Demoiselle: framework oficial do governo federal

93 respostas
F

Certamente será (já está sendo) questionada a utilização desse framework. Porque não X, Y ou mesmo Z? E até a pergunta que tenho medo: por que cada um não pode usar o seu?

Simplesmente porque o Governo Federal quer ter controle sobre os sistemas que são desenvolvidos para ele e ter a liberdade de poder mantê-los sem ficar dependente de uma determinada empresa, ou de poucas.

Isso pode ser visto como uma oportunidade de negócio.

http://www.serpro.gov.br/serpronamidia/2009/janeiro/softwares-do-governo-federal-serao-padronizados-a-partir-de-2009

93 Respostas

G

Onde se encontra esta framework para dar uma olhada, entrei no site e não encontrei nem links ou downloads relacionados.

A

Como assim? Vc está querendo dizer se especializar no framework para desenvolver para o governo?

S

andrepestana:

Isso pode ser visto como uma oportunidade de negócio.

Como assim? Vc está querendo dizer se especializar no framework para desenvolver para o governo?

faço de suas , as minhas palavras.

F

Em breve a documentação estará disponível, assim que a Coordenação de Software Livre do SERPRO liberar o conteúdo para publicação.

Quanto a oportunidade de negócio, é isso mesmo.

Como diria o andróide Data de Star Trek (ou o Guia do Mochileiro das Galáxias): “Resistir é inútil”

M

Este framework foi desenvolvido internamente por uma equipe da SERPRO? :wink:

F

Sim.

M

Ainda outro framework do governo?

Já deve ser bem o décimo desde o ano passado. E cada órgão tem o seu, incrível como o governo federal é “padronizado” :slight_smile:

O melhor de tudo é a promessa de “diminuição de 50% nos custos de operação e manutenção” dos sistemas. Porque vai diminuir o custo de operação? O que é que o framework tem haver com o jeito que o usuário usa ele? De onde veio essa estatística de diminuição de 50%? E, ainda mais importante, como é que o serpro mede os custos de desenvolvimento dos sistemas?

É muito triste ver o meu dinheiro ser investido assim, muito triste mesmo.

T

Não sei como ainda não criticaram o nome. Sempre tem um outro que pergunta “porque não usaram um nome aportuguesado?”.

W

Demoiselle foi o nome escolhido para batizar a plataforma de desenvolvimento de software.
Mais qual plataforma. Não vejo vantagem alguma em dar crédito a algo que não existe.

D

fgsl:
Em breve a documentação estará disponível, assim que a Coordenação de Software Livre do SERPRO liberar o conteúdo para publicação.

Quanto a oportunidade de negócio, é isso mesmo.

Como diria o andróide Data de Star Trek (ou o Guia do Mochileiro das Galáxias): “Resistir é inútil”

O Tenente Comandante Data de Jornada nas Estrejas - A Nova Geração, jamais disse essa frase. Essa frase é atribuida aos Borgs para a assimilação.

J

Não é a primeira vez que tentam isso né, da ultima vez deu uma problemada danada, e foi uma boa grana jogada fora, vamos ver se esse dá certo.

R

Não foi a primeira vez e nem será a última, infelizmente.

M

fgsl:
Certamente será (já está sendo) questionada a utilização desse framework. Porque não X, Y ou mesmo Z? E até a pergunta que tenho medo: por que cada um não pode usar o seu?

Simplesmente porque o Governo Federal quer ter controle sobre os sistemas que são desenvolvidos para ele e ter a liberdade de poder mantê-los sem ficar dependente de uma determinada empresa, ou de poucas.

Isso pode ser visto como uma oportunidade de negócio.

http://www.serpro.gov.br/serpronamidia/2009/janeiro/softwares-do-governo-federal-serao-padronizados-a-partir-de-2009

Mais um. Eu odeio essa sopa de letrinhas !!!

E outra:

Já que isso tem haver com Software Livre, porque esse medo de ficar dependente de alguma empresa ?? As soluções atuais já não utilizam SL ?
Se é livre vai ficar dependente de que empresa ?
Lá vai nosso dinheiro …

M

Pois é já ouvi falar de outros frameworks que largaram de mão.
Mas qual seria a solução para o governo, desenvolver seu próprio framework? adotar outros? ou adotar um framework para cada caso…?

é uma decisão difícil…

L

É possível ver em algum lugar quanto custou essa brincadeira?

Com certeza deve ser um dos frameworks mais caros do mundo!!!

P

[off]
Sou fanático por Jornada nas Estrelas, mas A Nova Geração pra mim é intragável.
Não dá pra engolir um Klingon na ponte de comando de uma nave da Federação.
É totalmente contra a natureza dos klingons, dos humanos e contra as raízes da série.
[/off]

V

[off]
Sou fanático por Jornada nas Estrelas, mas A Nova Geração pra mim é intragável.
Não dá pra engolir um Klingon na ponte de comando de uma nave da Federação.
É totalmente contra a natureza dos klingons, dos humanos e contra as raízes da série.
[/off] :shock: :?: :?: :x :!: :? :arrow: .

D

Qual o problema do governo hein?
Lembro-me que um dia, no ano passado, estive no blog de um professor e consultor de uma faculdade "por ai " (não vou citar nomes pra num virar guerra). O cara disse que havia desenvolvido um framework “plus-plus”.
Bom, perguntei o que ele tinha de melhor em relação a outros do mercado, como Grails, Rails e etc. Ele disse que o dele não competia com tais.
Por fim, percebi que, cada framework que fazem hoje é para dar uma grana em alguma coisa que, em breve, não servirá pra nada.
Tem tb aquele meia boca que faz propaganda pra C** na JavaMagazine e ainda teve a opinião na mundo java. Pô, isso que mata. O framework dele não tem nada de mais, nada mesmo, mas é usado no governo. Isso pq nem citei o que começa com “M” e termina com “aker”, kkkk.
Agora vem outro?
Eu gostaria de saber, sinceramente, o que estes, que são testados tão porcamente em “poucos” (pra não dizer mais que um ou dois) projetos são melhores do que os que já estão em produção em grandes empresas?
Gostaria de explicações sobre os reais efeitos e comparativos com frameworks do mercado internacional. E não me venham comparar com Struts que realmente é nos chamar de idiotas.

D

Na minha opinião a melhor solução seria, realmente, um framework que padronizasse os serviços de governo. A ferramenta seria forncecida para cada orgão de modo que os serviços seriam disponibilizados pelo governo via web service.

R

O problema é que ninguém viu esse framework e já estão atirando pedras. E se for bom? E se realmente valer a pena? Acho que é melhor ver, testar, avaliar primeiro e depois criticar. Cada um posta o que quer mas criticar uma coisa sem ver é tenso.

:lol:

A

Framework é algo muito abrangente.

Que tipo de framework é?
web, desktop, bpm, de integração JavaEE, persistencia, full stack …

Este framework atua apenas como facilitador e por baixo dos panos utiliza algo como Seam, Wicket, GWT ou outros frameworks open sources?

J

Mauricio Linhares:
Já deve ser bem o décimo desde o ano passado. E cada órgão tem o seu, incrível como o governo federal é “padronizado” :slight_smile:

Como eu mesmo já li por aqui: - Padrão é uma coisa tão boa que cada um tem o seu.

A

Demoiselle é o nome de uma banda de rock muito boa aqui da Bahia.

Link: http://www.demoiselle.com.br/

P

Como servidor público, vou ter de aprender o framework. Mas pelo que me consta, é apenas uma plataforma que utiliza frameworks livres e não um feito do zero. Espero que seja assim e o pessoal do serpro é bom o suficiente pra perceber que fazer um do zero é tiro no pé. O que eu também não gosto são essas estatísticas chutadas e essa mentira de facilitar a integração. A gente sabe que não é o fato de ter sido feito em Struts que se torna mais fácil de integrar.
Espero que seja bom de usar!

R

Pelo que me contou um amigo que trabalha nos correios lá eles adotaram que para todos os projetos nos próximos 10 anos será entre struts 2 ou jsf, com hibernate+jpa. O que eu acho uma solução melhor, afinal, existirão pessoas de todo o mundo trabalhando pra melhorar os frameworks.

L

10 anos? rsrsrs

Essa foi boa!

M

Cara, 10 anos no poder público é 1 ano de vida real ;D

L

Se uma das maiores vantagens de se adotar um software livre é a ajuda comunidade (desenvolvedores e usuários), também acho que o governo poderia passar a olhar com mais carinho para soluções consagradas com enorme quantidade de documentação e usuários.

Mas, enfim…

M

Pelo menos é java, imagina se o padrão escolhido fosse asp.net C# :slight_smile:

L

:stuck_out_tongue:
Nada contra a linguagem em si…
Mas muito contra a dependência que se tem da Microsoft e da documentação que eu acho ruim… :frowning:

A

Também gostaria de saber o custo para esta “brincadeira”.

M

eu tb nao sou contra asp.net…pelo contrário acho bem legal programar com ela…

B

Ué, pensei que esse era o argumento para usar Open-Source…

A

O Demoiselle existe sim, e a versão final para utilização foi lançada no dia 19/12/2008.
Ainda será disponibilizado um site para download do mesmo, será lançado até um livro criado pela equipe que desenvolveu o framework.
Logicamente ele não foi construido do zero, tiveram como base um outro framework que foi totalmente reformulado, mas foram adicionados muitos conceitos interessantes em sua arquitetura.

O Demoiselle tem por objetivo definir uma arquitetura de software padronizada para o desenvolvimento de sistemas baseados na plataforma JEE, além de padronizar e integrar frameworks especialistas para o desenvolvimento de aplicações.

Pra ter uma idéia dos frameworks especialistas integrados JSF, JBoss RichFaces, JBoss Ajax4jsf, MyFaces Tomahawk, Hibernate, Facelets, log4j, JasperReports, Apache Maven, AspectJ.

A idéia deste framework é padronizar as aplicações do governo, reduzindo custos com aprendizagem e os custos do próprio governo. Ou seja, as equipes de desenvolvimento (no caso do Serpro), poderão trabalhar em qualquer projeto que utilize este framework sem problemas de adapatação, podendo focar os esforços somente em entender o negócio da aplicação.

Até agora tá bom demais. Mas eu sou suspeito pra falar.

Ah, e é “o” Serpro e não “a” Serpro.

E só pra constar a documentação do asp.net da microsoft é muito boa sim. Tem tudo no site da microsoft, então quando forem reclamar, reclamem dos motivos reais $$$$$$$.

:wink:

F

Pessoal acredito que vai ser o primeiro SOFTWARE LIVRE obrigatório a ser utilizado no mundo, se não fosse triste até seria engraçado, rsrsrs.

Obrigar a todos os órgãos do governo ou quem quer que seja a utilizar um SOFTWARE LIVRE, é nadar contra a corrente da liberdade de escolha.

O SOFTWARE é llivre mais o direito de escolher não.

Será que o governo vai publicar o ato institucional numero 6 (IA6), quem não usar vai ser espancado, preso, classificado como subversivo? :cry:

Na minha opinião é uma atitude Fascista e autoritária. :twisted:

Gostaria de saber a opinião de todos.

R

Para mim não tem nada de fascista nem de autoritário, uma vez que não fere nenhum princípio constitucional. É simplesmente um requisito que deverá ser cumprido para quem quer fornecer software para o governo.

F

Eu concordaria se fosse um requisito, ou melhor, se fosse uma especificação tipo JSR, ou semelhante, agora achar que os caras do Serpro vão produzir uma framework (código) melhor que qualquer um da comunidade e empurrar de boca a baixo… da licença.

A reserva de mercado imposta por muitos anos no Brasil, serviu para que?

Se a tal Framework for boa mesmo, todos nós vamos usuar, agora OBRIGAR…

Demoiselle na minha opinião é a framework PINHÃO 2, a missão, rsrsrs

P

Alguém um dia vai ter que me explicar porque meu imposto (que eu ainda pago, mesmo morando fora há algum tempo) tem que ser desperdiçado desta forma. Que tal o governo deixar a criação de tecnologia para quem tem nisso sua missão (universidades, projetos livres, encubadoras, consórcios, fundações, ONGs, empresas…) e não procura entregar um mínimo de valor no que deveria fazer?

P

alexviegas:
O Demoiselle existe sim, e a versão final para utilização foi lançada no dia 19/12/2008.
Ainda será disponibilizado um site para download do mesmo, será lançado até um livro criado pela equipe que desenvolveu o framework.
Logicamente ele não foi construido do zero, tiveram como base um outro framework que foi totalmente reformulado, mas foram adicionados muitos conceitos interessantes em sua arquitetura.

O Demoiselle tem por objetivo definir uma arquitetura de software padronizada para o desenvolvimento de sistemas baseados na plataforma JEE, além de padronizar e integrar frameworks especialistas para o desenvolvimento de aplicações.

Pra ter uma idéia dos frameworks especialistas integrados JSF, JBoss RichFaces, JBoss Ajax4jsf, MyFaces Tomahawk, Hibernate, Facelets, log4j, JasperReports, Apache Maven, AspectJ.

A idéia deste framework é padronizar as aplicações do governo, reduzindo custos com aprendizagem e os custos do próprio governo. Ou seja, as equipes de desenvolvimento (no caso do Serpro), poderão trabalhar em qualquer projeto que utilize este framework sem problemas de adapatação, podendo focar os esforços somente em entender o negócio da aplicação.

Até agora tá bom demais. Mas eu sou suspeito pra falar.

Ah, e é “o” Serpro e não “a” Serpro.

E só pra constar a documentação do asp.net da microsoft é muito boa sim. Tem tudo no site da microsoft, então quando forem reclamar, reclamem dos motivos reais $$$$$$$.

:wink:

Falando sério agora, vocês já pararam para pensar que… estas tecnologias citadas podem estar defasadas amanhã? Que elas podem não ser a melhor solução para todos os projetos? Que elas restringem/limita o aprendizado de novas tecnologias (ie. vocês vão parar no tempo)…

K

Não podia ter encontrado resposta/questionamento melhor. Concordo com você em gênero, grau e número.

R

Existem diversos posts em blogs sobre esse assunto, mas nada adianta. Porque será que a resistência é grande? Falta de informação?

K

Se você se refere a comunidade de desenvolvedores, então não acredito que seja falta de informação e sim falta de crença em projetos como esse por parte do governo. Segundo comentários nessa thread, já houve iniciativa semelhante no passado que acabou em pizza.
Outra questão é ficar amarrado de tal forma que evoluir fica dificil -> impossível.

M

Não é que seja impossível, é que esse tipo de ferramenta padrão é feita exatamente pra que não haja qualquer tipo de evolução :slight_smile:

M

Participei de um projeto da receita federal onde utilizamos o trio struts + spring + hibernate.

Utilizar framework próprio é algo muito caro e arriscado.

R

Alguns posts sobre esse assunto (vejam as datas) que me recordo no momento:

http://blog.fragmental.com.br/2008/01/20/programacao-radioativa/
http://www.milfont.org/tech/2008/01/20/frameworkstools-caseiros-ou-fechados/
http://www.rafaelcarneiro.net/blog/2008/05/23/frameworks-agindo-com-bom-senso/

Vejam um trecho do cv em 2005 (isso mesmo, em 2005!):

“cv”:
Desenvolver um framework ANTES de desenvolver uma aplicacao nao da certo: ou voce acaba com a aplicacao tendo que fazer gambiarras em cima do framework, ou a aplicacao nao sai ate mudarem o framework. Eh melhor fazer uma aplicacao primeiro, refatorar ela e tirar os pedacos genericos e transformar num framework do que tentar advinhar o que eh generico e o que nao eh. Alias, risque a palavra advinhar do dicionario.

Fonte: http://www.guj.com.br/posts/list/21873.java

L

Onde se encontra este framework, no site da Serpro não encontrei nem links ou downloads relacionados.

M

fgsl:
Em breve a documentação estará disponível, assim que a Coordenação de Software Livre do SERPRO liberar o conteúdo para publicação.

Quanto a oportunidade de negócio, é isso mesmo.

Como diria o andróide Data de Star Trek (ou o Guia do Mochileiro das Galáxias): “Resistir é inútil”

“Resistence is futile” ^^

O caso é… eles querem que todos trabalhem assim por que vai ser bem fáçil trocar de programador pra eles.

Isso de algum modo me soa como salario mais baixo e medo de ser demetido o.0

R
M

O caso é que, na maioria dos casos, os gerentes/líderes não entendem nada de tecnologia e quando escutam algo desse tipo: “Mais produtividade”, “Diminui o problema da rotatividade” e “Padronização Customizada” (Pleonasmo mesmo) … quando eles escutam esse tipo de coisa eles ficam loucos e cegos!

Usar frameworks caseiros como o pinhão e essa acrisia chamada Demoiselle, achar que terá mais produtividade e que irá diminuir o problema causado pela rotatividade, ao meu ver, é um engano.

Primeiro é que o se a empresa tem alta rotatividade de pessoas, ela também tem um grande problema de repasse do conhecimento para quem está chegando e pode ser amenizado se os projetos usassem as ferramentas mais comuns no mercado (é mais fácil o cara que chegou saber o que tá se usando no mercado do que saber alguma coisa sobre uma ferramenta caseira). Se usar as ferramentas mais comuns no mercado ameniza também o problema da produtividade, pq o cara já chega sabendo alguma coisa.

Esse “sem problemas de adaptação”, ao meu ver, não é verdade. Para aprender a usar esse framework tem que ter treinamento (+ custo). Temos dois projetos pilotos usando esse framework na minha regional e todos eles tiveram treinamentos (custo++), a minha equipe não o usa e pouquíssimas pessoas tiveram que ter treinamento pra começar a desenvolver(custo–) pq usamos os frameworks que vcs integraram e nada mais! (custo-- de novo, pq não temos que ter pessoas que precisem ficar dedicados a manter e dar suporte ao um framework).

Outra coisa negativa tb é o fato de amarrar tecnologicamente toda empresa (serpro) e tolher tb as empresas que irão desenvolver alguma coisa para o governo.

Temos pessoas beemmmm capacitadas para fazer isso. Mas infelizmente o Demoiselle não foi uma boa sacada… e pelo meu feeling aqui, poucos desenvolvedores apoiam. Para mim, usar isso seria uma injeção de desânimo. Por isso, vou inflamar e resistir até onde eu conseguir.

e pra finalizar … ao meu ver, esse demoiselle e o pinhão tem foco em política e não em tecnologia … é a galinha dos ovos de ouro do Mazzoni. Ele trouxe isso da Celepar para o Serpro e está tentando levar do serpro para as empresas que desenvolvem para o governo… tudo isso por imposição!

Triste!

A

Medo de ser demitido tem quem não é competente.

Além do mais, uma coisa não impacta na outra, e nem todo mundo é obrigado a trabalhar com desenvolvimento.

Aqui no Serpro não tem ninguém com medo de ser demitido, pelo contrário, a chegada de um framewok integrador está deixando todo mundo mais motivado, pois sabemos que se um dia, um colega lá de Curitiba precisar de alguém lá de Belém, pra dar uma força em algum projeto, não vamos perder tempo em aprender toda uma arquitetura, todo um conceito, todo um padrão de desenvolvimento.

Eu já estou usando o framework, e particularmente (essa é uma opinião minha) estou gostando bastante, pela facilidade de desenvolver um sistema, utilizando padrões e conceitos de desenvolvimento, utilizados por toda a comunidade Java.

Lógico que não é um Grails, mas é melhor do que não ter nenhum padrão, ainda mais em uma empresa de grande porte, como o Serpro.

Em breve será divulgado um site de publicação deste framework, e como já falei antes, também será lançado um livro.

Ao público externo, quem quiser, vai poder baixar, vai poder experimentar e se não gostar é só deixar de usar! Muito simples.

H

o que tem um framework a ver com medo?

levando para o cerne da questão, a verdadeira motivação é politica, conforme o mondego falou. isso é indiscutível.
levando para aspectos técnicos… o framework é uma volta a programação em jsp e servlet puros fazendo uma comparação
imagina:
anotações em VO’s é luxo (hibernate annotations), voce vai continuar usando xml redundando trabalho porque o framework não da suporte
a maioria dos frameworks modernos desacoplaram o código permitindo a criação de pojos, o demoseile parece o velho struts, extends, implements inúmeras classes em todas as camadas
eles bolaram uma maneira de deturpar a criteria do hibernate pensando que analista de sistemas pode ser até mesmo um caixa de supermercado na hora fazer as implementações da camada de acesso a dados…
o framework usa um XML sem DTD que vai ficando gigantesco, e como eles fazem o parse na mão, se voce autoformatar esse xml na IDE a aplicação não funciona mais,
o maior problema ainda a meu ver é a questão da implementação dos aspectos…
como a orientação a aspectos ainda é muito discútivel custoxbeneficio eles tiveram a grande ideia de fazer a conexão com o banco de dados dentro das classes de aspectos, simplesmente ignorando implementações de pool no container, e duvido muito que usem o c3p0,
ainda não testei as transações.
parecem que ninguem que trabalhou nele conhece o SPRING 2.5
e não funciona em qualquer eclipse… somente no eclipse disponibilizado por eles…

esse framework vai se tornar padrão isso é fato, eu não culpo quem o desenvolveu, pois como sempre tudo vem de definições que são empurradas de cima pra baixo, se exitir alguem responsável por esse retrocesso é o arquiteto que modelou/inventou/bolou essa parafernalha que mais parece um produto acadêmico, de soluções complexas e mirabolantes, apenas para promoção politica de um cara inexperiente de vivência em um projeto.

N

A proposta me parece mais uma integração de frameworks já existentes que um novo framework.
Tenho certeza que a maioria aqui já ficou confusa quanto a que frameworks, arquitetura ou padrões adotar na construção de um novo sistema. Imaginem esta confusão numa empresa que vive para desenvolver e cada núcleo pode optar pelo conjunto de tecnologias sem qualquer critério.
A pergunta é: Vc gostaria de dar manutenção num projeto que foi desenvolvido em outra unidade utilizando X, Y e Z quando em sua unidade o “padrão” e A, B e C?

Considerem a existencia de núcleo por estado e vejam a confusão que pode se formar.

A

Bem,

que a implantação desse framework no Governo é pura política, isso é realmente incontestável.

Com relação as melhorias de tecnologia, o framework é isso mesmo vários extends e vários implements, infelizmente nem tudo é perfeito.

Mas eu tô usando o framework no eclipse 3.4 Ganymede - Não é o disponibilizado por eles - e tô usando annotations no mapeamento do Hibernate - Não XML.

Quanto a questão de transações com c3p0, não posso falar nada porque não testei.

Agora, também não dá pra sair por aí botando culpa nas pessoas.

Não sei se chegaram a ver o Pinhão, que era pra ser o padrão do Governo. Não tô querendo puxar saco do Serpro nem nada, que graças a Deus desse mal eu não sofro, mas sinceramente, se tiver que usar um padrão, prefiro o Demoiselle.

Mas também tem outra coisa, se o framework é livre e open source, e se vai ser disponibilizado a comunidade em geral, quem garante que ele não vá melhorar? Pode ser que não melhore em nada e continue ultrapassado, mas também pode ser que as pessoas ajudem a melhorá-lo.

A primeira versão não usava Injection nem Annotations. Essa versão 1.0.0 já usa.

Pense positivo. Alguém há de nos salvar. :wink:

A

Pq ao invéz de criar um framework vcs não padronizam quais jars podem ser utilizados? Creio ser mais viavel e simples de atualizar as bibliotecas homologadas, inclusive mantendo as vantagens do DEMO.

Ps: Me permitam colocar um apelido carinhoso neste framework :slight_smile:

F

Quero agradecer a discussão, ela serviu de base para começarmos a FAQ no Sourceforge.

Convido todos a darem uma olhada, pra ver se as respostas respondem as dúvidas levantadas, e também a sugerir outras perguntas.

O link direto é este:
http://sourceforge.net/forum/forum.php?forum_id=918458

A pergunta mais importante deve ser ‘cadê o código’.
Assim que os trâmites legais forem resolvidos, ele será disponibilizado.

C

Em menos de um ano eu estou no terceiro projeto onde há um Framework caseiro e já trabalhei em pelo menos uns 20.
Tenho experiência suficiente para saber que isso é uma idiotice e como contribuinte me sinto lesado em saber que meus impostos sustentam esse tipo de coisa.
Lembrem-se que um dia pode ser que o Dexter Morgan trabalhe no framework de vocês, então removam seus endereços :stuck_out_tongue:

C

peerless:

Falando sério agora, vocês já pararam para pensar que… estas tecnologias citadas podem estar defasadas amanhã? Que elas podem não ser a melhor solução para todos os projetos? Que elas restringem/limita o aprendizado de novas tecnologias (ie. vocês vão parar no tempo)…

Quem propõe esse tipo de aberração é porque já está parado no tempo!

C

alexviegas:

Mas também tem outra coisa, se o framework é livre e open source, e se vai ser disponibilizado a comunidade em geral, quem garante que ele não vá melhorar? Pode ser que não melhore em nada e continue ultrapassado, mas também pode ser que as pessoas ajudem a melhorá-lo.

A primeira versão não usava Injection nem Annotations. Essa versão 1.0.0 já usa.

Pense positivo. Alguém há de nos salvar. :wink:

Nao é questao de ser otimista, devemos considerar o aspecto tecnico da solucao. quem foi que disse que “arquitetura integradora” é considerada boa pratica de programacao?

A questao é, o que existe entre os frameworks integrados e o usuario é a aplicacao, ou seja, aquilo considerado como diferencial. Padronizar isto é um absurdo pra qualquer um com o minimo de nocao. Seria o mesmo que chegar pro Joaquim e dizer que a partir de hoje todos os paes devem ser assados usando forma de empadinha. E desta forma reduziremos nossos custos com o treinamento dos “padeiros” nos diferentes tipos de paes e nossa produtividade vai aumentar pq fazer paes agora é tao facil quanto fazer pipoca em microondas!

E disponibilizar algo com este proposta para a comunidade nao garante que va melhorar, principalmente se considerarmos que o demoiselle nao resolve problema de ninguem, nem mesmo do Serpro!

Alias, so podia ser coisa do Serpro mesmo, um orgao publico, onde tudo gira em torno de interesses politicos.

D

gostaria de quem tiver disponivel, me mandar materiais java2 EE, Obrigado

F

Na verdade já resolveu vários problemas, referentes aos projetos que estão utilizando o framework, que são mais de uma dezena contando as versões não estáveis.
Como diria Guilherme Schneider, em TI, potência não é nada sem controle.
Já tive oportunidade de verificar pessoalmente problemas que ocorrem quando o governo terceiriza serviços. Inclusive já enquadrei consultores picaretas, que querem ganhar dinheiro fácil com o governo, e por consequinte lesar todos os contribuintes.
Entendo que há a impressão de que algo poderia ser adotado em vez de criado. Mas na verdade, o Demoiselle nasceu da evolução de outro framework, e constitui-se em um direcionamento.

As tecnologias citadas são usadas pelo mercado. Toda decisão de adoção de tecnologia é acompanhada da assunção do risco de que ela fique defasada. Não há garantia que nada não fique defasado. Mas se ficar, as tecnologias citadas serão substituídas por outras, porque o ponto central do Demoiselle é o Framework Arquitetural ou Framework Integrador. A idéia é permitir que as camadas inferiores possam ser substituídas sem que isso afete a aplicação, porque a interface é a mesma. Não há nenhuma novidade nisso. A questão é estabelecer um padrão que seja seguido, para que os envolvidos falem a mesma língua e para que a manutenção seja facilitada. Para que A seja contratado para fazer uma aplicação X para H e que B possa dar manutenção, ou que o próprio H possa fazê-la, se quiser.

Agradeço pelos questionamentos.

M

Você poderia nos mostrar onde está a análise de riscos e quem a fez? E “as tecnologias citadas são usadas no mercado” não diz nada, todas as tecnologias são usadas no mercado, mesmo as tidas como legado, como Cobol e Clipper.

Essa história de que “as tecnologias serão substituídas” é pura conversa fiada. A evolução tecnológica funciona através da quebra de padrões, no início tudo era Struts, uma ferramenta “integradora” que usava o Struts como base dificilmente consegue hoje gerar código pra outros frameworks como JSF ou WIcket, porque o ponto de partida é completamente diferente. Dizer que é simplesmente questão de “atualizar o framework integrador” é um absurdo sem tamanho, a não ser que as mentes do SERPRO tenham conseguido ver o que nenhuma outra empresa do mercado conseguiu ver.

Esse framework é tão picareta quanto as empresas e consultores picaretas que mamam nas tetas do governo, porque ele vai servir pra fazer exatamente a mesma coisa.

C

Na verdade já resolveu vários problemas, referentes aos projetos que estão utilizando o framework, que são mais de uma dezena contando as versões não estáveis.
Como diria Guilherme Schneider, em TI, potência não é nada sem controle.
Já tive oportunidade de verificar pessoalmente problemas que ocorrem quando o governo terceiriza serviços. Inclusive já enquadrei consultores picaretas, que querem ganhar dinheiro fácil com o governo, e por consequinte lesar todos os contribuintes.
Entendo que há a impressão de que algo poderia ser adotado em vez de criado. Mas na verdade, o Demoiselle nasceu da evolução de outro framework, e constitui-se em um direcionamento.

Na verdade acho que o Serpro deve sim criar suas proprias solucoes internamente quando for possivel, nao vejo problema nisso. Mas nao espere utilizar os mesmos argumentos de vendedor para divulgar sua nova ferramenta aqui e achar que ninguem vai questiona-lo, principalmente quando afirma ser a solucao para problemas como falta de controle, baixa produtividade, custo alto no desenvolvimento, pq sabemos que tais problemas nao passam por uma solucao tecnica, mas principalmente por uma atitude a nivel de processo, por exemplo, nao entendi de que forma um framework vai inibir a atuacao de picaretas na prestacao do servico!

As tecnologias citadas são usadas pelo mercado. Toda decisão de adoção de tecnologia é acompanhada da assunção do risco de que ela fique defasada. Não há garantia que nada não fique defasado. Mas se ficar, as tecnologias citadas serão substituídas por outras, porque o ponto central do Demoiselle é o Framework Arquitetural ou Framework Integrador. A idéia é permitir que as camadas inferiores possam ser substituídas sem que isso afete a aplicação, porque a interface é a mesma. Não há nenhuma novidade nisso. A questão é estabelecer um padrão que seja seguido, para que os envolvidos falem a mesma língua e para que a manutenção seja facilitada. Para que A seja contratado para fazer uma aplicação X para H e que B possa dar manutenção, ou que o próprio H possa fazê-la, se quiser.

Agradeço pelos questionamentos.

Nao ha novidade mesmo em separacao por camadas. Ha sim uma ideia equivocada de usar camadas sem abstracao, apenas camadas de indirecao para outros frameworks que fazem o trabalho de verdade. Considerando que havera mais codigo a ser mantido nao entendo como a manutencao seria facilitada.

F

http://www.serpro.gov.br/imprensa/publicacoes/Tema/tema/materias/framework/?searchterm=elizier

T

Reabrindo o tópico com algumas dúvidas e esclarecimentos:

Você poderia me informar quanto do seu dinheiro foi investido no Framework? Saiba que existem mecanismos para isso. Mas desconfio, apenas desconfio, que não seja o Guj.

Gostaria de saber o custo ou gostaria de aparecer aqui dizendo que gostaria de saber? Se não se importar, poderia nos mostrar o e-mail que você mandou para a ouvidoria do Serpro solicitando esclarecimentos quanto ao custo de desenvolvimento do Framework? A ouvidoria, e não o Guj, é o canal certo para tal informação.

Quando te explicarem como o seu imposto foi parar no Serpro, posta aqui para a gente saber.

A Missão do Serpro foi definida pela Diretoria em 2004 e se traduz em “Promover e integrar soluções em Tecnologia da Informação e Comunicações para o êxito da gestão das finanças públicas e da governança do Estado, em benefício da sociedade”. Não é por falta de missão.

Mas estou curioso para saber o que o governo deveria fazer. Apenas Justiça e Forças Armadas? Viva o neo-liberalismo? Até quando? Até os bancos quebrarem? Aí é papel do governo socorrer os pobres banqueiros? Vou convidar o Barack para vir ao Guj. Se daqui saem soluções de governo para o Brasil, que diremos para os EUA!

Outra dúvida: o que faríamos com o banco de dados do IRP(F|J)? Vamos confiar em alguma consultoria? Meu cadastro de bens e rendas à disposição de uma Mindjob ou n-Letrinhas? Hum, sei não. Não sei mesmo. E as informações estratégicas de comércio exterior? Alguém tem detector de raposa para afastar do meu galinheiro?

Não entendam que eu esteja defendendo a solução que, assim como vocês, não conheço. Mas criticá-las com falácias é irresponsabilidade.

P

Assim:

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalComprasDiretasFavorecidosED.asp?TipoPesquisa=1&Ano=2008&ValorTipoPesquisa=2418903469993.0000&Valor=93112214467370&textoPesquisa=&CpfCnpjNis=33683111000107&NomeFavorecido=SERVICO+FEDERAL+DE+PROCESSAMENTO+DE+DADOS+(SERPRO)+[SERPRO+SEDE]&valorFavorecido=[telefone removido]

Na sua citação eu não vejo criar tecnologia, que foi o que falei. O SERPRO é um prestador de serviço de tecnologia e como qualquer outro -público ou privado- deve se manter focado. Quando estamos falando de como a empresa XYZ gastou dinheiro a toa reinventando a roda eu não ligo mas neste caso o dinheiro gasto é o meu.

Não entendi o que isso tem a ver com o tema do tópico. Mesmo se você preferir um governo não-liberal ele deveria colocar este dinheiro em órgãos -públicos ou privados ou o que for- que trabalham com inovação, como os que citei acima.

Você pode por favor me dizer que parte do problema em gerenciar uma base de dados como as que você citou se relaciona com a crítica sobre o governo criar seu próprio framework e reinventar a roda? Independente da minha opinião sobre quem deve desenvolver a base de CNPJ isso é completamente dentro do escopo de uma organização como o SERPRO, ao contrário do que este post trata: a invenção de mais um framework.

TheMask:

Não entendam que eu esteja defendendo a solução que, assim como vocês, não conheço. Mas criticá-las com falácias é irresponsabilidade.

Desculpe mas reabrir um post apenas adicionando ruído e querendo transformar em uma discussão sobre capitalismo, liberalismo ou sejá lá o que for é lamentável.

T

O Serpro é uma empresa pública e desde 2003 não está no OGU. É uma empresa lucrativa que paga dividendos ao governo. Mostrar apenas as despesas é, no mínimo, ingênuo.

Concordo contigo. Você já entrou com um processo no TCU para questionar esse desperdício?

Discordo. Sem uma definição precisa do que é inovação fica muito complicado. Mas lato sensu, ter o maior sistema de informações de rendas do mundo é inovar. Apoiar tecnicamente a evolução do DOSVox é inovar. E baratear o custo Brasil com o uso de tecnologia? Pode dizer que não é inovar. Então o governo não deveria gastar dinheiro com isso? Gastar dinheiro com controle também é importante. Esse é o ponto.

Rigorosamente nada. Não estou defendendo o framework como já dito no meu post. É que eu havia entendido a sua frase que dizia que o governo deveria deixar a criação de tecnologia para outras instituições era um repúdio à existência do Serpro. Desculpe-me pelo engano. Relendo, vi que você inclusive citou “empresas”. O Serpro é uma empresa. E, sem entrar no mérito do Demoiselle especificamente, construir um framework se encaixa em sua missão.

Não estou querendo transformar em discussão ideológica. É só que quando você diz que o governo deve cuidar “disso” e não “daquilo”, já está carregado de ideologia. Aliás, fora inovação seu post não mencionou onde seu dinheiro seria melhor aplicado.

Eu trouxe à este tópico a missão do Serpro, a informação de que o Serpro não participa do OGU, que é uma empresa superavitária, que a ouvidoria do Serpro é o canal certo para informações, que o TCU é o meio para você questionar o investimento dos seus impostos. Ruídos, como você pode ver, apenas ruídos. :roll:

P

TheMask:
pcalcado:

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalComprasDiretasFavorecidosED.asp?TipoPesquisa=1&Ano=2008&ValorTipoPesquisa=2418903469993.0000&Valor=93112214467370&textoPesquisa=&CpfCnpjNis=33683111000107&NomeFavorecido=SERVICO+FEDERAL+DE+PROCESSAMENTO+DE+DADOS+(SERPRO)+[SERPRO+SEDE]&valorFavorecido=[telefone removido]

O Serpro é uma empresa pública e desde 2003 não está no OGU. É uma empresa lucrativa que paga dividendos ao governo. Mostrar apenas as despesas é, no mínimo, ingênuo.

Não mesmo, eu estou mostrando -a seu pedido- como impostos vão parar lá. Ou você acha que este dinheiro aparece de algum outro lugar?

Não, logo… ?

Você pode me dizer o que o framework em questão melhora nestes aspectos? Se não for pedir demais seria ótimo ter uma resposta baseada nos pontos levantados neste tópico e em similares sobre como arquiteturas de referência deste tipo são, na melhor das hipóteses, inócuas.

Você entra num tópico sobre um framework, lê respostas sobre o framework, critica estas mas tenta tirar o dito cujo de escopo. Muito difícil, não?

E, independente das nossas visões sobre se o SERPRO é uma empresa de verdade ou não, não faz bem para empresa alguma gastar dinheiro reinventando a roda. Eu como stakeholder desta empresa em específico fico extremamente desapontado vendo meu investimento (não voluntário) nela sendo jogado fora desta maneira.

Estes argumentos enlatados do tipo “se você não entrar com um processo não reclama” ou “não fale do problema, sugira soluções” são extremamente tediosos. Faça uma busca pelo meu login no GUJ e veja minhas respostas sobre “frameworks de referência”, não especificamente sobre este ou sobre desenvolvidos por empresas públicas. Eu não tenho que repetir a mesma coisa em todos os tópicos.

TheMask:

Eu trouxe à este tópico a missão do Serpro, a informação de que o Serpro não participa do OGU, que é uma empresa superavitária, que a ouvidoria do Serpro é o canal certo para informações, que o TCU é o meio para você questionar o investimento dos seus impostos. Ruídos, como você pode ver, apenas ruídos. :roll:

Informações cuja necessidade de você criou em primeiro lugar. Que tal começar a explicar por que o framework em questão é uma boa idéia?

F

http://demoiselle.sourceforge.net/

T

Sim, aparece. Toda vez que você solicita um passaporte e/ou importa um produto, há um sistema do Serpro sendo usado. Parte da taxa por esse serviço é usada para pagar ao Serpro.

Logo você reclamou no lugar errado. Seu dinheiro continuará sendo “desperdiçado” (de acordo com a sua opinião). Tudo bem quanto à isso?

Já disse que não conheço o Framework, logo não faço parte do time de desenvolvimento dele. E também sou um crítico de “arquiteturas de referência”. Mas não sou fundamentalista. Entendo que algum nível de padronização é importante. A questão é: o quanto e como padronizar. Mas uma coisa é criticar a solução apresentada (que suponho que você também não conhece), outra é questionar se criar um framework (vamos chamar assim por simplificação) faz ou não parte da missão do Serpro e constitui ou não desperdício de dinheiro público.

Explicado na última linha do parágrafo acima.

Concordo que você deve se preocupar. Meu ponto é que podemos canalizar essa preocupação para obtermos efeitos práticos. Senão, soa como chororô ao meu ouvido.

Mais enlatado que bater no governo é difícil. Obrigado pelo reconhecimento. Mas meus argumentos não foram esses. Não estou sugerindo que você se cale. Gostaria mesmo que você usasse sua preocupação para ajudar a melhorar os serviços públicos. Desse jeito, ganhamos todos nós brasileiros. E neste tópico, sugeri duas formas de fazer isso.

TheMask:

Eu trouxe à este tópico a missão do Serpro, a informação de que o Serpro não participa do OGU, que é uma empresa superavitária, que a ouvidoria do Serpro é o canal certo para informações, que o TCU é o meio para você questionar o investimento dos seus impostos. Ruídos, como você pode ver, apenas ruídos. :roll:

Ok. Considere as informações como ruído, portanto. Vamos deixá-las assim. Talvez sirvam para outra pessoa. E quanto ao framework, pode destacar exatamente em que parte eu disse que o DEMOISELLE é uma boa idéia? Até que eu o conheça, não vai ouvir críticas.

Mas vou citar uma idéia de sucesso no próprio Serpro: http://www.serpro.gov.br/imprensa/publicacoes/tematec/2006/ttec86/

'nuff said

P

Sim, aparece. Toda vez que você solicita um passaporte e/ou importa um produto, há um sistema do Serpro sendo usado. Parte da taxa por esse serviço é usada para pagar ao Serpro.

E quem paga a taxa deste serviço se não o contribuinte? Só porque não existe um imposto ou taxa específico do SERPRO não quer dizer que o que vai parar lá não saia do meu bolso.

[/quote]

Logo eu deveria ou reclamar usando meios formais ou calar a boca? Meios de comunicação não servem para fazer reclamações? É melhor avisar isso aos jornais.

Novamente: você entra em um tópico sobre o framework mas não quer falar dele. Que tal abrir outro falando sobre o que você quiser?

No caso da criação de tecnologia o SERPRO apenas está fazendo a mesma besteiraque muitas empresas. Ao invés de utilizar o que já existe cria seu próprio. Ou você não conhece algumas dezenas de alternativas que provenham:

Para tentar fazer você entender melhor vamos pegar duas empresas: SpringSource e Consultoria ABC. Fazer o tipo de coisa acima é core business da Spring Source, está diretamente relacionada a como eles fazem dinheiro. A consultoria ABC faz software para o mercado financeiro. Criar um framework com as funcionalidades acima é jogar dinheiro fora.

Se existem aspectos que a empresa ABC sente falta nos frameworks existentes ela pode simplesmente alocar um grupo de pessoas para adaptar um framework existente para suas necessidades. Se houver algum sigilo comercial envolvido nestas mudanças ela os mantêm para si, se não ela manda os patches para a comunidade.

A menos que o framework traga algo de novo que dê uma vantagem competitiva (o que não é o caso. ao contrário do que você diz eu ao menos li a documentação -o fonte não está disponível até agora) se ABC lançar um framework como o do SERPRO temos apenas um clássico caso de síndrome de NIH, que cuta no bolso dos acionistas. No caso do SEPRO acho que todos sabemos que paga a conta.

Se eles realmente querem algo diferente poderiam pelo menos conversar com o pessoal do TRE de algum estado (RS?) que criou um framework que faz a mesma coisa (mais um exemplo de NIH) e tivemos uma longa thread aqui no GUJ sobre.

Novamente: não quer falar do framework? Saia do tópico do framework e abra um para seu tema.

Novamente: este é parte do papel de meios de comunicação em uma sociedade e o GUJ é m meio de comunicação.

Não entendi este trecho. Eu falei uma coisa você respondeu sobre outra completamente diferente.

De qualquer forma, qual é a outra forma sugerida?

TheMask:

A documentação -algo que custo algumas horas dos múltiplos funcionários, peo que parece- está disponível online.

Legal, seu exemplo é um caso de uso publicado pelo SERPRO mostrando coo a ferramenta criada no SERPRO teve sucesso. Qual o próximo passo, um paper da IBM dizendo como o WebSphere é fácil de usar e escalável ou um sobre como o Oracle IAS é estável vindo da própria Oracle?

R

Phillip, também não gosto de fashion week frameworks nem de imposição de frameworks padrão. Eu só acho que a sua revolta é desproporcional à quantidade de dinheiro público jogado fora com MUITAS outras coisas.

P

Mas um erro justifica o outro?

No mais, eu não tenho competência para julgar se uma decisão em, digamos, comércio exterior é boa ou ruim mas estamos falando de uma área que eu -nós- tenho conhecimento. E lembre-se que não é s’um framework criado por uma organização desta, aqui no GUJ já vimos pelo menos uns três casos de empresas púlicas ou departamentos criando seu pr’prio framework.

V

Pcalcado: Me permita dizer, sou um fã de carteirinha do seu Blog, adoro seus posts, são extremamente informativos e úteis, são adendos muito bons à comunidade!

Bem, por algum momento, achei que você estava exagerando, pois acompanho seus posts sobre “frameworks caseiras” falando que elas são “desperdício” e coisa e tal. Discordei de você até o último momento. Foi quando vi o código em questão. Colega, realmente, você NÃO estava exagerando. Se isso não mudar nas outras versões…

Amarrar um contexto de desenvolvimento à alguma coisa, seja ela integradora ou não, mesmo assim significa dependência direta: de pacotes, de chamadas de métodos, e de várias configurações e coisa e tal. Enfim.

A intrusão de código puro, seja ele proveniente de uma jcp (como JSF ou WebBeans) ou seja proveniente de tecnologias “padrão” do mercado (Seam, Guice, etc), dependendo de como ela é estruturada; houve, vai haver, ou (comumente) há problemas. Hoje, frameworks muito desenvolvidas, como o Seam, Spring, já provêem da melhor forma que a tecnologia pode oferecer tudo o que um cidadão como você e eu necessita para sobreviver BEM nesta selva de letrinhas. Falta, realmente, algumas coisas, como utilização de um sistema de segurança de uma maneira adequada (utilizando o que a empresa possui, como ldap), e algumas coisinhas.

Mas não creio que seja de uma forma intrusiva, colocando código dentro de Classes, heranças, etc. seja a melhor saída para resolver todos os problemas.

Talvez, repito: TALVEZ resolvendo o problema de intrusão, o código a ser utilizado no demoiselle fique solto. Não ficar preso a nada pode ser uma estratégia de solução em algumas pontas: como hoje o Spring resolve os problemas de má utilização de código, o demoiselle poderia preencher lacunas não existentes. Assim seria uma brecha para começar a fazer a diferença e aí fazer algo no sentido.

Mas… Sei lá. Mesmo assim é estranho. Será que o pessoal do serpro nunca ouviu falar em JPATemplate? Ou mesmo JdbcTemplate? No aspecto de persistência e web parece um chiuaua com 10 dias de parvovirose querendo morder um pitbull treinado… Porque fazer um JDBCGenericDAO do zero? Se for pra integrar mesmo… Esse JDBCGenericDAO poderia usar um template do Spring em conjunto com dbcp, como um outro colega falou no início. Eles vão girar a manivela umas 10.000x (com muito suor) até chegar à conclusão que a manivela do spring foi girada 10.000.000 de vezes, jogar essa parte fora e adotar o spring?

Talvez isso mereça uma reflexão…

J

Não entendi toda a discussao sobre o serpro, pra mim a discussão aqui tem que ser sobre o framework. E está claro que este framework é uma tremenda furada, intrusivo e redundante.

A velha idéia do governo de criar um framework para “padronizar” o desenvolvimento continua enchendo o bolso de um monte de gente.

M

"

L

Já que reviveram o tópico

fgsl:
Em breve a documentação estará disponível, assim que a Coordenação de Software Livre do SERPRO liberar o conteúdo para publicação.

Quanto a oportunidade de negócio, é isso mesmo.

Como diria o andróide Data de Star Trek (ou o Guia do Mochileiro das Galáxias): “Resistir é inútil”

Faltou o ESI aqui né campeão?

O mais engraçado é o número de randoms se cadastrando pra defender o framework ehuiaoheuaiae

esqueçam SAP, Oracle, SOA etc. O negócio do momento é o framework petista

V

Pois então. Foi isso que achei esquisito. Primeiro: dá pra ter produtividade fazendo algumas assetivas no projeto e não prendendo o desenvolvedor a um framework. De qualquer forma não sou contra quem faz isso, digo que pode funcionar, mas do jeito que o demoiselle foi projetado ele É intrusivo e, como citado anteriormente, apesar de não ter que aprender muuuitos tópicos para aprendê-lo, talvez ele precise um pouco mais de amadurecimento quanto aos objetivos e áreas de novos frameworks; já extensamente citados neste e em outros tópicos. Acredito que um novo framework tem que nascer sim. Mas não de qualquer forma, pois do jeito que o demoiselle é, já existem mais 10 idênticos, com documentação extensa, exaustivamente testados e com casos de sucesso no mundo todo.

Não sou contra novos frameworks, mas ele tem que ter um “tchans” a mais que os outros… Do jeito que o demoiselle está, o spring dá de 1000. Se fossem fazer um framework de integração: utilizem o spring, ou qq outro que corresponda. Não dá pra construir um carro fazendo as rodas, as portas, o câmbio… Temos que terceirizar. No modelo de negócio atual essa atitude é muito cara pro desenvolvimento do projeto. Tudo bem que é só um desenvolvimento que vai ser reutilizado n vezes, mas voltamos ao círculo vicioso: por que não pegar um pronto, fazer uma frame de integração e institucionalizar uma (várias) arquiteturas neste ambiente? Hum? Hum? Não seria melhor, mais fácil, mais rápido, mais barato…

M

"

V

Pô cara, mas, sinto muito, o contexto de transaction dele é fraco (faz um connection manager na mão), utiliza jdbc purão de uma forma que 1000 outros já fizeram. Como te falei: a idéia é boa, não sou contra ela. Mas já olhei o código. Nada foi feito nele além do que outros já fizeram, comprovadamente, melhor. Isso é um desperdício de tempo. Críticas construtivas da comunidade são boas pra mudar o rumo do projeto. Quando todos falam a mesma coisa, é bom pensar que estamos fazendo algo de errado…

M

Voltando ao assunto, vejam só um dos casos de teste do framework - http://gist.github.com/173006

É muita cara de pau ou não é? :slight_smile:

E pelo que eu tõ vendo aqui, é daí pra pior.

M

[size=18]Este projeto está sendo desenvolvido de forma colaborativa pela COMUNIDADE[/size]

As empresas e/ou instituições listadas abaixo estão usando e/ou estudando o projeto:

* Celepar - http://www.celepar.pr.gov.br

* UFPR -        http://www.ufpr.br/portal
* Prodepa -    http://www.prodepa.pa.gov.br
* Prodemge - http://www.prodemge.gov.br
* Datainfo Soluções em Tecnologia da Informação Ltda - www.datainfo.inf.br
* CCSL - centro de competência em software livre -  http://ccsl.ime.usp.br

[size=18]COMO COLABORAR COM A COMUNIDADE DEMOISELLE[/size]

Você pode participar de várias formas: reportando um erro, sugerindo melhorias, submetendo código, ajudando na documentação, traduzindo, ou, simplesmente, dizendo que você está usando o framework livre!

O seu nível de envolvimento e de tomada de decisão com o projeto segue o princípio da meritocracia adotado pela maioria dos projetos de software livre: Quanto mais você contribui, mais você ganha espaço no projeto.

Para participar, comece inscrevendo-se na lista de discussão do projeto: http://sourceforge.net/forum/forum.php?forum_id=894783. Envolva-se no projeto Demoiselle!!

A melhor forma de contribuir para o projeto é participando ativamente da comunidade do projeto.

[size=18][b]

  • Use o framework livre e nos dê retorno (feedback)[/b][/size]

Usando o framework e suas extensões, fazendo (e depois respondendo) perguntas, reportando erros e fazendo sugestões de funcionalidades são questões-chave da comunidade do projeto. O feedback dos usuários pode fortemente direcionar o projeto.

[size=18][b]

  • Contribua com a comunidade DEMOISELLE [/b][/size]

Além de saber quer você é usuário do framework livre, também será ótimo vê-lo ajudando no desenvolvimento do projeto. Ajudar no desenvolvimento do projeto implica em ver você participando das discussões da lista de desenvolvedores, respondendo a questões de usuários, fornecendo patches para corrigir erros ou para agregar novas funcionalidades, ou ajudando a melhorar a documentação, entre outras coisas.

[size=18][b]

  • Como se tornar um COMITADOR[/b][/size]

Um comitador é um desenvolvedor ao qual foi concedido direito de escrita no repositório de código-fonte do framework livre. Os comitadores formam o grupo de desenvolvedores-chave do projeto. São eles que dão a palavra final sobre o que entra ou o que não entra no framework e o que vai ser disponibilizado na próxima versão do software.

Os colaboradores do projeto ocupam espaços com base na meritocracia e na democracia. Se você quer ser um comitador do projeto, existem algumas coisas que devem ser feitas de forma a tornar isto realidade, a saber:

[b]- Assine uma ou mais listas de discussão do projeto e envie mensagens com sugestões ou respostas às questões. Torne-se conhecido.

  • Envie-nos patches de erros ou funcionalidades, ou documentação, traduções, etc.[/b]

  • No momento que você achar mais adequado, submeta a sua intenção de ser comitador para o líder do projeto (ou outro comitador), anexando uma lista de tarefas que você gostaria de fazer no projeto e um mini-curriculum. A escolha será feita democraticamente entre os comitadores do projeto e, eventualmente, por toda a comunidade.

M

[size=18]COMUNIDADE DEMOISELLE[/size]

Gostaria de dizer que é isso que faz a gente avançar idéias, ter uma Comunidade que vai discutir determinado FrameWork e fazer as transformações e evoluções necessárias para torná-lo útil e moderno, então vamos transformar as criticas em usuários e colaboradores do projeto e fazê-lo crescer em todos os seus aspectos.

Abraçosss !!

R

Defina descutir.

M

Leia novamente !!!

M

"

V

Maurício, o projeto pode melhorar; e deve.
O contexto público é um tanto quanto diferente do privado. Como disse antes por todos os colegas, fazer um “novo framework” que faz N coisas já feitas, não é legal.
Mas, como disse antes, uma maneira integradora de aplicações, utilizando outras frameworks, acho agradável e útil.
Patuscadas como essas acontecem com qualquer projeto, principalmente este, que deve ter muita gente envolvida. De vez em quando alguém faz uma caquinha, mas não invalida a idéia de todo um projeto. :slight_smile:
Mas que caquinha essa hein… Hehehhehee :lol:

P

Olá Flávio ,

fui no mini-curso sobre Demoiselle e agora na empresa que estou estamos querendo fazer

um teste com esse padrão.

Abaixei o Eclipse Ganymede e tenho a url do plugin do Demoiselle.

Mas não estou encontrando a url do plugin AspectJ para Eclipse poderia me informar essa url ou onde posso

encontrar ?

Se puder me ajudar agradeceria…

abs

Paulo RIbeiro

R

Paribe,

Dá uma olhada no wiki, lá tem informações sobre a configuração:
http://sourceforge.net/apps/mediawiki/demoiselle/index.php?title=Category:Como_utilizar

Ou no primeiro módulo de tutoriais(laboratorio):
http://www.frameworkdemoiselle.gov.br/menu/framework/manuais-e-tutoriais

Abraço

F

Pelo que me consta já estão misturando o framework com o JBoss Seam. Creio que num futuro próximo será apenas o JBoss Seam ou JBoss Seam + adendos governamentais.
Não vou entrar no mérito da qualidade do Demoiselle. Só acho que seria mais interessante investir dinheiro em treinamento dos desenvolvedores em frameworks consagrados do que desenvolver um com a proposta do Demoiselle.

I

Uso o Demoiselle e gente, falando sério, o lado Servidor está tão simples que o maior trabalho que tive até agora foi configurando a Segurança (uso o Spring Security) e o lado cliente, com o Primefaces.

Atenção: Estou na versão 2.x.

Abraço.

B

Por isso o brasileiro está onde está. Os americanos lançam qualquer porcaria e todo mundo (principalmente o brasileiro) abraça e isto acontece porque eles mesmos acreditam em suas idéias e criações.

Ainda estou lendo sobre o Demoiselle e não sei se utilizarei em minhas implementações. Estou analisando possibilidades para migrar meus sistemas para Java e este framework foi um de muitos sugeridos.

Isto é dinheiro do governo federal sendo gasto em pesquisa, ciência e tecnologia.

Obs.: Por preguiça li só as duas primeiras páginas deste tópico.

F

bruno.pedroso:
Os americanos lançam qualquer porcaria e todo mundo (principalmente o brasileiro) abraça e isto acontece porque eles mesmos acreditam em suas idéias e criações.

Não creio que os EUA lancem porcarias.

Os EUA são mestres em reconhecer o que é bom e vai dar certo.

O Java é dos EUA, Framework é só uma agulha no palheiro(Java). Os EUA investiram em livros, disseminação de conhecimento, marketing, treino, pesquisa, parcerias, projetos chaves e etc. E claro, eles ficam com o melhor(o Java, o C#, Oracle, Microsoft, Google e por aí vai).

O Brasil é mero usuário. Na minha opinião não tem como competir com os EUA. Se rivalizar com eles, com certeza vai dar merda e nosso imposto vai ser MAL GASTO.

A Nokia(Finlândia) até tentou competir, comprou o QT da TrollTech(Noruega) investiu muita grana e tal. Mas só tomam porrada da Apple, Android, Windows etc. E olha que a Nokia é uma empresa fundada desde 1865. Mas mesmo assim toma pau dos EUA.

Me dá nojo é ver esse Marketing nojento e mentiroso que o Governo Brasileiro faz. O IDH dos EUA esta em 4° do mundo. O do Brasil esta em 84°. E tem gente que acha que o Brasil esta com economia aquecida, que as pessoas estão ganhando e vivendo bem.

Quem já viajou para a Europa e EUA sabe que é tudo mentira esse papo de crise. A CRISE ESTA É NO BRASIL!!

Fazendo analogia é a mesma coisa que dar 200, 400, 500 Reais para um mendigo e falar que o mendigo esta super bem agora. E falar que alguém que ganhava 11.000 e agora ganha 9.000 esta em crise.

Tipo aquele Eike Batista, tem 18 bilhões e o povinho achando: Ai coitadinho do Eike Batista, esta perdendo dinheiro. PORRA, SE O MALUCO PERDER MAIS 18 BILHÕES E FICAR SÓ COM 500 MILHÕES AINDA VAI ESTAR RINDO DE ORELHA A ORELHA. Afinal antes do Lula ser presidente o maluco não devia ter nem 200 milhões. Toque de midas nada, é toque de malandro mesmo.

S

sou de Brasília DF e desde que me entendo por gente em TI trabalho com governo e Java. Nunca ouvi falar disto, no governo é quase impossivel padronizar alguma coisa nesse nível, cada ministerio e órgão segue seu rito proprio, duvido muito que pegue isso. quando começar a pegar já estará defasado pode escrever o que eu falo.

Criado 6 de janeiro de 2009
Ultima resposta 12 de dez. de 2012
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