Acho que essa “fábrica” seria uma das interfaces. Não sei se o que vou falar é certo, mas seria alguma coisa do tipo ter uma interface DAO geral, com as outras DAOs como subclasse, que vão dizer como pegar os dados (tipo DAODoCliente, que vai pegar os dados do cliente e mandar pra “camada de negócio”).
Além disso, você poderia usar fábrica (ou Factory), pra fazer uma classe geral (quer seria uma interface também) e fazer outras classes Factory criarem os DAOs. Essas fábricas que iriam decidir qual tipo de acesso seria feito (usando XML, banco de objetos, banco relacional e por aí vai).
Acho que não cara. POJO é tipo uma entidade. Uma classe Cliente com nome, telefone, endereço, por exemplo. DAOs são classes onde métodos como acessarPorNome, acessarPorTelefone, acessarPorEndereço vão.
rylphs:
Eu estou lendo o livro padrões de projeto do GOF, mas estou apanhando um pouco pra entender alguns conceitos, principalmente por se tratar de um livro focado em Smalltalk/C++.
Eu estou lendo também “Applying UML and Patterns: An Introduction to Object-Oriented Analysis and Design and the Unified Process”, mas dei uma parada pra investigar melhor os padrões GOF.
O Head First é mais fácil de ler, mas é complicado viver sem o do GOF. Acho que este último não serve como um textbook, mas sim como um livro de consulta. Já o Head First é mais tranquilo de ler.
Não leve tudo o que falei como “resposta de Deus”. Eu não lidei com isso ainda, então não tenho uma base muito forte pra te dizer.
Abraço.