Thingo, não entendi sua referencia.
O único local onde eu poderia criar uma referencia onde não conheço o objeto é o “TESTE”, onde poderia passar uma string digitada pelo usuário. O resto, é tudo código que não da pra mudar em tempo de execução. E TESTE não se tornou um objeto como eu imaginava que aconteceria.
O exemplo que me deu vocês faz referencia a cal, mas cal é a minha chamada com um objeto fixo (calendar), isso é imutável.
Quando ao ViniGodoy, obrigado pela resposta mas não consegui criar um exemplo para poder entender exatamente o que esta falando.
Venho de uma linguagem que quando desejo criar um objeto eu coloco:
Public minhaclasse;
minhaclasse="TESTE"
objCustom(1) = createobject(minhaclasse);
Que pensei que em java seria algo do tipo:
String minhaclasse = "TESTE";
(minhaclasse) objCustom(1) = new (minhaclasse);
// Não funcionou :(
Assim, eu não crio o objeto baseado em uma classe “minhaclasse” e sim, um objeto baseado na classe “TESTE”
Assim eu posso passar um variável como uma string para “minha classe” e quando necessito me referenciar a ela, posso fazer assim:
objCustom(1).fazeralgo();
Assim, objCustom é a referencia conhecida da classe “TESTE” que eu não conheço só sei que esta apontada na variável “minhaclasse”, que eventualmente pode ser qualquer classe, mas uma vez instanciada tenho acesso sem necessáriamente conhece-lá a principio, só fazer um reflection depois para saber se posso ou não executar um processo ou outro.
Deu para entender?