Porque alguns programadores não dão valor a JavaScript?

49 respostas
L

Olá

Abri este tópico com esta pergunta baseado na frase que li no tópico http://www.guj.com.br/posts/list/15/91312.java#488491

Pelo menos nos sites que visito, Javascript é muito usado. Não posso concordar de modo nenhum que tenha morrido ou que não tenha ambições. Talvez o grande problema do javascript seja ter java no nome. Isto induz ao pensamento errôneo de que Java é parecido com javascript o que na prática não é bem verdade.

Atualmente algumas linguagens funcionais que andam em voga, como o Scala por exemplo, tem muitas coisas que o Javascript também tem e isto é mais uma prova de que javascript não é pré-histórico.

Como exemplo curioso de sites que usam javascript de forma não usual, vou citar 2 exemplos (passados em private pelo Fábio Kung)

http://blog.nihilogic.dk/2008/04/super-mario-in-14kb-javascript.html

http://ejohn.org/blog/ruby-vm-in-javascript/

Assim como o Emmanuel fez ontem no Falando em Java/2008, sugiro fortemente aos programadores web que aprendam javascript direito.

[]s
Luca

49 Respostas

R

Acho que o contexto do pré-histórico diz respeito a sua idade, não? 1995, isso dá 13 anos de existência, eu prefiro acreditar que ela não envelheceu, mas sim amadureceu, ainda mais com o advento do AJAX.

L

Olá

Javascript não nasceu com este nome mas tem praticamente a mesma idade do que o Java (que é mais novo do que o Ruby). E aqueles que tem dificuldade de entender javascript com suas closures, JSON, currying e outras coisas, preparem-se pois estão em estudo mais alguns acréscimos na linguagem.

[]s
Luca

L

Porque até antes do AJAX, 98.8736% dos programadores usavam Javascript apenas para validações em páginas HTML ou para propor um pouco de interatividade.

Então, eram escritas aquelas funções enormes, já vi umas de mais de 500 linhas. Não existam debugers e nem IDEs para se escreverem esse monte
de Javascript. E óbvio, se tivesse uma letrinha errada, zuava tudo. Você tinha que debugar jogando conteúdo das variaveis na tela e vendo o que estava acontecendo. O IE falava que o erro era numa linha que nem existia(Isso é antes de surgir o Firefox, ao menos antes de ficar popular).

Saldo disso: Todo programador que passou por isso que eu disse pegou muita raiva de Javascript.

Acho que o que precisa agora é que os programadores reaprendam e tenham uma nova experiência com Javascript. Que eles possam ver que Javascript é bem mais do que uma linguagem que faz validação de formulário.

F

Bah, mas que baita frescurada tchê!

Eu não acho JavaScript primitiva. Eu ainda acho Cobol legal!

Ah, e eu uso JavaScript. Programo Java. Uso PHP. E se bobear usaria até Clipper se me ajudasse desenvolver aplicações Web mais completas.

Esses preconceitos contra linguagens por serem velhas ou simples são pura besteira. No final, o que conta mesmo é fazer o projeto bem feito e dentro do prazo. Eu comprei um Vectra há alguns meses com dinheiro de projetos entregues no dia certo, e não com algum dinheiro que eu ganhasse por falar mal de JavaScript.

Enquanto os clientes continuarem pagando, e os projetos continuarem saindo, qualquer linguagem que sirva para completá-lo é linda e maravilhosa.

Total, o resultado é o que importa.

M

A Net Scape quando criou o Java Script, originalmente batizou-o de Live Script. Atualmente o Java Script ganhou novo folego com a introdução do AJAX. Acredito que o Java Script ainda tenha uma sobre vida, não sei precisar de quanto tempo exatamente, mas acredito que seja por um bom tempo.
Um abraço. :wink:

L

Olá

Douglas Crockford em 2001 no texto The World’s Most Misunderstood Programming Language:

JavaScript, aka Mocha, aka LiveScript, aka JScript, aka ECMAScript, is one of the world’s most popular programming languages. Virtually every personal computer in the world has at least one JavaScript interpreter installed on it and in active use. JavaScript’s popularity is due entirely to its role as the scripting language of the WWW.

Despite its popularity, few know that JavaScript is a very nice dynamic object-oriented general-purpose programming language. How can this be a secret? Why is this language so misunderstood?

The Name

The Java- prefix suggests that JavaScript is somehow related to Java, that it is a subset or less capable version of Java. It seems that the name was intentionally selected to create confusion, and from confusion comes misunderstanding. JavaScript is not interpreted Java. Java is interpreted Java. JavaScript is a different language.

JavaScript has a syntactic similarity to Java, much as Java has to C. But it is no more a subset of Java than Java is a subset of C. It is better than Java in the applications that Java (fka Oak) was originally intended for.

JavaScript was not developed at Sun Microsystems, the home of Java. JavaScript was developed at Netscape. It was originally called LiveScript, but that name wasn’t confusing enough.

The -Script suffix suggests that it is not a real programming language, that a scripting language is less than a programming language. But it is really a matter of specialization. Compared to C, JavaScript trades performance for expressive power and dynamism.

Lisp in C’s Clothing

JavaScript’s C-like syntax, including curly braces and the clunky for statement, makes it appear to be an ordinary procedural language. This is misleading because JavaScript has more in common with functional languages like Lisp or Scheme than with C or Java. It has arrays instead of lists and objects instead of property lists. Functions are first class. It has closures. You get lambdas without having to balance all those parens.

Vale a pena ler The World’s Most Misunderstood Programming Language

[]s
Luca (que quando manjava de Javascript, fez muita coisa interessante e também copiou e colou, isto é, roubou ou tomou emprestado sem pedir licença, muitos scripts super legais e isto foi lá pelos idos de 2000 e pouco, bem antes do AJAX)

R

Luca,

O que quis dizer foi justamente o que você salientou aqui, eu acho que JavaScript é O cara…

Da maneira que eu falei pode ter soado que eu critiquei, mas o que quis dizer foi que, passado todo esse tempo, surgem a cada dia coisas tão poderosas feitas com JavaScript que é sim necessário que, eu no caso, aprenda DIREITO…

Dou muito valor sim, mas…

Você não concorda que é como se, hoje, em 2008, tivessemos um novo conceito de JS nas mãos, que não se tinha quando ele foi criado, incluindo ai os propósitos da sua criação(daí o pouca ambição)? Ninguém nem imaginava…

E

Eu acho que o pessoal não dá valor porque acham que javascript foi uma “linguagenzinha” (que termo horrível) feita para fazer metodos validate() para formulários web, sendo que na verdade a coisa vai muito além disso.

L

Olá

Discordo porque foi justamente quando comecei a fazer aplicações web que estudei Javascript e que pude conhecer aplicações sensacionais. A grande diferença daquela época para hoje é que ao invés de ter bibliotecas como ExtJS, JQuery, Prototype, etc., naquela época a gente roubava os scripts de sucesso. Eu mesmo roubei muito script bom para estudar e fiz um site que ficou muito legal todo baseado em menus adaptados e mixados de arquivos .js sequestrados de outros. O que eu confesso que fiz, muitos outros também faziam. Mas era um meio bom de aprender.

[]s
Luca

A

Tenho muita resistencia em usar de maneira plena JavaScript em sua forma mais pura.
Isso se deve na falta de confiabilidade de que determinada instrução resultara no mesmo comportamento em diferentes browsers.

Hoje, acho perda de tempo (e tempo é dinheiro), sofrer com pelo menos 3 escritas distintas de código para ter um resultado cross-browser. Por isso, javaScript puro, eu abomino. Importante saber trabalhar com ele, sem dúvida, mas empregar profissionalmente em um produto nem pensar (claro, salvo aquelas simples validações e alguns hooks para invocações ajax).

Hoje, é muito mais lucro apostar em quem já perdeu tempo com isso. Além de produtivas, bibliotecas como YUI, jQuery, Prototype entre outros, fornecem uma interface para se trabalhar com JavaScript de maneira mais direta na “criatividade” do desenvolvedor, do que perder tempo com malditas incompatibilidades.

B

Quando era só um usuário eu detestava JavaScript, achava que era só enchia o saco, linguagenzinha que serve só para fazer popup, tremer a tela, algo completamente visual pra aquelas páginas hospedadas no Geocities ou algo do tipo.

Depois que li sobre ela (Mozilla Developer Center é ótima), passei a respeitá-la, lendo mais sobre algumas das funções mais avançadas (e menos usadas), e muito dos estilos de desenvolvimento que ela permite, passei a vê-la com uma das linguagens mais avançadas que temos hoje.

Engraçado que ainda depois disso fui ler sobre o projeto Tamarin do Mozilla, especialmente a parte de criar uma máquina virtual para rodar a linguagem.

Foi aí que caiu a ficha, JavaScript é uma linguagem de programação! Dá para criar programas com uma linguagem de programação!

Até a parte que JS era uma linguagem de programação eu falava, “e daí? Óbvio.”, mas criar programas de computador em JavaScript era algo que nunca havia pensado.

Aliás, sempre estive programando em JavaScript, mas só fazendo funções que atendiam à eventos disparados por uma página, e por incrível que pareça, não achava que estava programando.

Eu acho que o desdém dos programadores vem justamente disso, ninguém acha que está programado… aliás, estamos criandos “scriptzinhos”, e não programas. E há um mundo de seriedade entre fazer esses scripts, e fazer um programa.

JavaScript foi sempre tratado como algo de segunda, que só vem a suportar outras linguagens existentes. Com isso ninguém se via interessado a aprender a linguagem e suas aplicações mais avançadas. Esperamos 13 anos para alguém vir, ver além disso, e implementar algo que chamou a atenção.

Bem, devo também adicionar que uma boa parte da culpa por deixar a linguagem de lado é das equipes que desenvolvem os navegadores web. Principalmente culpa da equipe do IE. A Microsoft está à quase 8 anos sem implementar as novas funcionalidades da linguagem. Imagine, há 8 anos atrás o Java 1.3 tinha acabado de sair.

O Mozilla já suporta JavaScript 1.4, 1.5, 1.6, 1.7, 1.8, 1.8.1, daqui a pouco 1.9 quando o FF3 sair oficialmente, e mais p/ frente implementarão a tão esperada JavaScript 2.0.

Adivinha onde o IE está na versão beta do IE8? 1.3. Não mudou uma vírgula desde o IE 5.5. Só melhoraram o suporte às funções padrão do DOM, mas nada relacionado à linguagem. Vergonha né? E cada uma dessas versões tem evoluções de deixarem a mão coçando de vontade de codificar. Dá até raiva, abandono total. E sem o IE, quem vai implementar nas suas páginas algo que só funciona no Firefox? Nem os outros browsers estã ocorrendo atrás disso por que não há concorrência do gorila do mercado.

A

Bruno, por isso meu post anterior.

L

Olá

Bruno e Lezinho

Só para deixar claro: não advogo que hoje em dia alguém use Javascript na raça. Aliás, um dos principais motivos de ter aberto este tópico foi ter assistido ontem ao exemplo de uso do ExtJS na palestra do Tadeu e do Guilherme Moreira no Falando em Java. O que eles mostraram tinha o jeitão de um desktop como este: http://extjs.com/deploy/dev/examples/desktop/desktop.html

As bibliotecas atuais são muito melhores do que aquelas que a gente usava antigamente e o tal de ExtJS parece ainda mais poderoso do que o JQuery.

[]s
Luca

A

Na verdade Luca, o Ext utiliza jQuery e Prototype (além, obviamente, do seu papai, YUI).

E

Eu acredito que se alguém quer criar código cross-browser o melhor mesmo é se meter em um projeto open-source desses ao invéz de fazer no braço como já disseram. Nisso eu concordo plenamente com o Alessandro. Mas é importante dar uma estudada na linguagem para ter um conhecimento razoavel pra quando precisar fazer alguma coisa. Em resumo eu não acho dispensável aprender JavaScript de forma decente.

R

javascript tem, como toda linguagem, suas vantagens e desvantagens.

o principal fator que fez muita gente odiar javascript eh pq roda do lado do cliente, mas essa caracteristica que traz muitas desvantagens para a linguagem eh a mesma que traz muitas vantagens

muita gente se engana quando pensa que javascript eh uma linguagem incompleta

A

Eu tento usar o minimo possivel, pois nem todos conhecem bem a linguagem e acabam por destruir o sistema com funções absurdas e orientadas a navegadores especificos.

Quando vocês pegarem sistemas com js maiores que 2mil linhas para dar manutenção irão entender pq reluto tanto.

Quanto a usar o mesmo em frameworks como prototype ou auxiliando um dwr da vida, ae sim concordo que se torna algo mais popular e menos danoso aos sistemas.

L

bem grande maioria deve ter raiva de javascript por algumas coisas… primeiro é complicado de debugar… e antes do firebug era impossivel ver onde esta o erro… ou seja se vc escreveu 5 mil linhas de codigo e em uma linha qualquer esqueceu um ; fode tdo com seu codigo e vc nunca ou qse nunca vai achar onde esta o problema… mas isto acabou com a chegada do firebug… mas mesmo assim ele não é tão eficaz quanto ao debug do eclipse pra java por exemplo… isto fato por ser uma linguagem de scripting interpretada… dai complica criar um debbuger eficiente pra ela… outro problema é culpa da merda da microbost que fez o IE despadronizado com outros navegadores ou seja vc tem que saber 2 tipos de javascript: javascript for IE e javascript for Mozilla ja que a maioria das funções são diferentes em ambos navegadores… isto deixa a curva de aprendizado maior e dificulta a programação cross-broswer alem disso não basta o cara saber só javascript tbm tera que manjar muito de css pois dificilmente para fazer uma simples interação na pagina com javascript vc não precise de css… estes fatores fazem que grande parte tente evitar o javascript que usem o minimo possivel e não aproveitar agilidade e o poder da linguagem ao seu maximo…

E

Roda no servidor tb, vide Js.NET, Rhino, etc.

A

Lembrando que o EXT tem uma licença GPL que em determinados tipos de aplicativos pode não ser interessante.

B

A única explicação que vejo para alguns programadores ignorarem o JavaScript é não darem valor a view. Ou seja, se estivessem mais concientes do que isso representa para o usuário, e sua contribuição para a qualidade do software, teriam uma motivação maior para explorar os recursos q essa linguagem oferece.

A

Como disse antes, o problema não é usar o javascript, até mesmo que uma aplicação sem js é quase impossivel, porém não se pode abusar.

B

Como disse antes, o problema não é usar o javascript, até mesmo que uma aplicação sem js é quase impossivel, porém não se pode abusar.

Do ponto de vista de usabilidade eu diria q é impossível não abusar de java script pelo seguinte motivo: JavaScript é tão necessário quanto HTML.

Aliás, cada vez mais a porção de código javascript e css de uma página tende a ser maior que a de HTML.

A

Então isso deve ser algo pessoal, pois todos os sistemas que fiz possuiam apenas js para validação de campos e algumas coisas relativas a ajax e sempre agradou aos usuários.

Do contrario do sistemas que ja peguei pra dar manutenção onde os js alcançam numeros absurdos e qualquer tentativa de entender o codigo levam horas.

X

http://www.xandrix.com.br/blog/2006/11/25/javascript-no-java/

Ótimo livro para aprender Javascript de verdade:
http://compare.buscape.com.br/javascript-o-guia-definitivo-david-flanagan-[telefone removido].html

C

Defina “abusar” :wink:

L

Eu uso, sei (o necessário) e sim, odeio javascript!

Evito até a morte, tento usar libs prontas e tudo o que for possível para fugir de ficar fazendo js.

Não desmereço a linguagem e nem o potencial que ela tem, o que sempre vi na grande maioria dos ligares que trabalhei, das pessoas que conheço e de relatos que leio sobre projetos por ai, é o uso de js apenas para validação de tela, efeitinhos e outras coisas, sabemos sim que js faz muito mais do qeu isso, mas alguém deixar de fazer algum regra em java/ruby/python e faz em js no lado server?

Manter js grandes é um parto, chato de testar, debugar e por ai vai.

Os guros do JS não vão me tacar pedras hein rs, só estou dando a minha opinição sobre o meu gosto, não sobre a linguagem, ok?!

B

Luiz Aguiar:
Eu uso, sei (o necessário) e sim, odeio javascript!

Evito até a morte, tento usar libs prontas e tudo o que for possível para fugir de ficar fazendo js.

Não desmereço a linguagem e nem o potencial que ela tem, o que sempre vi na grande maioria dos ligares que trabalhei, das pessoas que conheço e de relatos que leio sobre projetos por ai, é o uso de js apenas para validação de tela, efeitinhos e outras coisas, sabemos sim que js faz muito mais do qeu isso, mas alguém deixar de fazer algum regra em java/ruby/python e faz em js no lado server?

Manter js grandes é um parto, chato de testar, debugar e por ai vai.

Os guros do JS não vão me tacar pedras hein rs, só estou dando a minha opinição sobre o meu gosto, não sobre a linguagem, ok?!

não tem pra onde correr, as pessoas querem suas aplicações web tão ricas quanto as desktop. Eu sei que manter js grande é um parto, mas manter telas grandes escritas em swing tb é (além de ser muito mais difícil alguém fazer alguma coisa relmente bonita naquilo).

U

Luca:
Olá

Abri este tópico com esta pergunta baseado na frase que li no tópico http://www.guj.com.br/posts/list/15/91312.java#488491

Pelo menos nos sites que visito, Javascript é muito usado. Não posso concordar de modo nenhum que tenha morrido ou que não tenha ambições. Talvez o grande problema do javascript seja ter java no nome. Isto induz ao pensamento errôneo de que Java é parecido com javascript o que na prática não é bem verdade.

Atualmente algumas linguagens funcionais que andam em voga, como o Scala por exemplo, tem muitas coisas que o Javascript também tem e isto é mais uma prova de que javascript não é pré-histórico.

Como exemplo curioso de sites que usam javascript de forma não usual, vou citar 2 exemplos (passados em private pelo Fábio Kung)

http://blog.nihilogic.dk/2008/04/super-mario-in-14kb-javascript.html

http://ejohn.org/blog/ruby-vm-in-javascript/

Assim como o Emmanuel fez ontem no Falando em Java/2008, sugiro fortemente aos programadores web que aprendam javascript direito.

[]s
Luca

HEhee eu tenho 99% de certeza que é por causa da falta de conhecimento na linguagem…
Tem muita coisa alem do que simples validações…
10% dos “programadores” em js entedem perfeitamento o que é o DOM como ele funciona…
O modelo de eventos dos browsers.

Talvez tambem um fator que talvez distâncie o js dos programadores é a imcompatibilidade entre os browsers. E a dificuldade para fazer um debug em um objeto , função …
Agora surgindo varias libs, e ferramentas fantásticas como o firebug, o aptana, e até a copia do firebug da microsoft integrada no ie 8, creio que o cenário mude mais ainda…
Ta ai minha opinião

C

Ate ai, que em que lingugem manter uma aplicacao grande eh divertido? Em qual delas dá tesão de levantar de manha pra testar, debugar etc etc? Se vc vai desmerecer alguma coisa como “dificil”, ofereca uma alternativa :wink:

H

Javascript é um mal necessário.
Infelizmente!

L

Ate ai, que em que lingugem manter uma aplicacao grande eh divertido? Em qual delas dá tesão de levantar de manha pra testar, debugar etc etc? Se vc vai desmerecer alguma coisa como “dificil”, ofereca uma alternativa :wink:

Só quis dizer que é mais simples/prazeroso/produtivo/barato colocar um breakpoint numa classe java/ruby/python/etc/etc/etc e debugar, ou rodar um teste unitário após uma alteração de código, do que fazer/precisar fazer isso com javascript.
:wink:

A

Ate ai, que em que lingugem manter uma aplicacao grande eh divertido? Em qual delas dá tesão de levantar de manha pra testar, debugar etc etc? Se vc vai desmerecer alguma coisa como “dificil”, ofereca uma alternativa :wink:

Grande nem sempre é sinonimo de complexo. Eu particularmente adoro programar em qualquer linguagem que me permite acesso simples e eficaz a uma interface de debug.

Com certeza nao tenho o minimo tesao de sair de casa pra debugar codigo javascript imensos feitos por um desenvolvedor que se acha dono do mundo e que na metade do projeto ja largou mão de controlar a qualidade do codigo e deixou tudo encoxado, fora quando existem aqueles ifs pra detectar qual navegador esta rodando, realmente eu abomino codigo mal feito e no lugar errado.

Existem alternativas para o emaranhado de javascript já citados aqui, como ext, prototype, etc. E se precisar algo realmente web 2.0 existem alternativas baseadas no flash, google gears e outras mil. Quando falo de web 2.0 não estou falando de coisas bonitinhas como validação.

E

Só pra lembrar que WEB 2.0 nada tem a ver com JavaScript, AJAX e afins.

R

Olha, realmente nunca dei valor ao JavaScript.
Gostei das considerações feitas e fui dar uma olhada no que vem sendo feito em js atualmente…

Incrível essas libs :slight_smile: Ext, prototype, jquery … o/

Pequenas coisas em meus códigos jsf / jsp poderiam ser resolvidos com js …

Alguma sugestão para leitura ??

Att,

Renan

C

Tem tudo a ver. Se nao fosse por essas tecnologias finalmente funcionarem, depois de anos de implementacoes podres nos browsers, esse papo todo de web2.0 nao existiria.

L

Só pra lembrar que WEB 2.0 nada tem a ver com JavaScript, AJAX e afins.

Então tem a ver com o que?

E

Tem tudo a ver. Se nao fosse por essas tecnologias finalmente funcionarem, depois de anos de implementacoes podres nos browsers, esse papo todo de web2.0 nao existiria.
Conceitualmente WEB2.0 tem a ver com a mudança da web para uma plataforma, algo mais network (Folksonomy), onde todos colaboram com conteúdo e o conteúdo é compartilhado. Temos também muitos serviços disponíveis para montar Mashups, etc. Temos os Blogs, Wikis, Feeds, entre outros. O próprio conceito de SOA é bem mais aplicado e relacionado a WEB2.0.

Na minha opinião o uso de JavaScript, AJAX e afins é apenas um detalhe da implementação tecnológica que dá uma turbinada nisso tudo. Não vejo isso como fundamento da coisa.

Repare que a minha frase que disse no post anterior não foi pra criticar o que o colega havia dito e sim para endossar, tanto que quando ele cita algo mais WEB2.0 ele fala também de Flash. Posso criar perfeitamente uma aplicação WEB2.0 usando Adobe AIR/Flex e o Javascript e AJAX vão passar longe. Claro que essa aplicação pode não ser aplicável a Internet e somente uma Intranet mas ai depende do caso e é tudo detalhe da implementação/contexto e não dos conceitos.

Se pegarmos o exemplo de SOA caimos na mesma coisa. Mesmo antes de existirem os WebServices eu participei de alguns projetos que utilizavam Serviços com troca de mensagens XML por HTTP (um tipo de POX). IMO, era bem SOA :D. O fato de posteriormente terem sido criados WebServices, sejam SOAP, REST ou XPTO que seja, mesmo que tenha alavancado a coisa, não é o que definiu o conceito da Arquitetura Orientada a Serviços. Essas tecnologias foram as implementações padronizadas que ajudaram nas várias formas de implementação.

Tem a ver com a implementação de aplicações, como respondido acima.

C

E todo mundo com problemas de acessibilidade (como o Google, que é cego) tambem vai. Assim como todo mundo que da a minima pra padroes abertos na Internet.

Voce nao esta errado em dizer que o que chamam por ai de Web 2.0 eh uma combinacao de uma tonelada de coisas, e cada um puxa a sardinha pro seu lado. Mas eu mantenho que ela nao existiria sem JavaScript funcionar nos browsers.

R

cv… é óbvio que ele quiz dizer que manter um JS grande é mais difícil que, por exemplo, Java. Levando em conta que 99,99% das vezes, utilizamos JS nos browsers, que em geral não fornecem ferramentes decentes para debug. Firebug é legal, mas não da para comparar com o debugger do eclipse.
Claro que linguagem != de runtime, mas acredito que o cara falou de JS no browser e não engine de JS como Rhyno.

L

Emerson, vamos vá

Na minha opinião o uso de JavaScript, AJAX e afins é apenas um detalhe da implementação tecnológica que dá uma turbinada nisso tudo. Não vejo isso como fundamento da coisa.

Repare que a minha frase que disse no post anterior não foi pra criticar o que o colega havia dito e sim para endossar, tanto que quando ele cita algo mais WEB2.0 ele fala também de Flash. Posso criar perfeitamente uma aplicação WEB2.0 usando Adobe AIR/Flex e o Javascript e AJAX vão passar longe. Claro que essa aplicação pode não ser aplicável a Internet e somente uma Intranet mas ai depende do caso e é tudo detalhe da implementação/contexto e não dos conceitos.

Então se AJAX não tem NADA a ver com web 2.0, AIR/Flex não tem NADA a ver também

Lhe sugiro a dar uma olhada sobre o que seria SOA, porque pelo que eu to vendo, você acha que é SOA chamar um web-service ou fazer uma chamada remota com XML e HTTP. Se for seguir essa tua lógica, é a mesma coisa que dizer que XSLT não tem nada a ver com conceitos de transformações XML ou que ESB não tem nada a ver com SOA

E

E todo mundo com problemas de acessibilidade (como o Google, que é cego) tambem vai. Assim como todo mundo que da a minima pra padroes abertos na Internet.
Po ai não vale. Você cortou o resto do texto :D. Vou coloca-lo completo, da forma que escrevi. :wink:

Nesse ponto eu concordo totalmente contigo. O que eu quiz dizer é que isso é um detalhe de implementação e o primeiro post foi para pessoas que estivessem lendo o post do colega não fizessem a associação errada WEB2.0 = AJAX, que muita gente faz.

Exato. Foi exatamente o que eu disse no meu post. Detalhes de implementação

Lhe sugiro a dar uma olhada sobre o que seria SOA, porque pelo que eu to vendo, você acha que é SOA chamar um web-service ou fazer uma chamada remota com XML e HTTP. Se for seguir essa tua lógica, é a mesma coisa que dizer que XSLT não tem nada a ver com conceitos de transformações XML ou que ESB não tem nada a ver com SOA
O que eu disse foi exatamente o contrário. Me desculpe mas você não leu direito. O que eu disse é que as aplicações eram Orientadas a Serviços mesmo antes de existirem todas essas buzwords atuais. O que me impede de ter meu próprio Message Broker, Process Manager, Message Router, etc? É claro que hoje em dia dependendo do cenário seria burrice implementar isso reinventando a roda, mas caso não existisse nada disso (que era o caso que eu citei), não faria a Arquitetura menos ou mais orientada a serviços que hoje. E já que você tocou no ponto do ESB, é perfeitamente possível ter SOA sem ter um ESB. Todo SOA espalhado pela WEB tá ai pra provar isso.

C

Se vc tem toneladas de JavaScript, vc ta fazendo errado, assim como ter toneladas de Java tambem indica que vc ta fazendo errado. Pros casos onde tem mesmo muita funcionalidade, e eh necessario programar mais, so tem um jeito de lidar com a complexidade, seja na linguagem que for: testando e desacoplando codigo.

E o engracado eh que quando vc tem testes, vc nao precisa de um depurador. Eu sabia que o IntelliJ tinha um depurador bacaninha, mas nunca tinha usado ate semana passada. E eu uso o treco desde 2003.

Ate hoje nao tive nenhum problema com o suporte do Firebug pro que eu preciso fazer - e eu ja escrevi bastante coisa em JavaScript, com Prototype, jQuery e outras libs do genero. Nunca precisei de muito mais do que uns alert()s bem colocados e uma suite de testes (e, pra ser bem sincero, nenhuma das disponiveis por ai me apetece muito… a gente criou uma interna).

L

eu tbm rs

alerts deveriam ser banidos por leis internacionais rsrs

seja franco cv, debugar com alert é chato pra caramba meu rs

C

Sim, eh chato pra caralho. Por isso eu prefiro escrever testes que provam que a app funciona, ao inves de ficar enfiando alert em tudo. :wink:

M

Algumas pessoas aossociam o Java Script aos irritantes popups que pipocam na tela do browser, outros acham que só serve para exibir alert em formulários web. Não deixam de ter uma certa razão, mas o Java Script vai mais além disto. Uma prova da versatilidade do Java Script é ser utilizado para realizar chamadas assincronas ao servidor sem necessidade de refresh.
Um abraço. :wink:

E

É muito chato dar alert, mas levanta a mão quem nunca debugou um JavaScript com alert apertando Enter(Return) 87697 vezes igual um trouxa :smiley:

C

Marcio_Nogueira:
Algumas pessoas aossociam o Java Script aos irritantes popups que pipocam na tela do browser, outros acham que só serve para exibir alert em formulários web. Não deixam de ter uma certa razão, mas o Java Script vai mais além disto. Uma prova da versatilidade do Java Script é ser utilizado para realizar chamadas assincronas ao servidor sem necessidade de refresh.
Um abraço. :wink:

C

cv:

:XD:

Criado 19 de maio de 2008
Ultima resposta 22 de mai. de 2008
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