Claro que ficam - não necessariamente “inventando”, mas sim evoluindo a linguagem, adicionando novas funcionalidades, corrigindo bugs, e até removendo coisas que se tornam obsoletas.
A “versão 3” na verdade é sub-dividida em várias outras (3.1, 3.2, etc - atualmente estamos na 3.12). E de uma para outra sempre mudam bastante coisa - veja aqui a lista completa de alterações entre uma versão e outra.
E o mais importante, nada garante que será a “versão final” da linguagem. Não há nenhum impeditivo para que continuem lançando novas versões - aliás, a 3.13 está prevista para o ano que vem, com várias alterações. E não há nada que impeça uma versão 4 (e 5, 6, etc) no futuro.
O mesmo vale para Java, C# e outras, que estão constantemente evoluindo. Claro que podemos questionar se precisava mudar tanto assim (Java está lançando uma nova versão a cada 6 meses, que acho meio exagerado, mas enfim), e tem coisas que não parecem ser bem pensadas e só entram por “moda” ou “pressão” (principalmente - mas não exclusivamente - em PHP, mas não quero começar um flamewar).
Mas de qualquer forma, as mais estáveis parecem ser C e C++ mesmo. Já as outras escolheram não ser, e cada uma tem seus motivos para isso (um que eu não gosto muito é o que eu chamo de “concorrência cega”, adicionar features da moda só pra dizer que não ficou pra trás das outras, mas divago).