Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas e todas as Profissões relacionadas a TI

184 respostas
I

O que vocês acham :?:

:arrow: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N24692

184 Respostas

F

Legal, mas tem um ponto que não concordo, este:

De forma geral, o PLS 607 exige que os profissionais de TI tenham diplomas universitários ou exerçam a atividade por mais de cinco anos. No caso, isso valeria para os formados em análise de sistemas, informática, ciência ou engenharia da computação, processamento de dados e sistemas ou tecnologia da informação.

Quer dizer que sem diploma um cidadão de boa, exercendo a atividade por mais de 5 anos, ganharia um “diploma” :?:
Não concordo!
Sobre a liberdade de exercer a profissão penso que é justo porém deve-se comprovar por meio das respectivas qualificações; diploma , curso técnico (válido como certificado) e reconhecidos pelos órgãos competentes no caso CONFEI E CREI, do contrário, continua a putaria que já está. Afinal existe uma lei que é sobre a falsidade ideológica, mas em nossa área qualquer louco se diz analista, gerente, desenvolvedor enfim, faz cagadas, quebra uma empresa, queima nossa a área e nada acontece. Agora, vai dar uma de médico, advogado sem ter o diploma e o número do órgão competente para ver o que acontece!

I

fabioEM:
Legal, mas tem um ponto que não concordo, este:

De forma geral, o PLS 607 exige que os profissionais de TI tenham diplomas universitários ou exerçam a atividade por mais de cinco anos. No caso, isso valeria para os formados em análise de sistemas, informática, ciência ou engenharia da computação, processamento de dados e sistemas ou tecnologia da informação.

Quer dizer que sem diploma um cidadão de boa, exercendo a atividade por mais de 5 anos, ganharia um “diploma” :?:
Não concordo!
Sobre a liberdade de exercer a profissão penso que é justo porém deve-se comprovar por meio das respectivas qualificações; diploma , curso técnico (válido como certificado) e reconhecidos pelos órgãos competentes no caso CONFEI E CREI, do contrário, continua a putaria que já está. Afinal existe uma lei que é sobre a falsidade ideológica, mas em nossa área qualquer louco se diz analista, gerente, desenvolvedor enfim, faz cagadas, quebra uma empresa, queima nossa a área e nada acontece. Agora, vai dar uma de médico, advogado sem ter o diploma e o número do órgão competente para ver o que acontece!

Disse tudo.

:thumbup:

R

fabioEM:
Legal, mas tem um ponto que não concordo, este:

De forma geral, o PLS 607 exige que os profissionais de TI tenham diplomas universitários ou exerçam a atividade por mais de cinco anos. No caso, isso valeria para os formados em análise de sistemas, informática, ciência ou engenharia da computação, processamento de dados e sistemas ou tecnologia da informação.

Quer dizer que sem diploma um cidadão de boa, exercendo a atividade por mais de 5 anos, ganharia um “diploma” :?:
Não concordo!
…!

Acho que você entendeu errado. Quem não tiver diploma não ganha um diploma se trabalhou por mais de 5 anos, mas passa a ter o direito de exercer legalmente a profissão.

M

Bom, já disse tudo: não estuda, não se esforça, ai quer aumentar o salário através de um piso. O que eu vejo muito é o seguinte: a empresa não dá um aumento legal. O cara não se esforça pra mudar ou gerar mudança porque não recebeu o aumento. A empresa não vê o cara se esforçando e não dá aumento legal. E assim fica a bola de neve. Falta atitude. Alguém tem que dar o primeiro passo, e que seja o profissional. Se ele não for recompensado / reconhecido, o conhecimento lhe abrirá outras portas. Você vale o quanto você sabe. Seu conhecimento é sua moeda de troca. Se você não se esforçar, estudar e ter atitude, vai viver de piso a vida toda.

R

Sou a favor da regulamentação da profissão, não pelo valor de um piso, porque isso é besteira. Piso é um valor irrisório, seria talvez até prejudicial, muitas empresas passariam a oferecer vagas apenas com o valor do piso.
Mas pelo mesmo motivo que várias outras profissões possuem suas regulamentações.

F

romarcio:
fabioEM:
Legal, mas tem um ponto que não concordo, este:

De forma geral, o PLS 607 exige que os profissionais de TI tenham diplomas universitários ou exerçam a atividade por mais de cinco anos. No caso, isso valeria para os formados em análise de sistemas, informática, ciência ou engenharia da computação, processamento de dados e sistemas ou tecnologia da informação.

Quer dizer que sem diploma um cidadão de boa, exercendo a atividade por mais de 5 anos, ganharia um “diploma” :?:
Não concordo!
…!

Acho que você entendeu errado. Quem não tiver diploma não ganha um diploma se trabalhou por mais de 5 anos, mas passa a ter o direito de exercer legalmente a profissão.


Entendi certo, talvez não me expressei da melhor forma. Mas sou contra isso amigo. Paguei caro a minha faculdade, estudei bastante também. Uma pessoa formada em geral tem uma visão mais ampla do negocio. Sem falar que essa visão gera maiores confusões! Ou seja deve haver um padrão como para as outras faculdades, Por que medicina, engenharia é assim?Por que os caras sabem se valorizar amigo! Nós não!

D

romarcio:
Sou a favor da regulamentação da profissão, não pelo valor de um piso, porque isso é besteira. Piso é um valor irrisório, seria talvez até prejudicial, muitas empresas passariam a oferecer vagas apenas com o valor do piso.
Mas pelo mesmo motivo que várias outras profissões possuem suas regulamentações.

Concordo com vc

F

@fabioEM Pagou caro é? deveria ter gasto tudo em cerveja então. Se esse for seu maior argumento para regulamentar alguma coisa, aproveite o papel do seu diploma para outra coisa.

ps: “8 pessoas já assinaram …” :mrgreen:

L

Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca

S

Eu nao posso falar com a mesma autoridade que o Sr. Luca, mas tambem jah trabalho na area ha bastante tempo. Atualmente trabalho no equipe que cuida do core/networking/security do Java na Oracle a partir do meu home office em Curitiba.

Eu sou um dos caras cujo direito de trabalhar na area de TI voces querem tirar.

Tal regulamentacao faria com que eu teria que sair de Curitiba, e ir trabalhar nos EUA ou na Europa.

Eu me mudei faz pouco tempo e eu nao gostaria de ter que mudar de novo.

:frowning:

F

@fabioEM Pagou caro é? deveria ter gasto tudo em cerveja então. Se esse for seu maior argumento para regulamentar alguma coisa, aproveite o papel do seu diploma para outra coisa.

ps: “8 pessoas já assinaram …” :mrgreen:
Por isso que nossa classe está assim…Com figuras como essa aí com certeza a tendência é piorar.

F

Lucas:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Eu fui e ainda hoje me considero autodidata mesmo tendo feito o curso médio completo, curso técnico completo a parte e um tempo depois o curso superior; e fui mais um a pagar o CRA (parte da área de TI esta vinculada ao conselho de administração) até o ano passado - desisti, caso for trabalhar em projetos para o governo isto pode ajudar como comprovante de competência se não me engano fora isso não também não vejo lucro algum.

Colei nas matérias de direito e pesquisa operacional (a matéria é incrível mas o professor não possui muita experiencia rsrsr).

Os autodidatas (de verdade) Lucas, normalmente são melhores do que muitos com formação superior isto é fato; o bicho é motivado e cheio de garra. O problema são aqueles que não tem formação na área e nem ao menos é autodidata, eles são muitos e o pior normalmente estão no comando da coisa toda…nas três últimas empresas em que trabalhei os “lideres” e alguns desenvolvedores possui este perfil (sem formação e não é autodidata) - isto é muito ruim acredite, a empresa perde dinheiro e é afetada seriamente internamente.

Pensem…se um diretor / gerente decidir colocar o sobrinho, amigo, puxa-saco e por ai vai em um cargo de controle vocês acham que diploma ou regulamentação irá impedir isto de acontecer?

Pra piorar a situação quando você tem um gerente / líder sem competências ele TENDE a contratar profissionais que tenham o nível inferior ao dele; as exceções são: o problema é considerado complexo levando a riscos e projetos do governo onde há exigências formais (tem que incluir o diploma dos envolvidos na licitação). Frequentemente as oportunidades com este perfil são atribuidas a PJs, além de vários outros detalhes que muitos aqui já sabem existe aquele que o RECURSOS HUMANOS DA EMPRESA CONTRATANTE jamais ira ver o currículo e muito menos o diploma do cidadão; caso contrario o analista de CARGOS E SALÁRIOS (em uma empresa séria é claro) cai matando em cima - Por que temos um líder formado em agronomia na nossa área de TI sendo que temos profissionais com formação superior com 15, 20 anos ou mais de experiência?

flws

M

Luca:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca

isso que o luca perguntou está certo até certo ponto, pelas respostas destas perguntas da para se notar que um conselho regulamentador que permite a entrada a partir de um diploma não resolve problema nenhum… a história dos 5 anos é só para diminuir a polemica dos profissionais experientes e altamente capacitados que não poderiam exercer devido a um “detalhe burocrático” (o diploma).

Mas isso não muda o fato de que existem problemas para serem resolvidos por um conselho (que inclusive nestes moldes não seriam resolvidos, não necessariamente), a exemplo de certa exploração que ocorre na nossa área como foi citado no texto, certas coisas são absurdas e razoavelmente comuns na nossa área, claro que isso também dependeria de um sindicato mais operante, não basta existir a legislação específica, também é necessária uma fiscalização presente…

Em resumo considero que não deva ser feita a filtragem através de diploma, más sim através de provas de conhecimentos específicos (ou pelo menos reduzir bastante a exigência para a consideração de técnico, para não impedir alguém com conhecimento de trabalhar na área, e após o diploma ou os 5 anos poder ser considerado <coloque algum nome de profissão aqui>).

Infelizmente considero isso meio utópico, as pessoas estão mais preocupadas com o próprio umbigo do que com botar ordem na casa…

Y

@fabioEM Pagou caro é? deveria ter gasto tudo em cerveja então. Se esse for seu maior argumento para regulamentar alguma coisa, aproveite o papel do seu diploma para outra coisa.

ps: “8 pessoas já assinaram …” :mrgreen:
Por isso que nossa classe está assim…Com figuras como essa aí com certeza a tendência é piorar.

Nao amigo, o comentario dele foi certeiro. Se o seu principal argumento é o dinheiro que voce gastou com a faculdade voce deveria ter gasto tudo em cerveja mesmo, porque isso pouco importa à argumentacao.

E se voce for considerar o tempo de estudo, te garanto que muitos autodidatas tem mais tempo de estudo que voce e gastaram mais com livros do que voce com sua faculdade.

Curso universitario eh a melhor ferramenta de aprendizado que existe. Voce tem acesso a profissionais da area, tem acesso a recursos, tem contato com pessoas com ambicoes parecidas com as suas. Mas o fato de voce ter o diploma ou nao pouco importa.

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

É este tipo de pessoa que a sua regulamentacao esta tentando defender.

P

Luca:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca

Assino embaixo.

Quem precisa adotar medidas protecionistas (regulamentação, e.g), na minha opinião, se enquadra nos seguintes perfis:

  1. Conhece / faz parte de algum grupo influente que após uma regulamentação sairá ganhando com o dinheiro dos outros

  2. É inseguro e acha que só porque fez uma faculdade terá privilégios na vida (faculdade é uma das maneiras de te guiar numa formação sistemática de conhecimento, e não deveria passar disto)

  3. Acha que sua profissão precisa do mesmo nível de “nobreza” do que outras profissões, com o intuito de se auto-afirmar na sociedade

  4. Ignora a demanda de informatização mundial, reservando o mercado com o único intuito de aumentar seus embargos e consequentemente criar um mercado fechado com gente que pensa da mesma maneira.

Enfim, sou formado, acadêmico por natureza, adoro o mundo universitário.
O que não gosto é de dar dinheiro pra quem não tem nada a ver com isso.
O que não gosto é de alimentar gente que não trabalha.

E não gosto simplesmente porque este assunto não faz sentido algum para mim.

T+

D

Eu não iria opinar, visto que discussões como esta são do tipo pinguim x janela, ou seja, não levam a nada.
Mas, vamos lá.

Luca:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

E você e seus colegas fizeram isso? Engenheiros nunca faltam aulas e por isso podem requerer CREA? Médicos nunca faltam aulas e por isso podem tirar CRM? Advogados, enfermeiros…

Você nunca? Nenhum médico? Oscar Niemeyer nunca?

Você fez? Nunca pediu pra colocarem teu nome? Ou em engenharia, direito, medicina, enfermagem e afins não existe solidariedade com colegas (Eu fiz esse, você faz o próximo)?

E se ele fosse tentar exercer engenharia, cometeria quais crimes que não comete praticando desenvolvimento, análise e afins?

Fama é indício de qualidade?
Há N professores anônimos aqui no PR, no Brasil (até no Acre!) que são extremamente melhores e mais qualificados que o Pedro 13 anos. São anônimos por opção ou falta de oportunidades.
Me diga, Geise Arruda é famosa por quê mesmo? Ela é mais bonita que todas as mulheres que você conhece?

Um nome que ficou famoso e tem clientes pelo diploma Dr. Rey ou Dr. Hollywood… Se ele é bom ou não, outra história…

Luca:

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca


Claro que o CREA fez, quando há denúncias, obras sem o devido processo de regulamentação são embargadas, suspensas, até que o miserável do sujeito que está construindo pague um engenheiro (COM DIPLOMA) para que ele apenas assine uma planta INVENTADA e libere a obra.
Se a desgraça cair, a culpa é do peão que tocou a obra, não do engenheiro. Ele recomendou mais cimento, mas o sujeito só punha a cal…
Impediu que pessoas com mais de 40 anos amassando lama com as botas ou descalço, cortando as mãos nos arames da estrutura, batendo a cabeça e mais uma centena de coisas que acontecem em obras pelo mundo afora, pudesse ser chamado de engenheiro civil, por mais que fosse muito melhor e/ou esforçado que você ou muitos dos teus colegas de diploma. Mas este zé orelha não tem diploma por que não pode estudar. Só cursou até a 4ª série, pra depois trabalhar no campo, na ldia, na construção civil.

Não que eu concorde com um conselho, pois além de uma burocracia impar e da questão política, ainda teríamos que desembolsar muitos dinheiros para sustentar verdadeiros inúteis que iriam ter a honra de “representar” a classe.
Não existe democracia representativa, isso é tão utópico quanto a idéia de harmonia entre Mac e Windows.

E não é por ser formado em análise de sistemas que eu quero ir até o CREA e reinvidicar minha carteirinha. Afinal, eu posso requerer.

B

+1

F

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

R

fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

E desde quando passar em prova é mérito de alguma coisa ? Tanto não é que os diplomas já não servem de base para coisa alguma.

D

Não se trata apenas do diploma ou do registro no órgão correspondente. E é justamente para coibir (ou diminuir) absurdos como estes. O sujeito passa 2 anos e meio (tecnólogo) ou 4 anos (bacharel) estudando e não aprende nada. Então sai, vai pra uma entrevista, é bom “marketeiro” e consegue a vaga em detrimento de quem é técnico.
E aí? Vocês ficariam felizes? Independente de ter ou não diploma, isso acaba com o “tesão” da coisa.
Mas, por outro lado, este tal órgão deverá ser regido por quem realmente entende da coisa, como a OAB.
O maior problema disso tudo é que meritocracia é algo totalmente relativo.
“Aquele é um excelente relações públicas, merece a vaga”. “Aquele é 100% técnico, merece a vaga”. Cada empresa tem uma visão, cada cliente possui uma forma de encarar as coisas.
Você vai ao advogado e pergunta o score dele na prova da OAB?
Com certeza, não…
Mas pergunta se ele já trabalhou em caso assim, como foi, tempo, etc…

R

drsmachado:
Não se trata apenas do diploma ou do registro no órgão correspondente. E é justamente para coibir (ou diminuir) absurdos como estes. O sujeito passa 2 anos e meio (tecnólogo) ou 4 anos (bacharel) estudando e não aprende nada. Então sai, vai pra uma entrevista, é bom “marketeiro” e consegue a vaga em detrimento de quem é técnico.
E aí? Vocês ficariam felizes? Independente de ter ou não diploma, isso acaba com o “tesão” da coisa.
Mas, por outro lado, este tal órgão deverá ser regido por quem realmente entende da coisa, como a OAB.
O maior problema disso tudo é que meritocracia é algo totalmente relativo.
“Aquele é um excelente relações públicas, merece a vaga”. “Aquele é 100% técnico, merece a vaga”. Cada empresa tem uma visão, cada cliente possui uma forma de encarar as coisas.
Você vai ao advogado e pergunta o score dele na prova da OAB?
Com certeza, não…
Mas pergunta se ele já trabalhou em caso assim, como foi, tempo, etc…

Se o cara entra em uma empresa com puramente na base da “lábia” então você tem sorte de não estar lá. Com certeza é o tipo de lugar em que um cara bom não vai ser valorizado. E nesse caso, o problema maior é da empresa …

L

Essa mesma ladainha a seculos… acham mesmo que vão regulamentar? os parasitas politicos só querem saber de farra e usufruir do nosso dinheiro, tão pouco se fodendo para nós! Alem de não entender nada de TI. São um bando de inuteis e não vão regulamentar merda nenhuma…

L

Olá

Isso!

A área de TI é diferente do direito que é burocrático por natureza. É igualmente diferente da medicina que precisa cuidar da ética dos médicos. Diferente de alguns tipos de engenharia (mas não de todos) que exige responsabilidade civil.

Se me apontarem algum caso de TI que envolva ética, tenha que atender ditames burocráticos ou necessitar responsabilidade civil em caso de acidentes, eu até aceitaria a existência de um órgão regulador.

Mas para fazer CRUD, usar hibernate (que não aprendeu na faculdade), fazer aplicação web mesmo que seja para atender milhões como o facebook… ter que pagar 500 pratas por ano em troca deles denunciarem um Pedro Franceschi ou um Sami Koivu por prática ilegal? Ou vocês acham que o tal órgão vai denunciar seu gerente que ninguém conhece?

Quando falei no modo como alguns fazem a faculdade não quiz dizer que não ocorre em outras profissões. Mas um cara que na faculdade passou roubando não tem moral para defender faculdade.

Eu colei um pouco mas não passei porque colei. E digo mais. Só colei durante os dois anos do curso básico. Nos 3 anos de especialização não colei em prova nenhuma. E nunca assinei trabalho em grupo que eu não tivesse feito nada (geralmente era eu que fazia mais)

É isso, se você é a favor da regulamentação, só contrate profissionais certificados. Nada de olhar GitHub, ver o que o cara fez etc. e tal. Basta olhar os diplomas dele. E boa sorte porque colecionador de diplomas é o que não falta por aí.

Abraços
Luca Bastos

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D

Luca:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca

++ :thumbup: precisa falar mais alguma coisa?

B

Dito !!

D

Luca:
Olá

Isso!

A área de TI é diferente do direito que é burocrático por natureza. É igualmente diferente da medicina que precisa cuidar da ética dos médicos. Diferente de alguns tipos de engenharia (mas não de todos) que exige responsabilidade civil.

Se me apontarem algum caso de TI que envolva ética, tenha que atender ditames burocráticos ou necessitar responsabilidade civil em caso de acidentes, eu até aceitaria a existência de um órgão regulador.

Mas para fazer CRUD, usar hibernate (que não aprendeu na faculdade), fazer aplicação web mesmo que seja para atender milhões como o facebook… ter que pagar 500 pratas por ano em troca deles denunciarem um Pedro Franceschi ou um Sami Koivu por prática ilegal? Ou vocês acham que o tal órgão vai denunciar seu gerente que ninguém conhece?

Quando falei no modo como alguns fazem a faculdade não quiz dizer que não ocorre em outras profissões. Mas um cara que na faculdade passou roubando não tem moral para defender faculdade.

Eu colei um pouco mas não passei porque colei. E digo mais. Só colei durante os dois anos do curso básico. Nos 3 anos de especialização não colei em prova nenhuma. E nunca assinei trabalho em grupo que eu não tivesse feito nada (geralmente era eu que fazia mais)

É isso, se você é a favor da regulamentação, só contrate profissionais certificados. Nada de olhar GitHub, ver o que o cara fez etc. e tal. Basta olhar os diplomas dele. E boa sorte porque colecionador de diplomas é o que não falta por aí.

Abraços
Luca Bastos

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Mas colou. Vai para o inferno por causa disso.
Quando fiz minha graduação, passei por 3 pessoas. Por mim e os dois outros doidos com os quais eu fazia os trabalhos. Aliás, deles, apenas um fazia algo, era eu quem mais ralava, passava cola na prova e tudo mais.
Isso existe em todo lugar, de várias formas diferentes.
Agora, acho engraçado você dizer estas coisas, pois você contrataria um advogado sem OAB? Um engenheiro sem CREA? Agora, por que diabos um analista de sistemas, um engenheiro da computação não precisa ter um registro numa classe?
Repito, eu não creio num órgão como tal, pela parte burocrática e política, mas sim, acho interessante o sujeito só poder exercer uma profissão se estiver regulamenado.
Hoje já existe uma espécie de divisor de águas, que são as certificações. Pergunto, se o sujeito não tem certificação, significa que ele sabe menos que um que tem? Ou vice-versa?
Sabemos que provas não são o melhor modelo de análise de desempenho, fatores como nervosismo interferem radicalmente nas respostas.
Enfim, mesmo que essa classe saia da abstração, muito difícil mudar alguma coisa.
O foco é diferente da medicina, direito, enfermagem e engenharias.

D

fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

D

Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!


O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador pode certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

Porém, sem o diploma você não pode prestar tal prova. Logo, será mesmo que todo advogado, médicos e similares perderam tempo e dinheiro?
Claro que o diploma não representa muita coisa, tampouco o registro na OAB, por exemplo. Médicos credenciados ao CRM cometem falhas graves. Isso indica que ele não era afiliado ao CRM? E se não era, como exercia? E se era, por que pode cometer tais atrocidades (procure por Abdelmassi)? Engenheiro com CREA é melhor? Sergio Naya que o diga…
Não existe certificado que garanta a idoneidade e capacidade ética de uma pessoa. Isso vem da índole, educação e relacionamento com pessoas.

Desde que eu comecei a entender a estrutura do ensino no Brasil, deixei de acreditar em provas como métodos de avaliação. É tão obsoleto quanto pedir trabalho manuscrito em papel almaço.
Vestibular, enem, ecad e tudo isso são apenas burocracia, sem função real e aplicação prática.

Vejam, não estou dizendo que um CRI seria o bálsamo para as atrocidades que vemos aí, tampouco que é tão inútil quanto o Paraguai ter marinha…
Apenas estou dizendo que se queremos um conselho, precisamos fazer algo que permita aos bons profissioanais continuarem atuando, aos medíocres optarem entre especializar e melhorar ou mudar de área e aos ruins que vão fazer outras coisas.

F

Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

D

fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Isso explica muito.

F

Muito bem mister Daniel Quirino Oliveira :stuck_out_tongue:

J

Acho que regulamentar ajudaria mais do que atrapalharia!
Principalmente se exigisse que você sempre fizesse uma prova, se mantesse atualizado.

Isso com certeza tiraria profissionais ruims do mercado, e se você é competente, mesmo sendo auto-didata, não tem nada de mais você fazer faculdade, etc… O ideal era fazermos isso mesmo sem regulamentação, mas como hoje não é uma obrigação, a maior parte dos profissionais não se preocupam com isso e acabam se “acomodando”. Acho que não só ter a prova de regulamentação, mas que ela seja necessária constantemente… tipo de 3 em 3 anos…

Mas isso não vai acabar com os agrônomos que trabalham na nossa area… isso sempre vai existir… da mesma forma que você pode contratar um peão para fazer uma obra “debaixo dos panos”, nada te impediria de ter profissionais não regulamentados desenvolvendo sistemas. Mas óbvio que estas seriam as empresas menores, os fundos de quintal! E tendo regulamentação e fiscalização, pelo menos ajudaria a não ter profissionais não regulamentados onde você pode efetivamente causar dano a alguém… por exemplo uma empresa que vende sistemas, é diferente de eu desenvolver sistemas para usar em casa.

Hoje você também pode ir em um médico espirita (João de Deus por exemplo) que inclusive tem diversas acusações… Cabe a você decidir. Você pode arrancar um dente em casa… agora imagina que você ta do outro lado, tem uma empresa que vai comprar um software de contabilidade, compra de uma empresa “séria”, só que não sabe que esta empresa tem um monte de profissional boqueta. O software tem problemas que lhe causam prejuizos… e ai ??? como fica ??? acho que nesse tipo de caso a regulamentação tende a ajudar mais que atrapalhar. O profissional regulamentado precisará investir mais nele e estas empresas ou vão deixar de existir ou vão ter que “entrar na dança”…

Software livre ou caseiro é um caso a parte… você não esta prejudicando ninguem, somente a si mesmo! Vejo isso como arrancar um dente em casa por sua conta e risco… e se quiser pode optar normalmente por este caminho, que é bem diferente de comprar um produto de uma empresa. Para ser inventor também não precisa se regulamentar, em nenhum área… e nem mesmo auto-didata! Acho que a regulamentação é importante quando se vai principalmente prestar serviços a alguem.

D

Só um adendo. Ja vi gente formada em Processamento de dados que quando trocou de Sistema Operacional xp -> win7 não sabia onde ficava o messenger…

bizarro???

D

denisspitfire:
Só um adendo. Ja vi gente formada em Processamento de dados que quando trocou de Sistema Operacional xp -> win7 não sabia onde ficava o messenger…

bizarro???


Não.
Pode não fazer parte da rotina dela, apenas isto.
Eu, por exemplo, embora saiba lidar com algumas coisas de office, eu não crio macros, não crio tabelas dinâmicas nem afins, pois isto nunca fez parte do meu dia a dia. Se eu tiver as especificações corretas e as ferramentas necessárias, desenvolvo um novo editor de textos, de planilhas, mas dai a utilizar os recursos de cada um, é outra história.

Uma coisa que precisa ficar clara, para nós, é que o fato de ser um programador não nos implica em sabermos tudo a respeito de informática e suas ramificações (infra e desenvolvimento). Só por que eu programo em java, C e C++, C# e PHP não significa que eu possa programar em VB.
Claro, não existe um analista de sistemas java, nem um analista de sistemas cobol. Pois a função de um analista de sistemas é criar a estrutura para que um aplicativo seja desenvolvido, independente da linguagem. Claro que conhecer a linguagem em que será implementada a solução ajuda, mas não é preciso.

Outro exemplo, embora eu desenolva para web com java e php, não faço nada muito legal em questões de design. Conheço CSS, mas não gosto. Minha veia artística é totalmente entupida pelo colesterol da lógica. Página com cores é preto, branco e cinza. Flash e action script então, negação total e absoluta…

E isso não é demérito. Conhecer um pouco, tudo bem, até creio que seja obrigação, mas ser master jedi em tudo, não é possível.

E

fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.

Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.

D

nao estou falando de projetos grandes… estou falando da utilização do messenger… e… do local onde fica isso implica em nunca perceber que o iniciar virou o “simbolo do menu iniciar” e agora é uma bolinha.

a cor da grama mudou só isso

G

Esse assunto já é bem recorrente por aqui e acredito que nunca iremos chegar a um consenso.

A área de TI é uma área meio, e não fim, portanto, é uma área de suporte em quase todas as empresa. É como matemática, por exemplo.

Imagine se houvesse regulamentação da área de matemática. Então um astrônomo não poderia fazer um cálculo da quantidade de energia emitida por uma supernova porque ele não é matemático?

E olhe que conheci um, que desenvolvia em Delphi, na época, para ajudá-lo a fazer cálculos envolvendo supernovas e rotações de astros em uma estrela. Ele não poderia fazer isso? Teria que contratar um programador formado em área correlata à TI?

Áreas meio não devem ser regulamentadas, e na verdade, a razão não é apenas essa. É porque não faz sentido mesmo.

E

denisspitfire:
Só um adendo. Ja vi gente formada em Processamento de dados que quando trocou de Sistema Operacional xp -> win7 não sabia onde ficava o messenger…

bizarro???

cara não entendi isso que vc falow, ele tem q saber tudo q é tipo de ferramenta ou sistema ou sei lá oq
ta parecendo minha mãe, ela instala um programa lá e manda eu fazer as coisas pra ela como se eu soube-se tudo, pq é ‘TI’, auehueheuheueueheu

D

Emerson Macedo:
fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.

Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.

tinha pensado a mesma coisa mas deixei em off. Achei que era o unico a pensar assim kkk

F

drsmachado:
denisspitfire:
Só um adendo. Ja vi gente formada em Processamento de dados que quando trocou de Sistema Operacional xp -> win7 não sabia onde ficava o messenger…

bizarro???


Não.
Pode não fazer parte da rotina dela, apenas isto.
Eu, por exemplo, embora saiba lidar com algumas coisas de office, eu não crio macros, não crio tabelas dinâmicas nem afins, pois isto nunca fez parte do meu dia a dia. Se eu tiver as especificações corretas e as ferramentas necessárias, desenvolvo um novo editor de textos, de planilhas, mas dai a utilizar os recursos de cada um, é outra história.

Uma coisa que precisa ficar clara, para nós, é que o fato de ser um programador não nos implica em sabermos tudo a respeito de informática e suas ramificações (infra e desenvolvimento). Só por que eu programo em java, C e C++, C# e PHP não significa que eu possa programar em VB.
Claro, não existe um analista de sistemas java, nem um analista de sistemas cobol. Pois a função de um analista de sistemas é criar a estrutura para que um aplicativo seja desenvolvido, independente da linguagem. Claro que conhecer a linguagem em que será implementada a solução ajuda, mas não é preciso.

Outro exemplo, embora eu desenolva para web com java e php, não faço nada muito legal em questões de design. Conheço CSS, mas não gosto. Minha veia artística é totalmente entupida pelo colesterol da lógica. Página com cores é preto, branco e cinza. Flash e action script então, negação total e absoluta…

E isso não é demérito. Conhecer um pouco, tudo bem, até creio que seja obrigação, mas ser master jedi em tudo, não é possível.


Falou tudo,
Uma vez meu ex-colega da facu me disse que ao chegar em casa seu irmão o questionou se sabia do novo software que foi lançado para edição de foto muito legal chamado X.
Então, ele simplesmente e com a maior naturalidade do mundo disse: - Olha, eu não conheço esse programa, mas conheço um pouco de fotoshop.
O irmão dele ficou louco, disse que era um absurdo um cara se formar em ciência da computação e não saber isso! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Sempre tem uma figura dessa!
Acha que o cara que se forma em T.I vira onisciente nesse mundo

S

Só fico imaginando se isso for pra frente quem sera que vai estabelecer o que o cara precisa pra exercer a função, se for a mesma galera que elabora os concursos públicos de TI estamos fu%$#.

E

Emerson Macedo:
fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.

Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.

para véio, concurso publico diminui pelo menos o numero de nepotismo e cargo arranjado, vide os politicos q fazem oq querem, mereciam ser concursados esses politicos

D

Emerson Macedo:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.
Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.


No Brasil ganhar dinheiro honestamente é crime.
Engraçado que para políticos que pedem votos a cada 2 anos ninguém fala nada. Imagina fazer. Você foi ao gabinete do vereador em que votou cobrar dele as promessas de campanha? Do prefeito? Deputado estadual e federal? Senador? Presidente?
Conheço vários funcionários públicos e estes apenas fazem o que foram contratados para fazer, pois os políticos que nós colocamos lá é que mandam nas coisas.
Relato de um professor que era funcionário do governo do estado do PR.

Claro que tem os folgados, mas isso é outra história.
De qualquer forma, na teoria, eles fizeram uma prova e foram aprovados, quais méritos cabem aí, eu não posso comentar.

D

fabioEM:
drsmachado:
denisspitfire:
Só um adendo. Ja vi gente formada em Processamento de dados que quando trocou de Sistema Operacional xp -> win7 não sabia onde ficava o messenger…

bizarro???


Não.
Pode não fazer parte da rotina dela, apenas isto.
Eu, por exemplo, embora saiba lidar com algumas coisas de office, eu não crio macros, não crio tabelas dinâmicas nem afins, pois isto nunca fez parte do meu dia a dia. Se eu tiver as especificações corretas e as ferramentas necessárias, desenvolvo um novo editor de textos, de planilhas, mas dai a utilizar os recursos de cada um, é outra história.

Uma coisa que precisa ficar clara, para nós, é que o fato de ser um programador não nos implica em sabermos tudo a respeito de informática e suas ramificações (infra e desenvolvimento). Só por que eu programo em java, C e C++, C# e PHP não significa que eu possa programar em VB.
Claro, não existe um analista de sistemas java, nem um analista de sistemas cobol. Pois a função de um analista de sistemas é criar a estrutura para que um aplicativo seja desenvolvido, independente da linguagem. Claro que conhecer a linguagem em que será implementada a solução ajuda, mas não é preciso.

Outro exemplo, embora eu desenolva para web com java e php, não faço nada muito legal em questões de design. Conheço CSS, mas não gosto. Minha veia artística é totalmente entupida pelo colesterol da lógica. Página com cores é preto, branco e cinza. Flash e action script então, negação total e absoluta…

E isso não é demérito. Conhecer um pouco, tudo bem, até creio que seja obrigação, mas ser master jedi em tudo, não é possível.


Falou tudo,
Uma vez meu ex-colega da facu me disse que ao chegar em casa seu irmão o questionou se sabia do novo software que foi lançado para edição de foto muito legal chamado X.
Então, ele simplesmente e com a maior naturalidade do mundo disse: - Olha, eu não conheço esse programa, mas conheço um pouco de fotoshop.
O irmão dele ficou louco, disse que era um absurdo um cara se formar em ciência da computação e não saber isso! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Sempre tem uma figura dessa!
Acha que o cara que se forma em T.I vira onisciente nesse mundo

Quem vai ao ortopedista, vai para algum problema específico nos ossos ou coluna. Se fosse coração, iria a um cardiologista. Embora ambos estudem uma base semelhante (o corpo humano), em determinado momento seguem áreas diferentes.
Pensou um proctologista tratando uma grávida? Como seria o exame de toque?
Advogados também. Cíveis e criminologistas, família e previdência.
Até engenheiros, de estrutura, de pontes, de portos.

D

bom vamos lá… eu odeio fazer GUI em Java e não é por isso que nao preciso conhecer pelo menos um pouco do assunto.

Saber pelo menos que existe é primordial, nao estou falando para comprar um livro e ir pesquisar estou falando para pelo menos não conseguir ser nem um usuario.

Falei um exemplo que a pessoa nao viu a diferença entre os botoes iniciar… o cara de forma e esta tudo tranquilo se ele nao sabe usar um SO.

Só falta falar que ele precisa agora ler manual de instrução de celular quando compra um novo ¬¬

L

Olá

+1

+1

Abraços
Luca

F

Nossa… Quanta ignorância e ao mesmo tempo quanta inveja…
Meu Deus…

  1. Fazer faculdade torna uma pessoa inútil, realmente procura um terapeuta pois seu caso é grave.
  2. Esse fato de ficar na moleza demonstra quanto és pre-conceituoso. Uma cabeça limitada e obtusa nem deveria entrar no mundo de T.I. Melhor seria para ti fazer um curso de agronomia, animal!
D

denisspitfire:
bom vamos lá… eu odeio fazer GUI em Java e não é por isso que nao preciso conhecer pelo menos um pouco do assunto.

Saber pelo menos que existe é primordial, nao estou falando para comprar um livro e ir pesquisar estou falando para pelo menos não conseguir ser nem um usuario.

Falei um exemplo que a pessoa nao viu a diferença entre os botoes iniciar… o cara de forma e esta tudo tranquilo se ele nao sabe usar um SO.

Só falta falar que ele precisa agora ler manual de instrução de celular quando compra um novo ¬¬


Teoricamente, seria o correto para que ele possa tirar o máximo de proveito de um equipamento. Inclusive, na compra de um carro ele deveria fazer isso.
A ONU considera analfabeto todo e qualquer cidadão que não consiga entender em 100% um manual de instruções qualquer, em sua língua nativa. Somos todos analfabetos.
Mas me refiro a este estigma que quem trabalha com informática tem a OBRIGAÇÃO de SABER TUDO.
Um pouco, com certeza, mas tudo é demais.
Por esta lógica, um professor de letras deve saber TODOS os idiomas. Um engenheiro mecânico deve saber tudo sobre TODOS OS MOTORES existentes e um jogador de futebol deve saber fazer tudo em campo (coloque o Messi como zagueiro e veja a beleza que sai).

F

eduJava:
Emerson Macedo:
fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.

Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.

para véio, concurso publico diminui pelo menos o numero de nepotismo e cargo arranjado, vide os politicos q fazem oq querem, mereciam ser concursados esses politicos


Valeu,
Sem falar que tinha cansado de trabalhar em empresas onde só quem se dar bem é o que mais enrola e amigo de dos chefes. Uma merda essas empresas particulares da nossa área.

L

Olá

Por favor pegue leve.

O que o Emerson disse pode não ser o seu caso. Mas é muito comum o fato de gente tentar passar em concursos para garantir aposentadoria, estabilidade, etc. E também é comum, sem ser regra, encontrar gente meio que deitada na moleza nas repartições públicas.

Nesta onda de empreendedorismo, nestes tempos em que é super fácil tentar abrir uma empresa, a mim pelo menos, surpreende o tanto de gente que sustenta a industria de concursos no Brasil. É realmente uma área que vai de vento em popa.

Só que tem gente que prefere voar mais alto. Neste fim de semana no JavaCE Conference no Ceará conheci o dono de uma empresa que exporta seu software de roteirização e logística para um monte de países. Mais uma prova de que não precisa estar no eixo Rio-SP para ter sucesso.

Abraços
Luca

D

fabioEM:
eduJava:
Emerson Macedo:
fabioEM:
Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

É graças ao meu diploma que hoje sou concursado caro amigo. Tens razão, deveria ter gasto meu dinheiro em salgadinhos e cervejas :smiley: :smiley: :smiley:
Espero que muita gente continue pensando dessa forma, assim os concurso para graduados ficam cada vez menos concorridos! :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Parabéns, você faz parte do grupo de inúteis que fez uma faculdade só pra passar num concurso público e não se preocupar mais em “trabalhar”. Essa porcaria de concurso público é uma das piores coisas que existe no Brasil, porque aqui o pensamento é sempre deitar na moleza e poder fazer a cagada que for sem ser mandado embora.

Parabéns cara, agora deu pra entender seus pontos.

para véio, concurso publico diminui pelo menos o numero de nepotismo e cargo arranjado, vide os politicos q fazem oq querem, mereciam ser concursados esses politicos


Valeu,
Sem falar que tinha cansado de trabalhar em empresas onde só quem se dar bem é o que mais enrola e amigo de dos chefes. Uma merda essas empresas particulares da nossa área.

Sem contar os testes do sofá, onde só a mais gostosa é promovida e os puxa sacos…

F

Luca:
Olá

Por favor pegue leve.

O que o Emerson disse pode não ser o seu caso. Mas é muito comum o fato de gente tentar passar em concursos para garantir aposentadoria, estabilidade, etc. E também é comum, sem ser regra, encontrar gente meio que deitada na moleza nas repartições públicas.

Nesta onda de empreendedorismo, nestes tempos em que é super fácil tentar abrir uma empresa, a mim pelo menos, surpreende o tanto de gente que sustenta a industria de concursos no Brasil. É realmente uma área que vai de vento em popa.

Só que tem gente que prefere voar mais alto. Neste fim de semana no JavaCE Conference no Ceará conheci o dono de uma empresa que exporta seu software de roteirização e logística para um monte de países. Mais uma prova de que não precisa estar no eixo Rio-SP para ter sucesso.

Abraços
Luca


Desculpe mas desrespeitar é desrespeitar, assim como pré-conceito é uma porcaria. Se alguém na rua me fala assim… de boa não sei não viu…

F

Diga-me, de forma racional, e não emotiva, porque um empresário de TI deve pagar mais a vc que “estudou e pagou”, mas que produz software de qualidade 70, MAIS do que um profissional que não possui um canudo mas desenvolve software de qualidade 100. E mais rápido. Ele deve fazer isso pq vc estudou e pagou, entao merece?

Lembre-se que vivemos o capitalismo. E ele nao leva muito em conta “eu mereço isso ou aquilo”.

J

Concordo… mas acredito que o canudo devia ser o minimo… se o profissional for bom, basta ir atrás que se consegue, canudo, certificação e tudo mais!!! Acontece que agente acaba se acomodando… eu mesmo nunca tirei certificação Java por não ter precisado, em compensação tenho outras na gaveta que não servem mais para nada, mas que na época serviram… me formei em 2004, hoje me atualizo como auto-didata, mas se fosse regulamentado, uma prova a cada 3 anos, iria mais ajudar do que atrapalhar. Iria forçar a atualização (parece que tem algumas areas que são assim)… e óbvio que não será somente isso suficiente, você precisará também de coisas mais especificas da sua área… por exemplo, uma certificação java.

Minha opnião:

Vejo isso como o minimo… regulamentado, pelo menos tem que fazer a faculdade, sirva ou não… tem que se atualizar e certificar… sirva ou não!!! Com certeza ta cheio de profissional bom que vai ter de correr atrás se for regulamentado, mas pode ter certeza que é minoria… a maioria é profissional ruim, que ou vai parar em empresa fundo de quintal que vai contratar o cara como auxiliar de qualquer coisa e colocar para programar, ou vai sair da area…

Isso ajudaria empresas que prestam serviços de qualidade com profissionais qualificados serem mais competitivas no mercado. Hoje fica até dificil para empresa trabalhar assim, ta cheio de empresa que contrata funcionário-PJ, presta serviços de péssima qualidade, não se responsabiliza por nada (e não tem nada que as impeça de fazer desta forma)… e tão cheio de projeto ganhados na base do custo baixo!

Como falei, acho que a regulamentação mais ajuda do que atrapalha! Se você for bom, então basta se atualizar, fazer faculdade, etc etc…

Se a pessoa esta reclamando que só traz lados negativos, e é da opnião que faculdade não serve para nada, respeito o ponto de vista, mas não concordo!

F

Sua argumentação tem 2 erros básicos:

1 - Vc não precisa fazer faculdade para ser BOM. Nomes famosos na área de TI não faltam.
2 - Nao existe na minha argumentacao nenhum momento em que digo que so traz lados negativos. E nenhuma reclamação.

By the way, lembrem-se sempre que autodidatas de verdade não estão nem aí pra regulamentar ou não. A posição no mercado de trabalho, pra quem produz bem, é IRREVOGÁVEL.
Aqui é Brasil filhote. Seriam contratados do mesmo jeito só com um nomezinho diferente na CLT, e MESMO salario. Consultor? Bajulador Real? Assistente de Pedreiro? o que vc quer?

Autodidatas nunca dependeram nem nunca dependerão de nenhum papelzinho que “garanta” o seu trabalho.

E os graduados de qualidade que conheço nenhum deles está ligando pra regulamentação tb. São profissionais de qualidade que sempre tiveram seu lugar. Não precisam de nenhum “garante”. Que é o que muita gente que passou de carona na faculdade anda querendo.

Talvez vc tenha faltado aulas de lógica na faculdade. Aconselho a leitura do seguinte livro:

C

Luca:
Olá

+1
Luca

Abraços

Na minha opinião, tudo que é pedido em uma prova de concurso público é extremamente válido, não pedem nada demais, pedem apenas o conhecimento que você deveria saber. Mas o pessoal se assusta ao abrir o edital e descobrir que vai cair por exemplo: arquitetura de computadores ou gerenciamento de memória do SO, e ficam com preguicinha de estudar porque só gostam de aprender frameworks JAVA para fazer CRUD, que é o que acontece na maioria das empresas.

F

fabim:
fabioEM:

Paguei caro a minha faculdade, estudei bastante também.

Diga-me, de forma racional, e não emotiva, porque um empresário de TI deve pagar mais a vc que “estudou e pagou”, mas que produz software de qualidade 70, MAIS do que um profissional que não possui um canudo mas desenvolve software de qualidade 100. E mais rápido. Ele deve fazer isso pq vc estudou e pagou, entao merece?

Lembre-se que vivemos o capitalismo. E ele nao leva muito em conta “eu mereço isso ou aquilo”.


Cara, meu deus, aquela velha história, uma coisa não tem a ver com a outra. Entenda bem as coisas.
Amigo é mais que obvio que um pedaço de papel nunca poderá fazer 100% essa divisão!
Mas um técnico mesmo após 5 anos de trabalho comprovado, para mim, deverá ver visto como tal. Assim como quem se formou deve ser considerado como um graduado.
Cada quadrado no seu quadrado.
No que refere a essa lei, o foco da discussão aqui, eu acrescentaria uma prova, assim como faz para a ordem dos advogados. Dessa forma, se você é um técnico e quer supostamente ser reconhecido como um graduado, passe pela prova, e demonstre que merece esse título. Feito isso, diga claramente que não há necessidade alguma de fazer alguma faculdade. Um pouco de estudo resolve :lol: :lol:
Simples assim.
O cara da empresa pode até contratar um lixeiro para desenvolver, cada um sabe o que faz, o que não pode é continuar essa putaria!

F

fabioEM:
fabim:
fabioEM:

Paguei caro a minha faculdade, estudei bastante também.

Diga-me, de forma racional, e não emotiva, porque um empresário de TI deve pagar mais a vc que “estudou e pagou”, mas que produz software de qualidade 70, MAIS do que um profissional que não possui um canudo mas desenvolve software de qualidade 100. E mais rápido. Ele deve fazer isso pq vc estudou e pagou, entao merece?

Lembre-se que vivemos o capitalismo. E ele nao leva muito em conta “eu mereço isso ou aquilo”.

… No que refere a essa lei, o foco da discussão aqui, eu acrescentaria uma prova, assim como faz para a ordem dos advogados. Dessa forma, se você é um técnico e quer supostamente ser reconhecido como um graduado, passe pela prova, e demonstre que merece esse título. Feito isso, diga claramente que não há necessidade alguma de fazer alguma faculdade. Um pouco de estudo…

Exatamente. Com esse ponto da sua argumentação concordo e assino embaixo.
Mas vamos ser sinceros: não é isso que essa galerinha de regulamentação quer não.

F

fabim

Acrescentando…
Eu não acho que mereço nada, e não uso essa ideia como visão de vida e de carreira profissional. Pois para merecer é necessário fazer por onde e isso vale em todos os campos da vida.Se eu fosse um empresário e precisasse de 2 profissionais veja como faria a escolha entre um técnico e um graduado.
Simples, chamaria ambos e aplicaria um teste referente ao cargo. Na real em 80% das empresa isso vem acontecendo. O que acho perfeitamente justo e correto

J

Em relação aos seus comentários.

  1. Com certeza não precisa! Nem de certificação! Conheço profissionais com dezenas de certificações que tem baixíssima produtividade e profissionais sem certificação que são ótimos!!! Acontece que não custa nada fazer.
    Vejo nossa área com 3 pilares, teórico, prático e artístico.
    No caso do teórico, é preciso estudar, seja como auto-didata ou seja fazendo faculdade. Ta cheio de “curandeiro” por ai que é auto-didata também! Acho que não custa nada fazer uma faculdade. Imagina se em todas as áreas faculdade fosse opcional.
  2. Ok, meu comentário não foi somente uma resposta ao seu, somente uma citação a respeito de que um cara sem faculdade pode ser melhor do que um com faculdade. Já mudei a frase final (relendo parecia ser diretamente relacionado a você, mas não era).

A regulamentação é mais para acabar com a zona do que para garantir emprego para recém formado! Emprego se garante de outra forma… ta cheio de médico fudido por ai… não basta só fazer a faculdade para tar com a vida ganha (mas tem alguns que pensam assim).

vou ignorar seu comentário sobre o livro…

C

Luca:
Olá

Por favor pegue leve.

O que o Emerson disse pode não ser o seu caso. Mas é muito comum o fato de gente tentar passar em concursos para garantir aposentadoria, estabilidade, etc. E também é comum, sem ser regra, encontrar gente meio que deitada na moleza nas repartições públicas.

Nesta onda de empreendedorismo, nestes tempos em que é super fácil tentar abrir uma empresa, a mim pelo menos, surpreende o tanto de gente que sustenta a industria de concursos no Brasil. É realmente uma área que vai de vento em popa.

Abraços
Luca

Qual é o problema de tentar garantir estabilidade ou a aposentadoria nos dias de hoje? Você não se preocupa com isso não? quer chegar aos 90 e precisar trabalhar, ir naquela reunião de 3 horas para decidir se um campo deve ser incluido em uma tabela ou não? Gosta de correr o risco de perder o emprego porque teve um problema de saúde pessoal ou na família que o impediu de trabalhar temporariamente, ou até para sempre, ou outro problema qualquer que todos estão sujeitos? Tem gente que não gosta. Conheço pessoas que perderam o emprego simplesmente porque engravidaram. Pelo visto você deve achar tudo isso super divertido.

D

venho com uma pergunta:

Quais áreas(regulamentadas) deveriam ser desregulamentadas para que fossem melhores para os profissionais de tais áreas?

alguem tem um exemplo de uma má regulamentação e seus danos ?

J

Conheço diversos músicos que nunca fizeram faculdade também!!! Tá cheio de musico bom que não sabe ler uma partitura e nem por isso deixa de ser bom!
Você não precisa fazer faculdade para ser BOM, mas se você é BOM não custa nada fazer faculdade, só tem a agregar! Hoje é uma questão de comodismo…
você também não precisa fazer faculdade para ser um bom médico, mas acontece que hoje essa opção não existe!

Bem… tem médico (curandeiros e espirituais) que não tem faculdade e podem também serem bons médicos!!!

D

douglaskd:
venho com uma pergunta:

Quais áreas(regulamentadas) deveriam ser desregulamentadas para que fossem melhores para os profissionais de tais áreas?

alguem tem um exemplo de uma má regulamentação e seus danos ?


++
Aliás, responda considerando o todo, não apenas uma ou duas pessoas…

J

[ironic mode:on]
Eu acho que se partimos do pressuposto que alguns colocaram aqui, nada deveria ser regulamentado, afinal, se eu posso ser auto-didata, que mal tem eu ler uns livros de direito e me tornar um advogado, se eu defender mal o cara e ele for parar na cadeia, qual a diferença de um programador que fez um sistema porco que causou prejuizos a empresa e levou alguém a falência ?
Ou pensando melhor… se eu sou um programador e faço sistema de tráfego aéreo que causa um acidente por um bug no sistema, não seria a mesma coisa que eu ser um “curandeiro” e matar alguém!
Se pensarmos bem, a faculdade não garante nada… ta cheio de advogado que erra na defesa do peão… ta cheio de médico que erra e deixa o paciente morrer…

também ta cheio de médico espirita que cura!!!
Talvez eu como advogado auto-didata conseguisse defender melhor não???

Não ta cheio de gente que compra o diploma ???

regulamentação para que???

[ironic mode:off]

Enfim mantenho minha opnião que regulamentação mais ajuda do que atrapalha… em qualquer área e não acredito que tenha alguma que precise ser desregulamentada!

D

jmmenezes:

1 - Vc não precisa fazer faculdade para ser BOM. Nomes famosos na área de TI não faltam.

Conheço diversos músicos que nunca fizeram faculdade também!!! Tá cheio de musico bom que não sabe ler uma partitura e nem por isso deixa de ser bom!
Você não precisa fazer faculdade para ser BOM, mas se você é BOM não custa nada fazer faculdade, só tem a agregar! Hoje é uma questão de comodismo…
você também não precisa fazer faculdade para ser um bom médico, mas acontece que hoje essa opção não existe!

Bem… tem médico (curandeiros e espirituais) que não tem faculdade e podem também serem bons médicos!!!


Tudo bem, Gates, Jobs, Dell e uma porrada de gente não fez.
Mas eles são exceção. A regra é diferente.
A questão é que eles não contrataram apenas autodidatas (existem casos, mas não chegam nem a 20% dos profissionais).
Querem outros exemplos? Zuckerberg, os caras do google… São formados. Contratam pessoas sem formação acadêmica?
Nunca vi.
A questão é que o pessoal sonha alto demais.
Um engenheiro elétrico pode ter aulas de java na faculdade, gostar e se tornar programador.
Uma analista de sistemas pode se interessar por circuitos elétricos, mas não pode ser um engenheiro elétrico, pois não tem tal diploma.
Todos sabemos que existem as empresas sacanas, que contratam jr como sênior e auxiliar de enfermagem como médico. E isto é culpa de pessoas que sabem e nada fazem, não denunciam. Da fiscalização, que não fiscaliza. Do jeitinho brasileiro. Dessa mania de achar que tudo está errado e se mudar, vai piorar.

C

Luca:
Olá

Por favor pegue leve.

O que o Emerson disse pode não ser o seu caso. Mas é muito comum o fato de gente tentar passar em concursos para garantir aposentadoria, estabilidade, etc. E também é comum, sem ser regra, encontrar gente meio que deitada na moleza nas repartições públicas.

Nesta onda de empreendedorismo, nestes tempos em que é super fácil tentar abrir uma empresa, a mim pelo menos, surpreende o tanto de gente que sustenta a industria de concursos no Brasil. É realmente uma área que vai de vento em popa.

Abraços
Luca

Não esqueça também dos empresários moralistas que falam mal dos servidores públicos mas possuem empresas cuja única função é ganhar licitações públicas e mamar também. O que tem de empresa assim por aí não está no gibi.

F

Respondo: Nenhuma delas terá vantagem em DES-regulamentar.

O que vcs não entendem é que regulamentar TI não trará melhoria de salarios e nem ira equiparar TI com nenhuma dessas áreas.

A relação salário se dá com uma coisa muito simples: OFERTA e PROCURA.
Um engenheiro geralmente ganha mais do que um Analista de Sistemas porquê a receita envolvida em construções faz com que se paguem salarios melhores pra Engenheiros.
Engenheiros não fazem uma cozinha ali ou um puxadim ali. Estão ocupados nas construtoras de grande porte.

Que é análogo a vc trabalhar na TI nas grandes corporações. É facil ganhar mais que um engenheiro. Trabalhe com SAP.
Ou vc acha que um programador da Blizzard envolvido com WoW e Diablo III ganha menos que 1 médico?

Existem N formas mais efetivas de se comprovar qualidade na TI do que 1 diploma. É esse um dos fortes motivos de ate hoje nao ter sido regulamentada.

Vc pode fazer A B C e D pra provar essa qualidade. Mas nao pode matar pessoas nem derrubar prédios.

L

Daniel Quirino Oliveira:
fabioEM:
YvGa:

Seja honesto, quantas pessoas que voce conhece que se formaram na nossa área e nao sabem programar? Nao digo das que escolheram nao programar, falo daquelas que passaram a faculdade, conseguiram o diploma e nao tem condicoes de programar.

Para atuar como advogador é necessário ter o número do OAB, para isso é necessário fazer uma prova. Sou a favor dessa situação, não vai acabar com a putaria da nossa área, mas vai diminuir.
Viva a meritocracia!

concordo com o Daniel Quirino Oliveira

O simples fato de você precisar fazer uma prova de conhecimentos para um órgão regulamentador poder certificá-lo logo após se conseguir tirar um diploma universitário comprova que este diploma não garante coisa alguma, logo faço minha as palavras do Fernando: se você pagou caro pela sua faculdade e quer ser reconhecido perante a sociedade e os meios de produção por isso, você fez um péssimo investimento. Deveria ter gasto tudo em cerveja e salgadinho.

Não acho que o estudo em uma faculdade seja mal investimento. Aprendeu? Bom! Valeu apena!
Eu faço matemática e vou a faculdade porque gosto. Não seria capaz de aprender sozinho. Lá encontro pessoas para trocar idéias.

Só que para outros podem aprender sem necessariamente ir à facultade. Ela pode ter seu proprio ritmo, tempo e dedicação à disciplina.
Até acho isso mais correto porque a pessoa vai ter o tempo que ela achar necessário para aprofundar na disciplina.
Bem, eu não sei se vcs já perceberam, mas as aulas na faculdade tem um tempo para serem dadas.
Vc tem tempo para estudar tudo o que acha necessário? O quanto pode se aprofundar?
Acreditem em mim, nunca vai ter limite na profundidade em que pode estudar e de acordo com o grau de profundidade que chegar isso pode te levar a algo novo.
Por que uma pessoa que não é formada não pode ter sucesso? Só porque ela não passou pelo que vc passou?
Não. Isso é porque quer uma reserva de mercado. Tirar pessoas do seu caminho. As provas e entrevistas já não são suficientes?
E quem produz novidades não pode ter sucesso? O mercado quer novidades.
Acham mesmo que podem segurar os desejos do mercado?

Comparar com médico de novo? Tem um laço de repetição mal formado na sua cabeça.

E

Eu voto pela regulamentação e formação pra trabalhar na área, falow.

F

Aliás, muito cuidado pois o tiro pode sair totalmente pela CULATRA.

Se chegarem a conclusão que é melhor reduzir vagas explicitas de TI por causa de piso e que compensa mais contratar “Bajuladores reais”, que na verdade sao arquitetos de software… produzindo software tao bom quanto e mais baratos… a vaca vai mais pro brejo ainda.
Porquê no final é isso que conta: LUCRO.

Capitalismo só quer saber de RESULTADOS.
Se vc se forma numa boa faculdade vc tem mais chances de ser um dos profissionais de PONTA.
Mas generalizar é a arte dos tolos.

J

Em relação a matar pessoas e derrubar prédios… dependendo até pode sim!!! Depende do tipo de sistema que você faz… se trabalha fazendo CRUD realmente não há esse risco…
Mas há casos também de advogados que defendem causas que não trazem nenhum dano caso as percam, com excessão de prejuízo financeiro! Neste caso não vejo diferença!

Sem dizer que ta cheio de médico e advogado que compra o diploma também… e mesmo regulamentado pode causar tais problemas, ou as vezes não, as vezes são até mesmo melhores médicos que aqueles que frequentaram todas as aulas!

Se olharmos por este ponto de vista… o melhor era não regulamentar nada!

Em relação a salário, a regulamentação pode não influenciar diretamente no seu salário, mas se ela vier juntamente de uma fiscalização, com certeza ela irá ajudar. Tem empresas multi-milionárias que pegam merreca para zé sem qualificação nenhuma fazer sistema! Vejo isso como uma desvalorização para a area como um todo, independente de eu estar bem empregado ou não!

H

jmmenezes:
[ironic mode:on]
Eu acho que se partimos do pressuposto que alguns colocaram aqui, nada deveria ser regulamentado, afinal, se eu posso ser auto-didata, que mal tem eu ler uns livros de direito e me tornar um advogado, se eu defender mal o cara e ele for parar na cadeia, qual a diferença de um programador que fez um sistema porco que causou prejuizos a empresa e levou alguém a falência ?
Ou pensando melhor… se eu sou um programador e faço sistema de tráfego aéreo que causa um acidente por um bug no sistema, não seria a mesma coisa que eu ser um “curandeiro” e matar alguém!
Se pensarmos bem, a faculdade não garante nada… ta cheio de advogado que erra na defesa do peão… ta cheio de médico que erra e deixa o paciente morrer…

também ta cheio de médico espirita que cura!!!
Talvez eu como advogado auto-didata conseguisse defender melhor não???

Não ta cheio de gente que compra o diploma ???

regulamentação para que???

[ironic mode:off]

Enfim mantenho minha opnião que regulamentação mais ajuda do que atrapalha… em qualquer área e não acredito que tenha alguma que precise ser desregulamentada!

O problema da analogia é que seu CRUD não vai matar ninguém e nem será responsável por deixar ninguém na cadeia.

Com relação a softwares mais complexos, como de trafego aéreo, certamente eles vão contratar engenheiros e usar técnicas de engenharia de software se quiserem atuar no mercado.

D

Bons profissionais não irão se preocupar com regulamentação.
Se realmente forem bons, irão prestar o exame, passar e continuar trabalhando na mesma situação (salvo por pagar a mensalidade).
Se não são formados, poderão ir à faculdade, pedir provas de proficiência e prestar o exame.
Se forem ruins, aí sim, precisam se preocupar. Mas só se forem ruins.

F

Vc mesmo responde sua argumentação:

A empresa paga merreca pro zé sem qualificação nenhuma fazer Sistemas. Porque o Zé… é um zé.
Se fosse experiente e soubesse o que faz, nao seria um zé… e nao receberia merrreca.

F

drsmachado:
Bons profissionais não irão se preocupar com regulamentação.
Se realmente forem bons, irão prestar o exame, passar e continuar trabalhando na mesma situação (salvo por pagar a mensalidade).
Se não são formados, poderão ir à faculdade, pedir provas de proficiência e prestar o exame.
Se forem ruins, aí sim, precisam se preocupar. Mas só se forem ruins.

Exatamente.

L

jmmenezes:

Vc pode fazer A B C e D pra provar essa qualidade. Mas nao pode matar pessoas nem derrubar prédios.

Em relação a matar pessoas e derrubar prédios… dependendo até pode sim!!! Depende do tipo de sistema que você faz… se trabalha fazendo CRUD realmente não há esse risco…
Mas há casos também de advogados que defendem causas que não trazem nenhum dano caso as percam, com excessão de prejuízo financeiro! Neste caso não vejo diferença!

Sem dizer que ta cheio de médico e advogado que compra o diploma também… e mesmo regulamentado pode causar tais problemas, ou as vezes não, as vezes são até mesmo melhores médicos que aqueles que frequentaram todas as aulas!

Se olharmos por este ponto de vista… o melhor era não regulamentar nada!

Em relação a salário, a regulamentação pode não influenciar diretamente no seu salário, mas se ela vier juntamente de uma fiscalização, com certeza ela irá ajudar. Tem empresas multi-milionárias que pegam merreca para zé sem qualificação nenhuma fazer sistema! Vejo isso como uma desvalorização para a area como um todo, independente de eu estar bem empregado ou não!

Não. Existem algumas que precisam ser reguladas. Medicina. Não podemos errar em uma operação.
O engenheiro também não pode errar nas proposções de cimento e arames.
Essas são praticas que realmente precisam de acompanhamento porque lidam com a vida das pessoas e não é possivel testes.
Já na computação, os testes e simulações já nos permitem errar sem causar prejuizos.

Nenhum empresario vai entregar a gestão da empresa ao primeiro que encontrar. Mesmo ele sendo formado.
Claro, uma faculdade é muito bom. Mesmo com ela vc é obrigado a pegar um estágio.
É nesse estágio que vc vê como as coisas funcionam de verdade.
Ele vai coloca-lo em um periodo de experiência, ensino e aprendizado.

H

Pelo que tenho visto, os defensores da regulamentação possuem um serio fetiches por titulos.

Porque na boa, na prática já é assim que funciona, cada empresa tem sua prova e seus critérios de avaliação, se você não atende as expectativas é rua.

Mas concordo que seria bastante conveniente ter alguém pra nos dizer o que estudar né mesmo? rs

D

eu trabalhava na área antes de fazer faculdade…

antes de fazer faculdade eu era contra a regulamentação

agora que estou proximo do fim da faculdade…sou a favor hehehe :twisted:

pq? pq não faz mais diferença…sendo ou não regulamentado, pra mim não muda nada

se eu penso dessa maneira, quantos comentarios aqui também não levaram pelo lado pessoal

no meu caso seria um nova experiência, mais para o caso do cara de curitiba já não

se realmente não querem regulamentar nossa área, então que desregulamente todas as outras…

D

Hermanoz:

Mas concordo que seria bastante conveniente ter alguém pra nos dizer o que estudar né mesmo? rs

Esse é um dos pontos que me dão medo.
Qual seria a definição para programador? Seria por linguagem? Um programador PHP receberia o mesmo piso que um Java ou Cobol?
O que estudaríamos?
Todas as certificações?
DBA?
Analista de sistemas?
Isso é muito, mas muito abrangente. Muito mais que as possíveis especializações de um engenheiro ou médico (talvez não tão complexas, mas mais abrangentes, com certeza).

J

Sim… não estou falando que todo mundo ganha mal na área e nem estou reclamando do mercado!
Só acho que esse Zé nem deveria estar na área se fosse regulamentado, ou ao menos seria um Zé que teria feito pelo menos faculdade ou comprado diploma (ta cheio de Zé em outras áreas também).

Regulamentar não esta diretamente ligado a melhores salários, mas com certeza esta ligado a um mercado prostituido!

J

Isso já é especialização e na minha visão em qualquer área se consegue com:

Teórico: Cursos e certificações
Prático: Experiência profissional
Artístico: Tem coisas que você pode estudar 100 anos e jamais será bom. Vejo que esse lado existe no nosso mundo, mas não esta em todo lugar.

É dificil quando você contrata alguém que não tem nem idéia do que seja um ponteiro! Ta certo que tem muito cara formado que também não sabe, mas acho que tem alguns bases (aprendidas na faculdade e pedidas em concursos geralmente) que todos nós deviamos obrigatóriamente saber!

S

Enfim, com regulamentação ou não isso pouco me importa, vou continuar estudando como sempre estudo, comprando meus livros e assim que começar a faculdade vou tentar tirar o maior proveito dos meu professores e da biblioteca e só, nem ligo pra piso, acredito que não vou receber piso se eu chegar no nível profissional que estou pretendendo. :smiley:

J

Foi o que falei… se você é bom mas não tem faculdade… nada custará fazer… e se regulamentar!

Agora o cara ruim… esse não vai conseguir se regulamentar e terá 2 opções:

  • Ir pro fundo de quintal trabalhar como programador contratado como auxiliar de escritório
  • Sair da área
F

Blz, para aqueles que são contra a regulamentação, por favor, postem aqui suas motivações, vamos lá. Até pq todas as áreas são regulamentadas acho que só a nossa não é mas vamos lá…

F

IMHO, prefiro o zé que não sabe e ganha mal pelo seu pouco conhecimento, do que o ZÉ (maiúsculo, pq tem diploma comprado) no mercado.

F

Blz, para aqueles que são contra a regulamentação, por favor, postem aqui suas motivações, vamos lá. Até pq todas as áreas são regulamentadas acho que só a nossa não é mas vamos lá…

D

jmmenezes:

Esse é um dos pontos que me dão medo.
Qual seria a definição para programador? Seria por linguagem? Um programador PHP receberia o mesmo piso que um Java ou Cobol?
O que estudaríamos?
Todas as certificações?
DBA?
Analista de sistemas?
Isso é muito, mas muito abrangente. Muito mais que as possíveis especializações de um engenheiro ou médico (talvez não tão complexas, mas mais abrangentes, com certeza).

Isso já é especialização e na minha visão em qualquer área se consegue com:

Teórico: Cursos e certificações
Prático: Experiência profissional
Artístico: Tem coisas que você pode estudar 100 anos e jamais será bom. Vejo que esse lado existe no nosso mundo, mas não esta em todo lugar.

É dificil quando você contrata alguém que não tem nem idéia do que seja um ponteiro! Ta certo que tem muito cara formado que também não sabe, mas acho que tem alguns bases (aprendidas na faculdade e pedidas em concursos geralmente) que todos nós deviamos obrigatóriamente saber!


[ironic mode: on]
Ponteiro é aquele desenho do mouse, certo?
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É isso que eu me refiro. Veja qualquer vaga para estagiário ou programador jr. Eles não pedem apenas “noções de lógica de programação e sintaxe de linguagem X, Y ou Z”. Eles pedem “master em PHP e Ruby on Rails, certificação ITIL e OCJP, Microsoft e afins”.
Por isso tenho medo.

J

Continuo sem enxergar diferença. Só por que o médico não pode errar a profissão deve ser regulamentada??? Quer dizer que médico não erra???
Então ele só consegue aprender medicina na faculdade???
Mas… na faculdade é teórico e não pratico!

Se é assim com medicina, só se consegue aprender na faculdade e precisa ser regulamentado, argumentos de auto-didata vão abaixo!
Por que não posso aprender medicina com meu pai que também é médico??? Por que não posso me regulamentar então dessa forma???

Acho que esse tipo de discussão não leva a nada… é muita opnião pessoal. E para meu lado vejo como indiferente! Fiz faculdade, se precisar fazer outra para se regulamentar, irei fazer… se precisar se certificar também… se não precisar de regulamentação, continuarei estudando do mesmo jeito!

J

Infelizmente ta cheio de ZÉ em profissões regulamentadas!!!
Nesse ponto não há o que se fazer… mas acho que para cada ZÉ, existem pelo menos 10 Zés!

L

jmmenezes:

Não. Existem algumas que precisam ser reguladas. Medicina. Não podemos errar em uma operação.
O engenheiro também não pode errar nas proposções de cimento e arames.
Essas são praticas que realmente precisam de acompanhamento porque lidam com a vida das pessoas e não é possivel testes.
Já na computação, os testes e simulações já nos permitem errar sem causar prejuizos.

Nenhum empresario vai entregar a gestão da empresa ao primeiro que encontrar. Mesmo ele sendo formado.
Claro, uma faculdade é muito bom. Mesmo com ela vc é obrigado a pegar um estágio.
É nesse estágio que vc vê como as coisas funcionam de verdade.
Ele vai coloca-lo em um periodo de experiência, ensino e aprendizado.

Continuo sem enxergar diferença. Só por que o médico não pode errar a profissão deve ser regulamentada??? Quer dizer que médico não erra???
Então ele só consegue aprender medicina na faculdade???
Mas… na faculdade é teórico e não pratico!

Se é assim com medicina, só se consegue aprender na faculdade e precisa ser regulamentado, argumentos de auto-didata vão abaixo!
Por que não posso aprender medicina com meu pai que também é médico??? Por que não posso me regulamentar então dessa forma???

Acho que esse tipo de discussão não leva a nada… é muita opnião pessoal. E para meu lado vejo como indiferente! Fiz faculdade, se precisar fazer outra para se regulamentar, irei fazer… se precisar se certificar também… se não precisar de regulamentação, continuarei estudando do mesmo jeito!

Sim, perfeito! Vc tem seu pai, que é médico, te ensinando.
Por esse mesmo motivo acho que a automedicação não deveria ser proibida e sim alertada.
Só por curiosidade, como seria o material didadico de uma cirurgia cardíaca? É uma questão semelhante ao que já disseram ai atras:
“softwares para controle de tráfego aéreo”,
Obviamente seria necessario uma instituição séria de ensino para este caso.
Onde é que eu poderia encontrar estes materiais e recursos (não é barato): Faculdade!

Hoje, vc tendo um computador com internete, vc estuda e pega o material necessário ao estudo.
Vc compra um livro com um CD e pode fazer seu próprio sistema.

J

Mas se tivermos este pensamento, então determinadas pessoas poderiam ser “médicos”… posso pegar um material de medicina qualquer e me tornar clinico geral… abrir um consultório e começar a atender! Eu não vou fazer cirurgias, para isto é preciso um hospital, etc… ah mas eu posso indicar um remédio errado e matar o paciente… sim… talvez essa seja a principal diferença…

O detalhe que a regulamentação é 1 ou 0… ou tem ou não tem… e em minha humilde opnião, ela traz mais coisas positivas do que negativas, para praticamente qualquer área.
Se você já comprou o CD, já estudou, e já é um BOM profissional, o que custa regulamentar???

Enfim…

L

jmmenezes:

Sim, perfeito! Vc tem seu pai, que é médico, te ensinando.
Por esse mesmo motivo acho que a automedicação não deveria ser proibida e sim alertada.
Só por curiosidade, como seria o material didadico de uma cirurgia cardíaca? É uma questão semelhante ao que já disseram ai atras:
“softwares para controle de tráfego aéreo”,
Obviamente seria necessario uma instituição séria de ensino para este caso.
Onde é que eu poderia encontrar estes materiais e recursos (não é barato): Faculdade!

Hoje, vc tendo um computador com internete, vc estuda e pega o material necessário ao estudo.
Vc compra um livro com um CD e pode fazer seu próprio sistema.

Mas se tivermos este pensamento, então determinadas pessoas poderiam ser “médicos”… posso pegar um material de medicina qualquer e me tornar clinico geral… abrir um consultório e começar a atender! Eu não vou fazer cirurgias, para isto é preciso um hospital, etc… ah mas eu posso indicar um remédio errado e matar o paciente… sim… talvez essa seja a principal diferença…

O detalhe que a regulamentação é 1 ou 0… ou tem ou não tem… e em minha humilde opnião, ela traz mais coisas positivas do que negativas, para praticamente qualquer área.
Se você já comprou o CD, já estudou, e já é um BOM profissional, o que custa regulamentar???

Enfim…

Porque é 1 ou 0.
As coisas não podem ser tão restritas.
Eu já me automediquei. Para medicamentos perigosos, realvemente deve ter um controle. Como um software de tráfego aéreo.

J

Eu concordo! Nada deveria ser tão restrito! Não sei até que ponto a regulamentação possa prejudicar quem precisa fazer seus “sisteminhas” em casa, ou da sua própria empresa.

Agora aqueles médicos programadores que criam sistemas para hospital (já conheci alguns desses, e afinal, são simples cruds que danos eles podem causar???), será que deveria ser restrito ou não ???
Até que ponto deve ir a regulamentação ??? Somente empresas que vendem seus sistemas???

Você acha que este médico deveria continuar desenvolvendo os cruds do hospital?

D

isso é verdade… quem nunca teve que ouvir o cliente chorar pq o programador anterior fez cagada e agora quem voce acha que vai ter que limpar? ou se voce disser… nao posso lhe ajudar nisso voce ouve… mas pq nao? ou mas como assim??

dai voce fica até sem jeito de falar alguma coisa

J

Vamos somente imaginar a seguinte situação:

  • O médico desenvolvedor que aprendeu a programar pela Internet e é um programador muito tosco, precisa colocar um sistema no hospital que trabalha e como não existe regulamentação, ele sugere que com seu conhecimento consegue desenvolver o sistema (já vi casos assim no mundo real)
  • O médico faz um sistema tosco (eles adoravam usar VB e Delphi, não sei como esta hoje em dia), e esse sistema serve para o médico cadastrar a medicação que será aplicada no paciente na enfermagem… (um CRUD tosco que até estagiário sabe fazer, afinal nossa vida é feita de CRUDS não é mesmo???)
  • Ai o sistema tem um BUG… o médico escolhe a medicação A, mas como tem um Bug é gravada a medicação B (xiiii)
  • Na enfermagem aplicam a medicação B, você tem alergia e MORRE!

Putz… mas não venhamos ao caso, se quem desenvolveu o sistema tivesse faculdade, cursos e tudo mais… poderia ter acontecido a mesma coisa…
MAS COMO NÃO EXISTE REGULAMENTAÇÃO, QUALQUER PESSOA PODE IR LÁ FAZER O SISTEMA, se existisse o mínimo exigido não provaria nada… mas teria o minimo exigido!

Tem realmente gente muito boa no mercado, mas já conheci gente que não tinha noção nenhum de arquitetura de software, padrões de desenvolvimento, etc. A maior parte destas pessoas entraram na área de paraquedas, não tem formação… Há excessões é óbvio, mas o fato de não haver uma regulamentação facilita este tipo de coisa!

Sei la… concordo com muita coisa que falaram aqui em que a regulamentação não ajudaria em nada, mas ainda acredito que na balança há mais prós doque contras…

E como já foi falado e não custa repetir… se você é BOM… mesmo se não tiver formação… é só correr atrás!!!

L

vc quer que a máquina aplique o remédio sozinha?

Eu já fui em alguns hospitais pra estudar problemas em softwares criados por formados.
Posso citar o que vi de mais estranho nestes hospitais? Estoque. Já sabe o que isso significa não é?

Olha, eu nunca pegaria um sistema destes para fazer sozinho.
Quem conhece a lógica da distribuição do medicamento é o médico.
Vc pode testar antes de colocar em uso. O medico, seu cliente, vai querer ver o teste.

J

vc quer que a máquina aplique o remédio sozinha?

Eu já fui em alguns hospitais pra estudar problemas em softwares criados por formados.
Posso citar o que vi de mais estranho nestes hospitais? Estoque. Já sabe o que isso significa não é?

Olha, eu nunca pegaria um sistema destes para fazer sozinho.
Quem conhece a lógica da distribuição do medicamento é o médico.
Vc pode testar antes de colocar em uso. O medico, seu cliente, vai querer ver o teste.

Sim, o médico conhece a regra, mas pode implementar uma simples query errada que traga o resultado errado para a enfermagem, mesmo tendo feito o teste.
E isso pode acontecer também com formados. Deixei claro.
O detalhe é que sem regulamentação QUALQUER UM PODE FAZER… até o médico que estudou para uma outra coisa mas esta programando!

Não estou dizendo que a qualidade seja melhor ou pior, mas que tudo isso é muito relativo! Da mesma forma que discutiamos sobre aprender medicina com o pai e exerce-lá!
Da mesma forma que uma pessoa que estudou direito por conta própria pode ser muito melhor que um advogado formado.

Na verdade acredito que bons profissionais estão sempre estudando… aqueles que somente se formam e nunca mais estudam não são…e pior ainda são aqueles que não estudam nunca, aprendem a programar em um curso de 1 semana e raramente estudam…

Já vi acontecer de um sistema que trabalhei um pagamento bancário de R$ 50 mil reais ser realizado de forma duplicada! Se quem programou era formado ou não, eu não sei, pois não conheci, não é a regulamentação que vai evitar isso, mas pelo menos ela vai evitar que a pessoa que faça tenha o minimo!
Óbvio que tem a questão da fiscalização e tudo mais, aqueles que vão burlar de quaquer jeito (os tais dos compradores de diploma de hoje)… mas tem de se partir de algum lugar, pelo menos para começar a arrumar a bagunça!

Enfim… minha opnião!

B

Bom, eu leio o guj a algum tempo, mas nunca havia participado ativamente também por uma questão de tempo, mas vendo esse tópico e alguns comentários não apenas nesta, mas em outras discussões, resolvi colocar minha opinião.

Sobre esta teórica regulamentação, sou absolutamente contra e vou tentar explicar a minha opinião. Uma das coisas que me disseram assim que entrei na área,e que nunca mais esqueci foi o seguinte:

“Não perca tempo desmerecendo o trabalho dos outros, nem perca tempo depreciando o código de um colega de profissão, se você acha que o código dele é ruim, faça um melhor e carregue dentro de si a satisfação do exito não viva em busca de autoafirmação”,

Exigir diploma, criar uma série de normas e exigências para que alguém trabalhe especificamente com TI, é para mim algo absolutamente desmedido e que dificilmente vai trazer benefícios ao trabalhador em si, mas à um grupo muito seleto de “bem apadrinhados” que sempre levam vantagem neste país à custa de quem trabalha.

Vejo na maioria dos argumentos favoráveis, comparações (que por si só já são uma forma de fugir de argumentação) com Medicina, engenharia, direito e áreas afins e sinceramente não vejo lógica alguma nesse tipo de argumentação. Coisa do tipo “todas as profissões são regulamentadas porque a nossa não???” é uma afronta a capacidade individual de elaboração de raciocínio.

Cada profissão tem a suas peculiaridades, e isto deve ser respeitado, e a área de TI que é o foco da discussão aqui, permite que alguém que se dedica aos estudos de maneira auto-didata, consegua exercer a função, a questão da qualidade do trabalho, em um mundo capitalista não cabe ao individuo avaliar, mas sim a organização que o contratou, e se ele não servir, fatalmente será excluído, não me venha com a argumentação fantástica de que “queima a área”, pois até hoje nunca me senti queimado por códigos ruins, muito pelo contrário vejo neste cenário uma oportunidade de aprender como não fazer, e sobretudo de aprendendo o certo, me tornar valioso no mercado.

O que nestes anos atuando com TI já vi muitas vezes, foi profissionais graduados em instituições renomadas, com uma coleção de diplomas na parede e certificações com títulos de PM… não sei o que, de …Master não sei o que, à quem é designada a tarefa de conduzir um projeto, de representar a elite da área de TI, fazendo besteiras colossais, e mais perdidos do que bebê recém nascido, tendo de recorrer ao insignificante “técnico” que aprendeu por conta, para dar satisfação ao cliente em questões que o diploma deveria comprovar que ele está apto a responder sozinho.

Não estou generalizando, falo da minha experiência pessoal, já vi muita gente boa com e sem diploma, em uma das empresas que trabalhei, aprendi com um “técnico” que auto-didata, que demonstrava uma paixão pela área como poucas vezes vi, muito mais coisas do que aprendi em metade da faculdade, que nenhum professor conseguia explicar, que nenhum colega de curso imaginava que existia.

Dizer que uma regulamentação nestes moldes não irá afetar quem trabalha na área (sendo bom ou não) é uma das maiores bobagens que já ouvi na minha vida, conheço um “técnico” que trabalha a dois anos e meio na área, é auto-didata, e que é pai de dois filhos, não fez faculdade pois sabia de sua capacidade e agora com dois filhos não consegue tempo e “sobra” na renda para fazer graduação, e então, com esse molde de regulamentação, terá de sacrificar a familia para atender os anseios de gente inconformada com a capacidade alheia?

Então, acho que a frase que citei lá no começo serve, perca menos tempo criticando o outro, se preocupando se o que ele faz é o ideal ou não, e se concentre em fazer o seu melhor, pelo amor de Deus, chega de bobagens como “ah mas essa gente só faz CRUD” ou “esse trabalho não vale mais que tanto por mês…” cada um leva a sua vida da maneira que achar melhor, e na “nossa profissão” somos livres para conduzir nossa vida da maneira que desejamos, livres de um orgão repressor, e de regras estabelecidas, que precisa de ordem, de um guia, faz parte de manada, quem quer fazer parte de coisas assim que mude de profissão, simples. (Em tempo apenas um conselho, cuidado para aqueles que escolherem fazer parte da manda do direito, devido as regulamentações, exigências, e demais quesitos, tenho o caso de alguém próximo que após obter o canudo de bacharel em direito e desembolsar dinheiro e mais dinheiro em cursos preparatórios para a prova que separa os que são os “bons programadores” e os "que não são "… 8) da OAB :twisted: não consegue ser aprovado, e está desesperado pois não consegue emprego, tendo de se submeter a sub-empregos, pois ninguém do grupo regulamentador vem aqui ajudar a pagar as contas… )

S

Barnis Marinho Falou tudo agora, se vocês abrirem e lerem o link la da primeira página podem ver que pessoas que entendem do assunto são contra isso:

A principal polêmica do projeto, que foi discutido em uma audiência pública realizada na semana passada, gira em torno da liberdade do exercício da profissão. Os presidentes da Federação Nacional das Empresas de Serviços Técnicos de Informática e Similares (Fenainfo), Maurício Mugnaini, e da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), José Carlos Maldonado, se posicionaram contra o projeto.

Os dois entregaram ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde o projeto está sendo analisado, um outro projeto de lei estabelecendo que “é livre em todo território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão”.

Segundo os presidentes, o PLS 607 prejudica profissionais de outras profissões, como engenheiros e médicos, que trabalham na área de tecnologia da informação. Segundo Wagner Fraga Friaça, chefe de gabinete do autor do projeto, o senador Expedito Júnior não pretende abordar o assunto no texto do projeto.

E alem do mais quem quer ter o canudo que tenha, ultimamente vejo vagas boas tendo como pré requisito diploma em faculdade de ciência da computação, sistemas etc, estágios da até para arrumar sem o diploma mas na grande maioria dos empregos já é um pré requisito para cargos em grandes empresas e concursos públicos, espero que não seja aprovado. :lol:

J

Discutir isso é a mesma coisa que discutir: Igreja católica ou evangélica? Windows ou linux? Delphi ou Java? Loira ou morena? Não adianta, cada um com sua crítica, eu por exemplo, acho ridículo um cara que passa 4 anos na cadeira da universidade (meu caso), se especializando em materias (Engenharia de software, programações, banco de dados, arquiteturas, redes, etc…) para chegar no mercado de trabalho e um cara com 5 anos que passa o dia todo em cima de código mas não sabe o que é uma arquitetura de um processador RISK ou CISK, ou então, não conhece um método ágil… Se a pessoa investiu 4 anos (tempo) e dinheiro para se especializar, a meu ver, tem que ter a vaga garantida quando se concorre com um autodidata, como citaram anteriormente, é com esses “loucos” que fazem cagadas que a nossa área é queimada, aí, um cidadão que investe seus fundos em estudo e chega pra sociedade e diz:eu sou formado em sistemas de informação, é associado a esses loucos. TI é uma profissão e deve ter regulamentação sim!

S

Prazer, meu nome eh Sami. Sou um desses loucos. Se voce nao quer ser associado comigo, tudo bem. :slight_smile:

Achei muito bacana esse comentario.

Agora, alguem tem como apontar a alguma coisa concreta que demonstraria o beneficio da regulamentacao? Algum pais que faz isso e produz software superior, alguma coisa nesse sentido?

V

Vaga garantida, essa é boa. Se o cara sem diploma faz melhor que você, o problema não é dele, é seu! Se a empresa prefere um profissional pior que você apenas por pagar menos, o problema é da empresa por tomar essa decisão e seu por insistir em uma empresa desse tipo. Se valorize!

Eu gosto de acompanhar esse tópico para ter cada vez mais certeza de que eu escolhi a área certa. Enquanto a maioria de vocês choram, eu me aprimoro e vejo as oportunidades cada vez mais presentes. Não me acomodo, não me desvalorizo, priorizo minha felicidade, mas enquanto estou no escritório tento dar o máximo de mim.

Só um ponto para reflexão: se vocês, depois de quatro ou cinco anos de faculdade, depois de x anos de experiência, ainda estão fazendo algo que alguem com 6 meses de curso consegue entregar, então, de quem é realmente a culpa?

Por isso eu digo: continuem chorando enquanto eu continuo ganhando!!

D

Vaga garantida, essa é boa. Se o cara sem diploma faz melhor que você, o problema não é dele, é seu! Se a empresa prefere um profissional pior que você apenas por pagar menos, o problema é da empresa por tomar essa decisão e seu por insistir em uma empresa desse tipo. Se valorize!

Eu gosto de acompanhar esse tópico para ter cada vez mais certeza de que eu escolhi a área certa. Enquanto a maioria de vocês choram, eu me aprimoro e vejo as oportunidades cada vez mais presentes. Não me acomodo, não me desvalorizo, priorizo minha felicidade, mas enquanto estou no escritório tento dar o máximo de mim.

Só um ponto para reflexão: se vocês, depois de quatro ou cinco anos de faculdade, depois de x anos de experiência, ainda estão fazendo algo que alguem com 6 meses de curso consegue entregar, então, de quem é realmente a culpa?

Por isso eu digo: continuem chorando enquanto eu continuo ganhando!!

++

Hahaa boa!! 8)

Tem gente que acha que só pq pagou tem que levar ja um crédito junto que é o maximo.

Cara tem gente que nao nasceu pra ser programador ou atuar na area de TI SÓ ISSO.

Da pra perceber logo de cara na faculdade mesmo quando voce conversa com seus colegas sobre um assunto X da aula anterior e eles estao boiando dai voce vai pra aula da semana passada e eles também boiam… dai voce fala de um assunto do semestre passado que ja deveria ser do dominio de todos e ainda estao boiando.

Quer dizer que quando eu me formo eu recebo uma capa e um certificado de super programador?

B

JuniorMaia wrote:
Se a pessoa investiu 4 anos (tempo) e dinheiro para se especializar, a meu ver, tem que ter a vaga garantida quando se concorre com um autodidata, como citaram anteriormente, é com esses “loucos” que fazem cagadas que a nossa área é queimada, aí, um cidadão que investe seus fundos em estudo e chega pra sociedade e diz:eu sou formado em sistemas de informação, é associado a esses loucos. TI é uma profissão e deve ter regulamentação sim!

ja li cada estupidez nesse forum … essa aqui deve entrar nas top 10 … parabens !!!

Z

lamento ao pessoal que a profissão nunca vai ser regulamentada em lugar nenhum no mundo.
nunca vão ter uma reserva de mercado e piso salarial só pela faculdade feita. O mercado de TI sempre foi e sempre será definido pela meritocracia.
Se uma pessoa não formada é melhor que a formada o problema é da pessoa formada.

Sou a favor que se faça faculdade mas ninguém deve ser obrigado a isso.

V

Odeio argumentos como esse. Não ia responder, mas como você postou duas vezes, acho que devo me pronunciar.

A existência de um conselho no caso da engenharia e medicina é perfeitamente aceitável. Afinal, um projeto civil errado pode matar centenas de indivíduos, assim como um médico que não pratica adequadamente a medicina. Ainda não vi CRUDs matarem ninguém e sistemas de mais responsabilidade, como os feitos para as áreas com conselho, exigem a supervisão desses profissionais.

Agora, quanto a advogados e contadores. Acho um tanto infantil o argumento de “se eles podem eu também posso”. Eu, sinceramente, acredito que devemos lutar é pelo direito de qualquer um poder se representar perante a justiça, tendo ou não um conselho. De qualquer um poder se responsabilizar por sua própria contabilidade. Ou seja, a extinção dessas reservas de mercado - que não servem para nada. Então, pq vc identificou casos que não fazem sentido, nos dá o direito de criar mais um caso que não faz sentido? É justamente ao contrário! Se não faz sentido essas reservas, lute para extingui-las!

E, sim, eu contrataria um advogado sem OAB se isso fosse legal, e se o cara já tivesse um bom currículo (o que é mais fácil de obter com a faculdade). Assim como já tentei fazer a própria contabilidade da minha pequena empresa, e foi proibido (sendo que o processo era ridiculamente simples) - e foi obrigado a passar desaforo com 2 contadores medíocres protegidos pelo diploma.

Nós já temos mecanismos de certificação (faculdades, especializações, certificações específicas de linguagens, como a OCJP).
Para que fechar o mercado?

V

jmmenezes:
- O médico desenvolvedor que aprendeu a programar pela Internet e é um programador muito tosco, precisa colocar um sistema no hospital que trabalha e como não existe regulamentação, ele sugere que com seu conhecimento consegue desenvolver o sistema (já vi casos assim no mundo real)

  • O médico faz um sistema tosco (eles adoravam usar VB e Delphi, não sei como esta hoje em dia), e esse sistema serve para o médico cadastrar a medicação que será aplicada no paciente na enfermagem… (um CRUD tosco que até estagiário sabe fazer, afinal nossa vida é feita de CRUDS não é mesmo???)
  • Ai o sistema tem um BUG… o médico escolhe a medicação A, mas como tem um Bug é gravada a medicação B (xiiii)
  • Na enfermagem aplicam a medicação B, você tem alergia e MORRE!

E nesse caso, há o código penal.
Aliás, para sistemas médicos, de contabilidade e de engenharia, é necessário a homologação dos respectivos conselhos.

Ou seja, para sistemas desse tipo, já existe regulamentação.
Nesse caso mesmo que você citou, ainda que o sistema seja desenvolvido por alguém de informática, a responsabilidade é do médico.

Ele deveria ter feito a aferição do sistema. Afinal, por mais brilhante que um programador fosse, ele seria incapaz de identificar o mau funcionamento do sistema, caso o bug estivesse lá.

Finalmente, se o objetivo é atribuir responsabilidade penal, devolvo com a seguinte dúvida: Quais processos formais que a engenharia de software já possui para garantir qualidade? Como você obrigaria um profissional a demonstrar que utilizou esses processos?

Medicina e engenharia tem processos bastante formais e consolidados quanto as práticas do dia-a-dia.
Mas você realmente acredita que software tenha? Se o conselho te obrigar a usar o RUP, e entupir você de documentação, você vai aceitar?

F

Novamente: só bate na tecla de regulamentação, diplomados que não se garantem.
Os diplomados decentes (que usaram faculdade como ponte de aprendizado e nao como “salvo-conduto”) não precisa de nada disso pois ocupam as melhores vagas e ganham MUITO BEM. Até acima de média.

É uma maneira de querer obter méritos simplesmente por ter pagado e estudado em algum lugar e isso é BEM TIPICO DE BRASILEIRO.

S

Acho que a única pessoa a favor da regulamentação nesse tópico que defende seus motivos de forma aceitável (embora eu discorde deles) é o drsmachado.
O resto é pérola atrás de pérola.

O que dizer disso?

V

Sobre meu posicionamento contra a regulamentação: http://vinigodoy.wordpress.com/2010/05/02/sobre-a-regulamentacao/

V

drsmachado:
Bons profissionais não irão se preocupar com regulamentação.
Se realmente forem bons, irão prestar o exame, passar e continuar trabalhando na mesma situação (salvo por pagar a mensalidade).
Se não são formados, poderão ir à faculdade, pedir provas de proficiência e prestar o exame.
Se forem ruins, aí sim, precisam se preocupar. Mas só se forem ruins.

Eu vou me preocupar, todo mês, a partir do momento que tiver que pagar um conselho regional.
Já basta sustentar vagabundos nos sindicatos.

Também vou me preocupar se o conselho for gerido por incompetentes (o que não é de se duvidar), que sejam a favor de práticas burocráticas de projeto, por exemplo.

F

ViniGodoy:
drsmachado:
Bons profissionais não irão se preocupar com regulamentação.
Se realmente forem bons, irão prestar o exame, passar e continuar trabalhando na mesma situação (salvo por pagar a mensalidade).
Se não são formados, poderão ir à faculdade, pedir provas de proficiência e prestar o exame.
Se forem ruins, aí sim, precisam se preocupar. Mas só se forem ruins.

Eu vou me preocupar, todo mês, a partir do momento que tiver que pagar um conselho regional.
Já basta sustentar vagabundos nos sindicatos.

Math.pow(VinyGodoyReply, 3);

L

Se um autodidata é tão ruim assim, então qual é a preocupação? O mercado não entenderia isso e escolheria profissionais com diploma automaticamente?

A grande verdade é que a imensa maioria das tarefas desempenhadas por programadores não exige maiores conhecimentos acadêmicos, logo qualquer um consegue desempenhá-las.

J

Cada um tem sua opnião… discutir isso é como discutir religião! Tem que é favor e quem é contra… tem quem goste de windows e de linux… tem quem foi a favor do referendo das armas, tem quem foi contra… o minimo que temos é respeitar a opnião alheia!

Ok… o exemplo não é real e foi mais para dizer que hoje qualquer um pode programar… até concordo com você que seria ótimo se pudesse contratar qualquer pessoa para me defender, se eu pudesse fazer a contabilidade da minha empresa, se eu pudesse comprar qualquer medicamento sem receita médica! Nesse ponto até sou a favor… liberdade total, mas as coisas não são assim e vejo que no geral mais se perde do que ganha, mas respeito totalmente sua opnião!
Uma coisa que me incomoda muito mais do que regulamentar, faculdade, certificação… é a mafia das consultorias e os famosos funcionários PJ… há quem prefira… eu trabalhei 10 anos assim e hoje não troco meu emprego CLT por outro emprego desses! Fiquei doente por tirar 4 semanas de férias em 10 anos… hoje tenho familia e 2 filhos e acho que a vida não é só trabalho! Respeito quem prefere PJ e não sou totalmente a favor da CLT olhando pelo lado da empresa, mas acho que o governo deveria fazer algo a respeito! Não sei também se a regulamentação ajudaria nesse caso!


Sempre me referi a regulamentação olhando para o mercado, pelo que tenho visto “por ai” e nunca pensando somente no próprio umbigo! Eu contrato mão de obra de desenvolvimento da mesma forma que forneço, mas não deixa de serem apenas opniões pessoais como a maioria por aqui!

Eu respeito a opnião de quem é contra a regulamentação e digo mais, no meu caso, não irá mudar nada, sendo ou não regulamentado, da mesma forma que quando fui obrigado a me certificar, eu fiz, também fiz faculdade porque acho importante e dificilmente contrato alguém sem faculdade (não por não ter feito, mas geralmente este tipo de gente acaba reprovando nos testes, e óbvio há exceções… excelentes profissionais que já contratei e que trabalhei que não tinham faculdade e eram ótimos e também péssimos profissionais cheios de diploma) e hoje não tenho o que dizer do meu salário, pois dificilmente trocarei de emprego visto que são minimas as vagas que pagam algo parecido, como CLT. Acho errado ficar insistindo que regulamentação quem quer é quem não é competente e quer se esconder atras de uma faculdade, que querem regulamentar para essa pessoa levar vantagem!

Mas enfim… já cansei de discutir e não vai levar a nada!

D

Longino:
Se um autodidata é tão ruim assim, então qual é a preocupação? O mercado não entenderia isso e escolheria profissionais com diploma automaticamente?

A grande verdade é que a imensa maioria das tarefas desempenhadas por programadores não exige maiores conhecimentos acadêmicos, logo qualquer um consegue desempenhá-las.


[mode ironic on]
claro que tem cara… para voce desenvolver um ERP voce precisa de tudo oque foi visto em laboratorio de programação 1 e 2 e somente isso ja basta! Oque voce aprendeu em redes tb… sem contar com algumas materias como mat 1,2,3,4 e IA.

porque quem nao passa em IA nao tem capacidade de fazer um ERP voltado totalmente para o comercio… :slight_smile:

[mode ironic off]

Acho engraçado até mesmo o curso de Ciencia da Computação. É muito ninja os assuntos para quem vai desenvolver softwares (sem analise de dificuldade) duvido que usem 30% do conhecimento da faculdade.

Se fosse assim… pq nas escolas de programação as salas estao cheias? TUDO FORMADO OU FAZENDO FACULDADE. PQ? pq faculdade é uma direção como foi falado aqui por muitos e formação nao passa de papel e um “óóó” pros familiares.

Nao vejo porque raios alguem tem que merecer algo que na verdade nao é teorico é totalmente pratico.

E mais… “Senior nao tem haver com idade” responde bem essa situação. Senão o cara mais ninja de todos na empresa seriam os chefes kkkkkkkkkkkkkkkk

M

Não ia me pronunciar porque esse assunto vem e volta e já cansou. Só vou fazer uma observação:
regulamentação <> exigência de diploma.

Existem países que nossa profissão é regulamentada, sim. O que não tenho conhecimento é de profissões que exijam diploma universitário, por todos os motivos citados. Cabeleireiro é regulamentaod no país e não exige diploma, por exemplo.

Sou a favor da regulamentação se ela for ajudar a termos uma legilação mais específica e para canalisar os interesses da profissão na mão dos próprios profissionais, e não na mão do governo. Vinculação sou contra porque cada dia que passa é mais fácil criar um programa e nem todo mundo precisa de algo crítico que exija um profissional capacitado, da mesma forma que pra construir um muro não precisa de um engenheiro civil.

Mas pra mim, a exigência de diploma vai ser inócua na prática. A grande maioria das empresas já exigem curso superior na profissão ou usam ele como critério de seleção e/ou salário. O máximo que pode acontecer é dar um nome diferente de cargo pra quem tem ou não tem diploma, mas se a pessoa não gosta de títulos, não vai se importar, ou vai ter dois pesos e duas medidas.

M

Gostaria que alguem me respondesse com argumentos SÓLIDOS, sem infantilidade:

1 - Por que considera a profissão de Analista de Sistemas e relacionadas DESREGULAMENTADA?
2 - Qual a razão para haver uma “Regulamentação”?
3 - O que espera com a “Regulamentação”?

D

Schuenemann:
Acho que a única pessoa a favor da regulamentação nesse tópico que defende seus motivos de forma aceitável (embora eu discorde deles) é o drsmachado.
O resto é pérola atrás de pérola.

Eu não concordo com a regulamentação, apenas coloquei pontos de vista que devem ser analisados.
Talvez os meus argumentos tenham levado a entender o contrário, mas penso como o ViniGodoy.
Quem trabalha para conseguir pagar as contas no fim do mês sabe que pagar qualquer quantia para qualquer coisa é complicado.

A minha posição quanto a isso não é a de lavar as mãos, mas de tentar mostrar que continuar da forma que está ou regulamentar não vai mudar quase nada. Um custo a mais? Sim, com certeza. E de benefícios concretos e palpáveis?

Coloco outro ponto a respeito disso, vocês conhecem algum CR de metalúrgicos? Pois é, se vocês não estão a par, os metalúrgicos da Volvo de Curitiba irão ganhar R$ 25000 como PLR e mais 3% de aumento real (isso significa 3% + o percentual da inflação do período acumulado desde o último reajuste). Não basta? A Renault pagará em 4 parcelas um PLR de R$ 60000. E não existe o tal CRMetal…
Apenas um sindicato atuante, com participação dos trabalhadores da categoria que, caso entrem em greve, praticamente param o país.
Pergunto, isso existe em nossa categoria? Somos unidos? Atuantes?
Não vou entrar nos méritos da grama do vizinho ser mais verde, nem dizer que eu acharia melhor ser metalúrgico ou que todo sindicato é politicagem e corrupção.
Sou a favor de pensar a respeito, antes de querer pagar mais alguns inúteis, por que não forçar aos que já pagamos que façam algo?

D

Mitidiero:
Gostaria que alguem me respondesse com argumentos SÓLIDOS, sem infantilidade:

1 - Por que considera a profissão de Analista de Sistemas e relacionadas DESREGULAMENTADA?


http://www.sindpdpr.org.br/conteudo/regulamentacao-da-profissao e http://www.sindpdpr.org.br/system/files/file/Regulamenta%20profi/Substitutivo.pdf

No mítico popular, a regulamentação ou criação de um conselho de classe, tal qual a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ou Conselho Regional de Medicina (CRM) ou Conselho Regional de Contabilidade (CRC) irá garantir aos profissionais o direito de exercer a profissão resguardados pelo conselho, que assumiria o papel de agente regulador (só pode exercer quem tem a “carteirinha”) e, ao mesmo tempo, seria um defensor dos direitos dos trabalhadores regulamentados (já viu algum CRM fazendo manifestação pelo salário dos médicos?).

Mitidiero:

3 - O que espera com a “Regulamentação”?

Espera-se que a regulamentação supra, de forma mágica, a real necessidade de qualquer bom profissional, experiência e boa vontade. A soma destes dois pequenos detalhes é fundamental quando falamos de qualidade no desenvolvimento de uma atividade e, o resultado, é uma boa remuneração, conforme muito bem colocado por vários camaradas durante a discussão.
Respondido.

L

Acho engraçado este tipo de discussão… seria como a opinião de quem é a favor ou contra iria fazer diferença…
Isto é inútil. Não adianta vc ser a favor ou contra de algo que não lhe corresponde e não depende de vc… O que a politicagem quer é grana, estão pouco se fodendo para o povo, então jamais vão aprovar ou reprovar algo que não tenha interesse para o objetivo principal de cada um deles…

D

luistiagos:
Acho engraçado este tipo de discussão… seria como a opinião de quem é a favor ou contra iria fazer diferença…
Isto é inútil. Não adianta vc ser a favor ou contra de algo que não lhe corresponde e não depende de vc… O que a politicagem quer é grana, estão pouco se fodendo para o povo, então jamais vão aprovar ou reprovar algo que não tenha interesse para o objetivo principal de cada um deles…

Estes dias havia uma thread questionando isso, aqui no guj. Perguntava se as manifestações em redes sociais tinham algum resultado prático.
Tão prático e real quanto a marcha contra a corrupção ou o corinthians ganhar a libertadores no PS3, quando se desliga, vai dormir pois amanhã vai trabalhar.
É uma questão de cultura. Brasileiro não se levanta do sofá ou da cadeira para nada, nem para lutar pelo que é justo e honesto por ele. Quem sempre levar vantagem, desde que isso não custe esforço.
Não estou generalizando (estou evitando conflito agora), mas que a grande maioria é facilmente manipulada por preguiça, ah, isso é.

D

agora correr pelado na avenida por qualquer motivo vai uma renca

D

E nem precisa diploma pra isso…

V

marcosalex:
Não ia me pronunciar porque esse assunto vem e volta e já cansou. Só vou fazer uma observação:
regulamentação <> exigência de diploma.

Existem países que nossa profissão é regulamentada, sim. O que não tenho conhecimento é de profissões que exijam diploma universitário, por todos os motivos citados. Cabeleireiro é regulamentaod no país e não exige diploma, por exemplo.

Sou a favor da regulamentação se ela for ajudar a termos uma legilação mais específica e para canalisar os interesses da profissão na mão dos próprios profissionais, e não na mão do governo. Vinculação sou contra porque cada dia que passa é mais fácil criar um programa e nem todo mundo precisa de algo crítico que exija um profissional capacitado, da mesma forma que pra construir um muro não precisa de um engenheiro civil.

Mas pra mim, a exigência de diploma vai ser inócua na prática. A grande maioria das empresas já exigem curso superior na profissão ou usam ele como critério de seleção e/ou salário. O máximo que pode acontecer é dar um nome diferente de cargo pra quem tem ou não tem diploma, mas se a pessoa não gosta de títulos, não vai se importar, ou vai ter dois pesos e duas medidas.

Eu realmente não sou contra regulamentar.
Em alguns aspectos, como formalizar a nomenclatura da profissão e dos cursos, poderia até ser interessante.
Aí acaba a dúvida na hora de me intitular analista de sistemas, programador, desenvolvedor ou sei lá o que mais inventarem.

O problema é a forma que se faz regulamentações aqui no Brasil.

Geralmente, em nosso país, regulamentação é sinônimo de exigência de diploma (também conhecida como restrição de mercado), implantação de piso salarial e, claro, implementação de um conselho de classe, que irá te cobrar uma taxa anual. Inclusive, é o que boa parte das alegações dos defensores da regulamentação nesse post está baseada. E contra essas coisas eu sou contra.

O conselho em si não seria problema. Eu até estaria de acordo com pagar um, se tivessemos a exigência de processos mais rígidos, ao ponto de não usa-los exigirem medidas legais. Entretanto, como não temos ainda práticas de desenvolvimento sólidas, estamos numa área que as tecnologias e processos mudam muito, e não temos porque fiscalizar já que num modelo sem exigência de diploma e sem processos formais não existiria exercício ilegal da profissão, não vejo porque ele deveria existir.

E, nesse caso, não vejo o que justifique uma regulamentação formal. Exceto talvez, criar uma lei que garanta que esse tipo de liberdade não será extinta, como quer a SBC - e que apoio.

V

luistiagos:
Acho engraçado este tipo de discussão… seria como a opinião de quem é a favor ou contra iria fazer diferença…
Isto é inútil. Não adianta vc ser a favor ou contra de algo que não lhe corresponde e não depende de vc… O que a politicagem quer é grana, estão pouco se fodendo para o povo, então jamais vão aprovar ou reprovar algo que não tenha interesse para o objetivo principal de cada um deles…

E você não acha que rola muita grana por trás de um conselho que obriga você a pagar um valor por ano?
Nem influencia política?

L

JuniorMaia:

Se a pessoa investiu 4 anos (tempo) e dinheiro para se especializar, a meu ver, tem que ter a vaga garantida quando se concorre com um autodidata, como citaram anteriormente, é com esses “loucos” que fazem cagadas que a nossa área é queimada, aí, um cidadão que investe seus fundos em estudo e chega pra sociedade e diz:eu sou formado em sistemas de informação, é associado a esses loucos. TI é uma profissão e deve ter regulamentação sim!

F

Longino:
Se um autodidata é tão ruim assim, então qual é a preocupação? O mercado não entenderia isso e escolheria profissionais com diploma automaticamente?

A grande verdade é que a imensa maioria das tarefas desempenhadas por programadores não exige maiores conhecimentos acadêmicos, logo qualquer um consegue desempenhá-las.

Faz sentido…

N

Seria ótimo uma regulamentação um conselho de classe e um piso salarial, mas tenho certeza que esse fórum não é o lugar para essa discussão…
O assunto aqui sempre vira para algum desses lados:

-não quero sustentar políticos malvados e corruptos;

-autodidatas são foda e por isso não podem deixar de atuar na área;

-quem não tem competência não se garante e ganha o que merece;

A Discussão é muito mais importante que isso, e aqui o máximo que se quer é defender uma opinião por um ponto de vista muito mais filosófico do que prático…

M

Trecho tirado do abaixo assinado:

[ironic]
Então é isso galera, nos abraçamos essa causa ou estaremos eternamente fudidos.
[/ironic]

Sempre fico receoso de algo que seja exposto na forma de uma solução definitiva, como sendo a unica e miraculosa alternativa para um problema complexo cheio de complicações e particularidades como esse.

Y

Ninguem esta dizendo que quem quer regulamentação é incompetente que quer levar vantagem. O que dizemos (pelo menos eu) é que no fim das contas a regulamentação só vai beneficiar os incompetentes e aqueles que vão recolher as taxas.

Mas o que acho mais curioso disso tudo é que pela indignação de alguns a idéia que se tem é que a área está tomada por autodidatas semi-analfabetos, o que não é verdade. É raro hoje em dia encontrar profissionais sem formação, a maioria das empresas exige curso superior para contratar. Se você encontrar 10% de profissionais não formados no mercado acho que é muito.

Então resumindo a minha opinião: ser a favor da regulamentação não quer dizer que a pessoa seja incompetente, mas que ainda não percebeu que isto só ajudaria os coletores de taxas. Além do que, o que seria pior ainda, poderia estabelecer um padrão de desenvolvimento teórico burro como base para o que é correto e aceitável em processos de engenharia de software e quem não cumprisse teria o seu direito de exercer a profissão cassado além de pagar multa para engordar os cofres do conselho.

B

naomeencontro:
Seria ótimo uma regulamentação um conselho de classe e um piso salarial, mas tenho certeza que esse fórum não é o lugar para essa discussão…
O assunto aqui sempre vira para algum desses lados:

-não quero sustentar políticos malvados e corruptos;

-autodidatas são foda e por isso não podem deixar de atuar na área;

-quem não tem competência não se garante e ganha o que merece;

A Discussão é muito mais importante que isso, e aqui o máximo que se quer é defender uma opinião por um ponto de vista muito mais filosófico do que prático…

Sou a favor de regulamentação, mas infelizmente o argumento é sempre cooptado pelos incompetentes, que vêem na regulamentação uma oportunidade de criar reserva para zés com diploma.

Na minha opinião, uma coisa que a regulamentação poderia resolver é essa palhacada de pessoas que não são da área se achando no papel de estimar o trabalho a ser feito. Alguns na maior cara de pau chega a dizer que fazer um sistema completo é simples!

Porra se é simples faz vc então!

Imagina um paciente chega pro médico exigindo que a cirurgia dure no máximo 3 horas, ao invés do previsto que foi 5? Isso porque ele tem um compromisso e acha ser um procedimento simples!

Esse é o zé ruela que em medicina e outras profissoes todo mundo evita e manda àquele lugar, já o cara de TI faz até hora extra gratuita pra cumprir o prazo que o zé estipulou.

Agora me diz, como o profissional de TI quer ser valorizado se ele não se valoriza perante clientes e profissionais de outras áreas?

Então só pra concluir, sim, o fato de você se preocupar em barrar autodidatas ao invés de exigir ser valorizado mostra que vc é incompetente, não só porque não consegue competir com eles na base do mérito, mas tb porque é incapaz de enxergar quem é o verdadeiro inimigo.

B

drsmachado:

Esse é um dos pontos que me dão medo.
Qual seria a definição para programador? Seria por linguagem? Um programador PHP receberia o mesmo piso que um Java ou Cobol?
O que estudaríamos?
Todas as certificações?
DBA?
Analista de sistemas?
Isso é muito, mas muito abrangente. Muito mais que as possíveis especializações de um engenheiro ou médico (talvez não tão complexas, mas mais abrangentes, com certeza).

Analista de sistemas não é programador.

S

Primeiramente gostaria de dizer que sou a favor da regulamentação de todas as profissões relacionadas a TI.

Apesar de estar cursando minha Pós-Graduação e nunca ter trabalhado em empresa privada, somente em laboratórios de pesquisa, eu acho justo que somente os profissionais formados possam assumir posições dentro da área de TI.

Eu concordo que existem ótimos profissionais que não possuem cursos de graduação, mas eu acredito que a formação teórica dada pelas boas universidades é fundamental para qualquer tipo de profissional. Obviamente muitos dos conceitos aprendidos em sala de aula não são usados no dia a dia de uma empresa, mas o seu conhecimento leva a novas visões.

Mas eu percebo que mesmo sem a regulamentação das profissões relacionadas a TI, as grandes empresas já estão exigindo a graduação em seus processos seletivos. Vagas de trainee, por exemplo, só aceitam alunos formados ou em fase final de graduação, e são as que melhor oferecem oportunidades de crescimento profissional dentro de uma empresa, além dos altos salários. Essas oportunidades por si só já são motivos para cursar uma graduação.

E hoje em dia até a pós-graduação está sendo requisitado por empresas. Já vi na universidade diversas vagas para pós-graduandos. Todas oferecendo um ótimo salário.

H

Bem, se sua visão tiver algo a ver com diagramas UML e agilizar a construção de aplicações CRUD usando o framework da moda, então você tera um belo futuro em TI. :wink:

S

Em uma graduação você passa longe de diagramas UML, frameworks e CRUD. Você aprende, mas não é o foco.

Em uma graduação você aprende a base da computação, e não a “casca”. Você vai trabalhar com cálculo, linguagens de baixo nível, teoria da computação, arquitetura, IA, C, complexidade, etc.

Observação: Estou falando do curso de Ciência da Computação.

H

Stacker:

Em uma graduação você passa longe de diagramas UML, frameworks e CRUD. Você aprende, mas não é o foco.

Em uma graduação você aprende a base da computação, e não a “casca”. Você vai trabalhar com cálculo, linguagens de baixo nível, teoria da computação, arquitetura, IA, C, complexidade, etc.

Observação: Estou falando do curso de Ciência da Computação.

TI que é só CRUD, framework da moda e interpretar diagramas UML feitos por algum analista que nunca programou.

Não sei porque alguém que aprendeu de fato a base da computação iria querer se meter em TI.

S

Hermanoz:
Stacker:

Em uma graduação você passa longe de diagramas UML, frameworks e CRUD. Você aprende, mas não é o foco.

Em uma graduação você aprende a base da computação, e não a “casca”. Você vai trabalhar com cálculo, linguagens de baixo nível, teoria da computação, arquitetura, IA, C, complexidade, etc.

Observação: Estou falando do curso de Ciência da Computação.

TI que é só CRUD, framework da moda e interpretar diagramas UML feitos por algum analista que nunca programou.

Não sei porque alguém que aprendeu de fato a base da computação iria querer se meter em TI.

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

F

E vc acha que só graduado trabalha com isso?

Isso me remonta a um episódio no qual precisava traçar uma “área de cobertura” em volta de 1 ponto no mapa (tendo todos os pontos no banco), e nenhum dos graduados na sala (PASME) soube me responder como eu faria isso.

Lembrem-se sempre dos “DINOSSAUROS DESATUALIZADOS”. Eles existem aos montes na área de TI.
E tem diploma :wink:

L

fabim:
Lembrem-se sempre dos “DINOSSAUROS DESATUALIZADOS”. Eles existem aos montes na área de TI.
E tem diploma ;)

Não não não, mas eles passaram QUAAAATROOOO ANOOOOSSSS na faculdade, merecem ter empregos para sempre só porque são formados.

.
.
.
.

E.S.I. (estou sendo irônico)

F

Sempre me lembro de um moderador do GUJ que certa vez disse contratar profissionais, e que qdo o profissional falava “eu sou SCJP” ele ja dispensava o cara.
Que o critério dele simplesmente era: “Conte-me um pouco da sua experiencia profissional, e me fale dos livros que vc leu”.

Espero ansiosamente que um dia essa cultura seja dominante, e quaisquer papelotes simplesmente sejam IGNORADOS.
Ou será que apenas eu trabalhei em empresas que fizeram MPS.br retroativo só pra dizer que possuiam o “diploma” e depois nunca mais fizeram nada da metodologia? (análogo aos dinossauros que se formam e depois so se preocupam em realizar a tarefa. Otimizar e Boas praticas nem pensar).

Pessoas com diploma em vagas de concurso. Empresas com diplomas pra licitação. Autodidatas que não tem diploma mas se gabam de suas certificações.
É diploma pra tudo que é lado. Qualidade que se dane.

H

Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

S

fabim:
Sempre me lembro de um moderador do GUJ que certa vez disse contratar profissionais, e que qdo o profissional falava “eu sou SCJP” ele ja dispensava o cara.
Que o critério dele simplesmente era: “Conte-me um pouco da sua experiencia profissional, e me fale dos livros que vc leu”.

Espero ansiosamente que um dia essa cultura seja dominante, e quaisquer papelotes simplesmente sejam IGNORADOS.
Ou será que apenas eu trabalhei em empresas que fizeram MPS.br retroativo só pra dizer que possuiam o “diploma” e depois nunca mais fizeram nada da metodologia? (análogo aos dinossauros que se formam e depois so se preocupam em realizar a tarefa. Otimizar e Boas praticas nem pensar).

Pessoas com diploma em vagas de concurso. Empresas com diplomas pra licitação. Autodidatas que não tem diploma mas se gabam de suas certificações.
É diploma pra tudo que é lado. Qualidade que se dane.


Resumindo, vc esta falando para não fazer faculdade nem tirar certificações ?

F

SpiderX:
fabim:
Sempre me lembro de um moderador do GUJ que certa vez disse contratar profissionais, e que qdo o profissional falava “eu sou SCJP” ele ja dispensava o cara.
Que o critério dele simplesmente era: “Conte-me um pouco da sua experiencia profissional, e me fale dos livros que vc leu”.

Espero ansiosamente que um dia essa cultura seja dominante, e quaisquer papelotes simplesmente sejam IGNORADOS.
Ou será que apenas eu trabalhei em empresas que fizeram MPS.br retroativo só pra dizer que possuiam o “diploma” e depois nunca mais fizeram nada da metodologia? (análogo aos dinossauros que se formam e depois so se preocupam em realizar a tarefa. Otimizar e Boas praticas nem pensar).

Pessoas com diploma em vagas de concurso. Empresas com diplomas pra licitação. Autodidatas que não tem diploma mas se gabam de suas certificações.
É diploma pra tudo que é lado. Qualidade que se dane.


Resumindo, vc esta falando para não fazer faculdade nem tirar certificações ?

Acho que isso só vc enxergou. Nao sei se por problemas de lógica, ou por ter uma opinião diferente.
O que fica claro é que são coisas boas, graduação muito mais q certificações, mas não deve ser usado como PONTO DE CORTE. Porque a posse de papéis simplesmente não prova NADA.

S

fabim:
SpiderX:
fabim:
Sempre me lembro de um moderador do GUJ que certa vez disse contratar profissionais, e que qdo o profissional falava “eu sou SCJP” ele ja dispensava o cara.
Que o critério dele simplesmente era: “Conte-me um pouco da sua experiencia profissional, e me fale dos livros que vc leu”.

Espero ansiosamente que um dia essa cultura seja dominante, e quaisquer papelotes simplesmente sejam IGNORADOS.
Ou será que apenas eu trabalhei em empresas que fizeram MPS.br retroativo só pra dizer que possuiam o “diploma” e depois nunca mais fizeram nada da metodologia? (análogo aos dinossauros que se formam e depois so se preocupam em realizar a tarefa. Otimizar e Boas praticas nem pensar).

Pessoas com diploma em vagas de concurso. Empresas com diplomas pra licitação. Autodidatas que não tem diploma mas se gabam de suas certificações.
É diploma pra tudo que é lado. Qualidade que se dane.


Resumindo, vc esta falando para não fazer faculdade nem tirar certificações ?

Acho que isso só vc enxergou. Nao sei se por problemas de lógica, ou por ter uma opinião diferente.
O que fica claro é que são coisas boas, graduação muito mais q certificações, mas não deve ser usado como PONTO DE CORTE. Porque a posse de papéis simplesmente não prova NADA.


Entendi, é porque em mensagem bem no começo desse assunto, muitos disseram que era melhor ter gasto o dinheiro da facul em cerveja kkkk.

Bom, entendo que o certificado não leva a lugar algum, um professor ja me disse: certificação, graduação abre portas sim! mas não as deixam abertas !

D

fabim:
Sempre me lembro de um moderador do GUJ que certa vez disse contratar profissionais, e que qdo o profissional falava “eu sou SCJP” ele ja dispensava o cara.
Que o critério dele simplesmente era: “Conte-me um pouco da sua experiencia profissional, e me fale dos livros que vc leu”.

Espero ansiosamente que um dia essa cultura seja dominante, e quaisquer papelotes simplesmente sejam IGNORADOS.
Ou será que apenas eu trabalhei em empresas que fizeram MPS.br retroativo só pra dizer que possuiam o “diploma” e depois nunca mais fizeram nada da metodologia? (análogo aos dinossauros que se formam e depois so se preocupam em realizar a tarefa. Otimizar e Boas praticas nem pensar).

Pessoas com diploma em vagas de concurso. Empresas com diplomas pra licitação. Autodidatas que não tem diploma mas se gabam de suas certificações.
É diploma pra tudo que é lado. Qualidade que se dane.


Aí é que está o problema…
Creio que a questão vá além do sujeito ter ou não diploma e/ou alguma certificação.
Isso tudo é subjetivo.
Eu, por exemplo, me considero autodidata, embora tenha cursado bacharelado em sistemas de informação.
Ninguém me ensinou a fundo C/C++, PHP, Java ou mesmo como criar um DER, um DFD, uma especificação de caso de uso, um diagrama de sequência…
Aprendi quais são os livros e autores que devo consultar, aprendi a pesquisar, ir atrás da informação.
Aliás, não aprendi a pesquisar, eu já sabia disso.
E o mais bizarro é que de todos os autores, que pregam coisas como boas práticas e afins, a maioria são os dinossauros. Tanenbaum, Booch, Jacobsen…
Tentei usar o livro do Gileanes como referência no meu TCC. Fui criticado por um membro da banca.
Quer algo mais bizarro? Eu nunca li o head`s first. Nem o como programar. Nem li por inteiro qualquer livro para certificação.
Por que? Por que não quis. Li Dostoievski, li Cervantes, Camões, Alighieri, Virgílio… Mais interessantes.
Sou um profissional ruim por isso? Estagnado?
Não.
Um exemplo? Eu tive nas mãos o livro Struts in action (não lembro o autor, mas ele trata do Struts 1.x). Não o li. Ainda não domino por completo este framework, embora esteja trabalhando com ele atualmente (a empresa que trabalho possui um sistema gigante de pós faturamento todo desenvolvido com Struts 1 e eu dou manutenção nele), quando há algo que não sei ou não entendo, eu pesquiso. Quando comecei nesta função, embora conhecesse o pattern, nunca havia trabalhado com facade. Foram dois dias pesquisando e analisando. hoje estou tranquilo quanto ao uso deste padrão.

A questão é que estamos fazendo alarde em cima de coisas que não devem ser prioridade neste momento.
O ViniGodoy expôs um ponto bem interessante. Creio que ninguém se importa em pagar algo que realmente valha a pena. Agora, como todos nós sabemos (talvez não, mas como quase tudo no Brasil é assim) a tendência é que este conselho sirva apenas como uma ferramenta para pessoas com interesses excusos enriquecerem ilicitamente.
Se for para isso, melhor que nem se crie. Começa-se assim, depois definem que projetos de TI só podem usar JSF 2, com o pattern DAO e outras coisas que nem sempre são o mais indicado.
Outro ponto levantado pelo ViniGodoy é que inevitavelmente o conselho, por pressão ou puro sarcasmo do sujeito de interesses excusos, vai exigir diploma para a área. Então você, caro camarada, poderá processar aquele garotinho de 9 anos que monta e desmonta o próprio notebook e entende qual a diferença entre RAID 01 e RAID 5, programa com maior abstração que você, mas, pela tenra idade, não tem diploma.
No Brasil diploma só serve para uma coisa: cela especial quando preso. Bons profissionais se dedicam e, principalmente, se entregam à profissão.
Exemplos? Rachel Pacheco…
Se este projeto (criado quando a especificação JEE determinava que o padrão ainda era Servlet e JSP) de 2007 vier a sair do lugar, teremos muito ainda a discutir.
Afinal, podemos considerar alguém que tem certificação Oracle como um DBA para SQL Server? Um profissional com diploma em engenharia elétrica, que conhece todas as versões da JDK a fundo, como um arquiteto Java? Aquele ´mala que só colava nas provas e pendurava seu nome nos trabalhos, como um Analista de Sistemas? Aquele micreiro que mesmo depois de 10 anos ainda não sabe por que trocaram as memórias DIM por DDR e que DDR não é uma equação matemática, como sendo um Especialista em Manutenção de Computadores?

O diploma não deve garantir nada. Uma certificação tampouco. Livros, menos ainda. Aliás, só aceito argumentação de que livros podem criar opiniões se você citar ao menos 2 livros de autores diferentes, que analisem a mesma coisa e que não sejam amigos, de resto, não tem como. A parcialidade é um erro. A visão “Rede globo” das coisas não é aceitável.
Logo, minha opinião se auto anula. Eu não li estes livros, não conheço outros pontos de vista. Mas estou aqui para questionar. O questionamento é a chave do conhecimento. Conhecimento é diferente de sabedoria. Conhecer é diferente de ser inteligente.

Portanto, antes de dizer sim ou não para qualquer coisa, questione: vai ser bom para mim? Vai ser bom para os demais? Sei que a segunda pergunta, invarialvemente, recebe um fod*****-se como resposta. Mas se você responder isso, significa que é capaz de arcar com qualquer consequência sozinho ou reinvidicar tudo o que acha que merece, igualmente, sozinho.

S

Hermanoz:
Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.

D

Stacker:
Hermanoz:
Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.


Por experiência, eu discordo.
Claro que existem vagas em que são exigidos detalhes cirúrgicos (ter olhos azuis, 1,90 ou mais, etc).
A maioria, na verdade, analisa o histórico do candidato. Que empresas estve, projetos que desenvolveu, tecnologias com as quais teve contato.
A escolaridade, pelo menos até onde eu consigo compreender, é um fator secundário.
É quase uma lenda, assim como, aquela que diz que “Fiz faculdade na instituição X, vou ter mais chances que quem fez na Y”.
Talvez valha para algumas poucas empresas, profissões e dias em que o horóscopo está favorável.
A prática é bem outra.
Quando eu não tinha experiência na área, fiz algumas entrevistas e em todas fui barrado por esta questão.
Hoje em dia, toda semana recebo ofertas, mesmo não tendo ou estar cursando pós.
Ou, como eu disse, isso é subjetivo.
Empresas querem pessoas que resolvam problemas, não que causem mais.
Isso significa menos risco e menos perdas (talvez não haja aumento de lucro, mas não tendo perda, está ótimo).

F

Stacker:
Hermanoz:
Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.

O argumento de que uma pessoa somente pode adquirir conhecimento pra uma atividade crítica de computação de forma ACADÊMICA é totalmente FALACIOSO.
Vc pode argumentar que " é o melhor caminho", sentando a bunda na academia. Tudo bem.
Mas não é o unico caminho.

S

drsmachado:
Stacker:
Hermanoz:
Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.


Por experiência, eu discordo.
Claro que existem vagas em que são exigidos detalhes cirúrgicos (ter olhos azuis, 1,90 ou mais, etc).
A maioria, na verdade, analisa o histórico do candidato. Que empresas estve, projetos que desenvolveu, tecnologias com as quais teve contato.
A escolaridade, pelo menos até onde eu consigo compreender, é um fator secundário.
É quase uma lenda, assim como, aquela que diz que “Fiz faculdade na instituição X, vou ter mais chances que quem fez na Y”.
Talvez valha para algumas poucas empresas, profissões e dias em que o horóscopo está favorável.
A prática é bem outra.
Quando eu não tinha experiência na área, fiz algumas entrevistas e em todas fui barrado por esta questão.
Hoje em dia, toda semana recebo ofertas, mesmo não tendo ou estar cursando pós.
Ou, como eu disse, isso é subjetivo.
Empresas querem pessoas que resolvam problemas, não que causem mais.
Isso significa menos risco e menos perdas (talvez não haja aumento de lucro, mas não tendo perda, está ótimo).

Mas em qual empresa você trabalha. É uma multinacional? É um laboratório de pesquisa? Vocês desenvolvem sistemas críticos? Que tipo de software você desenvolve?

Para fazer sistemas CRUD é claro que não vão pedir escolaridade.

Tente entrar em uma vaga de trainee em uma multinacional sem graduação. A história é outra. Você nem será chamado.

Agora dizer que escolaridade é fator secundário, me desculpe, mas é desse tipo de pensamento que não precisamos no Brasil.

A educação já é tratada com desprezo no Brasil, não precisamos de mais pessoas que pensem dessa maneira.

F

Quanto o drsmachado diz: "A escolaridade, pelo menos até onde eu consigo compreender, é um fator secundário. " eu claramente entendo que ele está se referindo ao fato de diplomas, papéis, que nada provam. E não está falando de “falta de educação” nem “falta de conhecimento”.

"Para fazer sistemas CRUD é claro que não vão pedir escolaridade. "
Análogo ao pensamento da galera “pra fazer sistemas de padaria eu não preciso de faculdade”

Novamente um argumento falacioso.

Sistemas de padaria, pasme vc, sao feitos em sua grande maioria por recém-graduados e as vezes (como ja presenciei) até por pós-graudados.
E nao adianta vc citar exigencia de multinacionais, pq em qualidade de software duvido algumas delas se comparar a ToughtWorks ou outras empresas conhecidas de software. E nem todas elas fecham as portas pra autodidatas. PREFEREM graduados (o que eu acho bom), mas nao CORTAM se o cara for MUITO BOM.

O governo brasileiro exige diploma de graduação em suas vagas e nem preciso falar da qualidade dos estagnados do servico publico.

D

Stacker:
drsmachado:
Stacker:
Hermanoz:
Stacker:

Muito pelo contrário. TI é muito mais do que CRUD.

Geralmente as vagas mais interessantes são enviadas diretamente para as grandes universidades.

Aqui onde eu estudo tem diversas vagas para trabalhar com processamento de voz, imagem, visualização 3D, jogos, etc. Para graduados e pós graduados.

Interessante do verbo “paga muito bem” ou do tipo “requer uma alta curva de aprendizado”?

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.


Por experiência, eu discordo.
Claro que existem vagas em que são exigidos detalhes cirúrgicos (ter olhos azuis, 1,90 ou mais, etc).
A maioria, na verdade, analisa o histórico do candidato. Que empresas estve, projetos que desenvolveu, tecnologias com as quais teve contato.
A escolaridade, pelo menos até onde eu consigo compreender, é um fator secundário.
É quase uma lenda, assim como, aquela que diz que “Fiz faculdade na instituição X, vou ter mais chances que quem fez na Y”.
Talvez valha para algumas poucas empresas, profissões e dias em que o horóscopo está favorável.
A prática é bem outra.
Quando eu não tinha experiência na área, fiz algumas entrevistas e em todas fui barrado por esta questão.
Hoje em dia, toda semana recebo ofertas, mesmo não tendo ou estar cursando pós.
Ou, como eu disse, isso é subjetivo.
Empresas querem pessoas que resolvam problemas, não que causem mais.
Isso significa menos risco e menos perdas (talvez não haja aumento de lucro, mas não tendo perda, está ótimo).

Mas em qual empresa você trabalha. É uma multinacional? É um laboratório de pesquisa? Vocês desenvolvem sistemas críticos? Que tipo de software você desenvolve?


Uma das 3 maiores empresas do TI do Brasil, tá bom pra ti?

Será que é por que a idéia de uma vaga para trainee é para pessoas COM GRADUAÇÃO SENDO CONCLUÍDA ou A CONCLUIR em um intervalo determinado de anos, em geral, 2 anos antes e 2 depois do atual? Desculpe, mas este argumento me dá a entender que você não consegue discernir o que um estagiário, um trainee, um profissional CLT e um PJ possuem de diferente.

Stacker:

Agora dizer que escolaridade é fator secundário, me desculpe, mas é desse tipo de pensamento que não precisamos no Brasil.

A educação já é tratada com desprezo no Brasil, não precisamos de mais pessoas que pensem dessa maneira.


Meu jovem (como diria o Kanin), se você foi criado a leite com pera (como diria o Nilzer), eu não fui.
Não sei em que país você vive, mas o Brasil que eu conheço deve ser diferente do teu.
Eu me lembro que desde antes de entrar na 1ª série meu pai me ameaçava, dizendo que se eu não estudasse, teria que trabalhar.
Sempre valorizei a educação, prezo-a e, principalmente, prezo pessoas educadas.
Quando eu argumentei que “escolaridade é fator secundário” me referi ao que se encontra por aí no que tange à disponibilidade de oportunidades empregatícias no mercado de trabalho, inerentes às áreas de tecnologia da informação, seja para infra estrutura ou desenvolvimento.
Saber ler e, principalmente, extrair o correto cunho de um pequeno texto é crucial para a evolução dos estudos.
Considerarei um lapso teu, ter interpretado de forma equívoca minhas palavras.
Para alentar tua pobre alma sedenta por um mínimo de atenção, deixo claro EDUCAÇÃO É FUNDAMENTAL para os cidadãos. Para as empresas que contratam profissionais, isso é opcional.

Outra coisa, respondendo à sua colocação

Você sabia que empregadas domésticas vão ganhar tanto ou mais que médicos e advogados num futuro próximo? Não? As condições de trabalho, aliadas à uma crescente busca por melhores colocações profissionais já está tornando o mercado de funcionárias domésticas um nicho de negócio com alto valor. Há empregadas e diaristas que já ganham mais que profissionais diplomados em várias áreas (alguém disse sistemas de informação?).
E o que raios tem a ver empregadas e nosso assunto?
Se ninguém fizer CRUD, quantas milhares de vagas ficarão em aberto? E se todo mundo se especializar em SOA e BPM? Ou em Portlets? Ou em sistemas de tempo real, como os necessários para uma torre de controle, aviões ou equipamentos médicos?
Eles ainda pagam bons salários por que são raros os profissionais.
Quer um paralelo melhor? Somos o país do futebol, mas você acha que o Neymar ou o Ronaldinho Gaúcho são parâmetros salariais para todos?
A grande maioria batalha pra ganhar seus R$ 1 ou 2 mil/mês. Não que os “craques” sejam tão especiais assim, eles apenas tiveram oportunidades, bons empresários e um pouco de capacidade em algum momento.
Agora, eu não me julgo inferior ou menos capacitado que um sujeito que não trabalha “só com CRUD”. Seria o mesmo que um ortopedista se sentir menos médico que um neurocirurgião.

D

fabim:
Quanto o drsmachado diz: "A escolaridade, pelo menos até onde eu consigo compreender, é um fator secundário. " eu claramente entendo que ele está se referindo ao fato de diplomas, papéis, que nada provam. E não está falando de “falta de educação” nem “falta de conhecimento”.

"Para fazer sistemas CRUD é claro que não vão pedir escolaridade. "
Análogo ao pensamento da galera “pra fazer sistemas de padaria eu não preciso de faculdade”

Novamente um argumento falacioso.

Sistemas de padaria, pasme vc, sao feitos em sua grande maioria por recém-graduados e as vezes (como ja presenciei) até por pós-graudados.
E nao adianta vc citar exigencia de multinacionais, pq em qualidade de software duvido algumas delas se comparar a ToughtWorks ou outras empresas conhecidas de software. E nem todas elas fecham as portas pra autodidatas. PREFEREM graduados (o que eu acho bom), mas nao CORTAM se o cara for MUITO BOM.

O governo brasileiro exige diploma de graduação em suas vagas e nem preciso falar da qualidade dos estagnados do servico publico.


++
E são estes recém graduados, que se preocupam em sistemas para açougues e padarias, que fazem barbáries com padrões de projeto e outras coisas que são inerentes à boas práticas.
Multinacionais? A grande maioria nem possui desenvolvimento próprio. Contrata empresas terceirizadas (aquelas consultorias 3 letters looks like") que vendem o contrato como sendo desenvolvido por 10 consultores, quando são 5 estagiários e 5 jrs.
A realidade é esta, meu caro. Ou você acha que as “multinacionais” motherfuckers que você tanto louva escolhe BRICS ou países como Argentina, Polônia, para sediar suas filiais por que? Mão de obra barata e altamente disponível.
Se elas fossem realmente tão boas assim, não explorariam nossos semelhantes.

S

Não. Não está bom. As multinacionais também precisam de profissionais para ficar atendendo o telefone e dando suporte e manutenção, o que não exige escolaridade.

Não te desmerecendo de forma alguma. respeito todas as profissões.

Você realmente não gostaria de um plano de carreira bem estruturado, ganhando acima de 6 mil reais com apenas 19 ou 20 anos?

As vagas de treinee oferecem isso, para jovens estudantes. Se você vai aproveitar a oportunidade, é decisão sua.

Eu não fui criado a leite com pera.

Eu simplesmente tive oportunidade para somente estudar, desenvolver pesquisas e entrar na melhor universidade do país.

Muito pelo contrário, tive uma educação rígida, e enquanto muitos brincavam eu estudava. Estou colhendo os frutos somente agora.

Você fala de educação mas se mostra mal educado me rotulando dessa maneira.
[/quote]

Voltamos a pergunta inicial. Você quer fazer sistemas CRUD o resto da sua vida?

F

Se fizer CRUD lhe render 120 reais a hora (e acredite isso existe) porque não?
Você se esquece que as regras de negócio de cliente e um estreito relacionamento com ele NÃO SE APRENDE EM ACADEMIA.

Enquanto vc se gaba de trampar num “cargux e salariux” de alto valor depois de ter estudado na melhor faculdade do país, o tiozinho da sua esquina que soube levar o negócio dele e abrir uma filial de churrasquinhos ta tirando 3x mais que vc.

E sem diploma :twisted:

S

fabim:
Se fizer CRUD lhe render 120 reais a hora (e acredite isso existe) porque não?
Você se esquece que as regras de negócio de cliente e um estreito relacionamento com ele NÃO SE APRENDE EM ACADEMIA.

Enquanto vc se gaba de trampar num “cargux e salariux” de alto valor depois de ter estudado na melhor faculdade do país, o tiozinho da sua esquina que soube levar o negócio dele e abrir uma filial de churrasquinhos ta tirando 3x mais que vc.

E sem diploma :twisted:

Considere a média.

A média salarial dos formados com os não formados.

Casos isolados não conta.

V

Stacker:
Mas eu percebo que mesmo sem a regulamentação das profissões relacionadas a TI, as grandes empresas já estão exigindo a graduação em seus processos seletivos. Vagas de trainee, por exemplo, só aceitam alunos formados ou em fase final de graduação, e são as que melhor oferecem oportunidades de crescimento profissional dentro de uma empresa, além dos altos salários. Essas oportunidades por si só já são motivos para cursar uma graduação.

E hoje em dia até a pós-graduação está sendo requisitado por empresas. Já vi na universidade diversas vagas para pós-graduandos. Todas oferecendo um ótimo salário.

Mas meu argumento contra a reserva de mercado se baseia justamente nessas afirmações. O próprio mercado já faz essa seleção, caso as faculdades façam um bom trabalho. Dar liberdade a empresa decidir o profissional que quiser, com a graduação que quiser é um princípio básico de qualquer sociedade livre.

Empresas grandes e boas já fazem seleção por faculdade, por cursos de especialização, certificações, etc. Já vi entrevistas em multinacionais aqui, como o HSBC, que dizem inclusive que faculdades podem participar da seleção, excluindo sumariamente profissionais das “Uniesquina” da vida.

Se as empresas estão parando de selecionar isso em algumas regiões, é sinal de um problema sério: as faculdades não estão fazendo um bom trabalho.

Não é porque tiramos a exigência de diploma da lei que estamos proibindo pessoas de exigirem diploma por conta própria. A idéia é diferente. Estamos é dando as empresas a liberdade de também contratar profissionais sem diploma que já tenham se destacado por outros meios. Ninguém aqui está advogando no sentido de forçar a empresa a contratar profissionais sem diploma.

E, estatísticamente, esse é um caminho difícil de se entrar no mercado. E mais difícil ainda de crescer, uma vez que cursos de especialização (infelizmente) estão fechados para esse profissional.


A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.

Não vejo porque empresas de tecnologia de ponta devam parar de continuar exigindo candidatos sem perfil acadêmico. Para essas empresas, a seleção continua como está.

E, claro, por que um instituto de pesquisa deveria ser obrigado a ter um graduado ou um pós graduado, quando vai contratar um programador para manter seu website? Ou por que ele não poderia contratar alguém que se destacou na área de informática, mesmo tendo uma formação complementar como matemática ou física, e mesmo essa pessoa passando por um rigoroso processo de seleção?

V

PS: Apesar de ser rigorosamente contra reservas de mercado em relação a diplomas, admito que eu dou preferência a profissionais diplomados durante a contratação. Jamais contrataria um profissional sem diploma para um cargo mais técnico sem um bom portifólio, e sem eu conhecer bem o trabalho.

E, sim, também tenho minhas faculdades favoritas.

M

O problema não é o trabalho das faculdades, mas a falta de profissionais.

ViniGodoy:

E, claro, por que um instituto de pesquisa deveria ser obrigado a ter um graduado ou um pós graduado, quando vai contratar um programador para manter seu website? Ou por que ele não poderia contratar alguém que se destacou na área de informática, mesmo tendo uma formação complementar como matemática ou física, e mesmo essa pessoa passando por um rigoroso processo de seleção?

Vão contratar do mesmo jeito, mas vai ter uma nomenclatura diferente. Ou você é obrigado a contratar um engenheiro pra fazer um muro ou pintar sua casa?

Pra mim essa lei é inócua em termos práticos, não entendo porque tanto desespero assim.

R

marcosalex:
ViniGodoy:

Se as empresas estão parando de selecionar isso em algumas regiões, é sinal de um problema sério: as faculdades não estão fazendo um bom trabalho.

O problema não é o trabalho das faculdades, mas a falta de profissionais.

ViniGodoy:

E, claro, por que um instituto de pesquisa deveria ser obrigado a ter um graduado ou um pós graduado, quando vai contratar um programador para manter seu website? Ou por que ele não poderia contratar alguém que se destacou na área de informática, mesmo tendo uma formação complementar como matemática ou física, e mesmo essa pessoa passando por um rigoroso processo de seleção?

Vão contratar do mesmo jeito, mas vai ter uma nomenclatura diferente. Ou você é obrigado a contratar um engenheiro pra fazer um muro ou pintar sua casa?

Pra mim essa lei é inócua em termos práticos, não entendo porque tanto desespero assim.

Cara, se eu tiver que pagar 100 mangos por ano para um conselho pra mim já é um desespero!

M

rmendes08:

Cara, se eu tiver que pagar 100 mangos por ano para um conselho pra mim já é um desespero!

Pra mim, depende do que o Conselho fará. Se for pra depender menos de decisão do governo, já tá valendo.

D

Stacker:
fabim:
Se fizer CRUD lhe render 120 reais a hora (e acredite isso existe) porque não?
Você se esquece que as regras de negócio de cliente e um estreito relacionamento com ele NÃO SE APRENDE EM ACADEMIA.

Enquanto vc se gaba de trampar num “cargux e salariux” de alto valor depois de ter estudado na melhor faculdade do país, o tiozinho da sua esquina que soube levar o negócio dele e abrir uma filial de churrasquinhos ta tirando 3x mais que vc.

E sem diploma :twisted:

Considere a média.

A média salarial dos formados com os não formados.

Casos isolados não conta.


A média salarial não discrimina quem tem ou não aquele pedaço de papel.
Se fosse assim, tecnólogo e bacharel teriam salários muito diferentes.
Se fosse assim, aqueles físicos que estão empregados como arquiteto java não teriam o salário igual ao de um arquiteto java formado em ciência da computação ou sistemas de informação.
Aliás, a livre concorrência é o que permite que o salário seja regulado para mais.
Se só formados puderem concorrer à quaisquer vagas, pode-se criar um piso e, este, pode ser menor que a média atual. Isso geraria o efeito contrário ao que você propõe, mas, geraria uma avalanche de vagas como as que existem na área administrativa: auxiliar, ajudante e blá blá blá de escritório, fiscal, comercial, vendas…

D

Entendi.
Espero nunca ligar para a tua empresa, ter o desprazer de ser atendido por alguém com teu modo de pensar deve ser pior que atender àquelas pessoas da LBV pedindo doações.

D

Stacker:

Considere a média.

A média salarial dos formados com os não formados.

Casos isolados não conta.


Primeiro que eu nem dou moral a quem se gaba de ter estudado na melhor faculdade do país (fez Mackenzie, garotinho? ITA? AMAN?) e não aplica concordância em uma frase como “casos isolados não contaM”. Mas tudo bem, eu devo ser chato mesmo.
A média salarial dos formados? Quantos você acha que se formam em direito, ciências contábeis, medicina, engenharias (civil, florestal, química, computação)?
Casos isolados são aqueles que conseguem um salário que cubra o custo de vida de uma cidade e ainda permita ao cidadão viver, pagando saúde, segurança, transporte, moradia, água, luz, telefone, internet, gás, educação para os filhos e sobre para um churrasquinho no fim de semana (peraí, e os impostos?).
Média salarial dos homens, sem filhos, solteiros, que moram com os pais? Ah, aí sim, isso explica muita coisa.
A realidade é outra. Pessoas com 2 ou mais empregos ou abrindo mão de comprar um mustang ou um camaro, até range rover, para poder chegar ao fim do mês e ainda ter grana para comprar uma coca-cola na promoção.
A média deve considerar todos os salários de todos os “profissionais” que atuam num mesmo ramo. Seja em São Paulo ou em Coari, no interior do meio do fim do mundo do Acre (cujo único acesso é através de barco, em viagens de 4 dias, só para ir. Se quiser voltar, são mais 4 dias, até a cidade mais próxima).
Além do mais, se diploma ou estar em um ambiente acadêmico significasse algo, professores jamais reclamariam de salários ou pensariam em greve. Aí você vai querer argumentar, dizendo que professor de instituição privada não reclama, nem faz greve. E eu contraponho dizendo que os mesmos “mestres” das UF-Alguma coisa são os que lecionam pra ti, com raras exceções.
O argumento do fabim é extremamente correto. Se te pagarem o suficiente, você não vai querer trabalhar fazendo html? “Ah não, só trabalho com tecnologia de ponta”.
E se ninguém quisesse programar em assembler, por ser arcaica e difícil, como a tecnologia avançaria?

L

Você está sendo um pouco ingênuo. Deixe-me advinhar, jovem, 20 e poucos anos, entrando agora no mercado de trabalho depois de fazer uma faculdade ou terminando-a? A suas expectativas são muito teóricas.

A minha experiência em multinacionais foi ver pessoas com diploma de faculdades de nome (ITA, Unicamp, UF-AlgumaCoisa, USP, etc) trabalhando ou com tarefas administrativas em algum cargo gerencial, onde o mais próximo de tecnologia que a pessoa chega é o e-mail ou o Excel, ou fazendo sistemas em Java que qualquer um conseguiria fazer.

Existem vagas chiques por aí. Mas isso está longe de ser representativo no mundo de TI. Se isso for 1% acho que é muito.

Aliás, não apenas no Brasil, mas nos EUA e em qualquer lugar também é assim.

A propósito, antes que você pergunte, eu também tenho experiência internacional e lá não é muito diferente daqui não. É melhor em alguns aspectos, mas não é muito diferente.

J

cof… cof… amigo… ninguem programa em assembler… programa-se em assembly… assembler é montador!

D

jmmenezes:
drsmachado:

E se ninguém quisesse programar em assembler, por ser arcaica e difícil, como a tecnologia avançaria?

cof… cof… amigo… ninguem programa em assembler… programa-se em assembly… assembler é montador!

Sinto que alguém pesquisou a wikipedia antes de vir comentar…
Sim, eu também cometo falhas (leu a frase do meu perfil, pois é…)

J

drsmachado:
jmmenezes:
drsmachado:

E se ninguém quisesse programar em assembler, por ser arcaica e difícil, como a tecnologia avançaria?

cof… cof… amigo… ninguem programa em assembler… programa-se em assembly… assembler é montador!

Sinto que alguém pesquisou a wikipedia antes de vir comentar…
Sim, eu também cometo falhas (leu a frase do meu perfil, pois é…)

Ok… se quer pensar isso que pesquisei a wikipedia, pense assim amigo! Só te digo que aprendi assembly antes mesmo de existir wikipedia, mas tanto faz eu dizer isso aqui no GUJ. não vai levar a nada!
Só comentei pois você estava criticando a escrita do outro amigo e escreveu errado!

S

drsmachado:
Stacker:

Não. Não está bom. As multinacionais também precisam de profissionais para ficar atendendo o telefone e dando suporte e manutenção, o que não exige escolaridade.

Entendi.
Espero nunca ligar para a tua empresa, ter o desprazer de ser atendido por alguém com teu modo de pensar deve ser pior que atender àquelas pessoas da LBV pedindo doações.

Pode ficar tranquilo, porque eu não trabalho em empresa. Sou acadêmico.

E logo, no laboratório onde trabalho, só entra mestres e doutores.

Pode ficar tranquilo quanto a isso.

S

Não. Perfil errado.

Muito pelo contrário. Já tenho anos de experiência em pesquisas, sou formado e estou fazendo Mestrado, ano que vem começo o doutorado.

S

Pesquise por melhor universidade do Brasil que você descobre, garotinho.

E acredite, encontrar erros de concordância em em um fórum não é a melhor forma de obter vantagem na discussão.

Depende da universidade. Se você fez uma universidade de baixo nível, vai ganhar péssimo salários.

Ou você acha que um médico formado ganha igual um programador Java Junior?

A grande maioria dos formados estão vivendo muito bem hoje. Pelo menos os meus companheiros de classe.

Explica sim, explica que alguns pensam mais que os outros.

Se a pessoa quer casar, morar sozinho e ter filhos sem um bom emprego. Bem, é opção dele.

Você só pode estar brincando ou eu vivo em um mundo diferente do seu.

Isso já mostra que você não sabe estatística. Depende da amostra, da população. Não tem como comparar São Paulo Capital com interior.

Os meus professores não reclamam de salário. Professores doutores de grandes universidades recebem um bom salário sim. Procure pesquisar.

S

drsmachado:
jmmenezes:
drsmachado:

E se ninguém quisesse programar em assembler, por ser arcaica e difícil, como a tecnologia avançaria?

cof… cof… amigo… ninguem programa em assembler… programa-se em assembly… assembler é montador!

Sinto que alguém pesquisou a wikipedia antes de vir comentar…
Sim, eu também cometo falhas (leu a frase do meu perfil, pois é…)

Se você também comete falhas, não deveria acusar meu erro de concordância.

E lembre-se: Erro de conceito é pior que erro de concordância.

L

Stacker:
Longino:

Você está sendo um pouco ingênuo. Deixe-me advinhar, jovem, 20 e poucos anos, entrando agora no mercado de trabalho depois de fazer uma faculdade ou terminando-a? A suas expectativas são muito teóricas.

Não. Perfil errado.

Muito pelo contrário. Já tenho anos de experiência em pesquisas, sou formado e estou fazendo Mestrado, ano que vem começo o doutorado.

Ou seja, você está admitindo que nunca entrou no mercado de trabalho e tem zero experiência prática.

A carreira das pessoas varia muito, e a julgar pela quantidade de doutores, mestres e gente formada em faculdade de nome trabalhando em coisas simples eu diria que ou não existem vagas para tanta gente no mundo idílico descrito por ti ou não compensa financeiramente e eles acabam saindo.

F

Stacker:

Pode ficar tranquilo, porque eu não trabalho em empresa. Sou acadêmico.

E logo, no laboratório onde trabalho, só entra mestres e doutores.

Pode ficar tranquilo quanto a isso.

Ou seja: você não está na esfera de quem trabalha pra empresas, mas mesmo assim fala como se soubesse como é a realidade?
Suas fontes são quais? Artigos de internet? Revista INFO? Amigos gestores de multinacionais?

Existe uma palavra no dicionário português para definir a sua posição nesse tópico: INAPTO

S

Longino:
Stacker:
Longino:

Você está sendo um pouco ingênuo. Deixe-me advinhar, jovem, 20 e poucos anos, entrando agora no mercado de trabalho depois de fazer uma faculdade ou terminando-a? A suas expectativas são muito teóricas.

Não. Perfil errado.

Muito pelo contrário. Já tenho anos de experiência em pesquisas, sou formado e estou fazendo Mestrado, ano que vem começo o doutorado.

Ou seja, você está admitindo que nunca entrou no mercado de trabalho e tem zero experiência prática.

A carreira das pessoas varia muito, e a julgar pela quantidade de doutores, mestres e gente formada em faculdade de nome trabalhando em coisas simples eu diria que ou não existem vagas para tanta gente no mundo idílico descrito por ti ou não compensa financeiramente e eles acabam saindo.

Depende. Existe pesquisa teórica e aplicada.

Muitas vezes desenvolvemos produtos que geram patentes e as empresas licenciam.

Ou seja, desenvolvemos produtos como qualquer empresa. Só que desenvolvemos produtos inéditos.

Em relação financeira, pode acreditar que compensa, sem contar a estabilidade do emprego. O que ocorre é que algumas pessoas não tem o perfil de pesquisador, e preferem trabalhar em empresas. É tudo questão de perfil.

M

Pessoal, não vamos descambar as discussões em ofensa pessoal pro tópico não ser trancado.

Quero só lembrar um outro ponto: regulamentação <> exigência de diploma.

S

Gostaria de deixar claro algumas coisas.

De forma alguma estou levando para o lado pessoal a discussão, apesar de estar debatendo diretamente com vários usuários.

Eu simplesmente acho que a profissão deveria ser regulamentada para proteger nós mesmos.

Valorizo todos os tipos de trabalhos e realmente desejo que todos daqui consigam sucesso com o que faz.

S

marcosalex:
Pessoal, não vamos descambar as discussões em ofensa pessoal pro tópico não ser trancado.

Quero só lembrar um outro ponto: regulamentação <> exigência de diploma.

Bem observado.

Acho que podemos discutir essa relação.

F

Stacker:

Em relação financeira, pode acreditar que compensa, sem contar a estabilidade do emprego.

“Argumentum ad ignorantiam”

Você se esquece que a SUA realidade não pode ser tomada como verdade absoluta, porque isso vai depender da região onde vc vive.
Eu conheço pessoalmente 1 doutor em biologia, e 3 mestres em ciência da computação. NENHUM deles trabalha na área de pesquisa porque simplesmente não há vagas na região onde eu moro. Alguns deles passam ate dificuldade de não poder construir família pq a única coisa que conseguem é uma bolsa ridícula da governo. O que é LAMENTÁVEL.

Fico feliz que no seu caso a história é diferente. É louvável o trabalho de pesquisa e deve sim ser muito bem remunerado.

Mas tomar isso como verdade e esquecer-se de levar em conta as diferentes realidades é um erro básico e um argumento totalmente FALACIOSO.

H

Stacker:

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.

Um site em PHP pode valer $100b.

V

Hermanoz:
Depender de salário ou ter que viver estudando “sistemas críticos”? Não é muito pra pouco resultado?
Sei lá, principalmente nos dias de hoje, onde um site em PHP pode valer $100b.

Essa é uma escolha pessoal, que deve ser feita de acordo com seu perfil profissional, suas motivações e a região onde você vive.

Tem muita gente que prefere vender pilhas de sistemas simples, do que tentar engajar num sistema complexo. Outros (como eu) já preferem ter um baita abacaxi por dia, e dedicar horas de estudos para resolver problemas que ninguém resolve no dia-a-dia.

Não dá é para tirar das pessoas é o direito de escolha do que fazer, e como. Do quanto se capacitar, e no que se capacitar.
E é exatamente sobre tirar esse direito que estamos falando quando falamos em restrições de mercado (o nome “restrição” não está lá à toa).

O mesmo vale para as empresas. Elas tem que ter autonomia para escolher profissionais que melhor as atendem. Por exemplo, no caso da Petrobrás (que gerou uma discussão similar a esse esses dias atrás): É melhor ter um físico que entende meia boca de computação, ou um desenvolvedor de software que entende meia boca de física? Isso é ela, e somente ela, que tem conhecimento técnico e autonomia suficiente para decidir. Canetear uma exigência de diploma no governo e criar uma “regra geral” é, no mínimo, ridículo.

Quanto aos sistemas de $100b. Esses sim são exceção, não regra. Não é fácil simplesmente ter uma boa idéia e se tornar um bilionário.
Em termos de segurança e carreira profissional, o “pouco resultado” geralmente é um caminho mais seguro do que apostar que um belo dia você será o criador do novo facebook.

S

Hermanoz:
Stacker:

A questão é que existem empresas que trabalham somente com tecnologias de ponta, seja programando sistemas críticos para aviação como desenvolvendo software para equipamentos médicos.

E nesses casos a empresa não pode contratar profissionais sem qualificação (graduação e em alguns casos pós graduação), não se pode confiar em um conhecimento adquirido de forma auto didata sem nenhum preparo acadêmico anterior.

E são essas as empresas que geralmente oferecem os melhores salários e oportunidades de crescimento.

Um site em PHP pode valer $100b.

A questão não é PHP. A questão é que o Facebook tinha um diferencial.

A linguagem não importa.

E hoje o Facebook não usa somente PHP. Só a título de curiosidade.

S

ViniGodoy:
Hermanoz:
Depender de salário ou ter que viver estudando “sistemas críticos”? Não é muito pra pouco resultado?
Sei lá, principalmente nos dias de hoje, onde um site em PHP pode valer $100b.

Essa é uma escolha pessoal, que deve ser feita de acordo com seu perfil profissional, suas motivações e a região onde você vive.

Tem muita gente que prefere vender pilhas de sistemas simples, do que tentar engajar num sistema complexo. Outros (como eu) já preferem ter um baita abacaxi por dia, e dedicar horas de estudos para resolver problemas que ninguém resolve no dia-a-dia.

Concordo plenamente.

J

Proteu Alcebidiano:
Luca:
Olá

Vocês que defendem tanto a regulamentação e se posicionam contra os autodidatas, por favor me respondam (sejam honestos)

  1. Vocês frequentaram todas as aulas direitinho? Ou pediram alguém para assinar a lista por vocês?

  2. Colaram alguma vez?

  3. Fizeram todos os trabalhos? Ou só assinaram alguma vez?

Então vou contar duas coisas:

a) O autodidata pode não ter o diploma mas não cometeu os pequenos crimes que citei nas 3 perguntas.

b) Tem autodidatas como o Pedro Franceschi que com 13 anos já era famoso justamente por programar e conseguir clientes com o que programava.

O diploma deu fama e clientes a algum de vocês?

Pois é, pensem nisto.

Eu como engenheiro afirmo: 42 anos de formado, paguei o CREA por 35 anos e nunca o CREA fez nada por mim. Pensem bem antes de achar que ter que pagar um órgão regulamentador da profissão, uma cartório tipo CREA ou OAB, vai impedir um Pedro Franceschi ser mais famoso e ter mais downloads do que você.

Abraços
Luca

Assino embaixo.

Quem precisa adotar medidas protecionistas (regulamentação, e.g), na minha opinião, se enquadra nos seguintes perfis:

  1. Conhece / faz parte de algum grupo influente que após uma regulamentação sairá ganhando com o dinheiro dos outros

  2. É inseguro e acha que só porque fez uma faculdade terá privilégios na vida (faculdade é uma das maneiras de te guiar numa formação sistemática de conhecimento, e não deveria passar disto)

  3. Acha que sua profissão precisa do mesmo nível de “nobreza” do que outras profissões, com o intuito de se auto-afirmar na sociedade

  4. Ignora a demanda de informatização mundial, reservando o mercado com o único intuito de aumentar seus embargos e consequentemente criar um mercado fechado com gente que pensa da mesma maneira.

Enfim, sou formado, acadêmico por natureza, adoro o mundo universitário.
O que não gosto é de dar dinheiro pra quem não tem nada a ver com isso.
O que não gosto é de alimentar gente que não trabalha.

E não gosto simplesmente porque este assunto não faz sentido algum para mim.

T+

Perfeito!!!

Criado 15 de maio de 2012
Ultima resposta 16 de mai. de 2012
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