Olá, pessoal.
Uma frustração que me vem perseguindo em todos esses 12 anos de carreira (e sim ja me fez desistir da mesma) e paradoxio que há no meio de T.I.
Pois se ainda é umas das áreas com mais carência de profissionais, porque nós temos que nos sujeitar a tanto assedio moral?
Ok, vou ser mais especifico:
Somos na maioria das vezes profissionais tecnicos, ou pelo menos nos candidatamos a vagas com esses perfis e passamos por processos seletivos que nos avaliam para o que seria atuações desse perfil.
Então porque temos que nos sujeitar em nossos oficios fazer atividades que não correspondem ao que nos propomos.
Porque temos que nos virar para fazer com que a empresa nos forneça os devidos acessos e ferramentas se até mesmo (na maioria das vezes em minhas experiencias) nosso contratos expressam em clasulas que é de responsabilidade do empregador fornecer os mesmos.
Ou seja temos que fazer os trabalhos de nossos gestores, e se não fazemos vem logo os seguintes bordoes: “Você precisa correr atras”, “Precisa ser pro ativo”.
O mais frustante e que parece que apenas eu me incomodo tanto com isso, pois sempre que vejos os motivos que os profissionais da area acharem a tao estressante, são coisas do tipo ter que estudar muita programação e tecnologias, ver codigo o dia todo, resolver bugs.
Ora isso é o básico que nos propomos a fazer quando escolhemos tal área, me de dois milhoes de linhas de codigo pra refatorar mas não me obrigue a fazer algo que não seja da minha alçada.
As vezes ate me parece que a deficiência tecnica de muitos profissionais são supridas por essa disposição a aturar essas coisas.
Porque aceitamos tanto assedio moral
86 Respostas
Olá
Em toda atividade tem coisas que gostamos e outras que não, mas isso é normal.
Confesso que acabei não entendendo o que exatamente você não gosta de fazer que te incomoda tanto. Pode ser mais específico?
Olá, pessoal.
Uma frustração que me vem perseguindo em todos esses 12 anos de carreira (e sim ja me fez desistir da mesma) e paradoxio que há no meio de T.I.
Pois se ainda é umas das áreas com mais carência de profissionais, porque nós temos que nos sujeitar a tanto assedio moral?
Ok, vou ser mais especifico:
Somos na maioria das vezes profissionais tecnicos, ou pelo menos nos candidatamos a vagas com esses perfis e passamos por processos seletivos que nos avaliam para o que seria atuações desse perfil.
Então porque temos que nos sujeitar em nossos oficios fazer atividades que não correspondem ao que nos propomos.
Também acho que faltou ser mais específico. Não entendi do que você está falando.
Pode ser por vários fatores:
-
Falta de orçamento: comum em empresas menores;
-
Excesso de zelo com segurança: Comum em empresas que já sofreram processos trabalhistas, ou tiveram em seu time pessoas que abusaram do acesso (roubando tecnologia, usando torrent, comprometendo a empresa com vírus, etc). Note que as restrições de acesso partem de políticas geralmente definidas pelo próprio departamento de informática (infra) e não diretamente pelo gerente administrativo;
-
Má gestão: pode ser pelo gestor ser incompetente, ou por falta de conhecimento técnico mesmo. No último caso, também pode ser uma falha da equipe ao orientá-lo.
São poucos os gestores que contratam profissionais inteligentes e especializados para terem que “bater o bumbo pro soldado marchar”. Comprometimento, pró-atividade e correr atrás é o básico para qualquer profissional universitário. É graças a essas características que muitas empresas implementam ponto flexível, ao invés de um regime de chão de fábrica.
Uma das piores coisas que existe num time é um programador apático, que acha que está fazendo um bom trabalho só por ter conhecimento técnico ou anos de casa. Que não tem visão de futuro, não pede ajuda aos colegas, não manifesta problemas, não conversa com o gestor, etc. O problema é que muitos programadores acreditam que só ter a parte técnica é suficiente, quando não é. Se você tiver péssimas skills sociais e ótimas técnicas, sugiro que mude para o esquema de freelance.
Sobre “ter que tolerar”. Bem, você não tem. Não conheço nenhuma área hoje com mais empregos do que a de informática. Se está assim tão insatisfeito, troque de emprego. Talvez sua região não ofereça tantas oportunidades e seja o caso de você considerar trocar de região. Eu sei que não é fácil, mas é fácil continuar se sujeitando a assédio moral?
Outra coisa que vejo muito são os programadores reclamando que não conseguem comunicar com seus gestores. Mas a reclamação sempre parte do pressuposto que o gestor deve se esforçar ao máximo para entender o programador, e não o contrário. Sinto em dizer, mas a comunicação é uma via de mão dupla e aprender a falar e atender as necessidades da gestão é também muito importante. De nada adianta você exigir uma ferramenta cara, sem demonstrar a empresas como e onde ela tratá retorno, ou fazer uma pesquisa de como ela poderia se enquadrar no orçamento. Passar a ter uma visão mais gerencial das coisas ajuda qualquer profissional a se desenvolver, além de reduzir muito os desentendimentos com a gerência.
O estigma de que seu gerente é um estúpido é muito prejudicial. É claro que há maus gerentes. Mas já vi gente boa sendo taxada assim, quando na verdade o problema estava em falsas espectativas do técnico.
Olá, pessoal.
Uma frustração que me vem perseguindo em todos esses 12 anos de carreira (e sim ja me fez desistir da mesma) e paradoxio que há no meio de T.I.
Pois se ainda é umas das áreas com mais carência de profissionais, porque nós temos que nos sujeitar a tanto assedio moral?
Ok, vou ser mais especifico:
Somos na maioria das vezes profissionais tecnicos, ou pelo menos nos candidatamos a vagas com esses perfis e passamos por processos seletivos que nos avaliam para o que seria atuações desse perfil.
Então porque temos que nos sujeitar em nossos oficios fazer atividades que não correspondem ao que nos propomos.
Porque temos que nos virar para fazer com que a empresa nos forneça os devidos acessos e ferramentas se até mesmo (na maioria das vezes em minhas experiencias) nosso contratos expressam em clasulas que é de responsabilidade do empregador fornecer os mesmos.
Ou seja temos que fazer os trabalhos de nossos gestores, e se não fazemos vem logo os seguintes bordoes: “Você precisa correr atras”, “Precisa ser pro ativo”.
O mais frustante e que parece que apenas eu me incomodo tanto com isso, pois sempre que vejos os motivos que os profissionais da area acharem a tao estressante, são coisas do tipo ter que estudar muita programação e tecnologias, ver codigo o dia todo, resolver bugs.
Ora isso é o básico que nos propomos a fazer quando escolhemos tal área, me de dois milhoes de linhas de codigo pra refatorar mas não me obrigue a fazer algo que não seja da minha alçada.
As vezes ate me parece que a deficiência tecnica de muitos profissionais são supridas por essa disposição a aturar essas coisas.
Infelizmente isso não tem muito haver com demanda. Isso que relatou até que acho toleravel, pois quando entro em uma empresa, o sentimento que tenho é que faço parte de uma sociedade. então, quando percebo logo o que precisa ser feito, sei como faze-lo e posso faze-lo, eu já faço logo pra não demorar com as burocracias. Mesmo não tando isso citado no meu contrato. Mas o problema mesmo, o que considero chato, é quando a coisa sai do profissional e vai para o pessoal, com deboche, intolerância ao expor assuntos profissionais, insinuações, indiretas, xingamentos… isso aconteceu contigo?
Dinheiro é igual merda. Atrai sociopatas assim como a merda atrai moscas. Nem todos os sociopatas matam (psicopatas), mas existem diversos impulsos agressivos diferentes que os saciam Infelizmente é uma tendência, vc consegue identificar algum?
Olá, pessoal.
Uma frustração que me vem perseguindo em todos esses 12 anos de carreira (e sim ja me fez desistir da mesma) e paradoxio que há no meio de T.I.
Pois se ainda é umas das áreas com mais carência de profissionais, porque nós temos que nos sujeitar a tanto assedio moral?
Ok, vou ser mais especifico:
Somos na maioria das vezes profissionais tecnicos, ou pelo menos nos candidatamos a vagas com esses perfis e passamos por processos seletivos que nos avaliam para o que seria atuações desse perfil.
Então porque temos que nos sujeitar em nossos oficios fazer atividades que não correspondem ao que nos propomos.Também acho que faltou ser mais específico. Não entendi do que você está falando.
Pode ser por vários fatores:
Falta de orçamento: comum em empresas menores;
Excesso de zelo com segurança: Comum em empresas que já sofreram processos trabalhistas, ou tiveram em seu time pessoas que abusaram do acesso (roubando tecnologia, usando torrent, comprometendo a empresa com vírus, etc). Note que as restrições de acesso partem de políticas geralmente definidas pelo próprio departamento de informática (infra) e não diretamente pelo gerente administrativo;
Má gestão: pode ser pelo gestor ser incompetente, ou por falta de conhecimento técnico mesmo. No último caso, também pode ser uma falha da equipe ao orientá-lo.
São poucos os gestores que contratam profissionais inteligentes e especializados para terem que “bater o bumbo pro soldado marchar”. Comprometimento, pró-atividade e correr atrás é o básico para qualquer profissional universitário. É graças a essas características que muitas empresas implementam ponto flexível, ao invés de um regime de chão de fábrica.
Uma das piores coisas que existe num time é um programador apático, que acha que está fazendo um bom trabalho só por ter conhecimento técnico ou anos de casa. Que não tem visão de futuro, não pede ajuda aos colegas, não manifesta problemas, não conversa com o gestor, etc. O problema é que muitos programadores acreditam que só ter a parte técnica é suficiente, quando não é. Se você tiver péssimas skills sociais e ótimas técnicas, sugiro que mude para o esquema de freelance.
Sobre “ter que tolerar”. Bem, você não tem. Não conheço nenhuma área hoje com mais empregos do que a de informática. Se está assim tão insatisfeito, troque de emprego. Talvez sua região não ofereça tantas oportunidades e seja o caso de você considerar trocar de região. Eu sei que não é fácil, mas é fácil continuar se sujeitando a assédio moral?
Outra coisa que vejo muito são os programadores reclamando que não conseguem comunicar com seus gestores. Mas a reclamação sempre parte do pressuposto que o gestor deve se esforçar ao máximo para entender o programador, e não o contrário. Sinto em dizer, mas a comunicação é uma via de mão dupla e aprender a falar e atender as necessidades da gestão é também muito importante. De nada adianta você exigir uma ferramenta cara, sem demonstrar a empresas como e onde ela tratá retorno, ou fazer uma pesquisa de como ela poderia se enquadrar no orçamento. Passar a ter uma visão mais gerencial das coisas ajuda qualquer profissional a se desenvolver, além de reduzir muito os desentendimentos com a gerência.
O estigma de que seu gerente é um estúpido é muito prejudicial. É claro que há maus gerentes. Mas já vi gente boa sendo taxada assim, quando na verdade o problema estava em falsas espectativas do técnico.
+1
Pedi informações adicionais justamente para entender se as reclamações se enquadram em “assédio moral”, que é crime, ou não.
Acho que o pior é quando te pedem para fazer algo que não agrega nada profissionalmente e na maioria das vezes não tem nada a ver com o que foi acordado na contratação.
Ex: ser contratado como especialista em uma linguagem e trabalhar em outra muito antiga. ou até mesmo fazer trabalhos não relacionados a programação.
Sim, também considero a possibilidade dele não estar se referindo a assédio moral.
Acho que o pior é quando te pedem para fazer algo que não agrega nada profissionalmente e na maioria das vezes não tem nada a ver com o que foi acordado na contratação.Ex: ser contratado como especialista em uma linguagem e trabalhar em outra muito antiga.
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.
Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Também não vejo isso como um problema, a menos que se torne muito frequente.
Acho que o pior é quando te pedem para fazer algo que não agrega nada profissionalmente e na maioria das vezes não tem nada a ver com o que foi acordado na contratação.Ex: ser contratado como especialista em uma linguagem e trabalhar em outra muito antiga.
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.
Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Também não vejo isso como um problema, a menos que se torne muito frequente.
qual a “sua” quantidade de meses aceitável em mexer na tecnologia antiga ?
qual a “sua” frequência aceitável de trabalhos nao relacionados a programação ?
lembrando que não é pagando bem não, é o valor acordado na contratação…
você saiu da siemens ? teve alguma relação com esses trabalhos desagraveis ?
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.
por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Quando você quer buscar desafios, um salário maior, um cargo mais atraente e trabalhos mais complexos, você precisa e deve ter um background legal, onde você precisa ter muita experiência com determinadas tecnologias e negócios, além de grandes trabalhos concretizados.
Quando você trabalha com tecnologia defasada, além de perder tempo, você acaba esquecendo coisas básicas que já sabia, e o pior fica atrasado com relação a novas tecnologias, você não esta parado, você esta literalmente andando para traz. 6 meses trabalhando com tecnologia antiga, podemos dizer que você andou 1 ano pra traz, considerando os esquecimentos.
Não é só chato, você fode sua carreira, se tem intensão de carreira fora do Brasil, você soma esse tempo (claro quebrado) com a faixa de idade que as empresas do exterior costumam contratar e você certamente já estará fora da faixa e com um monte de conhecimento antigo que não serve pra nada fora do Brasil.
é ai que você começa a perceber e se arrepender das mudanças que poderia ter feito.
Não mediria em meses. Na Siemens eu trabalhei 3 anos com VB6. Mas lá, essa era uma das atividades e, em paralelo, eu desenvolvia também em Java e C++, o que era muito gratificante.
Eu nunca recomendo a ninguém “só” trabalhar com tecnologia antiga. Em hipótese nenhuma.
Sai, mas não teve nenhuma relação. Se você não estiver preparado a fazer trabalhos desagradáveis, melhor ir morar com os pais. Emprego onde todo mundo é feliz em 100% do tempo, só existe mesmo na Malhação (a novela). E digo isso sendo uma pessoa extremamente satisfeita com a área de TI, e apaixonada pelo que faço.
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.Por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Primeiramente, eu falo com o chefe. Se o cara não der qualquer feedback, eu procuro outra empresa melhor e peço as contas assim que encontrar.
Entretanto, provavelmente eu já teria pedido as contas antes, pois garanto que esse chefe não foi inconveniente só no momento que decidiu me demitir.
Eu não ficaria resistindo para esperar a empresa me demitir, só para receber a multa do FGTS como muita gente faz. Minha saúde mental e minha satisfação pessoal valem mais do que isso. Também não dou uma de louco e saio dando piti no trabalho, pedindo as contas antes de arranjar outro emprego.
Até quando aguento? Até ter uma proposta de trabalho em um lugar melhor em mãos. E com um clima desses, esse lugar nem precisa ser tão melhor assim.
Como eu falei, fazer atividades desse tipo só não é um problema se elas não forem excessivas. Se elas forem, é sim, um grande problema. Eu só ressalto porque tem muito programador que fica de mimimi quando o chefe pede uma vírgula fora de uma linha de código. Ou porque fica chateado de ter que, além de fazer o sistema novo, manter o legado também. E esse tipo de coisa fará parte do dia-a-dia.
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Isso é assedio moral pra vc?
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Isso é assedio moral pra vc?
Isso aí é, sim, assédio moral.
Entretanto, novamente, cabe a comunicação antes com a chefia. Talvez seu chefe tenha visto que você se dá bem com VB, e não percebeu que te colocar full time nesse projeto seria humilhante para você. Se essa comunicação não der certo, cai fora.
Como eu falei, se o chefe já era um babaca antes, e vocë acha que essa comunicação não faria sentido, então, você já demorou a trocar de emprego.
PS: Claro que o que estou falando vale é só para a nossa área. Felizmente, temos essa sorte em TI. Minha irmã, por exemplo, não tem essa sorte. Ela está em uma área que você comemora muito quando consegue ser chamado em um emprego. Que mesmo que você se dedique full time a procurar algo novo, pode levar vários meses, ou até anos, para achar um emprego melhor.
Nesse caso, só engolindo o sapo mesmo.
discordo que ter que trabalhar com vb6 seja assedio moral, agora fazer trabalho não relacionado a programação é outra história.
Depende muito do caso. Se você foi contratado, e isso estava explícito na vaga, aí não é assédio moral. Foi sua escolha trabalhar. É o caso, por exemplo, de muita gente que trabalha com Cobol hoje.
Agora, você é contratado para trabalhar com Java. Entra, e faz parte de um time de Java. Do nada, você troca de lugar, sem muita explicação, e fica sozinho trabalhando em VB6.
Você sinaliza ao seu chefe que está insatisfeito, que a tecnologia é obsoleta e que isso prejudica sua carreira e ele fica irredutível, sem te dar maiores explicações do porque tomou essa decisão, ou te dar qualquer perspectiva.
Isso é considerado assédio moral.
Na nossa área, não vejo porque alguém deva tolerar esse tipo de coisa. Eu mesmo procuraria outra coisa.
Depende muito do caso. Se você foi contratado, e isso estava explícito na vaga, aí não é assédio moral. Foi sua escolha trabalhar. É o caso, por exemplo, de muita gente que trabalha com Cobol hoje.Agora, você é contratado para trabalhar com Java. Entra, e faz parte de um time de Java. Do nada, você troca de lugar, sem muita explicação, e fica sozinho trabalhando em VB6.
Você sinaliza ao seu chefe que está insatisfeito, que a tecnologia é obsoleta e que isso prejudica sua carreira e ele fica irredutível, sem te dar maiores explicações do porque tomou essa decisão, ou te dar qualquer perspectiva.
Isso é considerado assédio moral.
Na nossa área, não vejo porque alguém deva tolerar esse tipo de coisa. Eu mesmo procuraria outra coisa.
Se existe algum assédio moral é pela falta de comunicação e isolamento e não porque vb6.
Até porque no contrato de trabalho não menciona as tecnologias que vai trabalhar, nem faz sentido ter. 
Claro, é pela postura. Por romper um acordo, mesmo que verbalmente estabelecido. É por colocar o cara na “geladeira”, de maneira sistemática e sem maiores explicações.
O duro é que esse tipo de coisa é muito subjetiva.
Eu não penso que manutenção de legados em tecnologia antiga seja “humilhante”. Sempre será necessário, ou nós saímos sempre reescrevendo todos os sistemas quando uma linguagem fica obsoleta?
Eu quero que a grande quantidade de sistemas feitos em Delphi (no qual trabalhei bastante tempo) continue precisando de manutenção e que ele vire o novo Cobol em alguns anos, pagando horrores pela falta de profissionais 
Claro, não tirando a razão de quem entra para trabalhar com X e depois tem que trabalhar com Y assim de cara, sem aviso, vai lá e se vira. Não importa se a tecnologia é nova ou velha, tem que se dar opção e tempo para o profissional, e incentivos também, afinal se é tão importante para a empresa e pode fazê-lo “regredir” na carreira… Embora essa regressão seja fruto do preconceito contra legados, quem consegue dar manutenção e refatorar os trambolhões, para mim é herói.
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Tive um caso parecido, acabei saindo da empresa algum tempo depois. Meu chefe me mandou pra fábrica porque eu me recusei a assinar um documento de má fé pra forçar o cliente a adquirir um produto e também porque eu não queria enrolar os outros clientes pra consumir horas de consultoria. Também já tive que ir deitado no porta-malas do doblô pra cortar gasto com táxi (o banquinho de lá já estava ocupado e eu tive que deitar pra não sermos parados nas blitz). Optei por não denunciar meu chefe, achei melhor procurar outro emprego e pedir a conta mesmo.
Eu sei que não sou fácil de lidar, mas, se eu sou obrigado a bater o ponto (algo estranho no trabalho de um consultor externo), vou pegar um táxi de volta à empresa e registrar minha saída pois me descontavam quando o cliente atrasava ou as atividades terminavam antes do fim do expediente. Eu gerava receita pra empresa atuando externamente, mas ela exigia que eu estivesse internamente caso ainda houvesse horário disponível no expediente, mesmo que eu não tivesse função alguma lá dentro. O pior era meu chefe achar ruim porque eu voltava pra bater o ponto (porque estava gastando táxi). Preferia fazer isso em vez de ficar puto por descontarem as horas no final do mês (exemplo: se eu saísse do cliente antes das 18h todos os dias, ficava devendo algumas horas no final da semana, pegando o táxi de volta, eu chegava depois das 18h, o que me rendia algumas algumas horas no banco de horas).
Enfim, eu jogava conforme as regras me permitiam, cada brecha que me ajudasse a não me ferrar ainda mais eu usava e acho que isso foi corroendo minha relação com meu chefe até chegar num ponto insustentável pra ambos (aquilo era uma guerra e não uma relação entre empregado e empregador). Eu tentei diversas vezes conversar, mas era em vão pois nem eu nem ele tínhamos inteligência emocional pra lidar com a situação. Com certeza eu era parte do problema também.
O problema maior foi ele ter me ameaçado. Mandou eu pedir demissão em uma semana. O prazo passou e ele fez da minha vida um inferno. Eu fui levando até conseguir sair para uma empresa onde eu quisesse ir (e a minha esposa, infelizmente, acabou absorvendo grande parte dos efeitos colaterais da minha decisão). Sair por sair era besteira no meu caso, eu também precisava querer ir para a futura empresa. Ficar desempregado não era uma opção (e nunca foi). Acabei passando por alguns problemas na outra empresa, mas não foram tão tensos porque tive ótimos chefes que me fizeram ver as coisas por outro ângulo (sem contar os grandes conselhos de grandes colegas de trabalho).
Não sei o porquê de ter aceitado tudo isso, mas sei que serviu pra eu consertar uma coisa importante. Como o problema me envolvia (acredito que eu tenha dado espaço para isso acontecer), resolvi consertar a parte que me cabia: eu mesmo!
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Nunca vi ninguem exigir de um pediatra fazer uma cirurgia no coração de alguem e dizer pro mesmo vc é medico em primeiro lugar, especialista em segundo.
Essa cultura de fazer um pouco de tudo e muito de nada e mais uma entre varias brasilidades nossas de cada dia. Experimentem fazer isso nos EUA com algum profissional e vc verá a especialidade do advogado dele.
Mas até ai por mim tudo bem, tambem me considero programador e linguagens basicamente são as mesmas coisas, vc dominando a logica bem vc estara apto a programar e todas elas com certa curva de aprendizado de certas coisas.
Mas também não é porque não me afete que não afetará os demais e o não estará sendo intransigente com o acordo inicial, pois não sei quanto a vcs mas nos processos seletivos quando expresso que tenho experiencia em Java,C#, VB6 e etc os selecionador(es) logo questionam a minha especialidade, ou seja independente de nossos preceitos ou senso social e corporativo fomos selecionados como especialistas.
Ja fui contratado como desenvolvedor e na pratica o meu trabalho era de analista de suporte bom fiz o que me pareceu mas logico fora, mas a questão é adianta?
Mais recentemente (bem recentemente mesmo) entrei em um projeto onde é preciso desenvolver no ambiente do cliente via acesso remoto, solicitei os devidos acessos e ferramentas para desenvolver, depois de uma semana aguardando e cobrando retorno dos analistas de suportes fui expor o drama para meu gestor (na minha opinião na hierarquia e estrutura da empresa seria o responsável por agilizar tais processos) e em vez de me direcionar para quem pudesse agilizar ou me ajudar a buscar alternativas o tal simplesmente me deu um esporro e disse que a atividade esta atrasada, que pouco importa pra ele se tenho ferramenta ou não, que me virasse pra fazer.
Bom caros colegas, esse tipo de coisa pode não se enquadrar juridicamente em “Assedio moral”, mas mesmo que se enquadre ou não e daí sabemos como a banda toca nesse nosso país.
Desde de que haja pessoas dispostas a se sujeitar a essa ou aquela situação sempre estarei a merce delas.
É como diz aquele ditado “Enquanto existir cavalo, São Jorge não andará a pé”.
Eu não penso que manutenção de legados em tecnologia antiga seja “humilhante”. Sempre será necessário, ou nós saímos sempre reescrevendo todos os sistemas quando uma linguagem fica obsoleta?Eu quero que a grande quantidade de sistemas feitos em Delphi (no qual trabalhei bastante tempo) continue precisando de manutenção e que ele vire o novo Cobol em alguns anos, pagando horrores pela falta de profissionais :D
O problema não é no sistema legado em si, mas no rompimento do contrato. Se você vai trabalhar sabendo disso, e querendo isso (pelo alto salário, por gostar da linguagem, por acreditar que está se diferenciando, enfim, por qualquer motivo) é uma coisa. Se o legado não estava no acordo, mas é só uma parte do trabalho, também não vejo problema - como eu falei, me parece ser algo natural (porque as empresas não abandonam seus sistemas da noite para o dia).
Não concordo totalmente. Existem alguns legados cuja a procura de profissionais é muito pequena. Outra possibilidade é a empresa ter apostado numa tecnologia que não vingou, e você ter que trabalhar só nisso. Nesse caso, pode ser um assassinato profissional se desatualizar de um mercado onde há procura.
Agora, isso não necessariamente é assédio moral.
O assédio moral está mais ligado a postura. Como o douglas comentou é em você notar que seu chefe está fazendo isso porque tem algo contra você, e quer forçar uma demissão. Não precisa ser trabalhar com o legado, mas te colocar em algum tipo de “geladeira”: um projeto sem nenhuma importância, te deixar sozinho sem perspectiva de crescimento, ou mesmo, passar a te tratar de forma ofensiva ou diferenciada dos demais.
Não é humilhante manter legado. É humilhante o chefe deixar claro que seu “merecimento” seria só ficar no legado, dando a entender que você não seria capaz de tocar coisas “mais nobres”. Mesmo que seja só aos olhos desse chefe, ele está usando isso para mostrar um julgamento de valor perante a você e a equipe. Passando do limite.
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Nunca vi ninguem exigir de um pediatra fazer uma cirurgia no coração de alguem e dizer pro mesmo vc é medico em primeiro lugar, especialista em segundo.
O exemplo foi infeliz, pediatria é uma especialidade feita após o curso de medicina, um cirurgião cardiaco é uma especialização, que é realizado após a especialização em cirurgia geral após o curso de medicina. Então um pediatra, a menos que também seja cirurgião cardiaco, não pode operar o coração de ninguém.
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Mais recentemente (bem recentemente mesmo) entrei em um projeto onde é preciso desenvolver no ambiente do cliente via acesso remoto, solicitei os devidos acessos e ferramentas para desenvolver, depois de uma semana aguardando e cobrando retorno dos analistas de suportes fui expor o drama para meu gestor (na minha opinião na hierarquia e estrutura da empresa seria o responsável por agilizar tais processos) e em vez de me direcionar para quem pudesse agilizar ou me ajudar a buscar alternativas o tal simplesmente me deu um esporro e disse que a atividade esta atrasada, que pouco importa pra ele se tenho ferramenta ou não, que me virasse pra fazer.
Nesse caso deveria levar o problema para uma instancia superior.
Eu fui contratado como especialista Java na Siemens e tive que manter um sistema em VB6. É chato, mas faz parte da profissão. Não vejo isso como um problema, desde que o seu trabalho não seja só mexer na linguagem antiga.Independente, você é programador em primeiro lugar, especialista em segundo.
Nunca vi ninguem exigir de um pediatra fazer uma cirurgia no coração de alguem e dizer pro mesmo vc é medico em primeiro lugar, especialista em segundo.
Essa cultura de fazer um pouco de tudo e muito de nada e mais uma entre varias brasilidades nossas de cada dia. Experimentem fazer isso nos EUA com algum profissional e vc verá a especialidade do advogado dele.
Mas até ai por mim tudo bem, tambem me considero programador e linguagens basicamente são as mesmas coisas, vc dominando a logica bem vc estara apto a programar e todas elas com certa curva de aprendizado de certas coisas.
Mas também não é porque não me afete que não afetará os demais e o não estará sendo intransigente com o acordo inicial, pois não sei quanto a vcs mas nos processos seletivos quando expresso que tenho experiencia em Java,C#, VB6 e etc os selecionador(es) logo questionam a minha especialidade, ou seja independente de nossos preceitos ou senso social e corporativo fomos selecionados como especialistas.
Ja fui contratado como desenvolvedor e na pratica o meu trabalho era de analista de suporte bom fiz o que me pareceu mas logico fora, mas a questão é adianta?
Mais recentemente (bem recentemente mesmo) entrei em um projeto onde é preciso desenvolver no ambiente do cliente via acesso remoto, solicitei os devidos acessos e ferramentas para desenvolver, depois de uma semana aguardando e cobrando retorno dos analistas de suportes fui expor o drama para meu gestor (na minha opinião na hierarquia e estrutura da empresa seria o responsável por agilizar tais processos) e em vez de me direcionar para quem pudesse agilizar ou me ajudar a buscar alternativas o tal simplesmente me deu um esporro e disse que a atividade esta atrasada, que pouco importa pra ele se tenho ferramenta ou não, que me virasse pra fazer.
Bom caros colegas, esse tipo de coisa pode não se enquadrar juridicamente em “Assedio moral”, mas mesmo que se enquadre ou não e daí sabemos como a banda toca nesse nosso país.
Desde de que haja pessoas dispostas a se sujeitar a essa ou aquela situação sempre estarei a merce delas.É como diz aquele ditado “Enquanto existir cavalo, São Jorge não andará a pé”.
Cirurgião cardiaco e pediatras são especialidades médica.
Desenvolvimento de apps e cloud computing são especialidades em TI.
Java é apena uma ferramenta, como o estetoscópio usado pelos médicos. Não faz sentido especialista em Java, assim como faz sentido um médico especialista numa determinada marca de estetoscópio.
Cirurgião cardiaco e pediatras são especialidades médica.
Desenvolvimento de apps e cloud computing são especialidades em TI.
Java é apena uma ferramenta, como o estetoscópio usado pelos médicos. Você pode se recusar a trabalhar com uma determinada marca de estetoscópio, mas o mercado espera que você conheça todos, se não conhece é inexperiente e não especialista.
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.
Impossível,
Se você disser pra mim que sabe trabalhar com .net, java, C++ e Objetive-C eu não vou te pagar o dobro, mas posso até te contratar por ter esses diferenciais.
Agora se disser que já trabalhou como arquiteto java ou .net em um projeto monstruoso, e receber recomendações suas eu te pagaria o triplo.
Eu por exemplo estou seguindo a trilha do MCSD, se você tem razão, então certificações não deveriam existir ?
Impossível,Se você disser pra mim que sabe trabalhar com .net, java, C++ e Objetive-C eu não vou te pagar o dobro, mas posso até te contratar por ter esses diferenciais.
Agora se disser que já trabalhou como arquiteto java ou .net em um projeto monstruoso, e receber recomendações suas eu te pagaria o triplo.
Eu por exemplo estou seguindo a trilha do MCSD, se você tem razão, então certificações não deveriam existir ?
Arquitetos (os puros) geralmente entram nos projetos mais pra brincar de TI e depois ir pra outro projeto, muitas vezes sem comprometimento.
Impossível,Se você disser pra mim que sabe trabalhar com .net, java, C++ e Objetive-C eu não vou te pagar o dobro, mas posso até te contratar por ter esses diferenciais.
Agora se disser que já trabalhou como arquiteto java ou .net em um projeto monstruoso, e receber recomendações suas eu te pagaria o triplo.
Eu por exemplo estou seguindo a trilha do MCSD, se você tem razão, então certificações não deveriam existir ?
Arquitetos (os puros) geralmente entram nos projetos mais pra brincar de TI e depois ir pra outro projeto, muitas vezes sem comprometimento.
sacanagem rsrs
Vamos trocar por Desenvolvedor Sr/Lider nivel maximo sei la.
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.
São duas ferramentas de trabalho, por que não podem ser comparadas?
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.São duas ferramentas de trabalho, por que não podem ser comparadas?
Poder, pode. Mas, não deveria.
Impossível,Se você disser pra mim que sabe trabalhar com .net, java, C++ e Objetive-C eu não vou te pagar o dobro, mas posso até te contratar por ter esses diferenciais.
Agora se disser que já trabalhou como arquiteto java ou .net em um projeto monstruoso, e receber recomendações suas eu te pagaria o triplo.
Eu por exemplo estou seguindo a trilha do MCSD, se você tem razão, então certificações não deveriam existir ?
Arquitetos (os puros) geralmente entram nos projetos mais pra brincar de TI e depois ir pra outro projeto, muitas vezes sem comprometimento.sacanagem rsrs
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Programação web é uma especialidade. Saber vários domínios, diferente de programação web, o torna um generalista.
Acho que não é muito complicado de entender cara, agora, pessoas investidas no mercado de terceirização de mão de obra pode ter menos incentivos para aceitar essa visão visto que é mais fácil pra quem nunca programou um software na vida mas que paga o salário, se basear na popularidade de linguagens do que de dominios de atuação.
A menina do RH por exemplo, pode saber qual framework é java, mas é mais difícil saber qual faz o que (sua especialidade).
A questão é quem define TI pra vc, os profissionais que atuam na área ou gerentes de RH que nunca desenvolveram software na vida. 
Poder, pode. Mas, não deveria.
Quem conhece um pouco de tudo é intelectual.
Impossível,Se você disser pra mim que sabe trabalhar com .net, java, C++ e Objetive-C eu não vou te pagar o dobro, mas posso até te contratar por ter esses diferenciais.
Agora se disser que já trabalhou como arquiteto java ou .net em um projeto monstruoso, e receber recomendações suas eu te pagaria o triplo.
Eu por exemplo estou seguindo a trilha do MCSD, se você tem razão, então certificações não deveriam existir ?
Arquitetos (os puros) geralmente entram nos projetos mais pra brincar de TI e depois ir pra outro projeto, muitas vezes sem comprometimento.sacanagem rsrs
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Com certeza nesses casos concordo pois estão mais envolvidos em entregar valor para o cliente.
Aposto que tem um monte desses aqui no fórum.
Poder, pode. Mas, não deveria.Quem conhece um pouco de tudo é intelectual.
Quem acha que conhece um pouco de tudo é um pretensioso.
intelectual, especialidade, generalismo…
Não existem linhas delimitadoras marcando… ahhh sou especialista nisso ou naquilo.
vcs percebem que depende dos contextos onde o indivíduo (ou processo) analisado está inserido?
Se compararmos um engenheiro eletrônico atuando em automação industrial à um engenheiro eletrônico atuando em produção de microcontroladores, qual seria o mais especializado e como eles obtiveram essas diferenças? motivação, tempo e estudo. Independentemente do curso ou do diploma que tiverem. O que mais vai determinar sua capacidade de enxergar além é sua propria motivação. Ninguem tem o que discutir isso. É fato. E pra aqueles que duvidam, é só terem coragem de fazer um teste de homem: expor alguém que empurrou o curso com a barriga e colava nas provas e comparar com algum que nunca beirou de um diploma mas nasceu no meio das maquinas e come silício no café da manhã pra verem qual vai se sair melhor. O mundo tem que aceitar e estar preparado de que vão existir muitas pessoas que vão divergir e mesmo assim vão chegar aos mesmos resultados. Se não permitirem, como podem falar de especialização ou evolução social?
Para um generalista sair deste ponto ele precisa de demanda, tempo, estudo, experiência… Onde é ele vai adquirir isso? Só se tiver oportunidade. Querem que ele adquira experiência sem dar oportunidade?
Os intelectuais estão morrendo? sim, é verdade, porque eles hoje estão sendo neutralizados antes das sementes começarem germinar. Por exemplo, quando vc responde um aluno que pergunta quando vou ver isso na minha vida e responde que a prova faz parte da vida, vc não tá contribuindo com o aprendizado do aluno. só tá mantendo ele na alienação. O aluno tem que questionar. Salas com 40 50 alunos não rendem! Cursos bons vão ter no máximo 15 alunos, porque se não não ah tempo para aluno questionar. Eu ia para monitoria do curso de matemática e os professores não tinham tempo pra responderem minhas perguntas porque os outros 40 tbm tinham. Se é pra ser assim, prefiro a internet! um bilhão de vezes óbvio isso, não?
Alguns meses atrás, conversando com um empresario e ex professor de Goiânia, ele me disse que é assim mesmo as coisas. Primeiro vc vai pra faculdade, faz sua graduação, enfia um monte de tranqueiras na cabeça meio que sem saber porque e só lá no doutorado, quando vc vai estudar a filosofia, historia e contexto das coisas que tudo converge pra algo que se entenda e tudo passa a fazer sentido. Bom, a motivação de tudo ser assim é: O modelo industrial atual exige isso (sugiro que vejam o filme teorema zero). Não interessa pra modelo atual que vc saiba onde tudo vai convergir, e sim o que vc faça seu trabalho.
Não dá pra dizer se uma pessoa é boa ou ruim pra isso ou aquilo até que vc pegue ela e a prove. nenhum RH maluco vai conseguir suprir as necessidades das empresas por especialistas sem ter conhecimento profundo da área. E quando se fala de terceirização de RH hoje pra mim o que me vem a mente é só 2 coisas: Máfia e bagunça. Acham que não conheço como funciona as coisas? sabem quantas vezes atravessei nas filas só por molhar o bico com 100 do analista de RH? 3 vezes. Passei nas 3 provas!
O mundo tem que abrir espaço pra quem faz as coisas funcionarem independentemente de terem diploma disso ou daquilo.
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Tive um caso parecido, acabei saindo da empresa algum tempo depois. Meu chefe me mandou pra fábrica porque eu me recusei a assinar um documento de má fé pra forçar o cliente a adquirir um produto e também porque eu não queria enrolar os outros clientes pra consumir horas de consultoria. Também já tive que ir deitado no porta-malas do doblô pra cortar gasto com táxi (o banquinho de lá já estava ocupado e eu tive que deitar pra não sermos parados nas blitz). Optei por não denunciar meu chefe, achei melhor procurar outro emprego e pedir a conta mesmo.
Eu sei que não sou fácil de lidar, mas, se eu sou obrigado a bater o ponto (algo estranho no trabalho de um consultor externo), vou pegar um táxi de volta à empresa e registrar minha saída pois me descontavam quando o cliente atrasava ou as atividades terminavam antes do fim do expediente. Eu gerava receita pra empresa atuando externamente, mas ela exigia que eu estivesse internamente caso ainda houvesse horário disponível no expediente, mesmo que eu não tivesse função alguma lá dentro. O pior era meu chefe achar ruim porque eu voltava pra bater o ponto (porque estava gastando táxi). Preferia fazer isso em vez de ficar puto por descontarem as horas no final do mês (exemplo: se eu saísse do cliente antes das 18h todos os dias, ficava devendo algumas horas no final da semana, pegando o táxi de volta, eu chegava depois das 18h, o que me rendia algumas algumas horas no banco de horas).
Enfim, eu jogava conforme as regras me permitiam, cada brecha que me ajudasse a não me ferrar ainda mais eu usava e acho que isso foi corroendo minha relação com meu chefe até chegar num ponto insustentável pra ambos (aquilo era uma guerra e não uma relação entre empregado e empregador). Eu tentei diversas vezes conversar, mas era em vão pois nem eu nem ele tínhamos inteligência emocional pra lidar com a situação. Com certeza eu era parte do problema também.
O problema maior foi ele ter me ameaçado. Mandou eu pedir demissão em uma semana. O prazo passou e ele fez da minha vida um inferno. Eu fui levando até conseguir sair para uma empresa onde eu quisesse ir (e a minha esposa, infelizmente, acabou absorvendo grande parte dos efeitos colaterais da minha decisão). Sair por sair era besteira no meu caso, eu também precisava querer ir para a futura empresa. Ficar desempregado não era uma opção (e nunca foi). Acabei passando por alguns problemas na outra empresa, mas não foram tão tensos porque tive ótimos chefes que me fizeram ver as coisas por outro ângulo (sem contar os grandes conselhos de grandes colegas de trabalho).
Não sei o porquê de ter aceitado tudo isso, mas sei que serviu pra eu consertar uma coisa importante. Como o problema me envolvia (acredito que eu tenha dado espaço para isso acontecer), resolvi consertar a parte que me cabia: eu mesmo!
Isso pra mim é só mais uma demonstração de como as leis trabalhistas no Brasil podem ser muito desfavoráveis a quem trabalha de forma correta. Se o FGTS, inclusive a eventual multa, o décimo terceiro e os valores das férias não ficassem nas mãos do empregador ou do governo e fossem entregues ao empregado junto com o salário, ou numa conta com regras específicas, mas sob posse do empregado, não haveria necessidade desse joga de empurra na hora de rescindir o contrato. Um funcionário que quisesse sair nao precisaria ficar fazendo corpo mole e um diretor que quisesse demitir não precisaria ficar fazendo contas. Ninguém sairia perdendo, mas…
ViniGodoy o que acontece é o seguinte, eu te contrato pra trabalhar com java.por algum motivo eu quero que você peça as contas mas não quero te demitir, te coloco pra trabalhar com VB6 ou tarefas não relacionadas a programação (e que sejam chatas) e espero você pedir as contas.
Quanto tempo você guenta ?
Tive um caso parecido, acabei saindo da empresa algum tempo depois. Meu chefe me mandou pra fábrica porque eu me recusei a assinar um documento de má fé pra forçar o cliente a adquirir um produto e também porque eu não queria enrolar os outros clientes pra consumir horas de consultoria. Também já tive que ir deitado no porta-malas do doblô pra cortar gasto com táxi (o banquinho de lá já estava ocupado e eu tive que deitar pra não sermos parados nas blitz). Optei por não denunciar meu chefe, achei melhor procurar outro emprego e pedir a conta mesmo.
Eu sei que não sou fácil de lidar, mas, se eu sou obrigado a bater o ponto (algo estranho no trabalho de um consultor externo), vou pegar um táxi de volta à empresa e registrar minha saída pois me descontavam quando o cliente atrasava ou as atividades terminavam antes do fim do expediente. Eu gerava receita pra empresa atuando externamente, mas ela exigia que eu estivesse internamente caso ainda houvesse horário disponível no expediente, mesmo que eu não tivesse função alguma lá dentro. O pior era meu chefe achar ruim porque eu voltava pra bater o ponto (porque estava gastando táxi). Preferia fazer isso em vez de ficar puto por descontarem as horas no final do mês (exemplo: se eu saísse do cliente antes das 18h todos os dias, ficava devendo algumas horas no final da semana, pegando o táxi de volta, eu chegava depois das 18h, o que me rendia algumas algumas horas no banco de horas).
Enfim, eu jogava conforme as regras me permitiam, cada brecha que me ajudasse a não me ferrar ainda mais eu usava e acho que isso foi corroendo minha relação com meu chefe até chegar num ponto insustentável pra ambos (aquilo era uma guerra e não uma relação entre empregado e empregador). Eu tentei diversas vezes conversar, mas era em vão pois nem eu nem ele tínhamos inteligência emocional pra lidar com a situação. Com certeza eu era parte do problema também.
O problema maior foi ele ter me ameaçado. Mandou eu pedir demissão em uma semana. O prazo passou e ele fez da minha vida um inferno. Eu fui levando até conseguir sair para uma empresa onde eu quisesse ir (e a minha esposa, infelizmente, acabou absorvendo grande parte dos efeitos colaterais da minha decisão). Sair por sair era besteira no meu caso, eu também precisava querer ir para a futura empresa. Ficar desempregado não era uma opção (e nunca foi). Acabei passando por alguns problemas na outra empresa, mas não foram tão tensos porque tive ótimos chefes que me fizeram ver as coisas por outro ângulo (sem contar os grandes conselhos de grandes colegas de trabalho).
Não sei o porquê de ter aceitado tudo isso, mas sei que serviu pra eu consertar uma coisa importante. Como o problema me envolvia (acredito que eu tenha dado espaço para isso acontecer), resolvi consertar a parte que me cabia: eu mesmo!
Isso pra mim é só mais uma demonstração de como as leis trabalhistas no Brasil podem ser muito desfavoráveis a quem trabalha de forma correta. Se o FGTS, inclusive a eventual multa, o décimo terceiro e os valores das férias não ficassem nas mãos do empregador ou do governo e fossem entregues ao empregado junto com o salário, ou numa conta com regras específicas, mas sob posse do empregado, não haveria necessidade desse joga de empurra na hora de rescindir o contrato. Um funcionário que quisesse sair nao precisaria ficar fazendo corpo mole e um diretor que quisesse demitir não precisaria ficar fazendo contas. Ninguém sairia perdendo, mas…
A contrário disso, nos tomam o pouco que foi conquistado. Vamos ter fé que um dia a classe trabalhadora não seja a única a pagar a conta e que o país possa ser subsidiado pelas grandes empresas.
[]'s
A contrário disso, nos tomam o pouco que foi conquistado. Vamos ter fé que um dia a classe trabalhadora não seja a única a pagar a conta e que o país possa ser subsidiado pelas grandes empresas.
[]'s
O que foi “conquistado” é uma ilusão. Não é a toa que se reclama que o valor liquido dos salários sejam baixos. Não são, justamente por vários “benefícios” que quem reclama não põe na conta. Tais como:
- O fato do governo ter um programa de previdência para você, onde você não pode escolher nem os tipos de benefício, nem como vai investir o dinheiro, nem quando vai gozar do plano, e cujas regras mudam de maneira unilateral;
- O fato de você ter um adicional de 30% nas suas férias, mesmo que você seja o tipo do cara que não viaja nas férias;
- O fato de ter 1/12 do seu salário retido, para que seja pago em dezembro (não se engane, o 13o não é um salário a mais. É uma poupança forçada);
- Um seguro, que você paga para caso fique desempregado, mesmo que sua área seja farta de empregos, ou que você tenha condições familiares de se sustentar sem esse seguro;
Para o empresário, todos esses custos adicionais estão na conta, o que faz o valor liquido do salário cair. Há alguns outros custos como prever uma possível multa de FGTS, ter que arcar com parte dos custos de gravidez ou ter que pagar valores muito mais altos em casos de horas extras. Tudo isso está na equação. Não estou nem citando outros custos como regulações de mercado, custos fiscais ou dificuldades de se obter alvará.
É por isso que pequenas empresas evitam contratar. Ou fazem de forma informal. Pior do que isso, é por isso também, que poucas empresas surgem, e menos ainda crescem.
A solução, ao meu ver, é justamente ao contrário. É dar mais liberdade econômica. É permitir que mais pessoas possam se tornar empresárias e mais empresas possam surgir. É parar de tratar o empregado como um idiota que não sabe administrar seu próprio dinheiro, e dar a ele o controle dos seus gastos - com dinheiro na mão, também será mais fácil empreender.
A única coisa que faz com que salários subam é o enriquecimento do país e a concorrência pela mão de obra. Isso é lei da oferta e da demanda básica.
Não é a toa que os países com melhor qualidade de vida do mundo tem alto índice de liberdade econômica. A citar: Finlândia, Suécia, Suiça, EUA, Dinamarca, Inglaterra, Alemanha. Não há exceções.
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.São duas ferramentas de trabalho, por que não podem ser comparadas?
Talvez a comparação com um estetoscópio não foi a mais adequada, mas eu entendi o ponto chave da questão.
Quando você imagina que precisa desenvolver um serviço em WebService que responderá uma API padrão no que você pensa primeiro? Se vai fazer em Rest ou SOAP? Em Java ou .NET ou Ruby ou Python, etc.? Se vai usar EJB ou Spring? Se realmente um WS é necessário?
Enfim, a questão é, o cara que se especializou em “estetoscópio” vai usar o estetoscópio pra resolver o problema. O que cara que já deu o próximo passo já sabe que o “estetoscópio” é só mais uma opção.
No final das contas, a comparação dele foi mais no sentido de provar que Java/.NET/Ruby são ferramentas de trabalho.
Repito, talvez não foi a comparação mais adequada tendo em vista que um estetoscópio é uma ferramenta simples desde sua concepção e Java é uma ferramenta simples depois de algum tempo de uso apenas.
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.São duas ferramentas de trabalho, por que não podem ser comparadas?
Talvez a comparação com um estetoscópio não foi a mais adequada, mas eu entendi o ponto chave da questão.
Quando você imagina que precisa desenvolver um serviço em WebService que responderá uma API padrão no que você pensa primeiro? Se vai fazer em Rest ou SOAP? Em Java ou .NET ou Ruby ou Python, etc.? Se vai usar EJB ou Spring? Se realmente um WS é necessário?
Enfim, a questão é, o cara que se especializou em “estetoscópio” vai usar o estetoscópio pra resolver o problema. O que cara que já deu o próximo passo já sabe que o “estetoscópio” é só mais uma opção.
No final das contas, a comparação dele foi mais no sentido de provar que Java/.NET/Ruby são ferramentas de trabalho.
Repito, talvez não foi a comparação mais adequada tendo em vista que um estetoscópio é uma ferramenta simples desde sua concepção e Java é uma ferramenta simples depois de algum tempo de uso apenas.
É claro, com muita boa vontade dá para entender quase tudo. Mas, veja que um estetoscópio pode ser usado por um auxiliar de enfermagem, por um tecnico em enfermagem, por um enfermeiro, por um veterinário, por um médico clínico geral, por um professor-doutor com pós-doutorado, etc. A linguagem java, precisa de anos de estudo para usar bem. Ao considerar como algo simples, começa a por os projetos de TI em risco.
Comparar Java com estetoscópio, ou você não conhece medicina ou não conhece TI. Quem conhece um pouco de (quase) tudo é generalista.São duas ferramentas de trabalho, por que não podem ser comparadas?
Talvez a comparação com um estetoscópio não foi a mais adequada, mas eu entendi o ponto chave da questão.
Quando você imagina que precisa desenvolver um serviço em WebService que responderá uma API padrão no que você pensa primeiro? Se vai fazer em Rest ou SOAP? Em Java ou .NET ou Ruby ou Python, etc.? Se vai usar EJB ou Spring? Se realmente um WS é necessário?
Enfim, a questão é, o cara que se especializou em “estetoscópio” vai usar o estetoscópio pra resolver o problema. O que cara que já deu o próximo passo já sabe que o “estetoscópio” é só mais uma opção.
No final das contas, a comparação dele foi mais no sentido de provar que Java/.NET/Ruby são ferramentas de trabalho.
Repito, talvez não foi a comparação mais adequada tendo em vista que um estetoscópio é uma ferramenta simples desde sua concepção e Java é uma ferramenta simples depois de algum tempo de uso apenas.
É claro, com muita boa vontade dá para entender quase tudo. Mas, veja que um estetoscópio pode ser usado por um auxiliar de enfermagem, por um tecnico em enfermagem, por um enfermeiro, por um veterinário, por um médico clínico geral, por um professor-doutor com pós-doutorado, etc. A linguagem java, precisa de anos de estudo para usar bem. Ao considerar como algo simples, começa a por os projetos de TI em risco.
Antes eu achava o universo java e o universo .Net parecidos, hoje eu vejo tanta diferença que nem me arrisco a voltar pro java, ou seja, estão se tornando ferramentas com meios diferentes demais para o mesmo fim.
O Generalista tem que ser muito foda…um alto custo de esforços e poucos benefícios.
De nada adianta usar ouvir o coração, se você não souber o que está ouvindo. Um veterinário precisa saber quantos batimentos cardíacos tem cada animal. O médico precisa saber combinar a informação do estetoscópio a outros instrumentos. Além disso, para fazer o diagnóstico, todos precisam saber diversos tipos de arritmias de ouvido, e associar a suas causas.
A especialização envolve mais do que simplesmente conhecer a ferramenta. Você pode usar Java rapidamente só programando métodos estáticos, sendo só sobrinho de alguém…
De nada adianta usar ouvir o coração, se você não souber o que está ouvindo. Um veterinário precisa saber quantos batimentos cardíacos tem cada animal. O médico precisa saber combinar a informação do estetoscópio a outros instrumentos. Além disso, para fazer o diagnóstico, todos precisam saber diversos tipos de arritmias de ouvido, e associar a suas causas.
A especialização envolve mais do que simplesmente conhecer a ferramenta. Você pode usar Java rapidamente só programando métodos estáticos, sendo só sobrinho de alguém…
Pois é: se uma simples auscultação de um orgão interno, ele vai murmurar diferentes mensagens para diferentes ouvidos, imagina uma atividade complexa como é a programação…
Meu ponto é que a ilusão de que algo especializado seja simples é igualmente prejudicial. Na nossa área, isso é ainda mais significativo, pois o fruto de nosso trabalho é muito intangível. As vezes, o que os clientes/chefes pedem soa como “você poderia afastar esse prédio só 2cm para a direita? É tão pouquinho!”.
Voltando ao tema do tópico, nem sempre é culpa do gerente não compreender a complexidade do detalhe do seu trabalho. E isso me faz retornar ao argumento que coloquei de que é uma falha grave de um programador não se preocupar tentar se comunicar bem com esse gerente. Saber dizer o porque determinado trabalho é complexo, mostrar a ele que vocês precisam de processos para garantir qualidade, explicar os impactos em produção, ou mesmo chegar ao ponto de explicar custos… tudo isso deve fazer parte do vocabulário de um bom programador.
Voltando ao tema do tópico, nem sempre é culpa do gerente não compreender a complexidade do detalhe do seu trabalho. E isso me faz retornar ao argumento que coloquei de que é uma falha grave de um programador não se preocupar tentar se comunicar bem com esse gerente. Saber dizer o porque determinado trabalho é complexo, mostrar a ele que vocês precisam de processos para garantir qualidade, explicar os impactos em produção, ou mesmo chegar ao ponto de explicar custos… tudo isso deve fazer parte do vocabulário de um bom programador.
É facinho ver quem é tá certo ou errado nesses casos. Só ver as estatísticas de demissões. Com e sem o gerente.
O que vale mais dentro de uma empresa, um monte de programador que se dá bem entre sí e resolve os problemas com naturalidade de forma competitiva com o mercado ou um gerente que implica com todo mundo, ao ponto de os melhores desenvolvedores começarem a ir pedindo demissão aos poucos?
To tocando nesse ponto pq vi um caso do gerente se defender com estes mesmos argumentos. Mas é claro, que vc está falando de um caso isolado entre apenas um funcionário e um gerente correto? No caso do gerente ao qual me refiro, que jogou exatamente estes argumento pra tirar o dele da reta, mas ai, vendo as estatísticas de demissões, notaram que nunca se pediu tanta demissão quanto na gestão do tal gerente que cagou 2 departamentos inteiros pra aparecer como fodão! Não adianta o gerente saber o caralho a4 e ser um bosta com os colegas. O carinha gostava de curtir com a cara de todo mundo até que tomou naquele lugar. curtir com a cara dos funcionários só por estar em posição de vantagem pode parecer engraçadinho, mas aguenta as consequência quando lhe aparecerem surpresas.
Meu ponto é que a ilusão de que algo especializado seja simples é igualmente prejudicial. Na nossa área, isso é ainda mais significativo, pois o fruto de nosso trabalho é muito intangível. As vezes, o que os clientes/chefes pedem soa como “você poderia afastar esse prédio só 2cm para a direita? É tão pouquinho!”.
Voltando ao tema do tópico, nem sempre é culpa do gerente não compreender a complexidade do detalhe do seu trabalho. E isso me faz retornar ao argumento que coloquei de que é uma falha grave de um programador não se preocupar tentar se comunicar bem com esse gerente. Saber dizer o porque determinado trabalho é complexo, mostrar a ele que vocês precisam de processos para garantir qualidade, explicar os impactos em produção, ou mesmo chegar ao ponto de explicar custos… tudo isso deve fazer parte do vocabulário de um bom programador.
Por outro lado, o bom programador vai fugir de trabalhar com um gerente que precisa ficar explicando e mostrando na primeira oportunidade.
É facinho ver quem é tá certo ou errado nesses casos. Só ver as estatísticas de demissões. Com e sem o gerente.
O que vale mais dentro de uma empresa, um monte de programador que se dá bem entre sí e resolve os problemas com naturalidade de forma competitiva com o mercado ou um gerente que implica com todo mundo, ao ponto de os melhores desenvolvedores começarem a ir pedindo demissão aos poucos?
To tocando nesse ponto pq vi um caso do gerente se defender com estes mesmos argumentos. Mas é claro, que vc está falando de um caso isolado entre apenas um funcionário e um gerente correto? No caso do gerente ao qual me refiro, que jogou exatamente estes argumento pra tirar o dele da reta, mas ai, vendo as estatísticas de demissões, notaram que nunca se pediu tanta demissão quanto na gestão do tal gerente que cagou 2 departamentos inteiros pra aparecer como fodão! Não adianta o gerente saber o caralho a4 e ser um bosta com os colegas. O carinha gostava de curtir com a cara de todo mundo até que tomou naquele lugar. curtir com a cara dos funcionários só por estar em posição de vantagem pode parecer engraçadinho, mas aguenta as consequência quando lhe aparecerem surpresas.
Claro, estou falando no caso de um gerente com um programador. E não estou negando que hajam, também, gerente boçais.
O que vale mais ainda um monte de programador que resolve problemas com naturalidade de forma competitiva, e que são ajudados por um gerente que consegue passar a eles demandas coerentes, impedir a direção de adotar uma postura esquizofrênica com a equipe, evitar que percam tempo com burocracia e mediar bem demandas externas a equipe.
Acho muito idiota a generalização de que o gerentes não servem para nada. Um bom gerente pode fazer uma equipe render em dobro, assim como um mau gerente pode destruí-la. Assim como um programador, ele é uma peça importante no quebra-cabeças.
…
não há nada de competitivo em gerente passar demanda, mas ao meu ver é a única maneira se você tem um projeto gigante ou uma consultoria onde um monte de programador precisa pagar seu salario e ainda dar lucro.
Claro, estou falando no caso de um gerente com um programador. E não estou negando que hajam, também, gerente boçais.O que vale mais ainda um monte de programador que resolve problemas com naturalidade de forma competitiva, e que são ajudados por um gerente que consegue passar a eles demandas coerentes, impedir a direção de adotar uma postura esquizofrênica com a equipe, evitar que percam tempo com burocracia e mediar bem demandas externas a equipe.
Acho muito idiota a generalização de que o gerentes não servem para nada. Um bom gerente pode fazer uma equipe render em dobro, assim como um mau gerente pode destruí-la. Assim como um programador, ele é uma peça importante no quebra-cabeças.
Ok. eu acho que um gerente realmente não precisa saber tudo. Não tem como isso ser possível para nenhum humano. Agora, ele tem que se esforçar pra entender o que se passa dentro da empresa sim. O mesmo acima citado demitiu um funcionário do suporte técnico porque o coitado não conseguia estabilizar as conexões para 30 programadores… mas veja, não era link dedicado à empresas. Tavam usando o pacote de 10 megas da GV pra essa galera toda por política de corte de custos! era ridículo! Eu que não sou especialista em rede sei que não tem como! Quando alguém tinha que fazer transferência de arquivos via FTP, tudo mundo tinha que esperar. KKkkkk… A intranet era lenta e quando chovia caia. Agora, me digam o que o suporte técnico teria haver com o fato de chover? eu mesmo cheguei na gerencia 2 vezes falar que esse tipo de conexão não vai segurar a empresa e me falavam que tinha que ser assim pela política da empresa. Eu entendia o que o colega do suporte falava, mas o gerente não aceitava. engraçado o dia quando o técnico falou que se ele quisesse ele pagava um link dedicado pra empresa então. Eu só ria da cara do gerente! Não tinha o que ser feito além de rir! Ele demitiu o técnico de rede de mais de 4 anos de casa pra nada! Mané! Gerente mané tem é que se ferrar. E junto tem que ir o dono que dá carta branca sem observar a evolução do pessoal e da empresa.
É claro, com muita boa vontade dá para entender quase tudo. Mas, veja que um estetoscópio pode ser usado por um auxiliar de enfermagem, por um tecnico em enfermagem, por um enfermeiro, por um veterinário, por um médico clínico geral, por um professor-doutor com pós-doutorado, etc. A linguagem java, precisa de anos de estudo para usar bem. Ao considerar como algo simples, começa a por os projetos de TI em risco.
Se Java existir por mais 200 anos (a idade de um estetoscópio) muita gente vai aprender a usar a ferramenta, ainda assim elas não serão especialistas na ferramenta, mas em determinados tipos de domínio de trabalho, suportar legado por exemplo.
Opa. E quem falou que ele não precisa?
Estou só criticando a postura de muitos programadores de acharem que é só ele quem precisa. Ele precisar é ponto pacífico.
Se você é um gestor de uma área, é obrigação sua estudar sobre ela.
Agora, acredite, se o funcionário é cobrado, o gerente é 10x mais cobrado. Se responsabilizar pelo time todo é uma das atribuições da gerência.
É claro, com muita boa vontade dá para entender quase tudo. Mas, veja que um estetoscópio pode ser usado por um auxiliar de enfermagem, por um tecnico em enfermagem, por um enfermeiro, por um veterinário, por um médico clínico geral, por um professor-doutor com pós-doutorado, etc. A linguagem java, precisa de anos de estudo para usar bem. Ao considerar como algo simples, começa a por os projetos de TI em risco.Se Java existir por mais 200 anos (a idade de um estetoscópio) muita gente vai aprender a usar a ferramenta, ainda assim elas não serão especialistas na ferramenta, mas em determinados tipos de domínio de trabalho, suportar legado por exemplo.
Costumo pensar num horizonte de tempo muito menor. Para esse horizonte, no máximo, me preocupo onde meu espírito estará!
Por isso eu falei em passar demandas “coerentes”. Repassar todo o tipo de demanda é o que faz de um cara um mau gerente. E dá ao cara a sensação dele ser esquizofrênico e pedir coisas contraditórias.
O gerente precisa ser capaz de filtrar essas demandas, defender sua viabilidade e lembrar de decisões táticas do projeto quando for cobrado no futuro pela direção da empresa. Deve ser capaz de segurar pressão de clientes, da direção, da equipe de campo e da própria equipe de TI.
Por exemplo, numa pressão por velocidade, ele precisa ser capaz de despriorizar coisas e abrir mão de processos, explicar a direção da empresa o impacto do que está sendo feito para ganhar essa velocidade.
Além disso, quando problemas advindos dessa decisão ocorrerem no futuro, ele deve ser capaz de defender o que foi feito, com base no histórico, e defender a equipe, mesmo que isso signifique segurar a irritação da direção, que não tem essa visão. Deve mostrar que elaborou processos sólidos, com base em decisões, históricos, etc.
Os diretores tem a visão no futuro, e ao mesmo tempo, tem a péssima mania de esquecer decisões de projeto - mesmo as que eles mesmos solicitaram.
Opa. E quem falou que ele não precisa?
Estou só criticando a postura de muitos programadores de acharem que é só ele quem precisa. Ele precisar é ponto pacífico.
Se você é um gestor de uma área, é obrigação sua estudar sobre ela.
Agora, acredite, se o funcionário é cobrado, o gerente é 10x mais cobrado. Se responsabilizar pelo time todo é uma das atribuições da gerência.
Ok =D eu tinha entendido outra coisa.
Realmente têm certas coisas que já passei…Os caras me pergunta até se a tomada está funcionando …Têm certas coisas que só vendo mesmo,pensava que era só comigo essas coisas =X
Até coisas de Nota Fiscal,Recursos Humanos me pedem favor eu eim.
Mais já tomei uma atitude sobre isso 
Realmente têm certas coisas que já passei…Os caras me pergunta até se a tomada está funcionando …Têm certas coisas que só vendo mesmo,pensava que era só comigo essas coisas =X
Até coisas de Nota Fiscal,Recursos Humanos me pedem favor eu eim.
Mais já tomei uma atitude sobre isso :)
Heheheheh… parece até um lugar onde trabalhei.
Que interessante como os posts estão sumindo!
Então é isso? Juntaram uma galera pra ir atrás de alguém só por pensar diferente? e… dançaram? Nóhhhh que vergonha! Logo professores! Bom, agora que o proprio Sindicato já deu o parecer deles espero que aprendam.
Heheheheh… parece até um lugar onde trabalhei.Que interessante como os posts estão sumindo!
Então é isso? Juntaram uma galera pra ir atrás de alguém só por pensar diferente? e… dançaram? Nóhhhh que vergonha! Logo professores! Bom, agora que o proprio Sindicato já deu o parecer deles espero que aprendam.
ahram… sei… então tem motivos para não pegarem os ips dos usuários?
Então e agora, quem seria o proximo?
Heheheheh… parece até um lugar onde trabalhei.Que interessante como os posts estão sumindo!
Então é isso? Juntaram uma galera pra ir atrás de alguém só por pensar diferente? e… dançaram? Nóhhhh que vergonha! Logo professores! Bom, agora que o proprio Sindicato já deu o parecer deles espero que aprendam.
ahram… sei… então tem motivos para não pegarem os ips dos usuários?
Então e agora, quem seria o proximo?
Opa, fiquei ocupado com outros assuntos e a thread mudou de assunto.
Podem me atualizar que perdi o fio da meada?
Opa, fiquei ocupado com outros assuntos e a thread mudou de assunto.
Podem me atualizar que perdi o fio da meada?
é guerra amigo. é isso que vc tá vendo e vc tá no meio de uma. então larga tua enxada e voe pra guerra tbm se acha que tá tudo errado. O site já tá todo descontextualizado. Só acho engraçado as motivações que levaram a tudo isso. Como acham que podem convencer todo mundo com tanta palhaçada. Era mais fácil existir um RH publico controlando isso. Se não vira máfia. Exemplo é existirem tantas empresas cobrando por anúncios. Então, estes anúncios existem mesmo ou eram apenas sementes pra se falsificar demanda e consequentemente obterem mais funcionários qualificados baratos? Faculdades, empresas de RH, cursinho, como não puderam prever isso antes? Simples: É vital o Estado ter controle disso. Não tem que ser do Setor privado.
Opa, fiquei ocupado com outros assuntos e a thread mudou de assunto.
Podem me atualizar que perdi o fio da meada?é guerra amigo. é isso que vc tá vendo e vc tá no meio de uma. então larga tua enxada e voe pra guerra tbm se acha que tá tudo errado. O site já tá todo descontextualizado. Só acho engraçado as motivações que levaram a tudo isso. Como acham que podem convencer todo mundo com tanta palhaçada. Era mais fácil existir um RH publico controlando isso. Se não vira máfia. Exemplo é existirem tantas empresas cobrando por anúncios. Então, estes anúncios existem mesmo ou eram apenas sementes pra se falsificar demanda e consequentemente obterem mais funcionários qualificados baratos? Faculdades, empresas de RH, cursinho, como não puderam prever isso antes? Simples: É vital o Estado ter controle disso. Não tem que ser do Setor privado.
Confesso que fiquei bem confuso, notei que tinha um problema no site, e aparentemente, perdeu-se umas horas de dados do guj e do guj respostas.
É porque quando aparece alguém pra mostrar que ninguém sabe é de PN, ai mostrar as caras. é isso que tá rolando. A solução pros problemas tá ai de baixo do nariz de todo mundo, agora é só pegar a merda e aplicarem.
Chupem!
Confesso que fiquei bem confuso, notei que tinha um problema no site, e aparentemente, perdeu-se umas horas de dados do guj e do guj respostas.
É porque quando aparece alguém pra mostrar que ninguém sabe é de PN, ai mostrar as caras. é isso que tá rolando. A solução pros problemas tá ai de baixo do nariz de todo mundo, agora é só pegar a merda e aplicarem.
Devo ter perdido muita coisa.
Devo ter perdido muita coisa.
relaxa amigo. vai dar tudo certo. enquanto isso curte essa musica:
Devo ter perdido muita coisa.relaxa amigo. vai dar tudo certo. enquanto isso curte essa musica:
http://letras.mus.br/led-zeppelin/65309/traducao.html
Luiz você está falando do quê?? Pelo que sei sumiram alguns posts dessa thread (inclusive o meu), deve ter dado algum problema, eu acho. O site ficou muito tempo fora do ar ontem.
Realmente to tentando entender o que você quer dizer nesse monte de posts “entrelinhas” hehehe
Se puder esclarecer aí, agradeço 
Depende muito do caso. Se você foi contratado, e isso estava explícito na vaga, aí não é assédio moral. Foi sua escolha trabalhar. É o caso, por exemplo, de muita gente que trabalha com Cobol hoje.
Agora, você é contratado para trabalhar com Java. Entra, e faz parte de um time de Java. Do nada, você troca de lugar, sem muita explicação, e fica sozinho trabalhando em VB6.
Você sinaliza ao seu chefe que está insatisfeito, que a tecnologia é obsoleta e que isso prejudica sua carreira e ele fica irredutível, sem te dar maiores explicações do porque tomou essa decisão, ou te dar qualquer perspectiva.
Isso é considerado assédio moral.
Na nossa área, não vejo porque alguém deva tolerar esse tipo de coisa. Eu mesmo procuraria outra coisa.
Desculpem se eu estiver mudando o foco da conversa, mas ao ler este comentário do VinyGodoy não pude deixar de dar o meu relato.
Isso que o VinyGodoy disse aconteceu e acontece comigo. Entrei numa empresa onde a princípio iria fazer parte de um time Java. De fato entrei no time, trabalhei num projeto por 1 ano e meio, depois disso me empurraram para um projeto em vb6 bem gambiarrento e ainda por cima me colocaram com um outros programadores que fazem mais gambiarra ainda.
Resumindo reclamei para o meu gerente e até para o meu diretor que não estava satisfeito e queria mudar de projeto.
Eles me disseram que para eu fazer isso teria que deixar um “discípulo” no meu lugar (eu juro que usaram essa palavra). Só que eles parecem não confiar nos programadores disponíveis, não contratam outra pessoa, e tudo no projeto tem de ser decidido com uma prévia consulta a mim.
Eu nunca quis ser líder técnico desse projeto e já sinalizei que quero sair, mas meu gerente não me dá um sinal de que vou sair desse projeto.
Me sinto muito mal aqui e ainda por cima na cidade onde vivo não há muitas empresas boas para se trabalhar. Hoje em dia penso muito e sair da área e programar só por diversão.
Mas e o tempo de experiência que você já possui na área? Vai jogar tudo fora? Começar do zero não é fácil. Abraços.
Depende muito do caso. Se você foi contratado, e isso estava explícito na vaga, aí não é assédio moral. Foi sua escolha trabalhar. É o caso, por exemplo, de muita gente que trabalha com Cobol hoje.
Agora, você é contratado para trabalhar com Java. Entra, e faz parte de um time de Java. Do nada, você troca de lugar, sem muita explicação, e fica sozinho trabalhando em VB6.
Você sinaliza ao seu chefe que está insatisfeito, que a tecnologia é obsoleta e que isso prejudica sua carreira e ele fica irredutível, sem te dar maiores explicações do porque tomou essa decisão, ou te dar qualquer perspectiva.
Isso é considerado assédio moral.
Na nossa área, não vejo porque alguém deva tolerar esse tipo de coisa. Eu mesmo procuraria outra coisa.
Desculpem se eu estiver mudando o foco da conversa, mas ao ler este comentário do VinyGodoy não pude deixar de dar o meu relato.
Isso que o VinyGodoy disse aconteceu e acontece comigo. Entrei numa empresa onde a princípio iria fazer parte de um time Java. De fato entrei no time, trabalhei num projeto por 1 ano e meio, depois disso me empurraram para um projeto em vb6 bem gambiarrento e ainda por cima me colocaram com um outros programadores que fazem mais gambiarra ainda.
Resumindo reclamei para o meu gerente e até para o meu diretor que não estava satisfeito e queria mudar de projeto.
Eles me disseram que para eu fazer isso teria que deixar um “discípulo” no meu lugar (eu juro que usaram essa palavra). Só que eles parecem não confiar nos programadores disponíveis, não contratam outra pessoa, e tudo no projeto tem de ser decidido com uma prévia consulta a mim.
Eu nunca quis ser líder técnico desse projeto e já sinalizei que quero sair, mas meu gerente não me dá um sinal de que vou sair desse projeto.
Me sinto muito mal aqui e ainda por cima na cidade onde vivo não há muitas empresas boas para se trabalhar. Hoje em dia penso muito e sair da área e programar só por diversão.
Esse é um caso típico onde você pode avaliar se essa sua atitude não deva ser reavaliada. Pelo que parece, você está nessa situação por competência.
[list]Por que não assume o projeto?[/list]
[list]Assume a equipe;[/list]
[list]Formaliza isso;[/list]
[list]Defina critérios de trabalho com a equipe;[/list]
[list]Defina estratégias para o projeto;[/list]
[list]Defina estratégias para você sair do projeto;[/list]
[list]Peça um aumento e benefícios;[/list]
Essas empresas onde o gerente é o centro do universo estão acabando consigo mesma. BYOD só vai acelerar o processo. Já está acontecendo.
Respondendo suas questões A H Gusukuma
[list]Por que não assume o projeto?[/list]
O projeto é em vb6 além de ter várias gambiarras, códigos duplicados que ainda se duplicam se eu não ficar “vigiando” os programadores…
[list]Assume a equipe;[/list]
Assumir eu já assumi, só que não tenho credibilidade para grandes mudanças e sim para gerenciar pequenas demandas evolutivas.
[list]Formaliza isso;[/list]
Ainda não discutimos isso pois acho que temos alguns pontos e discutir antes…
[list]Defina critérios de trabalho com a equipe;[/list]
Quais tipos de critérios?
[list]Defina estratégias para o projeto;[/list]
Como posso definir isso se o projeto não tem data de fim?
[list]Defina estratégias para você sair do projeto;[/list]
Já pensei nisso, mas a diretoria não aceita. Esse projeto é como uma conta de luz, todo mês tem aquele gasto fixo então para a empresa basta deixar algumas pessoas tomando conta dele que tá tudo certo… 
[list]Peça um aumento e benefícios;[/list]
Isso seria a última coisa na minha lista, mas não menos importante é claro…
Moacir,
A empresa precisa cortar suas asinhas ou logo vai estar ganhando mais em outra empresa. Por isso o gerente vai tentar te encorajar a abrir mão dos seus sonhos e esperanças (neste caso, de trabalhar com a linguagem java) por uma cargo de “liderança”, porque isso o torna um melhor produto para a empresa. O sistema usa assédio moral como instrumento de controle.
Bom dia.
Eu concordo, deve ser muito dificíl recomeçar. Para quem não esta suportando mais, poderiam experimentar algo diferente mas sem fugir da área, eu acho possível.
[]'s
Respondendo suas questões A H Gusukuma
[list]Por que não assume o projeto?[/list]
O projeto é em vb6 além de ter várias gambiarras, códigos duplicados que ainda se duplicam se eu não ficar “vigiando” os programadores…
Esse é o seu desafio, transformar um projeto rejeitado em um pelo menos aceitável.
[list]Assume a equipe;[/list]
Assumir eu já assumi, só que não tenho credibilidade para grandes mudanças e sim para gerenciar pequenas demandas evolutivas.[list]Formaliza isso;[/list]
Ainda não discutimos isso pois acho que temos alguns pontos e discutir antes…
Na discussão sobre a formalização, você tem que apresentar um plano de trabalho, que tem que conter uma avaliação da situação do projeto e o que deve ser feito para melhorá-lo.
[list]Defina critérios de trabalho com a equipe;[/list]
Quais tipos de critérios?
Padrões, objetivos, técnicas, etc.
Não se esqueça, que cada um também tem aspirações, então procure incluir alguma saída para quem tiver interesse.
[list]Defina estratégias para o projeto;[/list]
Como posso definir isso se o projeto não tem data de fim?
Sim, mas você pode tentar responder coisas do tipo: como esse projeto deve estar num horizonte de 1, 2, 5 ou 10 anos.
[list]Defina estratégias para você sair do projeto;[/list]
Já pensei nisso, mas a diretoria não aceita. Esse projeto é como uma conta de luz, todo mês tem aquele gasto fixo então para a empresa basta deixar algumas pessoas tomando conta dele que tá tudo certo… :(
A diretoria não aceita você mudar imediatamente do projeto, mas, diante da alternativa de você ficar no projeto, colocá-lo nos eixos, e, depois sair. É outra coisa. Além disso, a outra alternativa, é ficar sem você em lugar nenhum na empresa.
[list]Peça um aumento e benefícios;[/list]
Isso seria a última coisa na minha lista, mas não menos importante é claro…
O que uma empresa quer e precisa é de pessoas que apresentem soluções para os problemas dela, e isso tem valor.
Suas sugestões fazem muito sentido pra mim, A H Gusukuma, mas acho que o fator motivacional também tá pegando aqui. Muito “nhenhenhem” na hora do coffee break, gente sem muita experiência reclamando de coisas que nunca tiveram…, mas isso já entra em outro assunto.
Muito obrigado pelas respostas de todos aqui no tópico. Vou pensar numa estratégia.
Devo ter perdido muita coisa.relaxa amigo. vai dar tudo certo. enquanto isso curte essa musica:
http://letras.mus.br/led-zeppelin/65309/traducao.html
Luiz você está falando do quê?? Pelo que sei sumiram alguns posts dessa thread (inclusive o meu), deve ter dado algum problema, eu acho. O site ficou muito tempo fora do ar ontem.Realmente to tentando entender o que você quer dizer nesse monte de posts “entrelinhas” hehehe
Se puder esclarecer aí, agradeço :)
Tb estou tentando entender o que está acontecendo com o fórum? hehe
Não funciona em mobiles, posts se apagando do nada, melhor os administradores abrirem uma fanpage no face e abandonar esse jfórum de uma vez.
O projeto que assumi na Siemens era assim também. Começou desenvolvido por engenheiros eletricitas (não da computação, gente bem de hardware mesmo). Nem mesmo o banco de dados era normalizado. Sem falar que parte do código estava com variáveis escritas em alemão.
É o normal. Comece a introduzir na equipe o conceito de refatoração e teste unitário, e deixe claro que você não gosta de gambiarra.
É importante formalizar. Deixe claro que vocês tem metas com qualidade. Deixe claro que você fica satisfeito com programadores que tragam sugestões para deixar o código mais robusto e sem bugs.
Por exemplo, práticas:
- Como o código terá qualidade? Testes unitários? Revisões?
- Quais são as convenções de código da equipe?
- O que a equipe JAMAIS deve fazer?
No meu caso, introduzi várias práticas como:
- SEMPRE usar OPTION EXPLICIT… e refatorar gradualmente os códigos sem OPTION EXPLICIT
- Nunca usar variáveis do tipo Variant. Refatorar gradualmente os códigos que fazem isso
- Evitar duplicidade do código
- Escrever códigos de teste
E por aí vai. Levou mais de 3 anos para sair de um código “gambiarra pura” para um código “aceitável”. Ainda estava longe de ser o ideal. É claro que no começo é muito difícil, pois as práticas começam a revelar bugs. Mas com o tempo o pessoal vai vendo que o sistema entra num novo patamar de usabilidade e facilidade de manutenção, e logo todos estarão seguindo as práticas.
Não tem nada de fim, mas a direção da empresa deve te ajudar no mínimo um roadmap semestral ou anual.
Se nada disso funcionar, procure outro emprego. No seu caso, como o mercado é mais escasso, pode demorar. Mas você pode se manter nesse emprego até que encontre outro.
Obrigado pela resposta ViniGodoy.
moacir, você esta nesta situação pois é um cara que resolve os problemas com facilidade, não se intimida com coisas chatas, e possuí alta resiliencia, você puxa a responsabilidade de tudo pra si e só consegue parar depois de resolver o problema.
Infelizmente, não é todo mundo que é assim, por esse motivo você não consegue mudar de projeto, você da conta e faz bem feito, então por que mudar ? por vezes você tem certeza que pode ser substituido, mas só você acredita nisso.
Ai você tenta explicar isso, e a galera te diz pra ir mais e mais fundo nisso, como ir mais fundo se a motivação esta destruída ?
Eu só falo uma coisa, sai desse buraco e vai pra outra região que você esta perdendo tempo, muito mais do que a tecnologia é saber que você trabalha em um projeto importante e não em um projeto quebra galho que ninguem quer investir.
moacir, você esta nesta situação pois é um cara que resolve os problemas com facilidade, não se intimida com coisas chatas, e possuí alta resiliencia, você puxa a responsabilidade de tudo pra si e só consegue parar depois de resolver o problema.
Meu último gerente me disse isso… Considero positivo.
Exatamente.
Falou tudo…!
Obrigado pelo post.
Aliás, obrigado a todos que tem respondido minhas questões.
moacir, você esta nesta situação pois é um cara que resolve os problemas com facilidade, não se intimida com coisas chatas, e possuí alta resiliencia, você puxa a responsabilidade de tudo pra si e só consegue parar depois de resolver o problema.
Meu último gerente me disse isso… Considero positivo.
Exatamente.
Falou tudo…!
Obrigado pelo post.
Aliás, obrigado a todos que tem respondido minhas questões.
Se toda vez que encontrar um obstáculo você cair fora, um dia vai lamentar as oportunidades perdidas.
moacir, você esta nesta situação pois é um cara que resolve os problemas com facilidade, não se intimida com coisas chatas, e possuí alta resiliencia, você puxa a responsabilidade de tudo pra si e só consegue parar depois de resolver o problema.
Meu último gerente me disse isso… Considero positivo.
Exatamente.
Falou tudo…!
Obrigado pelo post.
Aliás, obrigado a todos que tem respondido minhas questões.Se toda vez que encontrar um obstáculo você cair fora, um dia vai lamentar as oportunidades perdidas.
Toda vez não. mas nesse caso eu sairia, você não ?
ja passou por algo parecido ? atualmente voce trabalha com o que ?
O objetivo é mostrar que tem vários pontos a serem considerados. Na posição que o “moacirjava” está, ele tem algum poder de negociar. Pode negociar treinamento, por exemplo. Além do que já foi colocado.
Ser voluntarioso, pode fazer bem ao ego, mas pode não fazer bem ao bolso e/ou à carreira.
Veja que a possibilidade de sair, não foi descartada. Apenas que, antes dessa solução, existem outras opções a serem avaliadas/discutidas.
Se fosse eu, não sairia de imediato. Tentaria negociar, como coloquei e como o Vini colocou.
No caso da negociação não evoluir satisfatoriamente, eu continuaria no emprego, até achar outro. Nesse meio tempo, me prepararia financeiramente e profissionalmente (estudos/cursos/etc).
Pior que ví um caso bem recente disso :(. No mais, alguns anos de porrada nos fazem enxergar as coisas por essa ótica.
Eu mesmo já fui MUITO voluntarioso… Mas a gente aprende, nem que seja dando com a cara no muro…
Abs []