Essas linguagens interpretadas são legais, mas vc entrega o código fonte junto com o produto.
Bem, se ó código fonte vai junto com o produto, logo o preço é maior.
Ter que entregar o código fonte é muito ruim. O lance é passar só os bytecodes depois de usar um obfuscator. 8)
O cliente tem ficar à mercê.
Eu penso que o real valor de um software não está no código, e sim na cabeça de quem o escreveu. E o segredo para não ter que esconder o código é sempre desenvolver visando que você (ou sua equipe/empresa) sempre será a melhor opção na hora de continuar desenvolvendo.
Veja bem, isso não significa escrever um software ruim e que só você entenda, e sim um software tão bom que você é o maior especialista naquela solução específica.
Um bom exemplo disso é o framework Spring. O código-fonte está disponível e você pode até modificá-lo para atender suas necessidades mas, apesar de ser uma solução open-source, o mais provável é que você contratar a consultoria da SpringSource para ajudar a solucionar seu problema. Esta consultoria é caríssima, por sinal, mas ainda assim é mais barato do que o custo de se aprender e modificar um framework desenvolvido por outros.
T
tiago182
Concordo plenamente e digo mais, um software escrito dessa maneira será inteligível pela pessoa que o escreveu apenas por um certo período. Como o código em si é ruim, com o passar do tempo ele vai ficar cada vez mais difícil de se manter. Logo, desenvolver com essa mentalidade é dar um tiro no pé.
Código não deve ser fácil de se escrever, e sim fácil de se ler.
B
Bruno_Laturner
É ruim se você trabalha vendendo software em caixinha. Fácil de piratear, o cliente fica dependente dele, se a versão não for mais suportada por qualquer razão é outro “si fu” pro cliente, ainda tem lidar com a concorrência.
Há mercado tanto para software vendido assim, quanto para o customizado, e prefiro trabalhar no segundo.
T
Thiagosc
Se você está licenciando um software você é ainda o dono do código, portanto você pode processar quem trabalhe com ele.
Mas se o software é interpretado, tipo PHP, então o cliente pode modificá-lo porque tem o código. Uma empresa pode contratar um programador próprio para não precisar de serviços seus. Nesse caso é melhor processá-los do que continuar a dar manutenção, porque o criador do código que foi feito depois de você tem direitos de copyright sobre a porção dele. Ele pode processá-lo caso você tente usar a porção de código que ele criou, mesmo que seja GPL.
De qualquer forma, sempre que alguém usar o seu código sem licença, processe. Ser compilado ou não significa apenas o quão difícil será para modificá-lo, mas nenhum jeito garante 100%.
M
mochuara
tivrfoa:
Essas linguagens interpretadas são legais, mas vc entrega o código fonte junto com o produto.
Bem, se ó código fonte vai junto com o produto, logo o preço é maior.
Ter que entregar o código fonte é muito ruim. O lance é passar só os bytecodes depois de usar um obfuscator. 8)
O cliente tem ficar à mercê.
Não, agora sério. O que vcs pensam sobre isso?
Então sua linguagem de script não consegue executar código compilado ou comunicar com uma aplicacao na web? :shock:
T
tivrfoa
@s4nchez. Concordo, mas em relação a isso: “…e sim um software tão bom que você é o maior especialista naquela solução específica.”, eu acho que essa pessoa não existe. Mas eu entendi o que vc quis dizer.
@tiago182. Quem falou em escrever código ruim? Mas realmente. Se vc escreve um código para os outros não entenderem, depois de um tempo vc acaba não entendendo tbm. =)
Obrigado pelas respostas. Mas vcs concordam que se o código-fonte vai junto com o software, então o preço deve ser maior?
K
kicolobo
Acho que aqui cabe o seguinte questionamento:
por que o meu cliente deve continuar comigo? Por que tenho o código fonte ou porque meu trabalho é admirado?
Opto pela segunda alternativa. Nos últimos 5 anos não tive nenhum projeto no qual prender o código fonte me oferecesse alguma vantagem (na realidade, só me ofereceu desvantagens) real.
A
adriano_si
isso aí Kico… eu devia estar vacinado por ver esse tipo de discurssão ainda em foco. As vezes penso que nós da comunidade Open Source somos um bando de malucos noiados que deveríamos voltar ao formato de negócio antigo, tamanho é o espanto com que as pessoas vêem nosso modo de pensar… Hehehehehehehhehehehehehe
Outro dia conversando com um amigo sobre esse MESMÍSSIMO assunto, eu falava as idéias do Open Source e o cara me olhava como se tivesse com medo de a qualquer ascender uma luzinha na ponta do meu dedo e eu sair dizendo “Minha Casa… Telefone… Minha Casa…”. Brincadeiras a parte, eu creio que o modelo de negócio antigo em nossa área, deixou certas mazelas que dificilmente serão quebrados em sua totalidade… Legados do Delphi e mais recentemente escrachamentos do PHP (programo nos 2 e por isso não estou diminuindo nem um nem outro), onde no primeiro você tinha seu código completamente fechado pra ninguém ver e por um acaso “ROUBAR” sua obra de arte e o outro onde se via uma porrada de Script on-line que era só CTRL+C CTRL+V no site e já tava funcionando tudo macarrônicamente (lembrando que isso não é culpa da tecnologia).
Pois bem, creio que essa barreira será quebrada um dia e algo que hoje parece ser de outro mundo, de fato será comum, e coisas como obsfucadores (criado para alegrar a galera que queria vir pro Java,mas não vinha por causa do modelo de código) ficarão pra trás e esquecidos… Creio que obfuscadores podem servir para outro tipo de segurança… Mas em quase 100% das vezes é pra esconder código de gente que quer programar em Java, mas esconder seu código dos outros…
Só me resta continuar com esse pensamento que sempre verei como certo, o bom é saber que não sou o único maluco do mundo… rsrsrs
M
mochuara
kicolobo:
Acho que aqui cabe o seguinte questionamento:
por que o meu cliente deve continuar comigo? Por que tenho o código fonte ou porque meu trabalho é admirado?
Opto pela segunda alternativa. Nos últimos 5 anos não tive nenhum projeto no qual prender o código fonte me oferecesse alguma vantagem (na realidade, só me ofereceu desvantagens) real.
Que bom vc pode optar por liberar o código. Infelizmente alguns casos não é possivel escolher e a unica opção é não permitir o acesso ao código fonte.
Para esses casos vc pode sempre optar por fazer uma chamada a um servidor remoto onde o código sera executado, ou uma chamada a um código compilado. Essa questão de “código fonte de mão beijada” não é bem uma limitação das linguagens interpretadas mas sim da competencia do programador em saber escolher suas ferramentas.
R
Rodrigo_Carvalho_Aul
Se você quer vender produto, liberar o código fonte pode ser ruim dependendo do modelo de nogócio.
Mas se você desenvolve sob demanda, não vejo motivo de esconder o código fonte, já que provavelmente o código está bem acoplado com o negócio do cliente e dificilmente vai ser reaproveitado pra outra coisa. Sem contar que quem compra software sob demanda é porque quer ter um diferencial em TI, e por isso a última coisa que ele quer é outra empresa usando o software dele.
[]'s
Rodrigo Auler
A
adriano_si
mochuara:
kicolobo:
Acho que aqui cabe o seguinte questionamento:
por que o meu cliente deve continuar comigo? Por que tenho o código fonte ou porque meu trabalho é admirado?
Opto pela segunda alternativa. Nos últimos 5 anos não tive nenhum projeto no qual prender o código fonte me oferecesse alguma vantagem (na realidade, só me ofereceu desvantagens) real.
Que bom vc pode optar por liberar o código. Infelizmente alguns casos não é possivel escolher e a unica opção é não permitir o acesso ao código fonte.
Para esses casos vc pode sempre optar por fazer uma chamada a um servidor remoto onde o código sera executado, ou uma chamada a um código compilado. Essa questão de “código fonte de mão beijada” não é bem uma limitação das linguagens interpretadas mas sim da competencia do programador em saber escolher suas ferramentas.
Imaginei que houvesse esse outro “benefício” do que simplesmente querer ofuscar código…
K
kicolobo
Concordo com o mochuara: há algumas raras situações nas quais não é realmente interessante liberar o código fonte (mas pela minha experiência, se tornam cada vez mais raras).
Mas o que penso a respeito é o seguinte: quando o assunto é venda, o negócio deve ser igualmente bacana pro cliente (e costumo pensar mais do lado do cliente do que meu)
O que o cliente realmente quer é não ter amolação. Sendo assim, se você libera o seu código fonte, mas detem um conhecimento superior sobre o seu funcionamento (e principalmente a lógica de negócios), o cliente sempre vai pensar em você como a melhor fonte possível pra resolver os seus problemas.
Construção da confiança: este é um aspecto fundamental pra mim como consumidor. Suponhamos que eu contrate os serviços de um programador e este me entregue código 100% fechado. Que garantia possuo (como consumidor) de que aquele código realmente faz APENAS o que eu pedi. Melhor ainda: que garantia tenho de que é um código que realmente possua qualidade? Que garantia possuo de que não é um software espião (soa a paranóia? precisa ver o que já vi…) pra concorrência?
Desenvolvimento do produto como um todo. Este é batido, mas acho que vale também. Ao abrir o seu código, voce possibilita que outros o aprimorem. Se for feito um trabalho bem feito de monitoração deste código (prestar atenção às licenças, fazer um bom serviço de divulgação, etc), em pouco tempo você terá um produto campeão. E por que o cliente optará por você e não pelo Zequinha sobrinho do Tião que tem o seu código fonte? Por que é filho seu, e ao menos em teoria você o conhece como NINGUÉM. E além disto, você ainda poderá cobrar um valor premium pelos seus serviços.
Se distribuido gratuitamente (lembre-se: open source diferente de gratuito), fica muito mais fácil construir uma base de usuários em cima da qual você poderá construir serviços e, assim, ampliar a sua renda em cima deste produto.
Claro, se quiser manter seu bicho fechado, concordo novamente com o mochuara. Crie um servidor e disponibilize uma API. É a única maneira que conheço de, de fato, esconder o seu código fonte (já vi gente analisando assembler pra descobrir como algo funcionava de fato).
K
kicolobo
claro: um bom motivo pra se esconder código fonte é qualidade ruim.
óbviamente, não se aplica a todos os casos nem à totalidade (espero)
Se bem que o episódio no qual o código fonte do Windows 2000 vazou foi um excelente exemplo disto
T
Thiagosc
É porque não funciona. Opensource não é um modelo de negócios viável.
T
Thiagosc
kicolobo:
Acho que aqui cabe o seguinte questionamento:
por que o meu cliente deve continuar comigo? Por que tenho o código fonte ou porque meu trabalho é admirado?
Opto pela segunda alternativa. Nos últimos 5 anos não tive nenhum projeto no qual prender o código fonte me oferecesse alguma vantagem (na realidade, só me ofereceu desvantagens) real.
Essas duas opções não são mutualmente exclusivas. Você pode ter os dois. Além do mais necessita-se de investimento, tanto em forma de dinheiro quanto em tempo, para se desenvolver qualquer coisa. Entregar o seu trabalho para outra pessoa ou empresa é entregá-lo de mão beijada para que outra empresa lucre sem investir um tostão.
Essa não é uma prática de negócios viável.
T
Thiagosc
Como se mede conhecimento? Só no mundo dos nerds introvertidos é que isso importa, e geralmente é fruto de alguma fantasia de auto-engrandecimento.
A verdade é que ninguém é especial. Praticamente quase tudo que é feito em termos de software é fácil para a maioria das pessoas. A menos que se esteja tratando de um nicho muito específico onde existem poucos especialistas, a imensa maioria dos trabalhos é simples. E aí é que você perde negócio, pois outra pessoa poderá facilmente fazer o que você faz por menos.
Sim, o cliente não amolação, mas também não quer pagar caro.
kicolobo:
Construção da confiança: este é um aspecto fundamental pra mim como consumidor. Suponhamos que eu contrate os serviços de um programador e este me entregue código 100% fechado. Que garantia possuo (como consumidor) de que aquele código realmente faz APENAS o que eu pedi. Melhor ainda: que garantia tenho de que é um código que realmente possua qualidade? Que garantia possuo de que não é um software espião (soa a paranóia? precisa ver o que já vi…) pra concorrência?
O que é qualidade? Isso é algo subjetivo que depende do que o cliente espera que o produto faça. Um produto pode ser tecnicamente perfeito, mas não ter qualidade no ponto de vista de alguém simplesmente porque ele tinha expectativas diferentes.
E quem garante que software aberto faz APENAS o que você pediu? Quantas pessoas auditam cada linha de código de todos os softwares que utilizam? Todo mundo só baixa da internet e usa e ponto final. Opensource não é segurança alguma.
Você permite que outros peguem seus clientes. Sobre ajuda externa, isso é falácia. A maior parte dos softwares opensource são mantidos por um ou poucos desenvolvedores. Raramente você receberá ajuda, e mesmo que receba não há nada que garanta que farão o que você quer que façam.
Desenvolver software não é uma habilidade rara.
Existem formas mais interessantes de se distribuir software do que de graça, basta pensar um pouquinho. Mas esse é o grande problema do opensource: ninguém quer pagar por nada. Todos esperam pegar de graça da internet porque essa é a cultura do opensource. E mesmo que você tente cobrar pelo software, ou algum engraçadinho o disponibilizá em um site ou então criarão um fork para competir com você e destruir o seu negócio.
K
kicolobo
Oi Thiagosc,
sabe: concordo com MUITOS dos seus argumentos:
realmente, pouquíssimos irão lhe ajudar a desenvolver o seu software opensource (sou testemunha disto)
há clientes que SEMPRE querem pagar o mínimo possível, e são clientes perdidos mesmo
É um fato e não resta dúvidas com relação a isto: há o risco de outras pessoas pegarem seus clientes? Sem dúvida alguma. No entanto, o nome por trás daquele produto sempre será o seu. E isto é difícil de tirar. Como consequência, sua credibilidade aumenta, e muito (você é chamado para mais trabalhos pelo menos).
Com relação à qualidade: não tem como entrar neste seu argumento. A partir do momento em que o “tudo é relativo” entra na história, a discussão acaba.
Dependerá muito do contexto. No entanto, do ponto de vida técnico, é inegável: software aberto é software auditável, fechado nem sempre.
Agora, neste ponto aqui eu discordo completamente:
ai que entra o ponto: é melhor você possuir esta possibilidade do que não a tê-la. E isto é inegável. Mesmo que as pessoas jamais olhem para uma linha de código fonte, AO MENOS elas sabem que podem. Só isto já garante duas coisas:
Que o código pode ser auditado
Que quem o escreveu, sabe que o código pode ser auditado (o que força o desenvolvedor a ao menos tentar melhorar a qualidade técnica do seu produto)
É interessantíssimo este ponto. E concordo com você. No entanto, a pergunta “como se mede conhecimento?” é fácil de ser respondida. Se você escreveu aquele software, e é responsável pelo desenvolvimento do projeto. Difícilmente existirá alguém que o conheça mais que você.
Outro ponto: quem disse que o serviço prestado pelo criador do software sempre será o mais caro? Os serviços da MySQL por exemplo tem um preço excelente. E outra: construção de preço é um processo complexo. Nem sempre o custo final é aquele pago em um primeiro momento. Por exemplo: você pode optar por pagar R$ 10,00 para o seu sobrinho. No entanto, que GARANTIA ele te dá de que o trabalho dele tem de fato qualidade, e não irá lhe gerar prejuízos no futuro?
(vocë poderia me retornar a pergunta: “e quem garante que o criador do software pode dar esta garantia também?”.
respondo: ao menos é um especialista COMPROVADO naquela tecnologia, visto tê-la criado. já é uma vantagem)
(pergunto: o cliente que sempre quer pagar menos, independente da qualidade (seja ela como for medida), realmente é um BOM cliente? Você realmente quer trabalhar com este tipo de gente?)
Pode existir alguém que faça o que você faria cobrando 1/10 do preço? Claro! Mas novamente, repito: a referência sempre será o responsável pelo projeto original.
É como o MySQL. Pode haver zilhões de forks do bicho. A questão é: quem, além dos responsáveis pelos mesmos, de fato confia nestes forks? As pessoas acabam sempre optando pelo original e, ainda mais interessante: pagando por serviços prestados pela Sun/MySQL ao produto (eu mesmo já quase paguei, porque valia muito à pena).
(pergunte pra si mesmo: suponha que você queira ter suporte ao seu servidor de aplicações JBoss: em quem confia mais? Na RedHat ou no Juquinha?)
Com relação a ser um modelo viável de negócios ou não, bem: individualmente, acredito que seja uma boa propaganda, pois no mínimo expõe sua competência profissional. No entanto, mercadológicamente, é fato que após o opensource, o mercado mudou completamente, não sei se pra melhor ou pior. Para cada software proprietário há um concorrente de código fonte aberto sendo distribuido gratuitamente. Na maior parte das vezes, é melhor que a opção fechada? Não: mas é no preço e, pior ainda: na maior parte dos casos, supre a esmagadora maioria do público para aquele software específico. Isto é bom ou ruim? Não sei, mas devo confessar que temo por este fato.
No final das contas, é mais uma questão de mudança de visão mesmo: é nítido que estamos saindo do modelo “venda de licenças” para o de prestação de serviços que, se formos analisar, é um negócio muito melhor para nós. Na venda de licenças, você lucra somente enquanto seu cliente quiser atualizar. Na venda por serviços, o lucro a longo prazo (e por ser longo, talvez seja exatamente O problema) é melhor. E, sinceramente, venda de serviços SEMPRE foi um bom negócio: prova disto é a IBM, que há mais de 100 anos faz exatamente isto.
Com relação ao argumento “as pessoas não querem pagar”. Bem: furado. Elas querem e vão pagar se a proposta oferecida for boa.
T
Thiagosc
kicolobo:
Com relação a ser um modelo viável de negócios ou não, bem: individualmente, acredito que seja uma boa propaganda, pois no mínimo expõe sua competência profissional. No entanto, mercadológicamente, é fato que após o opensource, o mercado mudou completamente, não sei se pra melhor ou pior. Para cada software proprietário há um concorrente de código fonte aberto sendo distribuido gratuitamente. Na maior parte das vezes, é melhor que a opção fechada? Não: mas é no preço e, pior ainda: na maior parte dos casos, supre a esmagadora maioria do público para aquele software específico. Isto é bom ou ruim? Não sei, mas devo confessar que temo por este fato.
No final das contas, é mais uma questão de mudança de visão mesmo: é nítido que estamos saindo do modelo “venda de licenças” para o de prestação de serviços que, se formos analisar, é um negócio muito melhor para nós. Na venda de licenças, você lucra somente enquanto seu cliente quiser atualizar. Na venda por serviços, o lucro a longo prazo (e por ser longo, talvez seja exatamente O problema) é melhor. E, sinceramente, venda de serviços SEMPRE foi um bom negócio: prova disto é a IBM, que há mais de 100 anos faz exatamente isto.
Com relação ao argumento “as pessoas não querem pagar”. Bem: furado. Elas querem e vão pagar se a proposta oferecida for boa.
Isso é um erro comum. No Brasil não há a perspectiva de se ganhar dinheiro com tecnologia, pelo menos para a maioria das pessoas, portanto elas vêem apenas o que querem ver. Um certo dia tive a oportunidade de assistir a uma apresentação de um funcionário da IBM, um que provavelmente já estava lá há décadas a julgar pela idade dele, e fez justamente essa pergunta: qual é o negócio da IBM? Todos responderam “serviços”, mesmo aqueles que eram programadores. Sabe o que ele disse: “Não, a IBM vende tecnologia”.
A IBM vende tecnologia e software proprietário, os contratos de suporte estão associados ao hardware e software proprietário deles simplesmente porque os clientes não têm opção.
A opção da IBM por dar suporte ao Linux faz perfeito sentido, pois assim eles não dependerão da Microsoft e terão um sistema que custa zero dólares para se desenvolver e manter. É simples mão de obra barata.
Vender serviços e vender licenças não são mutualmente exclusivos, visto que a Microsoft faz isso. Simplesmente não cobrar pelo tempo gasto no desenvolvimento de um produto e ainda por cima entregar para os seus concorrentes todo o seu trabalho para que façam o que bem entender, inclusive buscar um investidor e montar uma companhia muitas vezes maior que a sua e roubar os seus clientes, é suicídio profissional.
A pior coisa que existe é que em faculdade de Ciência da Computação não se dá nenhuma noção de negócios e empreendedorismo. Daí sai um bando de profissional que não sabe negociar nada que acaba afetando o mercado negativamente, seja aceitando salários baixos ou não cobrando o suficiente por qualquer coisa que faça. O problema de dar o seu trabalho de graça não é o que outros indivíduos farão com ele, mas sim corporações. Eles simplesmente podem se apropriar e não lhe dar um tostão por nada, e terão muitos mais recursos para investir.
J
jc_neto
O que vale mais, o código ou o conhecimento para faze-lo?
Apertar o parafuso ou saber qual parafuso apertar?
Se você precisa de uma forma de prender o seu cliente que não seja a qualidade e/ou vantagens do seus serviços/produtos, significa que você ou sua empresa é medíocre e não se garante no mercado, tem medo da concorrência.
Voltando ao assunto do tópico, eu sou a favor do Software Livre, onde você entrega os fontes para o cliente e ele faz o que bem entender com aquilo. Por isso não me preocupo com isso.
[Off]
Pessoal,
Querem um conselho, não percam seu tempo discutindo com o Thiagosc
Se vcs olharem os tópicos que ele já criou boa parte é totalmente tendenciosa e só visa gerar Flames
Engraçado, o código que vazou do Windows 2000 era de excelente qualidade.
No mais, assino embaixo de tudo que você escreveu.
K
kicolobo
Oi Thiagosc
Thiagosc:
Isso é um erro comum. No Brasil não há a perspectiva de se ganhar dinheiro com tecnologia, pelo menos para a maioria das pessoas, portanto elas vêem apenas o que querem ver.
Não só no Brasil Thiago, no resto do mundo são pouquíssimos que fazem dinheiro com tecnologia, caso contrário teríamos boa parte da população mundial hoje milionária.
Claro, você acha que vence numa argumentação com o papo de “as pessoas vêem o que querem ver”, mas novament é falacioso. Eu vejo uma parede em minha frente, se correr em direção a ela, por mais que a nega, acabarei dando de cara com ela.
Agora, continuando pra pontos mais sólidos
Esta é uma visão incrívelmente simplista das coisas Thiago. Primeiro porque as empresas não simplesmente pegam seu produto e o distribuem como se fossem delas. Tal como já mencionei, querendo ou não, seu nome vai junto, e com isto vêm de novo a publicidade gigante relacionada a ele. Mesmo que o seu concorrente lucre mais com o seu trabalho que você, de qualquer maneira você está ganhando como indivíduo pois na área técnica, no mínimo seu nome fica mais conhecido.
E também, convenhamos: se alguém está fazendo muito dinheiro alterando o seu trabalho, e ainda por cima menciona seu nome, que mal há nisto? Invejinha? Não acredito que todo o dinheiro tenha de ficar apenas com o criador original do trabalho. Quanto maior o ecosistema ao redor, melhor pra quem iniciou o projeto.
Ninguém disse isto. No entanto, é fato que empresas que vendem software proprietário focam-se mais na venda de licenças que serviços, enquanto que as que se baseiam em opensource se baseiam, basicamente em serviços. E é fato: o serviço oferecido pelas empresas que trabalham com código aberto é muito superior. Basta comparar suas experiências com Borland, Oracle e Microsoft vs MySQL, RedHat e outros pra ver a diferença. É nítida.
Voltando agora ao papo de que “somente uma minoria faz dinheiro com tecnologia”, acho que aqui convém por o pé no chão: com a Internet atualmente, QUERENDO ou não, a melhor maneira de divulgar o seu trabalho de maneira rápida é com opensource. Se você é um cara pequeno e sem recursos, muitas vezes é o ÚNICO caminho. Neste sentido, sinceramente, dizer que é um modelo de negócios inviável ou mesmo suicidio profissional é querer negar a realidade Thiago.
E isto é fácil de provar: o que é mais fácil: conseguir investimentos para o seu projeto de código fechado, proprietário e de código fonte ultra secreto OU distribui-lo gratuitamente, de maneira correta com o código fonte aberto cobrando apenas pelos serviços? 90% não vão te pagar nunca? Com certeza. Mas os 10% restantes vão e, ainda mais importante, volto a frisar: pra quem está começando, estará mostrando seu nome e captando mais serviços de uma maneira bem mais viável.
Mesmo porquê, esta história de “vou esconder o meu código fonte”, todo mundo sabe: é furada desde a criação do primeiro compilador.
K
kicolobo
Engraçado, o código que vazou do Windows 2000 era de excelente qualidade.
No mais, assino embaixo de tudo que você escreveu.
Sim, era: mas era cheio de comentários que entregavam a sujeira de outras partes da Microsoft, como por exemplo:
“isto está aqui por causa dos malditos que trabalham no Access” e por aí vai.
Na realidade, do que vazou, o mais interessante eram os comentários (ainda deve estar passeando pela internet)
V
ViniGodoy
Engraçado, o código que vazou do Windows 2000 era de excelente qualidade.
No mais, assino embaixo de tudo que você escreveu.
Sim, era: mas era cheio de comentários que entregavam a sujeira de outras partes da Microsoft, como por exemplo:
“isto está aqui por causa dos malditos que trabalham no Access” e por aí vai.
Na realidade, do que vazou, o mais interessante eram os comentários (ainda deve estar passeando pela internet) :)
Bom, não que isso não exista no Open Source também…
K
kicolobo
Engraçado, o código que vazou do Windows 2000 era de excelente qualidade.
No mais, assino embaixo de tudo que você escreveu.
Sim, era: mas era cheio de comentários que entregavam a sujeira de outras partes da Microsoft, como por exemplo:
“isto está aqui por causa dos malditos que trabalham no Access” e por aí vai.
Na realidade, do que vazou, o mais interessante eram os comentários (ainda deve estar passeando pela internet) :)
001 /**
002 * As Gregor Samsa awoke one morning from uneasy dreams he found himself
003 * transformed in his bed into a gigantic insect. He was lying on his hard,
004 * as it were armour plated, back, and if he lifted his head a little he
005 * could see his big, brown belly divided into stiff, arched segments, on
006 * top of which the bed quilt could hardly keep in position and was about
007 * to slide off completely. His numerous legs, which were pitifully thin
008 * compared to the rest of his bulk, waved helplessly before his eyes.
009 * "What has happened to me
010 */
011 protected final static String DEFAULT_TRANSLET_NAME = “GregorSamsa”;
V
ViniGodoy
Concordo. As pessoas, na verdade, querem pagar. Isso não invalida o OpenSource, entretanto.
Não há? Engraçado, conheço gente que ficou rica através de tecnologia. São, na maioria, administradores e donos de empresa. Acho que dizer que num país, seja ele qual for, não existe espaço para ficar rico com tecnologia é uma bobagem. E não creio que em qualquer outro país tecnologia vá fazer “a maioria das pessoas ganhar dinheiro”.
A profissão de informática está com bons salários também.
Devemos assumir que você fez uma faculdade de administração? Ou sua argumentação leva a crer que você também não tem a menor noção de negócios e empreendedorismo? Assim como você citou diversas empresas que se deram bem no modelo fechado, podemos citar outras tantas no modelo aberto. Como a própria Sun, por exemplo.
é difícil para um empresário sacar a idéia do open source mesmo cercado de caras da área explicando como funciona… e quando isso cai numa conversa de portas fechadas na empresa… aí ferrou mesmo!
mas uma coisa é certa, se pensarmos como um cliente, ter acesso ao código fonte sempre é melhor!
T
Thiagosc
kicolobo:
Thiagosc:
Isso é um erro comum. No Brasil não há a perspectiva de se ganhar dinheiro com tecnologia, pelo menos para a maioria das pessoas, portanto elas vêem apenas o que querem ver.
Não só no Brasil Thiago, no resto do mundo são pouquíssimos que fazem dinheiro com tecnologia, caso contrário teríamos boa parte da população mundial hoje milionária.
Claro, você acha que vence numa argumentação com o papo de “as pessoas vêem o que querem ver”, mas novament é falacioso. Eu vejo uma parede em minha frente, se correr em direção a ela, por mais que a nega, acabarei dando de cara com ela.
Pouquíssimos apenas no mundo opensource, onde é impossível ganhar dinheiro com tecnologia. Qualquer engenheiro ou cientista da computação pode ganhar muito dinheiro com o seu conhecimento. E existem diversos exemplos disso, como por exemplo as pessoas que fundaram a NVidia ou a Id. Todos ficaram ricos única e exclusivamente por causa da tecnologia.
Tecnologia foi o que faz o homem mais rico do mundo, rico. Tecnologia é o que manteve a IBM viva todo esse tempo, e existem diversos outros exemplos.
What they want is tons of free technology they can hide from investors. They want that technology all run by people who didn?t write any of the software so that these employees can?t claim ownership later.
This nearsighted management, combined with limited funding at the start, means that these companies exploit open source. They will use it, make their money, and then run off when they?re done.
Se você estiver passando necessidade ou vendo seu negócio ser prejudicado, há muito mal nisso.
kicolobo:
Ninguém disse isto. No entanto, é fato que empresas que vendem software proprietário focam-se mais na venda de licenças que serviços, enquanto que as que se baseiam em opensource se baseiam, basicamente em serviços. E é fato: o serviço oferecido pelas empresas que trabalham com código aberto é muito superior. Basta comparar suas experiências com Borland, Oracle e Microsoft vs MySQL, RedHat e outros pra ver a diferença. É nítida.
Superior baseado em quê? Achômetro? Se o serviço da Microsoft ou da IBM fosse um lixo os clientes já teriam desistido faz tempo.
kicolobo:
Voltando agora ao papo de que “somente uma minoria faz dinheiro com tecnologia”, acho que aqui convém por o pé no chão: com a Internet atualmente, QUERENDO ou não, a melhor maneira de divulgar o seu trabalho de maneira rápida é com opensource. Se você é um cara pequeno e sem recursos, muitas vezes é o ÚNICO caminho. Neste sentido, sinceramente, dizer que é um modelo de negócios inviável ou mesmo suicidio profissional é querer negar a realidade Thiago.
E isto é fácil de provar: o que é mais fácil: conseguir investimentos para o seu projeto de código fechado, proprietário e de código fonte ultra secreto OU distribui-lo gratuitamente, de maneira correta com o código fonte aberto cobrando apenas pelos serviços? 90% não vão te pagar nunca? Com certeza. Mas os 10% restantes vão e, ainda mais importante, volto a frisar: pra quem está começando, estará mostrando seu nome e captando mais serviços de uma maneira bem mais viável.
Mesmo porquê, esta história de “vou esconder o meu código fonte”, todo mundo sabe: é furada desde a criação do primeiro compilador.
Mais fácil é colocá-lo na internet, visto que qualquer porcaria serve para isso. A maioria dos softwares opensource é inacabado e não produtos completos. Se buscar abrir um negócio, será necessário vender um produto completo. Isso não tem nada a ver com o que é melhor, mas apenas uma questão de competência.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Não há? Engraçado, conheço gente que ficou rica através de tecnologia. São, na maioria, administradores e donos de empresa. Acho que dizer que num país, seja ele qual for, não existe espaço para ficar rico com tecnologia é uma bobagem. E não creio que em qualquer outro país tecnologia vá fazer “a maioria das pessoas ganhar dinheiro”.
A profissão de informática está com bons salários também.
Só se for onde você trabalha. Os salários por aí afora são baixos (por exemplo, R$ 3000,00 é baixo). No máximo que você vai conseguir com um salário desses é morar em um apertamento e ter um carro popular financiado em um milhão de vezes. Isso se economizar.
Quando disse “ganhar dinheiro com tecnologia”, me referi a desenvolver algo que o deixe rico e não montar uma empresa de manutenção de computadores e ganhar dinheiro explorando técnico em informática de 18 anos de idade que ganha 700 reais por mês.
ViniGodoy:
Devemos assumir que você fez uma faculdade de administração? Ou sua argumentação leva a crer que você também não tem a menor noção de negócios e empreendedorismo? Assim como você citou diversas empresas que se deram bem no modelo fechado, podemos citar outras tantas no modelo aberto. Como a própria Sun, por exemplo.
A Sun já era. Só não faliu porque foi comprada pela Oracle e é apenas um total exemplo do fracasso que é opensource.
Não, fiz Ciência da Computação, mas o que me irrita é sabe como desenvolvedores são ignorantes e muitas vezes dão tiro no próprio pé com maus negócios. É por causa dessa alienação que os salários são tão baixos.
T
Thiagosc
jcneto:
O que vale mais, o código ou o conhecimento para faze-lo?
Apertar o parafuso ou saber qual parafuso apertar?
Ambos, se você sabe como “qual parafuso apertar” então sente em frente ao computador e aperte-o por algumas centenas ou milhares de horas. Por que deveria entregar o meu trabalho de graça?
jcneto:
Se você precisa de uma forma de prender o seu cliente que não seja a qualidade e/ou vantagens do seus serviços/produtos, significa que você ou sua empresa é medíocre e não se garante no mercado, tem medo da concorrência.
Existem tantos fatores no mundo dos negócios que não estão relacionados à capacidade do indivíduo que essa sua frase chega a ser um atestado de burrice completo.
Por um acaso a Microsoft é o que é porque foi a “mais inteligente” de todas as empresas? Não, eles simplesmente aproveitaram as oportunidades que tiveram.
Existe venture capital e outros fatores que podem influenciar o seu negócio ou o dos seus concorrentes para melhor ou para pior.
Só nerds introvertidos acham que o mundo é “de quem tem conhecimento”. O mundo é de quem sabe usar o conhecimento, mesmo que o conhecimento não lhe pertença.
Sim, gostaria de ouvir a quantas anda o seu negócio? Ganhando por hora como um mero empregado?
J
jc_neto
Thiagosc:
jcneto:
O que vale mais, o código ou o conhecimento para faze-lo?
Apertar o parafuso ou saber qual parafuso apertar?
Ambos, se você sabe como “qual parafuso apertar” então sente em frente ao computador e aperte-o por algumas centenas ou milhares de horas. Por que deveria entregar o meu trabalho de graça?
Se você não entendeu a metáfora, um abraço…
Thiagosc:
jcneto:
Se você precisa de uma forma de prender o seu cliente que não seja a qualidade e/ou vantagens do seus serviços/produtos, significa que você ou sua empresa é medíocre e não se garante no mercado, tem medo da concorrência.
Existem tantos fatores no mundo dos negócios que não estão relacionados à capacidade do indivíduo que essa sua frase chega a ser um atestado de burrice completo.
Burro pra mim é quem ouve dezenas de pessoas falando que uma coisa é de um jeito mas continua pensando que é de outro, e ainda abre tópicos e responde a outros só pra tumultar o forum e gerar flames, vide vc mesmo!!
Na época em que ela se tornou a maior empresa da área ela era sim a empresa mais inteligente, justamente por saber aproveitar as oportunidades onde ninguém mais o fez, é que eles provam isso.
Sua mãe nunca mandou você estudar para ter um futuro? :roll:
Thiagosc:
Sim, gostaria de ouvir a quantas anda o seu negócio? Ganhando por hora como um mero empregado?
Ganho por hora pois sou um empregado :lol:
Alias, seus pais ficariam muito tristes de verem você rebaixando os “empregados” desse jeito, eles são pessoas como você, e aliás, duvido muito que você nunca tenha sido um também…
E você a quantas anda o seu negócio? pelo jeito deve ter falido por causa das empresas de open source né?
Afinal de onde sairia todo esse amor?
Ps: Estuda menino! Se não vc não vai ter futuro! :lol:
T
Thiagosc
jcneto:
Thiagosc:
jcneto:
O que vale mais, o código ou o conhecimento para faze-lo?
Apertar o parafuso ou saber qual parafuso apertar?
Ambos, se você sabe como “qual parafuso apertar” então sente em frente ao computador e aperte-o por algumas centenas ou milhares de horas. Por que deveria entregar o meu trabalho de graça?
Se você não entendeu a metáfora, um abraço…
Você tem sérios problemas de interpretação de texto e do mundo a sua volta.
Burro pra mim é quem ouve dezenas de pessoas falando que uma coisa é de um jeito mas continua pensando que é de outro, e ainda abre tópicos e responde a outros só pra tumultar o forum e gerar flames, vide vc mesmo!!
O que vocês dizem não fazem sentido algum. A verdade não é uma média de todas as opiniões. Não é apenas porque papagaios repetem o que ouviram sem refletir a respeito que algo se torna real.
E o que isso tem a ver? Apenas pessoas com visão conseguem utilizar o conhecimento adquirido de uma forma inteligente. Conhecimento somente não garante nada, e todos aqui deveriam estar carecas de saber disso pois afinal de contas nas empresas quem se dá bem não é aquele faz tudo perfeito, mas sim aquele que é amigo do chefe ou faz trabalho braçal.
jcneto:
Isso só demonstra que você não sabe nada sobre modelo de negócios ou o que quer que seja. Está apenas vomitando besteiras que ouviu em algum lugar sem saber de fato o que significam.
A
adriano_si
Pior que eu tô… huahauahuahauaauauauaauauaau… mas o que me consola é que tenho conhecidos bem próximos que estão indo muito bem com Open Source (a nível de andarem até de BMW já)…
Mesmo ainda sendo um empregado, tudo indica que essa maré vai mudar de sentido em breve…
Abraços
J
jc_neto
Thiagosc:
jcneto:
Thiagosc:
jcneto:
O que vale mais, o código ou o conhecimento para faze-lo?
Apertar o parafuso ou saber qual parafuso apertar?
Ambos, se você sabe como “qual parafuso apertar” então sente em frente ao computador e aperte-o por algumas centenas ou milhares de horas. Por que deveria entregar o meu trabalho de graça?
Se você não entendeu a metáfora, um abraço…
Você tem sérios problemas de interpretação de texto e do mundo a sua volta.
Burro pra mim é quem ouve dezenas de pessoas falando que uma coisa é de um jeito mas continua pensando que é de outro, e ainda abre tópicos e responde a outros só pra tumultar o forum e gerar flames, vide vc mesmo!!
O que vocês dizem não fazem sentido algum. A verdade não é uma média de todas as opiniões. Não é apenas porque papagaios repetem o que ouviram sem refletir a respeito que algo se torna real.
E o que isso tem a ver? Apenas pessoas com visão conseguem utilizar o conhecimento adquirido de uma forma inteligente. Conhecimento somente não garante nada, e todos aqui deveriam estar carecas de saber disso pois afinal de contas nas empresas quem se dá bem não é aquele faz tudo perfeito, mas sim aquele que é amigo do chefe ou faz trabalho braçal.
jcneto:
Isso só demonstra que você não sabe nada sobre modelo de negócios ou o que quer que seja. Está apenas vomitando besteiras que ouviu em algum lugar sem saber de fato o que significam.
Denovo, você não entendeu uma palavra do que eu escrevi né?
Sinceramente, você é o cara mais cabeça fechada com o qual já discuti, não vou mais perder meu tempo com os seus comentários.
Como diria Aslam:
“-É incrível como os homens são bons em não houvir aquilo que faz bem a eles…”
Ps: Você não respondeu as minhas perguntas.
Ps2: Sua mãe ficaria brava de ver você ofendendo outras pessoas de graça assim.
T
Thiagosc
jcneto:
Denovo, você não entendeu uma palavra do que eu escrevi né?
Sinceramente, você é o cara mais cabeça fechada com o qual já discuti, não vou mais perder meu tempo com os seus comentários.
Como diria Aslam:
“-É incrível como os homens são bons em não houvir aquilo que faz bem a eles…”
Ps: Você não respondeu as minhas perguntas.
Ps2: Sua mãe ficaria brava de ver você ofendendo outras pessoas de graça assim.
Você deveria procurar no dicionário o significado da palavra “ofensa”. Discordar não é ofensa alguma.
E como eu posso responder alguma coisa se o que você diz sequer faz sentido no contexto da discussão? Por exemplo:
jcneto:
Totalmente sem noção. Já começou bebendo assim tão cedo? Cuidado hein, álcool é perigoso.
K
kicolobo
por que será que as pessoas sempre confundem discussão com agressão?
Será que é porque as palavras rimam?
V
ViniGodoy
kicolobo:
por que será que as pessoas sempre confundem discussão com agressão?
Será que é porque as palavras rimam? :)
Boa pergunta.
Onde foi que eu falei em manutenção de computadores? Ou em explorar técnicos de 18 anos?
A SouthLogic, recentemente adquirida pela Ubisoft, é um exemplo de empresa de tecnologia nacional comprada por uma empresa estrangeira. Chamaram a atenção através do desenvolvimento de um framework para games, chamando Aspen Engine. Trabalho de qualidade. Ela foi fundada por um grupo de amigos.
O setor onde eu trabalho, de tecnologia educacional, da positivo, contribui com 4% do faturamento de todo o grupo Positivo. Se isso não é ganhar dinheiro com tecnologia, amigo, não sei o que é.
E, devo citar a MicroSiga? Acho que os administradores dela não estão reclamando…
Faça algo realmente inovador, e que chame a atenção e você vai ficar rico. Claro, exigirá de você saber distribuir e comercializar esse produto, seja na forma do open source ou não. Mas fazer algo assim é difícil.
Ok, a Sun tem passado um momento infeliz. Mas podemos citar outras empresas, como o grupo SpringSource, o próprio Linux, ou mesmo empresas que crescem em torno do PostGre. Fora que também podemos citar diversas empresas enormes, de código fechado, que estão falindo, como é o caso da Siemens, na área de telecomunicações.
L
Luca
Olá
Isto muito me surpreende! Acho que se você escrever alguma coisa sobre isto revolucionará o mercado porque na prática ocorre justamente o contrário.
Ficando só no Java, muita gente vive e muito bem só desenvolvendo software open source. O pessoal da Apache não está nada triste. A turma do Lucene vive muito bem e até criaram a LucidImagination. Poderia citar um monte como Mule, IONA, etc. E ainda poderia citar os casos em que os caras lavam a égua quando vendem as empresas. O Marc Fleury vive hoje nababescamente com o que lucrou com a venda do JBoss para a Red Hat. O Rod Johnson, que não era nenhum pobretão com o que ganhou com o Spring, agora está embolsando mais de 300 milhões de dólares com a venda da Spring-source para a VM Ware. O MySQL foi vendido para a Sun por 1 bi. E a Oracle comprou a Sun principalmente pelo Java.
Para mim o kikoloco disse tudo.
É possível que alguma empresa pegue seu software open source e empacote dentro de seus próprios produtos como o JCompany por exemplo. Mas a maioria só usa e o autor ganha muito mais vendendo serviços do que vendendo software fechado.
[]s
Luca
K
kicolobo
Na realidade, esta discussão toda é fruto de uma confusão fácil de resolver:
código aberto/sotware livre não é a mesma coisa que software gratuito
Simples assim. Se não acredita… bom: da uma lidinha na própria GPL
A
adriano_si
Fala Viny… mudando um pouco o foco do tópico, mas como anda a área de jogos no Brasil ??
Acho que todos um dia já sonharam em de fato desenvolver pra essa área, mas investir de verdade, apenas poucos têm coragem…
V
ViniGodoy
Está crescendo. Principalmente com a vinda da Ubisoft e da Techfront para cá, com os maciços investimentos na Hoplon, em torno do Taikodom, e com a aquisição da SouthLogic pela Ubisoft (o que só significa que agora a SouthLogic é um estúdio oficial Ubi. A ubi, que segue o mesmo modelo da EA).
Mas ainda é um mercado mal remunerado, para os padrões do mercado. Especialmente pq exige alta capacitação técnica, comparável a que você precisaria para ingressar nos ramos mais bem remunerados da indústria de software hoje (software industrial e centros de pesquisa).
Anyway, eu não sugeriria para alguém que fizesse uma graduação em games. Não é pq sou professor de uma pós, mas acho que esse grau de especialidade soma pouco, e te restringe em outros empregos da área, que podem ser tão divertidos quanto fazer jogos. Se quiser se especializar, busque mesmo uma pós-graduação, seja diretamente em jogos, ou em áreas afins como IA ou computação gráfica.
Pesquisa na área de jogos tem crescido também, até pq elas podem ser aplicadas a outras ciências. A própria SBGames já está sendo internacionalmente reconhecida, e há muitos institutos dispostos a investir pesado nessa área. A PUC aqui do Paraná, por exemplo, é um deles.
L
Luca
Olá
TODOS
É claro que este tópico já perdeu um pouco a graça porque mais uma vez a agressão se sobrepôs à argumentação.
Mas eu queria dizer ao autor do tópico que dar o código fonte é justamente criar um vínculo com o cliente. Muito antes do movimento open source, eu já adotava isto como estratégia de marketing. E justamente por esta questão, euzinho bem pequeninho, consegui vender softwares para grandes empresas como Embratel, Telebrás, Brown Bovery (AAB) e várias outras. Isto desde 1982.
Hoje em dia qualquer programinha rapidamente passa de 10 mil instruções. Dificilmente um cliente entrega um código para outro que não aquele que o desenvolveu, a menos em caso de pisada braba de bola. Neste último caso, quando vi acontecer, o código fonte foi simplesmente jogado no lixo porque houve total quebra de confiança.
E para quem precisa de uma oportunidade de trabalho e mora em um local isolado no interior, participar do desenvolvimento de algum software open source pode significar se tornar conhecido mundialmente. Só para dar um exemplo real, o Carlos Brando mora no interior do Espírito Santo e de lá se tornou famoso em todo o mundo por escrever um livro gratuito sobre as novidades do Rails. Este livro já foi traduzido em várias línguas e o Brando trabalha para uma empresa multinacional sem arredar o pé do seu torrão natal.
[]s
Luca
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Onde foi que eu falei em manutenção de computadores? Ou em explorar técnicos de 18 anos?
A SouthLogic, recentemente adquirida pela Ubisoft, é um exemplo de empresa de tecnologia nacional comprada por uma empresa estrangeira. Chamaram a atenção através do desenvolvimento de um framework para games, chamando Aspen Engine. Trabalho de qualidade. Ela foi fundada por um grupo de amigos.
O setor onde eu trabalho, de tecnologia educacional, da positivo, contribui com 4% do faturamento de todo o grupo Positivo. Se isso não é ganhar dinheiro com tecnologia, amigo, não sei o que é.
E, devo citar a MicroSiga? Acho que os administradores dela não estão reclamando…
Faça algo realmente inovador, e que chame a atenção e você vai ficar rico. Claro, exigirá de você saber distribuir e comercializar esse produto, seja na forma do open source ou não. Mas fazer algo assim é difícil.
Ok, a Sun tem passado um momento infeliz. Mas podemos citar outras empresas, como o grupo SpringSource, o próprio Linux, ou mesmo empresas que crescem em torno do PostGre. Fora que também podemos citar diversas empresas enormes, de código fechado, que estão falindo, como é o caso da Siemens, na área de telecomunicações.
EXATAMENTE O QUE ESTOU TENTANDO DIZER. Nenhuma dessas empresas citadas por você é opensource, porque opensource é inviável. Nenhuma empresa seria “comprável” se toda a sua tecnologia está disponível gratuitamente na internet, com os códigos fontes e tudo mais.
A Sun é um fracasso, a SpringSource eu não conheço, mas pelo simples fato de cobrarem por patch mostra o grau de desespero. Linux não é uma empresa, e todas as empresas de Linux se ferraram ou foram compradas. Lembro-me da antiga Mandrake Linux pedindo doações.
Ainda estou no aguardo por uma explicação sobre como opensource funciona para se montar um negócio.
T
Thiagosc
Luca:
Ficando só no Java, muita gente vive e muito bem só desenvolvendo software open source. O pessoal da Apache não está nada triste. A turma do Lucene vive muito bem e até criaram a LucidImagination. Poderia citar um monte como Mule, IONA, etc. E ainda poderia citar os casos em que os caras lavam a égua quando vendem as empresas. O Marc Fleury vive hoje nababescamente com o que lucrou com a venda do JBoss para a Red Hat. O Rod Johnson, que não era nenhum pobretão com o que ganhou com o Spring, agora está embolsando mais de 300 milhões de dólares com a venda da Spring-source para a VM Ware. O MySQL foi vendido para a Sun por 1 bi. E a Oracle comprou a Sun principalmente pelo Java.
Para mim o kikoloco disse tudo.
É possível que alguma empresa pegue seu software open source e empacote dentro de seus próprios produtos como o JCompany por exemplo. Mas a maioria só usa e o autor ganha muito mais vendendo serviços do que vendendo software fechado.
Quê? A Conectiva foi vendida para a Mandrake, mas eu não chamaria isso de sucesso. Pode ser sucesso para o felizardo que saltou do navio antes dele afundar. Quer dizer então que sucesso no mundo opensource é igual a “vender” empresas?
Ok, ignoremos este detalhe. Todos os seus exemplos ou não são organizações com fins lucrativos (ex. Apache) ou são empresas que não inovaram nada. Como implementar um servidor Java EE é “inovar” em alguma coisa? Essas empresas foram vendidas pela carteira de clientes e não pela tecnologia. Seria o equivalente a vender uma empresa de consultoria dessas aí do mercado brasileiro.
Se alguém deseja abrir uma empresa de consultoria para contratar recursos assim como a BRQ e outras, ótimo vá em frente, mas isso é muito diferente de ser uma empresa de tecnologia e vocês sabem muito bem como o “recurso” é tratado nesses casos.
T
Thiagosc
Luca:
Mas eu queria dizer ao autor do tópico que dar o código fonte é justamente criar um vínculo com o cliente. Muito antes do movimento open source, eu já adotava isto como estratégia de marketing. E justamente por esta questão, euzinho bem pequeninho, consegui vender softwares para grandes empresas como Embratel, Telebrás, Brown Bovery (AAB) e várias outras. Isto desde 1982.
Hoje em dia qualquer programinha rapidamente passa de 10 mil instruções. Dificilmente um cliente entrega um código para outro que não aquele que o desenvolveu, a menos em caso de pisada braba de bola. Neste último caso, quando vi acontecer, o código fonte foi simplesmente jogado no lixo porque houve total quebra de confiança.
Já vi isso acontecer inúmeras vezes por corte de gastos. Nos casos que eu vi eram americanos sendo substituídos ou por indianos ou chineses ou brasileiros, etc. O único motivo era custo, pois os desenvolvedores em questão eram muito competentes. Mas ninguém é imune a isso.
Nenhuma dessas tarefas de desenvolvimento é única e difícil que apenas uma pessoa seja capaz de fazer. Existem inúmeras pessoas no Brasil e no mundo que podem fazer o que você faz e provavelmente melhor por menos.
Obs: E nos casos onde houve corte de gastos e contrataram outra pessoa ela fez o serviço muito bem feito e não ficou devendo nada em comparação ao desenvolvedor original. Portanto a idéia de você “se garante” é pura falácia.
L
Luca
Olá
Thiagosc:
… Todos os seus exemplos ou não são organizações com fins lucrativos (ex. Apache) ou são empresas que não inovaram nada. Como implementar um servidor Java EE é “inovar” em alguma coisa? Essas empresas foram vendidas pela carteira de clientes e não pela tecnologia. Seria o equivalente a vender uma empresa de consultoria dessas aí do mercado brasileiro.
Se alguém deseja abrir uma empresa de consultoria para contratar recursos assim como a BRQ e outras, ótimo vá em frente, mas isso é muito diferente de ser uma empresa de tecnologia e vocês sabem muito bem como o “recurso” é tratado nesses casos.
Meu exemplo da Apache se referia aos que trabalham lá que vivem muito bem com a fama adquirida ao participarem dos projetos.
E a boa carteira de clientes das empresas que citei foram obtidas justamente pelo modelo open source. A Spring Source é conhecida mundialmente ao invés de ser uma empresinha da Austrália caso o Rod Johnson tivesse optado por não abrir seu código.
Para mim o modelo Open Source, que surgiu com força total depois da popularização da Internet com o www, mudou o mundo muito além da área de TI. Poderia citar muitos e muitos exemplos nas áreas de imprensa, medicina, engenharia e em muitas outras áreas de conhecimento. O conceito de primeiro dar para depois obter vantagens hoje é praticamente obrigatório para quem quer um lugar ao Sol. Isto vai muito além de ceder o código fonte, muitas vezes é ceder o trabalho de muitos durante muitos meses para obter vantagens futuras
[]s
Luca
T
Thiagosc
Luca:
Olá
Thiagosc:
… Todos os seus exemplos ou não são organizações com fins lucrativos (ex. Apache) ou são empresas que não inovaram nada. Como implementar um servidor Java EE é “inovar” em alguma coisa? Essas empresas foram vendidas pela carteira de clientes e não pela tecnologia. Seria o equivalente a vender uma empresa de consultoria dessas aí do mercado brasileiro.
Se alguém deseja abrir uma empresa de consultoria para contratar recursos assim como a BRQ e outras, ótimo vá em frente, mas isso é muito diferente de ser uma empresa de tecnologia e vocês sabem muito bem como o “recurso” é tratado nesses casos.
Meu exemplo da Apache se referia aos que trabalham lá que vivem muito bem com a fama adquirida ao participarem dos projetos.
E a boa carteira de clientes das empresas que citei foram obtidas justamente pelo modelo open source. A Spring Source é conhecida mundialmente ao invés de ser uma empresinha da Austrália caso o Rod Johnson tivesse optado por não abrir seu código.
A boa carteira de clientes desses exemplos foram obtidas por pessoas que não tem nada a ver com tecnologia. Marqueteiros, vendedores, etc. Perceberam o padrão? No modelo opensource é impossível ganhar dinheiro com tecnologia, e o que acontece é exatamente o que acontece com consultorias brasileiras. Os sócios lucrando e pagando merreca para “recursos” que trabalharão em “fábricas de software”.
A quem interessa isso? Certamente não aos profissionais da área.
Agora veja que interessante a sua colocação:
Luca:
“A Spring Source é conhecida mundialmente ao invés de ser uma empresinha da Austrália caso o Rod Johnson tivesse optado por não abrir seu código.”
A “Spring Source” seria uma “empresinha” porque é uma consultoria e não uma empresa de tecnologia. Existem diversos exemplos de empresas que desenvolvem tecnologia que são mundialmente famosas por causa de sua tecnologia, mesmo que não sejam gigantes assim como a Microsoft.
Todas as empresas que usam opensource ou vendem algo não relacionado à tecnologia, isto é, que não requer o conhecimento técnico, ou então sobrevivem a base de produtos proprietários assim como é com a IBM que vende hardware e software proprietário ou a Oracle.
E sobre o Apache, eu não sei se todos os desenvolvedores são pagos, mas assim como a Free Software Foundation ela sobrevive de doações de empresas (assim como a IBM que deseja transformar desenvolvimento de software em commodity de fábrica de software). Ela pode empregar algumas pessoas para manter as suas funções, mas isso nada tem a ver com fama. São negócios e corporações os apóiam porque usam seus softwares em seus produtos proprietários e os utilizam como mão de obra barata.
Por falar em fama, aqui está um exemplo do mundo Rails para você:
I?ll always be an open source developer, but quite frankly, we?re dying off because the companies who use our software do not give back. The irony of the situation is that, in order to improve my motivation to do open source, I have to charge for it.
I obviously won?t ever charge an open source project, since they are honoring the unwritten contract: If I give, you give.
But the days of quick-flip corporations and ingrate programmers making money on my software are over. My new motto is:
Open source to open source, corporation to corporation.
If you do open source, you?re my hero and I support you. If you?re a corporation, let?s talk business.
Não, não pode citar nenhum outro exemplo. Na área de engenharia eles cobram e não desenvolvem projetos de graça. Na medicina eles também cobram, etc.
Agora a sua frase que eu negritei acima é hilária! É lei que alguem receberá “vantagens”? Quantos aqui já doaram dinheiro para alguns desse projetos que vivem pedindo doações? Haha. Aposto que muito nem um patch jamais submeteram e quanto tem problemas se limitam a ir no Google.
O seu “modelo de negócios” opensource parece ser baseado em fé. Com fé e 25 centavos você terá… deixa eu calcular aqui… 25 centavos!
Acho que todos os interessados em opensource ou não são da área e vêem a oportunidade e explorar a mão de obra barata ou então já estão com a vida ganha com outros produtos e realmente não precisam se importar com isso. As pequenas empresas e profissionais é que saem prejudicados.
K
kicolobo
Oi ThiagoSC,
lendo seu último post, fiquei com uma dúvida: você diz que a Spring Source é uma empresa de consultoria, e não de tecnologia.
Ai fiquei na dúvida: pra você, o que diferencia uma empresa de tecnologia de uma consultoria?
Afinal de contas, no caso da Spring Source temos a aplicação clássica de negócio baseado em opensource que funciona.
Desenvolveram um produto próprio
Liberaram o código fonte (que foi desenvolvido por uma galera globalmente)
Oferecem serviços baseados nestes produtos open source.
Qual a diferença?
Ai: queria um bom exemplo de caso de negócio opensource, acabou por expor um.
T
Thiagosc
kicolobo:
Oi ThiagoSC,
lendo seu último post, fiquei com uma dúvida: você diz que a Spring Source é uma empresa de consultoria, e não de tecnologia.
Ai fiquei na dúvida: pra você, o que diferencia uma empresa de tecnologia de uma consultoria?
Afinal de contas, no caso da Spring Source temos a aplicação clássica de negócio baseado em opensource que funciona.
Desenvolveram um produto próprio
Liberaram o código fonte (que foi desenvolvido por uma galera globalmente)
Oferecem serviços baseados nestes produtos open source.
Qual a diferença?
Ai: queria um bom exemplo de caso de negócio opensource, acabou por expor um. ;)
Uma empresa de tecnologia tem seu core business em desenvolvimento de tecnologia. Ela pode até fazer outras coisas, mas o principal precisa ser tecnologia. A Microsoft é um exemplo, mas qualquer empresa que comercialize um software entra nesse caso aqui.
A Spring Source não ganhava dinheiro com tecnologia, mas sim com serviços de consultoria. Seria idêntico se qualquer um aqui criasse uma empresa especializada em prestar serviços Linux, seja instalaçao ou suporte ou o que for. Assim a Spring Source existiram várias outras, como a VA Linux (que já não tem mais Linux no nome porque opensource é inviável) que fazia algo similar só que com outros pacotes de software, para assim ter uma expectativa de custear o desenvolvimento do software.
No primeiro caso a empresa tem metas de desenvolvimento produtos, com uma visão e expectativas em termos de planejamento, e no segundo caso o desenvolvimento é circunstancial, isto é, vai depender da necessidade do cliente e da disponibilidade de recursos. No primeiro caso cobra-se pela tecnologia, no segundo cobra-se pela hora do consultor ou contratos de suporte.
E antes que alguém venha com papo de “mas o cliente quer bla, bla, bla”, empresas de tecnologia geralmente trazem novidades para o mercado que o clientes não sabem que precisavam. Ninguém implorava por PCs fáceis de usar, mas a Apple foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por planilhas de cálculo, mas uma outra empresa foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por jogos de tiro em primeira pessoa, mas a Id foi lá e fez porque teve a visão. etc.
M
mochuara
Thiago, vc escreve sua lógica de negócio misturado com todo resto numa classe só (e por isso não pode compartilhar o código porque estaria liberando informações essenciais do seu produto)?
Na boa, se não for isso vc deve ser um contratado do GUJ pra inflamar as discussões no forum. Não é possível.
L
Luca
Olá
Sim, a Spring Source vendia e vende sistemas além de serviços. Os servidores deles sempre foram produtos pagos desde o lançamento.
Mas isto não vem ao caso porque o forte da IBM nos últimos anos tem sido a venda de serviços.
E quanto a opção por open souce ser uma estratégia de marketing, é claro que concordo plenamente. Até disse que sempre agi assim justamente por questões mercadológicas (ganhar a confiança do cliente, ter um diferencial sobre os concorrentes, aumentar o valor do meu pŕoduto, etc.)
[]s
Luca
K
kicolobo
ThiagoSC:
Uma empresa de tecnologia tem seu core business em desenvolvimento de tecnologia. Ela pode até fazer outras coisas, mas o principal precisa ser tecnologia. A Microsoft é um exemplo, mas qualquer empresa que comercialize um software entra nesse caso aqui.
A Spring Source não ganhava dinheiro com tecnologia, mas sim com serviços de consultoria. Seria idêntico se qualquer um aqui criasse uma empresa especializada em prestar serviços Linux, seja instalaçao ou suporte ou o que for. Assim a Spring Source existiram várias outras, como a VA Linux (que já não tem mais Linux no nome porque opensource é inviável) que fazia algo similar só que com outros pacotes de software, para assim ter uma expectativa de custear o desenvolvimento do software.
No primeiro caso a empresa tem metas de desenvolvimento produtos, com uma visão e expectativas em termos de planejamento, e no segundo caso o desenvolvimento é circunstancial, isto é, vai depender da necessidade do cliente e da disponibilidade de recursos. No primeiro caso cobra-se pela tecnologia, no segundo cobra-se pela hora do consultor ou contratos de suporte.
E antes que alguém venha com papo de “mas o cliente quer bla, bla, bla”, empresas de tecnologia geralmente trazem novidades para o mercado que o clientes não sabem que precisavam. Ninguém implorava por PCs fáceis de usar, mas a Apple foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por planilhas de cálculo, mas uma outra empresa foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por jogos de tiro em primeira pessoa, mas a Id foi lá e fez porque teve a visão. etc.
Você acabou de descrever a Spring Source como uma empresa de tecnologia (o que de fato é) tiaguim!
Sim, é ela que produz os produtos em cima dos quais tanto vende licenças (dual, open source e comerciais) e também oferece serviços.
E o mais engraçado: colocou a MS no mesmo patamar: a única diferença é que ela não está “dando de graça” (nenhuma empresa open source da de graça seus produtos, entenda isto) seus produtos.
Aliás, a MS de uns tempos pra cá vêm fazendo isto também. oh oh! tiaguim: opensource te pegou! he he he
T
Thiagosc
mochuara:
Thiago, vc escreve sua lógica de negócio misturado com todo resto numa classe só (e por isso não pode compartilhar o código porque estaria liberando informações essenciais do seu produto)?
Na boa, se não for isso vc deve ser um contratado do GUJ pra inflamar as discussões no forum. Não é possível.
Esse pessoal do GUJ anda fumando uma erva. Cada comentário sem noção.
T
Thiagosc
Luca:
Olá
Sim, a Spring Source vendia e vende sistemas além de serviços. Os servidores deles sempre foram produtos pagos desde o lançamento.
Mas isto não vem ao caso porque o forte da IBM nos últimos anos tem sido a venda de serviços.
E quanto a opção por open souce ser uma estratégia de marketing, é claro que concordo plenamente. Até disse que sempre agi assim justamente por questões mercadológicas (ganhar a confiança do cliente, ter um diferencial sobre os concorrentes, aumentar o valor do meu pŕoduto, etc.)
Não, a IBM vende tecnologia. A diferença da IBM dos anos 80 para a IBM atual é que ela não mais uma empresa de hardware somente e a divisão da Software Group corresponde por quase a metade de seus lucros.
A IBM usa opensource por causa da mão de obra barata e também como uma forma de não dar poder a desenvolvedores de software, assim como a Microsoft. Assim ela não apenas consegue projetos sem financiar um tostão, mas também previne que outras empresas venham porventura desenvolver algo como o Windows.
E de fato, opensource serve mais para concentrar o poder na mão das grandes corporações e impedir que qualquer um ameaçe seus negócios do que qualquer outra coisa. A quem interessa isso? Certamente não aos profissinais da área.
T
Thiagosc
kicolobo:
ThiagoSC:
Uma empresa de tecnologia tem seu core business em desenvolvimento de tecnologia. Ela pode até fazer outras coisas, mas o principal precisa ser tecnologia. A Microsoft é um exemplo, mas qualquer empresa que comercialize um software entra nesse caso aqui.
A Spring Source não ganhava dinheiro com tecnologia, mas sim com serviços de consultoria. Seria idêntico se qualquer um aqui criasse uma empresa especializada em prestar serviços Linux, seja instalaçao ou suporte ou o que for. Assim a Spring Source existiram várias outras, como a VA Linux (que já não tem mais Linux no nome porque opensource é inviável) que fazia algo similar só que com outros pacotes de software, para assim ter uma expectativa de custear o desenvolvimento do software.
No primeiro caso a empresa tem metas de desenvolvimento produtos, com uma visão e expectativas em termos de planejamento, e no segundo caso o desenvolvimento é circunstancial, isto é, vai depender da necessidade do cliente e da disponibilidade de recursos. No primeiro caso cobra-se pela tecnologia, no segundo cobra-se pela hora do consultor ou contratos de suporte.
E antes que alguém venha com papo de “mas o cliente quer bla, bla, bla”, empresas de tecnologia geralmente trazem novidades para o mercado que o clientes não sabem que precisavam. Ninguém implorava por PCs fáceis de usar, mas a Apple foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por planilhas de cálculo, mas uma outra empresa foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por jogos de tiro em primeira pessoa, mas a Id foi lá e fez porque teve a visão. etc.
Você acabou de descrever a Spring Source como uma empresa de tecnologia (o que de fato é) tiaguim!
Sim, é ela que produz os produtos em cima dos quais tanto vende licenças (dual, open source e comerciais) e também oferece serviços.
E o mais engraçado: colocou a MS no mesmo patamar: a única diferença é que ela não está “dando de graça” (nenhuma empresa open source da de graça seus produtos, entenda isto) seus produtos.
Aliás, a MS de uns tempos pra cá vêm fazendo isto também. oh oh! tiaguim: opensource te pegou! he he he
Se a Spring Source faz dinheiro vendendo software proprietário então ela não é uma empresa opensource.
K
kicolobo
Thiagosc:
kicolobo:
ThiagoSC:
Uma empresa de tecnologia tem seu core business em desenvolvimento de tecnologia. Ela pode até fazer outras coisas, mas o principal precisa ser tecnologia. A Microsoft é um exemplo, mas qualquer empresa que comercialize um software entra nesse caso aqui.
A Spring Source não ganhava dinheiro com tecnologia, mas sim com serviços de consultoria. Seria idêntico se qualquer um aqui criasse uma empresa especializada em prestar serviços Linux, seja instalaçao ou suporte ou o que for. Assim a Spring Source existiram várias outras, como a VA Linux (que já não tem mais Linux no nome porque opensource é inviável) que fazia algo similar só que com outros pacotes de software, para assim ter uma expectativa de custear o desenvolvimento do software.
No primeiro caso a empresa tem metas de desenvolvimento produtos, com uma visão e expectativas em termos de planejamento, e no segundo caso o desenvolvimento é circunstancial, isto é, vai depender da necessidade do cliente e da disponibilidade de recursos. No primeiro caso cobra-se pela tecnologia, no segundo cobra-se pela hora do consultor ou contratos de suporte.
E antes que alguém venha com papo de “mas o cliente quer bla, bla, bla”, empresas de tecnologia geralmente trazem novidades para o mercado que o clientes não sabem que precisavam. Ninguém implorava por PCs fáceis de usar, mas a Apple foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por planilhas de cálculo, mas uma outra empresa foi lá e fez porque teve a visão. Ninguém implorava por jogos de tiro em primeira pessoa, mas a Id foi lá e fez porque teve a visão. etc.
Você acabou de descrever a Spring Source como uma empresa de tecnologia (o que de fato é) tiaguim!
Sim, é ela que produz os produtos em cima dos quais tanto vende licenças (dual, open source e comerciais) e também oferece serviços.
E o mais engraçado: colocou a MS no mesmo patamar: a única diferença é que ela não está “dando de graça” (nenhuma empresa open source da de graça seus produtos, entenda isto) seus produtos.
Aliás, a MS de uns tempos pra cá vêm fazendo isto também. oh oh! tiaguim: opensource te pegou! he he he
Se a Spring Source faz dinheiro vendendo software proprietário então ela não é uma empresa opensource.
Sim Thiago, é. Nada impede de trabalhar nas duas frentes criatura!
M
mochuara
Thiagosc:
mochuara:
Thiago, vc escreve sua lógica de negócio misturado com todo resto numa classe só (e por isso não pode compartilhar o código porque estaria liberando informações essenciais do seu produto)?
Na boa, se não for isso vc deve ser um contratado do GUJ pra inflamar as discussões no forum. Não é possível.
Esse pessoal do GUJ anda fumando uma erva. Cada comentário sem noção.
Experimenta acrescentar uma substancia no seu discurso anti-opensource porque ta precisando, agente fica esperando. rs
V
ViniGodoy
Thiago, ali, quando falei da MicroSiga, Positivo e da Southlogic, eu estava falando de empresas nacionais que tornaram seus donos ricos, ou no mínimo, muito bem remunerados. Não de Open Source ou código fechado. Você tinha argumentado de que era impossível enriquecer com software no Brasil. E essas três empresas são a prova de que sua argumentação estava errada.
Você está partindo do pressuposto que uma empresa lucra mais vendendo software, do que com a manutenção do software. O OpenSource diz o contrário. Veja bem, se você distribui seu software de graça, mais gente baixa esse mesmo software e, logo, você terá mais chances de vender o serviço de manutenção. Se seu software é distribuído para alguns milhares de pessoas, ao invés de algumas centenas, você poderá ter mais lucro do que teria, só cobrando dessas centenas. Entendeu a lógica?
Ninguém fala em OpenSource como dar software de graça. A verdade é que pouquíssimas baixam um software e vão querer ter a paciência de estuda-lo e vende-lo. Por que existe um custo em estudar o software, que geralmente não é baixo. Exige especialistas, mesmo que o código seja bem escrito e documentado. Por mais que você seja bom programador, duvido muito que você baixe o código do PostGre agora, e faça um clone dele, em menos de um ano.
No OpenSource também pode haver outro ganho. O de usuários interessados em seu software fornecerem a você correções de graça. Eu mesmo já mandei uma correção para a Sun, de uma das APIs do Java. Já abri mais de uma ocorrência para o Groovy, com detalhes técnicos de onde encontrar o problema e corrigi-lo. Quanto isso polpou para essas empresas? Se você tem como premissa um software seguro, o Open Source serve como uma excelente estratégia de marketing.
O que torna esse debate ridículo, é o pressuposto implícito que você adota de que se o modelo é Open Source, ele é necessariamente ruim. Acho que não cabe discutir se o melhor, ou pior, “no geral”. Por mim, existem dois modelos de negócios diferentes, e ambos dão mostras de sucesso e fracasso. Vai de analisar sua empresa e ver qual é o mais adequado para você. Por exemplo, não vejo nenhuma empresa de jogos de prateleira adotando o modelo Open Source. Jogos assim geralmente tem tempo de vida curta e ninguém vai vender consultoria. Já um MMO, faz sentido entrar no modelo open source, já que serviços podem ser vendidos in-game, e uma base instalada de usuários é um fator de sucesso decisivo.
Você dá exemplo de empresas de Open Source falindo, como se isso invalidasse o modelo. Pois bem, nem todas estão falindo. Da mesma forma, nem todas as empresas de código fechado estão indo super bem, e tendo lucros astronômicos. Aliás, algumas estão até mesmo… falindo! O canal de venda é um dos fatores de sucesso e fracasso de uma empresa, mas não o único (e nem necessariamente o mais importante).
Outra coisa. Acho que você deve rever seus conceitos. Só pq uma empresa adota como forma de cobrança os serviços, e se intitula “consultora”, ela não deixa de ser uma empresa de tecnologia. Aliás, ela pode continuar produzindo tecnologia, ou mesmo vender parte da tecnologia que produz no modelo fechado. Você resolveu diferenciar essas empresas por conta da opinião de uma palestra da Oracle? Francamente, palestrantes, sejam eles eminentes ou não são, acima de tudo, vendedores. O que você esperava? Que o palestrante da Oracle elogiasse os concorrentes? Ele usou um argumento de venda, e deu a entender que a concorrência não seria “fabricante de tecnologia”, e só “consultora”, o que está muito longe de ser verdade.
Finalmente, não é só no Open Source que se abre mão do canal da venda direta. O Google é um exemplo de empresa não Open Source (pelo menos, não no código da busca em si), que entretanto não cobra diretamente pelo seu produto. Ele cobra é por publicidade. Por isso ele deixa de ser uma empresa de tecnologia? Passou a ser só um outdoor? Acho que não. Uma empresa de tecnologia, como você falou, produz tecnologia e pouco importa a forma que ela a venda. Uma vez você argumentou sobre Open Source ser uma forma velada de dumping. E o que dizer de uma empresa que faz o que o Google faz? Que não só não cobra pela distribuição, como ainda não revela o código fonte?
T
Thiagosc
Eu jamais disse isso. O que eu disse foi exatamente isso aqui:
Culturalmente falando no Brasil não há perspectiva de se fazer dinheiro com tecnologia. Pode ser que haja um ou outro que pense dessa forma, mas a imensa maioria pensa em: vender serviços porque software “não dá dinheiro” ou seguir carreira acadêmica e jamais desenvolver uma linha de código sequer.
Desenvolvedor de software não é sequer uma profissão considerada viável, é esperado que quando você atinja uma certa idade mude de profissão e arranje “um emprego de verdade” assim como marketing ou vendas, e não porque você obteve sucesso e não precisa mais fazer tudo você mesmo, mas simplesmente porque trabalhar com software é ser pouca coisa além de um “macaquinho digitador”.
ViniGodoy:
Você está partindo do pressuposto que uma empresa lucra mais vendendo software, do que com a manutenção do software. O OpenSource diz o contrário. Veja bem, se você distribui seu software de graça, mais gente baixa esse mesmo software e, logo, você terá mais chances de vender o serviço de manutenção. Se seu software é distribuído para alguns milhares de pessoas, ao invés de algumas centenas, você poderá ter mais lucro do que teria, só cobrando dessas centenas. Entendeu a lógica?
Ninguém fala em OpenSource como dar software de graça. A verdade é que pouquíssimas baixam um software e vão querer ter a paciência de estuda-lo e vende-lo. Por que existe um custo em estudar o software, que geralmente não é baixo. Exige especialistas, mesmo que o código seja bem escrito e documentado. Por mais que você seja bom programador, duvido muito que você baixe o código do PostGre agora, e faça um clone dele, em menos de um ano.
Mas para que fazer um “clone” se o código todo está lá, pronto para compilar e tal. Basta usá-lo. Portanto uma empresa não precisaria ter nenhum trabalho em copiá-lo.
ViniGodoy:
Outra coisa. Acho que você deve rever seus conceitos. Só pq uma empresa adota como forma de cobrança os serviços, e se intitula “consultora”, ela não deixa de ser uma empresa de tecnologia. Aliás, ela pode continuar produzindo tecnologia, ou mesmo vender parte da tecnologia que produz no modelo fechado. Você resolveu diferenciar essas empresas por conta da opinião de uma palestra da Oracle? Francamente, palestrantes, sejam eles eminentes ou não são, acima de tudo, vendedores. O que você esperava? Que o palestrante da Oracle elogiasse os concorrentes? Ele usou um argumento de venda, e deu a entender que a concorrência não seria “fabricante de tecnologia”, e só “consultora”, o que está muito longe de ser verdade.
Deixa sim. O core business será consultoria, e logo o setor de tecnologia não terá prioridade. Todos os processos serão voltados para alocar recursos e contratar gente. É por isso que as consultorias são do jeito que são. O que elas desenvolvem? Nada. São apenas mediadores entre duas empresas. Se você desenvolve clipper ou software de nave espacial não faz diferença alguma para elas.
ViniGodoy:
Finalmente, não é só no Open Source que se abre mão do canal da venda direta. O Google é um exemplo de empresa não Open Source (pelo menos, não no código da busca em si), que entretanto não cobra diretamente pelo seu produto. Ele cobra é por publicidade. Por isso ele deixa de ser uma empresa de tecnologia? Passou a ser só um outdoor? Acho que não. Uma empresa de tecnologia, como você falou, produz tecnologia e pouco importa a forma que ela a venda. Uma vez você argumentou sobre Open Source ser uma forma velada de dumping. E o que dizer de uma empresa que faz o que o Google faz? Que não só não cobra pela distribuição, como ainda não revela o código fonte?
Sim, o Google não é uma empresa de software, mas desenvolve alguma tecnologia para o seu negócio de propaganda.
T
Thiagosc
kicolobo:
Sim Thiago, é. Nada impede de trabalhar nas duas frentes criatura!
De fato nada impede, mas ela deixa de ser uma empresa “open source”. Apelar para software proprietário como forma de se manter vivo é admitir que opensource é inviável e por isso decidiram usar o modelo tradicional.
Além do mais, dual licensing trás diversos problemas. No final das contas você ficará com dois códigos em projetos divergentes e não poderá copiar o código de um patch por exemplo para a versão opensource para a versão proprietária. Os seus clientes terão uma surpresa desagradável ao descobrirem que foram contaminados pela GPL.
V
ViniGodoy
Não, mas invariavelmente, precisará mante-lo ou adapta-lo. Ela não pode simplesmente copiar e vender o software pq, mesmo sendo OpenSource, ela pode ser processada por não violar o contrato de licença open source. Não sei se você sabe, mas só trocar o nome do software e dizer que é dela, também é crime.
Claro, por isso temos produtos de péssima qualidade como o Spring, o MySQL, o PostGres e o Linux. Poxa! Que azar o nosso!
Bom, se “alguma tecnologia” é o que o google produz, vamos torcer para existirem mais empresas de propaganda, no lugar das de software.
B
bobmoe
a evolução natural de um desenvolvedor é lider técnico. numa empresa comum, em que a evolução de todos os cargos convergem para gerente, o próprio cargo de gerente se mostra coisa de macaquinho, visto que não existe aptidão. as carreiras são paralelas, ou seja, a evolução das profissões não está em cargos administrativos, mas sim na liderança de sua própria area.
T
Thiagosc
bobmoe:
Thiagosc:
Desenvolvedor de software não é sequer uma profissão considerada viável, é esperado que quando você atinja uma certa idade mude de profissão e arranje “um emprego de verdade” assim como marketing ou vendas, e não porque você obteve sucesso e não precisa mais fazer tudo você mesmo, mas simplesmente porque trabalhar com software é ser pouca coisa além de um “macaquinho digitador”.
a evolução natural de um desenvolvedor é lider técnico. numa empresa comum, em que a evolução de todos os cargos convergem para gerente, o próprio cargo de gerente se mostra coisa de macaquinho, visto que não existe aptidão. as carreiras são paralelas, ou seja, a evolução das profissões não está em cargos administrativos, mas sim na liderança de sua própria area.
Eu sei que a profissão de gerente é coisa de macaquinho, mas não é isso que as empresas pensam. E sim, cargos administrativos são mais valorizados, e não me refiro à padaria do seu Manoel. Em empresas como a IBM entre outras é assim que funciona. Se você é técnico só vai levar bucha e se ferrar.
L
Luca
Olá
Poderia citar mais de 20 empresas que adotam este modelo inclusive uma que já citei. O que é Open Source continua sendo. Você está confundindo Open Source com licença de software. Destas mais de 20 que poderia citar, algumas realmente impõe limites ao uso do software em aplicações profissionais (exemplo: Esper). Mas os fontes são livres para que você estude.
O código é o mesmo. Muitas vezes há algumas coisas que não são abertas. Veja o Esper que é um bom exemplo disto.
A licença GPL geralmente não contamina um cliente que seja usuário final. Mas pode contaminar se ele for algum revendedor de software.
[]s
Luca
S
Schuenemann
ViniGodoy:
Ela não pode simplesmente copiar e vender o software pq, mesmo sendo OpenSource, ela pode ser processada por não violar o contrato de licença open source. Não sei se você sabe, mas só trocar o nome do software e dizer que é dela, também é crime.
Falando nisso…
Microsoft assume responsabilidade por violação da GPL
A Microsoft publicará o código da ferramenta WUDT, utilizada para gravar o sistema operacional Windows 7, baixado da internet, em um DVD ou em um pendrive. Liberará tanto o código fonte como os arquivos binários nesta semana. O incidente se deveu a um incorreto processo de revisão do código da ferramenta, que havia sido subcontratada a uma empresa terceirizada, mas que foi de fato baseado no projeto ImageMaster, licenciado sob GPLv2.
Mas sabe o que é engraçado nesse tópico?
Foi criado um para “discutir” o assunto e foi trancado. Criou-se outro e foi trancado. E agora ele conseguiu transformar um que não tinha nada a ver na mesma coisa.
L
Luca
Olá
Depois desta… dizer o quẽ… provavelmente você acha que o presidente da empresa deve ser uma ostra e a diretoria composta de amebas.
Só que eu penso ao contrário. Em uma empresa de TI ou em uma diretoria de TI, diretores, gerentes e chefes são muito importantes para o desenvolvimento. Aliás, eu costumo dizer que o diretor comercial é um dos mais importantes na equipe de desenvolvimento quando é ele que consegue fechar os contratos. Sem ele não haveria o serviço.
E eu já participei de projetos com empresas em que a diretoria e o presidente participavam ativamente nos projetos e conheciam profundamente o negócio, coisa que muito desenvolvedor bom esquece de aprender.
[]s
Luca
L
Luca
Olá
Schuenemann:
Mas sabe o que é engraçado nesse tópico?
Foi criado um para “discutir” o assunto e foi trancado. Criou-se outro e foi trancado. E agora ele conseguiu transformar um que não tinha nada a ver na mesma coisa.
E sempre com a costumeira educação e cordialidade que o notabiliza no GUJ há muitos anos.
[]s
Luca
T
Thiagosc
Luca:
Olá
Depois desta… dizer o quẽ… provavelmente você acha que o presidente da empresa deve ser uma ostra e a diretoria composta de amebas.
Só que eu penso ao contrário. Em uma empresa de TI ou em uma diretoria de TI, diretores, gerentes e chefes são muito importantes para o desenvolvimento. Aliás, eu costumo dizer que o diretor comercial é um dos mais importantes na equipe de desenvolvimento quando é ele que consegue fechar os contratos. Sem ele não haveria o serviço.
E eu já participei de projetos com empresas em que a diretoria e o presidente participavam ativamente nos projetos e conheciam profundamente o negócio, coisa que muito desenvolvedor bom esquece de aprender.
[]s
Luca
Por experiência posso afirmar que uma quantidade considerável da gerência da IBM é composta por idiotas. Mas isso se aplica a outras empresas também.
O problema dos trabalhos administrativos terem ênfase é que você ficará profissionalmente empacado na empresa se não fizer trabalho braçal. Na IBM por exemplo o único jeito que conseguir uma promoção é que fazer diversos trabalhinhos completamente inúteis que não acrescentam nada ao negócio e não requerem nenhuma espécie de talento como por exemplo: encaminhar mensagens do gerente para os “recursos” (usando a assombrosa tecnologia chamada “e-mail”); fazer reuniões inúteis sobre coisas que você ouviu em outras reuniões com o gerente para “comunicação”; preencher as mesmas informações em uma planilha de dois em dois meses geralmente contendo telefones pessoais da equipe; verificando horas cobradas por vendors, etc. Puro trabalho de macaco. Eles chamam os macacos de “pontos focais”, cuja única função é ser um peso morto para o negócio.
Infelizmente é esse tipo de energúmeno que é promovido nessas empresas. O que a empresa lucrou com isso? Qual nova propriedade intelectual ele criou? Quantos clientes ficaram satatisfeitos? NADA.
A parte do trabalho de macaco o qual achei mais engraçado era fazer apresentações de tecnologias! Sim, coisas avançadíssimas como Object Orientation, Java básico e outras porcarias que se encontram na internet.
J
javamaniaco
Gente, mas o que é isso?
Na discussão vi gente falando que a SUN teve sucesso em seu modelo de negócios, well, onde? Se tivesse, tava viva até hoje e não ai, chorando para que a Oracle seja aceita como compradora na Europa.
IBM é o que? Deve ser a lenda das três letrinhas. Acho que isso deve ter começado com o Steve Jobs, só pode. Mas se bem me lembro, a Apple já esteve na merd… e depende muito do carisma de um carinha (espero que sobreviva a queda dele, quando ocorrer). IBM não teve até hoje o mesmo problema que a Apple e a SUN. Modelos de negócios diferentes ou boas vendas?
Outro detalhe, olhar como desenvolvedor é ser bem IDIOTA. Quantos aqui tem seu modelo de negócios um sucesso, tirando os donos da Caelum? Quantos de vocês que estão ai discutindo se Open Source é X e código fechado é Y realmente estão com a vida ganha? E a pergunta de ouro: quantos de vocês realmente tem um negócio milionário?
Gente, tudo pode ser rentável ou não, dependendo do que realmente aquilo se vale. Mas, o OpenSource não está com toda essa bola não. Linux dá dinheiro pra Red Hat que, bem, tem uma gama de negócios e não somente Linux. A SpringSource já esteve com problemas, tentaram dar o código e depois fechar para PAGO os demais releases de correção. Voltaram atrás por causa da pressão da comunidade que ativamente lhes oferece apoio nas correções, mas… não sabemos se realmente está indo tão bem assim. Alguém tem o balanço da empresa?
Oracle, M$, Apple e SAP e outras são gigantes que estão nem ai pra OpenSource, estão bem vivas, ativas e …lucrativas. Eu não compro ações da Sun, mas tenho das outras sem problemas. Em épocas de crise, vemos quem é mais frágil e quem engole quem.
Resumindo, até hoje, um belo modelo de que o OpenSOurce funciona é apenas a Red Hat, que se tornou grande. Outras? Em compensação, o modelo antigo, temos quantos na lista das 50 empresas mais lucrativas do mundo?
Antes de alguém discutir aqui o que é melhor, mais fácil pegar os dois modelos e ler os balanços trimestrais e anuais de cada empresa e seu modelo e ver o que realmente é mais rentável. Depois discutir se vale a pena ou não ser OpenSource. Do contrário, é tudo estória contada pra boi dormir e que acaba sendo bacana em palestras sem fundamento financeiro, mas que não é graça quando se coloca o TODO na mesa.
K
kicolobo
Oi Thiagosc,
mais uma dúvida: cara, o que você chama de tecnologia hein?
Digo isto após ler estes seus trechos aqui:
Deixa sim. O core business será consultoria, e logo o setor de tecnologia não terá prioridade. Todos os processos serão voltados para alocar recursos e contratar gente. É por isso que as consultorias são do jeito que são. O que elas desenvolvem? Nada. São apenas mediadores entre duas empresas. Se você desenvolve clipper ou software de nave espacial não faz diferença alguma para elas.
aqui é tecnologia alimentando consultoria. Como ela não seria o foco portanto?
Porque só citou grandes empresas? Podia ter lembrado das pequenas que surgiram quase do nada e propiciaram ganhos enormes aos seus donos quando foram compradas pelas grandes. Pergunte ao ainda muito jovem Cameron Purdy, ex Tangosol, se ele se considera fracassado na vice presidência de desenvolvimento da Oracle. E porque foram compradas? Justamente por terem sido inovadoras. Será que isto é fracasso?
E dizer que a Sun é um fracasso é ignorar anos e anos de sucesso. Seria a mesma coisa dizer que a BEA foi um fracasso. Ou que o MySQL é outro fracasso. Quem dera ser um fracassado como os dirigentes destas empresas.
E nem é preciso ser um grande empresário para dialogar sobre isto. Ou será que só os políticos podem discutir política?
Continuo dizendo: o modelo open source é o melhor caminho para qualquer empresa ou empreendedor se tornar conhecido no mercado. Talvez algum garoto pense que o mundo sempre foi assim. Este modelo de primeiro dar para no futuro obter vantagens não acontecia antigamente. Pelo contrário, tudo era fechado, se quiser saber como era, tinha que comprar. E as informações técnicas, quando trocadas em algum congresso fechado, eram passadas a conta gotas porque o povo morria de medo da concorrência.
[]s
Luca
J
javamaniaco
Pra mim Luca, sucesso é algo que se torna duradouro por um longo período. A Sun teve seu sucesso em um curto espaço de tempo, era tão frágil que na primeira bolha, estourou. Quanto tempo tem a Microsoft? A Oracle? Será que se a Google não tivesse o ponto de apoio em seu modelo de negócios de busca seria tão grande assim? Onde está mesmo concentrada sua renda?
Não é porque compram empresas inovadoras que as OpenSources são sucesso em absoluto. Quantos conflitos estão passando quanto ao MySQL? Ela (a empresa) valeu 1 bilhão ou foi um fracasso sua avaliação? A Sun deve estar até hoje pensando onde errou.
A BEA não é OpenSource em seus produtos mais usados. A menos que eu tenha ficado cego e tenha visto código fonte onde não tem.
E sim, precisa ver balanços dessas empresas Open para saber se o negócio é rentável e se, em uma política mais agressiva, visando a demanda futura, teriam espaço para se expandirem. Não adianta achar que durar 5, 6 anos de brilho é algo fantástico. É preciso mais que isso.
Outra coisa, concordo com o que já disseram, programar não é algo que seja algo obscuro de se fazer. Deu o código fonte, vai com certeza ficar de fora na hora de dar suporte em muitas vezes. A menos que tenha usado uma linguagem pouco conhecida e realmente tenha meia dúzia de gatos pingados que saibam mexer.
K
kicolobo
javamaniaco:
Pra mim Luca, sucesso é algo que se torna duradouro por um longo período. A Sun teve seu sucesso em um curto espaço de tempo, era tão frágil que na primeira bolha, estourou. Quanto tempo tem a Microsoft? A Oracle? Será que se a Google não tivesse o ponto de apoio em seu modelo de negócios de busca seria tão grande assim? Onde está mesmo concentrada sua renda?
Não é porque compram empresas inovadoras que as OpenSources são sucesso em absoluto. Quantos conflitos estão passando quanto ao MySQL? Ela (a empresa) valeu 1 bilhão ou foi um fracasso sua avaliação? A Sun deve estar até hoje pensando onde errou.
A BEA não é OpenSource em seus produtos mais usados. A menos que eu tenha ficado cego e tenha visto código fonte onde não tem.
E sim, precisa ver balanços dessas empresas Open para saber se o negócio é rentável e se, em uma política mais agressiva, visando a demanda futura, teriam espaço para se expandirem. Não adianta achar que durar 5, 6 anos de brilho é algo fantástico. É preciso mais que isso.
Outra coisa, concordo com o que já disseram, programar não é algo que seja algo obscuro de se fazer. Deu o código fonte, vai com certeza ficar de fora na hora de dar suporte em muitas vezes. A menos que tenha usado uma linguagem pouco conhecida e realmente tenha meia dúzia de gatos pingados que saibam mexer.
Eu concordo com você javamaniaco. No entanto, a esmagadora maioria das empresas que você citou tem anos de estrada, e já eram grandes antes do boom do opensource. E, como pode ser visto, mesmo estes monstrões estão aderindo ao opensource como forma viável de arrecadação de serviços e produtos.
Realmente: fazer dinheiro com opensource é difícil (e com código fechado tanto quanto), mas para o cara pequeno (vide 99,9999% dos usuários do GUJ), é a forma mais viável de aparecer no mercado, não resta dúvidas com relação a isto.
Neste contexto, sinceramente, raciocínios do tipo “vão roubar meu código”, “vão pegar meus clientes” é no mínimo arrogância.
A pergunta que faço para estes caras (e a mim mesmo) é: você é tão grande assim pra que os outros se interessem em roubar suas idéias? Acho que falta aos pequenos (de novo, nós) a consciência do próprio tamanho e, ainda mais importante: saber tirar proveito deste fato neste aspecto.
Estar sob o radar não é tão ruim quanto parece. Na realidade, muitas vezes é melhor do que a evidência.
L
Luca
Olá
É neste longo período que está nossa discordância. Para mim a Sun fez um enorme sucesso desde que lançou a primeira estação gráfica. Já a conhecia como grande empresa muito antes do Java. Lembro dos tempos em que trabalhei com CAD e as estações da Sun foram avaliadas como opção. A Sun foi fundada em 1982. Não é a toa que o Scott McNeally ficou milionário depois de ser um dos CEOs que ficou mais tempo na direção de uma grande empresa (22 anos). Quando o Java foi lançado, a Sun já era uma empresa bem conhecida. Muito tempo depois de lançado o Java, a Sun passou a ganhar menos com hardware do que com software.
Citei a BEA não como exemplo de Open Source mas como exemplo de empresa que lucrou sendo vendida. Foi dito aqui que isto não servia como exemplo de sucesso no open source.
Quem acha que ter o código fonte significa algum poder, experimente fuçar qualquer projetinho Open Source e perceba o tempo que perderá até conhecer o mesmo que quem fez. Só uma empresa gerida por loucos pagaria o tempo de estudo de uma outra equipe de desenvolvimento a menos que tenha brigado seriamente com quem desenvolveu. Já vi isto acontecer mas no fim jogaram os fontes fora e preferiram fazer tudo de novo. Como no meu caso nunca briguei com as empresas que entreguei o código fonte, sempre fui chamado para a manutenção.
[]s
Luca
B
bobmoe
Thiagosc:
bobmoe:
Thiagosc:
Desenvolvedor de software não é sequer uma profissão considerada viável, é esperado que quando você atinja uma certa idade mude de profissão e arranje “um emprego de verdade” assim como marketing ou vendas, e não porque você obteve sucesso e não precisa mais fazer tudo você mesmo, mas simplesmente porque trabalhar com software é ser pouca coisa além de um “macaquinho digitador”.
a evolução natural de um desenvolvedor é lider técnico. numa empresa comum, em que a evolução de todos os cargos convergem para gerente, o próprio cargo de gerente se mostra coisa de macaquinho, visto que não existe aptidão. as carreiras são paralelas, ou seja, a evolução das profissões não está em cargos administrativos, mas sim na liderança de sua própria area.
Eu sei que a profissão de gerente é coisa de macaquinho, mas não é isso que as empresas pensam. E sim, cargos administrativos são mais valorizados, e não me refiro à padaria do seu Manoel. Em empresas como a IBM entre outras é assim que funciona. Se você é técnico só vai levar bucha e se ferrar.
ei… eu não disse que ser gerente é coisa de macaquinho, mas que isso acontece em empresas onde o único caminho para crescer é um cargo exclusivamente administrativo.
e outra: não sei pq tanto pessimismo! assim como existem centanas de cargos na ibm existem outras milhares de pequenas empresas trabalhando com qualidade.
M
mochuara
haha, agora deu até saudade do Marcio Duran!
A
AUser
mochuara:
Thiagosc:
Sim, o Google não é uma empresa de software, mas desenvolve alguma tecnologia para o seu negócio de propaganda.
haha, agora deu até saudade do Marcio Duran!
Eu concordo com o colega. O google não é uma empresa de software. Software é apenas a ferramenta de trabalho dele. Mas google nunca foi uma empresa de software.
Agora, voltemos a pergunta inicial do colega, quem nem sequer envolvia o Open Source.
Deve-se cobrar mais por disponibilizar o código fonte? Muitas empresas tem essa mentalidade e, desde que comecei a fazer estágio, achei pequena. Primeiro, porque é o cliente que está pagando pelo software. Absolutamente todas as linhas de código foram pagas por ele, então, não vejo porque ele não deva ser o detentor delas. Cobrar por isso seria o mesmo que uma concessionária me vender um carro e, caso eu não pague um valor exorbitantemente mais caro, eu não possa abrir o capô.
Segundo, por que não se deve negar a ninguém o direito de escolha. Você pode dar garantias, e dizer que ele as perderá caso opte por fazer uma manutenção com outra pessoa no meio do caminho, mas não deve negar a ele o direito de fazer isso. O dinheiro é dele, a empresa é dele e, se ele quiser ser um péssimo administrador, problema dele.
Terceiro, por que se você fizer um bom trabalho, você não só será contratado novamente para outros projetos, como também recomendado para os amigos dele. E, aliás, o fato do seu sistema ser aberto, e ele ter podido integrar coisas com os programadores dele no SAP, ou qualquer outro sistema gerencial interno, sem ter que recorrer a você, vai contar pontos nesse quesito. Não tem nada mais irritante à um cliente do que ele sentir que foi enganado, e que agora você está obtendo dinheiro dele simplesmente por ele não tem escolha. Você vai passar da empresa legal que desenvolveu um bom software, para o carrasco, o algoz, chupador do dinheiro dele. A cada erro encontrado, ou cada nova integração necessária, ele vai questionar se foi proposital ou não. Por outro lado, não tem argumento de venda melhor do que os programadores do seu próprio cliente dizerem para ele: “Contrate aquele pessoal de novo, o sistema que eles nos integraram é muito bom.”
M
mochuara
Isso é o mesmo que dizer que o flamengo não é um clube de futebol, apenas uma ferramenta para enriquecer seus dirigentes e principais jogadores.
B
bobmoe
AUser:
mochuara:
Thiagosc:
Sim, o Google não é uma empresa de software, mas desenvolve alguma tecnologia para o seu negócio de propaganda.
haha, agora deu até saudade do Marcio Duran!
Eu concordo com o colega. O google não é uma empresa de software. Software é apenas a ferramenta de trabalho dele. Mas google nunca foi uma empresa de software.
PS: Haja humildade hein rei Mochuara?
produtos como android, o chrome e SketchUp e o próprio sistema operacional que está pra sair tornam uma empresa de software sim.
V
ViniGodoy
Sem falar da própria ferramenta que deu nome a empresa. E que simplesmente revolucionou a busca na internet.
V
ViniGodoy
Vamos evitar partir pra ataques, pessoais, ok? Isso não enriquece em nada a discussão.
B
bobmoe
Sem falar da própria ferramenta que deu nome a empresa. E que simplesmente revolucionou a busca na internet.
é verdade, mas citei esses pois tem mais a cara de produto.
Agora, voltemos a pergunta inicial do colega, quem nem sequer envolvia o Open Source.
Deve-se cobrar mais por disponibilizar o código fonte? Muitas empresas tem essa mentalidade e, desde que comecei a fazer estágio, achei pequena. Primeiro, porque é o cliente que está pagando pelo software. Absolutamente todas as linhas de código foram pagas por ele, então, não vejo porque ele não deva ser o detentor delas. Cobrar por isso seria o mesmo que uma concessionária me vender um carro e, caso eu não pague um valor exorbitantemente mais caro, eu não possa abrir o capô.
Segundo, por que não se deve negar a ninguém o direito de escolha. Você pode dar garantias, e dizer que ele as perderá caso opte por fazer uma manutenção com outra pessoa no meio do caminho, mas não deve negar a ele o direito de fazer isso. O dinheiro é dele, a empresa é dele e, se ele quiser ser um péssimo administrador, problema dele.
Terceiro, por que se você fizer um bom trabalho, você não só será contratado novamente para outros projetos, como também recomendado para os amigos dele. E, aliás, o fato do seu sistema ser aberto, e ele ter podido integrar coisas com os programadores dele no SAP, ou qualquer outro sistema gerencial interno, sem ter que recorrer a você, vai contar pontos nesse quesito. Não tem nada mais irritante à um cliente do que ele sentir que foi enganado, e que agora você está obtendo dinheiro dele simplesmente por ele não tem escolha. Você vai passar da empresa legal que desenvolveu um bom software, para o carrasco, o algoz, chupador do dinheiro dele. A cada erro encontrado, ou cada nova integração necessária, ele vai questionar se foi proposital ou não. Por outro lado, não tem argumento de venda melhor do que os programadores do seu próprio cliente dizerem para ele: “Contrate aquele pessoal de novo, o sistema que eles nos integraram é muito bom.”
Quase chorei quando li o post do viny ehehhe.
Realmente disse muito coisa. Hoje em dia uma empresa é composta por diversos sistemas, não existe somente o seu software, pode não ser nem na empresa, pode ser o software da empresa de contabilidade, sei lá. E pelo que percebo a maioria dos clientes, não tem intenção de contratar outra pessoa para dar manutenção em um sistema construido por outra empresa.
normalmente o cliente quer ver o software não as linhas de código.
[]'s
A
AUser
Depende de quem analisa. Acho sim que é uma empresa de propaganda que usa softwares, a empresa é definida por onde vem a receita. E além disso, é uma forma de publicidade própria os softwares que lançam. Usar o chrome é referenciar ao google.
V
ViniGodoy
Em que departamento financeiro você trabalha?
Uma empresa é definida pela visão que os administradores tem do negócio.
“A missão do Google é organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal.” (fonte Google Corporate).
Veja também outra coisa: O Google continua a pensar em maneiras de melhorar a tecnologia por meio das formas existentes de fazer negócios. Novas áreas são exploradas, novos protótipos de idéias são criados e serviços são gerados para torná-los mais úteis para anunciantes e editores. Entretanto, não importa o quão distante o modelo comercial do Google esteja de suas origens, a raiz permanece fornecendo informações úteis e relevantes para aqueles que são a parte mais importante do ecossistema ? os milhões de pessoas pelo mundo que confiam na pesquisa do Google para fornecer as respostas que estão buscando.
Ou seja, o google é uma empresa que lida com informação. Com a visão e objetivo de torna-la acessível. E faz isso através da tecnologia. Não é a toa que nossa área é chamada de Tecnologia da Informação.
Y
YvGa
Por essa definicao podemos dizer que as emissoras de televisao nao sao empresas de entretenimento, mas empresas de propaganda?
Sera que a empresa é definida por onde vem a receita ou pelo qual servico presta?
K
kicolobo
se for seguir para este lado, caimos no relativismo total.
V
ViniGodoy
Tá aí, alguém que comprova o que diz.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Tá aí, alguém que comprova o que diz.
Já começou a beber assim tão cedo? Cuidado, cachaça mata.
A
AUser
Vamos evitar partir pra ataques, pessoais, ok? Isso não enriquece em nada a discussão.
Acho isso no mínimo, hipocrisia.
V
ViniGodoy
Por que está me chamando de bêbado?
Já avisei que agressões pessoais não enriquecem sua linha de argumentação.
Para sua informação, nem cerveja eu bebo.
V
ViniGodoy
Vamos evitar partir pra ataques, pessoais, ok? Isso não enriquece em nada a discussão.
Acho isso no mínimo, hipocrisia.
O que é hipocrisia? Em que ataques pessoais enriquecem a argumentação?
A
AUser
A hipocrisia é você falar isso sobre o meu comentário e atacar o Thiagosc. Não estou defendendo-o, mas fui contra a sua atitude que, mesmo sendo um moderador atacou o membro do tópico.
Mesmo sendo sutil, você sabe que foi um ataque pessoal.
V
ViniGodoy
Estou mostrando os argumentos contraditórios dele mesmo. Quer outro exemplo?
Ele usou depois em vários posts a diferença entre “serviços e tecnologia” baseado nessa declaração. E que essa era uma decisão acertada.
Poucos posts depois…
T
Thiagosc
bobmoe:
Thiagosc:
bobmoe:
Thiagosc:
Desenvolvedor de software não é sequer uma profissão considerada viável, é esperado que quando você atinja uma certa idade mude de profissão e arranje “um emprego de verdade” assim como marketing ou vendas, e não porque você obteve sucesso e não precisa mais fazer tudo você mesmo, mas simplesmente porque trabalhar com software é ser pouca coisa além de um “macaquinho digitador”.
a evolução natural de um desenvolvedor é lider técnico. numa empresa comum, em que a evolução de todos os cargos convergem para gerente, o próprio cargo de gerente se mostra coisa de macaquinho, visto que não existe aptidão. as carreiras são paralelas, ou seja, a evolução das profissões não está em cargos administrativos, mas sim na liderança de sua própria area.
Eu sei que a profissão de gerente é coisa de macaquinho, mas não é isso que as empresas pensam. E sim, cargos administrativos são mais valorizados, e não me refiro à padaria do seu Manoel. Em empresas como a IBM entre outras é assim que funciona. Se você é técnico só vai levar bucha e se ferrar.
ei… eu não disse que ser gerente é coisa de macaquinho, mas que isso acontece em empresas onde o único caminho para crescer é um cargo exclusivamente administrativo.
e outra: não sei pq tanto pessimismo! assim como existem centanas de cargos na ibm existem outras milhares de pequenas empresas trabalhando com qualidade.
O que descrevi sobre a IBM é o que um gerente me contou e não minha interpretação. Os gerentes da IBM pensam exatamente daquela forma e departamentos inteiros funcionam daquela forma macaquita.
T
Thiagosc
Por que está me chamando de bêbado?
Já avisei que agressões pessoais não enriquecem sua linha de argumentação.
Para sua informação, nem cerveja eu bebo.
É porque o que você disse não faz sentido. Não há nenhuma relação de causalidade entre uma coisa e outra e não há paralelos possíveis de serem traçados.
V
ViniGodoy
Então me diga. Como argumentar com alguém que diz que o problema de Ciência da Computação é que ninguém tem noção de negócios, e logo em seguida diz “Eu fiz Ciência da Computação”? Com essa linha de raciocínio, ele simplesmente invalidou todos os argumentos, inclusive os dele mesmo.
E, que ao defender ferrenhamente a posição de alguém da IBM, com base num alinhamento traçado pela diretoria (tenha sido isso dito por um funcionário ou não) e logo em seguida diz que a diretoria dela é formada por idiotas?
E claro, ao mostrar a contradição na linha de argumentação, esse alguém partiu para agressão verbal, pura e simples?
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Estou mostrando os argumentos contraditórios dele mesmo. Quer outro exemplo?
Ele usou depois em vários posts a diferença entre “serviços e tecnologia” baseado nessa declaração. E que essa era uma decisão acertada.
Poucos posts depois…
O que uma coisa tem a ver com a outra? Sim, o funcionário estava descrevendo a IBM e como ela produz tecnologia. No segundo case foi um gerente (uma pessoa completamente diferente do primeiro caso) que me disse como as coisas funcionam por lá.
Qual é a contradição? Depois que eu digo que o pessoal fuma ou bebe ficam nervosos.
Você já no outro texto sequer leu a minha resposta e ficou afirmando que eu disse que era impossível de ganhar dinheiro com tecnologia no Brasil. Leia mais atentamente.
V
ViniGodoy
O que uma coisa tem a ver com a outra? O funcionário descreve um alinhamento dado por quem? Por ele mesmo? Quem decide que a IBM vende tecnologia? Os funcionários?
Ou será que é a gerência de amebas? Poxa, mas se é uma decisão de amebas, pq defende-la?
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Então me diga. Como argumentar com alguém que diz que o problema de Ciência da Computação é que ninguém tem noção de negócios, e logo em seguida diz “Eu fiz Ciência da Computação”? Com essa linha de raciocínio, ele simplesmente invalidou todos os argumentos, inclusive os dele mesmo.
E, que ao defender ferrenhamente a posição de alguém da IBM, com base num alinhamento traçado pela diretoria (tenha sido isso dito por um funcionário ou não) e logo em seguida diz que a diretoria dela é formada por idiotas?
E claro, ao mostrar a contradição na linha de argumentação, esse alguém partiu para agressão verbal, pura e simples?
Bom, como você que eu não aprendi mais tarde sobre negócios? Que viagem a sua. Quando eu saí da faculdade realmente não sabia nada sobre negócios e o que pude aprender foi depois.
Não estou defendendo ninguém da IBM, apenas repassei o que pude presenciar. Um funcionário não-gerente responsável por fazer uma apresentação sobre a IBM foi categórico ao afirmar que a IBM é uma empresa de tecnologia, mas se você duvida o problema é seu. Um gerente me contou como as coisas funcionam por lá.
O que uma coisa tem a ver com a outra? Como o que um diz contradiz o que o outro diz?
T
Thiagosc
ViniGodoy:
O que uma coisa tem a ver com a outra? O funcionário descreve um alinhamento dado por quem? Por ele mesmo? Quem decide que a IBM vende tecnologia? Os funcionários?
Ou será que é a gerência de amebas? Poxa, mas se é uma decisão de amebas, pq defende-la?
Ele estava explicando a história da IBM e as áreas em que ela atua, e suas conclusões são baseadas em termos de lucros, onde atualmente uma boa parte vem tanto de hardware quanto de software. Que “alinhamento” é necessário para isso?
E sim, os gerentes da IBM são umas amebas.
V
ViniGodoy
Bem, essa discussão já perdeu até a lógica. Entre agressões verbais e argumentos contraditórios, não se pode concluir nada. É por isso que me retiro.
Se alguém que não defende o Open Source quiser discutir de maneira civilizada, e com argumentação coerente, esteja à vontade para entrar em contato.
T
tivrfoa
Não sei da onde que esse pessoal tirou que se vc não entrega o código-fonte é porque o código é ruim. Que coisa sem noção.
Outra coisa sem noção é achar que ninguém é capaz de trabalhar no seu código, seje o código muito bom ou muito ruim.
Por isso acho que se vc entrega o código-fonte, o preço deve ser maior. Eu gosto de umas linguagens interpretadas, mas não tem como negar que isso é um grande drawback.
jcneto:
[Off]
Pessoal,
Querem um conselho, não percam seu tempo discutindo com o Thiagosc
Se vcs olharem os tópicos que ele já criou boa parte é totalmente tendenciosa e só visa gerar Flames
Que coisa ridícula. Não sei como uma coisa dessas é permitida aqui no fórum. Bem, acho que não deveria me impressionar, se aqui até mesmo o moderador chama o outro de ignorante. Você não quer responder uma pessoa, então fica na sua, mas não falte respeito com ela. Ele pode estar errado, mas apontou vários pontos importantes.
Obrigado pelo link!
J
jc_neto
tivrfoa:
Não sei da onde que esse pessoal tirou que se vc não entrega o código-fonte é porque o código é ruim. Que coisa sem noção.
Outra coisa sem noção é achar que ninguém é capaz de trabalhar no seu código, seje o código muito bom ou muito ruim.
Por isso acho que se vc entrega o código-fonte, o preço deve ser maior. Eu gosto de umas linguagens interpretadas, mas não tem como negar que isso é um grande drawback.
jcneto:
[Off]
Pessoal,
Querem um conselho, não percam seu tempo discutindo com o Thiagosc
Se vcs olharem os tópicos que ele já criou boa parte é totalmente tendenciosa e só visa gerar Flames
Que coisa ridícula. Não sei como uma coisa dessas é permitida aqui no fórum. Bem, acho que não deveria me impressionar, se aqui até mesmo o moderador chama o outro de ignorante. Você não quer responder uma pessoa, então fica na sua, mas não falte respeito com ela. Ele pode estar errado, mas apontou vários pontos importantes.
Obrigado pelo link!
Não faltei com respeito, apenas apresentei os fatos e dei um conselho. Não gostou, não siga e pronto.
M
mochuara
tivrfoa:
Por isso acho que se vc entrega o código-fonte, o preço deve ser maior. Eu gosto de umas linguagens interpretadas, mas não tem como negar que isso é um grande drawback.
O cara fala isso depois abre o Netbeans pra editar XML. :lol:
A
Alessandro_Lazarotti
É porque não funciona. Opensource não é um modelo de negócios viável.
É verdade mesmo que vc acredita nisso? Diga isso pra empresa que trabalho …
T
Thiagosc
marcosalex:
Alessandro Lazarotti:
Thiagosc:
É porque não funciona. Opensource não é um modelo de negócios viável.
É verdade mesmo que vc acredita nisso? Diga isso pra empresa que trabalho …
E pra Red Hat, Novell, Google, Nokia, IBM e tantas outras que tem uma divisão Open Source lucrativas. heheheh
O dia que você ficar bilhonário na sua teoria a gente conversa. :lol:
Parem que usar IBM, Novell, etc, porque elas fazem dinheiro de n maneiras. A IBM só usa opensource como forma de mão de obra barata e como uma forma de fazer frente a Microsoft sem precisar investir muito, mas se garante em patentes, hardware e softwares proprietários.
T
Thiagosc
marcosalex:
Thiagosc:
Parem que usar IBM, Novell, etc,
mimimi
E uma delas é serviço agregado ao Open Source
Errado, a grande maioria das patentes da IBM são liberadas para projetos open source. E ela ganha dinheiro com isso.
As patentes da IBM são um campo minado para ela poder processar quem ela quiser. Desde quando a IBM foi boazinha? Sempre foram FDPs e continuam sendo FDPs. Ela produz tecnologia proprietária e ganha dinheiro com isso.
K
kicolobo
marcosalex:
Thiagosc:
As patentes da IBM são um campo minado para ela poder processar quem ela quiser. Desde quando a IBM foi boazinha? Sempre foram FDPs e continuam sendo FDPs. Ela produz tecnologia proprietária e ganha dinheiro com isso.
Ela liberou as patentes para qualquer projeto open source, em que ponto você não entendeu?
E por que você acha que ganhar dinheiro, seja com software proprietário ou livre é errado ou é “não ser boazinha”?
É que existe uma certa “inércia evolutiva” que atinge algumas pessoas, cujo raciocínio ainda é aquele da idade média, no qual “mais fácil é um camelo passar por um buraco de agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.
Sabe como é: apenas uns 500 anos de atraso social/intelectual/cultural.
T
Thiagosc
marcosalex:
Thiagosc:
As patentes da IBM são um campo minado para ela poder processar quem ela quiser. Desde quando a IBM foi boazinha? Sempre foram FDPs e continuam sendo FDPs. Ela produz tecnologia proprietária e ganha dinheiro com isso.
Ela liberou as patentes para qualquer projeto open source, em que ponto você não entendeu?
E por que você acha que ganhar dinheiro, seja com software proprietário ou livre é errado ou é “não ser boazinha”?
Era só o que faltava. A turma do “software grátis”, que acha errado desenvolvedor cobrar pelo seu trabalho, está tentando me enquadrar como um “anti-capitalista”.
Releia a minha mensagem e interprete o texto corretamente. A IBM é o que sempre foi, uma corporação monopolista que não está nem aí para ninguém, tampouco qualquer coisa opensource. Tudo o que ela faz visa destruir alguém, portanto por que citam-na como exemplo de “sucesso” opensource? A única coisa que ela consegue promovendo o software gratuito é garantindo que nenhuma empresa de software possa surgir para ameaçá-la, enquanto usa a massa opensource como forma de mão de obra barata.
T
Thiagosc
marcosalex:
Thiagosc:
Era só o que faltava. A turma do “software grátis”, que acha errado desenvolvedor cobrar pelo seu trabalho, está tentando me enquadrar como um “anti-capitalista”.
“Quando os argumentos acabam, as ofencas começam”
Onde está a ofensa? É apenas um fato. Vocês defendem que desenvolvedores não cobrem pelo seu trabalho, não é verdade?
marcosalex:
Os investimentos anuais em OpenSource da IBM são mais de 1 bilhão. Se isso é não estar nem aí, a pouca credibilidade que seus argumentos ainda tinham foram pro espaço. A IBM simplesmente visa o lucro e não é melhor nem pior que qualquer outra empresa. Só não sei qual mercado de software ela tem monopólio hoje em dia, poderia citar?
Pára de falar besteira. A área de software da IBM lucra com os WebSpheres, Rational da vida. O opensource serve apenas para vender mainframe e outras coisas que não trazem lucro para ela, como por exemplo o Lotus Symphony.
marcosalex:
Ela lucra com software e hardware priprietários, não com opensource. Aprenda a diferença. A única diferença da IBM de 1980 e de hoje é que hoje em dia ela vende software e seus salários são muito mais baixos, apenas isso.
G
gomesrod
Cheguei a uma modesta conclusão: este tópico está uma bagunça porque tem muitos assuntos sendo discutidos ao mesmo tempo! E ainda por cima com os argumentos entrelaçados como se fossem uma coisa só.
Eu já consegui identificar pelo menos três discussões que deveriam estar em tópicos separados. Talvez vocês até consigam encontrar mais:
É possível uma empresa de software ter lucro sem cobrar pelo seu software? Grátis != código aberto
É vantajoso para uma empresa de software entregar para os clientes o código-fonte? Código aberto != grátis
O que ganha um desenvolvedor que fornece sua mão-de-obra para um projeto Open Source? Em se tratando das PESSOAS a discussão é totalmente diferente das empresas: exploração de mão-de-obra grátis ou vitrine para empregos atraentes?
P
pinto
Open source é para mim um absurdo incompreensível, pois, em sua essência, sustenta-se através da mais abominável atitude que se pode cometer: trabalhar de graça.
Nada justifica trabalhar sem remuneração. Nem por um minuto.
Alguem está lucrando com o seu trabalho, você tem direito inquestionável à sua parte do bolo.
Muitos já disseram aqui que estão apenas desenvolvendo ou aperfeiçoando as suas ferramentas de trabalho.
Isto até é válido para empreendedores.
Ora, mas 99% dos profissionais de TI são empregados.
Não tem os empregadores a obrigação de disponibilizar as ferramentas necessárias para o trabalho dos seus empregados?
Todos nós trabalhamos para nos sustentarmos. Gostamos do que fazemos, mas trabalhamos pelo dinheiro.
Então, você trabalha oito ou mais horas por dia no seu emprego, e depois, em casa, mais várias horas de graça para um projeto open source.
E para que?
Só para poder dizer que está combatendo a Microsoft, o demônio em forma de empresa?
Para se fantasiar de super-herói colando no carro um adesivo escrito “lnx”?
Eu uso a mesma licença OEM do Windows XP há cinco anos.
O custo desta licença justificaria perder minhas preciosas horas de lazer e convívio com minha família para desenvolver meu próprio SO?
É óbvio que não!
Nenhum profissional fabrica suas próprias ferramentas.
Por que o informata teria que fazê-lo?
Isso tudo tem cheiro de manipulação.
Cheiro de lavagem cerebral.
Fedor putrefato de comunismo.
“Open-sourcers”, vão para Cuba.
Vão capinar a sua própria horta, fazer as suas próprias roupas.
Vão para o litoral da Flórida, esperem por uma balsa de imigrantes ilegais cubanos fugindo desesperadamente dos irmãos Castro, e remem de volta.
Eu agradeço.
M
mochuara
Ou deixem de ser empregados e virem empreendedores. Se vc não tem um produto que pode ser beneficiado pelo trabalho com opensource esta perdendo seu tempo. Eu sei que é triste um programador ouvir isso, mas ninguém da a mínima para o seu código, por mais que vc ache maravilhoso e tenha tomado tanto tempo e estudo para escreve-lo.
F
Felagund
Desde quando Open Source = Trabalhar de Graça?
Vocês estão se entoxicando com alguma droga que está afetando a cabeça de vocês?
Não existe problema algum em fazer um software e vende-lo, sem liberar seu código fonte, como também não existe problema em vender o software com o codigo fonte e cobrar (ou não) a mais por isso.
Porém algumas pessoas tem a visão tapada quando ao assunto de “open source”.
Quem que trabalha para não obter nada? muitas vezes o que as pessoas querem não é dinheiro, mas conhecimento e auxilio para seus problemas.
Muitas empresas ganham mais com propaganda, serviços, customizações.
Exemplificando:
Meu sistema é generico e open source, se quiser contratar o suporte custa tanto a mensalidade por tantas horas de suporte.
A customização do sistema (torna-lo mais compativel com o negocio do cliente, ou seja a versão se torna dele) custaria mais tanto.
Aonde que está o trabalhar de graça nesse modelo de negocios?
Abram suas mentes, vcs não estão mais nos primordios da internet, nem na epoca onde uma empresa domina tudo e faz o que bem entede.
T
Thiagosc
mochuara:
pinto:
“Open-sourcers”, vão para Cuba.
Ou deixem de ser empregados e virem empreendedores. Se vc não tem um produto que pode ser beneficiado pelo trabalho com opensource esta perdendo seu tempo. Eu sei que é triste um programador ouvir isso, mas ninguém da a mínima para o seu código, por mais que vc ache maravilhoso e tenha tomado tanto tempo e estudo para escreve-lo.
As conclusões ilógicas que você tira conseguem desvirtuar qualquer thread. Pare de tentar sair pela tangente com seus posts e dê respostas diretas.
1- Se ninguém dá a mínima para o código então porque alguns insistem que ele precisa ser “aberto”?
2- O problema são as milhares de horas de trabalho não remunerado. E isso não tem a ver com código ou com programação, mas qualquer pessoa de qualquer profissão deve ser remunerada pelo seu trabalho, principalmente se o seu trabalho é usado por outras empresas para obter lucro.
T
Thiagosc
Pessoas que são milionárias ou moram na casa dos pais e não tem contas para pagar.
Felagund:
Muitas empresas ganham mais com propaganda, serviços, customizações.
As únicas empresas que lucram com opensource são empresas que não de software.
Opensource é a destruição da indústria de software.
F
Felagund
Pessoas que são milionárias ou moram na casa dos pais e não tem contas para pagar.
Felagund:
Muitas empresas ganham mais com propaganda, serviços, customizações.
As únicas empresas que lucram com opensource são empresas que não de software.
Opensource é a destruição da indústria de software.
Eu gosto de escrever alguns codigos open source, e sou eu quem pago as minhas contas.
Empresas que não são de software como o Google?
Seus argumentos estão ficando escassos e com pouco sentido, agora vai me dizer que a Red Hat tbm não é uma empresa de Software, o JBoss tbm não.
Acorde!
K
kicolobo
Thiagosc:
Ela lucra com software e hardware priprietários, não com opensource. Aprenda a diferença. A única diferença da IBM de 1980 e de hoje é que hoje em dia ela vende software e seus salários são muito mais baixos, apenas isso.
Incrível como em um mesmo post o cara consegue se contradizer, he h ehe
M
mochuara
Thiagosc:
mochuara:
pinto:
“Open-sourcers”, vão para Cuba.
Ou deixem de ser empregados e virem empreendedores. Se vc não tem um produto que pode ser beneficiado pelo trabalho com opensource esta perdendo seu tempo. Eu sei que é triste um programador ouvir isso, mas ninguém da a mínima para o seu código, por mais que vc ache maravilhoso e tenha tomado tanto tempo e estudo para escreve-lo.
As conclusões ilógicas que você tira conseguem desvirtuar qualquer thread. Pare de tentar sair pela tangente com seus posts e dê respostas diretas.
1- Se ninguém dá a mínima para o código então porque alguns insistem que ele precisa ser “aberto”?
2- O problema são as milhares de horas de trabalho não remunerado. E isso não tem a ver com código ou com programação, mas qualquer pessoa de qualquer profissão deve ser remunerada pelo seu trabalho, principalmente se o seu trabalho é usado por outras empresas para obter lucro.
Fica parecendo que vc tem uma base de fãs instalada (desculpe não achei termo melhor) mas esta encontrando dificuldade para converte-los para clientes. Se for isto eu diria que vc não esta tao mal quanto aparenta afinal já possui usuários, tem gente que faria coisas horríveis pra conseguir alguns desses para o seu novo projeto <coloque aqui a descrição do novo projeto que vai revolucionar a forma de fazer X na web>.
Caso queira ir além do que ficar lamentando num fórum como um adoslecente que nunca tera o marketing e monopólios que a IBM teve uma dica é procurar um bom especialista de domínio na área e tentar identificar com os atuais usuários funcionalidades que possam interessar nas próximas versões (particularmente, acho iterar a melhor parte!) ou tentar novos mercados e usuários. Como falei anteriormente, se vc não tem um produto ou serviço a oferecer dificilmente o modelo de negócio baseado em opensource sozinho vai se sustentar.
V
ViniGodoy
E de onde vem a remuneração antes da primeira versão do software? Mesmo no modelo pago, o cliente não paga antes do software estar pronto! Nesse sentido, vale pro Open Source, e para o não open source também. Haverá remuneração pelo trabalho numa empresa que trabalhe com o modelo open source, ou numa que não trabalhe. Para ambos os casos, será necessário um investidor, alguém com capital para bancar a equipe.
Depois do software na prateleira, não haverá garantia de venda. Isso é uma coisa que o marketing e o setor de vendas terão que providenciar. Se você faz parte de uma empresa desconhecida, será ainda mais difícil convencer seu cliente a pagar o valor que o software vale. Software, não é barato. Mesmo após a primeira venda, o software pode não se pagar. Nesse caso, você teria que conseguir a escala adequada. Sem isso, você ainda estará no prejuízo, e seus programadores continuarão não recebendo um centavo.
Você também lucrará com um período de manutenção. Nesse caso, a quantidade de lucro será proporcional a sua base instalada de clientes. No modelo pago, as chances são que ela seja menor que no modelo gratuito (open source ou não), já que há resistência na hora de se desembolsar para obter o software. Abrir o código elimina possibilidades de manutenção? Talvez, de coisas pequenas sim, o que pode valorizar a imagem do seu produto, mas certamente, não de grandes adaptações.
Em todo caso, não cobrar pela distribuição elimina uma das resistências do cliente, e pode-se esperar que o ganho em escala traga lucros em treinamento e manutenção superiores ao lucro que se teria na venda direta.
No software pago, você deverá gastar horas do seu desenvolvimento em algum DRM, recorrer a processos judiciais e a polícia, caso queira evitar pirataria. Esse é outro custo que precisará ser amortizado. Além do fato de que DRM costuma a irritar também os seus clientes reais, que pagaram pelo produto. Há casos de empresas grandes, que inclusive tiveram prejuízo de imagem por isso. O controle anti-pirataria num software gratuito é inexistente.
Em resumo, existem diversos aspectos a serem trabalhados após o software ficar pronto, para cobrir os investimentos de sua criação. Não basta simplesmente colocar um preço nele, e esperar lucro após a primeira unidade vendida. Aliás, não há garantias nem de que essa venda ocorrerá. Tipicamente, calcular o retorno sobre o investimento é uma estratégia de longo prazo, ou seja, deve-se levar em consideração o que ocorre após um ano de investimentos na empresa. Deve-se levar em consideração também a taxa de rentabilidade esperada em cada canal de faturamento, o que inclui não só a venda direta, mas treinamentos, manutenção, ou demais serviços agregados.
PS: Não falei aqui de projetos de software sob encomenda pq, em ambos os casos, o investidor é o próprio cliente. E disponibilize você os fontes ou não, ele pagará durante o ciclo de desenvolvimento pelo produto. Ou seja, está fora do escopo da discussão, já que em modelo nenhum trata-se de nada “de graça”.
P
pinto
marcosalex:
pinto:
Open source é para mim um absurdo incompreensível, pois, em sua essência, sustenta-se através da mais abominável atitude que se pode cometer: trabalhar de graça.
Errado, quem te disse isso não entende nada de desenvolvimento de software ou de mercado. Ou então tem um produto open source como concorrente e quer despejar fud pra não perder mercado. Isso sim é lavagem cerebral.
Leia os tópicos anteriores e você vai ver como várias empresas de várias formas lucram e muito com open source
Está havendo um grande engano por aqui.
Vocês, defensores do open source, não leram, ou leram e não entenderam, ou deturparam tudo devido à cegueira do extremismo radical que perturba as suas mentes.
Todos, contra ou a favor do open source, disseram a mesma coisa: EMPRESAS GANHAM DINHEIRO COM OPEN SOURCE.
Repetindo: EMPRESAS GANHAM DINHEIRO COM OPEN SOURCE.
Programadores que passam as madrugadas codificando para entregar o resultado do seu trabalho de mão beijada NÃO GANHAM NADA.
Ficou mais claro agora?
Mas, se vocês gostam e se sentem bem fazendo isto, tudo bem, sejam felizes.
Para mim isto é escravidão.
T
Thiagosc
E de onde vem a remuneração antes da primeira versão do software? Mesmo no modelo pago, o cliente não paga antes do software estar pronto! Nesse sentido, vale pro Open Source, e para o não open source também. Haverá remuneração pelo trabalho numa empresa que trabalhe com o modelo open source, ou numa que não trabalhe. Para ambos os casos, será necessário um investidor, alguém com capital para bancar a equipe.
Opensource não ocorre somente em empresas de opensource. Portanto o indivíduo que programa opensource sem cobrar nada e disponibiliza pela internet é o quê? Escravo? Um exemplo: http://www.zedshaw.com/blog/2009-07-13.html
Agora consideremos somente empresas de software. Nas empresas opensource não há nenhum retorno pelo investimento do desenvolvimento do software, no software proprietário existe. Essa é a diferença. E o pior é que outra empresa pode se apropriar do seu investimento para fazer dinheiro! No software proprietário não existe esse perigo.
Enquanto software proprietário lucra-se pela venda de licenças e outros serviços associados (que apenas você pode fazer), no opensource tem-se apenas a esperança de ganhar com serviços o suficiente para pagar os salários de todos os desenvolvedores sendo que qualquer um pode fazer o que você faz. Não há nenhum serviço que você possa oferecer que não possa ser feito mais barato e melhor por outro.
Isso garante que jamais haverá desenvolvimento de software decente para opensource. Não há incentivo para tal. Todas as mudanças são no máximo incrementais e mínimas (vide distros Linux como a finada Conectiva). E todos os softwares grandes, assim como OpenOffice e Java, foram desenvolvidos por empresas de software fechado e depois abertos.
Opensource não cria nada, apenas destrói a indústria de software.
V
ViniGodoy
De onde surgiu essa informação? Na verdade, os programadores são os primeiros a serem remunerados.
Numa empresa que desenvolve software open source, eles são remunerados como qualquer funcionário normal seria. O risco maior é da própria empresa, como ocorre em qualquer projeto de software normal.
E, caso a empresa seja assim tão cruel, em que momento a venda direta do produto garante que esse quadro se reverterá?
V
ViniGodoy
E quem disse que esse fulano aí não obtém lucro? Lucro não significa só pagamento. Esse fulaninho aí vai ter o software baixado por mais gente, do que teria se fosse só um desconhecido cobrando por um software também desconhecido. E, certamente, pessoas estão conhecendo o trabalho dele, e podem chama-lo para fazer parte de sua empresa. E nesse caso, ele terá anos de lucro.
Pegue por exemplo, o meu blog de opengl. Todo conteúdo open source e distribuído gratuitamente. Graças a ele, consegui também uma vaga de professor de computação gráfica em mais de uma faculdade. Também recebi ofertas de emprego em mais de uma empresa, parcerias de mestrado e convites para feiras. Não obtive lucro?
Thiagosc:
Agora consideremos somente empresas de software. Nas empresas opensource não há nenhum retorno pelo investimento do desenvolvimento do software, no software proprietário existe. Essa é a diferença. E o pior é que outra empresa pode se apropriar do seu investimento para fazer dinheiro! No software proprietário não existe esse perigo.
Enquanto software proprietário lucra-se pela venda de licenças e outros serviços associados (que apenas você pode fazer), no opensource tem-se apenas a esperança de ganhar com serviços o suficiente para pagar os salários de todos os desenvolvedores sendo que qualquer um pode fazer o que você faz. Não há nenhum serviço que você possa oferecer que não possa ser feito mais barato e melhor por outro.
Nesse caso, deve-se cobrar pq o seu serviço é ruim, e pq outros vão conseguir dar manutenção no seu próprio software, com menos custo e melhor do que você mesmo? É isso que você está dizendo? Que outra pessoa poderá estudar meu código, e sair dando manutenção melhor e mais barato do que eu, que o desenvolvi?
Além disso, você também está assumindo que o retorno das vendas sequer paga o desenvolvimento do software? E que isso já será capaz de remunerar minha equipe, com o se essa remuneração ocorresse só ao final do processo de desenvolvimento?
Acho que não… numa empresa, seu programador já foi pago, e esse investimento já partiu de algum lugar. Seja um investidor ou um cliente. O que o open source define é a forma do retorno desse investimento, não a forma como o investimento é realizado. E, no modelo open source, espera-se que os lucros de treinamento e manutenção compensem, realmente, abrir mão do canal de venda. Alguns cases tem mostrado que isso pode ser verdade em muitos casos e, a menos que nós dois mostremos planilhas contábeis um para o outro, não conseguiremos provar nada. Não duvido que hajam casos de fracasso também. Aliás, dificilmente você achará um modelo de negócios que dará certo ou errado em 100% das empresas.
Thiagosc:
Isso garante que jamais haverá desenvolvimento de software decente para opensource. Não há incentivo para tal. Todas as mudanças são no máximo incrementais e mínimas (vide distros Linux como a finada Conectiva). E todos os softwares grandes, assim como OpenOffice e Java, foram desenvolvidos por empresas de software fechado e depois abertos.
Opensource não cria nada, apenas destrói a indústria de software.
Bom, há centenas de exemplos do contrário, como o Gimp e o Blender. Há centenas de distribuições de linux de sucesso (SuSe, Ubuntu). Por que fechar os olhos para todo o resto? Podemos citar casos de fracasso de empresas de código fechado também. E o que houve com a centenas de empresas que vão à falência a cada ano?
T
Thiagosc
E quem disse que esse fulano aí não obtém lucro? Lucro não significa só pagamento. Esse fulaninho aí vai ter o software baixado por mais gente, do que teria se fosse só um desconhecido cobrando por um software também desconhecido. E, certamente, pessoas estão conhecendo o trabalho dele, e podem chama-lo para fazer parte de sua empresa. E nesse caso, ele terá anos de lucro.
Hahaha, esse “fulano” ficou desempregado por um tempo, teve algumas dificuldades e as empresas que usavam o software desenvolvido por ele. Famoso? Talvez, mas isso é muito diferente de lucro e ter um emprego que paga o suficiente.
ViniGodoy:
Thiagosc:
Agora consideremos somente empresas de software. Nas empresas opensource não há nenhum retorno pelo investimento do desenvolvimento do software, no software proprietário existe. Essa é a diferença. E o pior é que outra empresa pode se apropriar do seu investimento para fazer dinheiro! No software proprietário não existe esse perigo.
Enquanto software proprietário lucra-se pela venda de licenças e outros serviços associados (que apenas você pode fazer), no opensource tem-se apenas a esperança de ganhar com serviços o suficiente para pagar os salários de todos os desenvolvedores sendo que qualquer um pode fazer o que você faz. Não há nenhum serviço que você possa oferecer que não possa ser feito mais barato e melhor por outro.
Nesse caso, deve-se cobrar pq o seu serviço é ruim, e pq outros vão conseguir dar manutenção no seu próprio software, com menos custo e melhor do que você mesmo? É isso que você está dizendo? Que outra pessoa poderá estudar meu código, e sair dando manutenção melhor e mais barato do que eu, que o desenvolvi?
Sim, qualquer um pode estudar qualquer código e dar manutenção nele, seja o código bom ou ruim. Já peguei vários softwares com zero documentação e depois de algumas semanas todos os problemas já estavam resolvidos e os clientes satisfeitos. Qualquer um pode fazer isso, e mais barato.
Novamente, vocês tem sérios problemas de interpretação de texto. Eu disse que outra empresa pode se apropriar do seu investimento com opensoure, com software proprietário não, e no final do desenvolvimento você não lucrará com o que você investiu com opensource, com software proprietário vai.
ViniGodoy:
Thiagosc:
Isso garante que jamais haverá desenvolvimento de software decente para opensource. Não há incentivo para tal. Todas as mudanças são no máximo incrementais e mínimas (vide distros Linux como a finada Conectiva). E todos os softwares grandes, assim como OpenOffice e Java, foram desenvolvidos por empresas de software fechado e depois abertos.
Opensource não cria nada, apenas destrói a indústria de software.
Bom, há centenas de exemplos do contrário, como o Gimp e o Blender. Há centenas de distribuições de linux de sucesso (SuSe, Ubuntu). Por que fechar os olhos para todo o resto? Podemos citar casos de fracasso de empresas de código fechado também. E o que houve com a centenas de empresas que vão à falência a cada ano?
Blender era um software fechado que foi comprado. As distros de Linux são coisas incrementais que precisam de doações e outras coisas não condizentes com um negócio.
F
Felagund
Eles podem sim pegar seus códigos e utilizarem, por isso existem EULA e Licenças de Software, vc acha que o README de uma aplicação é só pra bonito?
Até agora não entendi a sua aversão ao Open Source. Um cliente não está interessado em roubar seu software por ele ser open source, normalmente eles prerefem que vc mesmo altere. é mais produtivo, do que contratar uma empresa so para fazer isso, ou contratar colaboradores.
Zed Shaw pode ter tido problemas, um cara que não deu muito certo, agora questionar o Open Source usando como base um caso, é a mesma coisa que fazer uma pesquisa para eleição com uma pessoa. Sua amostra é completamente inválida.
Existem diversos casos tanto que trabalham com open source como com sofware proprietário que fracassam.
T
Thiagosc
Felagund:
Eles podem sim pegar seus códigos e utilizarem, por isso existem EULA e Licenças de Software, vc acha que o README de uma aplicação é só pra bonito?
Até agora não entendi a sua aversão ao Open Source. Um cliente não está interessado em roubar seu software por ele ser open source, normalmente eles prerefem que vc mesmo altere. é mais produtivo, do que contratar uma empresa so para fazer isso, ou contratar colaboradores.
Zed Shaw pode ter tido problemas, um cara que não deu muito certo, agora questionar o Open Source usando como base um caso, é a mesma coisa que fazer uma pesquisa para eleição com uma pessoa. Sua amostra é completamente inválida.
Existem diversos casos tanto que trabalham com open source como com sofware proprietário que fracassam.
São vocês que precisam provar que desenvolvedores opensource são bem-sucedidos e com a vida ganha, não eu. Quem disse que opensource é vitrine que prove que isso é de fato, que a vasta maioria dos desenvolvedores está fazendo milhões.
Apenas citei um exemplo de alguém que criou um software importante e mesmo assim levou nabo.
Aliás, uma coisa é disponibilizar um software grande, como um servidor ou uma linguagem de programação ou sistema operacional. Esse tipo de coisa são trabalhos que duram e meses ou até mesmo anos. Outra é colocar exemplos de código na internet, que estão longe de serem um produto e longe de serem utilizáveis.
Se eu quisesse colocar um tutorial na internet sobre algum framework provavelmente seria necessário dar alguns exemplos de código, mas não isso a que me refiro. Refiro-me a horas de trabalho em que você deixou de viver para criar produtos prontos para uma empresa se apropriar e fazer dinheiro sem lhe dar um tostão.
V
ViniGodoy
Primeiro de tudo, vamos parar de falar “vocês tem sérios problemas de entendimento”? Você mesmo, não entendeu uma única palavra do que eu disse.
Lucrar é diferente de amortizar prejuízo. Você não estudou administração? Você criou um software, para isso houve investimento. De alguma forma, você pagou uma equipe, ou você mesmo investiu tempo e esforço para desenvolve-lo. Ótimo.
Após isso, você vai tentar vender o seu software, em escala suficiente para que o valor obtido nas vendas supere o valor investido. Só a partir daí, é que se obtém lucro. Antes disso, está se obtendo apenas amortização do capital investido, que pode não pagar o custo de desenvolvimento. Se seu software pago não vender bem, você continuará tendo prejuízo. Muitas vezes, maior do que teria se não tivesse começado a vende-lo, já que para haver a venda, também há necessidade de investimento. Talvez amortizará um pouco mais, mas estaremos no campo do talvez.
Empresas tentam acelerar essa processo agregando serviços. No caso de software, pode ser na forma de treinamentos, manutenção, etc… Entretanto, só se agrega serviço na base instalada de usuários. Muitas empresas, de fato, tem um lucro tão bom ou maior com serviços até do que tem com a venda do seu produto final, como é o caso das concessionárias de automóveis.
No Open Source, tenta-se maximizar o retorno com serviços a partir da distribuição gratuita. Afinal, reduz-se os custos de distribuição, DRM e venda, e aumentam as chances de ter rapidamente uma base instalada. Também não sou leviano de dizer que esse modelo funcione sempre. Nem de refutar totalmente seu princípio.
O Blender continua dando muito lucro, mesmo depois de ter se tornado Open Source, e você silenciosamente se omitiu do Gimp, que hoje se posiciona como o principal concorrente do Photoshop. Aliás, por mais que você ache o modelo do Linux falido, ele surgiu do Open Source, e o sr. Linus Trovalds nem sequer lembra o retrato de um miserável. O SO simplesmente dominou o mercado de servidores.
E o que dizer do exemplo que dei sobre o meu próprio blog? Foi um exemplo de open source, ao meu ver, deu bastante certo. É curioso como você simplesmente ignora os diversos exemplos de sucesso apresentados aqui. Para sua informação, disponibilizei um framework open source Java, tanto para IA quanto para computação gráfica. E foram os dois que trouxeram as oportunidades que te falei, associados aos artigos do blog.
Errado. O ônus da prova, cabe a quem acusa. Você está pegando um modelo que tem dado lucro, que já bem falado em importantes revistas de negócios como The Economist, e está fazendo uma crítica negativa. Então, é você que tem que provar que o modelo não funciona, já que é você, quem o acusa de ser falido.
Se ele não está vendendo consultorias e ganhando dinheiro, é porque não quer. Não porque não pode.
Mas certamente ele conquistou bastante fama e reconhecimento com o software open source dele e, a julgar pelo tipo de declarações que faz, era justamente o que queria.
O que rendeu até algumas apresentações de guitarra e um emprego em são francisco.
O mais interessante, é que o artigo que você postou, mostrou que a solução dele para o “problema” do Open Source foi tornar os softwares pagos? Não, foi se tornar ainda mais Open Source. Ele seria o que, então, um masoquista?
Se ele não está vendendo consultorias e ganhando dinheiro, é porque não quer. Não porque não pode.
Mas certamente ele conquistou bastante fama e reconhecimento com o software open source dele. O que rendeu até algumas apresentações de guitarra.
O mais interessante, é que o artigo que você postou, mostrou que a solução dele para o “problema” do Open Source foi tornar os softwares pagos? Não, foi se tornar ainda mais Open Source. Ele seria o que, então, um masoquista?
Ficou desempregado?
Quando o Zed escreveu aquilo ele estava trabalhando numa empresa de invesitmentos financeiros TOP de nova york e continuou trabalhando lá por muito tempo ( http://blog.obiefernandez.com/content/2008/01/zed-is-wrong-ra.html ), até encher o saco de lá e ir morar em São Francisco agora. Mas é claro que ninguém vai dar credibilidade nenhuma as afirmações de um troll com o Thiagosc né.
Incrível como as pessoas ainda conseguem considerar e até mesmo retrucar opiniões de uma pessoa que provavelmente só vem aqui pra atrapalhar o fórum. Seria ótimo ver ele habitando outras paragens que não o GUJ.
T
Thiagosc
Mauricio Linhares:
Ficou desempregado?
Quando o Zed escreveu aquilo ele estava trabalhando numa empresa de invesitmentos financeiros TOP de nova york e continuou trabalhando lá por muito tempo ( http://blog.obiefernandez.com/content/2008/01/zed-is-wrong-ra.html ), até encher o saco de lá e ir morar em São Francisco agora. Mas é claro que ninguém vai dar credibilidade nenhuma as afirmações de um troll com o Thiagosc né.
Incrível como as pessoas ainda conseguem considerar e até mesmo retrucar opiniões de uma pessoa que provavelmente só vem aqui pra atrapalhar o fórum. Seria ótimo ver ele habitando outras paragens que não o GUJ.
Apenas citei o que estava no site dele, onde ele inclusive disse que precisou pegar empréstimo com alguém e reclamava da dificuldade de conseguir emprego nas empresas que usavam o software criado por ele. Só não colo o link aqui porque ele afinou e removeu o texto do site. Agora provavelmente estão tentando fazer um controle de danos a respeito disso reescrevendo o ocorrido como convém.
E mesmo assim, no outro texto que colei ele explica porque optou pela GPL, porque empresas simplesmente pegavam seu código sem pagar nada:
O que acho ainda inválido por vários razões. GPL não previne que tomem seu trabalho e lucrem com ele sem lhe dar um tostão, e se você tem dois branches de código não vai poder simplesmente copiar o código GPL para o proprietário senão estará contaminando o seu projeto. Ou seja, se ele recebe algum patch criado por alguém para o código GPL ele não poderá utilizá-lo na versão proprietária sem ter problemas, criando assim duas bases de código divergentes.
E se alguém cria um patch para a versão GPL eles ainda detém o copyright, e mesmo que ele quisesse usá-lo na versão proprietária seria fácil de descobrir e criar problemas legais porque a licença foi restringida.
Aqui ele cita a dificuldade de arranjar emprego:
I wrote Mongrel and then gave it away, on the hopes that it would help a bunch of other people, and that giving it away would come back to me in some way. Maybe a job, or some respect, or hell maybe my own company doing more software like it.
…
Sadly, none of Mongrel?s success mattered for me. Even though everyone was using my software, the vast majority of firms using Mongrel were startups. The last thing a startup wants to admit is that they don?t own their intellectual property. They want everyone, especially the VCs and investors, to believe that they?re all geniuses who ?innovated? everything they run.
K
kicolobo
ThiagoSC: deixa eu te fazer uma pergunta ok?
É que acho engraçadíssimo você estar usando o exemplo do Zed Shaw: você acha que estaria falando de Zed Shaw aqui se ele não tivesse escrito código open source?
“Thiaguim”: o sujeito VIVE de opensource. Usá-lo como um exemplo de que opensource não funciona é, numa boa: um dos piores exemplos que já vi no GUJ até hoje.
“Parabéns” pelo feito!
T
Thiagosc
kicolobo:
ThiagoSC: deixa eu te fazer uma pergunta ok?
É que acho engraçadíssimo você estar usando o exemplo do Zed Shaw: você acha que estaria falando de Zed Shaw aqui se ele não tivesse escrito código open source?
“Thiaguim”: o sujeito VIVE de opensource. Usá-lo como um exemplo de que opensource não funciona é, numa boa: um dos piores exemplos que já vi no GUJ até hoje.
“Parabéns” pelo feito!
É um exemplo de como o opensource não funciona e que eu saiba operadoras de cartão de crédito não aceitam “fama” como forma de pagamento, ou será que aceitam?
L
lavh
"US$ 78,6 milhões: Mozilla divulga os resultados financeiros de 2008
Eu não fui tão longe, mas mesmo assim me admirei com o resumo: mesmo com a depressão que tomou conta da economia dos EUA no final de 2008 (e causou perdas profundas nos investimentos de longo prazo da organização), o resultado foi positivo e 5% superior aos do ano anterior."
Operadoras de cartão de crédito não, mas artistas de TV, consultores e palestrantes muitas vezes sim. Para esses negócios, a fama trás oportunidades de trabalho.
V
ViniGodoy
Concordo. E o artigo do cara ainda explica pq ele adotou “GPL”, ou seja, convencido de que uma alternativa mais leve poderia ser explorada por empresas não open source, ele ainda explica pq quer obrigar todo mundo a ser Open Source também. =o
Detalhe: Se ele colocou LGPL, BSD ou outra licença assim, ele deu o direito dessas empresas explorarem o código e, nesse caso, não tem nada do que reclamar. Isso não invalida a discussão, já que não é o único modelo de licença open source existente.
V
ViniGodoy
E o emprego dele? E as palestras que ele recebe para dar? E o fato dele ter se tornado ainda mais open source?
Impressionante como você só lê o que quer. O texto só diz que ele teve uma má experiência com alguns tipos de licença open source, e por isso se tornou mais radical (mas ainda menteve o modelo).
Acho que ambos concordamos que não é trabalho escravo o que ele faz, então algum tipo de reconhecimento ele tem, ou não estaria fazendo. Não que toda e qualquer licença open source é falida. Pare de pegar um exemplo isolado e tentar transformar em regra. Há milhões de exemplos de empresas não-opensource que se deram muito mal também.
P
pinto
Puxa, este foi o argumento definitivo, o mais esclarecedor!
Por que não falou antes?
Agora entendi tudo…
Obrigado!
V
ViniGodoy
Puxa, este foi o argumento definitivo, o mais esclarecedor!
Por que não falou antes?
Agora entendi tudo…
Obrigado!
Posso não concordar com nada do que você disse sobre Open Source, mas com isso eu concordo.
O comentário foi podre mesmo…
T
Thiagosc
Operadoras de cartão de crédito não, mas artistas de TV, consultores e palestrantes muitas vezes sim. Para esses negócios, a fama trás oportunidades de trabalho.
Ganhar a vida como palestrante != ser profissional ou empreendedor da indústria de software
São dois ramos completamente diferentes. Se alguém depende de convites para palestras é sinal de que como desenvolvedor é um fracasso.
T
Thiagosc
E o emprego dele? E as palestras que ele recebe para dar? E o fato dele ter se tornado ainda mais open source?
Impressionante como você só lê o que quer. O texto só diz que ele teve uma má experiência com alguns tipos de licença open source, e por isso se tornou mais radical (mas ainda menteve o modelo).
Eu só colei o que ele colocou lá, se você está irritado com isso então tire satisfações com ele.
Sim, ele achou que GPL era uma opção melhor, mas em outro comentário eu ainda coloquei que ele está errado por diversas razões. Vai continuar sem reconhecimento algum e sem ofertas de emprego.
K
kicolobo
Operadoras de cartão de crédito não, mas artistas de TV, consultores e palestrantes muitas vezes sim. Para esses negócios, a fama trás oportunidades de trabalho.
Ganhar a vida como palestrante != ser profissional ou empreendedor da indústria de software
São dois ramos completamente diferentes. Se alguém depende de convites para palestras é sinal de que como desenvolvedor é um fracasso.
Thiaguim funny guy: já ouviu uma palavra chamada “consultoria”?
V
ViniGodoy
Thiagosc:
Ganhar a vida como palestrante != ser profissional ou empreendedor da indústria de software
São dois ramos completamente diferentes. Se alguém depende de convites para palestras é sinal de que como desenvolvedor é um fracasso.
Bom, não vou comentar mais sobre o que é ou não parte da indústria de software com você.
Afinal, para você, nem mesmo o google faz parte da indústria de software…
Anyway, não sei o que esse case de fracasso leva a crer. Então, por causa de um mau empreendedor, devemos inferir que todo o modelo open source é falido?
Devo então assumir, que você é incapaz de achar uma empresa de software que cobre por seu produto, que não tenha levado ferro também?
Acho que isso só mostra que, como qualquer empreendimento, seja lá qual for o modelo que você adote de vendas, você também terá riscos. E que só desenvolver um software e taxa-lo como open source não é garantia de sucesso e reconhecimento imediatos. Porque, afinal de contas, existem outras áreas que um produto deve investir, caso queira transformar esse sucesso em resultado financeiro.
Da mesma forma, não adianta fazer um excelente produto, coloca-lo num site por um preço qualquer, e deixar lá, esperando que sua conta bancária estará cheia no dia seguinte.
A única diferença é que, no caso dele, algumas empresas usaram o produto, e ele obteve fama, um emprego, e a possibilidade de fazer palestras ou dar treinamentos. No caso de um software pago, ele talvez nem sequer tivesse isso. O software poderia morrer sem um único download sequer. Afinal, quem faria o download de uma solução proposta por um completo desconhecido?
T
Thiagosc
kicolobo:
Thiaguim funny guy: já ouviu uma palavra chamada “consultoria”?
Qual é a definição de “desenvolvedor de software” ou “empresa de software” para vocês? Se você é um desenvolvedor será um profissional apenas se essa é a sua profissão e é assim que você ganha dinheiro. Propaganda != desenvolvimento. Suporte != desenvolvimento. Palestra != desenvolvimento. Artita de TV != desenvolvimento.
Se você é uma empresa só será uma “empresa de software” se a sua principal fonte de renda precisa ser software. Vender suporte != software. Fazer palestras != software. Ser artista de TV != software.
Parece que para sobreviver com opensource você precisa ter outros empregos. O que significa que opensource não passa de um hobby.
K
kicolobo
Thiagosc:
kicolobo:
Thiaguim funny guy: já ouviu uma palavra chamada “consultoria”?
Qual é a definição de “desenvolvedor de software” ou “empresa de software” para vocês? Se você é um desenvolvedor será um profissional apenas se essa é a sua profissão e é assim que você ganha dinheiro. Propaganda != desenvolvimento. Suporte != desenvolvimento. Palestra != desenvolvimento. Artita de TV != desenvolvimento.
Se você é uma empresa só será uma “empresa de software” se a sua principal fonte de renda precisa ser software. Vender suporte != software. Fazer palestras != software. Ser artista de TV != software.
Parece que para sobreviver com opensource você precisa ter outros empregos. O que significa que opensource não passa de um hobby.
Me desculpa ThiagoSC, talvez você esteja em outra esfera do entendimento, mas não compreendi o que a sua resposta tem a ver com a minha pergunta.
V
ViniGodoy
Thiagosc:
Qual é a definição de “desenvolvedor de software” ou “empresa de software” para vocês? Se você é um desenvolvedor será um profissional apenas se essa é a sua profissão e é assim que você ganha dinheiro. Propaganda != desenvolvimento. Suporte != desenvolvimento. Palestra != desenvolvimento. Artita de TV != desenvolvimento.
Se você é uma empresa só será uma “empresa de software” se a sua principal fonte de renda precisa ser software. Vender suporte != software. Fazer palestras != software. Ser artista de TV != software.
Parece que para sobreviver com opensource você precisa ter outros empregos. O que significa que opensource não passa de um hobby.
Se a sua definição de empresa de software se resume a “cobrar pelo software desenvolvido num canal de venda direta”, ok, não existem empresas open source de software.
Então, voltemos agora a discutir se empresas de propaganda e consultoria que fazem software no seu dia-a-dia irão tomar lugar das empresas de software ou não.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
A única diferença é que, no caso dele, algumas empresas usaram o produto, e ele obteve fama, um emprego, e a possibilidade de fazer palestras ou dar treinamentos. No caso de um software pago, ele talvez nem sequer tivesse isso. O software poderia morrer sem um único download sequer. Afinal, quem faria o download de uma solução proposta por um completo desconhecido?
Qualquer pessoa que precise daquela ferramenta, oras. Por um acaso um desenvolvimento de software é concurso de miss simpatia?
V
ViniGodoy
Certo, mas o que levaria você a pagar e baixar por um software de um completo desconhecido, se você poderia baixar de uma empresa de software maior, mais conhecida e com mais credibilidade?
Note que, nesse caso, o fato dele ser pessoa física cria até barreiras para a aquisição do produto. Algumas empresas não podem negociar com pessoas físicas. O cara ainda teria que disponibilizar alguma forma de pagamento, preferencialmente algo confiável para um produto que talvez sequer vendesse.
Bom, uma das formas seria talvez criar uma versão trial do software. E para isso ser feito de maneira correta, haveria mais um investimento de tempo.
Agora, diferente de você, eu não assumo que o modelo diferente do que eu defendo é sinônimo de fracasso.
Também acho que bem gerido, cobrar por software é lucrativo (EA e MS estão aí para provar o que eu digo). Só acho que existem outras barreiras, e que a boa administração é que vai dizer se um software dará certo ou não, independente do modelo adotado. Aliás, decidir qual é o melhor modelo para seu produto, é também tarefa de um bom administrador.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Certo, mas o que levaria você a pagar e baixar por um software de um completo desconhecido, se você poderia baixar de uma empresa de software maior, mais conhecida e com mais credibilidade?
Note que, nesse caso, o fato dele ser pessoa física cria até barreiras para a aquisição do produto. Algumas empresas não podem negociar com pessoas físicas. O cara ainda teria que disponibilizar alguma forma de pagamento, preferencialmente algo confiável para um produto que talvez sequer vendesse.
Mas quem disse que ele colocaria o download como pessoa física? Começou com a cachaça de novo? É óbvio que seria um produto a ser adquirido de uma empresa, talvez uma demo para download.
Esse negócio de credibilidade é patético. Pelo menos um empreendedor teria alguma, já opensource é zero.
Uma vez eu estava procurando por determinado software e achei um, o site era tosco e ainda tinha uma lista de bugs na primeira página onde o autor dizia que por razões inexplicáveis o software ficaria lento em determinada configuração e mais uma lista de outras coisas…
Opensource não tem e nunca teve credibilidade nenhuma. A maioria dos softwares são inacadabos, mal documentados e mal feitos. Nesse caso em particular a anta simplesmente criou uma classe e colocou todos os métodos nela! Todo o sistema estava em uma única classe!!!
V
ViniGodoy
Thiago, estou falando agora como moderador. Quer parar de ofender?
Você não entendeu o que eu disse. Eu disse que para vender o software para uma empresa ele é obrigado a não faze-lo como pessoa física. Estou falando sobre não ter escolha. Enquanto com código open source, ele pode distribuir livremente, até mesmo para empresas, como ele mesmo fez. Não sei se você sabe, mas abrir empresas, mesmo nos EUA, custa dinheiro, mante-la e depois fecha-la também. Então, antes de dizer sobre cachaça, procure frear o lado irracional do seu cérebro louco para dar patada e pensar um pouco no que estou falando.
Thiagosc:
Esse negócio de credibilidade é patético. Pelo menos um empreendedor teria alguma, já opensource é zero.
Uma vez eu estava procurando por determinado software e achei um, o site era tosco e ainda tinha uma lista de bugs na primeira página onde o autor dizia que por razões inexplicáveis o software ficaria lento em determinada configuração e mais uma lista de outras coisas…
Opensource não tem e nunca teve credibilidade nenhuma. A maioria dos softwares são inacadabos, mal documentados e mal feitos. Nesse caso em particular a anta simplesmente criou uma classe e colocou todos os métodos nela! Todo o sistema estava em uma única classe!!!
E como você descobriu que o software era cheio de bugs, e que todo o código estava em uma única classe??? Por que era Open Source!!! A crebilidade está justamente em você poder abrir o código e dizer “poxa, isso aqui é bem implementado pra kct!!!” ou poder dizer “meu Deus, que lixo, vai estudar garoto!”. Existem exemplos de código Open Source de extrema qualidade na internet, como é o caso do Spring ou da boost. Não tem como ter mais credibilidade do que você mesmo poder observar o código e dar o seu próprio crivo. A credibilidade está justamente no fato de você poder rejeitar um software ruim, antes de usa-lo.
Já no caso do código fechado, o que aconteceria? Você investiria no escuro, compraria aquele primeiro software, de uma classe só (pq vc nem saberia que era de uma classe só), e teria uma grande decepção. E já teria investido. Então, o que acontece? Na dúvida, você não arrisca. Agora, e se o software for bem implementado também? Você também não arrisca. Pq vc não tem a mínima noção de que ele foi bem implementado.
Novamente, entra na conversa de “para vender, você precisa ser conhecido”. Entendeu onde entra o lance da fama? Sem você ter credibilidade, ninguém compra nada de você. Honestamente, você está passando o seu cartão de crédito em qualquer site de compras por aí? Ou você espera conhecer a procedência desse site? Com software, é a mesma coisa.
O que talvez você tenha chamado de credibilidade é pilantragem. “Meu software terá mais crédito pq meu cliente não tem a mínima noção da gambi que eu fiz”. Ok, nesse ponto, o código fechado pode levar vantagem. É mais fácil esconder o podre. Mas não venha dizer que, entre dois softwares desconhecidos e bem implementados, aquele fechado e caro tem mais crédito ou apelo que o aberto e gratuito.
T
Thiagosc
Thiago, estou falando agora como moderador. Quer parar de ofender?
Você não entendeu o que eu disse. Eu disse que para vender o software para uma empresa ele é obrigado a não faze-lo como pessoa física. Estou falando sobre não ter escolha. Enquanto com código open source, ele pode distribuir livremente, até mesmo para empresas, como ele mesmo fez. Não sei se você sabe, mas abrir empresas, mesmo nos EUA, custa dinheiro, mante-la e depois fecha-la também. Então, antes de dizer sobre cachaça, procure frear o lado irracional do seu cérebro louco para dar patada e pensar um pouco no que estou falando.
Então tente ler atentamento o texto. Quem disse em disponibilizar um produto como pessoa física? Isso sequer é possível! Que sentido faz isso?
E esses que disponibilizam alguma coisa não ganham nada, então que diferença faz? É a mesma coisa se não tivessem feito nada.
ViniGodoy:
Thiagosc:
Esse negócio de credibilidade é patético. Pelo menos um empreendedor teria alguma, já opensource é zero.
Uma vez eu estava procurando por determinado software e achei um, o site era tosco e ainda tinha uma lista de bugs na primeira página onde o autor dizia que por razões inexplicáveis o software ficaria lento em determinada configuração e mais uma lista de outras coisas…
Opensource não tem e nunca teve credibilidade nenhuma. A maioria dos softwares são inacadabos, mal documentados e mal feitos. Nesse caso em particular a anta simplesmente criou uma classe e colocou todos os métodos nela! Todo o sistema estava em uma única classe!!!
E como você descobriu que o software era cheio de bugs, e que todo o código estava em uma única classe??? Por que era Open Source!!! A crebilidade está justamente em você poder abrir o código e dizer “poxa, isso aqui é bem implementado pra kct!!!” ou poder dizer “meu Deus, que lixo, vai estudar garoto!”. Existem exemplos de código Open Source de extrema qualidade na internet, como é o caso do Spring ou da boost. Não tem como ter mais credibilidade do que você mesmo poder observar o código e dar o seu próprio crivo.
Já no caso do código fechado, o que aconteceria? Você investiria no escuro, compraria aquele primeiro software, de uma classe só (pq vc nem saberia que era de uma classe só), e teria uma grande decepção. E já teria investido. Então, o que acontece? Na dúvida, você não arrisca. Agora, e se o software for bem implementado também? Você também não arrisca. Pq vc não tem a mínima noção de que ele foi bem implementado.
Novamente, entra na conversa de “para vender, você precisa ser conhecido”. Entendeu onde entra o lance da fama? Sem você ter credibilidade, ninguém compra nada de você. Honestamente, você está passando o seu cartão de crédito em qualquer site de compras por aí? Ou você espera conhecer a procedência desse site? Com software, é a mesma coisa.
Huh? Quê? Espera aí, vamos por partes.
“A credibilida está em abrir o código”, em primeiro lugar um software grande o suficiente será mantido por vários programadores e não apenas por um, portanto “credibilidade” não existe nesse sentido. E em softwares como Spring ou bibliotecas como o boost quem fica “conhecido” é o pai da idéia e não o escravo que trabalha de graça para melhorar o código.
E em muitos casos os softwares são disponibilizados de forma precária, sem as features necessárias. Isso pode ser útil a empresas que buscam criar um produto baseado nele (lógico, investindo para desenvolver tudo o que falta), mas isso nada tem a ver com “credibilidade” e sim com empresas se apropriando do seu software sem pagar nada.
Se o seu software funciona, você terá credibilidade, pois o cliente não está nem um pouco interessado em ver código. É justamente por isso que todo mundo só instala Linux e ninguém audita cada linha de código. As pessoas só querem que funcione, nada mais. Só quando dá pau (o que é comum em termos de Linux) é que se interessam em procurar se informar.
E ninguém investe no escuro: todo produto tem uma descrição do que faz e provavelmente dispobiliza uma demo para download. Você sabe exatamente o que ele faz e não faz. E se uma empresa mente, promete mil e uma coisas e no final você é enganado, então ela pode ser processada. Simples assim.
“Sem você ter credibilidade, ninguém compra nada de você.” Sem produto, ninguém compra nada de você. Se o seu produto desempenha alguma função que é necessária por alguns, sim comprarão. Por que não? Sabe quem não comprará nada? Quem usa opensource. Eles simplesmente tomarão o seu código e provavelmente construirão um negócio baseado nele e não lhe darão nada em retorno, nem uma mísera oportunidade de emprego.
K
kicolobo
Thiagosc:
E ninguém investe no escuro: todo produto tem uma descrição do que faz e provavelmente dispobiliza uma demo para download. Você sabe exatamente o que ele faz e não faz. E se uma empresa mente, promete mil e uma coisas e no final você é enganado, então ela pode ser processada. Simples assim.
Novamente fiquei curioso
Como você tem garantias de que um software fechado DE FATO faz o que diz?
Há inúmeras histórias de código fechado enviando dados para o fabricante sem o consentimento do usuário final.
Como você audita isto sem ter acesso ao código fonte?
Outra dúvida: o que você chama de “software pronto”? Pelo que descreveu, não conheço software pronto algum. Windows (n revisões, com milhões de bugs), Office (a mesma história), Visual Studio (mesma história). Todos possuem bugs. Todos sofrem revisões. Nenhum está pronto nunca!
Software bem feito é uma coisa. Existem inúmeros exemplos. Prontos, só os que foram descontinuados e não receem mais atualização.
É interessante diferenciar “software bom” de “software pronto”.
Software ruim, tanto aberto quanto fechado há aos montes, o que não justifica chamar um ou outro modelo de ruim por causa disto.
Thiagosc:
“Sem você ter credibilidade, ninguém compra nada de você.” Sem produto, ninguém compra nada de você. Se o seu produto desempenha alguma função que é necessária por alguns, sim comprarão. Por que não? Sabe quem não comprará nada? Quem usa opensource. Eles simplesmente tomarão o seu código e provavelmente construirão um negócio baseado nele e não lhe darão nada em retorno, nem uma mísera oportunidade de emprego.
Diz isto pro Linus Torvalds que ganhou inclusive uma parcela das ações da Red Hat quando ela decolou
Hey! Diga o mesmo para o HNN! Muita gente faz grana com Rails, provávelmente mais que ele.
E o mesmo você pode repetir também para o Guido Van Rossum, Larry Wall, criadores do Hibernate, Spring, etc.
Ah é! Mas pra você eles não trabalham com software, não é mesmo?
V
ViniGodoy
Santa ignorância. Você já ouviu falar da boost? Alguns dos “desconhecidos” e “escravos” que mantém o código são esses aqui:
São pessoas que ficaram muito bem de vida, após publicarem livros e darem consultoria em C++. Algumas delas, como o Josuttis, se divulgaram exclusivamente contribuindo para a boost, com coisas que futuramente se tornaram parte da especificação C++, de graça. Como você pode ver, a maioria tem sua própria empresa de consultoria, e faturam uma nota. Mas claro, para você, contribuir com a especificação do C++ e dar consultoria, não é fazer software.
Pelo menos, quando “da pau”, alguém pode se informar. E pode corrigir. Quando usavamos groovy, na Siemens, disponibilizamos a eles algumas correções de coisas que deram problema na nossa mão. A equipe do groovy ganhou manutenção de graça, e nós usamos um groovy melhor. No caso de uma linguagem fechada, jamais poderíamos fazer isso. Teríamos que abrir um bug menos específico (já que não poderíamos rastrear a causa do problema, muito menos escrever um patch).
Você também se engana ao dizer que pessoas não auditam o código. Talvez esse não seja um hábito diário, muito menos de todas as pessoas, mas muitas pessoas auditam sim, o código. Um exemplo? O Sami Koivu, aqui do GUJ, leu boa parte dos fontes do Java, quando estava interessado na API de segurança. Eu mesmo, analisei boa parte das bibliotecas de comunicação e coleções, e inclusive abri um bug contra o método Collections.disjoint, por encontrar uma situação em que a otimização proposta pela sun gerava o pior comportamento possível, ao invés do melhor (e não foi vivenciando o erro que o descobri, foi só estudando o código!).
Algumas distros do Unix já foram exaustivamente auditadas, em busca de garantias de tempo real, ausência de memory leaks, etc…
Você realmente acredita nisso que você falou? Quantas empresas você já processou?
Estava falando por experiência própria. Eu já comprei um software que ficou muito abaixo das minhas expectativas.
Já ouviu falar do Microsoft Works?
Você passaria o seu cartão de crédito nessa empresa aqui? http://www.arngren.net/
Mesmo que algum produto te chamasse atenção? (cuidado, se responder sim, talvez a VISA cancele seu cartão).
V
ViniGodoy
Bom, como o thiagosc frisou, não estudamos administração. Portanto, pedi uma ajudinha para a minha esposa, que vem se especializando em comportamento do consumidor há alguns anos. Ela é administradora formada.
Que demonstra o impacto de ser conhecido sobre a percepção de preço e a disposição do consumidor em assumir riscos. Destaca-se o fato do mercado de PCs e software ser especialmente sensível nesse quesito. A conclusão é um tanto óbvia: Quanto maior o preço cobrado, menos disposto o consumidor está em arriscar seu próprio dinheiro. Entretanto, quanto mais ele confiar no indivíduo de que está comprando, menos impacto terá o aumento do preço sobre essa disposição.
Trazendo isso para a nossa discussão, vale lembrar… qual é o preço cobrado normalmente por código open source? Zero. Nesse caso, teremos ou não teremos consumidores muito mais dispostos a arriscar utilizar nossos produtos, do que aqueles que cobram? Especialmente no caso de um desenvolvedor novo no mercado e relativamente desconhecido, isso não é ainda mais relevante? Antes de retrucar, releia a pesquisa do primeiro link, e dê argumentos mais sólidos e embasados que ela.
T
Thiagosc
Bom, como o thiagosc frisou, não estudamos administração. Portanto, pedi uma ajudinha para a minha esposa, que vem se especializando em comportamento do consumidor há alguns anos. Ela é administradora formada.
Que demonstra o impacto de ser conhecido sobre a percepção de preço e a disposição do consumidor em assumir riscos. Destaca-se o fato do mercado de PCs e software ser especialmente sensível nesse quesito. A conclusão é um tanto óbvia: Quanto maior o preço cobrado, menos disposto o consumidor está em arriscar seu próprio dinheiro. Entretanto, quanto mais ele confiar no indivíduo de que está comprando, menos impacto terá o aumento do preço sobre essa disposição.
É lógico que se você pedir um preço absurdo as pessoas pensarão muito bem antes de comprar. É por isso que existe um valor ideal para o seu produto que deve ser definido, de forma que as pessoas não se sintam desencorajadas em comprá-lo por pensarem ser uma “decisão de vida ou morte”. Quer um exemplo? O Playstation 3. Eles cobraram 700 dólares e vendeu somente para os fanáticos pela Sony e todos os consumidores não fanáticos pensavam muito antes de comprar e decidiam que não valia a pena. Depois que abaixaram para 299 dólares se tornou um negócio muito mais atrativo, a ponto até de um comprador mais casual decidir comprá-lo.
Isso nada tem a ver com software proprietário, mas sim com estratégia.
Todas as empresas de software começam do zero. E se elas existem, é impossível?
Você desvirtua tudo. Primeiro inventou que alguém estava tentando vender software como pessoa física. Agora inventou que querem cobrar milhares de reais por um software desconhecido. Quem veio com essas histórias aí foi você.
Opensource não é produto porque não há transação alguma ocorrendo. Mas o mesmo raciocínio se aplicaria a qualquer coisa. Você prefere comprar um carro ou ganhar um de graça? O problema é nada é de graça, e qualquer pessoa sensata pensaria: “Humm, o carro é roubado? Ou então estão tentando aplicar um golpe?”.
Softwares opensource são mal documentados, o suporte é inexistente (a menos que você pague, o que não é vantagem alguma) e geralmente são bem incompletos em termos de features.
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
C
clone_zealot
Thiagosc:
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
E dai oq vc fez?
Comprou um driver proprietário?
T
Thiagosc
Está começando a aprender. Eles criam especicações e o que seja, mas quem lucra é a Microsoft vendendo o Visual Studio para
desenvolvedores. A Microsoft é a empresa de software nesse caso.
ViniGodoy:
Pelo menos, quando “da pau”, alguém pode se informar. E pode corrigir. Quando usavamos groovy, na Siemens, disponibilizamos a eles algumas correções de coisas que deram problema na nossa mão. A equipe do groovy ganhou manutenção de graça, e nós usamos um groovy melhor. No caso de uma linguagem fechada, jamais poderíamos fazer isso. Teríamos que abrir um bug menos específico (já que não poderíamos rastrear a causa do problema, muito menos escrever um patch).
Aí entra o que eu disse anteriormente. Um software opensource não é um negócio viável, serve apenas para outras empresas construirem um negócio em cima dele ou utilizá-lo como forma de mão de obra barata, pois não precisaram investir nada. O criador do software não ganha nada com isso.
Se existe um bug em um software proprietário existiria uma empresa para lhe prestar esse serviço, e dependendo da gravidade do bug, se é algo que faz a sua aplicação falhar, ela será resolvida rapidamente.
ViniGodoy:
Você também se engana ao dizer que pessoas não auditam o código. Talvez esse não seja um hábito diário, muito menos de todas as pessoas, mas muitas pessoas auditam sim, o código. Um exemplo? O Sami Koivu, aqui do GUJ, leu boa parte dos fontes do Java, quando estava interessado na API de segurança. Eu mesmo, analisei boa parte das bibliotecas de comunicação e coleções, e inclusive abri um bug contra o método Collections.disjoint, por encontrar uma situação em que a otimização proposta pela sun gerava o pior comportamento possível, ao invés do melhor (e não foi vivenciando o erro que o descobri, foi só estudando o código!).
Pouquíssimas pessoas auditam código de qualquer coisa. A menos que tenha algum interesse específico, ninguém faz isso. É por isso que existem distros de Linux. Se todos estivessem interessados em saber como algo funciona então montariam um Linux simplesmente instalando tudo o que é necessário e aprendendo como cada item funciona.
ViniGodoy:
Você realmente acredita nisso que você falou? Quantas empresas você já processou?
Estava falando por experiência própria. Eu já comprei um software que ficou muito abaixo das minhas expectativas.
Já ouviu falar do Microsoft Works?
Sim, é propaganda enganosa. Quando foi que a Microsoft mentiu para você sobre Microsoft Works? É um Office “low-budget” com muito menos features, e por isso custa mais barato.
ViniGodoy:
Você passaria o seu cartão de crédito nessa empresa aqui? http://www.arngren.net/
Mesmo que algum produto te chamasse atenção? (cuidado, se responder sim, talvez a VISA cancele seu cartão).
O que fazer transações com cartão de crédito na internet, o que é um risco por razões óbvias, a ver com software proprietário. Não existem doações para projetos na internet? Se você pode doar, porque não pagar?
Doar pode, pagar por software não?
T
Thiagosc
clone_zealot:
Thiagosc:
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
E dai oq vc fez?
Comprou um driver proprietário?
Não, tive que trocar de modem. Linux não tem nada de proprietário mesmo sendo um sistema bastante utilizado.
J
jc_neto
Thiagosc:
Opensource não é produto porque não há transação alguma ocorrendo. Mas o mesmo raciocínio se aplicaria a qualquer coisa. Você prefere comprar um carro ou ganhar um de graça? O problema é nada é de graça, e qualquer pessoa sensata pensaria: “Humm, o carro é roubado? Ou então estão tentando aplicar um golpe?”.
Em nenhuma parte está escrito que precisa haver uma troca.
Quanto ao raciocínio de “De graça = não presta”, isso é um baita de um FUD (Fear, Uncertainty, and Doubt), e você deve saber muito bem disso. Graças a Deus estamos evoluindo para uma sociedade onde esse medo esta caindo.
Thiagosc:
Softwares opensource são mal documentados, o suporte é inexistente (a menos que você pague, o que não é vantagem alguma) e geralmente são bem incompletos em termos de features.
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
Cara, vc apelou com essa de mal documentado, não fala besteira. E o suporte, sim as vezes é pago, mas como vc disse, ninguém trabalha de graça
Lembro-me de uma vez que uma certa empresa que produzia placas de som que processou um usuário por ele ter implementado um Driver para o Windows Vista que implementava todas as funcionalidades do hardware que eles vendiam, ao contrário do driver capado que a empresa fornecia.
Fonte:
Pelo menos elas tem essa possibilidade, e quando elas tiverem o tal do “Interesse Específico” elas poderam satisfaze-lo!
Diferentes distros existem pois existem diferentes tipos de pessoas, ou você acha que o meu pai que tem 60 anos e usa Ubuntu tem o mesmo conhecimento sobre informática que um adolescente que está na faculdade?
V
ViniGodoy
Thiagosc:
Está começando a aprender. Eles criam especicações e o que seja, mas quem lucra é a Microsoft vendendo o Visual Studio para
desenvolvedores. A Microsoft é a empresa de software nesse caso.
Bom, o problema mesmo está na sua visão de que “a única forma de se intitular desenvolvedor de software, é através da venda direta”. Usando sua ótica, concordo com você. É impossível lucrar com o desenvolvimento de software sendo open source, já que não se cobra.
Claro que os lucros indiretos são irrelevantes, mesmo que sejam superiores aos lucros de venda direta, mas tudo bem. Pq aquilo não é fazer software. Mesmo que eu tenha desenvolvido especificações importantes, como a do C++, criados avanços na na área de busca como o Google, ou criado inovações como o Eclipse, JUnit e os padrões de projeto (todas do mesmo Erich Gamma), eu serei apenas um consultor se não vender isso. E, mesmo que seja um dos consultores mais ricos do mundo, não estarei produzindo software.
Claro, o paradigma destacado entre aspas, que você segue, é completamente furado. E é por isso que você simplesmente não entende o open source, enquanto não encara-lo de uma maneira diferente. Afinal, agregar serviço a um produto, não tira o seu mérito de produtor, daquele mesmo produto. Afinal, sua profissão não é definida através unicamente da cobrança direta, e sim do que você faz no seu dia-a-dia. Muitas das empresas, dedicam muitos esforços em pesquisa e desenvolvimento de software, e estão longe de serem taxas como “empresas de propaganda”, só pq essa é a forma que escolheram de comercializar seu produto.
Você leu o que eu escrevi? Acho que não, então eu vou repetir.
Nós fizemos a correção para a equipe do Groovy. Quer outra vez? Nós fizemos a correção para a equipe do Groovy, de graça.
Eles ganharam a correção. Eles não tiveram que gastar com um programador para procurar um bug, nem simular o problema. O máximo que tiveram que fazer é testar se a solução que postei realmente funcionava. Esse custo, quem arcou foi a própria Siemens, no momento em que os programadores dela, no caso, eu e minha equipe, fizemos a correção. E ainda, a Siemens pagou de bom grado, já que era uma correção importante. Se isso fosse código fechado, o máximo que poderíamos fazer seria reportar o bug, e eles teriam todo o trabalho de tentar reproduzir o nosso ambiente complexo, identificar o problema, e corrigir. Isso, num prazo que eles definissem, que poderia significar a perda do cliente.
Não no caso de um software de prateleira. Experimente encontrar um bug no Visual, ou numa API proprietária, e ver o quão rápida será a correção. Se isso for vital para sua empresa, você jamais poderá fazer o que fizemos. Na Siemens, cansamos de ouvir argumentos do tipo “mas esse seu problema só se aplica em sistemas de tempo real e, me desculpem, mas vocês são só 5% de nossa base de clientes, vão ter que esperar.”
No caso de um projeto encomendado, com um contrato de serviço, tanto faz. No Open Source, também haverá uma equipe para lhe prestar o serviço, e corrigir o software para você.
Ótimo. Pouquíssimas pessoas é mais e mais importante do que “pessoa nenhuma”. Em especial, quando consideramos que essas “pouquíssimas” um percentual entre milhares de desenvolvedores. Então, digamos que dos seus 10.000 clientes, 1% auditem seu código. Você terá 100 pessoas olhando para ele, além do seu time próprio de programadores.
Além disso, é melhor ter gente auditando por um interesse específico, do que ter gente com esse interesse específico incapaz de auditar seu software. Qualquer auditoria que venha de fora, que corrija um bug para você, é uma correção que você recebeu com um custo bem menor do que se você mesmo tivesse achado o bug.
Tem tudo a ver. Você não compra software de quem desconhece. Seja por medo do cara ser um pilantra, seja por medo do software não funcionar. Software proprietário precisa ser pago antes de ser adquirido.
Existe uma inversão aí. Eu posso doar para alguém após testar o software open source e garantir que ele funciona. Por outro lado, eu sou obrigado a pagar pelo software proprietário antes disso. Se o site for realmente de um pilantra, ou simplesmente não atender as minhas expectativas, eu já me ferrei.
T
Thiagosc
jcneto:
Thiagosc:
Opensource não é produto porque não há transação alguma ocorrendo. Mas o mesmo raciocínio se aplicaria a qualquer coisa. Você prefere comprar um carro ou ganhar um de graça? O problema é nada é de graça, e qualquer pessoa sensata pensaria: “Humm, o carro é roubado? Ou então estão tentando aplicar um golpe?”.
Em nenhuma parte está escrito que precisa haver uma troca.
Quanto ao raciocínio de “De graça = não presta”, isso é um baita de um FUD (Fear, Uncertainty, and Doubt), e você deve saber muito bem disso. Graças a Deus estamos evoluindo para uma sociedade onde esse medo esta caindo.
O que estamos discutindo são empresas de software fechado e a alternativa citada pelo ViniGodoy. Não é um produto, mas sim apenas um arquivo zip que foi disponibilizado sem nenhuma empresa para dar suporte.
jcneto:
Cara, vc apelou com essa de mal documentado, não fala besteira. E o suporte, sim as vezes é pago, mas como vc disse, ninguém trabalha de graça
E por que deveriam desenvolvedores trabalhar de graça?
jcneto:
Pelo menos elas tem essa possibilidade, e quando elas tiverem o tal do “Interesse Específico” elas poderam satisfaze-lo!
Diferentes distros existem pois existem diferentes tipos de pessoas, ou você acha que o meu pai que tem 60 anos e usa Ubuntu tem o mesmo conhecimento sobre informática que um adolescente que está na faculdade?
As pessoas só querem que os softwares funcionem. O quanto antes a comunidade Linux aprender isso, melhor aquele lixo ficará. A Apple entende, a Microsoft entende, e é por isso que eles conseguem vender algo que resolva as pessoas problemas.
V
ViniGodoy
Thiagosc:
É lógico que se você pedir um preço absurdo as pessoas pensarão muito bem antes de comprar. É por isso que existe um valor ideal para o seu produto que deve ser definido, de forma que as pessoas não se sintam desencorajadas em comprá-lo por pensarem ser uma “decisão de vida ou morte”. Quer um exemplo? O Playstation 3. Eles cobraram 700 dólares e vendeu somente para os fanáticos pela Sony e todos os consumidores não fanáticos pensavam muito antes de comprar e decidiam que não valia a pena. Depois que abaixaram para 299 dólares se tornou um negócio muito mais atrativo, a ponto até de um comprador mais casual decidir comprá-lo.
Isso nada tem a ver com software proprietário, mas sim com estratégia.
Todas as empresas de software começam do zero. E se elas existem, é impossível?
Você desvirtua tudo. Agora inventou que querem cobrar milhares de reais por um software desconhecido. Quem veio com essas histórias aí foi você.
Onde foi que falei em cobrar milhares de reais? Por favor, faça um quote. O software pode custar R$50,00. Será menos atrativo que um mesmo software, aparentemente igual, que custa R$0,00.
E é lógico que o valor cobrado é uma questão de estratégia! Não é a toa que o open source é uma “estratégia de negócio”. Decidir não cobrar é uma estratégia! Por favor, leia com atenção o que eu escrevi, leia os artigos e as conclusões, e depois volte com argumentos coerentes.
Eu não falei que o cara estava tentando vender como pessoa física, pq ele não vendia o software. Eu falei em pessoa física, porque o cara que vc apontou distribuia o software dele como pessoa física. O que seria impossível fazer em outro modelo. Se ele cobrar, ele seria obrigado a montar uma empresa, e incorrer nos custos disso, só pelo fato de cobrar.
Só estava apontando uma vantagem de não cobrar. Essa vantagem existe e, goste você ou não dela, é uma alternativa de quem não cobra.
“thiagosc”:
Opensource não é produto porque não há transação alguma ocorrendo. Mas o mesmo raciocínio se aplicaria a qualquer coisa. Você prefere comprar um carro ou ganhar um de graça? O problema é nada é de graça, e qualquer pessoa sensata pensaria: “Humm, o carro é roubado? Ou então estão tentando aplicar um golpe?”.
Softwares opensource são mal documentados, o suporte é inexistente (a menos que você pague, o que não é vantagem alguma) e geralmente são bem incompletos em termos de features.
Confira a documentação da Boost, do Spring, do Hibernate, do PostGre. Talvez você também queria conferir também o fórum de suporte do Code::Blocks. Agora, compre o Visual Studio, e veja a documentação que vem com ele… próxima do zero. A documentação existente é a mesma do MSDN, que é similar a documentação oferecida pelo boost e pela sun. Ah, mas vc vai querer ligar para o suporte MS? Saiba que isso também tem um custo.
O OpenSource cobra, sim, por suporte técnico e documentação. É a forma que em que ele obtém o dinheiro. Aliás, isso é tão forte, que geralmente produz-se rapidamente livros e material didático de ótima qualidade sobre o assunto. Fomentam-se a criação de consultorias e escolas certificadas. Afinal, é como se ganha dinheiro no open source.
Ninguém falou que a distribuição do software de graça, implicaria também em suporte de graça… entendeu pq ninguém faz software de graça, sem esperar cobrar nada no futuro? É aí que se cobra, rapaz!
V
ViniGodoy
Exatamente. Nisso todos concordam. Seja no Open Source ou não, ninguém deve trabalhar de graça.
Cobre pela venda direta, ou cobre pelo suporte, cobre pelo treinamento, cobre para dar consultoria depois ou cobre por tudo isso.
Mas, de graça, ninguém trabalha.
V
ViniGodoy
Opa! Em momento nenhum falei que essa é a única alternativa.
O MySQL, por exemplo, é um produto, com uma empresa por trás para dar suporte, com documentação farta, open source e de distribuição gratuita.
Nem por isso deixa de ser produto.
M
mochuara
Thiagosc:
clone_zealot:
Thiagosc:
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
E dai oq vc fez?
Comprou um driver proprietário?
Não, tive que trocar de modem. Linux não tem nada de proprietário mesmo sendo um sistema bastante utilizado.
Hmm. Então linux é uma excecão a sua regra de que o destino de todo projeto opensource é ser explorado por uma grande empresa? sei…
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Thiagosc:
Está começando a aprender. Eles criam especicações e o que seja, mas quem lucra é a Microsoft vendendo o Visual Studio para
desenvolvedores. A Microsoft é a empresa de software nesse caso.
Bom, o problema mesmo está na sua visão de que “a única forma de se intitular desenvolvedor de software, é através da venda direta”. Usando sua ótica, concordo com você. É impossível lucrar com o desenvolvimento de software sendo open source, já que não se cobra.
Claro que os lucros indiretos são irrelevantes, mesmo que sejam superiores aos lucros de venda direta, mas tudo bem. Pq aquilo não é fazer software. Mesmo que eu tenha desenvolvido especificações importantes, como a do C++, criados avanços na na área de busca como o Google, ou criado inovações como o Eclipse, JUnit e os padrões de projeto (todas do mesmo Erich Gamma), eu serei apenas um consultor se não vender isso. E, mesmo que seja um dos consultores mais ricos do mundo, não estarei produzindo software.
Baseado em quê? Quais empresas estão lucrando mais que a Microsoft ou a IBM ou a Apple que vendem software proprietário apenas com “consultoria”? Isso que você diz não faz sentido algum, porque cada minuto que você gasta com consultoria é tempo que você não está desenvolvendo nada. Isso é fantasia.
Além do mais, a sua profissão ou ramo de negócio é aquilo que você faz para sobreviver. Um engenheiro tem determinadas funções, um arquiteto tem determinadas funções, etc. Não é normal terem um segundo trabalho para poderem sobreviver. Se você faz consultoria é um consultor.
Opensource apenas destrói qualquer motivação para o desenvolvimento de software profissionalmente. Software opensource não passa de uma pilha de trapos remendados.
ViniGodoy:
Claro, o paradigma destacado entre aspas, que você segue, é completamente furado. E é por isso que você simplesmente não entende o open source, enquanto não encara-lo de uma maneira diferente. Afinal, agregar serviço a um produto, não tira o seu mérito de produtor, daquele mesmo produto. Afinal, sua profissão não é definida através unicamente da cobrança direta, e sim do que você faz no seu dia-a-dia. Muitas das empresas, dedicam muitos esforços em pesquisa e desenvolvimento de software, e estão longe de serem taxas como “empresas de propaganda”, só pq essa é a forma que escolheram de comercializar seu produto.
Em que planeta? Agregar valor a uma venda que já foi feita é uma coisa, é uma forma de continuar ganhando dinheiro com um cliente. Agora fazer isso exclusivamente porque você não pode cobrar pelo software não é desenvolvimento de software profissional.
É um hobby ou uma função secundária. Por exemplo, várias empresas terceirizam a limpeza do escritório para terceiros, porque eles não estão no ramo de limpeza para contratar eles mesmos as pessoas para efetuá-la. Nesse caso é mais negócio contratar alguém especializado nisso. Isso é basicamente o que opensource é, mas sem a parte da contratação, pois os faxineiros do opensource trabalham de graça.
ViniGodoy:
Você leu o que eu escrevi? Acho que não, então eu vou repetir.
Nós fizemos a correção para a equipe do Groovy. Quer outra vez? Nós fizemos a correção para a equipe do Groovy, de graça.
Eles ganharam a correção. Eles não tiveram que gastar com um programador para procurar um bug, nem simular o problema. O máximo que tiveram que fazer é testar se a solução que postei realmente funcionava. Esse custo, quem arcou foi a própria Siemens, no momento em que os programadores dela, no caso, eu e minha equipe, fizemos a correção. E ainda, a Siemens pagou de bom grado, já que era uma correção importante. Se isso fosse código fechado, o máximo que poderíamos fazer seria reportar o bug, e eles teriam todo o trabalho de tentar reproduzir o nosso ambiente complexo, identificar o problema, e corrigir. Isso, num prazo que eles definissem, que poderia significar a perda do cliente.
Li e entendi perfeitamente. A única vantagem naquele caso era a “mão de obra barata” pois vocês já estava usando o programa sem pagar nada. Todo o “Groovy”, um valor muito maior do que a sua correção, foi o que vocês ganharam.
A correção nesse caso foi um interesse próprio de vocês, e nada além disso. Não existe “bom grado” nisso, apenas interesses de negócios.
ViniGodoy:
Não no caso de um software de prateleira. Experimente encontrar um bug no Visual, ou numa API proprietária, e ver o quão rápida será a correção. Se isso for vital para sua empresa, você jamais poderá fazer o que fizemos.
No caso de um projeto encomendado, com um contrato de serviço, tanto faz. No Open Source, também haverá uma equipe para lhe prestar o serviço, e corrigir o software para você.
De onde você tira essas coisas? Você acha que uma empresa que encontra um problema fatal no software cuja sua sobrevivência depende não estaria interessada em consertá-lo? São o quê? Suicidas?
Ótimo. Pouquíssimas pessoas é mais e mais importante do que “pessoa nenhuma”. Em especial, quando consideramos que essas “pouquíssimas” um percentual entre milhares de desenvolvedores. Então, digamos que dos seus 10.000 clientes, 1% auditem seu código. Você terá 100 pessoas olhando para ele, além do seu time próprio de programadores.
Repito novamente o que já disse. O seu interesse é somente o de se aproveitar do trabalho de outra pessoa sem precisar pagar nada. Se você precisa consertar algo para o seu trabalho, então é porque você tem interesses de negócio que o desenvolvedor original jamais verá centavo.
Se você gosta de software grátis que você pode corrigir se não funcionar, tudo bem. Mas o que está sendo discutido é que opensource é um modelo de negócios inviável. E tudo o que você diz apenas prova isso.
ViniGodoy:
Além disso, é melhor ter gente auditando por um interesse específico, do que ter gente com esse interesse específico incapaz de auditar seu software. Qualquer auditoria que venha de fora, que corrija um bug para você, é uma correção que você recebeu com um custo bem menor do que se você mesmo tivesse achado o bug.
1- Uma empresa teria o maior dos interesses em consertar o seu produto, caso contrário morreria;
2- Nada garante que tais correções serão benéficas e que não introduzirão novos bugs, portanto de qualquer forma alguém precisa ser responsável por fazer o patch;
Tem tudo a ver. Você não compra software de quem desconhece. Seja por medo do cara ser um pilantra, seja por medo do software não funcionar. Software proprietário precisa ser pago antes de ser adquirido.
Existe uma inversão aí. Eu posso doar para alguém após testar o software open source e garantir que ele funciona. Por outro lado, eu sou obrigado a pagar pelo software proprietário antes disso. Se o site for realmente de um pilantra, ou simplesmente não atender as minhas expectativas, eu já me ferrei.
E quem disse que você não pode testar o software? Já ouviu falar de demos ou trials? Você faz download de uma versão trial, vê o que o produto faz, testa e se gostar compra.
E o que isso tem a ver com risco de usar cartão de crédito na internet? Passar cartão de crédito em lojas desconhecidas é pedir para ser roubado, e mesmo naquelas desconhecidas, basta a empresa ter uma apresentação profissional para inspirar confiança. É assim que eu compro jogos de PS3 na internet, compro com cartão de empresas que antes de comprar da primeira vez jamais tinha ouvido falar.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Onde foi que falei em cobrar milhares de reais? Por favor, faça um quote. O software pode custar R$50,00. Será menos atrativo que um mesmo software, aparentemente igual, que custa R$0,00.
E é lógico que o valor cobrado é uma questão de estratégia! Não é a toa que o open source é uma “estratégia de negócio”. Decidir não cobrar é uma estratégia! Por favor, leia com atenção o que eu escrevi, leia os artigos e as conclusões, e depois volte com argumentos coerentes.
Opensource é uma estratégia de negócios que não dependem de software para sobreviver. E isso é o que você se recusa a entender. Nenhuma empresa sobrevive de opensource somente.
E fale por si próprio sobre ser mais atrativo. Existem diversos outros fatores que pesam nesse tipo de decisão. Você é muito simplista.
ViniGodoy:
Eu não falei que o cara estava tentando vender como pessoa física, pq ele não vendia o software. Eu falei em pessoa física, porque o cara que vc apontou distribuia o software dele como pessoa física. O que seria impossível fazer em outro modelo. Se ele cobrar, ele seria obrigado a montar uma empresa, e incorrer nos custos disso, só pelo fato de cobrar.
Só estava apontando uma vantagem de não cobrar. Essa vantagem existe e, goste você ou não dela, é uma alternativa de quem não cobra.
Qual vantagem? Ele não ganhou nada. Nenhum emprego, nada. E diversas empresas lucram com seu trabalho sem pagar nada? Qual é a vantagem, ser um “perdedor famoso”. Eu prefiro ser um “anônimo rico”.
ViniGodoy:
“thiagosc”:
Opensource não é produto porque não há transação alguma ocorrendo. Mas o mesmo raciocínio se aplicaria a qualquer coisa. Você prefere comprar um carro ou ganhar um de graça? O problema é nada é de graça, e qualquer pessoa sensata pensaria: “Humm, o carro é roubado? Ou então estão tentando aplicar um golpe?”.
Softwares opensource são mal documentados, o suporte é inexistente (a menos que você pague, o que não é vantagem alguma) e geralmente são bem incompletos em termos de features.
Confira a documentação da Boost, do Spring, do Hibernate, do PostGre. Talvez você também queria conferir também o fórum de suporte do Code::Blocks. Agora, compre o Visual Studio, e veja a documentação que vem com ele… próxima do zero. A documentação existente é a mesma do MSDN, que é similar a documentação oferecida pelo boost e pela sun. Ah, mas vc vai querer ligar para o suporte MS? Saiba que isso também tem um custo.
O OpenSource cobra, sim, por suporte técnico e documentação. É a forma que em que ele obtém o dinheiro. Aliás, isso é tão forte, que geralmente produz-se rapidamente livros e material didático de ótima qualidade sobre o assunto. Fomentam-se a criação de consultorias e escolas certificadas. Afinal, é como se ganha dinheiro no open source.
Ninguém falou que a distribuição do software de graça, implicaria também em suporte de graça… entendeu pq ninguém faz software de graça, sem esperar cobrar nada no futuro? É aí que se cobra, rapaz!
Haha, opensource inventou os livros técnicos. Livros sobre assuntos específicos de tecnologia sempre existiram. Rapidamente o quê? É apenas um negócio, assim como qualquer outro, e se algum tópico tem demanda alguém escreverá um livro e venderá. E ainda é capaz de fazer mais dinheiro do que os escravos do opensource.
Enquanto os “famosos” criam especificações para o C++, a Microsoft lucra vendendo o Visual Studio, e ninguém se importa de pagar por algo bom. E tampouco pagar pela documentação também.
M
mochuara
Thiagosc:
Haha, opensource inventou os livros técnicos. Livros sobre assuntos específicos de tecnologia sempre existiram. Rapidamente o quê? É apenas um negócio, assim como qualquer outro, e se algum tópico tem demanda alguém escreverá um livro e venderá. E ainda é capaz de fazer mais dinheiro do que os escravos do opensource.
Enquanto os “famosos” criam especificações para o C++, a Microsoft lucra vendendo o Visual Studio, e ninguém se importa de pagar por algo bom. E tampouco pagar pela documentação também.
A microsoft lucra com visual studio e contrata os famosos a peso de ouro. Esses famosos são bons justamente porque só sabem programar e não tem aptidão para criar outras microsofts, apples e IBMs. Todos saem ganhando ao meu ver, onde esta a “exploração” queria saber.
L
leoramos
Thiagosc:
clone_zealot:
Thiagosc:
Lembro-me de uma vez que precisei usar um driver de modem para o Linux, e existia diversas limitações sobre o que o driver faria segundo o desenvolvedor, e mesmo assim não funcionou.
E dai oq vc fez?
Comprou um driver proprietário?
Não, tive que trocar de modem. Linux não tem nada de proprietário mesmo sendo um sistema bastante utilizado.
Ahn? Cara, só no Ubuntu que eu estou usando nesse instante eu tenho 3 drivers proprietários instalados (modem 3G, captura de áudio e placa de vídeo). Tá falando bobagem, fera!
V
ViniGodoy
Já foram citadas. Volte o tópico e leia.
Exatamente, é o que você faz. Não como você cobra por isso. Se um engenheiro fizer as funções de engenheiro, mas no lugar de cobrar por um estádio de futebol, exigir uma comissão sobre o valor pago na publicidade dos jogos, ele não terá se tornado um publicitário. Tampouco, uma empresa de propaganda. Ele continua engenheiro.
Frases ao vento, sem qualquer embasamento… O pessoal da SpringSource me parece bastante animado, assim como do Hibernate, boost, Netbeans, Eclipse, e tantas outras já citadas.
No planeta Terra. Se você está falando de outros planetas, bem, aí posso entender que talvez neles a sua argumentação seja válida.
Não é questão de não “poder” cobrar pelo software. É de não “querer”. Acontece que no mercado de software, o que se ganha com o cliente depois pode ser muito mais significativo do que se ganha com a venda direta. Isso é uma característica desse mercado.
hahahaah… vc certamente não entendeu. Empresas como a springsource tem programadores pagos para desenvolver seus produtos. A Conectiva pagava salários a seus empregados.
No caso da Siemens e do Groovy, realmente, fomos um dos clientes que obtiveram o produto deles “de graça”. Claro, poderíamos ter participado de um treinamento oficial (e isso foi realmente requisitado). Além de ter dado a eles algumas correções completamente de graça, de coisas que em outras empresas entraríamos na “faixa de clientes não interessante”.
Eles ganharam a correção, ganharam o cliente. Compramos o livro deles, oficial (aliás, acho que mais de 10 exemplares foram adquiridos). Tentamos obter o treinamento oficial, mas não havia no Brasil (senão, teriam faturado nisso também). Fizemos correções de graça… claro, o pessoal do groovy não ganhou nada mesmo. Vários produtos agora usam groovy, e os usuários terão que aprender a linguagem. O que significa mais livros e mais treinamentos.
thiagosc:
A correção nesse caso foi um interesse próprio de vocês, e nada além disso. Não existe “bom grado” nisso, apenas interesses de negócios. Eles também passaram a colocar o nome Siemens no portifólio deles, o que certamente foi um grande incentivo para a própria linguagem.
De onde você tira essas coisas? Você acha que uma empresa que encontra um problema fatal no software cuja sua sobrevivência depende não estaria interessada em consertá-lo? São o quê? Suicidas?
Você só terá a correção rapidamente se for um cliente “relevante”. De onde tirei essas coisas? Já ouvi isso do suporte MS, e do da Borland também. Ocupe um nicho lijeiramente diferente daquele do “grande público”, e você não terá a menor alternativa de como corrigir seus problemas.
E quem falou em problema fatal do software? Falei num problema que pode te afetar, em especial, mas que pode não ter tanta relevância assim para outros clientes. Foi o que aconteceu com o Groovy. Era um problema que só se manifestaria num ambiente mais complexo que o tradicional, que era o que tínhamos.
Você está lendo mesmo? Tem certeza? Ou seu problema é entendimento? As correções, no nosso caso, foram entregues ao desenvolvedor original. O software dele ficou mais robusto. Claro que houve interesse de nossa parte, e essa é a beleza do negócio. Nós tivemos o interesse, investimos do nosso próprio bolso para fazer a correção e eles ganharam duplamente: mantiveram o cliente, que continuará obtendo treinamento e comprando livros, e ganharam o bugfix.
Isso se o bug que te incomoda for “mais significativo”. Você não tem noção de quantas vezes o bug que invabilizou o uso de um produto no nosso caso não era taxado assim. Pq os “nossos maiores clientes são web”. Se você quer uma correção num modelo fechado, você tem que ser um maior cliente, ou estar presenciando um bug que todos presenciam. Se for um problema que só afeta o seu nicho, paciência, fique chupando o dedo, mesmo que você mesmo possa corrigir.
Sim. De qualquer jeito, é melhor analisar uma solução proposta e testada, com indicação da linha de onde o problema ocorre, e com o código de uma possível solução, do que um relatório de um erro com um texto e, no máximo, um screenshot e, quando muito, um log.
Desenvolvimento extra. Você deve desenvolver o demo, ou garantir que o trial seja realmente um trial.
Não misture os assuntos. Quando falei no cartão, estava falando sobre credibilidade, não sobre segurança online. É necessário credibilidade para convencer alguém a gastar dinheiro, seja via cartão, boleto bancário, ou outra forma qualquer. Se você dá seu dinheiro para qualquer empresa que vende jogos de PS3 com site bonitinho, é um risco seu.
J
jgbt
Errado. Depende e muito. É atraves do software que vc produziu e disponibilizou que vc vai ganhar dinheiro atraves de serviços, como ja foi N vezes falado aqui.
É um modelo de negocios.
E isso varias empresas fazem, como ja foi exemplificado N vezes nessa thread.
Alguem pode usa-lo de graça? Claro que pode, mas é um dos riscos desse modelo. Assim como vc pode produzir um software proprietario e não consguir vende-lo.
O risco faz parte de qualquer estrategia de negocio.
Qual modelo é mais lucrativo? Não sei. Isso vc pode dscutir se quiser.
Vc prefere o outro modelo? Ok.
Mas não pode simplesmente dizer que esse modelo não funciona e refutar todos os exemplos dados aqui.
L
leoramos
Thiagosc:
Enquanto os “famosos” criam especificações para o C++, a Microsoft lucra vendendo o Visual Studio, e ninguém se importa de pagar por algo bom. E tampouco pagar pela documentação também.
Cara, trabalhei com C# algum tempo e você não pode estar falando sério. O Visual Studio é um notepad com funções drop&down. Nem as pesquisas de referências em código ele faz direito, cruza as referências. Resultado: se usar isso pra auxiliar no refactoring, vais fazer cagada no código DE CERTEZA.
E a documentação é pobre, com tradução em português (não que eu me importe, mas tem gente que precisa disso, ué!) feita por algum tipo de chimpanzé ou coisa assim.
E só pra constar: no Brasil, obviamente a coisa é mais folgada porquê aqui a aplicação da lei é, em quase todos os meios, meio frouxa. Mas em 2003 a Nikon foi multada em cerca de 300 mil dólares por usar o algoritmo do White Balance do Gimp de forma diferente à autorizada pela licença do software.
Meio fora de contexto, esta informação, mas é só pra ilustrar que tu tá falando um pouco de besteira demais.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Já foram citadas. Volte o tópico e leia.
Nenhuma empresa de sucesso foi citada. Apenas empresas que deixaram de existir, cujo negócio não é software ou que foram compradas.
Pare de inventar! Que engenheiro faz isso!? A menos que ele seja sócio do negócio do estádio, ele vai cobrar pelo projeto, até porque é o nome dele que está lá.
Isso não tem cabimento. Aprender a tocar bateria e tocar em banda de quermesse em final de semana não o torna um baterista profissional, o mesmo se aplica a qualquer profissão. Se você precisa de um segundo emprego para sobreviver essa não é a sua profissão.
ViniGodoy:
Frases ao vento, sem qualquer embasamento… O pessoal da SpringSource me parece bastante animado, assim como do Hibernate, boost, Netbeans, Eclipse, e tantas outras já citadas.
Outro dia vi o Eclipse mendigando doações no java.net. Hahaha. Sim, muito bem mesmo.
No planeta Terra. Se você está falando de outros planetas, bem, aí posso entender que talvez neles a sua argumentação seja válida.
Não é questão de não “poder” cobrar pelo software. É de não “querer”. Acontece que no mercado de software, o que se ganha com o cliente depois pode ser muito mais significativo do que se ganha com a venda direta. Isso é uma característica desse mercado.
Isso é verdade, mas, como você pode ganhar qualquer coisa depois se o código é aberto!? Se você dá o software na esperança de que alguém irá gostar e precisará pagar por algum serviço por que daria o código? Com o código qualquer um pode vender esse serviço e você continua com nada.
Opensource não funciona. Dando o código você não vai conseguir nada de volta e ainda é capaz de algum lucrar com o seu trabalho, assim como aconteceu com o criador do Mongrel.
ViniGodoy:
hahahaah… vc certamente não entendeu. Empresas como a springsource tem programadores pagos para desenvolver seus produtos. A Conectiva pagava salários a seus empregados.
No caso da Siemens e do Groovy, realmente, fomos um dos clientes que obtiveram o produto deles “de graça”. Claro, poderíamos ter participado de um treinamento oficial (e isso foi realmente requisitado). Além de ter dado a eles algumas correções completamente de graça, de coisas que em outras empresas entraríamos na “faixa de clientes não interessante”.
Você que não entendeu, se eu tenho uma empresa como pagarei os salários dos programadores? Isso parece história do ovo e da galinha. Não adianta jogar a responsabilidade para outra pessoa. Tudo bem, você é um desenvolvedor que não tem uma empresa aberta e não vende o software que produz você mesmo, mas alguém vai ter que se preocupar com isso!
Bota a mão na consciência, essa desculpa de “Ah, mas seu empregador vai pagar o seu salário” é atestado de burrice, porque estamos discutindo negócios e não empresas para se trabalhar.
Cliente!? Para ter você como cliente eles precisam ter vendido alguma coisa. Venderam o quê? Livros? Parabéns, vocês são a minoria. Eu nunca paguei por nada opensource e quando precisei de livros compro-os no mercado.
A sua exceção não faz a regra.
ViniGodoy:
Você só terá a correção rapidamente se for um cliente “relevante”. De onde tirei essas coisas? Já ouvi isso do suporte MS, e do da Borland também. Ocupe um nicho lijeiramente diferente daquele do “grande público”, e você não terá a menor alternativa de como corrigir seus problemas.
E quem falou em problema fatal do software? Falei num problema que pode te afetar, em especial, mas que pode não ter tanta relevância assim para outros clientes. Foi o que aconteceu com o Groovy. Era um problema que só se manifestaria num ambiente mais complexo que o tradicional, que era o que tínhamos.
Se o problema não é fatal, geralmente existem workarounds. Como no caso do JSF 1.0, que era opensource, tinha um problema de não converter automaticamente os caracteres para UTF-8, o que era facilmente corrigível. Nas versões posteriores corrigiram esse problema.
Mas qualquer empresa estaria interessada em manter o seu software o melhor possível, para assim não prejudicar a sua imagem. Eles teriam muito mais incentivo para fazê-lo do que um programador que desenvolve sistemas nas horas vagas, que não depende daquilo para sobreviver.
ViniGodoy:
Você está lendo mesmo? Tem certeza? Ou seu problema é entendimento? As correções, no nosso caso, foram entregues ao desenvolvedor original. O software dele ficou mais robusto. Claro que houve interesse de nossa parte, e essa é a beleza do negócio. Nós tivemos o interesse, investimos do nosso próprio bolso para fazer a correção e eles ganharam duplamente: mantiveram o cliente, que continuará obtendo treinamento e comprando livros, e ganharam o bugfix.
A beleza de quem não depende de software para sobreviver. É o que eu já disse umas trinta vezes: opensource é um modelo de negócios inviável, somente corporações tem interesse nele por utilizá-lo como fonte de mão de obra barata e por poderem usar software sem precisar investir nada.
Essa é a beleza a que você se refere.
ViniGodoy:
Isso se o bug que te incomoda for “mais significativo”. Você não tem noção de quantas vezes o bug que invabilizou o uso de um produto no nosso caso não era taxado assim. Pq os “nossos maiores clientes são web”. Se você quer uma correção num modelo fechado, você tem que ser um maior cliente, ou estar presenciando um bug que todos presenciam. Se for um problema que só afeta o seu nicho, paciência, fique chupando o dedo, mesmo que você mesmo possa corrigir.
Você viaja muito. Eu não conheço “SEs”. Se… se… se… Você só cita sítuações hipotéticas.
O que eu disse é fato! Uma empresa que depende de um software para sobreviver terá todos os incentivos do mundo em consertá-lo para assim manter seus clientes felizes, porque ela depende desses clientes.
Outro fato é que programadores de final de semana não dependem de você, portanto não tem nenhum incentivo para consertar nada rapidamente.
ViniGodoy:
Desenvolvimento extra. Você deve desenvolver o demo, ou garantir que o trial seja realmente um trial.
Cara, você está determinado a não ver o óbvio. Todas as supostas vantagens citadas por você do opensource são feitas por software proprietário e melhor:
1- Ter correções rapidamente: qualquer empresa que depende de software para sobreviver não tem escolha a não ser corrigir o mais rápido possível qualquer problema que apareça. Não apenas é de seu interesse, como também o farão porque existem desenvolvedores pagos para isso, diferentemente dos “programadores de final de semana” do opensource;
2- Poder testá-lo antes de comprar: qualquer software que preste disponibiliza versões trial ou demo para que os clientes possam testar antes de decidir se querem adquiri-lo ou não;
3- Lucrar com suporte e documentação: nada impede uma empresa de software de vender suporte e documentação. A única diferença do opensource é que o código não estará disponível, logo o seu cliente será o seu cliente e não o de outra empresa que apenas se apoderou de seu código;
Esse seu sistema de “honra”, onde você adquire qualquer bugiganga que o desenvolvedor original do software vende para apoiá-lo não é um modelo de negócios. Isso não existe.
Você só ficou feliz de poder usar o software de outra pessoa sem pagar nada, foi barato. Apenas isso. Essa é a “beleza” do opensource, a destruição do desenvolvedor de software profissional, que precisará de um segundo emprego se quiser sobreviver porque não pode cobrar pelo que faz.
T
Thiagosc
leoramos:
Ahn? Cara, só no Ubuntu que eu estou usando nesse instante eu tenho 3 drivers proprietários instalados (modem 3G, captura de áudio e placa de vídeo). Tá falando bobagem, fera!
Existem alguns fabricantes que disponibilizam, mas nesse caso não. Linux não é uma boa plataforma para software proprietário.
M
mochuara
jgbt:
Thiagosc:
Opensource é uma estratégia de negócios que não dependem de software para sobreviver. E isso é o que você se recusa a entender. Nenhuma empresa sobrevive de opensource somente.
Errado. Depende e muito. É atraves do software que vc produziu e disponibilizou que vc vai ganhar dinheiro atraves de serviços, como ja foi N vezes falado aqui.
É um modelo de negocios.
E isso varias empresas fazem, como ja foi exemplificado N vezes nessa thread.
Alguem pode usa-lo de graça? Claro que pode, mas é um dos riscos desse modelo. Assim como vc pode produzir um software proprietario e não consguir vende-lo.
O risco faz parte de qualquer estrategia de negocio.
Qual modelo é mais lucrativo? Não sei. Isso vc pode dscutir se quiser.
Vc prefere o outro modelo? Ok.
Mas não pode simplesmente dizer que esse modelo não funciona e refutar todos os exemplos dados aqui.
Não vamos exigir muito dele tb ne, pra quem comecou dizendo que opensource é exploração, não funciona, pelo menos ele terminou reconhecendo que é uma modelo de negócios “alternativo”.
T
Thiagosc
mochuara:
Não vamos exigir muito dele tb ne, pra quem comecou dizendo que opensource é exploração, não funciona, pelo menos ele terminou reconhecendo que é uma modelo de negócios “alternativo”.
Não reconheci coisa alguma. Opensource significa a morte do desenvolvedor profissional.
E
entanglement
Por que será que os Thiagos/Tiagos/Thyagos (e outras variações do mesmo tema) que conheci eram muito inteligentes mas tinham opiniões totalmente controvertidas?
Acho que é uma coisa do signo ou do nome. Talvez eu precise perguntar a um numerologista ou um astrólogo o porquê disso.
J
jc_neto
Thiagosc, diga-nos qual a sua experiência de mercado (onde trabalha/trabalhou) o que você faz para ganhar a vida? pois pelo jeito que você fala tem muitos anos de prática e muitos problemas resolvidos. Por favor sane essas minhas dúvidas!
T
Thiagosc
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
S
s4nchez
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Não tem como não ser pessoal. Pelo que li parece que todos os argumentos e exemplos apresentados fazem sentido para todos, menos você.
Isso não é discussão, é uma eterna boa vontade e paciência de todos com a sua teimosia.
J
jc_neto
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Eu só queria saber baseado no que você afirma tanta coisa. Já que não cita fontes acredito que seja experiência. Ou o que você fala é o “achismo” que você mesmo critica tanto!?
M
marcosalex
Thiagosc:
Não reconheci coisa alguma. Opensource significa a morte do desenvolvedor profissional.
Piado do dia? :lol: :lol:
Até hoje você não respondeu as perguntas anteriores e vem repetindo a mesma afirmação já refutada dezenas de vezes.
Convence o Google, Red Hat e outras empresas que investem pesado em Open Source e depois posta aqui!
Sergey: Olha, Larry, é melhor a gente abandonar todos os nossos projetos abertos e passarmos a cobrar licença
Larry: Por que? Você ficou louco?
Sergey: Não, é porque encontrei o Thiagosc, ele é “o cara” e disse que Open Source não dá dinheiro
Larry: O Thiagosc falou? Por que não disse antes, “bora” fechar a empresa, vender software de caixinha e cantar “hey, hey, hey, Mr. Gates é nosso rei!”
F
Felagund
marcosalex:
Thiagosc:
Não reconheci coisa alguma. Opensource significa a morte do desenvolvedor profissional.
Piado do dia? :lol: :lol:
Até hoje você não respondeu as perguntas anteriores e vem repetindo a mesma afirmação já refutada dezenas de vezes.
Convence o Google, Red Hat e outras empresas que investem pesado em Open Source e depois posta aqui!
Sergey: Olha, Larry, é melhor a gente abandonar todos os nossos projetos abertos e passarmos a cobrar licença
Larry: Por que? Você ficou louco?
Sergey: Não, é porque encontrei o Thiagosc, ele é “o cara” e disse que Open Source não dá dinheiro
Larry: O Thiagosc falou? Por que não disse antes, “bora” fechar a empresa, vender software de caixinha e cantar “hey, hey, hey, Mr. Gates é nosso rei!”
Gostei da historinha huahuahuahuuha
C
clone_zealot
Fora do tema do tópico, mas totalmente on-topic:
pq vcs ainda alimentam esse troolismo do Thiagosc?
Mandem ele as favas e deixem o tópico morrer por inanição.
L
leoramos
Thiagosc:
leoramos:
Ahn? Cara, só no Ubuntu que eu estou usando nesse instante eu tenho 3 drivers proprietários instalados (modem 3G, captura de áudio e placa de vídeo). Tá falando bobagem, fera!
Existem alguns fabricantes que disponibilizam, mas nesse caso não. Linux não é uma boa plataforma para software proprietário.
Cara, não sei qual o motivo me levou a isso, mas eu li todas as mensagens deste tópico, e com base no que li, te pergunto algo sobre a resposta que me destes:
POR QUE?
Em TODAS as tuas mensagens falta isso. Simples assim. “Alguns” fabricantes disponibilizam; “alguns” softwares proprietários dão problema; “só algumas” pessoas vivem de software livre. É tudo muito vago. Achismo puro. A única fonte que você citou “o cara apagou”.
Não sei o que estamos fazendo nesse tópico ainda.
Abraço, galera!
V
ViniGodoy
Meu Deus! Você tem um sério problema com analogias. Ok, se uma empresa de soooftware, faz um mecanismo de buscas, mas resolve cobrar pela publicidade, ela não deixa de ser uma empresa de software. Se um ator, vende publicidade, ele não passa a ser um publicitario. Se um corredor de fórmula 1, ganha comissão pelos produtos estampados na camiseta dela durante a corrida, ele não passa a ser um outdoor. Se o GUJ tem renda a partir dos banners no topo da página, ele não deixa de ser um fórum.
Melhorou?
Vamos definir as coisas pelo que elas produzem, não pela forma como elas vendem o que produziram.
Acontece, que não é de bandinhas de quermece que estamos falando. O SpringSource seria como se o próprio U2 estivesse tocando, mas vendendo publicidade nos shows, ao invés de cobrar pelo ingresso. Mas ok, não quer chamar eles de profissionais? Tudo bem, vamos então discutir o problema desses amadores que revolucionam a indústria de software, e programam muito mais do que eu e você, os profissionais.
O fato é que esses “não profissionais” investem em software tanto quanto os profissionais. Não desenvolvem só no “final de semana”. Essa sua expressão é falaciosa, é FUD.
A 3D Realms faliu. Por isso devemos deduzir que todo modelo de software cobrado é falho? Acho que não…
Várias empresas de sucesso foram citadas, mas você silenciosamente as ignora, quando não tem o que falar mal. Assim como ignora as empresas de software pago que vão a falência. Quanto ao Eclipse pedir doações, bem, não vejo porque isso seja um problema. Eles não estão sequer ameaçando fechar, e esse é realmente uma das formas de recebimento do open source. O termo pejorativo usado por você, é puro FUD.
Ainda assim, o Eclipse enfrenta uma concorrência forte, de outro software Open Source, o Netbeans.
Thiagosc:
Isso é verdade, mas, como você pode ganhar qualquer coisa depois se o código é aberto!? Se você dá o software na esperança de que alguém irá gostar e precisará pagar por algum serviço por que daria o código? Com o código qualquer um pode vender esse serviço e você continua com nada.
Opensource não funciona. Dando o código você não vai conseguir nada de volta e ainda é capaz de algum lucrar com o seu trabalho, assim como aconteceu com o criador do Mongrel.
O criador do Mongrel teve a parcela de fama, e a julgar pelo cunho dos comentários que ele faz na internet, era isso mesmo que ele queria. Agora, se ele foi incapaz de se promover com o Mongrel, ou o produto não era bom, ou ele não soube explorar outras formas de arrecadação. Em todo caso, ele realmente ganhou com palestras e fez o barulho dele, coisa que você ignora.
Afinal, se ele ganha depois com serviços, na sua concepção ele “deixa de ser um profissional de software” e, portanto, não pode ser enquadrado como produtor de software de sucesso. Quanto a como ganhar… bem, releia a thread inteira.
Volto a perguntar. Antes da venda da primeira unidade de software, como você pagará o salário dos programadores? Ou você é algum tipo de mago, que consegue vender o software e produzi-lo depois?
Eu já te expliquei isso há alguns posts atrás… volte lá e leia. Eu falei sobre investimento, amortização de prejuízo, retorno sobre o investimento, lembra?
Então pare de misturar as coisas! Você repetiu diversas vezes de “pessoas que trabalham de graça” e “profissionais de fim de semana”. Se estamos falando de negócios, vamos parar de falar em pessoas e vamos falar em empresas. Nesse caso, tudo é uma questão de como recuperar o investimento feito para remunerar os programadores e financiar o desenvolvimento. Venda direta? Serviços? Publicidade? Anunciantes? Todas são formas válidas de arrecadação.
Thiagosc:
Cliente!? Para ter você como cliente eles precisam ter vendido alguma coisa. Venderam o quê? Livros? Parabéns, vocês são a minoria. Eu nunca paguei por nada opensource e quando precisei de livros compro-os no mercado.
A sua exceção não faz a regra.
Somos clientes pq consumimos um produto ou serviço que eles oferecem. Para ser cliente, não é necessário haver venda. Segundo sua concepção, as redes de TV abertas, então, não tem nenhum cliente! Poxa, por isso talvez a TV globo esteja indo à falência.
Ahem… e para onde que você acha que vai a renda dos livros que você comprou no mercado? Ou do treinamento feito por uma escola certificada? Ou de uma certificação oficial? Me desculpe, mas esse comentário soou simplista e ignorante.
Claro, agora fazer workarounds é o jeito certo de se trabalhar. Agora, no caso do problema que encontramos, não havia workarounds. Uma situação específica gerava um memory leak, que era revelado em aplicações de muita carga, como a nossa.
Anyway, você também está confundindo as coisas, novamente. Existirão sempre duas filas de prioridade diferentes. A da empresa que produz o software, e a da empresa que usa o software. Se seu software é proprietário, o máximo que você pode fazer é torcer para que suas prioridades sejam as mesmas daquelas do seu produtor. Se o software é aberto, você pode bancar o desenvolvimento da correção, e entregar ao seu produtor.
E geralmente isso não acontece se você estiver num nicho um pouco mais específico que a da clientela geral.
Engraçado que você fala isso, mas não aplica a mesma regra para empresas Open Source. Uma empresa que lucra fazendo consultoria do seu próprio software, tem todo interesse do mundo em manter esse software moderno e atualizado, e irá investir para isso. Afinal, essa também é condição de sobreviência dela. Ela também se preocupa com imagem, como uma empresa de código fechado faria.
Thiago, estou falando porque, como já te falei, já recebi esse tipo de negativa. Mais de uma vez. Trabalhei a vida toda com sistemas para indústria e de tempo real e, apesar deles movimentarem muito dinheiro, eles nunca são prioridade em empresa nenhuma hoje em dia. Elas estão mais preocupadas com a base de clientes web, que são realmente maioria. Não posso culpa-las por prioriza-los, mas não posso negar que foi um conforto muito grande poder eu mesmo analisar o código e enviar as correções.
thiagosc:
1- Ter correções rapidamente: qualquer empresa que depende de software para sobreviver não tem escolha a não ser corrigir o mais rápido possível qualquer problema que apareça. Não apenas é de seu interesse, como também o farão porque existem desenvolvedores pagos para isso, diferentemente dos “programadores de final de semana” do opensource;
2- Poder testá-lo antes de comprar: qualquer software que preste disponibiliza versões trial ou demo para que os clientes possam testar antes de decidir se querem adquiri-lo ou não;
3- Lucrar com suporte e documentação: nada impede uma empresa de software de vender suporte e documentação. A única diferença do opensource é que o código não estará disponível, logo o seu cliente será o seu cliente e não o de outra empresa que apenas se apoderou de seu código;
Esse seu sistema de “honra”, onde você adquire qualquer bugiganga que o desenvolvedor original do software vende para apoiá-lo não é um modelo de negócios. Isso não existe.
Você só ficou feliz de poder usar o software de outra pessoa sem pagar nada, foi barato. Apenas isso. Essa é a “beleza” do opensource, a destruição do desenvolvedor de software profissional, que precisará de um segundo emprego se quiser sobreviver porque não pode cobrar pelo que faz.
Engraçado… você fala para falar em empresas e no mesmo post chama os programadores do open source de “programadores de final de semana”. Os programadores das empresas open source são remunerados, tem jornadas de trabalho de oito horas, como qualquer programador normal. Existe sim, a possibilidade de programadores de final de semana entrarem no mercado, mas só através de um bom serviço eles se darão bem. Aliás, programadores de final de semana podem cobrar por seu software também, e não é raro ver em sites como baixeaqui softwares pagos feitas por empresas fundo de quintal.
Não percebe? Todos os argumentos sobre manter a clientela valem para qualquer empresa, seja ela opensource ou não.
O seu argumento 3, é o único que realmente tem alguma relevância, pois explora um dos riscos do Open Source. Realmente, outra empresa pode tentar se apropriar do software, ou mesmo, estuda-lo e dar consultoria também. Vai da sua competência manter a clientela. Se você fizer um bom serviço, não vejo porque um cliente priorizaria o “não-oficial” do oficial. Até porque, só a consultoria oficial que novidades o produto terá no futuro.
J
jgbt
s4nchez:
Não tem como não ser pessoal. Pelo que li parece que todos os argumentos e exemplos apresentados fazem sentido para todos, menos você.
Isso não é discussão, é uma eterna boa vontade e paciência de todos com a sua teimosia.
O mais engraçado é que em inumeras vezes ele mesmo fala que “desenvolvedores sempre acham que são especiais” mas que qualquer um pode fazer o trabalho.
Mas ele se comporta como se fosse especial, pq todo e qualquer argumento não serve ou não se enquadra nas “definições” que ele tem.
Como se so ele tivesse razão e o resto do mundo errado. Quando se tem uma opinião diferente da maioria o minimo que se faz é pensar “sera que so eu que estou certo?”
Claro que ninguem vai sair aceitando tudo sem questionar, mas ja esta me parecendo uma caso de teimosia mesmo.
Da Vinci, Galileu e outros tmb fizeram isso e provaram estarem com a razão.
Ao que parece todo mundo uma hora ou outra se acha especial…seja desenvolvendo software ou defendendo opiniões.
[]´s
V
ViniGodoy
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Na verdade, eu também gostaria de saber. Porque não vi um único post seu no GUJ técnico. Você também não deu nenhum exemplo de coisa que fez… você já trabalhou com software?
S
Schuenemann
K
kicolobo
Quando ficam com argumentos querem transformar tudo em uma questão pessoal? Sim, eu tenho alguma experiência considerável, mas não é isso que estamos discutindo.
Na verdade, eu também gostaria de saber. Porque não vi um único post seu no GUJ técnico. Você também não deu nenhum exemplo de coisa que fez… você já trabalhou com software?
Na realidade ThiagoSC é um software. No caso, um bot. Repara como sempre repete as mesmas frases o tempo inteiro sem alterar uma vírgula na argumentação.
ThiagoSC: 2 + 2 = 5
Qualquer um: Não ThiagoSC, 2 + 2 = 4. Olha: 2 = (1 + 1), logo (1+1) + (1+1) = 1 + 1 + 1 + 1 = 4
ThiagoSC: não, não é, porque “2 + 2 = 5” é um modelo fadado ao fracasso
Qualquer um: Não ThiagoSC, de novo: 2 + 2 = 1 + 1 + 1 + 1 = 4
ThiagoSC: você está bebendo? 2 + 2 = 5!
E por ai vai
V
ViniGodoy
Ok… ok… menos… menos… o colega tem uma opinião meio controversa. Vamos esperar ele postar sobre a experiência profissional dele, e que fatos dessa experiência levaram ele a crer que o open source é um modelo fracassado.
J
jorge_mgr
Existe uma distro Linux que conheci de perto, os programadores que eles contratam ganham salário normalmente, eles mantém uma equipe para incrementar a distro deles e também para dar suporte aos clientes. A distro é distribuida gratuitamente, a receita deles vem de suporte e consultoria que são cobrados. A distro em questão que conheci é essa: http://www.insignesoftware.com/
Esse é um exemplo de modelo de negócios open-source
T
Thiagosc
Haha, o moderador do GUJ se juntou à turba irada de fanáticos opensource para me linchar. Não tenho que te dar satisfação nenhuma. Trabalho na área a muitos anos e já fiz diversas coisas o suficiente para me dar uma boa idéia de como as coisas funcionam.
Até agora você não conseguiu produzir um argumento decente para justificar o opensource. Sempre repetem “IBM… blah blah”, “Red Hat blah blah”, sendo que a primeiro não é uma empresa opensource e a segunda é da Novell. E quando são confrontados com a realidade ficam choramingando aí pelos cantos.
Vira homem e deixa de ser todo sensível. Parece que estou discutindo com menina.
L
leoramos
“Muitos anos”, “Diversas coisas”. Mais vago, impossível, exatamente como eu disse na minha resposta anterior. Nada do que você disse até agora tem prova, embasamento ou referência. Vejamos pelo lado bom: você é muito criativo!
Fato, Não deve mesmo; mas essa é a desculpa mais ridícula que já ouvi pro fato de não querer dar resposta (porquê provalvemente a possui).
Grosseria tem hora e lugar, fera. E este é o lugar errado.
Procura um fórum de .Net pra arrumar briga, cara, por favor. Já que VS é tão bom, C# já tem tudo que Java tem de bom e mais um pouco, programadores .Net são mais inteligentes que programadores Java, e nós do OpenSource vamos todos morrer pobres, nos deixe sozinhos por aqui; faça o favor de brigar com alguém por lá, onde “com certeza” as pessoas sabem o valor do compartilhamento do conhecimento.
Ah, mas não há grandes fóruns de praticamente nenhum software proprietário, né? Ficamos sempre à mercê do fornecedor, né? Puts =(
Sério, esse tópico já perdeu o foco há meio século, virou uma briga sem tamanho e, como eu já disse em outro tópico, todos nós ajudamos e somos ajudados pelo fórum, direta ou indiretamente. Quem não concorda, quem não gosta, é fácil: desloga, apaga dos favoritos, coloca a viola nas costas e vai embora. A porta da rua é a serventia da casa pra quem só quer confusão. Se não quer ajudar, ao menos não atrapalhe.
E isso, Thiagosc, antes que te queimes comigo, é pra todo mundo, porquê eu mesmo já me enfiei em alguns flames por aqui, e depois percebi que só tinha perdido meu tempo. Essas discussões são piores do que religião; até MPs me mandaram, pedindo pra parar ‘porquê afinal, ninguém iria mudar sua opinião com base nos argumentos do outro’. Ponto pra quem me mandou essa mensagem. Está coberto de razão.
Desculpem o desabafo aí, raça, mas às vezes os tópicos aqui parecem briga de feira.
Abraços!
V
ViniGodoy
Desculpe se perguntar de sua experiência profissional te ofende. Se você me perguntasse da minha, teria prazer em responder.
Mas, se é motivo de vergonha para você, não precisa mesmo falar em que tipo de lugar trabalhou…
Engraçado, em momento nenhum falei de Red Hat… e muito pouco da IBM. Eu falei foi do Gimp… empresa que vc se omitiu de comentar…
Então pra ser homem tem que discutir com palavrão? Chamando os outros de bêbados? Mandar parar de cheirar?
Curioso… na minha terra, isso se chama ser ignorante, não ser homem.
T
Thiagosc
Meu Deus! Você tem um sério problema com analogias. Ok, se uma empresa de soooftware, faz um mecanismo de buscas, mas resolve cobrar pela publicidade, ela não deixa de ser uma empresa de software. Se um ator, vende publicidade, ele não passa a ser um publicitario. Se um corredor de fórmula 1, ganha comissão pelos produtos estampados na camiseta dela durante a corrida, ele não passa a ser um outdoor. Se o GUJ tem renda a partir dos banners no topo da página, ele não deixa de ser um fórum.
Melhorou?
Não, piorou! Essas suas analogias são irreais e terrívels. Um engenheiro não faz o que você sugeriu justamente porque é sem cabimento. Um ator ou estrela do esporte pode fazer propagandas, mas o seu trabalho é a arte ou o esporte porque é assim que eles ganham dinheiro e essa é a sua profissão.
ViniGodoy:
Vamos definir as coisas pelo que elas produzem, não pela forma como elas vendem o que produziram.
Quem não vive de produzir algo é amador ou apenas um hobbista.
ViniGodoy:
Acontece, que não é de bandinhas de quermece que estamos falando. O SpringSource seria como se o próprio U2 estivesse tocando, mas vendendo publicidade nos shows, ao invés de cobrar pelo ingresso. Mas ok, não quer chamar eles de profissionais? Tudo bem, vamos então discutir o problema desses amadores que revolucionam a indústria de software, e programam muito mais do que eu e você, os profissionais.
A cada analogia sua você se complica mais.
A 3D Realms faliu. Por isso devemos deduzir que todo modelo de software cobrado é falho? Acho que não…
Várias empresas de sucesso foram citadas, mas você silenciosamente as ignora, quando não tem o que falar mal. Assim como ignora as empresas de software pago que vão a falência. Quanto ao Eclipse pedir doações, bem, não vejo porque isso seja um problema. Eles não estão sequer ameaçando fechar, e esse é realmente uma das formas de recebimento do open source. O termo pejorativo usado por você, é puro FUD.
A 3D Realms faliu por incompetência, pura e simplesmente. Apenas citei algo que considero ridículo, supostos profissionais precisarem pedir por donativos para poder continuar trabalhando. Haha. É hilário.
ViniGodoy:
O criador do Mongrel teve a parcela de fama, e a julgar pelo cunho dos comentários que ele faz na internet, era isso mesmo que ele queria. Agora, se ele foi incapaz de se promover com o Mongrel, ou o produto não era bom, ou ele não soube explorar outras formas de arrecadação. Em todo caso, ele realmente ganhou com palestras e fez o barulho dele, coisa que você ignora.
Afinal, se ele ganha depois com serviços, na sua concepção ele “deixa de ser um profissional de software” e, portanto, não pode ser enquadrado como produtor de software de sucesso. Quanto a como ganhar… bem, releia a thread inteira.
A culpa que empresas são FDP não é dele. Ele fez o que fez de boa vontade e esperava algum tipo de retorno, e não conseguiu nada. Porque essa é a realidade do opensource. Opensource só é bom para empresas como a IBM explorar o trabalho de trouxas.
Olha que engraçado, você está culpando o cara pelo que outros fizeram. Por que? Isso é justo?
ViniGodoy:
Volto a perguntar. Antes da venda da primeira unidade de software, como você pagará o salário dos programadores? Ou você é algum tipo de mago, que consegue vender o software e produzi-lo depois?
Eu já te expliquei isso há alguns posts atrás… volte lá e leia. Eu falei sobre investimento, amortização de prejuízo, retorno sobre o investimento, lembra?
É lógico que um preço seria estabelecido visando reaver o que foi investido e mais para um número X de licenças vendidas após um determinado período. Isso é óbvio para qualquer tipo de negócio. Por um acaso a Sony ou a Microsoft esperavam reaver todo o seu investimento com a primeira unidade de seus consoles vendidos?
Um investimento é necessário em qualquer tipo de empreendimento.
Pelo amor de Deus, pare de repetir essa besteira. Quem disse de lucrar antes de investir? Isso sequer faz sentido! Toda vez que você repete essa asneira só fica ridículo para você.
Então pare de misturar as coisas! Você repetiu diversas vezes de “pessoas que trabalham de graça” e “profissionais de fim de semana”. Se estamos falando de negócios, vamos parar de falar em pessoas e vamos falar em empresas. Nesse caso, tudo é uma questão de como recuperar o investimento feito para remunerar os programadores e financiar o desenvolvimento. Venda direta? Serviços? Publicidade? Anunciantes? Todas são formas válidas de arrecadação.
Não há diferença entre o “não cobrar” de uma pessoa ou de uma empresa, porque a pessoa precisaria ter uma empresa para poder fazê-lo. Pode ser individualmente ou em termos de empresa, ambos não lucrarão nada com o que fazem. Jogar a responsabilidade para a “empresa” é tentar tapar o sol com a peneira, porque essa empresa terá dificuldades em arranjar formas de lucrar e pagar seus funcionários.
ViniGodoy:
Thiagosc:
Cliente!? Para ter você como cliente eles precisam ter vendido alguma coisa. Venderam o quê? Livros? Parabéns, vocês são a minoria. Eu nunca paguei por nada opensource e quando precisei de livros compro-os no mercado.
A sua exceção não faz a regra.
Somos clientes pq consumimos um produto ou serviço que eles oferecem. Para ser cliente, não é necessário haver venda. Segundo sua concepção, as redes de TV abertas, então, não tem nenhum cliente! Poxa, por isso talvez a TV globo esteja indo à falência.
Ahem… e para onde que você acha que vai a renda dos livros que você comprou no mercado? Ou do treinamento feito por uma escola certificada? Ou de uma certificação oficial? Me desculpe, mas esse comentário soou simplista e ignorante.
O único show de ignorância aqui é o seu. O lucro dos livros vai parte para o publisher e parte para o autor do livro. E TV tem telespectadores.
Você não estava consumindo nada, mas parasitando o trabalho de outra pessoa sem pagar nada.
ViniGodoy:
Claro, agora fazer workarounds é o jeito certo de se trabalhar. Agora, no caso do problema que encontramos, não havia workarounds. Uma situação específica gerava um memory leak, que era revelado em aplicações de muita carga, como a nossa.
Anyway, você também está confundindo as coisas, novamente. Existirão sempre duas filas de prioridade diferentes. A da empresa que produz o software, e a da empresa que usa o software. Se seu software é proprietário, o máximo que você pode fazer é torcer para que suas prioridades sejam as mesmas daquelas do seu produtor. Se o software é aberto, você pode bancar o desenvolvimento da correção, e entregar ao seu produtor.
E geralmente isso não acontece se você estiver num nicho um pouco mais específico que a da clientela geral.
O que você diz é fora da realidade. Qualquer empresa estaria interessada em consertar seus bugs, especialmente memory leaks em situações de carga alta. É a história do “SE…” “SE…”. Pare de conjecturar e use fatos.
ViniGodoy:
Engraçado que você fala isso, mas não aplica a mesma regra para empresas Open Source. Uma empresa que lucra fazendo consultoria do seu próprio software, tem todo interesse do mundo em manter esse software moderno e atualizado, e irá investir para isso. Afinal, essa também é condição de sobreviência dela. Ela também se preocupa com imagem, como uma empresa de código fechado faria.
Releia alguns posts anteriores. Você que inventou essa história de “somente no opensource eu poderia corrigir o problema”. E eu disse que qualquer empresa precisaria consertar o seu sistema para sobreviver. Agora você vem tentar consertar o que disse?
ViniGodoy:
Thiago, estou falando porque, como já te falei, já recebi esse tipo de negativa. Mais de uma vez. Trabalhei a vida toda com sistemas para indústria e de tempo real e, apesar deles movimentarem muito dinheiro, eles nunca são prioridade em empresa nenhuma hoje em dia. Elas estão mais preocupadas com a base de clientes web, que são realmente maioria. Não posso culpa-las por prioriza-los, mas não posso negar que foi um conforto muito grande poder eu mesmo analisar o código e enviar as correções.
A máquina virtual Java não tem restrições de tempo real. Conta outra.
Mas exatamente por isso que opensource não funciona. Serve apenas para outras empresas explorá-los e fazer dinheiro com o que fazem.
Caia na real, não existe essa história de competência. Ninguém está interessado se o que você faz é perfeito, mas simplesmente se resolve seus problemas.
Nada do que fazemos é especial, raro ou único. Outros podem fazê-lo e mesmo que não seja tão bom quanto eles ainda podem ter um maior sucesso do que você. É por isso que desenvolvedores americanos são demitidos para contratarem indianos ou chineses. O americanos são incompetentes? Não, mas são mais caros.
Sem o código o desenvolvedor (seja pessoa física ou jurídica) não tem poder nenhum. Pode ser substituído a qualquer momento.
T
Thiagosc
ViniGodoy:
Desculpe se perguntar de sua experiência profissional te ofende. Se você me perguntasse da minha, teria prazer em responder.
Mas, se é motivo de vergonha para você, não precisa mesmo falar em que tipo de lugar trabalhou…
Haha, cara, o tópico agora é sobre a minha pessoa? Em primeiro lugar, não tenho que te dar satisfação alguma porque você é nada para mim. Segundo existem questões de NDA e privacidade os quais não posso contar, pois estaria expondo pessoas, empresas e suas estratégias publicamente.
Como eu não quero ser processado e tampouco ter fundamentalista do opensource fuçando meu nome em sites sociais ou no Google, não falo nada.
Que história é essa? Por um acaso aqui os usuários são obrigados a fornecer informações sobre o seu atual trabalho e trabalhos anteriores e referências?
Isso é ridículo de sua parte, é sinal de que alcançou o fundo do poço, perdeu os argumentos, e agora quer transformar o problema em algo pessoal.
D
dm_thiago
Eu lembro de ter visto você numa briga num tópico… e se eu não me engano, era discutindo exatamente com o Thiagosc. Incrível como todo tópico que ele participa acaba assim. Ele não quer discutir assuntos, quer simplesmente que concordem com ele. Mas sinceramente, achei o tópico proveitoso, teve pontos importantes que eu não tinha pensado ainda e serviram para abrir mais a minha cabeça.
L
leoramos
BULLSHIT. Bastaria dizer com qual tecnologia trabalhas e que tipo de sistemas desenvolve. Simples assim. Não faria mal a ninguém, só seria mais claro com relação ao teu conhecimento, ou com base em que você está fazendo todas essas afirmações que, até o presente momento, não têm pé nem cabeça, carecem todas de fonte.
Ninguém te obrigou a nada em tempo algum, e esse foi mais um dos teus ataques completamente desnecessários. Foi apenas uma pergunta que você negou-se a responder, tal qual fez com todas as minhas mensagens - exceto uma, sobre os drivers de linux, que quando respondeu, ainda falou mais uma bobagem, com os teus “alguns”, “muitos” e “diversos” espalhados na frase.
L
leoramos
Eu lembro de ter visto você numa briga num tópico… e se eu não me engano, era discutindo exatamente com o Thiagosc. Incrível como todo tópico que ele participa acaba assim. Ele não quer discutir assuntos, quer simplesmente que concordem com ele. Mas sinceramente, achei o tópico proveitoso, teve pontos importantes que eu não tinha pensado ainda e serviram para abrir mais a minha cabeça.
Fiquei curioso com essa tua afirmação e fui em busca de minhas mensagens antigas.
Tens razão (não vou postar aqui o link, seria ridículo demais), a minha ‘briga’ foi mesmo com Thiagosc.
Vou fazer o que fiz da outra vez, então. Talvez dessa vez eu aprenda a lição. Vou-me embora.
Abraço a todos e desculpem se ofendi alguém!
V
ViniGodoy
Se um Open Source vai a falência, a culpa é do OpenSource. Uma empresa de código fechado vai a falência, é culpa dos administradores. Seja consistente.
Estou culpado o cara pelo o que quem fez? Pelo fato dele não ter cobrado por suporte? Ou por ele não ter dado palestras? Ou pelo fato dele ter metido a boca no trombone pq não se julgou “reconhecido o suficiente”? A licença que ele usou permitia o uso do software de graça, sem cita-lo. Se ele esperava algo de diferente, ele que usasse uma outra licença. mesmo que open source.
thiagosc:
Um investimento é necessário em qualquer tipo de empreendimento.
Pelo amor de Deus, pare de repetir essa besteira. Quem disse de lucrar antes de investir? Isso sequer faz sentido! Toda vez que você repete essa asneira só fica ridículo para você.
Eu só repeti essa besteira pq vc vive falando “Como você vai pagar o salário dos programadores do Open Source, se você não vende o software”? Simples, da mesma forma que você vai pagar o salário de uma empresa não Open Source, antes da venda da primeira unidade do software. Através de um investidor. Seja ele você mesmo ou não. A única diferença estará em como se dará o retorno desse investimento. Se você quer que eu pare de te lembrar isso, pare de perguntar bobagens.
Se terá dificuldade ou não, é o x da questão aqui. Algumas empresas estão se dando muito bem, e pagando funcionários, mesmo nesse modelo.
ViniGodoy:
O único show de ignorância aqui é o seu. O lucro dos livros vai parte para o publisher e parte para o autor do livro. E TV tem telespectadores.
Você não estava consumindo nada, mas parasitando o trabalho de outra pessoa sem pagar nada.
E quem você acha que é a dona da Sun Press? E quem você acha que escreveu o principal livro de Groovy do mercado? Aliás, um livro para ter o selinho de “oficial”, precisa pagar uma parcela de royalties. Open source não significa que o produto é desprovido de marca. Certificações oficiais tem esse nome, pq parte do seu lucro é revertido para o fabricante…
Fora da realidade? Thiago, estou dizendo que eu já tive esse tipo de negativa. Sem se. Já ouvi isso, da própria MS.
Eu disse que somente no open source eu mesmo poderia corrigir o problema, dentro da minha própria agenda. No outro modelo, tenho que contar com a boa vontade da empresa que produz o software. Se eu não for um cliente prioritário, isso pode demorar mais do que eu gostaria, ou estaria disposto a investir.
Em momento nenhum neguei que esse trabalho podusse ser feito com qualidade, e num prazo adequado, pela produtora de código fechado. Isso realmente pode acontecer.
Mas estou dizendo que no open source existe a possibilidade de você mesmo ajudar a empresa e corrigir, e que isso é interessante para quem consome o produto. Especialmente se seu produto é destinado a desenvolvedores.
Cite onde foi que falei a palavra Java? Eu recebi essa negativa da Borland, quando fiz um sistema distribuído para processar cartões de crédito. Recebi uma promessa de correção de um bug no debugger distribuído do Visual C++, que ficou “anos” no status de aguardando, e nem sei se foi corrigo porque saí daquele projeto.
Sim, e se vc resolve os problemas, se você já criou uma relação de confiança, que motivo teria o seu cliente para mudar?
Novamente, o argumento de “vamos deixar o cliente sem escolha. Ele vai ter que me aturar, goste ele de mim ou não, já que ele já se ferrou pagando caro por meu software e, agora, sem os fontes, não poderá voltar atrás”. (já ouvi gerentes de empresas de TI falarem essas mesmas palavras).
T
Thiagosc
Cite onde foi que falei a palavra Java? Eu recebi essa negativa da Borland, quando fiz um sistema distribuído para processar cartões de crédito. Recebi uma promessa de correção de um bug no debugger distribuído do Visual C++, que ficou “anos” no status de aguardando, e nem sei se foi corrigo porque saí daquele projeto.
Da forma que você contou deu a entender que estava relacionado ao bug do Groovy que você solucionou, e o Groovy roda na JVM.
Sim, e se vc resolve os problemas, se você já criou uma relação de confiança, que motivo teria o seu cliente para mudar?
Existem inúmeras razões para mudar, como já pude testemunhar, desenvolvedores bons que trabalharam por mais de 10 anos para uma empresa sendo substituídos para cortar custos e contratando-se indianos no lugar por uma fração do que os desenvolvedores originais ganhavam.
Novamente, o argumento de “vamos deixar o cliente sem escolha. Ele vai ter que me aturar, goste ele de mim ou não, já que ele já se ferrou pagando caro por meu software e, agora, sem os fontes, não poderá voltar atrás”. (já ouvi gerentes de empresas de TI falarem essas mesmas palavras).
Pare de repetir essa história. O código é o seu trabalho e da sua empresa, é seu. Dá-lo para o cliente não é “dar opção”, mas simplesmente dar uma brecha para na primeira oportunidade lhe darem um pé na bunda e contratarem outro.
Você não está dando opção, mas sim o seu trabalho de meses ou anos.
V
ViniGodoy
E isso não ocorre em empresas de software proprietário? A empresa é dona do software, tem os fontes.
É dela. Ela demite seu próprio time e contrata indianos…
Um cliente também pode deixar de usar seu produto, e comprar um que custe 1/10 do preço, que foi uma cópia das funcionalidades do seu, feito por indianos. O risco é dele, o dinheiro é dele. E se ele quer correr esse risco, o problema é dele também.
Thiagosc:
Sem o código o desenvolvedor (seja pessoa física ou jurídica) não tem poder nenhum. Pode ser substituído a qualquer momento.
Pare de repetir essa história. O código é o seu trabalho e da sua empresa, é seu. Dá-lo para o cliente não é “dar opção”, mas simplesmente dar uma brecha para na primeira oportunidade lhe darem um pé na bunda e contratarem outro.
Você não está dando opção, mas sim o seu trabalho de meses ou anos.
Depende. Um desenvolvimento encomendado pelo cliente, é do cliente. Ele deveria ser open source, pelo menos para o cliente, embora muitas empresas de software não pensem assim (e daí, a dúvida original do tópico).
Um código desenvolvido por você, é realmente seu. Nesse caso, faz pouca diferença, pois o cliente provavelmente não estudará seu código todo, a menos que seja ele mesmo um bom programador. A diferença vai estar na aquisição do produto, ou na manutenção futura. Agora, realmente, no open source corre-se esse risco, e ninguém em momento nenhum negou que o risco existe. Mas não significa que o modelo seja falido, só pq há riscos. Da mesma forma, no software proprietário, há o risco de morrer com um produto na mão, sem que ninguém o compre, e nem por isso o modelo é inválido.