Lei para regulamentação da área de TI, em votação no senado

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Z

Texto integral de Proposições

PROJETO DE LEI DO SENADO

N° , DE 2007

Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Título I

Do exercício da profissão de analista de sistemas e atividades relacionadas com a informática

Art. 1º É livre, em todo o território nacional, o exercício das atividades de análise de sistemas e demais atividades relacionadas com a Informática, observadas as disposições desta Lei.

Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

II - os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;

III - os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.

Art. 3° Poderão exercer a profissão de Técnico de Informática:

I - os portadores de diploma de ensino médio ou equivalente, de Curso Técnico de Informática ou de Programação de Computadores, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

II - os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo quatro anos, a função de Técnico de Informática e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.

Art. 4º As atividades e atribuições dos profissionais de que trata esta Lei consistem em:

I - planejamento, coordenação e execução de projetos de sistemas de informação, como tais entendidos os que envolvam o processamento de dados ou utilização de recursos de informática e automação;

II - elaboração de orçamentos e definições operacionais e funcionais de projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação;

III - definição, estruturação, teste e simulação de programas e sistemas de informação;

IV - elaboração e codificação de programas;

V - estudos de viabilidade técnica e financeira para implantação de projetos e sistemas de informação, assim como máquinas e aparelhos de informática e automação;

VI - fiscalização, controle e operação de sistemas de processamento de dados que demandem acompanhamento especializado;

VII - suporte técnico e consultoria especializada em informática e automação;

VIII - estudos, análises, avaliações, vistorias, pareceres, perícias e auditorias de projetos e sistemas de informação;

IX - ensino, pesquisa, experimentação e divulgação tecnológica;

X - qualquer outra atividade que, por sua natureza, esteja incluída no âmbito de suas profissões.

Parágrafo único. É privativa do Analista de Sistemas a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos.

Art. 5° Ao responsável por plano, projeto, sistema ou programa é assegurado o direito de acompanhar a sua execução e implantação, para garantir a sua realização conforme as condições, especificações e detalhes técnicos estabelecidos.

Art. 6° A jornada de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei não excederá quarenta horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Parágrafo único. A jornada de trabalho dos profissionais submetidos a atividades que demandem esforço repetitivo será de vinte horas semanais, não excedendo a cinco horas diárias, já computado um período de quinze minutos para descanso.
Título II

Da fiscalização e exercício da profissão

Capítulo I

Dos órgãos fiscalizadores

Art. 7° A fiscalização do exercício das profissões regulamentadas nesta Lei será exercida pelo Conselho Federal de Informática (CONFEI) e pelos Conselhos Regionais de Informática (CREI), dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e financeira, aos quais compete zelar pela observância dos princípios da ética e disciplina profissionais.

Capítulo II

Do Conselho Federal de Informática

Art. 8° O Conselho Federal de Informática é a instância superior de fiscalização do exercício profissional dos Analistas de Sistemas e profissões correlatas, com sede no Distrito Federal e jurisdição em todo o território nacional.

Parágrafo único. Compete ao Conselho Federal de Informática identificar as especializações dos profissionais de Informática e estabelecer sua denominação e suas atribuições.

Art. 9° Constituem atribuições do Conselho Federal de Informática, além de outras previstas em seu regimento interno.

I - elaborar seu regimento interno e aprovar os regimentos organizados pelos Conselhos Regionais de Informática;

II - orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício das profissões de Analista de Sistemas e suas correlatas;

III - examinar e decidir, em última instância, os assuntos relativos ao exercício das profissões de Analista de Sistemas e suas correlatas;

IV - julgar, em última instância, os recursos sobre registros, decisões e penalidades impostas pelos Conselhos Regionais de Informática;

V - expedir resoluções e instruções necessárias ao bom funcionamento dos Conselhos Regionais de Informática;

VI - fixar a composição dos Conselhos Regionais de Informática, organizando-os e promovendo a instalação de tantos Conselhos Regionais quantos forem necessários, determinando suas sedes e zonas de jurisdição.

VII - promover a intervenção nos Conselhos Regionais de Informática, na hipótese de sua insolvência.

VIII - elaborar as prestações de contas e encaminhá-la ao Tribunal de Contas da União;

IX - examinar e aprovar a proporção das representações dos grupos profissionais dos Conselhos Regionais de Informática;

X - autorizar o Presidente a adquirir, onerar ou, mediante licitação, alienar bens imóveis.

Art. 10. O Conselho Federal de Informática será constituído, inicialmente, de nove membros efetivos e nove suplentes, eleitos em escrutínio secreto, em Assembléia dos delegados.

§ 1° A composição a que se refere este artigo fica sujeita a um acréscimo de membros, até o limite máximo de tantos quantos forem os Estados da Federação que contenham Conselhos Regionais de Informática.

§ 2° Cada Conselho Regional de Informática se fará representar por, no mínimo, um membro no Conselho Federal de Informática.

§ 3° O mandato dos membros do Conselho Federal de Informática será de dois anos, sem recondução.

Art. 11. Em cada ano, na primeira reunião, os conselheiros elegerão o Presidente, o Vice-Presidente, o Primeiro Secretário, o Segundo Secretário, o Primeiro Tesoureiro e o Segundo Tesoureiro.

Parágrafo único. As atribuições dos cargos a que se refere este artigo serão determinadas no regimento interno do Conselho Federal de Informática.

Art. 12. O Conselho Federal de Informática reunir-se-á, ordinariamente, uma vez ao mês e, extraordinariamente, quando convocado pelo seu Presidente ou pela maioria absoluta de seus membros.

§ 1º As deliberações do Conselho Federal de Informática serão válidas desde que aprovadas com a presença da metade mais um de seus membros.

§ 2° A substituição de qualquer membro do Conselho Federal de Informática, em suas faltas e impedimentos, far-se-á pelo respectivo suplente.

Art. 13. Constituem renda do Conselho Federal de Informática:

I - vinte por cento do produto da arrecadação prevista nos incisos I, III e IV do art. 20 desta Lei.

II - doações, legados, juros e receitas patrimoniais;

III - subvenções;

IV - outros rendimentos eventuais.

Capítulo III

Dos Conselhos Regionais de Informática

Art. 14. Os Conselhos Regionais de Informática são órgãos de fiscalização do exercício das profissões de Analista de Sistemas e correlatas, em suas regiões.

Parágrafo único. Cada unidade da Federação só poderá ficar na jurisdição de um Conselho Regional de Informática.

Art. 15. Constituem atribuições dos Conselhos Regionais de Informática, além de outras previstas em regimento interno.

I - organizar e alterar seu regimento interno, submetendo-o à apreciação e aprovação do Conselho Federal de Informática;

II - orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão em sua área de competência;

III - sugerir ao Conselho Federal de Informática as medidas necessárias à orientação e fiscalização do exercício profissional;

IV - remeter, anualmente, relatório ao Conselho Federal de Informática com relações atualizadas dos profissionais inscritos, cancelados ou suspensos;

V - encaminhar a prestação de contas ao Conselho Federal de Informática;

VI - examinar os requerimentos e processos de registros em geral, expedindo as carteiras profissionais ou documentos de registros;

VII - autorizar o Presidente a adquirir, onerar ou, mediante licitação, alienar bens imóveis.

Art. 16. Os Conselhos Regionais de Informática serão compostos por membros efetivos e suplentes, em número determinado pelo Conselho Federal de Informática, de conformidade com o inciso VI do art. 9 desta Lei, sendo brasileiros, eleitos em escrutínio secreto, pelos profissionais inscritos na respectiva área de ação.

Parágrafo único. O mandato dos membros dos Conselhos Regionais de Informática será de dois anos, não sendo permitida a reeleição.

Art. 17. Os membros de cada Conselho Regional de Informática reunir-se-ão uma vez por mês, em caráter ordinário e, extraordinariamente, sempre que convocados pelo seu Presidente ou por metade mais um de seus membros.

Art. 18. A substituição de cada membro dos Conselhos Regionais de Informática, em seus impedimentos e faltas, far-se-á pelo respectivo suplente.

Art. 19. A Diretoria de cada Conselho Regional de Informática será eleita, em escrutínio secreto, pelos profissionais nele inscritos.

Parágrafo único. As atribuições dos cargos a que se refere este artigo serão determinadas no regimento interno de cada Conselho Regional de Informática.

Art. 20. Constituem renda dos Conselhos Regionais de Informática:

I - anuidades cobradas dos profissionais inscritos;

II - taxas de expedição de documentos;

III - emolumentos sobre registros e outros documentos;

IV - doações, legados, juros e subvenções;

V - outros rendimentos eventuais.

Art. 21. Aos Conselhos Regionais de Informática compete dirimir dúvidas ou omissões relativas à presente Lei, com recurso “ex-officio”, de efeito suspensivo, para o Conselho Federal de Informática, ao qual compete decidir em última instância.

Capítulo IV

Do Registro e da Fiscalização Profissional

Art. 22. Todo profissional de Informática, habilitado na forma da presente Lei, para o exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de Informática de sua área de atuação.

Parágrafo único. Para a inscrição de que trata este artigo, é necessário que o interessado:

I - satisfaça as exigências de habilitação profissional previstas nesta Lei;

II - não esteja impedido, por outros fatores, de exercer a profissão.

Art. 23. Em caso de indeferimento do pedido pelo Conselho Regional de Informática, o candidato poderá recorrer ao Conselho Federal de Informática, dentro do prazo fixado no regimento interno.

Art. 24. Qualquer pessoa ou entidade poderá representar ao Conselho Regional de Informática contra o registro de candidatos.

Art. 25. Aos estudantes dos cursos e escolas de nível superior de Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Processamento de Dados, ou de Técnico de Informática de nível médio, será concedido registro temporário para a realização de estágio de formação profissional.

Parágrafo único. Os estágios somente serão permitidos no período de formação profissional, não podendo ultrapassar o prazo de dois anos.

Art. 26. Se o profissional, firma ou organização, registrado em qualquer Conselho Regional de Informática, exercer atividade em outra região, ficará obrigado a visar o seu registro na região de exercício da atividade.

Art. 27. Exerce ilegalmente a profissão de Analista de Sistemas:

I - a pessoa física ou jurídica que exercer atividades privativas do Analista de Sistemas e que não possuir registro nos Conselhos Regionais de Informática;

II - o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de projetos ou serviços de informática, sem sua real participação nos trabalhos delas.

Capítulo V

Das Anuidades, Emolumentos e Taxas

Art. 28. Os profissionais registrados nos Conselhos Regionais de Informática, de conformidade com esta Lei, estão obrigados ao pagamento de uma anuidade aos Conselhos a cuja jurisdição pertençam.

§ 1º A anuidade a que se refere este artigo é devida a partir de 10 de janeiro de cada ano.

§ 2° Após 31 de março, o valor da anuidade será acrescida de vinte por cento, a título de mora.

§ 3° Após o exercício respectivo, o valor da anuidade terá seu valor atualizado para o vigente à época do pagamento, acrescido de vinte por cento a título de mora.

Art. 29. O profissional que deixar de efetuar o pagamento da anuidade durante dois anos consecutivos, terá cancelado seu registro profissional sem, no entanto, desobrigar-se dessa dívida.

Parágrafo único. O profissional que incorrer no disposto deste artigo poderá reabilitar-se mediante novo registro, saldadas as anuidades em débito, as multas que lhe forem impostas e taxas regulamentares.

Art. 30. O Conselho Federal de Informática baixará resoluções estabelecendo Regimento de Custas e promoverá sua revisão sempre que necessário.

Capítulo VI

Das Infrações e Penalidades

Art. 31. Constituem infrações disciplinares, além de outras:

I - transgredir preceito de ética profissional;

II - exercer a profissão quando impedido de fazê-lo, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não inscritos ou impedidos;

III - praticar, no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção;

IV - descumprir determinações dos Conselhos Regionais ou Federal, de Informática, em matéria de competência destes, depois de regularmente notificado;

V - deixar de pagar, na data prevista, as contribuições devidas ao Conselho Regional de Informática de sua jurisdição.

Art. 32. As infrações disciplinares estão sujeitas à aplicação das seguintes penas:

I - advertência;

II - multa;

III - censura;

IV - suspensão do exercício profissional até trinta dias;

V - cassação do exercício profissional “ad referendum” do Conselho Federal.

Art. 33. Compete aos Conselhos Regionais de Informática a aplicação das penalidades, cabendo recurso, com efeito suspensivo, para o Conselho Federal de Informática, no prazo de trinta dias da ciência da punição.

Art. 34. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICATIVA

A regulamentação da profissão de analista de sistemas e suas correlatas tornou-se uma exigência da realidade. Essa atividade, relativamente nova no mercado de trabalho, assumiu uma importância que não pode mais ser desconsiderada. Nesse sentido, o ilustre Deputado Eduardo Paes apresentou o Projeto de Lei nº 1.947, de 2003, para atender a essa demanda do mundo jurídico trabalhista e dos profissionais atuantes na informática.

Infelizmente, a referida proposição foi arquivada ao término da legislatura passada, sem uma análise mais apurada. Em nosso entendimento, o tema merece ser novamente examinado. Por essa razão, estamos apresentando proposta nos mesmos moldes, com pequenas adequações e correções que, nosso entendimento, aprimoram a proposição.

A criação de Conselho Federal de Informática (CONFEI) e dos Conselhos Regionais de Informática (CREI), constante da iniciativa, tem por objetivo sanar uma importante lacuna na legislação brasileira, dada a relevância da informática no setor produtivo e sua influência no dia-a-dia do cidadão brasileiro.

Com as normas aqui propostas, pretendemos tornar livres as atividades de informática, compatibilizando a legislação com a realidade tecnológica em que vivemos. Realidade esta que colocou nas mãos do usuário do computador a possibilidade de desenvolver seus próprios programas e de se conectar com o mundo, com todas as implicações daí decorrentes.

Estamos privilegiando o profissional da área, reconhecendo seu direito e obrigação de assumir a responsabilidade técnica pelos projetos desenvolvidos em bases profissionais. É desse profissional que se espera o cumprimento de normas éticas e a colaboração efetiva para que haja segurança nas comunicações e o respeito às normas legais, civis e criminais aplicáveis à atividade.

Nesse sentido, os Conselhos são um instrumento poderoso de fiscalização, impondo limites e estabelecendo parâmetros justos e equilibrados para o bom andamento da atividade. Eles servem também para a partilha e divulgação de conhecimentos, interferindo nas políticas públicas para a informática. Esperamos que possam colaborar efetivamente para a inclusão digital, tema diretamente relacionado com a cidadania e a democracia.

Pelas razões expostas, demandamos o apoio dos ilustres pares para a aprovação deste projeto de lei. Estamos certos de que ele fará justiça para com os profissionais da informática, servindo para a valorização dos profissionais e para a excelência na atividade.

Sala das Sessões,

Senador EXPEDITO JÚNIOR

SENADO FEDERAL

GABINETE DO SENADOR EXPEDITO JÚNIOR

SENADO FEDERAL

GABINETE DO SENADOR EXPEDITO JÚNIOR

Fonte: http://www.apinfo.com/

Deixa ai a opnião de vocês =)

174 Respostas

V

espero que seja aprovado pelo fim dos micreiros principalmente que eu descobri agora que cursos que são reconhecidos pelo MEC como cursos que podem exercer ánalise de Sistemas estarão amparados :lol:

Z

achei bem interessante, gostei bastante, acho q agora talvez o mercado fique um pouco mais justo…

V

Realmente, já tava na hora, teve uma época que eu fui contra, mais por que tem muito micreiro por traz disso, a única coisa que eu discordo é ter que pagar um conselho :stuck_out_tongue:

M

Com destaque para: “mercado fique um pouco mais justo”

Se é o mercado, SEMPRE é justo. Se tu acha ele injusto, o problema é contigo, e não com o mercado.

Tomara que aprovem essa lei, para ninguém mais se preocupar com ela, e continuar tudo igual.

A

não entendi uma coisa…

Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

pq ai diz exatamente e apenas 3 cursos…

  • Analise de Sistemas
  • Ciencia da Computação
  • Processamento de Dados
    ?

e Engenharia de Computação ??? inclui ?

J

alucardeck:
não entendi uma coisa…

Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

pq ai diz exatamente e apenas 3 cursos…

  • Analise de Sistemas
  • Ciencia da Computação
  • Processamento de Dados
    ?

e Engenharia de Computação ??? inclui ?

Não, mas pode ser engenheiro. :twisted: :lol:

L

Mais justo? O que seria justo pra você?

Você acha justo um cara que só porque se formou deve exercer a profissão em vez de um cara que não é formado mas tem muito mais capacidade técnica, experiência e conhecimento na área?

Você acha justo existir CREAs/sindicatos que só servem para recolher dinheiro dos profissionais e, não fazer nada de bom para eles? O Luca por exemplo é engenheiro, ele poderia dar a opinião dele, dos 45 anos de experiência que ele tem, e dizer pra gente o quanto o “conselho/sindicato dos engenheiros” ajudou ele durante esse tempo

Além disso, é justo os profissionais ruins terem uma lei protecionista?

Também é justo alguém fazer faculdade sem o objetivo de aprender e sim, somente para ter diploma, e ainda assim ser um cara protegido? Que vai ter a respectiva “vaguinha” lá na empresinha de software do político?

Excluir os bons profissionais e manter os ruins no mercado, é o que essa lei proporciona a todos.

Quando eu olho essa lei, parece que foi feita por um monte de gente que se formou na faculdade (só estudou, passou, não aprendeu bosta nenhuma), daí um “sobrinho” foi lá e fez um sistema muito melhor do que o formado poderia fazer. Daí começou a chorar (porque não estudou o suficiente, não tem capacidade nem tecnica e nem intelectual pra fazer algo melhor) e foi lá no senado chorando pra algum senador fdp “ooowww tiooo olha eleeeee!! :frowning: :frowning: :(” pelamor

agora a merda tá feita, paciência, isso vai ser aprovado de certeza, mais dinheiro pros cofres públicos, nego faz de tudo… pra piorar

A

ora essa… engenharia de comp. aprende praticamente 90% da grade de ciencia…
fora as materias da engenharia e etc…

q historia é essa de não poder atuar como Analista agora ? ¬¬

Z

Com destaque para: “mercado fique um pouco mais justo”

Se é o mercado, SEMPRE é justo. Se tu acha ele injusto, o problema é contigo, e não com o mercado.

Tomara que aprovem essa lei, para ninguém mais se preocupar com ela, e continuar tudo igual.


Acho que você não entendeu o meu ponto de vista, eu me quero dizer q talvez a valorizaçao do profissional da area de ti aumente agora

J

Rapaiz, os liberais do GUJ estão se rebelando… :twisted:

M

Com destaque para: “mercado fique um pouco mais justo”

Se é o mercado, SEMPRE é justo. Se tu acha ele injusto, o problema é contigo, e não com o mercado.

Tomara que aprovem essa lei, para ninguém mais se preocupar com ela, e continuar tudo igual.


Acho que você não entendeu o meu ponto de vista, eu me quero dizer q talvez a valorizaçao do profissional da area de ti aumente agora
Não existe relação nenhuma em valorização de um profissional e uma lei como essa.

O que a Lei diz é:
:arrow: Agora você tem que pagar uma taxa em um concelho de informática que vai sumir com seu dinheiro.
:arrow: As empresas tem que demitir todo mundo que não tem faculdade nem curso técnico, e contratar só quem tiver os cursos.

Obvio que somente uma dessas duas situações vai acontecer de verdade. E é justamente aquela que tu vai ter que pagar.

:slight_smile:

M

kkkkk

Art. 31. Constituem infrações disciplinares, além de outras:

I - transgredir preceito de ética profissional;

II - exercer a profissão quando impedido de fazê-lo, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não inscritos ou impedidos;

III - praticar, no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção;

IV - descumprir determinações dos Conselhos Regionais ou Federal, de Informática, em matéria de competência destes, depois de regularmente notificado;

V - deixar de pagar, na data prevista, as contribuições devidas ao Conselho Regional de Informática de sua jurisdição.

Art. 32. As infrações disciplinares estão sujeitas à aplicação das seguintes penas:

I - advertência;

II - multa;

A

Art. 31. Constituem infrações disciplinares, além de outras:

V - deixar de pagar, na data prevista, as contribuições devidas ao Conselho Regional de Informática de sua jurisdição.

Art. 32. As infrações disciplinares estão sujeitas à aplicação das seguintes penas:

I - advertência;

II - multa;

Bra$il $il $il $illl !

bem feito pra quem é a favor da lei…
se Engenharia da Computação não faz parte disso… eu to fora dessa lei porcaria =)
e vcs q receberão menor ajuste salarial, com a desculpa de que as empresas agora precisam gastar mais verba com a Taxa…
igual ao CREA =)

Z

eu acho que vc está generalizando, pelo seu comentario parece q todos os profissionais que tem um diploma são ruins, e os que nao tem sao bons, eu acredito q os bons profissionais do mercado vão se adequar pq não sao bons por acaso, e logo vai adaptar e ficar na frente. e o resto vai continuar da maneira que já é, começa o curso nao aguenta, nao gosta e sai, só fica até o fim quem gosta, isso nao eh todos é claro pq nao da pra generalizar.

R

Valorização?
Você alguma vez na vida chegou a ver qual a média de salário do brasileiro? Comparou essa média com a média de um profissional de TI?

Estado brasileiro não, podem chamar de babá…

J

ora essa… engenharia de comp. aprende praticamente 90% da grade de ciencia…
fora as materias da engenharia e etc…

q historia é essa de não poder atuar como Analista agora ? ¬¬

Detalhe que eu faço Sistemas de Informação e esse curso também não está na lei. :shock:

Ai Jesus…

V

alucardeck:
não entendi uma coisa…

Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

pq ai diz exatamente e apenas 3 cursos…

  • Analise de Sistemas
  • Ciencia da Computação
  • Processamento de Dados
    ?

e Engenharia de Computação ??? inclui ?

Se na portaria do Mec disser que Engenheiro da Computação pode ser ánalista você pode exercer…

Sistemas da informação nao consta também, porém se o MEC vê como ánalise tb conta…exemplo

Geneticista…se voce ler a lei de regulamentação da medicina Geneticista não é medico…por que a profissão é nova e o curso é novo…mais pelo MEC é e pode exercer…

e sobre falarem que vai tirar emprego bla bla bla e etc…

queira ou não o que acontece hoje também é uma pouca vergonha…ou voce acha legal perder emprego por exemplo de técnico para um moleque que fez um curso de fundo de quintal por que ele trabalha por “250 real” enquanto voce cobra um salário digno…

Man tudo tem seu lado negativo principalmente no Brasil… e o próprio projeto fala que quem exerce a mais de 5 anos a profissão de ánalista não perde o emprego e tem os mesmos direitos de quem tem curso superior mesmo que não tenha

J

Zazu:
Leozin:

Mais justo? O qExcluir os bons profissionais e manter os ruins no mercado, é o que essa lei proporciona a todos.

eu acho que vc está generalizando, pelo seu comentario parece q todos os profissionais que tem um diploma são ruins, e os que nao tem sao bons

Estereotipação é um ótimo recurso argumentativo, não? :twisted:

L

Zazu:
Leozin:

Mais justo? O qExcluir os bons profissionais e manter os ruins no mercado, é o que essa lei proporciona a todos.

eu acho que vc está generalizando, pelo seu comentario parece q todos os profissionais que tem um diploma são ruins, e os que nao tem sao bons, eu acredito q os bons profissionais do mercado vão se adequar pq não sao bons por acaso, e logo vai adaptar e ficar na frente. e o resto vai continuar da maneira que já é, começa o curso nao aguenta, nao gosta e sai, só fica até o fim quem gosta, isso nao eh todos é claro pq nao da pra generalizar.

Não estou generalizando. Estou dizendo que, os profissionais que são ruins (mas são formados) terão uma lei protecionista cujo qual vai lhes dar o direito de atuar na área ao invés do profissionai competente e experiente que não é formado. Os profissionais que são bons e são formados, acredito que vai continuar quase a mesma coisa (tirando o fato dos conselhos e afins), mas os profissionais bons que não são formados, estarão lascados (tal como o marcelo martins disse)

V

Esteriotipação demonstra medo e pouca compreensão da situação no geral, afinal era isto que os nazistas sentinham quando esteriotipavam judeus que estavam tomando a economia deles :twisted:

Z

exatamente essa a ideia a qual eu me referia

V

E Com esta regulamentação provavelmente não teriamos caras como o infeliz que abriu este tópico falando besteira http://www.guj.com.br/posts/list/97016.java :lol:

R

Exatamente o contrário, qualquer acéfalo vai ser protegido pela lei e poderá atuar por que tem o tal do diploma.

L

Olha, se você perde emprego pra um moleque que fez um curso fundo de quintal, lhe sugiro a procurar uma outra área, algo do tipo Turismo e Hotelaria, Moda, História e assim por diante, porque na área de informática, tu tem pouca (ou nenhuma) vocação.

Na nossa área, quem é mané fica pra trás, quem acha que só porque tem um diploma merece um salário digno, merece realmente perder emprego pra um moleque desses. Quem sabe assim cria vergonha na cara e começa a estudar e se dedicar de verdade e tentar ser um bom profissional. Conhecimento é uma coisa, ter um papel que “comprova” (hahaha) algo, é outra.

L

Tá, nesse caso eu concordo contigo hahahahaha :stuck_out_tongue:

EDIT

é, mas se um cara como esse é formado, vai poder atuar. Imagina ele no teu lado “CARA SOFTWARE É REQUISITO!” hahaha :stuck_out_tongue:

V

Mais pelo que eu entendi será como o esquema da OAB ou do CRM(Conselho Regional de Medicina) voce tem que fazer uma prova e panz

J

Pessoal, falando sério:

1º: Profissionais ruins vão continuar existindo com lei ou sem lei.

2º: A lei é igual tanto para profissionais bons quanto para ruins, não beneficiando nem discriminando nem um nem outro.

Se vocês querem debater a lei pelo menos saiam desse lugar comum para que haja alguma chance de sair algo significante do tópico. :roll:

J

Prova? Não achei nada sobre isso no texto da lei.

V

Olha, se você perde emprego pra um moleque que fez um curso fundo de quintal, lhe sugiro a procurar uma outra área, algo do tipo Turismo e Hotelaria, Moda, História e assim por diante, porque na área de informática, tu tem pouca (ou nenhuma) vocação.

Na nossa área, quem é mané fica pra trás, quem acha que só porque tem um diploma merece um salário digno, merece realmente perder emprego pra um moleque desses. Quem sabe assim cria vergonha na cara e começa a estudar e se dedicar de verdade e tentar ser um bom profissional. Conhecimento é uma coisa, ter um papel que “comprova” (hahaha) algo, é outra.

Amigo voce esta muito enganado…veja bem a situação…
voce ganha 700 reais por mês em uma cidade pequena cheia de cursos de portinha…
chega um moleque que diz poder fazer o mesmo que voce faz por 250 conto…

eu nunca perdi o emprego nesta situação…já perdi por chefe individado com agiota xD

mais tenho amigos que são otimos profissionais e ja perderam empregos assim…

Agora acho que você deveria ser comediante ou estar em um lugar chamado Centro da Mãe diná por que além de tudo voce deve achar que tem dons de adivinhação…

trabalhei 3 anos com hardware…depois que perdi meu primeiro emprego pq meu patrão taa individado ateh as calças eu não conseguia como técnico, mesmo com experiência, especializações e tudo mais, por que tem gente que faz mais barato e muitas vezes sem conhecer…

Antes de ofender veja bem …

hoje eu sou programador, estou estagiando em um CPD devido a faculdade que me abriu novos horizontes e portas, por que eu sou esforçado…
sei lá eu acho que eu tenho talento sim, a julgar pela idade que eu comecei a trabalhar nesta área com 13 anos, mais se você se acha muito foda perdão ai…

eu to nesta área por que é o que eu tenho talênto e por que eu batalhei…mais queria ver você nas situações que eu passei pra achar emprego champz :lol:

R

Legal pela iniciativa do governo, mas com tantos problemas mais importantes a resolver no Brasil, esse pessoal do governo fica criando essas leis para arrecadar mais grana…
Já basta o que a gente ja paga… mais isso ainda… :shock:

flw

J

Sera que alguem que realmente leu essa lei, se informou sobre o assunto, conversou com outros profissionais “regulamentedados” ainda assim é a favor dessa lei?

Esse assuto ja foi discutido N vezes por aqui, os argumentos são sempre os mesmos.

IMHO, o mercado sempre é justo. Quem tem competencia sempre se estabelece. se alguem tirar minha vaga, é pq teve mais meritos do que eu.
Essa historia de dizer “vem um moleque não formado e faz por uma ninharia” não existe.
O que impede um cara formado de fazer o mesmo? Isso ja não acontece hj em dia? Tem muita gente que não sabe valorizar o seu trabalho.

Ja estamos na pagina 3…

[]´s

R

Jeanioz:

Se vocês querem debater a lei pelo menos saiam desse lugar comum para que haja alguma chance de sair algo significante do tópico. :roll:

Ok, comecemos então definindo qual a necessidade e utilidade desta lei para nossa área sendo que existimos até agora sem ela.

J

Evitar a desvalorização dos serviços de TI causado pela falta de regularização da área (o exemplo do moleque de 250 pila…).

R

Não sei por onde você andou nos últimos 500 anos.
Caso não tenha sido no Brasil, o que vai impedir de uma empresa continuar contratando o ‘moleque’ pelas mesmas 250 pila, e pagar pra um ‘regulamentado’ assinar o projeto?

Ps: Na realidade que vivo em SP, ao menos, essa história de subvalorizar, ou moleque de 250 pilas é completamente sem cabimento. O que falta é gente competente e qualificada

Ps2: Já existe falta de mão de obra na nossa área mesmo sem regulamentação.

V

Evitar a desvalorização dos serviços de TI causado pela falta de regularização da área (o exemplo do moleque de 250 pila…).

Concordo
Alguém já precisou fazer inventário? É horrível e você dificilmente vai conseguir fazer um sem advogado, eles têm uma tabela onde podem cobrar de 10 a 20% do valor dos seus bens + as custas com o processo. Não adianta em quantos você vá eles sempre te dão praticamente o mesmo valor, dizem que não podem fazer por menos por ser uma questão de ética com os outros colegas de profissão.
Quantas vezes nós já vimos isso aqui no GUJ “Quanto cobrar por projeto XXX”. Por que não pode haver também um padrão para os serviços de TI?

J

Evitar a desvalorização dos serviços de TI causado pela falta de regularização da área (o exemplo do moleque de 250 pila…).

Concordo
Alguém já precisou fazer inventário? É horrível e você dificilmente vai conseguir fazer um sem advogado, eles têm uma tabela onde podem cobrar de 10 a 20% do valor dos seus bens + as custas com o processo. Não adianta em quantos você vá eles sempre te dão praticamente o mesmo valor, dizem que não podem fazer por menos por ser uma questão de ética com os outros colegas de profissão.
Quantas vezes nós já vimos isso aqui no GUJ “Quanto cobrar por projeto XXX”. Por que não pode haver também um padrão para os serviços de TI?

E qual metrica se usaria para criar ums lista de valores, considerando o tamanho da nossa area, as inumeras possibildades de se fazer a mesma coisa de N maneiras e que todas as abordagens que ja se tentou usar para mensurar esforço na nossa area falharam?

[]´s

R

Evitar a desvalorização dos serviços de TI causado pela falta de regularização da área (o exemplo do moleque de 250 pila…).

Concordo
Alguém já precisou fazer inventário? É horrível e você dificilmente vai conseguir fazer um sem advogado, eles têm uma tabela onde podem cobrar de 10 a 20% do valor dos seus bens + as custas com o processo. Não adianta em quantos você vá eles sempre te dão praticamente o mesmo valor, dizem que não podem fazer por menos por ser uma questão de ética com os outros colegas de profissão.
Quantas vezes nós já vimos isso aqui no GUJ “Quanto cobrar por projeto XXX”. Por que não pode haver também um padrão para os serviços de TI?
O detalhe que na area de TI, tudo vai depender das caracteristicas do projeto. Acho que nao tem como estabelecer um padrao, pois tudo vai depender da complexidade, dos requisitos,… essas coisas de gerencia de projetos.
O padrao vai ser o valor da hora cobrada. 8)

R

Essa tabela é definida em lei, regulamentada e decretada pelo conselho dos advogados?
Você de verdade acredita que uma lei criaria tal ‘tabela’ de valores para nossa área?

[Não sei se eu que to no país errado ou o pessoal que não tem vivido no Brasil utlimamente]

K

Seria complicado estabelecer valores na nossa área.
Como o renanpto disse, o esforço de cada profissional é diferente, tb tem a questão da tecnologica aplicada no projeto, dentre tantos outros fatores.

R

Essa tabela é definida em lei, regulamentada e decretada pelo conselho dos advogados?
Você de verdade acredita que uma lei criaria tal ‘tabela’ de valores para nossa área?

[Não sei se eu que to no país errado ou o pessoal que não tem vivido no Brasil utlimamente]
Ja devo ter lido em algum lugar, que na area de medica existe um orgao AMB - Associação Médica Brasileira, que estabelece alguns valores por procedimento… seria mesma ideia ?? haha :roll:
Acabei encontrando um exemplo:

http://www.amb.org.br/cbhpm_abre.php?w_id=59

Vou mudar de area… hHAHa rs

A

imagina nossos serviços possuirem preços tabelados??

vai parecer Padaria…

(valores “zoados”)
Analista R$3.000,00
Analista com Fritas R$3.800,00
Engenheiro R$5.000,00
X-Engenheiro R$6.000,00
X-Tudo (Analista,Engenheiro,Queijo,Salada) R$8.000,00

J

Não sei por onde você andou nos últimos 500 anos.
Caso não tenha sido no Brasil, o que vai impedir de uma empresa continuar contratando o ‘moleque’ pelas mesmas 250 pila, e pagar pra um ‘regulamentado’ assinar o projeto?

O fato do Brasil ter um cultura de resistência a leis não significa que não deva haver leis.

M

"

L

Evitar a desvalorização dos serviços de TI causado pela falta de regularização da área (o exemplo do moleque de 250 pila…).

Concordo
Alguém já precisou fazer inventário? É horrível e você dificilmente vai conseguir fazer um sem advogado, eles têm uma tabela onde podem cobrar de 10 a 20% do valor dos seus bens + as custas com o processo. Não adianta em quantos você vá eles sempre te dão praticamente o mesmo valor, dizem que não podem fazer por menos por ser uma questão de ética com os outros colegas de profissão.
Quantas vezes nós já vimos isso aqui no GUJ “Quanto cobrar por projeto XXX”. Por que não pode haver também um padrão para os serviços de TI?

Porque, antes de tudo, uma das coisas que é muito discutido na nossa área é: Desenvolver software está mais para algo “humano” ou “exato”? Além disso, ese “padrão de serviços” de TI é muito abstrato, quanto você cobraria para corrigir um link? E pra gerenciar um servidor JBoss? E um Geronimo? E um Weblogic? E pra fazer um componente ajax-enabled? Imagina a comédia: Os caras vão ter que atualizar essa tabela TODO SANTO DIA, cada framework novo, cada ferramenta nova e cada processo novo vão exigir um preço diferente e, além do mais, vai influenciar nos outros.

Desenvolver software não é contruir uma casa, fazer um pastel ou montar um carro. Se fosse algo realmente exato, até poderia se pensar nisso, mas há milhares de maneiras, com diferentes ferramentas e tecnologias de se desenvolver um software. Além disso, geralmente software possui mudanças de requisitos durante o seu desenvolvimento (a não ser que você seja uma analista que, vai lá e pega a assinatura do cliente MUAHMUAHMUAH YOUR SOUL IS MINE!) e, dessa maneira o software vai sofrer alterações. Cada pessoa desenvolver de um jeito, vai usar patterns ou não, vai mais ou menos bugs, vai ser rápido ou não. Caramba, o tanto de variantes que há! Diantes de milhares de variantas, você acha que uma tabelinha vai poder proporcionar algum tipo de solução nesse sentido? Na minha opinião não.

Nem mesmo a própria mensuração que é usada no mercado é exata (ponto de função, linha de código, caso de uso etc), quem dera criar uma “tabelinha”. Vai ser a maior piada do mundo de TI. “Olha, como eu fiz usando Java no Jboss, vai ser TANTO, mas como eu fiz o meu proprio container JEE com meu próprio driver com o meu próprio banco de dados, vai ser valor Y”

R

É isso ai Leozin.

V

Ok, antes de nada, eu NÃO sugeri criar uma tabela com valores para os serviços, somente usei como exemplo o pessoal do direito.
Quando falei padrão, somente sugeri que houvesse um piso para esses serviços e não é necessário esmiuçar todos os serviços aqui por favor, todos sabemos que são muitos e todos possuem suas particularidades. Como fazer isso? Realmente eu não sei, mas deve haver um jeito.
Tinha esquecido que aqui no GUJ é necessário escrever explicitamente o que se está pensando senão o assunto desvia totalmente!

M

"

R

Será ? Hoje sou contratado como CLT, mas estou tentando mudar para PJ… pois é muito desconto num unico salario…

K

e você acha que isso é possível ?
isso seria tão bizarro quanto a aprovação desse projeto de lei…
se esta tabela fosse criada, grande parte dos meus problemas iriam ser resolvidos:
coloco uma atendente ao telefone, o cliente faz o pedido do que quer e ela mesmo
passa valor do projeto, apenas consultando a tabela que os espertões lá de brasília vão me mandar…
uma tabela, e pronto, tudo resolvido…!!! :shock:

tenho curso superior e não tenho nada contra a educação formal…
mas novamente tem gente que não entende nada de TI, criando leis em brasília…

R

alucardeck:
Art. 31. Constituem infrações disciplinares, além de outras:

V - deixar de pagar, na data prevista, as contribuições devidas ao Conselho Regional de Informática de sua jurisdição.

Art. 32. As infrações disciplinares estão sujeitas à aplicação das seguintes penas:

I - advertência;

II - multa;

Bra$il $il $il $illl !

bem feito pra quem é a favor da lei…
se Engenharia da Computação não faz parte disso… eu to fora dessa lei porcaria =)
e vcs q receberão menor ajuste salarial, com a desculpa de que as empresas agora precisam gastar mais verba com a Taxa…
igual ao CREA =)

Não sou nem contra nem a favor da lei…mas oras, se quisesse ser Analista de Sistemas pq não fez aqueles cursos relacionados na lei?? Não que os 3 cursos que a lei citou sejam pré-requisitos pra ser um analista de sistemas, mas é o mais coerente…quem faz Engenharia da Computação é Engenheiro…independente da grade que vc tem…é uma pena que esta lei servirá só pra criar mais um Orgão pra receber $$ e sumir com ele e não para, em muitos casos, organizar essa bagunça que a profissão é hoje. Engenheiro querendo ser analista…é phoooda! :smiley: :twisted:

ate mais…

P

Aham, vai nessa.

Conheci um cara que programava em assembly, pra circuitos embarcados e trabalhava com uma porrada de processador diferente - um gênio da eletrõnica -advinha o curso? Administração.

Conheci outro cidadão que trabalhava fodasticamente com delphi. Advinha o curso? Artes plásticas.

Cada um faz o que quer de faculdade, não é bom julgar isso.

L

O foda e o tempo po 5 anos de trampo e foda… deveria ser no maximo 1 ano… pois isto iria tirar muita gente do mercado… esta lei deveria valer para os novos no mercado e não para os que ja estão… e com certeza com esta lei iria sobrar emprego e faltar mão de obra e com isto aumentaria o salario do profissional… tdos sabem como é complexo e arduo uma faculdade de Ciencia da Computação ou Engenharia da Computação… todos sabem a dificuldade a grana que vc gasta e os anos de estudo para se formar… nos primeiros periodos sempre tem bastante gente mas chegando aos ultimos o numero começa a diminuir drasticamente… uma turma que começa com 50 alunos no final so se formam 5… pois estes cursos são os mais dificeis que existem… não é qualquer um q chega ate o fim… com uma lei dessa se a demanda de TI acompanha-se o ritimo de formação de proficionais na area… ele iria ter muito serviço para pouquissima mão de obra e mão de obra cara… valorizando assim o mercado de TI… mas esta lei tenque ser revista e alterada de tal forma que seja usada para o bem do profissional e não o mal… pagar estas merdas??? pra que? pra que encher o C*** do governo de dinheiro sendo que eles ja nos arrancam dinheiro suficiente? e não usam este dinheiro para a corrupção e não para o povo??? e alem do mais… o Brasil ja tem muito desemprego e muitos desempregados sera que compensa almentar o indice de desempregados com uma lei mal formulada??? ao menos diminuir este tempo de serviço seria algo mais justo… se querem por uma lei que coloquem para aqueles que ainda não estão no mercado e não tirem aqueles que ja estão…

F

ora essa… engenharia de comp. aprende praticamente 90% da grade de ciencia…
fora as materias da engenharia e etc…

q historia é essa de não poder atuar como Analista agora ? ¬¬
Engenheiro da computação não é cientista da computação.

Se eles aprendem a programar não aprendem a fundo conceitos que estão no coração da ciência da computação, como engenharia de software e teoria dos autômatos!

Esse é o principal erro da ATI, eles puseram os engenheiros da computação que criaram a placa para desenvolver os drivers da mesma, e o resultado são drivers não-otimizados que não utilizam 100% do poder da placa, não são atualizados, inexistem em diversas plataformas ou apresentam sérias incompatibilidades. Muito diferente da NVidia, que tem uma OUTRA equipe de cientistas da computação só pra desenvolver o driver, e o resultado é um driver constantemente atualizado, existente para todas as plataformas, auto-compilável no linux, etc… etc…

Faz diferença sim e eu acho muito bom isso ser reconhecido!

Engenheiro tem mania de se achar o top da tecnologia. Até concordo, enquanto eles estão na área deles!

E

E já ajudando ao conselhos de acordo com o Art. 9 e 15

  1. Toda empresa deverá ter um analista de sistemas graduado para cara 20 computadores em suas dependências.

  2. Softwares só poderão ser vendidos a usuários em lojas credenciadas e com receita assinada e carimbada por um analista responsável que garantirá que o software é apropriado para o uso.

  3. Toda criança deverá ser levada a uma consulta com um analista devidamente credenciada a cada 250 horas de uso de internet para que esse verifique se a criança está usando devidamente a web.

  4. Quando um usuário montar seu computador em casa ou trocá-lo de cômodo um analista credenciado deverá assinar a obra.

  5. Todo usuário que desenvolver uma macro no seu Excell ou Word deverá antes de usá-lo solicitar a aprovação deste por um analista credenciado.

  6. A instalação por parte de usuário de software anti-virus ou firewall ou mesmo atualização de seu Windows deverá ser monitorada por analista credenciado. Caso contrário ocorrerá crime de Exercício ilegal da profissão.

  7. Livros de programação só podem ser vendidos a analistas credenciados. Toda revista de informática deverá ser antes revisada por analista credenciado. A leitura de livros de programação por não formados é Excercício ilegal da profissão.

[Não sei quem escreveu os itens acima, recebi por email]

E ótimo que os proprios profissionais irão regularizar, ainda mais se forem que nem alguns professores que tive na faculdade, será muito bom, aí poderemos ter coisas lindas assim, rs.

  1. Será vetado o uso de metodologias ágeis de desenvolvimento

  2. De acordo com a última reunião, declara-se que c# é melhor do que java.

F

Com destaque para: “mercado fique um pouco mais justo”

Se é o mercado, SEMPRE é justo. Se tu acha ele injusto, o problema é contigo, e não com o mercado.

Tomara que aprovem essa lei, para ninguém mais se preocupar com ela, e continuar tudo igual.


Acho que você não entendeu o meu ponto de vista, eu me quero dizer q talvez a valorizaçao do profissional da area de ti aumente agora
Não existe relação nenhuma em valorização de um profissional e uma lei como essa.

O que a Lei diz é:
:arrow: Agora você tem que pagar uma taxa em um concelho de informática que vai sumir com seu dinheiro.
:arrow: As empresas tem que demitir todo mundo que não tem faculdade nem curso técnico, e contratar só quem tiver os cursos.

Obvio que somente uma dessas duas situações vai acontecer de verdade. E é justamente aquela que tu vai ter que pagar.

:)
Na minha opinião formação é muito importante, e essa lei vai exigir que as pessoas a partir de agora tenham essa formação para atuar na área.

Inclusive tem muito engenheiro, advogado, pessoal de administração, marketing, etc, etc, roubando vagas da gente que se dedicou à área, eu acho muito bom essa festa acabar…

Senão fica fácil, toda vez que uma área começar a dar grana é só eu começar a atuar levianamente nessa área e pronto!

Isso explica a má qualidade de muitos sistemas atuais!

Apoio a lei!

M

"

L

E no brasil existe poracaso emprego para engenheiro da computação ou cientista da computação e que ganhe o quanto deveria ganhar?

ate agora não vi nenhum emprego com este tipo de cargo…

so para analistas, desenvolvedores e etc…
um cientista ou um engenheiro são obrigados a serem analistas, desenvolvedores, etc… por simplismente não existir mercado no brasil para eles…

F

Isso ainda está sendo discutido, muita gente reclamou. Eles estão propondo baixar pra 2. Quanto a esse negócio de tabelar valores, não é pra isso que vai servir. Novamente, quem vai definir isso são profissionais da área e não o governo. Se vai ser bom ou não, depende do que o pessoal vai propor.
Espero sinceramente que não reduzam esse tempo!

Veja se tem cabimento eu entrar em uma sala de cirurgia e operar alguém sem ter formação em medicina!

Então por que teria cabimento a pessoa entrar em um ambiente de desenvolvimento e mexer em um sistema só porque faz isso há dois anos, mesmo sem ter formação?

V

Sergio Figueras:

Cada um faz o que quer de faculdade, não é bom julgar isso.

Interessante como isso não se aplica pra todas as profissões não é?
Eu sou apaixonada por medicina, infelizmente não pude cursar Medicina, na teoria eu sei muita coisa sobre leituras de exames, doenças , sintomas, farmacologia.
Recentemente fui diagnosticada com um problema de saúde que poucos médicos conhecem, ora diziam uma coisa, ora diziam outra, eu que sugeri que poderia ser XXX e solicitei para o médico me prescrever determinado exame, ele ficou bravo comigo, resultado era exatamente o que eu achava. Mas mesmo assim não posso clinicar.
Mesmo um conselho que regulamente a profissão não exclui um profissional ruim.

L

Alguem que ja esta no mercado a 2 anos provavelmente é bem mais experiente que um recem formado que acabou de sair da faculdade…
dizer que alguem tem mais aptadão a outro alguem por ter ou não curso superior como ja foi discutido aqui milhares de vezes não tem muito haver… existem milhares de pessoas não formadas que são mais competentes que formados como existem o contrario não queria comparar com medicina e cirugia pois TI é algo que vc aprende com erros medicina não pode haver erros pois vidas seriam perdidas…
o que é certo é que o mercado de TI precissa de menos profissionais e mais vagas… esta lei seria uma solução para isto e somente isto ela benificiaria… porem não é justo correto e é antietico tirar a vaga de alguem que ja trabalha na area para por um recem formado incompetente… esta lei devia valer apenas para aqueles que ainda NÃO estão no mercado…

P

Veronicaaa, que comparação mais… estranha.

Eu posso e sou capaz de atestar que esses caras não iam matar ninguém e são PUTAMENTE bons em coding. Melhores que 99% do fórum. Agora se voce se acha a médica do pedaço, boa sorte. Só me diga onde é o consultório pra eu nunca ir lá, rs. :stuck_out_tongue:

E outra coisa, o que eu estou falando é que isso é uma babaquice e ia quebrar o mercado todo. Porque muita gente boa mesmo que conheço não tem nem faculdade ou fizeram faculdade de algo extremamente estranho.

E estranho isso de exigirem 5 anos, pela lei, o máximo que uma empresa pode exigir de experiencia é 6 meses ou 1 ano, nao lembro. Então deveria ser a mesma coisa, ué.

E na minha opinião, a maioria das pessoas que está defendendo essa regulamentação é porquê tem medo de perderem as suas vagas para pessoas realmente competentes.

P

Cara, eu comecei a programar com uns 12/13 anos em C. Já fiz milhares de coisas em C/C++. Tive bolsa científica dos 14 anos até o ano passado - só que nisso a sua carteira não é assinada. Agora me diga, como que eu fico? Me ferro? ohohoho regulamentação boa! :smiley:

A

E quem disse q eu não tenho ambas as matérias na grade??
se não a minha faculdade não seria tão puxada assim pra 90% das pessoas carregarem DPs e não aguentarem o tranco… pq alem de todos serem “obrigados” a saber programar, temos q saber todos os conceitos de ondas,eletromagnetismo,eletrica,fisica,etc etc etc…

não é soh pq o curso não se chama “Ciencia” que somos programadores de segunda viagem…
o Eng. bem formado pode deixar um Cientista pra trás, competindo na mesma area!
digamos… é pau a pau… são equivalentes praticamente…

então seria completamente possivel atuar na mesma area

E por mais que outras faculdade de Eng.Comp. não tenham essas materias…
são materias q possivelmente poderiam se tornar extra-curriculares…
e de qualquer maneira o aluno precisa ter o dom…

N

Art. 6° A jornada de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei não excederá quarenta horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Na nossa área esse artigo nunca vai funcionar, eu já vi nego fazer 40 em dois dias… apesar de que existem os tais bancos de horas…

Mas em fim… essa lei pra mim vai só piorar por exemplo para os PJ’s, já não basta a quantia enorme de impostos que pagamos quando emitimos uma nota teremos mais esse pra ajudar e encher os cofres públicos…

Acho que hoje esta bom como esta, ah, e se vocês forem ver, hoje tem muito mais vagas do que mão-de-obra no mercado de TI, e acho que vai ter ainda mais vagas sobrando, o que sim, vai valorizar os profissionais… mas talvez não haja evolução no país nessa área por falta de mão-de-obra.

V

Sergio Figueras:
Veronicaaa, que comparação mais… estranha.

Eu posso e sou capaz de atestar que esses caras não iam matar ninguém e são PUTAMENTE bons em coding. Melhores que 99% do fórum. Agora se voce se acha a médica do pedaço, boa sorte. Só me diga onde é o consultório pra eu nunca ir lá, rs. :stuck_out_tongue:
.


Como o pessoal aqui é stressado… Eu não me achei nada, quer dizer que uma pessoa não pode gostar e se interessar por outros assuntos além de aqui além de TI? Leia de novo o que eu escrevi, eu disse que não é só por gostar que eu posso clinicar. E por favor eu nem sequer falei nada sobre as pessoas que você mencionou. Vamos tentar manter o nível nessa discussão, sem ofender ninguém.

M

"

L

OFF: Curioso que na faculdade onde eu estudava antes… os alunos de CC tinham Teoria da Computação e depois compiladores… e os de engenharia da comp tinham apenas compiladores… o fato é que TC é pre-requisito para Compiladores… sendo assim como o pessoal da engenharia não tinham eles sempre desistiam ou reprovavam em compiladores… salvo alguns poucos que passavam… isto e fod*** conteudo de faculdade mal elaborado…

R

Fox McCloud:

Inclusive tem muito engenheiro, advogado, pessoal de administração, marketing, etc, etc, roubando vagas da gente que se dedicou à área, eu acho muito bom essa festa acabar…

Apoio a lei!

E qual o problema se o advogado/publicitario/economista/historiador tiver mais conhecimento, talento e competência do que a ‘gente que se dedicou na área’ ou tem um diploma?

O que explica má qualidade é falta de preparo, competência e conhecimento de muita gente no mercado, e isso não é um diploma ou lei que vai garantir.
Se o pessoal de outras áreas quiserem vir pra TI só porque ‘da grana’, contanto que sejam competentes, de minha parte serão muito bem vindos, pois isso tá em falta no mercado.

M

"

J

Perguntinha aos que defendem a regulamentação;
Algum pais considerado de ponta em tecnologia(EUA, India, <coloque aqui seu pais preferido>) tem a area de TI regulamentada?
Isso impediu o crescimento da area nesses paises?
Pq o Brasil precisaria de regualementação?
Pq criar reserva de mercado? isso seria andar p/ tras.
Leiam a lei, conversem com pessoas de areas regulamentadas, leiam os N topicos do GUJ sobre o assunto.

[]´s

F

É incrivel a quantidade de ignorancia.

O que se observa é que, quem nao tem faculdade ta puto com a lei, e vai inventar 1001 criticas. E nao estao vendo a brecha dos tais 5 anos na area, a nao ser que tambem nao tenham isso.

Outra coisa o $$ vai para o conselho e nao para o governo, e quem faz parte deste conselho?? Nós mesmos os profissionais de TI, agora se voce quando estiver la no conselho enfiar o $$ no C**, ai nao tem como mesmo.

Outra ignorancia, achar que os politicos que fariam por acaso tal tabela de valores se ela existisse, se por acaso houvesse ± um padrao de valores, esses seriam feitos pelos proprios profissionais de TI, que SAO o conselho de TI, e seria mais uma tabela ética, pra nao cobrar 100,00 por um ERP por exemplo.

Mais uma coisa engraçada: falar que quem tiver faculdade vai ter o “DIREITO” de trabalhar nas empresas, nao é por causa da lei que as empresas vao mudar a forma de contratar, o processo seletivo vai continuar o mesmo, elas contratarao quem for mais capacitado, cara palida.

O tais 5 anos nada tem haver com experiencia, como muitos estao questionando, isso é mais por causa da choradeira mesmo, de tirar alguem que ja vive disso, que ja montou sua vida baseado nessa profissao de TI, que vive de TI. Acho que 3 anos seria de bom tamanho.

Pra quem trabalha em empresas acho que nao vai mudar muita coisa, mas para quem tem sua empresinha, quem é autônomo, sabe como a area de TI é “queimada”, eu que o diga quando fui tentar vender um software e passei em varias empresas oferecendo, e todos ja tinham tido uma experiencia ruim com trambiqueiros que passaram antes e venderam porcarias que deram pau, e sequer deram assistencia pro cara, resumo: ninguem queria comprar por medo.
E ninguem ta dizendo que quem nao tem faculdade sao trambiqueiros como gostam de generalizar aqui, mas com um conselho os trambiqueiros poderiam ser punidos, assim como acontece nos outros conselhos.

A motivação para a criação de um conselho é a mesma para todas as outras areas, como direito, medicina, odonto, engenheiro, etc., ou seja defender a area de TI, para que seja uma area mais respeitada, sem trambiqueiros.

Agora se tal lei vai resolver alguma coisa, nao sei. Com certeza uma fiscalização seria bem dificil, a principio funcionaria mais para as grandes empresas e a area do Governo.

V

Vai resolver para lugares que nem o Lixo da cidade que eu moro, que por sinal não recomendo muitos lugares para se trabalhar com T.I neste fim de mundo…tirando CPD de industria que é onde eu estou no momento que eles buscam qualidade, e elogio isto…

em empresas menores…assistências técnicas eles buscam preços baratos…por melhor que você seja…os caipiras daqui não valorizam você saber programar: Javascript, PHP, Java, C, C++…aqui não é sampa capital ou cidades maiores…esta lei serveria para amparar pessoas que ficam em cidades como aqui!!

Agora para cidades onde a área já é valorizada talvez não faça muita diferença…

ao meu ver vai ser ótimo isto, mesmo que a gente perca uma quantia X de dinheiro…

para lugares que nem aqui que os micreiros fazem a festa… dificilmente tem um bom profissional…e os poucos que tem trabalho com alguns deles.

viva a regulamentação…isso talvez faça as pessoas enchergarem com mais respeito o profissional de informática…e não mais como “o cara do computador”

e pra quem fala que trabalhar e fazer facu eh massante… eu Trabalho, faço facu e monto sites no fds que eu sou web designer, assim como muita gente faz mais ou faz igual…e nem por isto mata…ta bom sei que faculdade de T.I é um saco, mais cabe aos alunos exigirem melhorias na grade, mais exigir ao MEC

M

"

A

Será que com isso tudo…
os preços dos cursos na area de TI vão aumentar?

Acho que sim :?
no Brasil tudo é motivo para aumentar o custo…

S

É isso aí. Vamos ter mais força pra atacar os problemas da nossa área que o pessoal tanto reclama: PJ, má remuneração, carga horária gigantesca, trabalhar de madrugada e não poder compensar, exigir mil e um requisitos pra pagar 800 reais,…
Agora, pra não criar outro conselho, poderiam aproveitar um sindicato já existente ou mesmo o SBC.

Um sindicato e um conselho tem funções diferentes. Por exemplo, existe o CREA e existem sindicatos dos engenheiros, existe o CRM, e existem os sindicatos dos médicos e por ai vai.

Nao tem como um reaproveitar o outro.

R

Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?..e pq para a NOSSA profissão não pode ter? Qual é o medo de quem é contra? De criarem conselhos federais e estaduais para sumir com nosso $$? Acho que este é o menores dos problemas…vejo que, por pior que a lei possa ser ela vai colocar muitos pingos em “i’s”…engenheiro tem de tirar CREA e não querer se meter a analista…como já disse, não sou nem a favor nem contra a lei mas sou um pouco mais tendencioso a ser a favor…pois acho que a lei de alguma forma pode ajudar a melhorar a “prostituição” que temos hoje na nossa área.

ate mais…

A

Escreva no google

“Engenheiro Analista”

e depois me diga o que voce encontra…
principalmente nos sites de emprego

K

roubando !?
se ele “roubou” a sua vaga, é porque a vaga é dele, concorda ?
e não é a obrigatoriedade do curso superior que vai melhorar a qualidade
dos sistemas desenvolvidos hj, não com os cursos que estão aparecendo por aí…

já trabalhei com muito engenheiro, que conhece mais de TI do que uns
“analistas de sistemas” com pós-graduação, MBA, PFL, PMDB, PSDB…BLAH…BLAH…BLAH…
na minha opnião a competência é o que prevalece… e é o mercado que se ajusta…

M

"

E

Só para deixar a discussão mais divertida …
Imaginem se regulamentassem a profissão de webdesigner, sendo obrigatória a faculdade de comunicação social/design, para mim é o mesmo absurdo que regulamentar a de informática…

M

"

A

bom… eu ainda sou contra a lei…

se você perde a vaga de emprego pra uma pessoa que não fez um curso tão “especifico” como o seu…
é porque você é PIOR que ele…

imagina… eu sou jogador de vôlei profissional… e conheço alguem que é jogador de futebol profissional…
tiramos uma partida de futebol, e acabo demonstrando que eu sou melhor que ele mesmo assim…
Perdeu preiboi ! tua vaga é minha…

na natureza é assim, os mais fortes sobrevivem…
o mercado de trabalho é a mesma coisa, quem é bom fica por cima não importa a area…
agora proteger filhinho de papai que não tem capacidade de “aprender” o conteudo necessario numa universidade e se forma levando todas as materias nas coxas, e depois tem um diploma que não serve pra p**** nenhuma.
E ele ainda deve ter a vaga reservada, ahh claro, ele é formado na area, então ele tem o direito de ter a vaga só pra ele (e outros que se formam assim)…

pessoal tem medo dos “micreiros” roubarem o seu emprego? então você é muito ruim mesmo pra se preocupar com isso… é como alguem citou lá no começo, vai fazer Moda, Geografia, ou quem sabe Gastronomia ?

tirando isso, tudo bem, pode ser que a lei ajude a área com alguma coisa ou outra (não imagino o que pode ser ainda)

micreiros sempre vão existir… eles são mais baratos… e empresas fundo-de-quintal adoram eles pq é mão de obra barata para atender requisitos pobres… (e software não é requisito)

agora não pense que numa “boa” empresa voce vai perder a vaga pra um micreiro… fala serio neh

V

para apagar esse fogo com gasolina:
Tudo bem eu tenho treinamentos em primeiros socorros vou tentar uma vaga como enfermeiro em algum hospital :lol:
ou então…
Conheço historia, adoro bagarai, vou começar a dar aulas de historia sem ter licensiatura…
ou mesmo…
poxa meu curso de primeiros socorros e alguns livros me permitirão ser Médico sem formação especifico!
manjo de leis mais nao tenho direito…
vou ser advogado por que tenho certeza que sou bom com parlatória, e leis :stuck_out_tongue:

agora vai ver se voce pode fazer isto sem curso superior das áreas citadas ?

Nem a pau Juvenal!

ta certo tem que regulamentar…como já disseram… nossa área ta cada dia ficando mais prostituida…

o pior de tudo é o cara ter um trabalho cansativo que faz mal a saúde mental e tem que se fuder por que não tem uma lei que ampare!
ou então voce manja, estuda e paga uma faculdade de T.I que por semestre custa um carro popular ou as vezes vai morar fora pra fazer uma facu publica, e perde emprego pra um cara que fez direito e conseguiu o emprego por que manja bagarai de leis e isso seria util ao sistema…

acho que tem que ser “cada um no seu quadrado” :stuck_out_tongue:

A

estou falando das áreas não regulamentadas…

nada de Direito, Medicina e coisas mais “sérias”

ou agora vai ser obrigatório ser formado em Educação Física para jogar futebol ?

R

alucardeck:
Escreva no google

“Engenheiro Analista”

e depois me diga o que voce encontra…
principalmente nos sites de emprego

Quem sabe a lei não ajusta isso…onde já se viu engenheiro analista…como disse só em nossa área que encontra-se´’pérolas’ como esta…é um absurdo…ou o cara é engenheiro ou ele é analista…os dois já virou bagunça…tem de regulamentar mesmo.

como disso o amigo acima…“cada um no seu quadrado”…

ate mais…

K

marcosalex:

Mais uma razão pra melhorar a qualidade dos cursos, e a regularização da profissão ajudaria.

ajudaria ?!
o MEC até hoje não funcionou, e acho que não é com a obrigatoriedade
que os “comércios de diplomas” espalhados pelo país irão se sensibilizar…
não sou contra o curso superior, mas acho que essa lei não vai melhorar
em nada a qualidade dos profissionais que saem das faculdades…

S

richardpeder:
Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?

Porque o erro deles custa vidas. Os erros do desenvolvedor custam vidas ?

Não é necessário ter. Não não ha razão contra, mas ha razão a favor ?

A proteção à profissão pode ser feita sem a necessidade do governo meter o nariz onde não é chamado. A criação de um sindicato é mais do que suficiente … ah, sim… no Brasil não ha sindicatos verdadeiros… esqueci disso… bom então a solução é realmente deixar o governo controlar mais uma instituição.

P

richardpeder:
Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?..e pq para a NOSSA profissão não pode ter? Qual é o medo de quem é contra? De criarem conselhos federais e estaduais para sumir com nosso $$? Acho que este é o menores dos problemas…vejo que, por pior que a lei possa ser ela vai colocar muitos pingos em “i’s”…engenheiro tem de tirar CREA e não querer se meter a analista…como já disse, não sou nem a favor nem contra a lei mas sou um pouco mais tendencioso a ser a favor…pois acho que a lei de alguma forma pode ajudar a melhorar a “prostituição” que temos hoje na nossa área.

ate mais…

Esse argumento já foi exposto várias vezes e todas as vezes foi batido.

Agora outra coisa e verdade é: se está com medo de perder pros micreiros, a qualidade pode estar em baixa, hein?

Só consultorias fundo de quintal que pegam micreiros da vida.

V

sergiotaborda:
richardpeder:
Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?

Porque o erro deles custa vidas. Os erros do desenvolvedor custam vidas ?

Olha pelo que eu vi até jogador de futebol tem a profissão regulamentada, e acho que essa profissão, se é que se pode chamar de profissão, não custa a vida de ninguém.
Está aí a lista de profissões regulamentadas no Brasil.

http://www.mtecbo.gov.br/regulamentacao.asp

P

Bem, eu detesto futebol mas Veronicaaa, voce está sendo muito preconceituosa ao dizer que talvez nao se possa chamar jogar futebol de profissão.

Mas é como eu disse, pra todas essas profissões você tem experiencia anterior, afinal ninguém trabalha como Químico por exemplo sem ser. Só se for muito doido. E tem bem menos gente que faz isso do que com computação.

Agora é o que eu digo, a maioria das pessoas que conheço que são boas ou não tem experiencia comprovada (porque estagiaram em laboratorios cientificos como pesquisadores por anos da vida), ou então não são formados.

E alguém sabe se , caso vc seja dono de uma empresa de informatica você pode exercer? Um amigo meu (louco demais no Delphi e Java) é dono de uma a esse tempo e fechou pq nao tava dando dinheiro. Será que ele vai poder exercer?

V

Perdão, me expressei mal, com certeza é profissão, mas não podemos dizer que é um trabalho dentro dos padrões que conhecemos.

A

o pessoal não pensa mesmo

se vc for o “Dono” de uma grande empresa… e vc acaba sendo encarregado de escolher os proximos funcionarios dela…

quem voce escolhe?

  1. O cara que te prova que manja muito e atende todos os requisitos de ferramentas que possui na empresa, tem cursos especificos mas não possui diploma universitario da area.
  2. O cara que possui diploma, é “regulamentado”, mas não tem todos os requisitos que a empresa pede e talvez não tenha muita experiencia na area

parece que vcs escolheriam o 2 né?
claro… a lei é tão importante pra voces…

isso sim faz a qualidade diminuir !

Brilhante !
é Brasil sil sil silll !

P

Como um velho chamado Oscar Wilde disse em uma dia: “A normalidade é só mais uma postura, e a mais irritante que conheço.”

Eu já disse, sou contra. Vai tirar muita gente boa do mercado. E acho ilegal isso de cobrarem 5 anos pra exercer se pra entrevistas o maximo que uma empresa pode cobrar é 6 meses (ou 1 ano, nao lembro).

P

Uma coisa que eu penso é que se fosse haver regulamentação, que houvesse em áreas mais ismples como Hardware. Aí até que tem uma oprrada de micreiro. Mas de programação? Tem MUITO,MUITO menos.

A unica experiencia q eu tive foi quiando era criança, minha mae chamou uma colega dela pra consertar o pc (um pentium II 400mhz se nao engano) e a mulher saiu de lá carregando um pente de memoria.

Mas vai ver só o tanto de irregularidade, uma vez deixei meu notebook na autorizada pra botar 512mb de mem, comprei o pente de 512mb, eles botaram e não iam me devolver o antigo de 256mb. brincadeira né? Os caras agem como camelôs desonestos (tem mtos honestos por ai). Agora em programação, se o cara for ruim é demitido e pronto. Acabou.

M

"

M

"

A

Na teoria…

e na pratica vc realmente acha q vai ser? duvido…

M

"

M

"

J

E pq sera que todos os paises de ponta em tecnoloiga não tem regulamentação na area de TI?
Sera que é pq eles não viram todas essas “maravilhas” que a essa lei vai trazer, e nos os sempre espertos “brasileiros” sim?
Reserva de mercado é andar p/ tras, brasileiro tem mania de se esconder atras do governo. Por isso temos umas das leis trabalhistas mais atrasadas do mundo? Pq brasileiro acha sempre que o governo tem que proteger seus “direitos”. Sempre transferindo responsabilidades.

[]´s

M

"

R

Ainda não responderam a pergunta:

F

Ainda não responderam a pergunta:

Pq os incompetentes de Brasilia nao entendem nada de TI e pensam que sabem.

Agora, so cuidado pra quem ler essas afirmações nao achar que lá fora é so ir com experiencia e ta tudo resolvido tb nao. A grande maioria das vagas (pelo menos em pesquisas que fiz) pediam graduacao. Nao que ela seja o diferencial, mas pedem.

P

Ainda não responderam a pergunta:

  1. De onde você tirou essa estatística?

  2. Você não acha que o buraco é muito mais embaixo e tem MUITO mais a ver com qualidade de ensino?

J

marcosalex:

Em Roma, como os romanos.

Novamente, está pensando só no diploma.

Não, muito pelo contrario… na verdade nem lembro aonde anda o meu, vou procurar la em casa, faz muito tempo que parei de me importar com isso.
Hj me importo muito mais com capacidade e competencia, não importando de onde a pessoa adquiriu essas qualidades, se foi na faculdade, curso da esquina, autodidata…
Mais um a vez pensamos ser mais esperto do que os outros.

Volto a dizer, reserva de mercado é andar p/ tras. Não vai mudar nada no mercado, muito pelo contrario, vai piorar.

Mas ja que vc não respondeu a minha pergunta anterior, responda essas:
Como definir funções e responsabilidades? como definir quem pode fazer o que na nossa “pequena” area?
Pq sera que a propri SBC é contra essa lei?

[]´s

J

fabiocsi:

Agora, so cuidado pra quem ler essas afirmações nao achar que lá fora é so ir com experiencia e ta tudo resolvido tb nao. A grande maioria das vagas (pelo menos em pesquisas que fiz) pediam graduacao. Nao que ela seja o diferencial, mas pedem.

opa, ninguem falou em nao ter faculdade. Eu tenho.
Estamos discutindo a obrigatoriedade dela, é diferente.

[]´s

J

Como ja falei antes, pesquise, se informe, converse com pessoas de areas regulamentadas, pergunte o que melhorou com a regulamentação.

Sim, eu acho.
Eu sou a favor da faculdade. Sou a favor de ensino de qualidade.
Sou a contra a obrigatoriedade dela, ja estou a muito tempo nesse mercado p/ saber que o que importa é o conhecimento, não onde ele foi adquirido.

[]´s

R

Sergio Figueras:
richardpeder:
Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?..e pq para a NOSSA profissão não pode ter? Qual é o medo de quem é contra? De criarem conselhos federais e estaduais para sumir com nosso $$? Acho que este é o menores dos problemas…vejo que, por pior que a lei possa ser ela vai colocar muitos pingos em “i’s”…engenheiro tem de tirar CREA e não querer se meter a analista…como já disse, não sou nem a favor nem contra a lei mas sou um pouco mais tendencioso a ser a favor…pois acho que a lei de alguma forma pode ajudar a melhorar a “prostituição” que temos hoje na nossa área.

ate mais…

Esse argumento já foi exposto várias vezes e todas as vezes foi batido.

Agora outra coisa e verdade é: se está com medo de perder pros micreiros, a qualidade pode estar em baixa, hein?

Só consultorias fundo de quintal que pegam micreiros da vida.

Pode ter sido batida, mas é meu ponto de vista.

Medo de perder para micreiros? Não. Apenas quero ter uma profissão com algum tipo de regularidade.

Vá falar de profissão regulamentada com médicos, engenheiros e advogados…diga que vc estou leis durante 15 anos e quer ser advogado…diga que vc desde os 10 anos lê livros de medicina e aos 25 anos já receitava remédios a um médico…e por aí vai…e veja o que eles iram dizer. Porque em nossa profissão é diferente? Não precisamos de sindicatos pois eles de nada servem…precisamos de uma regulamentação e isso só o Estado pode fazer, por mais corrupto e estupido que as coisas sejam no Brasil mas será a partir de uma lei aprovada que poderemos iniciar um processo de moralização do que fazemos em nossa área.

ate mais…

P

jgbt:
Sergio Figueras:

  1. De onde você tirou essa estatística?

Como ja falei antes, pesquise, se informe, converse com pessoas de areas regulamentadas, pergunte o que melhorou com a regulamentação.

Sim, eu acho.
Eu sou a favor da faculdade. Sou a favor de ensino de qualidade.
Sou a contra a obrigatoriedade dela, ja estou a muito tempo nesse mercado p/ saber que o que importa é o conhecimento, não onde ele foi adquirido.

[]´s

Ah tá, então resumindo:

  1. Essa estatísticas foi um achometro baseado em conversas.

  2. Entao tá, você concorda comigo que não tem nada a ver com regulamentação e sim com qualidade. Ok. Encerrado. =)

R

Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

P

richardpeder:
Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

Não tenho faculdade. Claro que trabalho. Progrmação ha uns 6 anos.

Porquê?

A

Sergio Figueras:
richardpeder:
Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

Não tenho faculdade. Claro que trabalho. Progrmação ha uns 6 anos.

Porquê?

Porque o seu charme deixa ele louco !

P

alucardeck:
Sergio Figueras:
richardpeder:
Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

Não tenho faculdade. Claro que trabalho. Progrmação ha uns 6 anos.

Porquê?

Porque o seu charme deixa ele louco !

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

Tá na hora de mudar de avatar. :stuck_out_tongue: :stuck_out_tongue:

J

Não so em conversas, minha frase tem virgulas.
e se fosse? sera que pessoas que ja tiveram essa experiencia não são uma boa fonte?

Faça uma busca no GUJ, esse assunto ja foi discutido N vezes.

Sergio Figueras:

2. Entao tá, você concorda comigo que não tem nada a ver com regulamentação e sim com qualidade. Ok. Encerrado. =)

Sim, o problema é qualidade, e fazer reserva de mercado não vai melhora-la, so vai baixar a qualidade mais ainda.

[]´s

M

"

P

Pra tirar um diploma pra mim n e trivial. Passaria 1 turno perdendo dinheiro e várias outras coisas (como oportunidade de desenvolvimento de outros projetos) só por causa disso.

F

alucardeck:
o pessoal não pensa mesmo

se vc for o “Dono” de uma grande empresa… e vc acaba sendo encarregado de escolher os proximos funcionarios dela…

quem voce escolhe?

  1. O cara que te prova que manja muito e atende todos os requisitos de ferramentas que possui na empresa, tem cursos especificos mas não possui diploma universitario da area.
  2. O cara que possui diploma, é “regulamentado”, mas não tem todos os requisitos que a empresa pede e talvez não tenha muita experiencia na area

parece que vcs escolheriam o 2 né?
claro… a lei é tão importante pra voces…

isso sim faz a qualidade diminuir !

Brilhante !
é Brasil sil sil silll !

Parece quem nao pensa muito é vc, ou é muita ignorancia, achar que uma empresa vai começar a contratar nego que nao manja, nao vai mudar nada o processo seletivo das empresas ficaria assim:

  1. O cara que te prova que manja muito e atende todos os requisitos de ferramentas que possui na empresa, tem cursos especificos E possui o diploma
P

Vinicius_Sartori:
para apagar esse fogo com gasolina:
Tudo bem eu tenho treinamentos em primeiros socorros vou tentar uma vaga como enfermeiro em algum hospital :lol:
ou então…
Conheço historia, adoro bagarai, vou começar a dar aulas de historia sem ter licensiatura…
ou mesmo…
poxa meu curso de primeiros socorros e alguns livros me permitirão ser Médico sem formação especifico!
manjo de leis mais nao tenho direito…
vou ser advogado por que tenho certeza que sou bom com parlatória, e leis :stuck_out_tongue:

Eu não entendo muito de direito ou medicina para comparar as profissões. Já que você está fazendo esta comaração talvez consiga me expicar se como uma pessoa conseguiria conhecimentos méticos sem frequentar laboratórios, dissecar cadáveres e coisas do tipo. Será que realmente podemos comparar com desenvolvimento de software?

Desculpe mas qual lei exatamente não te ampara? Qual é exatamente este problema que a regulamentação resolveria?

P

Assim como este tópico já cansou de explicar que isso não adianta. Sem diploma você precisa de alguma maneira de aferir quem tem conhecimento necessário, como será feito isso? No link que eu te passei há algumas páginas atrás existe um trecho do documentod a ACM, maior organização de ciência da computação do mundo, explicando porque é inviável aferir este tipo de coisa e porque regulamentação é uma péssima idéia.

P

marcosalex:

Mas o conselho é justamente isso: um sindicato próprio e centralizado pra profissão. O governo se encarrega do que é genérico e a profissão encarrega do que é específico dela. O motivo de discórdia do que vejo é só o diploma. Talvez seja que no Brasil o número de pessoas formadas ainda é coisa rara e vista como tabu.

Conselho não é sindicato mas ainda que fosse já existem dezenas de sindicatos no Brasil dedicados a desenvolvimento de software. Por que “mais um” resolveria?

J

Mais uma vez, não, eu não estou pensando no diploma, estou pensando em como funciona nossa area.

marcosalex:

Quanto à pergunta, respondi com a frase “Em Roma, como os romanos”. Acho que você não entendeu ou na pressa não “pegou” o que quis dizer.
Explico:
na China e Índia você encontra Analistas excelentes trabalhando pra ganhar um prato de comida da mesma forma que um funcionário de fábrica que aperta um parafuso. Na China se o cara reclamar do governo pode ser até executado em praça pública. Não consideraria nenhum exemplo a seguir.
Nos EUA o governo não muda as leis da noite pro dia como o nosso. Na maioria dos países da Europa os sindicatos tem poder sobre o mercado pra evitar os abusos e tem muitas das atribuições que estão tentando criar aqui.
Outra, EUA, Europa, Japão, diploma é tão trivial que eles nem imaginam que alguém sem diploma queira trabalhar como analista. Mas claro, que existem excessões.

Eu entendi, e volto a perguntar, se India e China nao sao exemplos, vamos pegar paises mais desenvolvidos do que o nosso.
Os paises desenvoilvidos não tem regulamentação na TI.
Não sei os reais motivos, mas posso apostar que tem a ver com a complexidade de definir funções/papeis/atividades na nossa area, entrre outras coisas.
O Brasil muda leis protecionistas toda hora? é so olhar a CLT, umas das leis trabalhistas mais atrasadas do mundo que ja tem 60 anos.
ter um sindicato não tem nada a ver com regulamentação. O Brasil ja tem um orgão bastante competente p/ isso que é a SBC, que por sinal é contra essa lei.

[]´s

P

Assim como no Brasil existem pessoas que desenvolvem sistemas por R$700,00. Não generalize, o salário na Índia é muito menor porque o custo de vida é muito menor.

E ainda assim o governo não controla o mercado nem força regulamentação. Que coisa, não?

Logo…?

Ótimo, se você acredita nisso então defenda sindicatos, conselho não é sindicato e, como falei antes, o que não fala é sindicato para informática no Brasil.

marcosalex:

Outra, EUA, Europa, Japão, diploma é tão trivial que eles nem imaginam que alguém sem diploma queira trabalhar como analista. Mas claro, que existem excessões.

Você está redondamente enganado. Não só é extremamente comum encontrar pessoas sem graduação trabalhando com tecnologia bem como boa parte dos que são graduados o são em áreas completamente não relacionadas como literatura, linguística e administração.

Novamente: antes de falar sobre este tipo de coisa leia o que a ACM e outros organismos dizem a respeito: http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/

F

jgbt:
O Brasil ja tem um orgão bastante competente p/ isso que é a SBC, que por sinal é contra essa lei.

Bom aqui a SBC nao fala que é contra, apenas que deveria ter/mudar alguns principios, com relação a diploma por exemplo.

http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107

Só o item 1 ja acabaria com esta discussao aqui, por que a maioria ta puta por causa do diploma, não ha como negar. :twisted:

J

fredferrao:

http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107

Só o item 1 ja acabaria com esta discussao aqui, por que a maioria ta puta por causa do diploma, não ha como negar. :twisted:

Acho que estou precisando fazer um curso de interpretação de texto
Lendo isso eu tenho mais certeza do que falei, principalmente pelo item 3.

[]´s

F

jgbt:
fredferrao:

http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107

Só o item 1 ja acabaria com esta discussao aqui, por que a maioria ta puta por causa do diploma, não ha como negar. :twisted:

Acho que estou precisando fazer um curso de interpretação de texto
Lendo isso eu tenho mais certeza do que falei, principalmente pelo item 3.

[]´s

sera?? que deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão
Todos os 3 itens estariam DENTRO da regulação/lei.

Claro a palavra eventual, poderia dar uma conotação de que ela é contra, mas ai fica a interpretação subjetiva.

J

se a area deve ser auto-regulamentada, logo…

Mas o ponto não é esse, uma “eventual” regulamentação passa por conseguir aferir e padronizar funções/papeis/atividades am nossa area.
Isso é praticamente impossivel. A SBC tambem ja se pronunciou sobre isso.
Se ate a ACM tentou e não conseguiu, pq nos espertos brasileiros achamos que vamos conseguiur.

[]´s

F

jgbt:
se a area deve ser auto-regulamentada, logo…

Mas o ponto não é esse, uma “eventual” regulamentação passa por conseguir aferir e padronizar funções/papeis/atividades am nossa area.
Isso é praticamente impossivel. A SBC tambem ja se pronunciou sobre isso.
Se ate a ACM tentou e não conseguiu, pq nos espertos brasileiros achamos que vamos conseguiur.

[]´s

[ironic]
Porque somos mais espertos, e temos os politicos mais espertos do mundo :twisted:
[/ironic]

hehe mas que sao esperto sao, roubam milhoes e nunca são presos, vai negar que nao são espertos :lol:

R

Sergio Figueras:
richardpeder:
Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

Não tenho faculdade. Claro que trabalho. Progrmação ha uns 6 anos.

Porquê?

Só pra ter certeza o motivo de vc nao estar defendendo a regulamentação! :slight_smile: :wink:

ate mais…

P

richardpeder:
Sergio Figueras:
richardpeder:
Você tem faculdade Sérgio? Se sim, qual a área? Trabalho com informática?

ate mais…

Não tenho faculdade. Claro que trabalho. Progrmação ha uns 6 anos.

Porquê?

Só pra ter certeza o motivo de vc nao estar defendendo a regulamentação! :slight_smile: :wink:

ate mais…

Então é assim, cada um defende o seu e o do outro que se ferre? Não acho que seja bem isso, eu defendo o lado de que não haja regulamentação não só por isso, mas também porque eu sei o estrago que isso causaria e a merda que ia ser. Imagina se todas as empresas do Brasil tivessem que ter 1 cara formado compentente - voces acham que tem 1 pessoa formada em TI competente pracada empresa? DUVIDO. hasdhashdas.

Eu consigo ficar no mercado sem regulamentação do mesmo jeito de antes. Eu acho que isso vai defender muit omais o lado dos incompetentes do que dos verdadeiramente bons.

R

Não sei se tem um analista competente por empresa…sou formado e tenho 6 anos de experiência…e até hoje não tive reclamações do trabalho que realizo…então de cara não entro nesse quesito de “defender muito mais o lado dos incompetentes do que dos verdadeiramente bons”, ou seja, não sou o “bonzão” mas também não preciso da regulamentação da profissão pra me dar bem…consigo prosseguir a vida super bem sem a regulamentação…apenas acredito que regulamentar pode ser o caminho para organizar as coisas…haverá problemas, assim como haverá injustiças…acho que o texto da lei pode sofrer reformulações, ajustes…mas defendo a regulamentação sim.

Então esta sua teoria de que, trocando em miudos, ‘quem é bom não precisa de regulamentação’ não se aplica a todos.

ate mais…

M

"

L

moderadores sera que não esta na hora de trancar este topico não?

M

"

M

"

A

To achando uma galera muito xiita aqui… andam dizendo: “mais um sindicato pra sumir com seu dinheiro”. Ora pessoal, vamos ser sinceros, se o sindicato some com seu dinheiro é porque voce deve estar ocupado demais pra se quer prestar atenção no que ele anda fazendo. Não sou sindicalista, nem político nem nada do genero, mas convenhamos, os caras tao sumindo com nosso dinheiro simplesmente porque nao damos a minima… a culpa é puramente dos sindicalizados, no caso, nossa… assim como a culpa dos politicos corruptos tambem é nossa, culpa nossa de ter colocado eles lá e não estar de olho… e quando a robalheira é escancarada na TV simplesmente nos damos aquela balançadinha de cabeça comentando: “esse país é uma mer** mesmo” e acaba aí!!! Então me revolta mais um comentário desse tipo do que o cra que some com seu dinheiro, e tenho raiva de mim mesmo porque tambem nao faço nada!!! Todo povo tem o rei que merece! Pensem nisso!
Quanto a lei, acredito que uma regulamentação seria interessante sim. Toda categoria que se une tem mais voz, vide bancários, engenheiros, médicos, operários, metalurgicos… com destaque para os ultimos que conseguiram até eleger um presidente, e não venha falar que a culpa nao é sua por ele estar lá!
Por outro lado não acho q a lei vá melhorar qualquer coisa, não enquanto a categoria realmente não estiver disposta a se unir e lutar… nada mudará, não enquanto estivermos ocupados demais jogando nossos Wii, XBox, PS3…

M

"

J

Com ja foi dito, sindicatos de informatica ja existem. Aqui em Porto Alegre vc tem descontado um dia de trabalho por ano se vc for CLT.
Não posso falar muito sobre a atuação dele, ate pq so ouço falar nele quando meus colegas que são CLT comentam que estão putos pq vão ser descontados.
Quanto a garantir direitos e outras baboseiras, ja existe alguem que rege qualquer contrato de trabalho, que é a CLT.
Qual ponto ela não cobre?

[]´s

L

caramba, tu faz de tudo pra floodar o tópico, quer arranjar qualquer motivo pra ganhar um post, pqp

P

andre2k2:
To achando uma galera muito xiita aqui… andam dizendo: “mais um sindicato pra sumir com seu dinheiro”. Ora pessoal, vamos ser sinceros, se o sindicato some com seu dinheiro é porque voce deve estar ocupado demais pra se quer prestar atenção no que ele anda fazendo. Não sou sindicalista, nem político nem nada do genero, mas convenhamos, os caras tao sumindo com nosso dinheiro simplesmente porque nao damos a minima… a culpa é puramente dos sindicalizados, no caso, nossa… assim como a culpa dos politicos corruptos tambem é nossa, culpa nossa de ter colocado eles lá e não estar de olho… e quando a robalheira é escancarada na TV simplesmente nos damos aquela balançadinha de cabeça comentando: “esse país é uma mer** mesmo” e acaba aí!!! Então me revolta mais um comentário desse tipo do que o cra que some com seu dinheiro, e tenho raiva de mim mesmo porque tambem nao faço nada!!! Todo povo tem o rei que merece! Pensem nisso!
Quanto a lei, acredito que uma regulamentação seria interessante sim. Toda categoria que se une tem mais voz, vide bancários, engenheiros, médicos, operários, metalurgicos… com destaque para os ultimos que conseguiram até eleger um presidente, e não venha falar que a culpa nao é sua por ele estar lá!
Por outro lado não acho q a lei vá melhorar qualquer coisa, não enquanto a categoria realmente não estiver disposta a se unir e lutar… nada mudará, não enquanto estivermos ocupados demais jogando nossos Wii, XBox, PS3…

Tem sindicatos que trabalham e que só existem no papel. Eu era estagiário de um laboratório e descontaram uma grana minha para um tal Sindicato de cientistas. Agora nem pagina web nem forma de contato nunca achei deles. E ai? Sindicato dos bancários trabalha (embora em um especifico eu ja vi coisas erradas). A questão é a força do sindicato - a categoria ser unida ou não é uma outra uqestão.

M

"

R

Nossa categoria até onde sei tem o tal SINDPD…pra mim é como se não existisse…e pelo que fiquei sabendo não se pode fazer auditoria em contas de sindicatos…não lembro onde ouvi isso e também não sei se a informação procede de fato.

ate mais…

A

Sergio Figueras:

Tem sindicatos que trabalham e que só existem no papel. Eu era estagiário de um laboratório e descontaram uma grana minha para um tal Sindicato de cientistas. Agora nem pagina web nem forma de contato nunca achei deles. E ai? Sindicato dos bancários trabalha (embora em um especifico eu ja vi coisas erradas). A questão é a força do sindicato - a categoria ser unida ou não é uma outra uqestão.

E voce acha que simplesmente não sindicarlizar-se vai melhorar alguma coisa? Quer dizer, atitudes egoistas como essa é que deixam o sindicato fraco… reclamar e reclamar nao adianta de nada… por isso q repito… enquanto a categoria nao se unir, seja em sindicato ou qq outro tipo de organismo, ela nunca terá voz! Não defendo o sindicato em si, defendo a união… chame do que quiser… conselho regional, sindicato, clube dos 13… sei lá, mas o importante é a área de TI ter conciencia que só teremos voz unidos! Algo que um dia tive esperança com a SBC, mas ela ja me decepcionou muito… :frowning:

E

Voz? Voz para o q?

Eu faço o meu trabalho de forma decente, se tem alguem q faz melhor não importa a área dele, ele faz melhor, ótimo que fique com a vaga e que eu aprenda e melhore …

Se a empresa contrata por deizão mais o busão, ótimo, esse tipo de empresa não me afeta e me preocupar com ela é no minimo me rebaixar aos profissionais que ela deseja contratar.

A

Edufa:
Voz? Voz para o q?

Eu faço o meu trabalho de forma decente, se tem alguem q faz melhor não importa a área dele, ele faz melhor, ótimo que fique com a vaga e que eu aprenda e melhore …

Se a empresa contrata por deizão mais o busão, ótimo, esse tipo de empresa não me afeta e me preocupar com ela é no minimo me rebaixar aos profissionais que ela deseja contratar.

É esse tipo de atitude egoista que eu estava falando… você não gostaria reduzir sua jornada de trabalho? ganhar mais? ter mais direitos? acho que não né? pra que, né?

M

"

E

andre2k2:
Edufa:
Voz? Voz para o q?

Eu faço o meu trabalho de forma decente, se tem alguem q faz melhor não importa a área dele, ele faz melhor, ótimo que fique com a vaga e que eu aprenda e melhore …

Se a empresa contrata por deizão mais o busão, ótimo, esse tipo de empresa não me afeta e me preocupar com ela é no minimo me rebaixar aos profissionais que ela deseja contratar.

É esse tipo de atitude egoista que eu estava falando… você não gostaria reduzir sua jornada de trabalho? ganhar mais? ter mais direitos? acho que não né? pra que, né?

Sim adoraria e para isso bastava flexibilir a CLT, não quero mais direitos estupidos e sim mais liberdade para ser contratado da forma que eu negociar com os direitos e valores que eu quizer e da mesma forma contratar dessa forma. Estado paternalista é para quem não confia no proprio taco … Conselho para regularizar o nome de analista para mim é coisa de quem tá fixado demais no nome e não no trabalho a fazer, coisa de quem gosta nome na porta… chamando de bdsm, analista, engenheiro, ou piá do computador, não me afeta em nada, não é no nome de profissão que está o meu reconhecimento …

E não sera um sindicato ou regulamentação que irá me ajudar a ter mais liberdade, pelo contrário vai engessar mais ainda.

P

Edufa:
andre2k2:
Edufa:
Voz? Voz para o q?

Eu faço o meu trabalho de forma decente, se tem alguem q faz melhor não importa a área dele, ele faz melhor, ótimo que fique com a vaga e que eu aprenda e melhore …

Se a empresa contrata por deizão mais o busão, ótimo, esse tipo de empresa não me afeta e me preocupar com ela é no minimo me rebaixar aos profissionais que ela deseja contratar.

É esse tipo de atitude egoista que eu estava falando… você não gostaria reduzir sua jornada de trabalho? ganhar mais? ter mais direitos? acho que não né? pra que, né?

Sim adoraria e para isso bastava flexibilir a CLT, não quero mais direitos estupidos e sim mais liberdade para ser contratado da forma que eu negociar com os direitos e valores que eu quizer e da mesma forma contratar dessa forma. Estado paternalista é para quem não confia no proprio taco … Conselho para regularizar o nome de analista para mim é coisa de quem tá fixado demais no nome e não no trabalho a fazer, coisa de quem gosta nome na porta… chamando de bdsm, analista, engenheiro, ou piá do computador, não me afeta em nada, não é no nome de profissão que está o meu reconhecimento …

E não sera um sindicato ou regulamentação que irá me ajudar a ter mais liberdade, pelo contrário vai engessar mais ainda.

Opinião bem interessante.

PS: ótima assinatura, ashdadhasdsa.

A

Edufa:

Sim adoraria e para isso bastava flexibilir a CLT, não quero mais direitos estupidos e sim mais liberdade para ser contratado da forma que eu negociar com os direitos e valores que eu quizer e da mesma forma contratar dessa forma. Estado paternalista é para quem não confia no proprio taco … Conselho para regularizar o nome de analista para mim é coisa de quem tá fixado demais no nome e não no trabalho a fazer, coisa de quem gosta nome na porta… chamando de bdsm, analista, engenheiro, ou piá do computador, não me afeta em nada, não é no nome de profissão que está o meu reconhecimento …

E não sera um sindicato ou regulamentação que irá me ajudar a ter mais liberdade, pelo contrário vai engessar mais ainda.

Mas como eu disse, nao to dizendo que sindicato é a solução… acho que qualquer forma de união seria válida. Como voce mesmo disse o que você quer é a flexibilização da CLT. Concordo em genero numero e grau, alias nao discordo de nada que voce disse. Só não acredito que você sozinha vá conseguir a flexibilização da CLT ou qualquer outra coisa batendo de porta em porta no gabinete dos deputados em Brasilia, uma pessoa sozinha jamais conseguiria isso. O que tenho dito é que defendo sim uma união dos profissionais, e acho que a lei de regulamentação é sim um primeiro passo nesse sentido. Mas como já disse, de nada irá adiantar a lei se as pessoas não tiverem o espirito de união. Enquanto todo mundo tiver pensando só no seu ninguem nunca vai realmente conquistar nada!

P

Ou do Conselho, que é o ponto defendido aqui. Acho que ninguém aqui é contra haverem leis específicas sbre a profissao de desenvolvimento, o que não pode haver são conselhos e eventual reserva de mercado. Você vem defendendo conselhos há algum temo, a SBC é contra.

fredferrao:

Só o item 1 ja acabaria com esta discussao aqui, por que a maioria ta puta por causa do diploma, não ha como negar. :twisted:

Desculpe mas até onde eu vo você é a unica pessoa insistindo nisso. Que tal ler os argumentos dos outros antes de cometer uma falácia?

P

marcosalex:

Dezenas de sindicatos e o que um resolve não é válido para outro, ficando uma zona que é hoje, sem autoridade nenhuma. O conselho regularizaria isso. E sim, conselho não é sindicato mas muita coisa que é responsabilidade de um seria transferida para responsabilidade de outro. E isso varia de países a países.

Se os sindicatos regionais não conseguem defender seus interesses regionalmente você realmente acha que um sindicato resoleria a nível nacional?

Ainda que você acredite nisso, que eu discordo, que tal seguir exemplos de outras áreas que não possuem conselhos ou coisas do tipo mas possuem sindicatos centralizados?

P

Ok, então já sabemos o que você espera do conselho, agora vamos à pergunta: Quem é desenvolvedor de software?

  • Minha mãe cria planilhas no Excel cheias de macros para serem usadas na empresa dela. Ela é desenvolvedora de software?
  • Um bióloo que usa C++ para decodificar genma ou algo do tipo é esenvolvedor de software?
  • Um webdesigner que usa JavaScript é desenvolvedor de software?
  • Alguém que usa o Maker, genexus, etc. é desenvolvedor de software?

O grande problema é que não existe distinção clara. Ter um órgão ou leis aplicáveis ao desenvolvimento de software é como ter leis alicáveis ao uso de matemática ou da língua portguesa.

P

Não. Este tópico é o lugar certo para discutir isso, seria trancado se sequestrassem outro tópico.

P

andre2k2:

Quanto a lei, acredito que uma regulamentação seria interessante sim. Toda categoria que se une tem mais voz, vide bancários, engenheiros, médicos, operários, metalurgicos… com destaque para os ultimos que conseguiram até eleger um presidente, e não venha falar que a culpa nao é sua por ele estar lá!

Dos 5 que você citou 3 não possuem conselhos ou coisas do tipo.

Eu realmente acho que muitos estão confundindo sindicato com conselho.

P

marcosalex:

Será? Acredita que uma empresa vai passar a contratar alguém sem qualificação só por causa do diploma? Ou que você possa perder uma oportunidade que hoje tem porque não possui diploma? Quanto a isso eu tenho certeza que vai ficar na mesma.

Conheço um cara que é consultor em engenharia. Não, ele não é engenheiro porque não é formado. Ainda assim quem faz o projeto de óleodutos enormes que levam gás natural da refinaria até o posto de distribuição é ele mas a empresa precisa, por lei, de alguém que assine o projeto. A mesma coisa vai acontecer com a regulamentação, seja baseada em diploma ou não.

A

pcalcado:
andre2k2:

Quanto a lei, acredito que uma regulamentação seria interessante sim. Toda categoria que se une tem mais voz, vide bancários, engenheiros, médicos, operários, metalurgicos… com destaque para os ultimos que conseguiram até eleger um presidente, e não venha falar que a culpa nao é sua por ele estar lá!

Dos 5 que você citou 3 não possuem conselhos ou coisas do tipo.

Eu realmente acho que muitos estão confundindo sindicato com conselho.

Não disse especificamente conselhos… to batendo na mesma tecla… não é o nome q vc quer dar (conselho, sindicato, etc) é o fato de uma categoria estar organizada em uma entidade para defender os interesses dos membros…
Todos que citei tem algum tipo de entidade organizada que defende a categoria!

P

andre2k2:

Não disse especificamente conselhos… to batendo na mesma tecla… não é o nome q vc quer dar (conselho, sindicato, etc) é o fato de uma categoria estar organizada em uma entidade para defender os interesses dos membros…
Todos que citei tem algum tipo de entidade organizada que defende a categoria!

E computação por acaso não tem?

http://www.google.com/search?q=sindicato+informatica+OR+computacao+OR+"processamento+de+dados"

M

"

M

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V

O Projeto de lei não vai acabar com quem é bom…

por que quem é bom consegue emprego, a diferença é em regiões do brasil onde se contrata por exemplo um cara que sabe só arrastar componentes não entende o que rola por traz, o por que daquilo que ele ta fazendo, só o faz por preços injustos para montar um sistema complexo, queimando a área

realmente no curso superior tem muita gente que não leva a sério e eu vejo isso na minha sala, tem nego que vai só pra falar que tem diploma, mais estes concerteza nunca vão conseguir emprego, por que não fazem cursos, nao tem especializações, este tipo de incompetente que não sabe nem o que são requisitos ou sistema não vai conseguir emprego e se conseguir vai ser explorado por alguém…

Agora se o individuo manja, e ele fizer a faculdade é um grande complemento…

a questão é, você paga um carro popular por semestre, se mata de estudar, faz cursos especializações…e tem que sair da sua casa da sua cidade natal por que não existe valorização do bom profissional com curso superior… ainda nas capitais e cidades maiores a mentalidade é diferente.

por exemplo na cidade que eu moro, Agora que as lojas tão deixando de usar sistemas em Clipper, e tão migrando pra delphi, e se você fala de java elas perguntam se é de comer, acham que é caro e instavel, por que espalham isto…
“Sistema Web? NOSSA O QUE É ISTO?”

se tivermos uma lei seremos valorizados, como médicos são valorizados, advogados são valorizados… parece que não mais um conselho da outra imagem, da mais respeito, da mais força aos sindicatos da mais poder de exigir, teremos leis para nos amparar baseadas em nossa profissão :smiley:

R

Vinicius_Sartori:

por que quem é bom consegue emprego, a diferença é em regiões do brasil onde se contrata por exemplo um cara que sabe só arrastar componentes não entende o que rola por traz, o por que daquilo que ele ta fazendo, só o faz por preços injustos para montar um sistema complexo, queimando a área

E regulamentar a área vai mudar isso? Como? Poderia me explicar, por favor, detalhadamente como essa mudança ocorreria?

De novo, como se dará esta mudança ou valorização após a regulamentação?

Vinicius_Sartori:

se tivermos uma lei seremos valorizados, como médicos são valorizados, advogados são valorizados… parece que não mais um conselho da outra imagem, da mais respeito, da mais força aos sindicatos da mais poder de exigir, teremos leis para nos amparar baseadas em nossa profissão

Algum fato concreto dessa imagem ou respeito além da anuidade que você terá de pagar?

A

pcalcado:
andre2k2:

Não disse especificamente conselhos… to batendo na mesma tecla… não é o nome q vc quer dar (conselho, sindicato, etc) é o fato de uma categoria estar organizada em uma entidade para defender os interesses dos membros…
Todos que citei tem algum tipo de entidade organizada que defende a categoria!

E computação por acaso não tem?

http://www.google.com/search?q=sindicato+informatica+OR+computacao+OR+"processamento+de+dados"

Não disse que não tinha… o que estou dizendo é que a categoria não é unida, e com ou sem lei vai dar na mesma até que cada um de nós comecemos a parar de pensar só no proprio rabo!!

L

Uma coisa é fato… o objetivo desta regulamentação para o governo é só estorquir mais grana dos trabalhadores…

V

Rafael Nunes:
Vinicius_Sartori:

por que quem é bom consegue emprego, a diferença é em regiões do brasil onde se contrata por exemplo um cara que sabe só arrastar componentes não entende o que rola por traz, o por que daquilo que ele ta fazendo, só o faz por preços injustos para montar um sistema complexo, queimando a área

E regulamentar a área vai mudar isso? Como? Poderia me explicar, por favor, detalhadamente como essa mudança ocorreria?

De novo, como se dará esta mudança ou valorização após a regulamentação?

Vinicius_Sartori:

se tivermos uma lei seremos valorizados, como médicos são valorizados, advogados são valorizados… parece que não mais um conselho da outra imagem, da mais respeito, da mais força aos sindicatos da mais poder de exigir, teremos leis para nos amparar baseadas em nossa profissão

Algum fato concreto dessa imagem ou respeito além da anuidade que você terá de pagar?

O Conselho ajudaria com padrões com coisas para evitar que qualquer um se meta a montar softwares, por que padrões como ISO, ANSI, ABNT são independentes de linguagem, quando um padrão for estabelecido pelo conselho facilitaria, afinal se tentarmos isto hoje teriamos problemas muito grandes… afinal muita gente hoje faz coisas que vão contra qualquer padrão ISO, e poucos seguem padrões bacanas e elegantes de desenvolvimento que auxiliariam muito.

regulamentação mudaria muita coisa mesmo principalmente por que se o individuo manja, e tem um diploma poderá ser valorizado por isto, como nas outras áreas…

ou voce acha legal se esforçar na faculdade para ampliar seus conhecimentos e melhorar na área gastar uma nota e mesmo sabendo que você tem mais capacidade, pode perder o emprego pra um cara que cobra menos por que nao tem curso superior e não tem o mesmo conhecimento? :smiley:

Nota: antes que me crucifiquem…existem ótimos profissionais sem ensino superior, inclusive trabalho com um, mais existem profissionais sem ensino superior que falam demais e fazem pouco por que acham que sabem mais por que aprenderam lendo livros e “praticando apenas sem baboseiras universitárias”.

R

Vinicius_Sartori:
O Conselho ajudaria com padrões com coisas para evitar que qualquer um se meta a montar softwares

Não entendi muito bem essa parte de padrões, mas enfim. Como ele vai garantir isso, que só os ‘regulamentados’ montem um software e não qualquer um? Manda prender? Multa? Multa pra empresa que contratar? Não deixa mais encostar num computador o resto da vida?

Vinicius_Sartori:

regulamentação mudaria muita coisa mesmo principalmente por que se o individuo manja, e tem um diploma poderá ser valorizado por isto, como nas outras áreas…

Ainda não entendi bem como vai ser essa valorização.
Vai ter um piso base de salário? Vai receber ajuda de custo do conselho? A empresa vai ser obrigada a pagar quanto ele pedir?

Eu NUNCA me preocuparia com isso. Se uma empresa prefere contratar um micreiro ou um moleque que cobra duzentos-reau, eu é quem faço questão de não trabalhar em um lugar assim.
Agora se o ‘moleke’ tem mais conhecimento, talento e capacidade do que eu, independente se eu sou formado/mestrado/doutorado/analfabeto, não só acho legal que ele tome meu lugar como espero que isso aconteça. Aposto que teríamos um mercado muito mais competente na nossa área, e também se isso acontecesse é sinal que eu devo me especializar e estudar mais(e não esperar que um órgão me proteja do tal moleque).

Sinto, mas uma regulamentação ou conselho ou sindicato não vai mudar em nada essa realidade.

L

Cara vc é a primeira pessoa que eu ja vi que gostaria de perder emprego para um muleke nerd…

V

Rafael Nunes:
Vinicius_Sartori:
O Conselho ajudaria com padrões com coisas para evitar que qualquer um se meta a montar softwares

Não entendi muito bem essa parte de padrões, mas enfim. Como ele vai garantir isso, que só os ‘regulamentados’ montem um software e não qualquer um? Manda prender? Multa? Multa pra empresa que contratar? Não deixa mais encostar num computador o resto da vida?

Vinicius_Sartori:

regulamentação mudaria muita coisa mesmo principalmente por que se o individuo manja, e tem um diploma poderá ser valorizado por isto, como nas outras áreas…

Ainda não entendi bem como vai ser essa valorização.
Vai ter um piso base de salário? Vai receber ajuda de custo do conselho? A empresa vai ser obrigada a pagar quanto ele pedir?

Eu NUNCA me preocuparia com isso. Se uma empresa prefere contratar um micreiro ou um moleque que cobra duzentos-reau, eu é quem faço questão de não trabalhar em um lugar assim.
Agora se o ‘moleke’ tem mais conhecimento, talento e capacidade do que eu, independente se eu sou formado/mestrado/doutorado/analfabeto, não só acho legal que ele tome meu lugar como espero que isso aconteça. Aposto que teríamos um mercado muito mais competente na nossa área, e também se isso acontecesse é sinal que eu devo me especializar e estudar mais(e não esperar que um órgão me proteja do tal moleque).

Sinto, mas uma regulamentação ou conselho ou sindicato não vai mudar em nada essa realidade.

desisto champz…

sou contra a regulamentação 8)

feliz ? :smiley:

S

Veronicaaa:
sergiotaborda:
richardpeder:
Já defendi o ponto de vista que defenderei agora em uma outra discussão sobre esta lei…pq pros engenheiros tem regulamentação? Pq pros médicos tem regulamentação? Pq pros advogados tem regulamentação?

Porque o erro deles custa vidas. Os erros do desenvolvedor custam vidas ?

Olha pelo que eu vi até jogador de futebol tem a profissão regulamentada, e acho que essa profissão, se é que se pode chamar de profissão, não custa a vida de ninguém.
Está aí a lista de profissões regulamentadas no Brasil.

http://www.mtecbo.gov.br/regulamentacao.asp

O argumento não é que todas as profissões regulamentadas custam vidas e sim que as profissões mencionadas custam vidas e por isso têm que ser regulamentadas. Existem outras razões para que uma profissão seja regulamentada como sigilo, por exemplo.
O principal objetivo de uma regulamentação é que os profissionais dessa área seja honestos conforme um conjunto de valores (honestidade e responsabilidade principalmente). Embora isso se aplique a qualquer profissão e às do ramo de informática, os profissionais têm que respeitar esses valores mesmo quando não existe regulamentação que os puna.

(Não encontrei a regulamentação sobre jogadores de futebol…)

L

É isso ae :slight_smile: Falou tudo Rafael, é bem isso ae mesmo que acontece.

Não, a diferença é que ele tem consciência dos problemas que ele mesmo tem. Se algum moleque pegou o lugar dele, em vez de ele ficar chorando “AI MEU DEUS EU SOU FORMADO E ELE PEGOU MEU LUGAR! VOU FALAR PRA MINHA MÃE”, ele vai estudar e tentar se superar, aumentar os seus conhecimentos e fazer com que não falhe no mesmo lugar, que além disso, tem sã consciência que o que ele aprendeu na faculdade não é nem 1% do que ele usa no mercado. Vai ver quais são as falhas que o mesmo possui e vai tentar corrigí-las, de forma a se tornar um profissional melhor :stuck_out_tongue: Ah me esqueci, você não faria isso.

Ps.: E olhe bem, o cara ainda tem coragem de chamar um moleque de nerd. Olha pra você, gosta de Java, tem um avatar de anime e vem postar em fórum de programação. Você deve ser um cara muito descolado que não tem nada de nerd :stuck_out_tongue:

P

marcosalex:

Hoje eles não conseguem porque não tem poder pra isso, o que mudaria com a regulamentação da profissão.

Não tem poder para que exatamente? Que conselho existente atua de forma parecida com o que você espera?

marcosalex:

Qualquer um desses poderia ser considerado um software, qual o problema? Toda lei é baseada no que há de consenso dentro do escopo e não nos casos particulares, a não ser que seja bem definido. Pra mim, é mais um motivo das decisões ficarem na mão de quem entende.

Se o conselho não vai evitar que uma pessoa sem capacitação (seja por instrução formal ou provando sua capacitação de alguma forma) atue o que ele vai fazer exatamente? Ele vai “defender os direitos” de todas as pessoas que produzem software, seja qual profissão tiverem? O biólogo do meu exemplo, um arquiteto que produz código em ALisp como parte do seu trabalho… todos eles estariam dentro do escopo do “conselho”? Por que não precisamos de algo assim para os “usuários de matemática” ou outras disciplinas?

marcosalex:
pcalcado:

Conheço um cara que é consultor em engenharia. Não, ele não é engenheiro porque não é formado. Ainda assim quem faz o projeto de óleodutos enormes que levam gás natural da refinaria até o posto de distribuição é ele mas a empresa precisa, por lei, de alguém que assine o projeto. A mesma coisa vai acontecer com a regulamentação, seja baseada em diploma ou não.

Também conheço gente assim. Ele por acaso tem dificuldade de arrumar emprego por causa disso? Acho que não…

Sim, tem muita dificuldade. A maior conquista dele foi um papel da PETROBRAS que o qualifica como engenheiro, que apesar de não ter valor legal nenhum pelo menos ajuda na hora de ser contratado por uma empresa.

P

Olha pessoal,

A faculdade SIM abre portas. Vejo isso no mercado de trabalho todos os dias. Como ela abre(int) Veja quantas vagas para consultores seniors exigem curso superior - TODAS quase. Talvez quem nao tenha consiga uma ou outra vaga na peixada, conhecendo a galera ou tendo fama mesmo. Mas fama demora mais tempo para se conquistar do que um canudo.

Agora se o profissional formado e mais competente do que o não formado, são outros 500. Mas como ja foi citado, quem e competente nao vai precisar se preocupar, sem contar que essa lei sinceramente eu acho que nunca entraria em vigor, ia ter tanta controversia em relação a isso… Por exemplo: como a experiencia seria definida (int)Carteira(int) Ai ferra pra um monte de gente. Um exemplo: O cara e desde os 14 anos bolsista no CNPq, e todo esse tempo trabalhou programando em universidades. Um cara desses e plenamente capacitado devido a vivencia, mas o CNPq nao assina sua carteira e nao emite nenhum comprovante. Se alguem pudesse me explicar como funcionaria nesse tipo de caso…

Mas por questoes praticas, DUVIDO que isso chegaria a ser realmente aplicado, seria mais uma lei so por existir, e plenamente inutil.

Mas como eu ja disse em outro topico parecido, voces nao acham que se tivesse mesmo que haver essa lei, o certo nao seria atraves de provas o exercicio do cargo(int)

Os advogados sao regulados, mas tem que fazer o exame da OAB. Os medicos sao regulados, mas tem 2 anos de experiencia (e pra quem nao sabe, conta como avaliacao tb).

Grato!

P

Esse é o primeiro problema. Como avaliar isso com computação? Novamente vou postar um link pela 3a ou 4a vez:

http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/

Lá você encontra:

A ACM é uma das mais respeitáveis organizações do mundo da tecnologia, uma referencia para toda a indústria. Há anos a organização estuda a possibilidade de aplicar licenciamento e regulamentação na área. A conclusão está neste documento, que diz:

From 1993 through June 2000 ACM worked with the IEEE Computer Society on projects to examine and guide the evolution of software engineering as a profession. [...]

At the time SWECC was being established, the ACM and IEEE-CS received a request from the Texas Professional Engineers Licensing Board for help in defining performance criteria for software engineering licensing exams to be administered in Texas. As a result of this request, the question of licensing software engineers became more of an issue both for SWECC and for ACM. In March 1999 an ACM Advisory Panel on Professional Licensing in Software Engineering was established to make recommendations to ACM Council on the issue. After reviewing and discussing the advisory panel?s report (www.acm.org/serving/se_policy/report.html), ACM Council passed the following motion in May 1999:

?ACM is opposed to the licensing of software engineers at this time because ACM believes it is premature and would not be effective at addressing the problems of software quality and reliability.

?ACM is, however, committed to solving the software quality problem by promoting research and development, by developing a core body of knowledge for software engineering, and by identifying standards of practice.?

Over the next 12 months work continued on the SWEBOK project and other SWECC activities. In addition, ACM Council established two additional task forces: one to evaluate the SWEBOK effort; and the other to determine ways in which ACM and the profession might improve the robustness and quality of safety-critical software and evaluate licensing activities in this context.

[…] As a result, ACM Council passed the following motion in June 2000:

?Society is becoming increasingly dependent on computers and software, which creates tremendous challenges and responsibilities for computing professionals. ACM Council believes that confronting these challenges will require creative and collaborative efforts by industry, universities, professional societies, and government. ACM Council strongly supports the idea of the ACM and the IEEE Computing Society working together on these challenges, including joint initiatives to promote the emergence of information technology professions.

?However, [b]ACM Council believes that the current efforts of the Software Engineering Coordinating Committee (SWECC) toward licensing is misguided as they assume that software engineering is a profession appropriate for licensing under the rubric of the Professional Engineers Licensing structure and requirements. Moreover, ACM Council feels that further efforts in this direction will detract from our ability to take other more practical and productive initiatives needed to meet our common goals.[/b][...]

Is ACM against licensing software engineers? Yes. For legal reasons, the only way to be a licensed software engineer is to become a PE. As described in the Safety-Critical report[...], several topics on which all prospective PEs are tested, such as fluid mechanics and thermodynamics, are beyond the scope of software engineering. Mastering these topics could detract from the study of more relevant areas.

In addition, a software engineering license would be interpreted as an authoritative statement that the licensed engineer is capable of producing software systems of consistent reliability, dependability, and usability. The ACM Council concluded that our state of knowledge and practice is too immature to give such assurances.

Is ACM against software engineering being viewed as a profession? No. ACM believes it is important to foster the emergence of a true IT profession, not just software engineering. A field does not need licensing to be a profession.

Does ACM see a difference between licensing and certification? Yes. Certification is a statement by a recognized authority that a person is competent in an area. Licensing, by contrast, is regulated in the U.S. by legislation at the state level. With few exceptions, a PE in a profession for which licensing is required must be licensed in every state in which he or she practices.[...]

P

Ola pcalcado,

Bem, uma ideia de aplicacao seria: Os cargos serem mais subdividos corretamente. (Desde trainee ate senior), em linguagens especificas e diferentes. Digamos que voce quisesse se tornar certificado para exercer a profissao de programador Java Senior. Entao voce faria um requeriemnto para voce fazer uma prova em cima do que quer ser certificado(se for java aplicado a web, JSF, Struts, etc). Ou poderia ate mesmo existir uma prova para cada conteudo diferente, ex: Hibernate, C++, hardware,etc. E voce poderia exercer no que e qualificado.

Entao, esse requerimento chegando nas mãos do orgao regulamentador - ele te colocaria uma prova com questoes praticas e teoricas sobre os determinados assuntos. Caso voce passasse, poderia exercer sempre aquele cargo naquela empresa ou na empresa Y. Mas teria um tempo de expiração caso voce nao fosse contratado mais naquela profissao durante 2 anos, por exemplo.

Eu tambem sou totalmente contra a regulamentação dessa porcaria, mas voce nao acha que esse seria um jeito de amenizar(int) Tem uma galera ai que sabe muito, nao tem experiencia, mas conseguiria ir bem. Assim como tem muito universitario novo que é uma porcaria.

Exponha suas opinioes por favor. =)

Grato!!

P

Você está aferindo conhecimento sobre ferramentas e não sobre desenvolvimento de software. É como se você fosse engenheiro e estivesse habilitado a trabalhar com AutoCAD mas não com uma régua ou um lápis ou uma calculadora. Ou um médico licenciado em analgésicos mas não em antibióticos.

Fora que isso faria com que se eu descobrisse que preciso do framework XYZ para terminar meu projeto eu teria que fazer uma prova nele antes.
Fora que já existem certificações para a maioria das tecnologias, não há porque criar mais uma -basta exigir a certificação.
Fora que um programador usa algumas dezenas de ferramentas todo santo dia, e elas mudam frequentemente.
Fora que se eu quiser usar o Hibernate mas não for “licenciado” nele basta eu pegar o fonte e inserir no meu projeto sem usar o nome Hibernate.
Fora que ninuém estará autorizado a utilizar uma tecnologia muito recente até que hajam exames e certificações para esta.

E, principalmente, fora que a pessoa saber Java não quer dizer que ela saiba programar um computador de maneira profissional.

Criado 16 de julho de 2008
Ultima resposta 19 de jul. de 2008
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