Leonardo Gaona:
wellington.nogueira:
Além de pensar em escalabilidade e etc, vocês chegaram a cogitar padronização?
Ambientes bancários tendem a ter n tecnologias e produtos que muitas vezes não “conversam” entre si.
Definindo uma única linguagem, permite-se uso e reuso de diversas aplicações já feitas.
Com SOA isso não é problema, os recursos são disponibilizados para n plataformas. E tenho certeza que Bancos devem utilizar.
Sei não…
SOA não funciona bem com sistemas legado.
Tudo bem que o Bradesco usa quase essencialmente COBOL e boa parte da utilização em Java fica mais para a camada visual mas, se o legado não foi feito pensando em SOA, SOA deixa de ser uma resposta aqui sem contar que, padronizando a linguagem, eles podem padronizar muito mais do que a linguagem mas podem definir melhor o produto que querem receber em termos de padrão de código, exigências de conhecimento, custos, etc.
Sem contar que, se não houver uma forma fácil de catalogar/consultar serviços prontos, torna isso bem mais difícil.
Lembrando, não estou dizendo que o Bradesco não usa SOA, e sim que os sistemas-legado não devem estar, em geral, preparados para isso.