Olá queridas pessoas do GUJ 
Estudando um assunto interessante aqui sobre modelos de gestão, e achei interessante colher a opinião de vocês.
O caso é o seguinte (resumido):
Judith Mair é dona de uma agência de publicidade na Alemanha e publicou um livro chamado Chega de Oba-oba que divulga o seu modelo de gestão, possuindo as seguintes âncoras:
“A empresa não é lugar de diversão. É um absurdo falar bem do trabalho como se fosse uma extensão de sua casa, como símbolo de status, que propicia auto realização. O trabalho é só trabalho”
“Estou acabando com a hipocrisia de ‘amor a camisa’ que, na verdade, morre nas decisões unilaterais de demitir toda vez que o resultado financeiro fica ameaçado.”
“Processos horizontais, horários flexíveis e gestão de equipes estão deixando as pessoas desorientadas e estão derrubando as barreiras entre vida profissional e vida pessoal, querendo colocar na cabeça das pessoas que a empresa é uma família, onde o único propósito é fazer com que de fato eles tratem a empresa como uma família, com amor, dedicação, trabalhando horas extras, finais de semana; e tudo isso com a finalidade de fazê-los trabalhar mais e mais.” De forma sutil, lógico.
Também é dito que não se pode decorar sua mesa com objetos pessoais, atender telefone em horário de trabalho, olhar emails pessoais em horário de serviço, e conversar assuntos pessoais com os colegas.
O que vocês acham de uma empresa com essa essência?
Eu sei que parece quase um regime militar, mas quais as vantagens e desvantagens para ambos(empregador e empregado)?
