiria um robô. E o cliente muitas vezes sem saber do nível do que se contrata.

J

Refere-se ao Swift ou Objective-C? Onde está a grande novidade nisso? Há muito tempo não é mais necessário apenas Java para desenvolver para Android. É possível utilizar C#, javascript ou até mesmo Delphi e (pasmem!) Clojure.

Até onde sei, Objective-C e Swift suportam OO e programação imperativa, logo não seria tão complicado pular de Java ou C# para um projeto com essas linguagens.

Não posso falar do Java, já que não trabalho com isso. Porém temos aí o novo Java 8 implementando novas uma série de novas funcionalidades, e o c# está acompanhando muito bem as inovações do mercado também. Haja vista que as últimas versões do c# trazem facilidades no desenvolvimento de métodos assíncrono.

Sem dúvida. Na verdade, eu estava falando das 4000 novas APIs incluídas só no versão 8 do iOS. :smiley:

Soma com a API do Android, se vc suporta essa plataforma, boa sorte pra quem quiser cair paraquedas em desenvolvimento mobile daqui uns anos, tentar competir com programadores experientes na plataforma não vai ser fácil.
Tendo a base da plataforma, detalhes técnicos se aprende no dia a dia com o projeto já rolando, justamente com esses mais experientes.

I

javaflex:

Tendo a base da plataforma, detalhes técnicos se aprende no dia a dia com o projeto já rolando, justamente com esses mais experientes.

Sim, os mais experientes podem virar consultores e dar treinamento para novatos no futuro. Meu ponto, que acho passou despercebido, é que existem plataformas HOJE que estão evoluindo tão rápido, que requer um perfil exclusivamente técnico pra conseguir acompanhar todas as mudanças da tecnologia.

I

javaflex:

Eu não gostaria de ficar trabalhando em cima do que já foi feito levantamento sem eu ter participado junto ao cliente, onde só chega especificação com prazo para já programar baseado só em terceiros. Me sentiria um robô. E o cliente muitas vezes sem saber do nível do que se contrata.

Isso tem a ver com a natureza da relação entre empresas java/.net e seus programadores. Como são linguagens voltada para projetos grandes, fica inviável permitir que todos na equipe participem da especificação.

Aposto que isso não acontece em projetos que usam linguagens consideradas ágeis como Python, Ruby, etc.

L

ImpossiveI:
Isso tem a ver com a natureza da relação entre empresas java/.net e seus programadores. Como são linguagens voltada para projetos grandes, fica inviável permitir que todos na equipe participem da especificação.

Acho que não pela linguagem, propriamente dito, mas pela cultura que muitas dessas empresas têm. Talvez, não sei, a cultura “enterprise” acaba levando a isso naturalmente. Muitas consultorias (não todas, claro), são verdadeiros ratos de esgoto, onde promovem pessoas por tempo de casa, e não por competência. O desfecho disso são pouquíssimos programadores qualificados que se sentem acuados e cobrados por dezenas de “gestores/analistas/seja lá o que for” que pouco ou nada contribuem para o sucesso do projeto.

De novo, não generalizei, mas não é difícil encontrar ambientes assim nesse meio.

Vejo que é mais difícil isso acontecer, sim. Contudo isso não impede de pessoas com o pensamento enterprise entrarem nesses projetos e aplicarem suas culturas. Já vi sim projetos ágeis se comportarem da forma citada pelo javaflex, onde nem todos participavam da especificação, reuniões eram secretas e a cobrança era como fábrica de software. De projetos assim eu tento cair logo fora.

Tudo vai da cultura…que pode evoluir pra melhor assim como também pode ser deturpada.

I

As empresas tem dificuldade de manter seus sistemas atualizados em uma plataforma nova. Isso requer pessoas com conhecimento atualizado na plataforma, que dado o ritmo e compkexidade, requer perfis exclusivamente técnicos.

É um erro achar que perfis exclusivamente técnico morreram porque uma plataforma está estagnada.

L

ImpossiveI:
rmendes08:

Que seja sair da Web para plataformas Mobile, o dispositivo já está abstraído pela plataforma mesmo … como eu disse, só muda a cor do capim …

As empresas tem dificuldade de manter seus sistemas atualizados em uma plataforma nova. Isso requer pessoas com conhecimento atualizado na plataforma, que dado o ritmo e compkexidade, requer perfis exclusivamente técnicos.

É um erro achar que perfis exclusivamente técnico morreram porque uma plataforma está estagnada.


Impossivel, um exemplo aqui onde trabalho: já precisaram uma época de pessoas com conhecimento de Javascript, onde teriam que mexer com backbone.js. A empresa sabia do “gap” que a pessoa teria pra aprender backbone e mais outras ferramentas da stack, mesmo não tendo tanto conhecimento. Já noutra altura precisavam de alguém com conhecimento MUITO avançado de Javascript (virar o JS do avesso…rs), mais especificamente, backbone.

O ponto é: a mesma empresa, numa época, se viu confortável em contratar alguém não tão especializado para determinada ferramenta pois tinham tempo pra isso. Já noutra época, precisa de alguém que já chega e não pode ter um gap, ou ao máximo, terá que ter um mínimo de gap pra aprendizado.

Por isso, concordo em partes com você e com o rmendes08. As empresas podem precisar de pessoas que tenham uma boa BASE apenas. Já as vezes podem realmente precisar de pessoas com conhecimento específico numa ferramenta.

I

leandronsp:
ImpossiveI:
Isso tem a ver com a natureza da relação entre empresas java/.net e seus programadores. Como são linguagens voltada para projetos grandes, fica inviável permitir que todos na equipe participem da especificação.

Acho que não pela linguagem, propriamente dito, mas pela cultura que muitas dessas empresas têm. Talvez, não sei, a cultura “enterprise” acaba levando a isso naturalmente. Muitas consultorias (não todas, claro), são verdadeiros ratos de esgoto, onde promovem pessoas por tempo de casa, e não por competência. O desfecho disso são pouquíssimos programadores qualificados que se sentem acuados e cobrados por dezenas de “gestores/analistas/seja lá o que for” que pouco ou nada contribuem para o sucesso do projeto.

De novo, não generalizei, mas não é difícil encontrar ambientes assim nesse meio.

Vejo que é mais difícil isso acontecer, sim. Contudo isso não impede de pessoas com o pensamento enterprise entrarem nesses projetos e aplicarem suas culturas. Já vi sim projetos ágeis se comportarem da forma citada pelo javaflex, onde nem todos participavam da especificação, reuniões eram secretas e a cobrança era como fábrica de software. De projetos assim eu tento cair logo fora.

Tudo vai da cultura…que pode evoluir pra melhor assim como também pode ser deturpada.

Quantas pessoas haviam nesse projeto agil? Acho que se vc tem 10 pessoas trabalhando num projeto (comum em projetos Java/C#) é impossível que todos participem da especificação sem degenerar em caos. Projeto usando linguagens ágeis geralmente envolvem 2-3 pessoas no máximo certo?

R

ImpossiveI:
leandronsp:
ImpossiveI:
Isso tem a ver com a natureza da relação entre empresas java/.net e seus programadores. Como são linguagens voltada para projetos grandes, fica inviável permitir que todos na equipe participem da especificação.

Acho que não pela linguagem, propriamente dito, mas pela cultura que muitas dessas empresas têm. Talvez, não sei, a cultura “enterprise” acaba levando a isso naturalmente. Muitas consultorias (não todas, claro), são verdadeiros ratos de esgoto, onde promovem pessoas por tempo de casa, e não por competência. O desfecho disso são pouquíssimos programadores qualificados que se sentem acuados e cobrados por dezenas de “gestores/analistas/seja lá o que for” que pouco ou nada contribuem para o sucesso do projeto.

De novo, não generalizei, mas não é difícil encontrar ambientes assim nesse meio.

Vejo que é mais difícil isso acontecer, sim. Contudo isso não impede de pessoas com o pensamento enterprise entrarem nesses projetos e aplicarem suas culturas. Já vi sim projetos ágeis se comportarem da forma citada pelo javaflex, onde nem todos participavam da especificação, reuniões eram secretas e a cobrança era como fábrica de software. De projetos assim eu tento cair logo fora.

Tudo vai da cultura…que pode evoluir pra melhor assim como também pode ser deturpada.

Quantas pessoas haviam nesse projeto agil? Acho que se vc tem 10 pessoas trabalhando num projeto (comum em projetos Java/C#) é impossível que todos participem da especificação sem degenerar em caos. Projeto usando linguagens ágeis geralmente envolvem 2-3 pessoas no máximo certo?

É simples. Se no projeto você tem 10 user stories é só colocar 1 programador por user story, ou 2 programadores / user story para quem usa programaçaõ pareada. Por que isso criaria caos ?

E por falar em times ágeis, eu imagino um time de Scrum com 2 pessoas apenas … tipo só o PO e o SM ? O que se encontra nas referências sobre desenvolvimento ágil são times de 7 - 20 pessoas.

I

rmendes08:

É simples. Se no projeto você tem 10 user stories é só colocar 1 programador por user story, ou 2 programadores / user story para quem usa programaçaõ pareada. Por que isso criaria caos ?

E por falar em times ágeis, eu imagino um time de Scrum com 2 pessoas apenas … tipo só o PO e o SM ? O que se encontra nas referências sobre desenvolvimento ágil são times de 7 - 20 pessoas.

Linguagem ágil != desenvolvimento ágil.

Linguagens ágeis eu me refiro a uma determinada classe de linguagens de programação (em geral, dinâmicas e que promovem um ambiente interativo com REPL). Essas linguagens oferecem uma boa produtividade com equipes de apenas 2-3 pessoas. Não vejo como uma equipe maior do que isso pode funcionar com todos especificando. Na medida que a equipe cresce mais do que isso, se torna mais eficaz ter uma pessoa pra fazer o meio de campo, independente da metodologia que vc esta usando.

L

O foco não é a quantidade. Você pode muito bem ter uma equipe ágil de 10 pessoas, onde o PO faz esse papel de “meio-de-campo”, evitando assim o caos. IMHO, o PO precisa ser alguém com um bom background técnico, pois PO sem ênfase técnica não sabe filtrar as mágicas que o cliente pede e passa tudo pra equipe se virar. PO’s tecnicamente bons na minha opinião servem como uma blindagem pra equipe e também para passar confiança pro cliente, onde podem muito bem saber o que entra e oq não entra pro backlog.

Em cima do backlog, a equipe técnica (pode ser 1 pessoa, 5, 10 ou pouco mais) discute com o PO, priorizam e estimam as stories que vão entrar pro sprint. É assim que sempre tenho trabalhado em equipes ágeis, e já trabalhei com equipes desde 3 pessoas até 25 ±.

Nessas equipes de 25 pessoas, os líderes técnicos costumavam dividir em sub-projetos pra facilitar as iterações, estimativas e daily meetings. Sempre funcionou muito bem na minha experiência.
E já vi também equipes menores serem massacradas, criando alta rotatividade por conta da cultura “enterprise” (não sei se estou sendo justo e certo com esse termo, mas não encontro outro) que foi imposta na equipe, fazendo assim o projeto ser um caos.

I

Metodologias ágeis trocam o analista de sistema pelo PO, eu sei disso. Mas se vc reparar, não mudou muita coisa além disso. Se sua equipe tem 10 pessoas no mesmo projeto, elas continuam sem qualquer participação ativa na criação da especificação, esse papel é do PO, eles apenas escolhem a ordem que querem implementar.

J

ImpossiveI:
rmendes08:

É simples. Se no projeto você tem 10 user stories é só colocar 1 programador por user story, ou 2 programadores / user story para quem usa programaçaõ pareada. Por que isso criaria caos ?

E por falar em times ágeis, eu imagino um time de Scrum com 2 pessoas apenas … tipo só o PO e o SM ? O que se encontra nas referências sobre desenvolvimento ágil são times de 7 - 20 pessoas.

Linguagem ágil != desenvolvimento ágil.

Linguagens ágeis eu me refiro a uma determinada classe de linguagens de programação (em geral, dinâmicas e que promovem um ambiente interativo com REPL). Essas linguagens oferecem uma boa produtividade com equipes de apenas 2-3 pessoas. Não vejo como uma equipe maior do que isso pode funcionar com todos especificando. Na medida que a equipe cresce mais do que isso, se torna mais eficaz ter uma pessoa pra fazer o meio de campo, independente da metodologia que vc esta usando.

A linguagem dinâmica pode ser ágil para sua equipe e para outra equipe a linguagem estática ou estática e dinâmica como C# pode ser ágil também. Ambas apresentam vantagens e desvantagens, que só a própria equipe poderá aproveitar as vantagens e saber lidar com as desvantagens.

Linguagem é só o meio, importante é subdividir o sistema para atender bem cada gerência da empresa, nada de sistemão que misture o dia a dia de setores diferentes. Com isso consequentemente do nosso lado teremos equipes menores, menos conflito entre interesses de clientes da empresa e mais personalização, o que gera mais valor estratégico para cada cliente da empresa. Mesmo em casos que não podem ser assim, ter um sistema com vários serviços é outra saída, onde poderá ter uma equipe pequena por serviço, isso independe de ser linguagem dinâmica ou estática no lado servidor.

R

ImpossiveI:
leandronsp:

O foco não é a quantidade. Você pode muito bem ter uma equipe ágil de 10 pessoas, onde o PO faz esse papel de “meio-de-campo”, evitando assim o caos. IMHO, o PO precisa ser alguém com um bom background técnico, pois PO sem ênfase técnica não sabe filtrar as mágicas que o cliente pede e passa tudo pra equipe se virar. PO’s tecnicamente bons na minha opinião servem como uma blindagem pra equipe e também para passar confiança pro cliente, onde podem muito bem saber o que entra e oq não entra pro backlog.

Em cima do backlog, a equipe técnica (pode ser 1 pessoa, 5, 10 ou pouco mais) discute com o PO, priorizam e estimam as stories que vão entrar pro sprint. É assim que sempre tenho trabalhado em equipes ágeis, e já trabalhei com equipes desde 3 pessoas até 25 ±.

Nessas equipes de 25 pessoas, os líderes técnicos costumavam dividir em sub-projetos pra facilitar as iterações, estimativas e daily meetings. Sempre funcionou muito bem na minha experiência.
E já vi também equipes menores serem massacradas, criando alta rotatividade por conta da cultura “enterprise” (não sei se estou sendo justo e certo com esse termo, mas não encontro outro) que foi imposta na equipe, fazendo assim o projeto ser um caos.

Metodologias ágeis trocam o analista de sistema pelo PO, eu sei disso. Mas se vc reparar, não mudou muita coisa além disso. Se sua equipe tem 10 pessoas no mesmo projeto, elas continuam sem qualquer participação ativa na criação da especificação, esse papel é do PO, eles apenas escolhem a ordem que querem implementar.

Bom, muita calma nessa hora porque estamos falando de coisas diferentes então …

O papel do PO é muito diferente do papel do analista de sistemas “tradicional”, ao qual o artigo do Shoes se refere. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Entre outras coisas, o papel do PO é ajudar o cliente a delimitar o escopo de um projeto e descobrir o valor de negócio das funcionalidades do sistema . Isso é bem diferente de criar especificações de sistema (documentos de requisitos). O analista “tradicional” a que me refiro, seria aquele que cara que faz a entrevista com o cliente, elabora um diagrama UML ou ER, gera alguma documentação adicional e passa para o programador escrever aquilo cegamente, tornando-o um “digitador de luxo”. Nessa abordagem tradicional, o programador é incentivado a seguir cegamente essas especificações e desencorajado a questionar o que quer que seja. Basicamente é esse tipo de cargo que eu acredito que não terá muito mais espaço no mercado e que eu não encorajo ninguém a seguir.

L

Como o rmendes08 citou acima, são papeis completamente diferentes mesmo. Se a equipe tem a cultura ágil, não existem nenhum problema em se ter um PO, que não tem nada a ver com o analista de sistemas tradicional. Eu mesmo já cansei de apontar falhas na spec, propor melhorias, inclusive anular specs que não faziam sentido. Vai do PO ter capacidade de entender as motivações técnicas e aceitar as mudanças.

De novo, depende muito da cultura. Ao meu ver, essa role “PO” foi produto daquilo que o processo ágil buscava, uma pessoa altamente capacitada tecnicamente e com inclinação pro negócio, diferente da cultura antiga e enterprise que produziu a figura do “analista”. Claro que, nada impede de se terem analistas altamente capacitados tecnicamente bem como de se ter PO’s sem noção alguma…

EDIT: Lembro na faculdade que rolava aquela máxima: “começar como programador pra virar analista”. Mesmo não tendo experiência sempre questionei e achei insano isso, com vários caras ali, estudantes, que faziam estágio em dev e depois de 6 meses ou pouco mais faziam questão de mostrar na gravata o título “Analista de Sistemas I/II/III”. Não generalizando, mas alguns desses colavam na prova de algoritmo…rs
Enfim, espero que essa mentalidade tenha diminuído ou que acabe, e que também esse pensamento não atropele os conceitos ágeis, onde a máxima seria: “começar como dev pra virar P.O”. #argh

I

leandronsp:

EDIT: Lembro na faculdade que rolava aquela máxima: “começar como programador pra virar analista”. Mesmo não tendo experiência sempre questionei e achei insano isso, com vários caras ali, estudantes, que faziam estágio em dev e depois de 6 meses ou pouco mais faziam questão de mostrar na gravata o título “Analista de Sistemas I/II/III”. Não generalizando, mas alguns desses colavam na prova de algoritmo…rs
Enfim, espero que essa mentalidade tenha diminuído ou que acabe, e que também esse pensamento não atropele os conceitos ágeis, onde a máxima seria: “começar como dev pra virar P.O”. #argh

A mentalidade é: se quiser evoluir nos quadros na empresa, tem que fazer mais do que simplesmente escrever código. não vejo essa mentalidade mudando por causa de processos ágeis.

No máximo processos ágeis fazem elevar a autoestima dos programadores dessas empresas, que agora vêem no PO como “um dos nossos”.

I

rmendes08:

Entre outras coisas, o papel do PO é ajudar o cliente a delimitar o escopo de um projeto e descobrir o valor de negócio das funcionalidades do sistema . Isso é bem diferente de criar especificações de sistema (documentos de requisitos). O analista “tradicional” a que me refiro, seria aquele que cara que faz a entrevista com o cliente, elabora um diagrama UML ou ER, gera alguma documentação adicional e passa para o programador escrever aquilo cegamente, tornando-o um “digitador de luxo”. Nessa abordagem tradicional, o programador é incentivado a seguir cegamente essas especificações e desencorajado a questionar o que quer que seja. Basicamente é esse tipo de cargo que eu acredito que não terá muito mais espaço no mercado e que eu não encorajo ninguém a seguir.

Sera que numa equipe de 10 programadores vc quer mesmo encorajar cada um deles a questionar e discutir as especificações?!

I

javaflex:
ImpossiveI:
rmendes08:

É simples. Se no projeto você tem 10 user stories é só colocar 1 programador por user story, ou 2 programadores / user story para quem usa programaçaõ pareada. Por que isso criaria caos ?

E por falar em times ágeis, eu imagino um time de Scrum com 2 pessoas apenas … tipo só o PO e o SM ? O que se encontra nas referências sobre desenvolvimento ágil são times de 7 - 20 pessoas.

Linguagem ágil != desenvolvimento ágil.

Linguagens ágeis eu me refiro a uma determinada classe de linguagens de programação (em geral, dinâmicas e que promovem um ambiente interativo com REPL). Essas linguagens oferecem uma boa produtividade com equipes de apenas 2-3 pessoas. Não vejo como uma equipe maior do que isso pode funcionar com todos especificando. Na medida que a equipe cresce mais do que isso, se torna mais eficaz ter uma pessoa pra fazer o meio de campo, independente da metodologia que vc esta usando.

A linguagem dinâmica pode ser ágil para sua equipe e para outra equipe a linguagem estática ou estática e dinâmica como C# pode ser ágil também. Ambas apresentam vantagens e desvantagens, que só a própria equipe poderá aproveitar as vantagens e saber lidar com as desvantagens.

Linguagem é só o meio, importante é subdividir o sistema para atender bem cada gerência da empresa, nada de sistemão que misture o dia a dia de setores diferentes. Com isso consequentemente do nosso lado teremos equipes menores, menos conflito entre interesses de clientes da empresa e mais personalização, o que gera mais valor estratégico para cada cliente da empresa. Mesmo em casos que não podem ser assim, ter um sistema com vários serviços é outra saída, onde poderá ter uma equipe pequena por serviço, isso independe de ser linguagem dinâmica ou estática no lado servidor.

Não dá pra ser ágil com 1 equipe de 10 pessoas, independente da linguagem. Se eu entendi, vc concorda comigo. Tem que dividir em equipes menores.

Sobre a linguagem, apenas disse que empresas com grandes equipes preferem linguagens como java/c#. Mas concordo que, se você tem uma equipe de 3 profissionais competentes e proficientes nessas linguagens, nada impede que eles sejam produtivos.

J

ImpossiveI:
javaflex:
ImpossiveI:
rmendes08:

É simples. Se no projeto você tem 10 user stories é só colocar 1 programador por user story, ou 2 programadores / user story para quem usa programaçaõ pareada. Por que isso criaria caos ?

E por falar em times ágeis, eu imagino um time de Scrum com 2 pessoas apenas … tipo só o PO e o SM ? O que se encontra nas referências sobre desenvolvimento ágil são times de 7 - 20 pessoas.

Linguagem ágil != desenvolvimento ágil.

Linguagens ágeis eu me refiro a uma determinada classe de linguagens de programação (em geral, dinâmicas e que promovem um ambiente interativo com REPL). Essas linguagens oferecem uma boa produtividade com equipes de apenas 2-3 pessoas. Não vejo como uma equipe maior do que isso pode funcionar com todos especificando. Na medida que a equipe cresce mais do que isso, se torna mais eficaz ter uma pessoa pra fazer o meio de campo, independente da metodologia que vc esta usando.

A linguagem dinâmica pode ser ágil para sua equipe e para outra equipe a linguagem estática ou estática e dinâmica como C# pode ser ágil também. Ambas apresentam vantagens e desvantagens, que só a própria equipe poderá aproveitar as vantagens e saber lidar com as desvantagens.

Linguagem é só o meio, importante é subdividir o sistema para atender bem cada gerência da empresa, nada de sistemão que misture o dia a dia de setores diferentes. Com isso consequentemente do nosso lado teremos equipes menores, menos conflito entre interesses de clientes da empresa e mais personalização, o que gera mais valor estratégico para cada cliente da empresa. Mesmo em casos que não podem ser assim, ter um sistema com vários serviços é outra saída, onde poderá ter uma equipe pequena por serviço, isso independe de ser linguagem dinâmica ou estática no lado servidor.

Não dá pra ser ágil com 1 equipe de 10 pessoas, independente da linguagem. Se eu entendi, vc concorda comigo. Tem que dividir em equipes menores.

Sobre a linguagem, apenas disse que empresas com grandes equipes preferem linguagens como java/c#. Mas concordo que, se você tem uma equipe de 3 profissionais competentes e proficientes nessas linguagens, nada impede que eles sejam produtivos.


Concordo sobre o numero de pessoas por time, só não concordei sobre as linguagens, mas ok voce ter explicado melhor agora, que num time pequeno e projeto ou servico bem específico também pode ser produtivo usar java/C#, claro que sem cometer excesso de engenharia, comum em projetos do legado Java.

A

Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

P

A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

J

pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Inglês é fundamental, mas não estude pelo certificado. Estude pelo aprendizado pois é isso o que as empresas realmente olham. Não creio que UML seja uma boa, ao que parece tem entrado em desuso nos últimos tempos. Com qual ASP.Net você trabalhou? Web Forms? Então corra para aprender ASP.Net MVC. Se já conhece ASP.Net MVC tente melhorar suas habilidades com C#, banco de dados ou tecnologias front (HMTL, CSS, JS).

I

pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Acho que ele quer dizer: não foque em ser analista de sistemas UML, mas como criar especificações junto com o cliente e comunicar com uma equipe de programadores. Dessa forma, vc pode trabalhar como analista de sistemas ou PO, no caso de uma empresa mais “moderna”. :wink:

I

O mesmo pode ser dito pra quem se diz programador java, as vezes a pessoa é apaixonado por java e nem percebe que ao se definir como programador em 1 linguagem está criando restrições a sua própria carreira.

P

Júlio Murta:
pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Inglês é fundamental, mas não estude pelo certificado. Estude pelo aprendizado pois é isso o que as empresas realmente olham. Não creio que UML seja uma boa, ao que parece tem entrado em desuso nos últimos tempos. Com qual ASP.Net você trabalhou? Web Forms? Então corra para aprender ASP.Net MVC. Se já conhece ASP.Net MVC tente melhorar suas habilidades com C#, banco de dados ou tecnologias front (HMTL, CSS, JS).

html, css e js tenho um certo domínio.
trabalhei com Asp .NET web forms, agora a intenção é investir fortemente em MVC mesmo.
seria uma boa fazer cursos de banco de dados?
o que você recomendaria fazer pra se ter um diferencial no currículo pra entrar em uma vaga de po ou analista?

J

pescadorsemvara:
Júlio Murta:
pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Inglês é fundamental, mas não estude pelo certificado. Estude pelo aprendizado pois é isso o que as empresas realmente olham. Não creio que UML seja uma boa, ao que parece tem entrado em desuso nos últimos tempos. Com qual ASP.Net você trabalhou? Web Forms? Então corra para aprender ASP.Net MVC. Se já conhece ASP.Net MVC tente melhorar suas habilidades com C#, banco de dados ou tecnologias front (HMTL, CSS, JS).

html, css e js tenho um certo domínio.
trabalhei com Asp .NET web forms, agora a intenção é investir fortemente em MVC mesmo.
seria uma boa fazer cursos de banco de dados?
o que você recomendaria fazer pra se ter um diferencial no currículo pra entrar em uma vaga de po ou analista?


Analista de Sistemas você já deve ser, a não ser que receba especificação pronta sem ter participado da analise junto ao cliente. Isso depende mais da empresa que você for trabalhar, vai ser natural ser Analista de Sistemas quando a empresa não for estilo fábrica de software. E “PO” é outra história. Você precisa definir exatamente o que quer seguir.

J

Nesse caso as pessoas viajam dentro da tecnologia, achando boas soluções como JSF, que na verdade é uma solução que abusa do uso do Java para não ter que aprender HTML, JS, HTTP, etc.

P

javaflex:
pescadorsemvara:
Júlio Murta:
pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Inglês é fundamental, mas não estude pelo certificado. Estude pelo aprendizado pois é isso o que as empresas realmente olham. Não creio que UML seja uma boa, ao que parece tem entrado em desuso nos últimos tempos. Com qual ASP.Net você trabalhou? Web Forms? Então corra para aprender ASP.Net MVC. Se já conhece ASP.Net MVC tente melhorar suas habilidades com C#, banco de dados ou tecnologias front (HMTL, CSS, JS).

html, css e js tenho um certo domínio.
trabalhei com Asp .NET web forms, agora a intenção é investir fortemente em MVC mesmo.
seria uma boa fazer cursos de banco de dados?
o que você recomendaria fazer pra se ter um diferencial no currículo pra entrar em uma vaga de po ou analista?


Analista de Sistemas você já deve ser, a não ser que receba especificação pronta sem ter participado da analise junto ao cliente. Isso depende mais da empresa que você for trabalhar, vai ser natural ser Analista de Sistemas quando a empresa não for estilo fábrica de software. E “PO” é outra história. Você precisa definir exatamente o que quer seguir.

queria uma carreira que dê mais dinheiro, hushus.
inglês no segundo semestre deste ano, agora pretendo fazer um curso especializado pra fortalecer mais ainda o meu currículo. você tem alguma indicação de cursos pra eu fazer para que os recrutadores possam ver como diferencial no currículo?
sou extremamente agradecido a galera deste fórum. estou impressionado como são companheiros! =)

J

pescadorsemvara:
javaflex:
pescadorsemvara:
Júlio Murta:
pescadorsemvara:
A H Gusukuma:
Como regra geral não é recomendado uma especialização muito cedo na carreira, os motivos: quanto mais áreas tiver possibilidade de trabalhar, mais opções terá para escolher uma área para se aprofundar.
Também, no geral, as empresas procuram um perfil misto: um certo grau generalista e outro especialista.

Uma recomendação, ao escolher as áreas que deseja atuar, precisa dosar alguns fatores: mercado, tendencias, características pessoais, obsolescência, etc. Dar um peso exagerado para mais ou menos com certeza pode influir na sua empregabilidade.

falta 3 meses pra me formar, trabalhei como front-end 1 ano, e 6 meses como desenvolvedor asp .net.
que cursos eu devo investir? estou pensando em fazer inglês, já que eu não tenho certificado e mais pra frente uma especialização.
gosto da área de desenvolvimento web. devo investir em cursos de UML? se sim, quais cursos e aonde posso fazer?

Inglês é fundamental, mas não estude pelo certificado. Estude pelo aprendizado pois é isso o que as empresas realmente olham. Não creio que UML seja uma boa, ao que parece tem entrado em desuso nos últimos tempos. Com qual ASP.Net você trabalhou? Web Forms? Então corra para aprender ASP.Net MVC. Se já conhece ASP.Net MVC tente melhorar suas habilidades com C#, banco de dados ou tecnologias front (HMTL, CSS, JS).

html, css e js tenho um certo domínio.
trabalhei com Asp .NET web forms, agora a intenção é investir fortemente em MVC mesmo.
seria uma boa fazer cursos de banco de dados?
o que você recomendaria fazer pra se ter um diferencial no currículo pra entrar em uma vaga de po ou analista?


Analista de Sistemas você já deve ser, a não ser que receba especificação pronta sem ter participado da analise junto ao cliente. Isso depende mais da empresa que você for trabalhar, vai ser natural ser Analista de Sistemas quando a empresa não for estilo fábrica de software. E “PO” é outra história. Você precisa definir exatamente o que quer seguir.

queria uma carreira que dê mais dinheiro, hushus.
inglês no segundo semestre deste ano, agora pretendo fazer um curso especializado pra fortalecer mais ainda o meu currículo. você tem alguma indicação de cursos pra eu fazer para que os recrutadores possam ver como diferencial no currículo?
sou extremamente agradecido a galera deste fórum. estou impressionado como são companheiros! =)


A carreira é feita de experiências reais e relacionamento, isso que as melhores empresas valorizam, indicação de um bom profissional, o que oferece menos risco. Qualquer um que queira pode decorar pra prova de certificação e passar. No seu caso o start é o estágio. Curso é muito importante, no seu caso pelo que te sugeriram seria fazer um curso de ASP.NET MVC como este da Caelum: https://www.caelum.com.br/curso-aspnet-mvc-nhibernate/. Sobre ganhar muito dinheiro, Abap/SAP é um caminho. Concurso público o melhor dos mundos.

De início então é suprir deficiências atuais, que é aprender ASP.NET MVC para se manter no mercado .NET.

I

Escreve um programa que faça vc ganhar dinheiro.

Cursos em TI pagos, só vai gastar seu dinheiro.

P

ImpossiveI:
Escreve um programa que faça vc ganhar dinheiro.

Cursos em TI pagos, só vai gastar seu dinheiro.

seria uma boa eu fazer um github com todos os projetos que fiz (incluindo os trabalhos acadêmicos)? no meu antigo trabalho eu fazia vários scripts de automatização de um determinado comando.
agora os trabalhos (programas) acadêmicos eram relativamente simples. mas já é uma boa para as entrevistas, não é?

J

pescadorsemvara:
ImpossiveI:
Escreve um programa que faça vc ganhar dinheiro.

Cursos em TI pagos, só vai gastar seu dinheiro.

seria uma boa eu fazer um github com todos os projetos que fiz (incluindo os trabalhos acadêmicos)? no meu antigo trabalho eu fazia vários scripts de automatização de um determinado comando.
agora os trabalhos (programas) acadêmicos eram relativamente simples. mas já é uma boa para as entrevistas, não é?


Pode ser, hoje a garotada faz isso por estar na moda distribuir trabalho de graça no github, e os entrevistadores atuais mais focados em TI valorizam. Mas eu apresentaria levando num tablet ou notebook pequeno. Tablet digo Windows, não toy tablet Android. Assim mostraria funcionado e explicando na prática, tanto execução, tanto projeto em tempo de design.

I

pescadorsemvara:

seria uma boa eu fazer um github com todos os projetos que fiz (incluindo os trabalhos acadêmicos)? no meu antigo trabalho eu fazia vários scripts de automatização de um determinado comando.
agora os trabalhos (programas) acadêmicos eram relativamente simples. mas já é uma boa para as entrevistas, não é?

conta no github não serve de muita coisa se o entrevistador for um perfil não técnico. Github é site de programador.

Pra esta audiência, melhor seria alguma coisa que rode no smartphone dele, se tiver uma boa interface, melhor ainda.

Criado 26 de março de 2015
Ultima resposta 11 de abr. de 2015
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