Diploma faz a diferença?

47 respostas
L

Gostaria de saber se um Diploma realmente faz a diferença.

Estava muito afim de cursar na USP, já venho a tempos pensando nisso, e sei que no mínimo em Ciências da Computação consigo passar na FUVEST (ou fudest), sei disto pelo histórico de aprovações da minha escola nos grandes vestibulares.

Mas também estava refletindo se valeria realmente a pena fazer a faculdade em São Paulo, já que aqui na minha cidade tem uma Universidade (Unicentro), que até que é boa em estrutura, mas muito voltada a atividades agricolas e rurais, pois afinal de contas, moro no interior do Paraná.

Será na hora da entrevista, contratação, e na própria vida profissional dentro da empresa um diploma da USP valeria muito mais que o de uma Universidade pouco conhecida?

Também sempre ouço falar que tem muitos que fazem faculdade tudo nas coxas, e acabam siando sem saber nada, e dizendo que faculdade não quer dizer nada. Mas será que na USP, pelo fato maior exigência em cima aluno essa história não seria diferente?

47 Respostas

V

Eu acho que faz sim. Não é um super-mega diferencial, mas não deixa de ser um diferencial. Principalmente em empresas grandes, que recebem muitos currículos.
Algumas faculdades daqui sequer apareceram listadas num processo de seleção da Exxon e havia lá uma mensagem “se sua faculdade não está listada, você não é elegível ao cargo.”

Já ouvi falar de mais de um contratador que descarta faculdades muito desconhecidas.

M

Na minha região também tem muitas empresas que exigem diploma e fazem distinção entre universidades.

Outras não exigem, mas usam como diferencial na hora de priorizar. E como a quantidade de gente com diploma vem aumentando cada vez mais (felizmente), a tendência é isso aumentar. Isso não significa que o diploma vai obrigatoriamente te tornar um bom profissional e a falta dele vai te impedir de sê-lo, mas é fato que ele abre portas.

L

O que será que teria mais impacto na contratação (de um modo geral), um diploma de uma faculdade considerada boa, ou um inglês de alto nível (avançado, sem ser fluente)?

Pois o meu Inglês é relativamente fraco, é mais ou menos o de Internet, um pouco mais pro lado técnico, pois de vez em quando leio alguns reviews internacionais.

M

Claro que a USP é um diferencial. Sua chance de ser um profissional mais bem preparado ao se formar lá aumenta e muito do que se for fazer em uma outra faculdade que talvez priorize sua permanência lá através de maneiras que não serão tão interessantes para você a longo prazo.

Quando alguém da USP está competindo com alguém de uma universidade menos conhecida, não é só um diploma mais badalado que ele leva consigo. Ele leva também uma quantidade de experiências muito maior.

M

Luiz Niedermier Custodio:
O que será que teria mais impacto na contratação (de um modo geral), um diploma de uma faculdade considerada boa, ou um inglês de alto nível (avançado, sem ser fluente)?

Pois o meu Inglês é relativamente fraco, é mais ou menos o de Internet, um pouco mais pro lado técnico, pois de vez em quando leio alguns reviews internacionais.

Cara, acho que depende da empresa que você for trabalhar, não tem regra.

Eu se fosse você, se tivesse uma empresa em vista procuraria saber o que ela valoriza mais. Se não tivesse nada em vista, ia pela faculdade primeiro, que teoricamente abre mais portas que o inglês. Claro que supondo você possa se dedicar à faculdade, que exige muito da pessoa, seja boa ou mais fraca.

V

O inglês, em informática, tem um peso considerável. Principalmente se você for capaz de se comunicar oralmente em inglês, mesmo sem fluência perfeita.
Numa multinacional, pode representar viagens para o exterior.

É realmente uma escolha difícil. Eu ainda ficaria com uma boa faculdade, pois certamente ela ofertará algum tipo de clube de línguas. Mas vai daí da sua capacidade de cursar as duas coisas.

J

A escolha entre uma e outra faculdade só não faz diferença pra três tipos de pessoa:

1 - O vagabundo que não quer nada da vida. Pra esse, não interessa a faculdade, ele não vai estudar e ponto final.

2 - Pra gênios superdotados com +50 em inteligência, cujo primeiro programa foi compilado aos 3 anos de idade

3 - Profissionais arrogantes que acham que são tão bons que:
a - nenhum dos professores de um boa faculdade tem nada pra ensinar a ele,
b - nenhum dos colegas pode ensinar alguma coisa a ele
c - mesmo que ele fique só observando os pobres mortais, também não aprenderá nada, pois provavelmente já sabe tudo o que é importante o suficiente para ser aprendido.

Agora, para quem quer estudar, oambiente faz diferença sim. Quanto melhor o quadro de professores, melhor a estrutura e melhor cultura acadêmica da faculdade, maior a chance de você ter a formação que tanto deseja.

L

Vou contar um pouco sobre a minha situação. Estou com 15 anos, vou fazer 16 em julho, e já sei bastantinha (ou dependendo do ponto de vista muito pouca) coisa sobre programação. Para ser mais exato já quase terminei o livro do Deitel, C++ Como Programar, e estou começando em Ruby. Também bastante coisa da parte de hardware de computador, tanto que de vez em quando me aventuro em fazer overclocks extremos com LN2, gelo seco, fazer PencilMods (modificar parte do circuito com grafite), etc.

Além de estudar numa escola particular um tanto puxada e com bolsa, eu também trabalho numa marcenaria desde os 13 anos, e faço uns 80% das coisas que se deve fazer num móvel. Minha rotina de trabalho é das 13:00 até 18:30 ou as vezes até mais. E nos finais de semana, muitas vezes faço manutenção e montagem de computadores, essas coisas, ou tiro um tempo para ler, estudar, etc.

Como podem perceber, não tenho muito tempo para estudar, logo, estava pensando no ano que vem em que estarei no 3º ano do EM, parar de trabalhar, ou reduzir no mínimo pela metade a carga horária, para poder passar num vestibular mais concorrido, como a USP.

Sei que para muitos aqui pode ser que não interesse a minha rotina diária, mas no fim, queria saber se na minha idade é comum de já se ter uma base sobre programação e se deveria continuar fundo, ou então, “investir” mais em matérias como Matemática que se usa muito na faculdade, isto pois aqui não conheço ninguém que saiba programação, ou informática mais a fundo.

T

A diferença de uma faculdade de nome, não é que os professores vão te dar mas atenção e talz, pelo contrário eles botar no seu bumbum todo semestre. Como?
Te dando uma aula de merda ou bem fraca, forçando você chegar em casa e estudar para entender o que foi passado. Na hora deles aplicarem a prova, eles inventam exercícios que nunca foram aplicado numa prova antiga (5 anos). Por que isto? Forçar o coitado do aluno a estudar por conta própria e se tornar um bom profissional no mercado. Lógico não é 100% assim. Tem laboratórios, tem um estrutura legal para tu fazer as suas pesquisas, seus estudos. Isto é uma faculdade nome. Eu faço um faculdade bem conceituada de Engenharia e assim que são as coisas. Dá para contar nos dedos os professores que dão uma boa aula com uma didática boa, eu acho que o problema é com engenharia mesmo.

Voltando ao contexto, se tiver como você fazer um bom inglês e a uma faculdade boa, seria perfeito… Mas acredito que para area de informática, eu optaria por inglês de melhor qualidade e faculdade mas simples, porém não desconhecida. Uma faculdade com horários flexíveis, seria ideal. Se você já estiver na área sem dúvidas iria com essa opção.

Caso você ainda não esteja na area, uma faculdade melhor seria ideal, cursos, certificações, e um inglês mais a longo prazo.

L

bem, excelente discussao ate, concordo com o josenaldo, e em partes com o vinny e discordo quando falaram que o ingles nao abre tantas portas assim, bem ele abre o mundo e nao as portas e aqueles que tem um fluencia de verdade nao tem o que se queixar tanto de salario e oportunidades, porem o que vejo ai que muitos brasileiros que chegam a um nivel " avancado" que as vezes eh determinado com umas escolas aqui mesmo, que nao ha garantia de ser avancado, so na pratica que dar pra ver, entender e saber responder nao acho que sinonimo de avançando, mas digo para vc que o ingles pesa muito mais que a faculdade, na empresa que trabalho recusamos profissionais das faculdades famosas ai, por nao ter um ingles nem intermediario e contratamos aquele de faculdade menos famosa por ele ter um ingles excelente, o que vale para empresa eh o quanto vc sabe e se ta no perfil da vaga e se ela vai conseguir fechar negocio com sua nova contratacao e ganhar $$ com isso, essa eh a lei do chamado capitalismo, para nosso cliente nao importa seu diploma ele nao vai pagar mais caro por isso, o que importa eh o resultado, vc eh bom tecnicamente? gosta do que faz? a vaga eh sua…

Antes de entrar na faculdade eu tinha essa preocupacao, mas com o tempo eu vi, que isso eh detalhe e que se o cara gosta do que faz, vai provar isso aonde for e vai correr atras dos seus objetivos, claro que se vc tem a faculdade como padrinho para seu sucesso, ti dando os melhores professores e estrutura teoricamente vc tem a sair bem preparado, mas nao eh essa a realidade, o que vejo mais eh alunos que quanto mais oportunidade tem, mas estrutura teve, menos preparado para o mercado ta, e estar preparado nao so tecnicamente e sim maduro suficiente para assumir responsabilidades. Acho que o profissional ele nao pode se esconder atras da marca da empresa muito menos da faculdade, em si ele deve ter sua propria marca, buscar essa independencia, eu ja entrevistei alguns e quando logo de cara ele fala: " eu sou da faculdade XX com aquele ar de que eh o cara" so ai ja perdeu 50%, nao tem humildade nao dar para trabalhar em equipe, eu quero saber o que ele sabe e nao de onde veio, a faculade dele eh boa, tem cultura, porem eu nao sei da trajetoria dele na faculdade etc.

Eh uma situacao bem complicada. Eu no seu caso, optava pelo caminho de nao perder tempo com isso, pq terminar a faculdade eh a ponta do iceberg, e traçava que vc mesmo ia construir sua carreira independente se tivesse em uma famosa ou nao.

Infelizmente eh triste ver que algumas empresas ainda estao presas a essa questao de faculdade, se nao está listada vc nao ta no perfil, os maiores nomes ai dos caras que movem Tecnologia no mundo, muitos deles nao foram em havard e colocaram muitos de havard no bolso e hj eh convidado para estar la.

Para vc ter ideia na empresa que trabalho os melhores profissionais boa parte deles vieram de faculdades particulares nao muito conhecidas e hj sao engenheiros, executivos da companhia e se vc ver o cara na midia, acha que estudou em uma mega faculdade, mas nem foi. A determinacao, objetivo, esforço foi o que fez o diferencial dele dos demais.

flw! abracos

T

Luiz Niedermier Custodio:
Vou contar um pouco sobre a minha situação. Estou com 15 anos, vou fazer 16 em julho, e já sei bastantinha (ou dependendo do ponto de vista muito pouca) coisa sobre programação. Para ser mais exato já quase terminei o livro do Deitel, C++ Como Programar, e estou começando em Ruby. Também bastante coisa da parte de hardware de computador, tanto que de vez em quando me aventuro em fazer overclocks extremos com LN2, gelo seco, fazer PencilMods (modificar parte do circuito com grafite), etc.

Além de estudar numa escola particular um tanto puxada e com bolsa, eu também trabalho numa marcenaria desde os 13 anos, e faço uns 80% das coisas que se deve fazer num móvel. Minha rotina de trabalho é das 13:00 até 18:30 ou as vezes até mais. E nos finais de semana, muitas vezes faço manutenção e montagem de computadores, essas coisas, ou tiro um tempo para ler, estudar, etc.

Como podem perceber, não tenho muito tempo para estudar, logo, estava pensando no ano que vem em que estarei no 3º ano do EM, parar de trabalhar, ou reduzir no mínimo pela metade a carga horária, para poder passar num vestibular mais concorrido, como a USP.

Sei que para muitos aqui pode ser que não interesse a minha rotina diária, mas no fim, queria saber se na minha idade é comum de já se ter uma base sobre programação e se deveria continuar fundo, ou então, “investir” mais em matérias como Matemática que se usa muito na faculdade, isto pois aqui não conheço ninguém que saiba programação, ou informática mais a fundo.

Diante dessa situação, sem dúvidas pare de trabalhar no ano que vem, e se mate de estudar que conserta tu consegue passar na USP, a USP não é questão de ser dificil ou não é questão de querer e se esforçar para passar.

Eu por exemplo nunca quis fazer USP, tenhos meus motivos. Tanto que eu nem perdi meu dinheiro pagando um vestibular só para saber quantos pontos eu fiz. Dinheiro mal gasto, porém eu escolhi uma faculdade do nível da USP talvez não seja a melhor faculdade para area especifica, mas não fica atrás das primeiras. A minha faculdade prepara o aluno para o mercado de trabalho, faz o coitado sofre no mínimo 5 anos para se formar(há casos de 9 anos). Mas esse sofrimento é gosto no final que ver que consigamos passar de semestre (mesmo com DP). Exemplo tem uma matéria esse semestre que vai bater o recorde de dependentes. (cerca de 80%) de dependentes que curso a matéria. A questão não saber se o aluno é bom ou não, é questão a faculdade quer aplicar um prova super dificil (ás vezes impossível)^^

Mas investa nos estudos, se mate de estudar. Aplique o tempo que tu estaria trabalhando no estudo. Concerteza tu passará na USP.

D

Na minha opinião faz muita diferença sim!!! Obviamente tem muito cara graduado em universidades/faculdades de nome que são uns amebas, bem como muitos formados em universidades/faculdades sem nome ou com nome “sujo” no mercado, que são grandes profissionais!!!

O aluno que faz a escola, mas de preferência facilite sua vida e:

  1. escolha uma boa instituição
  2. seja um bom aluno

e se quiser realmente arranjar um “empregão”, fale inglês fluente e se esforce muito, porque vaga tem, e muitas, mas a exigência é cruel em TI.

L

Na verdade, o meu sonho seria entrar no ITA pra Engenharia da Computação (Instituto Tecnológico da Aeronautica), pelo fato de ter alojamentos, ser praticamente tudo pago, além do tanto de laboratórios e apoio de grandes empresas como EMBRAER, as atividades físicas também serem estimuladas/cobradas, entre muitas outras coisas.

Só que para isso eu já deveria ter parado de trabalhar neste ano, que infelizmente não deu por certos motivos. O ITA, infelizmente, é muito difícil de passar, mas alcançável se começar a estudar cedo. Sei disso pois ano passado, teve um colega do meu colégio que conseguiu passar, mas ele praticamente eliminou a vida social no 3º ano principalmente. Professores contam que já teve outros do colégio que passaram no ITA ou IME (Instituto Militar Engenharia), mas que também ralaram muito.

Diante disso, eu estou me contentando com a USP que pelo que vejo tem uma infraestrutura também boa, ficar perto ( 13 km da casa de meus parentes).

Agora estou com dúvidas se curso Engenharia da Computação ou Ciências da Computação.

L

dio.msg:
Na minha opinião faz muita diferença sim!!! Obviamente tem muito cara graduado em universidades/faculdades de nome que são uns amebas, bem como muitos formados em universidades/faculdades sem nome ou com nome “sujo” no mercado, que são grandes profissionais!!!

O aluno que faz a escola, mas de preferência facilite sua vida e:

  1. escolha uma boa instituição
  2. seja um bom aluno

e se quiser realmente arranjar um “empregão”, fale inglês fluente e se esforce muito, porque vaga tem, e muitas, mas a exigência é cruel em TI.

pois eh vc falou tudo em T.I as exigencias pegam pesado mesmo e nao tem essa nao de faculdade, certificacao etc. Agora a unica coisa q ajuda o profissional eh ter o ingles fluente, mas para conversacao, e nao leitura apenas, estar apto para sentar do cliente e discutir sobre o projeto ou ate apresentar uma solucao para ele de forma que o convenca eh o ingles que eles desejam, mas que eh dificil de conseguir sao poucos, porem quando for estudar tem que pensar para atingir esse objetivo e tera o mercado aberto para vc, independente de onde fez faculdade.

T

Luiz Niedermier Custodio:
Na verdade, o meu sonho seria entrar no ITA pra Engenharia da Computação (Instituto Tecnológico da Aeronautica), pelo fato de ter alojamentos, ser praticamente tudo pago, além do tanto de laboratórios e apoio de grandes empresas como EMBRAER, as atividades físicas também serem estimuladas/cobradas, entre muitas outras coisas.

Só que para isso eu já deveria ter parado de trabalhar neste ano, que infelizmente não deu por certos motivos. O ITA, infelizmente, é muito difícil de passar, mas alcançável se começar a estudar cedo. Sei disso pois ano passado, teve um colega do meu colégio que conseguiu passar, mas ele praticamente eliminou a vida social no 3º ano principalmente. Professores contam que já teve outros do colégio que passaram no ITA ou IME (Instituto Militar Engenharia), mas que também ralaram muito.

Diante disso, eu estou me contentando com a USP que pelo que vejo tem uma infraestrutura também boa, ficar perto ( 13 km da casa de meus parentes).

Agora estou com dúvidas se curso Engenharia da Computação ou Ciências da Computação.

Então largue o emprego amanhã e comecesse a estudar já. Pois tem exercicios que são pedidos no ita que são matérias de faculdade como calculo de derivadas e integrais.
Mas entre as duas eu ficaria com o ITA, você é olhado com outros olhos. Muito melhor do que USP. Isto eu te garanto.

K

Thomaz vai me perdoar, mas melhor em que do que a USP ? Acredito que o IME possui um dos melhores cursos de formação em ciências da computação. Engenharia o ITA é excelente, pricipalmente ligado à aeronáutica, agora software não é só cálculo. Há muitos workshops, seminários, outras matérias como modelagem e aí que a USP se destaca.

Quanto a fazer diferença, sim faz muita qualquer Federal, Estadual no currículo. Claro que faculdades de primeira linha, também são excelentes opções como Mackenzie, FEI.

Sinceramente, no escuro, se o profisisonal não tem respaldo (blog, código em projeto opensource, amigos em comum) e tem uma formação fraca eu não chamo pra entrevista, simples assim. Meus critérios mudaram muito nos últimos anos, olhava muito formação acadêmica e hoje olho muito os projetos que o profissional está envolvido, sua experiência, projetos opensource e uma entrevista com um pouco mais de profundidade.

Agora para profissionais sem experiência, recém formados, ter uma “USP, Unicamp, UFfscar,” no currículo já garante uma entrevista comigo :).

L

Olá

marcosalex:
Na minha região também tem muitas empresas que exigem diploma e fazem distinção entre universidades.

Outras não exigem, mas usam como diferencial na hora de priorizar. E como a quantidade de gente com diploma vem aumentando cada vez mais (felizmente), a tendência é isso aumentar. Isso não significa que o diploma vai obrigatoriamente te tornar um bom profissional e a falta dele vai te impedir de sê-lo, mas é fato que ele abre portas.

Concordo plenamente. Aliás concordo com praticamente todo mundo. E inglês é fundamental, sem ele pouco adianta mestrado na USP ou no ITA.

Entrar na USP não é fácil, principalmente para quem tem pouco tempo para estudar as matérias básicas do vestibular. Espero que você seja um bom aluno na escola para não precisar se matar no ano do vestibular.

Na área de TI faculdade não é indispensável. Há muita gente boa que não fez ou não completou. Mas é como diz o Josenaldo, não se aplica a maioria. Nem todo mundo tem perfil de autodidata.

Na faculdade deveria ser ensinado:

1- Bons fundamentos de OO (melhor seriam ótimos fundamentos de OO)

2- Programar com TDD desde o início;

3- Pelo menos uma linguagem funcional

4- Muita teoria incluindo metodologias de desenvolvimento

5- pouca tecnologia da moda

Os itens 1 a 4 são mais difíceis de aprender depois que a gente entra no mercado e precisa produzir 8 horas por dia. Melhor usar o tempo da faculdae para isto.

Só tenho medo de que em poucas faculdades passem por perto dos itens 1 a 4. E um dos caras que conheço que é melhor nisto, não completou a faculdade mas suas dicas de livros são sempre apreciadas.

[]s
Luca (EE UFRJ, Mestrado COPPE)

R
<blockquote><div class="quote-author">Luca:</div>

Na faculdade deveria ser ensinado:

1- Bons fundamentos de OO (melhor seriam ótimos fundamentos de OO)

2- Programar com TDD desde o início;

3- Pelo menos uma linguagem funcional

4- Muita teoria incluindo metodologias de desenvolvimento

5- pouca tecnologia da moda</blockquote>

porém as faculdades (no geral, incluindo públicas) não atendem nenhum dos itens acima por completo, além de ignorar por completo alguns tópicos…

J

Luca:

Na faculdade deveria ser ensinado:

1- Bons fundamentos de OO (melhor seriam ótimos fundamentos de OO)

2- Programar com TDD desde o início;

3- Pelo menos uma linguagem funcional

4- Muita teoria incluindo metodologias de desenvolvimento

5- pouca tecnologia da moda

Os itens 1 a 4 são mais difíceis de aprender depois que a gente entra no mercado e precisa produzir 8 horas por dia. Melhor usar o tempo da faculdae para isto.

[]s
Luca (EE UFRJ, Mestrado COPPE)

Muito interessante isso que o Luca colocou. Você verá muitos “profissionais” falando que tudo isso é bobagem e que toda ess teoria é inútil. Pelo amor de Deus, quando ver alguém falando isso tampe os ouvidos. E tente não bater na criatura. Como diria muito sabiamente meu avô, se é pra se espelhar em alguém, então escolha um espelho bom! Ignore qualquer um que diga que conhecimento é inútil. Se você analisar bem, verá que normalmente esse tipo de “profissional” acredita que computação se resume a uma área apenas (normelmente a dele), que todos ganham menos do que ele (cadê a Ferrari dele?) e que um cara com mestrado é uma topeira que sabe tudo de nada. Esqueça esse cara!

Aprenda toda teoria que puder na faculdade. Quando sair dela, verá aprenderá o que omercado exige muito mais fácil. E mais do que isso. Compreenderá, o que é mais importante!

Agora, sobre graduação, vou te contar um coisa que muita gente não aprende, mesmo pós 5 ou 6 anos. Os professores não te ensinam em sala de aula. Quer aprender de verdade? Grude neles FORA DA SALA. É no dia a dia, nos laboratórios, nas cantinas, nas bibliotecas onde eles realmente ensinam. Procure fazer estágios, projetos de pesquisa, projetos de monitoria… Qualquer coisa, desde que vc tenha objetivos traçados e acompanhamento constante deles. A teoria você aprende dos livros. Use seus professores para corrigir sua prática. E prática não dá pra fazer em 3 horários de 50 minutos por semana apenas, dá?

D

Cara se vc tem a opção de fazer USP em relação a uma menos conceituada, não tenha dúvidas, faça USP.

Aliás se vc tem a opção de fazer USP, independente de qualquer coisa, faça USP.

Vou te dizer, tenho muitos amigos cursando USP, outros cursando Unicamp, arrisco dizer que mais da metade do que vc vai aprender não utilizará no mercado de trabalho*, mas a base que vc leva é para toda a vida. Portas se abrirão com muita facilidade.

  • Tenho amigos que já tentaram mobilizar colegas e sugeriram aos coordenadores de curso, uma mudança na grade de disciplinas para algo mais voltado ao que é ensinado no exterior, mas os jurássicos não querem saber de nada, ou seja, nego sai da USP fudido em física, matemática, e sem nunca ter ouvido falar de Martin Fowler e outros grandes autores.
L

Olá

Daniel_MV:

  • Tenho amigos que já tentaram mobilizar colegas e sugeriram aos coordenadores de curso, uma mudança na grade de disciplinas para algo mais voltado ao que é ensinado no exterior, mas os jurássicos não querem saber de nada, ou seja, nego sai da USP fudido em física, matemática, e sem nunca ter ouvido falar de Martin Fowler e outros grandes autores.

O que é ensinado no exterior?

Na Argentina curso de TI é de 6 anos. Os caras aprendem MUITO mais coisa do que qualquer faculdade no Brasil. Trabalhei com argentinos da UBA e fiquei impressionadíssimo com a base cultural dos caras. Não foi a toa que o primeiro projeto que trabalhei em que usavam SCRUM foi em 2001 na Argentina enquanto no Brasil era pouco usado.

Pelo que vejo de cursos de faculdades americanas, acho que lá o ensino é MUITO mais puxado do que aqui. Agora mesmo estou estudando Scheme em um livro de um curso de uma faculdade de lá.

O que lamento no ensino brasileiro além do cursinho ser rápido de 4 anos, é que os próprios alunos não querem que os professores ensinem teoria. Já vi alunos pressionando professor para ensinar Hibernate. Os caras queriam aprender alguma regrinha rápida para sair trabalhando. Resultado: muitos destes viverão a vida inteira como code monkeys.

[]s
Luca

K

Acredito que esse seja o diferencial das faculdades públicas, é só olhar a grade curricular do BCC da USP: http://www.ime.usp.br/dcc/grad/curriculo2010/index.html

Agora os cursos lá de fora são tensos, você olha a grade do MIT: http://web.mit.edu/cdo-program/curriculum/index.html
Stanford: http://www.stanford.edu/group/mathcompsci/academics.html#c2

Aí vc pega uma FIAP que seria uma das melhores particulares (mídia e aceitação no mercado) http://www.fiap.com.br/portal/Cursos-de-Graduacao-Sistemas-de-Informacao-Grade-de-disciplinas-1o-ano/D149/#iTemplate

Numa boa, o curso vira colegial perto desses, imaginem outros cursos como UniNoix da vida…tenho até medo !! Isso sem contar no nível da turma, seus companheiros, ninguém querendo aprender direito de uma sala com 50 alunos se 5 saem programando o básico é muito. Complicado !! :roll:

Como um recrutador não vai ter preconceito sabendo disso tudo ?

R

o que acaba acontecendo aqui (acredito que não só aqui) é que a faculdade em si não faz tanta diferença, e sim a vontade do aluno tem em aprender!
as faculdades são apenas um espelho do que acontece no mundo real.

de um lado temos milhares de pessoas que não tiveram preparo nenhum durante os anos de escola, mas precisam de uma faculdade só para ter um diploma, pois o mercado muitas vezes acaba cobrando nível superior e não “conhecimento superior”.

do outro temos pessoas com dinheiro para investir e oferecer o que uma parte do mercado precisa: um diploma.

logo, a me**a foi feita…

o que me impressiona é o mec aprovar isso…

D

Luiz Niedermier Custodio wrote:

Na verdade, o meu sonho seria entrar no ITA pra Engenharia da Computação (Instituto Tecnológico da Aeronautica), pelo fato de ter alojamentos, ser praticamente tudo pago, além do tanto de laboratórios e apoio de grandes empresas como EMBRAER, as atividades físicas também serem estimuladas/cobradas, entre muitas outras coisas.

Só que para isso eu já deveria ter parado de trabalhar neste ano, que infelizmente não deu por certos motivos. O ITA, infelizmente, é muito difícil de passar, mas alcançável se começar a estudar cedo. Sei disso pois ano passado, teve um colega do meu colégio que conseguiu passar, mas ele praticamente eliminou a vida social no 3º ano principalmente. Professores contam que já teve outros do colégio que passaram no ITA ou IME (Instituto Militar Engenharia), mas que também ralaram muito.

Diante disso, eu estou me contentando com a USP que pelo que vejo tem uma infraestrutura também boa, ficar perto ( 13 km da casa de meus parentes).

Agora estou com dúvidas se curso Engenharia da Computação ou Ciências da Computação.

Não sei se apoio dessas empresas faz alguma diferença, principalmente quando algumas delas estão com o pé na cova, como é o caso da citada acima. Na minha humilde opinião vejo que aqueles que escolhem o curso com base na área em que querem atuar tem mais chances ou até mesmo um leque maior de oportunidades do que aqueles que focam em um grupo de empresas ou área isolada.

C

Kenobi:
Sinceramente, no escuro, se o profisisonal não tem respaldo (blog, código em projeto opensource, amigos em comum) e tem uma formação fraca eu não chamo pra entrevista, simples assim. Meus critérios mudaram muito nos últimos anos, olhava muito formação acadêmica e hoje olho muito os projetos que o profissional está envolvido, sua experiência, projetos opensource e uma entrevista com um pouco mais de profundidade.

Agora para profissionais sem experiência, recém formados, ter uma “USP, Unicamp, UFfscar,” no currículo já garante uma entrevista comigo :).

uau…entao vou correr para fazer usp para ter “a chance” de fazer entrevista com vc…hauhauhauahuahauahuaha…to zuando… 8)

minha opiniao…

se faz diferença?..diferença alguma. Nunca, mas nunca pretendo fazer faculdade publica no brasil. Estrutura lamentavel. é aquela velha historia, quem faz a faculdade é o aluno, entao se o cara se dedica, consegue se formar bem em qualquer lugar. Alem do que ja fiz varias entrevistas e nunca me peguntaram sobre a faculdade que me formei (grande maioria no polo comercial de sampa, onde tem mais trampos na area e algumas pra fora do país)

sou 10000% a favor de melhorar em idiomas, pois isso te abre mto mais o leque de oportunidades.

flw

L

Luiz, você ja tentou procurar algum estágio na área?

Trabalhando na area você irá adquirir também experiência, que será muito importante…

Veja se não há alguma softwarehouse que precisa de um estágiario, tente pegar uma vaga…

Sou um ano mais novo que você e estou pensando também em que vou fazer, pretendo fazer um intercâmbio daqui 2 ou 3 anos, e fazer um curso de inglês assim que eu acabar o curso de Web…

O Estágio que consegui foi bom pra mim , assim eu vou estudando e observando pessoas que já trabalham na area e são experientes…

Até + e bons estudos…

B

nossa área é muito arrogante… se fossemos um pouquinho mais humildes as faculdades assumiriam que é muito mais fácil ensinar um programação para um matemático do que tentar tornar os programadores em matemáticos e físicos.
Já presenciei um caso de computação gráfica onde 90% do tempo eram conceitos de matemática e por causa de 10% restante, os que queriam ser vistos igual a cara diziam q ele era programador.

Existe uma escola em são paulo que se chama instituto lumiar, lá não tem provas, os alunos decidem tudo sozinhos, nada de sofrimento! e ganhou o premio de melhor escola do mundo pela microsoft. isso indica que o mercado não quer pessoas que sofreram nos estudos e tiveram um caminho arduo para conseguir pendurar o diploma na parede… é justamente o contrátio, precisamos de pessoas q aprendam a tomar decisões simples e úteis para o dia-a-dia. Surpresa… a vida não é uma guerra!

Por causa dessa fissura em ser capaz de fazer coisas dificilimas estamos na mesma situação do programa ‘qual é o seu talento’: quem faz mais babaquices complicadas para os jurados ganha. E ao contrário do que todo mundo pensa, depois de mais de 10 anos no mercado, tenho segurança pra dizer: quem faz coisas complicadas não necessariamente consegue fazer as coisas simples…

porém, dado o cenári, sugiro que tente faezr a faculde que tenha mais nome possível. é melhor ser cego nessas horas, pq se for parar pra reparar da raiva e perde dinheiro.

R

cs.santos0:
Kenobi:
Sinceramente, no escuro, se o profisisonal não tem respaldo (blog, código em projeto opensource, amigos em comum) e tem uma formação fraca eu não chamo pra entrevista, simples assim. Meus critérios mudaram muito nos últimos anos, olhava muito formação acadêmica e hoje olho muito os projetos que o profissional está envolvido, sua experiência, projetos opensource e uma entrevista com um pouco mais de profundidade.

Agora para profissionais sem experiência, recém formados, ter uma “USP, Unicamp, UFfscar,” no currículo já garante uma entrevista comigo :).

uau…entao vou correr para fazer usp para ter “a chance” de fazer entrevista com vc…hauhauhauahuahauahuaha…to zuando… 8)

minha opiniao…

se faz diferença?..diferença alguma. Nunca, mas nunca pretendo fazer faculdade publica no brasil. Estrutura lamentavel. é aquela velha historia, quem faz a faculdade é o aluno, entao se o cara se dedica, consegue se formar bem em qualquer lugar. Alem do que ja fiz varias entrevistas e nunca me peguntaram sobre a faculdade que me formei (grande maioria no polo comercial de sampa, onde tem mais trampos na area e algumas pra fora do país)

sou 10000% a favor de melhorar em idiomas, pois isso te abre mto mais o leque de oportunidades.

flw

na minha opinião:

se considerar uma faculdade publica X ruim, ainda sim vale mais a pena por ser no mínimo 600/700 reais a menos que vc gasta…

mas como na grande maioria, faculdades publicas, por mais que falem “ah, nao tem cadeira, nao tem lousa, etc”, elas são sim superiores a grande maioria das faculdades particulares…

mas como tudo é relativo…

D

Posso estar errado, mas acho que sem pelo menos um inglês médio a pessoa nem vai conseguir fazer um mestrado decente de alto nivel.

Respondendo a pergunta, sim, para os mortais, acho que diploma faz a diferença, e sim, acho que Universidade faz diferença, principalmente a presença fisica na Universidade. Essa coisa de EAD me da nauseas.

L

olha pra mim não teve diferença, mas eu gostaria de ter um curso superior sim :slight_smile:

T

Não é tarde para começar :stuck_out_tongue: Só depende de você

F
  1. Se vc fizer algo que não deu certo; a galera podera dizer “Esperavam o quê…o cara nem curso superior tem!”

  2. Se vc for lider de projeto então nem se fala; para a maioria você conseguiu o cargo por vários motivos, menos competencia.

Quem faz a diferença é você e não o diploma; se os outros permitirem é claro.

Dizem que o Bill Gates e o Steve Jobs não são diplomados, perceba a que ponto chegaram.

Os jogadores de fotebol (alguns) não vou nem comentar.

Acredito que se vc não estiver fazendo nada de impressionante que te coloque em risco de fazer grande fortuna nos meados de 20 anos de idade é melhor pensar seriamente em obter seu diplominha.

flws

L

Não é tarde para começar :stuck_out_tongue: Só depende de você

Poisé, tanto é que hoje fui fazer vestibular :smiley:

P

fantomas:
1) Se vc fizer algo que não deu certo; a galera podera dizer “Esperavam o quê…o cara nem curso superior tem!”

  1. Se vc for lider de projeto então nem se fala; para a maioria você conseguiu o cargo por vários motivos, menos competencia.

Quem faz a diferença é você e não o diploma; se os outros permitirem é claro.

Dizem que o Bill Gates e o Steve Jobs não são diplomados, perceba a que ponto chegaram.

Os jogadores de fotebol (alguns) não vou nem comentar.

Acredito que se vc não estiver fazendo nada de impressionante que te coloque em risco de fazer grande fortuna nos meados de 20 anos de idade é melhor pensar seriamente em obter seu diplominha.

flws


kkk falo poco mais falo bonito, concorco plenamente, bixo a não ser que vc seja um cara muito acima da media em inteligencia e esforco, é importante ter um diploma sim (mais nao espere nada dos professores de mao beijada corra atraz do aprendizado), quanto ao ingles fluente é importante sim, mais fica abaixo de um diploma, eu mesmo possuo um ingles bom, terminei meu cursinho do fisk e tudo, mais mesmo assim nunca foi um diferencial no aprovação dos meus 3 empregos na area, e a menos q vc va trabalhar em uma multinacional nao será pra vc tmb.

V

Sem falar que sem faculdade a área acadêmica ou científica estará de portas completamente fechadas para você.

Hoje talvez você não se interesse, mas se você sabe prever o dia de amanhã, então talvez tenha mais sucesso como pai de santo do que como programador. :lol:

L

Agora que o VinyGodoy falou em área acadêmica, gostaria de saber mais sobre o que essa área envolve, se é basicamente dar aulas, fazer mestrado e doutorado, ou tem algo mais ai no meio?

Também queria saber, se por exemplo um cara que está fazendo ou já fez doutorado/mestrado tem apoio financeiro caso a tese/dissertação/projeto seja promissora, ou então o cara faz só para aumentar o currículo?

T

Cara para isto existem as Repúblicas que normalmente são próximas das faculdade. Tipo no máximo 10 minutos a pé. Em média o custo para morar numa república com comida para todos os dias gira em torno de 500 a 800 reais por mês. Lógico pode ser mais ou menos do valor que eu falei, depende do padrão de vida que tu vai levar, se tiver num padrão mais baixo o valor cair mais também e se for mais alto, vai subir também. Mas geralmente é esse valor.

M

Bom dia!

Acho que essa duvida é fácil de responder, se vc tem a oportunidade de cursar uma faculdade, não pense 2 vezes, aqui no interior de São Paulo ter ou não o curso faz uma diferença enorme, se tivessemos aqui a chance de cursar USP, Unicamp seria ótimo, mas como a distância nos impede, temos que nos contentar com os cursos particulares que são oferecidos(que não deixam de ser bons tambem) depois de formado e ja trabalhando na área percebi que só o diploma de graduação não iria me garantir o crescimento que eu esperava, visto que os outros colaboradores da área de TI já estavam terminando a pós graduação, então percebi que esse lance de " Diploma não importa nada" deixou de existir ja a algum tempo, pois as empresas estão dando muita relevância pra isso, e além do mais, o que vc iria perder tendo o diploma?

Att.

F

Eu tenho curso superior, mas minha faculdade é particular, do meio-oeste de santa catarina, aqui ela é conhecida, porém dúvido que fora daqui alguem conheça.

Pelo que li não to bem para algumas vagas por ai auhauhuhauhauhha.

Mas que nada é um conhecimento a mais, agora fico pensando se faço uma especialização, mestrado ou abandono o meio academico de vez ahahuhaha.

abraço

M

Felagund:
Eu tenho curso superior, mas minha faculdade é particular, do meio-oeste de santa catarina, aqui ela é conhecida, porém dúvido que fora daqui alguem conheça.

Pelo que li não to bem para algumas vagas por ai auhauhuhauhauhha.

Mas que nada é um conhecimento a mais, agora fico pensando se faço uma especialização, mestrado ou abandono o meio academico de vez ahahuhaha.

abraço

Tive as mesmas dúvidas que vc, então pra facilitar que as portas se abrissem resolvi fazer uma especialização numa área bem abrangente que é Gestão de Projetos, pois assim não ficaria restrito apenas a área de computação.

Att.

C

realmente a area cientifica estara fechada pra vc. Você vai deixar de concorrer a 0,00000000000000001% das vagas que existem para area cientifica no brasil

A

realmente a area cientifica estara fechada pra vc. Você vai deixar de concorrer a 0,00000000000000001% das vagas que existem para area cientifica no brasil

Qual a porcentagem de vagas no Google ? Porque vai poder esquecer dessas também.

L

Não sei se alguem viu meu post anterior, mas gostaria que respondessem, provavelmente a minha última dúvida neste tópico.

Luiz Niedermier Custodio:
Bom, não sei se alguem viu, mas gostaria que me tirassem mais essa dúvida, provavelmente a última dúvida minha neste tópico.

Também queria saber, se por exemplo um cara que está fazendo ou já fez doutorado/mestrado tem apoio financeiro caso a tese/dissertação/projeto seja promissora, ou então o cara faz só para aumentar o currículo?

L

Post Duplicado…

R

Geralemente quando vejo vagas de emprego oferecidas por empresas, sempre consta curso superior na area, é muito dificil não pedirem.

Mas as vezes se o cara tem muita experiencia e comprovada, talvez passe bem em uma seleção.

E

Sem contar que os principais concursos públicos exigem formação superior (e alguns concursos, como o de analista do Banco Central, acrescentam pontos se você tiver mestrado ou doutorado na área específica em que você vai servir. )
Por isso, se você quer ganhar 12 ou 13 paus por mês, é bom arranjar um diplominha…

K

Sobre fazer faculdade de nome, aqui em Campinas faz diferença sim… dono de empresa aqui são geralmente ex alunos da unicamp. Eles naturalmente dão preferência para o pessoal da unicamp , ou então para o pessoal da ufscar , unesp, usp que vêm trabalhar aqui. Somente quando o projeto aperta e não tem gente da Unicamp pra achar, eles apelam pra PUC, se não tem gente nem na PUC aí eles olham pro resto.

Pra quem é jovem ainda, e pode fazer vestibular pra uma boa universidade, eu recomende fortemente que se dedique e faça, falo isso com a experiência de quem fez colégio técnico na Unicamp e agora faço ciencias da computação lá.

Além de ser mais valorizado , vc vai conviver com os melhores pesquisadores brasileiros em suas áreas de pesquisa, vc vai ter alguns colegas muito talentosos, e vai ter a chance de aprender e de ser cobrado em coisas que vc não seria em uma faculade particular.

Vc vai ouvir opinião de muita gente de q não é importante, de q vc precisa só saber framework tal, saber ingles, tirar a certificação x, comprar o livro y de programação, estudar muito em casa e etc… Na minha humilde opinião, é muito mais válido fazer uma faculdade boa, vai certamente abrir sua cabeça, vc vai entender q programar é fácil , trivial , elementar… E q computação não tem nada a ver com computadores , e uma vez q vc compreenda isso, uma vez q vc entenda de fato como as coisas funcionam , vc vai ser apto a ser um pesquisador, e se quiser tb vai ser capaz de entrar no mercado tranquilamente

Criado 18 de junho de 2010
Ultima resposta 24 de jun. de 2010
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