O tempo passa as coisas evoluem e quem é que ainda nos dias de hoje de tanta tecnologia faz apenas a tarefa repetitiva de programaçao? Só codificação e nada mais? Quem nao para pra analisar, descobrir como vai funcionar, como vai integrar, quais frameworks, compatibilidades, volumetria, memória, processamento boas práticas, design patterns e toda essa parafernália?
Não aceite ser chamado de programador! Nós somos muito mais que codificadores, nós somos desenvolvedores e muitas vezes analistas e arquitetos!
PROGRAMADOR É COISA DO COBOL! JAVA NÃO TEM PROGRAMADOR!
:evil: :x :x :x :x :x
Mas e como fica a brincadeira “Garoto de Programa” ? rsrsrs
S
sergiotaborda
Sparcx86:
O tempo passa as coisas evoluem e quem é que ainda nos dias de hoje de tanta tecnologia faz apenas a tarefa repetitiva de programaçao? Só codificação e nada mais? Quem nao para pra analisar, descobrir como vai funcionar, como vai integrar, quais frameworks, compatibilidades, volumetria, memória, processamento boas práticas, design patterns e toda essa parafernália?
Não aceite ser chamado de programador! Nós somos muito mais que codificadores, nós somos desenvolvedores e muitas vezes analistas e arquitetos!
[b]
Embora concorde com a sua mensagem de não deixar que o chamem de programador, não posso concordar com o seu radicalismo.
Programador não é uma profissão, é uma atividade. Sim existe programação sem desenvolvimento (POG) e programar não significa escolher frameworks.
Se vc é pago como programador e tem que escolher frameowrks, estão abusando de vc.
Já agora, vamos abolir também a expressão “fazer programas” e substituir por “desenvolver software”. Embora a Lei do Software não define o que é um software e fale em “programas de computador” a expressão “fazer programas” tem outras conotações nada abonatórias.
R
Rafael_Nunes
Eu já aboli, agora exijo que todos me chamem de ‘Doutor’.
Pra mim é como ser chamado de ‘recurso’ vs 'consultor/whatever
Estou mais preocupado em como me tratam do que como se referenciam a mim.
L
lina
Oi,
Por mim, podem me chamar de programadora.
Tchauzin!
R
rbrugnollo
[2]
kkkkk
L
Leonardo3001
Penso o oposto: deveríamos valorizar a palavra programador.
Ok. Tem gente que gostaria de ser chamado de desenvolvedor, arquiteto ou analista de qualquer coisa. Mas são títulos que escondem a nossa atividade principal: a de criar programas. Acredito que a palavra programador é o que melhor define nossa atividade, principalmente para gente que não é da nossa área; e que deveria ser usado mesmo que o profissional tenha títulos mais pomposos no seu crachá.
F
Felagund
Eu gosto mais do termo desenvolvedor,
mas não vejo o por que da sopa de letrinhas, o que é um titulo? Quantos conhecem gerentes de projeto que são somente gerentes? Ou pior, capatazes, que estão lá pra monitorar teu trabalho, não pra auxiliar.
Pra mim como me chamam não altera o que eu faço, e eu sou um programador/desenvolvedor/analista, se me chamar de qualquer um deses pra mim não importa.
Só acho que o termo programador normalmente para leigos soa como peão, o “oreia seca” da empresa, então normalmente uso o termo desenvolvedor
[]'s
T
thiago_algo
Concordo pelnamente com isso.
M
ManoJava
Fazer o que né tem que ser programador, pois nas descrições de cargos e salários da minha empresa consta o termo programador e não desenvolvedor, então como o que importa no meu caso é a remuneração, fica como programador mesmo.
Att.
W
windsofhell
lina:
Oi,
Por mim, podem me chamar de programadora.
Tchauzin!
Tb nao vejo mal algum em programador.
//Daniel
R
rananfu
Nunca pensei no assunto porque estou muito ocupada estudando e programando !!
Perder tempo com essas coisas é bobagem
A
Abdon
Na verdade, quanto perguntam o que eu faço da vida, sempre respondo sem pensar: eu sou programador. Acho que é até mais facil das pessoas entenderem.
J
J113
lina:
Oi,
Por mim, podem me chamar de programadora.
Tchauzin!
Olha lá hein Lina… Para as meninas fica pior essa brincadeira de “programador/programadora” e se eu te chamar pra “fazer um programa” rsrsrsrssr.
Bjinho tô brincando com vc hein!!!
P
Pumpkin
E que preconceito é esse com o Cobol??? Além de Desenvolver/Programador Java, já trabalhei como Desenvolvedor/Programador Cobol.
E acredite não ficava só codificando…
Desenvolvedor ou Programador tudo a mesma coisa, o que importa é o final do mês isso sim…
Prefiro ser um programador ganhando bem do que um Desenvolvedor ganhando mal…
A
Alexandre_Saudate
hhahahahahahahahahahahhaha!!!
M
Marky.Vasconcelos
Prefiro arquiteto de software.
o.0
Mas me contento com programador mesmo.
R
rananfu
windsofhell:
lina:
Oi,
Por mim, podem me chamar de programadora.
Tchauzin!
Tb nao vejo mal algum em programador.
//Daniel
F
FrancoC
Arquiteto/Engenheiro de Software
Engenheiro de Sistemas
Analista de Sistemas
Programador
Desenvolvedor de Software
Técnico em Informatica (para pessoas ignorantes)
E outros titulos mais pejorativos, que nao entrarei no merito aqui
G
garcia-jj
“Tio da informática”
A
Alexandre_Saudate
“Carinha que mexe com computador”
M
Mero_Aprendiz
Se me chamar pelo nome já tá bom! =]
[]'s
JL
J
juliofsn
Na minha empresa eu sou desenvolvedor, mas outro dia fui fazer cadastro numa loje e me perguntaram minha profissão, eu falei programador mesmo
E já que cada um pode dar sua sugestão, a minha é “computeiro”.
R
Rubem_Azenha
“Mano da TI”
L
lazarento
" Mexo com tóchico "
F
Felagund
MInha mãe so foi descobri a minha profissião depois que viu na novela, e veio me perguntar o que era um “Programador” hauhuahuahua.
Até imaginei o dialog com alguma pessoa:
ALguem: E teu filho trabalha no q?
Minha mãe: Meche com computador.
Resumindo o Carinha de T.i. ehehhe
N
ncm
Vocês nessa discução boba,
eu trabalhei numa tercerizada onde por eu usar um blusão rosa,
fiquei conhecido como rosinha.
Apartir daí o bagulho pegou e ninguém mais sabia meu nome,
era rosinha para todos que tinham contato comigo.
Uma vez fui receber um elogio da cliente chefe, e ela me chamou por rosinha.
Nessas horas acho que até preferiria de ser chamado de estagiário.
rsrsrsrsrs
Até que era bem engraçado
E
elomarns
Embore ache que “desenvolvedor de software” expresse melhor o conjunto de atividades que costumamos fazer, não vejo problema nenhum com a palavra “programador”. Até porque, a maioria das pessoas sabe o que é um programador, por isso fica mais fácil explicar para terceiros o que fazemos do que usando “desenvolvedor” ou “analista de sistemas” (essa expressão sim me desagrada).
Por fim, vale mencionar que pessoas do calibre do Dennis Ritchie se definem como programador, portanto, estar na mesma categoria que o criador do C e um dos criadores do Unix não pode ser demérito.
M
ManoJava
Antigamente era o cara do CPD
A
Alexandre_Saudate
ncm:
Vocês nessa discução boba,
eu trabalhei numa tercerizada onde por eu usar um blusão rosa,
fiquei conhecido como rosinha.
Apartir daí o bagulho pegou e ninguém mais sabia meu nome,
era rosinha para todos que tinham contato comigo.
Uma vez fui receber um elogio da cliente chefe, e ela me chamou por rosinha.
Nessas horas acho que até preferiria de ser chamado de estagiário.
rsrsrsrsrs
Até que era bem engraçado
E você esperava algo diferente, indo trabalhar com um blusão rosa???
L
lazarento
Acho que quem vai fazer a diferença é o próprio profissional , a diferença entre “Digitar código” e “Desenvolver código” . Tem um monte de gente por ai que está contratado como Desenvolvedor e não sabe “Desenvolver” uma linha de código sozinho.
A
Alexandre_Saudate
elomarns:
Embore ache que “desenvolvedor de software” expresse melhor o conjunto de atividades que costumamos fazer, não vejo problema nenhum com a palavra “programador”. Até porque, a maioria das pessoas sabe o que é um programador, por isso fica mais fácil explicar para terceiros o que fazemos do que usando “desenvolvedor” ou “analista de sistemas” (essa expressão sim me desagrada).
Por fim, vale mencionar que pessoas do calibre do Dennis Ritchie se definem como programador, portanto, estar na mesma categoria que o criador do C e um dos criadores do Unix não pode ser demérito.
E na mesma categoria dos estagiários da empresa, também!
E
elomarns
asaudate:
elomarns:
Embore ache que “desenvolvedor de software” expresse melhor o conjunto de atividades que costumamos fazer, não vejo problema nenhum com a palavra “programador”. Até porque, a maioria das pessoas sabe o que é um programador, por isso fica mais fácil explicar para terceiros o que fazemos do que usando “desenvolvedor” ou “analista de sistemas” (essa expressão sim me desagrada).
Por fim, vale mencionar que pessoas do calibre do Dennis Ritchie se definem como programador, portanto, estar na mesma categoria que o criador do C e um dos criadores do Unix não pode ser demérito.
E na mesma categoria dos estagiários da empresa, também!
Se você prefere nivelar por baixo, em termos de conhecimento e experiência (não joguem pedras em mim, estagiários), sim. Já eu fico satisfeito com uma expressão que descreve razoavelmente bem o que eu faço, é de fácil compreensão para leigos, e que é suficiente para gente muito mais competente do que eu, citando novamente pessoas como Dennis Ritchie.
A
Alexandre_Saudate
elomarns:
asaudate:
elomarns:
Embore ache que “desenvolvedor de software” expresse melhor o conjunto de atividades que costumamos fazer, não vejo problema nenhum com a palavra “programador”. Até porque, a maioria das pessoas sabe o que é um programador, por isso fica mais fácil explicar para terceiros o que fazemos do que usando “desenvolvedor” ou “analista de sistemas” (essa expressão sim me desagrada).
Por fim, vale mencionar que pessoas do calibre do Dennis Ritchie se definem como programador, portanto, estar na mesma categoria que o criador do C e um dos criadores do Unix não pode ser demérito.
E na mesma categoria dos estagiários da empresa, também!
Se você prefere nivelar por baixo, em termos de conhecimento e experiência (não joguem pedras em mim, estagiários), sim. Já eu fico satisfeito com uma expressão que descreve razoavelmente bem o que eu faço, é de fácil compreensão para leigos, e que é suficiente para gente muito mais competente do que eu, citando novamente pessoas como Dennis Ritchie.
Na real, o comentário não foi feito nivelando… é que, de fato, é um termo beeeem abrangente!
EDIT: “gerente” também é um termo que define muitas coisas, não?
E
erickles
Me pagando bem, pode me chamar de qualquer coisa heheheheh…
Mas não vejo problema com programador.
S
sardinha
Quando me perguntam, falo que sou programador estagiário em uma empresa.
Até hoje nao entendi porque certas pessoas tem vergonha de dizer que é estagiário/programador.
[]'s
A
Alexandre_Saudate
erickles:
Me pagando bem, pode me chamar de qualquer coisa heheheheh…
Mas não vejo problema com programador.
Chamar de qualquer coisa, também não, neh?!?!?!?!? =D
E
elomarns
asaudate:
elomarns:
asaudate:
elomarns:
Embore ache que “desenvolvedor de software” expresse melhor o conjunto de atividades que costumamos fazer, não vejo problema nenhum com a palavra “programador”. Até porque, a maioria das pessoas sabe o que é um programador, por isso fica mais fácil explicar para terceiros o que fazemos do que usando “desenvolvedor” ou “analista de sistemas” (essa expressão sim me desagrada).
Por fim, vale mencionar que pessoas do calibre do Dennis Ritchie se definem como programador, portanto, estar na mesma categoria que o criador do C e um dos criadores do Unix não pode ser demérito.
E na mesma categoria dos estagiários da empresa, também!
Se você prefere nivelar por baixo, em termos de conhecimento e experiência (não joguem pedras em mim, estagiários), sim. Já eu fico satisfeito com uma expressão que descreve razoavelmente bem o que eu faço, é de fácil compreensão para leigos, e que é suficiente para gente muito mais competente do que eu, citando novamente pessoas como Dennis Ritchie.
Na real, o comentário não foi feito nivelando… é que, de fato, é um termo beeeem abrangente!
EDIT: “gerente” também é um termo que define muitas coisas, não?
Concordo que “programador” é um termo bem abrangente, mas a nossa profissão é mesmo abrangente. Por exemplo, dois desenvolvedores podem executar o mesmo conjunto de tarefas (definição da arquitetura, implementação das features e criação dos testes automatizados, por exemplo), mas por usarem tecnologias e metodologias diferentes, na prática, o trabalho deles pode ser bem diferente.
No fim das contas, tanto “programador” quanto “desenvolvedor de software” são expressões vagas. E mesmo a primeira sendo um subconjunto da segunda, eu não a considero indigna, já que ela expressa uma das mais importantes atividades do desenvolvimento de software, sendo em geral justamente a atividade que nos trouxe a esta indústria. Além disso, como disse antes, “programador” tem o bônus de não precisar ser explicado.
J
josenaldo
Sinceramente, me pagando o que eu quero para que eu faça o trabalho que eu gosto, podem me chamar até de Minino da informática. POGramador também é legal.
Ao invés de se preocupar em ser chamado isso ou aquilo, essa galerinha preocupada com títulos deveria se preocupar em merecer tais títulos. Bejo uns moleques recém saídos da faculdade, não sabem de nada, não gostam de ler, acham que estudar demais é ser babaca… E estão mais preocupados com status do nome que com o trabalho e condições de trabalho.
Que foi? Ser chamade de Arquiteto de Software vai fazer sua mãe se orgulhar mais?
As meninas olha mais pra Analistas de Sistemas que para Programadores?
Restaurante chic sempre tem reserva pra quem é Engenheiro de Sistemas?
Dane-se. Análise, modelagem, testes… Tudo isso faz parte de meu trabalho. E meu trabalho é criar programas. E nenhum nome pomposo vai mudar o fato de que gosto mesmo é de programar.
L
luistiagos
pior q ser chamado de programador e ser chamado de recurso…
M
Marky.Vasconcelos
O pior é ter que ir correndo quando o patrão chama enunciando “VEM CA! QUE ACONTECEU AQUI?!?!”.
Quando chego o Internet Explorer ta em FullScreen, só apertei F11 e fiz cara de desprezo pra ele.
M
Mero_Aprendiz
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
2X
J
josenaldo
Tá achando ruim? Passa um tempo sendo chamade de desempregado… É lindo. rssrsrsrsrsrsrsrsr
F
fredferrao
josenaldo:
Sinceramente, me pagando o que eu quero para que eu faça o trabalho que eu gosto, podem me chamar até de Minino da informática. POGramador também é legal.
Ao invés de se preocupar em ser chamado isso ou aquilo, essa galerinha preocupada com títulos deveria se preocupar em merecer tais títulos. Bejo uns moleques recém saídos da faculdade, não sabem de nada, não gostam de ler, acham que estudar demais é ser babaca… E estão mais preocupados com status do nome que com o trabalho e condições de trabalho.
Que foi? Ser chamade de Arquiteto de Software vai fazer sua mãe se orgulhar mais?
As meninas olha mais pra Analistas de Sistemas que para Programadores?
Restaurante chic sempre tem reserva pra quem é Engenheiro de Sistemas?
Dane-se. Análise, modelagem, testes… Tudo isso faz parte de meu trabalho. E meu trabalho é criar programas. E nenhum nome pomposo vai mudar o fato de que gosto mesmo é de programar.
josenaldo, é q os mlk de faculdado são novinhos…vc tem q beja uns menininhos mais velhos
sahushuauhsuahsa
J
josenaldo
Frango:
suahushuasuha
eu ia faze essa piada…
josenaldo, é q os mlk de faculdado são novinhos…vc tem q beja uns menininhos mais velhos
sahushuauhsuahsa
Eu beijar uns menininhos mais velhos??? Tá me confundindo com suas fantasias homoeroticas, rapaz? srsrsrsrsrrs
Fato é que tem muita gente saindo da faculdade hoje, sem nenhuma experiencia em nada e já querendo cargo de liderança… rssrsr
Eu memso já entrevistei umas criaturas dessas… Mas quer saber? Tenho a solução pra esses caras ficarem felizes…
Basta a gente contratá-los como Engenheiro de Software Trainee Baby 1… Duvido que a vovó não vai contar pra todas as amigas… srsrsr
S
sulito
PROGRAMADOR , DESENVOLVEDOR, IT, para mim não importa muito o nome ao qual nos chame, o importante é nos valorizarem (financeiramente, moralmente, tecnicamente) , podem até me chamar de kid, miudo, puto, cara,
M
maior_abandonado
se me pagarem direito, se eu for bem tratado, podem me chamar de programador, desenvolvedor ou criador de programas… to nem ai
F
FrancoC
Acredito que o termo correto deveria ser Analista de Sistemas. Pelo motivo que independente de sua atual função dentro da organização, se trabalha como desenvolvedor, se administrador de BD, ou analista de negócios, arquiteto ou gerente de desenvolvimento, etc. a sua formação é a de Analista de Sistemas, Tecnólogo ou Bacharel, e portanto é essa sua profissão para o resto da vida.
Se nós mesmos nao nos damos valor na sociedade, se voce só pensa em ganhar seu dinheirinho suado no final do mês, que é o que a maioria da “molecada” aqui pensa, realmente é uma profissão que será sempre marginalizada. Coisa de nerd, de moleque. Sem falar nos empresarios que investem no setor e não possuem nenhuma formação. Isso não condiz com a importância que o software tem na nossa sociedade. Agora mesmo foi lançado pelo SUS um sistema que quase substitui cardiologistas, quase pq remotamente ainda existe um profissional da área para assegurar o diagnostico.
M
mochuara
Vc acabou de descrever a visão de software institucionalizada pelo mercado “enterprise”, ou o mundo real para muitos programadores, que é por sua vez justamente o modelo falido. Analista de sistemas é uma tentativa de refletir a idéia de que é tudo farinha do mesmo saco, mas analista de negócios, gerencia e desenvolvimento são papeis totalmente diferentes. O que te faz pensar que pode atuar em todos eles?
C
cs.santos0
é simples…
quando ver uma vaga de programador é só não se candidatar…é só ficar esperando por uma de arquiteto e pronto…
é cada uma…
F
FrancoC
Eu acredito porque a minha formação me permite isso. È obvio que nessa área nunca podemos estagnar nossa formação, voce deve estar sempre se especializando cada vez mais.
Nossa área DEVERIA ser como na medicina, voce tem um formação comum a todos, e a partir daí voce tem de optar pór um espectro de especializacoes. E nao como é nas engenharias onde a formação pela sua natureza extremamente complexa voce se limita ao seu campo de atuacao.
E
Eduardo_Bregaida
windsofhell:
lina:
Oi,
Por mim, podem me chamar de programadora.
Tchauzin!
Tb nao vejo mal algum em programador.
//Daniel
Concordo, vc não é um Code monkey só pq é chamado de programador.
F
felipemartinsss
Eu gosto do termo programador.
Apesar de outras áreas do desenvolvimento de software exigirem uma visão mais ampla, no sentido de conhecer diversas tecnologias e processos, a programação e os algoritmos são a base do software, de cada componente. A forma como foi programado é um dos fatores que decide se o software tem qualidade ou não. E com isso, não é qualquer monkey que poderia fazê-lo. De maneira simples talvez sim (só para resolver o problema), mas de maneira inteligente nem sempre é fácil.
J
juliocbq
Pumpkin:
E que preconceito é esse com o Cobol??? Além de Desenvolver/Programador Java, já trabalhei como Desenvolvedor/Programador Cobol.
E acredite não ficava só codificando…
Desenvolvedor ou Programador tudo a mesma coisa, o que importa é o final do mês isso sim…
Prefiro ser um programador ganhando bem do que um Desenvolvedor ganhando mal…
É mesmo. Para mim tanto faz.
F
fredferrao
Pra mim não tem problema algum.
Inclusive quando me perguntam o que faço, por mais que na ‘empresa publica’ que trabalho, o meu cargo de carreira ser analista de sistemas, eu simplesmente não consigo falar que sou analista, digo que sou programador mesmo :roll:
S
sergiotaborda
Como sempre a maioria das pessoas não está entendendo a profundidade do problema. (curiosamente parece que quanto mais novo menos entende e quando mais velho menos procupado está desde que paguem no final do mês)
A questão do nome se relaciona diretamente ao respeito e o respeito se relaciona diretamente às condições em que trabalha e ao dinheiro que ganha.
Vcs ficam se queixando que recebem pouco, que são explorados, que os gerentes fazem nada e ganham tudo, que ninguem respeita a opinião de vcs numa reunião, etc… mas depois aceitam ser chamados de programadores e pior, acham que a vossa profissão de pode chamar de “programação”.
Enquanto vcs não se derem ao respeito, ninguem vos vai respeitar. Certos abusos devem ser cortados na raiz. Vc não trata o pessoal do RH por mano-faz-nada então porque eles podem trata-lo por mano-programador?
Programador, caso vcs não tenham entendido é depreciativo e conectado a termos como operário, fábrica, chão de fábrica , ou seja: ralé que pode ser substuida sem pestanejar. “Programador” significa apenas :“escritor de código”. qualquer criança pode programar, mas desenvolver requer muitos mais skills além de saber escrever código. Não se enganem achando que “programador” é um termo abranjente. Não É!
Tlv vcs nunca tenham ouvido algum dizer “fazemos a especificação e depois de tudo certo passamos para o programador” , leia-se"programador não pensa, apenas digita codigo". É daqui que vem a expressão code monky porque neste sentido um macaco treinado poderia fazer o mesmo.
O respeito e o entendimento que a sociedade tem da profissão é irrelevante. Ninguém sabe realmente o que faz um médico ou um tecnico nuclear, mas as pessoas têm respeito. ninguem vai entender o que fazemos (a menos que seja um de nós) portanto deixar as pessoas usar nomes prejorativos, mesmo quanto elas não estão tentando ofender, é errado. Deixar que elas usem o termo porque “não conhecem outro” é igualmente errado. É um desrespeito à sua profissão, a si como profissional e a todos os colegas: a menos, é claro, que vc seja apenas um programador.
Um desenvolvedor junior pode ser apenas um programador? Não se espera que pense muito ou resolva problemas complexos? Errado. Se espera sim que ele resolva problemas complexos. Se espera que saiba um monte de coisas, como boas práticas , padrões, estilos, etc… escrever código que o computador entende é simples, escrever código que outras pessoas entendem é difícil. Várias coisas têm que ser continuamente pensadas e incluidas para que o software tenha qualidade. E é isso que é a profissão de desenvolvedor. Não é escrever código, escolher frameworks ou arquiteturas. essas coisas são apenas parte do trabalho de deixar o software com qualidade.
como disse antes, programador não é uma profissão, é um termo que designa qualquer um que escreva código. Mas não significa que escreva codigo limpo, com cuidado, com qualidade. E tem mais, desenvolver software se faz sem escrever código. O código é apenas o produto final do desenvolvimento.
Não se chame a si mesmo de programador. Isso o desqualifica. Se alguem se apresenta a mim como programador meu primeiro pensamento é :“este cara é um junior” , ou seja, ele não tem noção da profissão que exerce ( ou pretende exercer). Pior que isso só os que dizem : “sou programador à x anos e espero ser gerente em mais y anos”. ai é que é de morrer.
J
josenaldo
BULLSHIT!
Eu tenho o respeito que quero onde trabalho. Ganho o que acho justo. As pessoas me respeitam e me escutam. E não consegui isso me preocupando com o nome que elas dão, mas sim, com meu trabalho.
ME preocupei sempre em fazer o que gosto. Em ser um bom profissional. E se não me tratam bem,. a despeito do nome que dão, eu simplesmente procuro uma outra empresa onde possam em tratar bem. Ponto final.
Programador é depreciativo à medida em que pessoas como você permitem que seja! Justamente por existirem programadores querendo nome mais pomposo é que a indústria começou a associar programador a peão.
Pois eu sou programador. Faço trabalho de arquiteto, analista, desenvolvedor, programador… E ganho por isso tudo… Mas sou programador. E quero ver quem é o gerente que conhece meu trabalho que tem coragem de olhar na minha cara e dizer que sou “peão de fábrica” que não pensa.
Desculpa amigo, mas respeito se ganha com trabalho e atitude, e não com nome bonitinho de cargo. Que bem diga nossos “Vossa Excelências” deputados e senadores.
A
Alexandre_Saudate
sergiotaborda:
Como sempre a maioria das pessoas não está entendendo a profundidade do problema. (curiosamente parece que quanto mais novo menos entende e quando mais velho menos procupado está desde que paguem no final do mês)
A questão do nome se relaciona diretamente ao respeito e o respeito se relaciona diretamente às condições em que trabalha e ao dinheiro que ganha.
Vcs ficam se queixando que recebem pouco, que são explorados, que os gerentes fazem nada e ganham tudo, que ninguem respeita a opinião de vcs numa reunião, etc… mas depois aceitam ser chamados de programadores e pior, acham que a vossa profissão de pode chamar de “programação”.
Enquanto vcs não se derem ao respeito, ninguem vos vai respeitar. Certos abusos devem ser cortados na raiz. Vc não trata o pessoal do RH por mano-faz-nada então porque eles podem trata-lo por mano-programador?
Programador, caso vcs não tenham entendido é depreciativo e conectado a termos como operário, fábrica, chão de fábrica , ou seja: ralé que pode ser substuida sem pestanejar. “Programador” significa apenas :“escritor de código”. qualquer criança pode programar, mas desenvolver requer muitos mais skills além de saber escrever código. Não se enganem achando que “programador” é um termo abranjente. Não É!
Tlv vcs nunca tenham ouvido algum dizer “fazemos a especificação e depois de tudo certo passamos para o programador” , leia-se"programador não pensa, apenas digita codigo". É daqui que vem a expressão code monky porque neste sentido um macaco treinado poderia fazer o mesmo.
O respeito e o entendimento que a sociedade tem da profissão é irrelevante. Ninguém sabe realmente o que faz um médico ou um tecnico nuclear, mas as pessoas têm respeito. ninguem vai entender o que fazemos (a menos que seja um de nós) portanto deixar as pessoas usar nomes prejorativos, mesmo quanto elas não estão tentando ofender, é errado. Deixar que elas usem o termo porque “não conhecem outro” é igualmente errado. É um desrespeito à sua profissão, a si como profissional e a todos os colegas: a menos, é claro, que vc seja apenas um programador.
Um desenvolvedor junior pode ser apenas um programador? Não se espera que pense muito ou resolva problemas complexos? Errado. Se espera sim que ele resolva problemas complexos. Se espera que saiba um monte de coisas, como boas práticas , padrões, estilos, etc… escrever código que o computador entende é simples, escrever código que outras pessoas entendem é difícil. Várias coisas têm que ser continuamente pensadas e incluidas para que o software tenha qualidade. E é isso que é a profissão de desenvolvedor. Não é escrever código, escolher frameworks ou arquiteturas. essas coisas são apenas parte do trabalho de deixar o software com qualidade.
como disse antes, programador não é uma profissão, é um termo que designa qualquer um que escreva código. Mas não significa que escreva codigo limpo, com cuidado, com qualidade. E tem mais, desenvolver software se faz sem escrever código. O código é apenas o produto final do desenvolvimento.
Não se chame a si mesmo de programador. Isso o desqualifica. Se alguem se apresenta a mim como programador meu primeiro pensamento é :“este cara é um junior” , ou seja, ele não tem noção da profissão que exerce ( ou pretende exercer). Pior que isso só os que dizem : “sou programador à x anos e espero ser gerente em mais y anos”. ai é que é de morrer.
Eu tenho o respeito que quero onde trabalho. Ganho o que acho justo. As pessoas me respeitam e me escutam. E não consegui isso me preocupando com o nome que elas dão, mas sim, com meu trabalho.
ME preocupei sempre em fazer o que gosto. Em ser um bom profissional. E se não me tratam bem,. a despeito do nome que dão, eu simplesmente procuro uma outra empresa onde possam em tratar bem. Ponto final.
Programador é depreciativo à medida em que pessoas como você permitem que seja! Justamente por existirem programadores querendo nome mais pomposo é que a indústria começou a associar programador a peão.
Pois eu sou programador. Faço trabalho de arquiteto, analista, desenvolvedor, programador… E ganho por isso tudo… Mas sou programador. E quero ver quem é o gerente que conhece meu trabalho que tem coragem de olhar na minha cara e dizer que sou “peão de fábrica” que não pensa.
Desculpa amigo, mas respeito se ganha com trabalho e atitude, e não com nome bonitinho de cargo. Que bem diga nossos “Vossa Excelências” deputados e senadores.
Realmente o respeito se ganha pelo trabalho, mas o problema não é como se ganha. É como se perde.
O respeito se perde facilmente se a sua profissão é conotada como menor.
Eu não estou falando do respeito profissional em que o respeito que cada profissão merece é igual independentemente do que faz. Tlv o médico salve vidas e o faxinheiro apenas limpe o chão, mas a profissão tem igual respeito.
Eu estou falando do respeito que leva a que o médico cobre 200 vezes mais que o faxineiro.
Vc pode ser muito respeitado no lugar onde trabalha, mas do isso adianta se existe uma fábrica se software por ai ( e existem muitas) ou empresas que desenvolvem internamente, onde programador sim é tratado como peão ? Como é que o seu respeito que têm por vc ajuda essas pessoas a serem respeitadas ? em nada. Enquanto vc se continuar chamando de programador, os RH continuaram procurando programadores e as pessoas nessas fábricas têm zero chance de serem respeitadas. E pior, nessas fábricas todos pensarão como vc, que serem chamados de programadores e serem considerados mão-de-obra e “recursos” não afeta a sua profissão e sua carreira. Isso é falso.
Veja os anuncios de emprego. Programador é por 1000, desenvolvedor é por 3000, consultor é 10000. Porquê ? Não é a mesma coisa ?
Para quem vai executar o trabalho vai ser a mesma coisa,mas para o empregador, o RH e o sector financeiro não é. Não é porque as palavras contêm um significado que é dado pela sociedade, não por vc, ou por mim.
Vc pode ser respeitado o quanto quiser, mas se isso não ajuda os seus colegas de profissão, é inutil.
A menos que vc seja egoista e/ou não considere que faz parte de uma classe de profissionais, a posição de “eu me garanto” não é apenas errada, como demonstra exatamente que ou vc é egoísta ou não faz parte dessa classe profissional.
Se não existe uma classe profissional - mesmo que extra oficiamente - não ha motivo para ficarmos ouvindo no guj queixas do tratamento que se recebe nesta ou naquela empresa.Afinal , na politica do “cada um que se dê ao respeito”, “cada um que se garanta”.
G
giulianocosta
Pior que programador é ser chamado de “Recurso”…
G
garcia-jj
Alguém aqui conhece um programador rico?
Ou ser chamado de “colaborador”.
B
bicarbonato
arquiteto é quem fez arquitetura!
A
Alexandre_Saudate
Afirmaçãozinha infeliz, heim? =/
F
FrancoC
Afirmaçãozinha infeliz, heim? =/
Mas ele falou uma verdade. Se apresente como Arquiteto de Software, é capaz até de o CREA lhe meter um processo.
A
Alexandre_Saudate
Afirmaçãozinha infeliz, heim? =/
Mas ele falou uma verdade. Se apresente como Arquiteto de Software, é capaz até de o CREA lhe meter um processo.
Arquitetura de software: arte de construir software.
M
mochuara
As pessoas vem no GUJ por ser um veiculo onde é possivel ser debatido todo tipo de assunto relacionado a programação livremente. Diferente de vc, eu por outro lado não vejo problema em ouvir as queixas que o pessoal tem sobre o mercado. Acho que é bom saber o que esta rolando e inevitável pra falar a verdade. Acho que vc exagerou no seu desabafo.
Sinceramente, acho que tem gente aqui no forum que parece que não esta na area o suficiente pra saber que TI não é medicina ou arquitetura. Em TI, basta 2 anos para tudo que vc sabe se tornar obsoleto e só um titulo pomposo não vai ser mais suficiente, é quando uma nova leva de profissionais surge. Infelizmente não somos respeitados, mas a realidade é essa. Se quer ser respeitado mude para area gerencial ou analise porque programação só vale a pena mesmo para aqueles que atuam com a tecnologia de ponta do momento. De outra maneira é muito complicado, pede-se muita coisa, mas page-se pouco porque eles sempre acham que é “coisa simples” (Java por exemplo já foi uma linguagem de ponta, hoje todos sabem como esta o mercado).
S
sergiotaborda
mochuara:
Se quer ser respeitado mude para area gerencial ou analise porque programação só vale a pena mesmo para aqueles que atuam com a tecnologia de ponta do momento. De outra maneira é muito complicado, pede-se muita coisa, mas page-se pouco porque eles sempre acham que é “coisa simples” (Java por exemplo já foi uma linguagem de ponta, hoje todos sabem como esta o mercado).
Elas acham que é simples porque deixamos que achem.
Mudar para analise ou gerencia é mudar de carreira. mudar de carreira não é uma forma de evoluir a carreira. Se muda de carreira para evitar o constrangimento de ser programador, é porque vc próprio está menosprezando essa carreira.
J
juliocbq
Quando se é pago somente para digitar código, infelizmente a realidade é essa. Por isso que eu sempre fui contra cursos que ensinam linguagens de programação. A pessoa se torna um code monkey e não entende da computação em si. Por isso mais uma vez defendo as faculdades e o meio acadêmico.
L
luistiagos
este pais é uma vergonha… para grande maioria das empresas engenheiros de softwares e cientistas da computação são pedreiros… realmente aqui ta foda!
A
Alexandre_Saudate
Concordo plenamente!
S
Scoobydoo
Eu faço o que gosto… é a razão te eu ter escolhido ser Desenvolvedor de Sistemas. Seja reconhecido ou nao
V
vitorcastro
Qual o problema com a palavra PROGRAMADOR???
é simples, de facil entendimento, e todo mundo já sabe o que significa…
imagina
PROGRAMADOR = DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS
ADVOGADO = ANALISTA DO SISTEMA JURÍDICO
ENGENHEIRO= DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE EDIFICAÇÕES
MÉDICO…
ARQUITETO…
Eu acho bem fácil de entender a palavra programador…não dói nem um pouco quando me chamam assim…
abços
F
FrancoC
mochuara:
Em TI, basta 2 anos para tudo que vc sabe se tornar obsoleto e só um titulo pomposo não vai ser mais suficiente, é quando uma nova leva de profissionais surge.
Desculpa mochuara mas isso que vc está dizendo é uma grande bobagem. Isso só acontece com aqueles programadores que se formaram em cursinhos de 3 semanas de Java e lendo Deitel. Quem cursou um bom curso de graduacao superior, construiu uma base de conhecimento sólida até o fim de sua vida.
Além disso, em outras áreas da Engenharia de Software como na Análise, o MER ainda é muito atual e válido. Agora realmente, paradigmas como Análise Essencial e a Análise Estruturada ficaram obsoletas para a indústria, contudo quem as dominou no passado teria hoje uma compreensão muito mais rica do significado da Orientação para Objetos.
De fato, a computação não é uma ciência que tem de ser reformulada a cada 2 anos, e inclusive alguns ramos dela são tão sólidos quanto o conhecimento matemático que nunca é invalidado, apenas extendido, ao contrário de outras pseudo-ciencias como a medicina e arquitetura que voce citou. Mas essa discussao epistemiologica é outra conversa.
S
sergiotaborda
vitorcastro:
Qual o problema com a palavra PROGRAMADOR???
é simples, de facil entendimento, e todo mundo já sabe o que significa…
imagina
PROGRAMADOR = DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS
ADVOGADO = ANALISTA DO SISTEMA JURÍDICO
ENGENHEIRO= DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE EDIFICAÇÕES
MÉDICO…
ARQUITETO…
Eu acho bem fácil de entender a palavra programador…não dói nem um pouco quando me chamam assim…
Pela sua linha de raciocinio os médicos não deveriam se ofender de ser chamados de curandeiros …
A questão não é se um determinado médico se ofende, mas se a “classe” se ofende.
A questão não é se vc , ou fulano , ou sicrano, se ofende, mas se a “classe” se ofende.
Se a “classe” não se ofende, ela não pode pedir por respeito. Este é o problema.
Tlv vc nunca tenha sido desrespeitado, ou nunca tenha visto isso contecer. O ponto é que acontece, e a vossa atitude de “eu não me importo” não casa com a atitude “nós nos importamos”.
Um exemplo simples, vc vai para um lugar como programador. o cara quer pagar 1000 reais. Que argumentos vc tem que isso não é um salário justo ?
Como vc vai explicar ? Vai apelar para o “preço de mercado” ? O cara vai lhe dizer : “o mercado chama programador a todo o que mexe com programação, não dá para fazer uma estatística. Eu só quero um programador.”
Ai vc pergunta :" então, como programador, o que tenho que fazer?" e ele responde. Como vc sabe se ele sabe o que é um programador ?
Se ele lhe disser : “temos uns analistas e arquitetos que vão te passar uma uml para implementares”. Isso requer mais do que programação ? como vc prova isso ? Não prova. No fim ou vc aceita aos 1000 ou não aceita.
Se os termos são confusos , não ha como ter padrões. E isso interfere diretamente na forma como vc é visto pelos empregadores e afeta seu salário.
como eu já disse, não é a sua opinião que importa, mas a opinião de “nós” como grupo.
Se a maioria dos desenvolvedores determinasse que programador é coisa obsoleta, então seria. Precisamos declará-la obsuleta ? sim.
Não importa o grau de evolução em que nos encontramos individualmente, isto é um problema de como a sociedade nos enxerga, não um problema do que somos.
J
juliocbq
vitorcastro:
Qual o problema com a palavra PROGRAMADOR???
é simples, de facil entendimento, e todo mundo já sabe o que significa…
imagina
PROGRAMADOR = DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS
ADVOGADO = ANALISTA DO SISTEMA JURÍDICO ENGENHEIRO= DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE EDIFICAÇÕES MÉDICO…
ARQUITETO…
Eu acho bem fácil de entender a palavra programador…não dói nem um pouco quando me chamam assim…
abços
Uai, engenheiro não serve só para isso.
Eu imagino que realmente esse preconceito exista sim, mas não é por causa do nome programador. Hoje até o zé da esquina desenvolve um sistema, mesmo que seja um sistema ruim. Isso acaba por desvalorizar a profissão mesmo.
M
matarra1000
Eu creio q seja assim:
Se a pessoa só programa ou seja, pega uma definição e sai fazendo é programador.
Desenvolvedor seria um programador q se utiliza de mais conhecimentos, como a parte de analize, ou seja seria um profissional mais completo.
S
sergiotaborda
Vejamos assim: todo o desenvolvedor é programador, mas nem todo o programador é desenvolvedor.
programador = que escreve código. especialidade : escrever codigo seguindo as melhores práticas da linguagem de programação usada.
Desenvolvedor = que desenvolve software. especialidade : pegar a ideia original (aka requisito), as capacidades da plataforma/linguagem, os constrangimentos de tempo, custo, equipa, etc… , boas práticas de softare e entregar um software.
Um matemático usando o Matemathica está programando, mas não estão criando um software.
Um fisico ou um eng civil que faz um programa de calculo ou simulação está programando , mas não está criando um software.
Um cara que usa VBA para extender as funcioanlidades do excell, está programando, mas não está criando um software.
Criar um software implica em muito mais que simplesmente criar programas.
L
luistiagos
sergiotaborda:
Vejamos assim: todo o desenvolvedor é programador, mas nem todo o programador é desenvolvedor.
programador = que escreve código. especialidade : escrever codigo seguindo as melhores práticas da linguagem de programação usada.
Desenvolvedor = que desenvolve software. especialidade : pegar a ideia original (aka requisito), as capacidades da plataforma/linguagem, os constrangimentos de tempo, custo, equipa, etc… , boas práticas de softare e entregar um software.
Um matemático usando o Matemathica está programando, mas não estão criando um software.
Um fisico ou um eng civil que faz um programa de calculo ou simulação está programando , mas não está criando um software.
Um cara que usa VBA para extender as funcioanlidades do excell, está programando, mas não está criando um software.
Criar um software implica em muito mais que simplesmente criar programas.
falou tudo!
F
FrancoC
sergiotaborda:
Vejamos assim: todo o desenvolvedor é programador, mas nem todo o programador é desenvolvedor.
programador = que escreve código. especialidade : escrever codigo seguindo as melhores práticas da linguagem de programação usada.
Desenvolvedor = que desenvolve software. especialidade : pegar a ideia original (aka requisito), as capacidades da plataforma/linguagem, os constrangimentos de tempo, custo, equipa, etc… , boas práticas de softare e entregar um software.
Um matemático usando o Matemathica está programando, mas não estão criando um software.
Um fisico ou um eng civil que faz um programa de calculo ou simulação está programando , mas não está criando um software.
Um cara que usa VBA para extender as funcioanlidades do excell, está programando, mas não está criando um software.
Criar um software implica em muito mais que simplesmente criar programas.
Taborda, finalmente um raciocinio lúcido e correto.
Você está atacando um dos argumentos falaciosos mais utilizados por quem é contra a formalizacao de nossa classe profissional. Esta interpretação infantil é mesma que foi seguida pelo Doutô ministro do STF Gilmar Mendes confundindo Liberdade de Expressão com o exercício profissional de um jornalista.
A mesma coisa é valida na Informática. Programar respeintando-se direitos autorais e patentes pode ser, porque nao, incluido no direito petreo da liberdade de expressao, mas produzir e comercializar software é uma responsabilidade que pode custar vidas e prejuizos a terceiros e portanto deveria ser uma atividade fiscalizada e normatizada por órgaos competentes, principalmente por um conselho profissional.
S
sergiotaborda
Agora lhe pergunto: qual é a profissão que não pode causar prejuizos a terceiros ?
Todas podem. Podem. Poder é um potencial. Pode não acontecer.
Se todas podem porque não todas têm que ser regulamentadas?
Veja, existe uma diferença fundamental. Porque as pessoas querem regulamentar o desenvolvimento de software?
Várias razões. Mas porque as pessoas precisam regulamentar o desenvolvimento do software ?
Poucas razões. As principais de relacionam à fraude.
É a fraude, ou seja, A se passar por B, que está em causa.
Mas se nem os formados em eng de sistemas, analistas, etc, sabem exactamente o que seria um desenvolvedor “não-fraude” como ele podem querer que se force as pessoas a fazer A ou B ? Vai dizer que não existem engenheiros civis, com curso e carteira do CREA que são fraudes? Afinal a culpa dos desastres causados pelas enchentes é de quem ? quem deixou as casas serem construídas ao pé de morros sem estabilidade ?
O ponto é que, mesmo com carteira, a palavras final é das pessoas que não tiveram que estudar. A palavra final é dos politicos. No nosso caso, dos clientes e das empresas para quem trabalhamos. Porque perguntar aos especialistas se depois eu compro o que eu quiser ?
O bom desenvolvedor é aquele se tem formação acadêmica em desenvolvimento ? Não. A maior parte teve formação em outras áreas e depois veio para o software. Exatamente porque ser formado em ciências da computação não o qualifica a fazer um software, apenas a programar um. Ser formado em eng de software poderia no máximo qualificá-lo a gerenciar um software, mas para desenvolver - tornar a ideia em software - é preciso uma equipa multidisciplinar. Tentar regulamentar este tipo de equipa é absurdo. Simplesmente não é possivel.
O que tem que ser regulamentado é o software em si. Para podermos ter leis de defesa do consumir : ou melhor, para parar de pensar em “usuário” (viciado na droga do nosso software) e pensar em “consumir” (que consome nosso produto ou serviço). A Lei do Software é furada. Não protege ninguem. Ninguem aqui sabe fazer um contrato decente de licenciamento de software. E é isso o problema. Não quem faz o software.
F
FrancoC
sergiotaborda:
Se todas podem porque não todas têm que ser regulamentadas?
Toda profissão deve ser regulamentada. De onde voce tirou essa ideia que nao teriam de ser?
Sao profissoes regulamentadas: prostituta, peão de rodeio, manicure, despachante, carregador de bagagens, entre diversas outras…
Será que vou ter que estudar Direito para te fazer entender conceitos que deveriam ser de senso comum a todo cidadão politizado?
sergiotaborda:
Veja, existe uma diferença fundamental. Porque as pessoas querem regulamentar o desenvolvimento de software?
Várias razões. Mas porque as pessoas precisam regulamentar o desenvolvimento do software ?
Poucas razões. As principais de relacionam à fraude.
Não é apenas fraude. Como voce pode determinar impericia e determinar a responsabilidade civil e/ou criminal pelos danos causados se nao ha um conselho regional encarregado de fiscalizar a área específica do profissional
sergiotaborda:
É a fraude, ou seja, A se passar por B, que está em causa.
Mas se nem os formados em eng de sistemas, analistas, etc, sabem exactamente o que seria um desenvolvedor “não-fraude” como ele podem querer que se force as pessoas a fazer A ou B ? Vai dizer que não existem engenheiros civis, com curso e carteira do CREA que são fraudes? Afinal a culpa dos desastres causados pelas enchentes é de quem ? quem deixou as casas serem construídas ao pé de morros sem estabilidade ?
O ponto é que, mesmo com carteira, a palavras final é das pessoas que não tiveram que estudar. A palavra final é dos politicos. No nosso caso, dos clientes e das empresas para quem trabalhamos. Porque perguntar aos especialistas se depois eu compro o que eu quiser ?
Esse trecho nem vou comentar, porque vc se perdeu no proprio raciocinio.
O que é formação acadêmica em desenvolvimento? Você sabe o que é a Ciência da Computação? Ë muito mais do que mais um nome qualquer de curso superior. É uma ciëncia que trata muito mais do que “desenvolvimento de software”.
Ps: Antes que falem no afã da ignorancia que estou puxando sardinha pra alguem, sou Tecnologo.
Quanto a equipes multidisciplinares isso’é uma verdade. Mas e qual a finalidade de se regulamentar equipes multidisciplinares? Ou melhor o que seria isso? Na verdade é comum em outras profissões principalmente nas engenharias e em nada isso nao implica em desregulamentacao.
sergiotaborda:
A Lei do Software é furada. Não protege ninguem. Ninguem aqui sabe fazer um contrato decente de licenciamento de software. E é isso o problema. Não quem faz o software.
Isso é verdade também, mas em nada contra-argumenta o que eu disse.
Por fim, a pergunta que fica é: Por que TODAS as profissoes devem ser regulamentadas, EXCETO a de Analista de Sistemas?
Gostaria que me apresentassem um argumento tão nobre quanto lutar pela sua própria categoria e defender a sociedade zelando pelos princípios da ética e da disciplina da classe dos que exercem atividades profissionais afetas a sua existência
M
mochuara
FrancoC:
sergiotaborda:
É a fraude, ou seja, A se passar por B, que está em causa.
Mas se nem os formados em eng de sistemas, analistas, etc, sabem exactamente o que seria um desenvolvedor “não-fraude” como ele podem querer que se force as pessoas a fazer A ou B ? Vai dizer que não existem engenheiros civis, com curso e carteira do CREA que são fraudes? Afinal a culpa dos desastres causados pelas enchentes é de quem ? quem deixou as casas serem construídas ao pé de morros sem estabilidade ?
O ponto é que, mesmo com carteira, a palavras final é das pessoas que não tiveram que estudar. A palavra final é dos politicos. No nosso caso, dos clientes e das empresas para quem trabalhamos. Porque perguntar aos especialistas se depois eu compro o que eu quiser ?
Esse trecho nem vou comentar, porque vc se perdeu no proprio raciocinio.
Discordo. O sergio tocou no cerne da questão aqui.
O que eu percebo é que o discurso de quem defende regulamentação é muito emocional e pouco prático. Vamos la, existe algum pais do mundo onde conselho fiscaliza desenvolvimento de software, ou seu argumento de que regulementar é bom é baseado apenas na observação de outras profissões como arquitetura? Imagino que na arquitetura, medicina e outras atividades onde as práticas e processos são bem estabelecidos seja mais fácil esse tipo de fiscalização. Mas no caso de software e outras atividades em constante mudança é bastante complicado pelos pontos levantados pelo Sérgio. Não que eu seja contra regulamentar, mas até que alguem apresente uma proposta de como vai funcionar (diferente daquela que esta na mesa e sendo criticada por varios setores) pra mim é pura conversa de quem quer frear o ritmo do desenvolvimento ou lucrar com a burocracia que sera estabelecida.
S
sergiotaborda
FrancoC:
sergiotaborda:
Se todas podem porque não todas têm que ser regulamentadas?
Toda profissão deve ser regulamentada. De onde voce tirou essa ideia que nao teriam de ser?
De onde vc tirou a ideia que teria ?
Nem todas as profissões necessitam de uma ordem e um aval dos seus iguais (peers).
Arquitetura civil, Engenharia civil e Medicina são algumas que necessitam desse aval.
Ha uma diferença entre ser regulamentada e precisar de um aval do seus iguais (conselho)
Nem todas as profissões regulamentadas precisam de um conselho. (não encontrei prostituta na lista)
Estamos querendo que apenas zezinho académico que tem curso X e Y pode ser Z e H ? ou queremos ter um conjunto de direitos que nos protejam ? (por exemplo, considerar que desenvolvedor de software tem que ter enquadramento diferente de PJ e de CLT, criando um novo tipo de contratação oficial que seja mais semelhante ao que acontece na realidade. Ou regras que impeçam a fuga aos impostos das fábricas de software.)
O problema da equipa multidisciplinar é que ao contrário das outras profissões como médico, bibliotecário ou empregado doméstico que podem exercer sua profissão individualmente, desenvolvedores precisam estar em equipe. O cara que faz analise de requisitos precisa de skills diferentes do cara que faz o algoritmo de persistencia concurrente. Sem essa multidisciplinaridade os projetos falham.
Então vamos criar um curso para analista de requisitos, um para programador, um para gerente de projeto, um para tester, etc… um para cada papel ?
Não me parece. Vincular a profissão de desenvolvedor a um diploma é imbecil. Para ser bibliotecário vc precisa ser treinado em certas coisas , mas para ser desenvolvedor não ha escola que lhe ensine o necessário. A teoria dos bits e dos bytes não adianta de nada na hora de escrever um software de cadastro e relatorio. Muitos autores apontam para o fato de que a educação é insuficiente. Além disso o cara pode ter cursado eng de software ou computação sem nunca ter usado uma linguagem de mercado, ou ter noção do que “mercado” significa. Muitos trabalhos académicos - quase todos- estão anos-luz da realidade assim como seus professores. É por isso que cursos por fora florescem. Dominar uma plataforma como java carece de experiencia que não pode ser alcançada na escola. Raios, os caras saem da faculdade sem sequer saber boas práticas. em resumo, a escola é falha. As empresas/equipes tem que treinar seus menbros, logo, vincular a profissão a um diploma além de imbecil é incoerente.
Se vc não vincula com um diploma a existencia de um conselho é inútil.
Vc consegue ter responsabilidade civil e criminal sem ter que ter esses conselhos. Basta que vc tenhas regras claras na lei. Por exemplo, a definição do que é um “software” é necessária. Caso contrário vc não pode definir o que seria “desenvolvedor de software”
Sim. Senso comum não é senso correto. E política não é lei.
É muito facil criar um conselho, burocratizar a profissão, mas sem a definição do que é essa profissão, dos seus direitos e obrigações, isso é vazio.
conselho de fiscalização é diferente de ordem. Ou seja, se eu quero ser desenvolvedor, simplesmente sou e pronto. Se alguém quiser fiscalizar , definam as regras que tenho que seguir e pronto. Agora, obrigar-me a pertencer a uma ordem é totalmente desnecessário. eu não preciso de uma lei especial para me dizer que se um empregado domestico roubar comida do patrão isso é crime, eu só preciso de um lei que diz o que “roubar” significa e que isso é ilicito. Definam-se os ilicitos em software e deixe o procon tratar disso. Se for necessário pode sempre contratar especialistas, como é o caso do instituto medico legal no cabe a mortes e outras atividades forensicas. Não precisamos de um conselho, precisamos de regras claras.
Mas como definir essas regras ? Alguem tem noção do que significa “desenvolvedor de software”. Afinal nem neste topico houve acordo quando a abolir o termo programador… e vc quer que haja acordo sobre o que é licito e ilícito em software ? Pode esperar deitado, que vai demorar…
O fato é esse: ninguém sabe definir a profissão de desenvolvedor. E a razão para isso é muito simples: ser desenvolvedor é um oficio. É algo que se faz e se aprende fazendo. É como pintura , musica ou escultura. Vc pode ter treinamento técnico nessa área, mas vc pode simplesmente ter talento. Vc não precisa de ter estudado pintura e ter um diploma em historia da arte para pintar quadros. Mas se vc pintar uma copia ou tentam falsificar um outro quadro isso é crime. E para isso não é necessário um conselho de pintores.
Precisamos de regras sobre o que seria falsificar software, sobre o que é software, direitos de autor, legislação sobre contratos de licença de uso, etc…
É disso que precisamos, não se umas antas dizendo que apenas zezinho academico pode ser desenolvedor ou analista e pode assinar projetos de software: o que raios significa assinar projetos de software ? essa assinatura nem sequer existe na prática!
M
marcosalex
Partilho da opinião do Sergio sobre regulamentação. Muita gente é contra porque associa regulamentação a Conselhos, taxas, exigência de curso superior,…
O projeto do governo pode até tentar colocar isso na nossa área e isso seria ruim. Mas regulamentação não é só isso e pela discussão dá claramente pra ver isso. O que é um programador? O que é um desenvolvedor? Não existe regra, qualquer um tem uma definição e a definição do que o Sergio acredita nada mais é do que: a definição que o sérgio acredita.
Quem pode afirmar que alguém que leu um tutorial de Hello Word na Internet é um Desenvolvedor? Um Analista? Quem pode falar pela categoria?
Na Alemanha, por exemplo, TODA profissão é regulamentada. Só que ninguém paga taxa, não precisa de curso superior, não tem conselho…E EUA tem muito mais regulamentação nas profissões e no mercado em geral do que o pessoal pensa.
J
juliocbq
mochuara:
FrancoC:
sergiotaborda:
É a fraude, ou seja, A se passar por B, que está em causa.
Mas se nem os formados em eng de sistemas, analistas, etc, sabem exactamente o que seria um desenvolvedor “não-fraude” como ele podem querer que se force as pessoas a fazer A ou B ? Vai dizer que não existem engenheiros civis, com curso e carteira do CREA que são fraudes? Afinal a culpa dos desastres causados pelas enchentes é de quem ? quem deixou as casas serem construídas ao pé de morros sem estabilidade ?
O ponto é que, mesmo com carteira, a palavras final é das pessoas que não tiveram que estudar. A palavra final é dos politicos. No nosso caso, dos clientes e das empresas para quem trabalhamos. Porque perguntar aos especialistas se depois eu compro o que eu quiser ?
Esse trecho nem vou comentar, porque vc se perdeu no proprio raciocinio.
Discordo. O sergio tocou no cerne da questão aqui.
O que eu percebo é que o discurso de quem defende regulamentação é muito emocional e pouco prático. Vamos la, existe algum pais do mundo onde conselho fiscaliza desenvolvimento de software, ou seu argumento de que regulementar é bom é baseado apenas na observação de outras profissões como arquitetura? Imagino que na arquitetura, medicina e outras atividades onde as práticas e processos são bem estabelecidos seja mais fácil esse tipo de fiscalização. Mas no caso de software e outras atividades em constante mudança é bastante complicado pelos pontos levantados pelo Sérgio. Não que eu seja contra regulamentar, mas até que alguem apresente uma proposta de como vai funcionar (diferente daquela que esta na mesa e sendo criticada por varios setores) pra mim é pura conversa de quem quer frear o ritmo do desenvolvimento ou lucrar com a burocracia que sera estabelecida.
Só aqui no Brasil não é regularizada.
J
juliocbq
Sérgio, você é físico, não é? Sabe tão bem, ou melhor que eu, que software não é somente cadastra insere remove. Existem certas regras que realmente deveriam ser seguidas sim. Concordo que nem todas se aplicam a determinados setores.
Engenharia da computação está sobre a tutela do CREA, e funciona muito bem.
A
AnDrOiDe
PARABENS !!!
M
mario.fts
O problema não é regularizar a profissão. O ideal é regularizar o produto. Ai quem tiver qualidade, independente de formação, classe, nome, vai conseguir trabalhar na área, e vai reduzir o número de problemas pra todo mundo.
J
juliocbq
E ae todo mundo trabalha de graça…quem precisa claro.
M
mario.fts
E ae todo mundo trabalha de graça…quem precisa claro.
Não entendi seu ponto.
J
juliocbq
E ae todo mundo trabalha de graça…quem precisa claro.
Não entendi seu ponto.
Eu que não entendi o seu. Se o profissional estiver devidamente regularizado( ou seja, estudou e se formou), você vai ter o seu produto regularizado e com qualidade.
S
sergiotaborda
E ae todo mundo trabalha de graça…quem precisa claro.
Não entendi seu ponto.
Eu que não entendi o seu. Se o profissional estiver devidamente regularizado( ou seja, estudou e se formou), você vai ter o seu produto regularizado e com qualidade.
Vc deve estar brincando. Estudar não é garantia de coisa nenhuma em relação ao produto. De onde raios vc tira essa relação é que queria saber.
Como vc mostra que alguém formado em X produz um bom X ? Isso simplesmente não existe.
Não é porque o cara é formado em historia que ele sabe lhe explicar o que aconteceu com os vinkings. Não é porque é formado em matemática que sabe desenvolver um algoritmo de criptografia. Não é porque é formado em eng civil que sabe construir casas, … não é porque é formado em engenharia de software que sabe gerenciar um projeto de software. Os exemplos negativos são imensos. Ser formado em algo não o torna especialista nesse algo. Se isso fosse verdade não existia estágio nem juniors.
O GUJ tem N topicos de pessoas dizendo que estudam A ou B mas pelas duvidas vemos que não têm nem noção do que está em jogo quando mais resolver. E isso são problema acadêmicos, quando chegarem na vida real é muito , muito, muito pior.
Saem da faculdade sem noção de como se trata uma execção (não estou falando em java, estou falando no conceito de exceção).
Nem que todas as escolas fossem nivel A do MEC as pessoas sairiam preparadas para desenvolver software.
Não sei como vc pode defender que o CREA fiscaliza a eng de computação com o monte de software procaria que ha por ai. Aliás, se eng da computação é o mesmo que eng do software (que não é) porque raios é necessário falar de uma nova regulmentação. Afinal, parece estar mais que regulamentado e segundo vc, funciona perfeitamente : não existe software meia boca feito no brasil
Software é software. Com cadastro ou sem, envolve sempre mais que a teoria da computação. começa pelo levantamento de requisitos. Como e onde as engenharias e cursos de computação o ajudam a fazer isso ?
M
mario.fts
ah sim, agora entendi . em outro post foi discutido isso, de ao invés de ter um orgão regulamentando a profissão, ter um regulamentando um software. vo procurar o post e já coloco aqui.
com isso, vc não precisa dos conselhos picaretas tentando regulamentar um processo tão dinamico como desenvolvimento de software. eles regulamentariam/auditariam apenas o produto final, com métricas de qualidade mínima, essas coisas.
Veja um exemplo em outro campo: vc já foi em um médico que nem olhou na sua cara durante a consulta? Pois é. A profissão é regulamentada, mas isso não faz com que não hajam maus profissionais, e procedimentos sendo executados de qualquer jeito. se o procedimento fosse regulado (como as cirurgias eu acho que são) vc não teria esse problema.
Não estou defendendo o fim da regulamentação da profissão médico, é apenas um exemplo.
F
FrancoC
mario.fts:
Não estou defendendo o fim da regulamentação da profissão médico, é apenas um exemplo.
O fim da regulamentação da profissao de médico vc nao tem coragem de defender né… Se um parente seu cair nas maos de um acougueiro ai voce nao quer perder o direito de cassar sua licença profissional e tirar uma bolada de indenizacao, se assim o CRM dar sua sentença de imperícia.
Agora software na sua mentalidade pouco reflexiva, voce estaria isento desse tipo de dano. Em Conselhos profissionais não há picareta algum. Voce sabe quanto ganha um presidente de conselho profissional? NADA, ZERO CENTAVOS. E um tesoureiro? NADA TBM!!!
Picaretas existem muitos por ai no mercado TI com CNPJ e tudo. Existe muita podridão nessa área, muita gente querendo ganhar dinheiro facil e quanto mais passam os anos mais eu vejo coisas erradas por ai inclusive no setor publico.
Voces reclamam de passarem 8h por dia cozinhando o cerebro, o tempo de estudos para se manter constantemente atualizados, e depois não ter reconhecimento algum pelo que fazem. Reclamam da falta de valorizacao mas quando fala-se em arrumar a bagunça optam pelo comodismo.
No Brasil há milhões de profissionais trabalhando no setor de TI, citar personalidades como Steve Jobs e Bill Gates como exemplo por nao terem concluido sua formacao e o sucesso profissional que alcacaram é uma afronta a todos nós. Não vivemos de ilusão, de fantasias, trabalhamos para garantir o pão de cada dia.
Mas eu gostei do que o mochuara disse
Aí sim. Acredite, eh possível formular uma proposta sem prejudicar o mercado e resgatar a dignidade dos profissionais de TI, de forma que todos saiam ganhando. Agora quando isso vai acontecer eu nao sei. Só não podemos desistir!
S
sergiotaborda
FrancoC:
mario.fts:
Não estou defendendo o fim da regulamentação da profissão médico, é apenas um exemplo.
O fim da regulamentação da profissao de médico vc nao tem coragem de defender né… Se um parente seu cair nas maos de um acougueiro ai voce nao quer perder o direito de cassar sua licença profissional e tirar uma bolada de indenizacao, se assim o CRM dar sua sentença de imperícia.
Eu acho esse papo de licença uma estupidez. A prova é que existe um monte de caras , inclusive na rede publica, que estão fazendo papel de médico sem licença! O que importa não é licença é se cara sabe ou não fazer. Se não sabe, ripa nele. É como no transito. Porque precisa ter uma carteira de habilitação ? Por que ela não é válida para sempre? Ela controla realmente alguma coisa? Evita que pessoas sem carteira dirigam ? Não. Não evita.
As noticias estão cheias de pessoas que atuam em posições sem licença para tal. A licença não prova nada. Todas as reprimendas são exactamente iguais com ou sem. Se vc atropelar algum não importa se tem licença ou não. E ter licença não garante que nunca vai atropelar alguem.
O CRM não serve para vc poder responsabilizar o cara. Ele é responsável com ou sem crm. O cara que estrupou as mulheresna sua clinica tinha licença médica.
O ponto é que licença não prova nada. Não é necessária para a responsabilização juridica.
A regulamentação da profissão de TI (seja lá o que vc entende por isso) não precisa de uma licença. Isso é simplesmente retrogrado. É o tipo de pensamento protecionista que atrasa a evolução das coisas e cria aristocracias ( comando dos escolhidos).
Quer regulamentar, regulamente, mas achar que regulamentar é colocar licenças é simplesmente ingênuo.
Discutir a regulamentação começa por responder ao seguinte: regulamentar o quê ?
A “profissão de TI”, o que seria isso ?
“fabricação de software” ? o que é “software” ?
pirataria é crime ? qual é a diferença entre isso e a copia ? o que é “software pirata” se não existe definição de “software”.
Qual é o curso para gerente de projetos em TI ? Como denunciamos que um gerente é uma anta sem cabeça que deixou o projeto ir pro buraco? como provamos que foi para o buraco ? Porquê PJ é errado e CLT é certo ? Porque os milhares de PJ não processam as empresas de uma vez só por vinculo impregaticio ?
A resposta a estas e outras perguntas é que formaria uma regulamentação.
T
Thiagosc
Orgãos de regulamentação não servem para proteger os profissionais, mas sim o ente abstrato “a sociedade”, isto é, ninguém. A única coisa que farão é cobrar taxas e oprimir o profissional.
Acho muito engraçado quem defende essa asneira. Vocês acham o quê? Que um orgão desse vai estabelecer piso salarial de R$ 10.000 por mês CLT? E quem vai pagar isso? E se as empresas no Brasil disserem “não, não pago” o que acontece? Acaba a área de TI no Brasil?
Vocês se iludem demais. O que farão é estabelecer um teto ridículo tipo R$ 1.000 para júnior, R$ 1.500 para pleno, etc. Ainda é capaz de alguém ir fazer entrevista e ter que ouvir que o valor da vaga é R$ 1.700 e isso já está acima do que o mercado pratica.
Ganha sim. Pode não receber um “salário” assim como estabelecido pela CLT, mas recebe algum valor ao seu tempo gasto.
FrancoC:
No Brasil há milhões de profissionais trabalhando no setor de TI, citar personalidades como Steve Jobs e Bill Gates como exemplo por nao terem concluido sua formacao e o sucesso profissional que alcacaram é uma afronta a todos nós. Não vivemos de ilusão, de fantasias, trabalhamos para garantir o pão de cada dia.
E com um orgão regulamentador você continuará trabalhando e ganhando merreca. A diferença que é precisará pagar taxa também.
T
Thiagosc
Acho que alguns aqui confundem conselho regional com sindicato e com legislação trabalhista. Um conselho não te ajudaria com ações trabalhistas e tampouco com condições de trabalho adversas. Um conselho supostamente cuidaria da profissão em noma da “sociedade”, e para isso extorquirá taxas de todos nós.
Quem aqui acha que ficaria bem de vida, rico, com o burro na sombra, ganhando bem e sem horas extras não remuneradas, etc, está totalmente fora da realidade.
E ae todo mundo trabalha de graça…quem precisa claro.
Não entendi seu ponto.
Eu que não entendi o seu. Se o profissional estiver devidamente regularizado( ou seja, estudou e se formou), você vai ter o seu produto regularizado e com qualidade.
Vc deve estar brincando. Estudar não é garantia de coisa nenhuma em relação ao produto. De onde raios vc tira essa relação é que queria saber.
Como vc mostra que alguém formado em X produz um bom X ? Isso simplesmente não existe.
Não é porque o cara é formado em historia que ele sabe lhe explicar o que aconteceu com os vinkings. Não é porque é formado em matemática que sabe desenvolver um algoritmo de criptografia. Não é porque é formado em eng civil que sabe construir casas, … não é porque é formado em engenharia de software que sabe gerenciar um projeto de software. Os exemplos negativos são imensos. Ser formado em algo não o torna especialista nesse algo. Se isso fosse verdade não existia estágio nem juniors.
O GUJ tem N topicos de pessoas dizendo que estudam A ou B mas pelas duvidas vemos que não têm nem noção do que está em jogo quando mais resolver. E isso são problema acadêmicos, quando chegarem na vida real é muito , muito, muito pior.
Saem da faculdade sem noção de como se trata uma execção (não estou falando em java, estou falando no conceito de exceção).
Nem que todas as escolas fossem nivel A do MEC as pessoas sairiam preparadas para desenvolver software.
Não sei como vc pode defender que o CREA fiscaliza a eng de computação com o monte de software procaria que ha por ai. Aliás, se eng da computação é o mesmo que eng do software (que não é) porque raios é necessário falar de uma nova regulmentação. Afinal, parece estar mais que regulamentado e segundo vc, funciona perfeitamente : não existe software meia boca feito no brasil
Software é software. Com cadastro ou sem, envolve sempre mais que a teoria da computação. começa pelo levantamento de requisitos. Como e onde as engenharias e cursos de computação o ajudam a fazer isso ?
Agora você forçou a barra sergio.
Com certeza sair de uma universidade, ou curso em qualquer área não é garantia que a pessoa sabe alguma coisa. Agora imagina, com estudo o nível está dessa maneira, imagina sem estudar nada, como você está propondo.
Com certeza, se alguém que é formado em história não conseguir me explicar o que aconteceu com os vikings, tenho certeza que não será você que irá explicar.
Em todos os cursos de computação que conheço isso é a primeira coisa que se aprende. Agora também não adianta nada ter os requisitos e não ter conhecimento.
J
juliocbq
mario.fts:
ah sim, agora entendi . em outro post foi discutido isso, de ao invés de ter um orgão regulamentando a profissão, ter um regulamentando um software. vo procurar o post e já coloco aqui.
com isso, vc não precisa dos conselhos picaretas tentando regulamentar um processo tão dinamico como desenvolvimento de software. eles regulamentariam/auditariam apenas o produto final, com métricas de qualidade mínima, essas coisas.
Veja um exemplo em outro campo: vc já foi em um médico que nem olhou na sua cara durante a consulta? Pois é. A profissão é regulamentada, mas isso não faz com que não hajam maus profissionais, e procedimentos sendo executados de qualquer jeito. se o procedimento fosse regulado (como as cirurgias eu acho que são) vc não teria esse problema.
Não estou defendendo o fim da regulamentação da profissão médico, é apenas um exemplo.
O conselho que imagino é para regrar um nível de conhecimento adequado aos profissionais da área. Do jeito que é hoje está uma bagunça que não tem tamanho. Como o próprio sérgio disse, universidade não garante um nível adequado de conhecimento.
Agora se for só pra pegar dinheiro do profissional não serve mesmo, é melhor ficar sem ele.
S
sergiotaborda
Vc acha realmente que todas as pessoas formadas em historia sabem o que aconteceu com os vikings ?
O ponto é o seguinte: para fazer software você não precisa de nenhum estudo. Vc apenas precisa de ser treinado em uma equipa.
O estudo ou conhecimentos que vc tiver vão acelerar esse treinamento, mas apenas acelerar. O treinamento ainda é necessário.
Não se engane achando que o nivel de educação em cursos de computação e afins são tão bons assim. Para o cara que vai fazer software acadêmico, coisas de baixo nivel - escovação de bits ,como se diz por ai - algum tipo de firmware , a computação pode ser suficiente. Não passa de matemática e fisica aplicada. Mas para o cara que vai fazer um sistema bancário internacional multiplataforma com usuários em 10 paises, com certeza não.
Software tem um espectro tão vasto que não é possivel que alguem seja preparado na faculdade para isso.
Bom, o que posso dizer é que já trabalhei com muita gente e isso não é real. Tlv eu so tenha trabalhado com e entrevistado pessoas sem curso ou com curso de faculdade caça-niquel e vc apenas com pessoas formadas pelas faculdades Classe A, mas não me parece que o problema seja um problema da amostra estatística.
Além disso não estou apenas pensando no Brasil, estou levando em consideração todos os relatos de pessoas de vários paises com experiencias diferentes.O problema da mediocridade da preparação acadêmica não é apenas aqui, é global.
Veja assim: vc considera-se preparado para levantar requisitos para um sistema bancário internacional ?
J
juliocbq
sergiotaborda:
juliocbq:
Com certeza sair de uma universidade, ou curso em qualquer área não é garantia que a pessoa sabe alguma coisa. Agora imagina, com estudo o nível está dessa maneira, imagina sem estudar nada, como você está propondo.
Com certeza, se alguém que é formado em história não conseguir me explicar o que aconteceu com os vikings, tenho certeza que não será você que irá explicar.
Vc acha realmente que todas as pessoas formadas em historia sabem o que aconteceu com os vikings ?
O ponto é o seguinte: para fazer software você não precisa de nenhum estudo. Vc apenas precisa de ser treinado em uma equipa.
O estudo ou conhecimentos que vc tiver vão acelerar esse treinamento, mas apenas acelerar. O treinamento ainda é necessário.
Não se engane achando que o nivel de educação em cursos de computação e afins são tão bons assim. Para o cara que vai fazer software acadêmico, coisas de baixo nivel - escovação de bits ,como se diz por ai - algum tipo de firmware , a computação pode ser suficiente. Não passa de matemática e fisica aplicada. Mas para o cara que vai fazer um sistema bancário internacional multiplataforma com usuários em 10 paises, com certeza não.
Software tem um espectro tão vasto que não é possivel que alguem seja preparado na faculdade para isso.
Bom, o que posso dizer é que já trabalhei com muita gente e isso não é real. Tlv eu so tenha trabalhado com e entrevistado pessoas sem curso ou com curso de faculdade caça-niquel e vc apenas com pessoas formadas pelas faculdades Classe A, mas não me parece que o problema seja um problema da amostra estatística.
Além disso não estou apenas pensando no Brasil, estou levando em consideração todos os relatos de pessoas de vários paises com experiencias diferentes.O problema da mediocridade da preparação acadêmica não é apenas aqui, é global.
Veja assim: vc considera-se preparado para levantar requisitos para um sistema bancário internacional ?
E você acha que um software desses é mais complexo que um software que controla uma das perfuratrizes da petrobras, cujo o dia de trabalho ultrapassa a casa do milhão?
Imagine um programa desses parando de funcionar?
Você está pronto para levantar os requisitos de um desses também?
Eu concordo com você em gênero número e grau, quando fala que software é complexo. Agora que software para matemática e eletrônica, é simples e bancário é complexo, nem um pouco.
Desenvolver software não é tarefa simples que qualquer pessoa pode fazer, e seus próprios argumentos dizem isso. A única razão do termo regulamentação que estou pregando aqui é sobre qualidade de ensino e conhecimento. Releia o que você está escrevendo.
J
JackOld
Nem programador nem desenvolvedor, quando me perguntam o que faço respondo: “Trabalho com informática”. Pronto, simples.
F
FrancoC
Thiagosc e seu mundo imaginário. Esse aí inventa fatos pra justificar sua sandices. Voce ja falou tambem em outro post que Conselhos Profissionais são cabides de emprego para filhos de deputados. Por aí se mede seu nível de conhecimento na matéria.
S
sergiotaborda
Humm… vc vende computadores numa loja ? Trabalha num help center da microsoft ajudando usuários do windows pelo telefone ? Monta redes ?
Escolhe protocolos de comunicação para a sua empresa ? escolhe o anti-virus ? Recupera computadores danificados ? Tem uma loja de peças ?
Tudo isso é trabalhar com informática. E nada disso implica em programar.
S
sergiotaborda
juliocbq:
sergiotaborda:
Veja assim: vc considera-se preparado para levantar requisitos para um sistema bancário internacional ?
E você acha que um software desses é mais complexo que um software que controla uma das perfuratrizes da petrobras, cujo o dia de trabalho ultrapassa a casa do milhão?
Imagine um programa desses parando de funcionar?
Você está pronto para levantar os requisitos de um desses também?
Eu concordo com você em gênero número e grau, quando fala que software é complexo. Agora que software para matemática e eletrônica, é simples e bancário é complexo, nem um pouco.
Leia com atenção o que eu escrevi. Não está em causa a complexidade do software e sim a complexidade de levantar os requisitos.
Recolher os requisitos de Software cujo funcionamento é baseado em ciências é diferente de recolher o que é baseado em processos desenvolvidos por pessoas. Ciência tem regras universais, vc pode assumir coisas que não pode assumir ao trabalhar com pessoas.
Se vc faz um firmware ou interface com hardware vc não tem que depender do gosto e da futilidade dos usuários, porque não existirão usuários. Tudo acontece nas entranhas dos bits e dos bytes, seus requisitos são protocolos de comunicação. Já no nivel bancário existe um monte de politicagem entres os usuários, entre o dono do projeto e os usuários, a sensação que o software irá fazer um monte de gente ir para a rua, a sensação que com o software o cara perdeu o seu trunfo na empresa (só ele sabia fazer aquilo, agora todos poderão fazer), etc… essas situações vc não vive ao levantar requisitos para software embarcado ou que comunica com máquinas. ai não ha desejos e medos , ha um protocolo e pronto. no máximo ha um protocolo a ser criado.
O ponto é: pessoas mentem. Só isso apenas já é suficiente para que seja muito mais difícil levantar requisitos em sistemas de cadastro e relatório.
Matemática e física não mentem.
Desenvolver software não é tarefa simples que qualquer pessoa pode fazer, e seus próprios argumentos dizem isso. A única razão do termo regulamentação que estou pregando aqui é sobre qualidade de ensino e conhecimento. Releia o que você está escrevendo.
Regulamentação da profissão de desenvolvedor não pode garantir a qualidade do ensino. E a qualidade do ensino não pode garantir conhecimento.
Todas as pessoas que eu conheço que se formaram com notas altas não sabem resolver problemas da vida real. elas sabem resolver apenas os problemas acadêmicos que decoraram para ter essas notas.
Se queremos garantir melhor educação, então temos que regulamentar a profissão de professor, a emissão de alvará para escolas, a fiscalização, etc…e isso para todas as escolas, em todos os niveis e para todos os cursos. Isso é outro assunto que não cabe neste tópico.
S
sergiotaborda
Todo o problema de abolir o termo programador se deve ao problema de não haver definição clara do que é,e não é, um programador.
O mesmo acontece com “arquiteto”. E isso não acontece apenas aqui. É um problema global.
Antes de pensarmos numa regulamentação temos que pensar na raiz dos problemas. E a raiz é a falta de definição/ acordo.
Ultimamente a onda agil tem mostrado que uma pessoa não pode ter apenas um papel no desenvolvimento do sistema. Hoje, não é apenas a equipa que é multidisciplinar é a pessoa. Neste cenário não faz sentido falar do “arquiteto”, “programador”, “analista”,“engenheiro”,“tester” , “consultor” como profissões já que não ha distinção real entre elas.
Eu ainda acho que existem pessoas certas para trabalhos certos. Eu prefiro ter uma pessoa com conhecimento de arquitetura fazendo a arquitetura do que um engenheiro ou analista, ou pior, um gerente ou um cliente. Mas não contrataria alguem que se auto-denomina “arquiteto”, porque eu não sei o que ele quer dizer com isso. ninguem sabe. Nem ele.
J
juliocbq
sergiotaborda:
juliocbq:
sergiotaborda:
Veja assim: vc considera-se preparado para levantar requisitos para um sistema bancário internacional ?
E você acha que um software desses é mais complexo que um software que controla uma das perfuratrizes da petrobras, cujo o dia de trabalho ultrapassa a casa do milhão?
Imagine um programa desses parando de funcionar?
Você está pronto para levantar os requisitos de um desses também?
Eu concordo com você em gênero número e grau, quando fala que software é complexo. Agora que software para matemática e eletrônica, é simples e bancário é complexo, nem um pouco.
Leia com atenção o que eu escrevi. Não está em causa a complexidade do software e sim a complexidade de levantar os requisitos.
Recolher os requisitos de Software cujo funcionamento é baseado em ciências é diferente de recolher o que é baseado em processos desenvolvidos por pessoas. Ciência tem regras universais, vc pode assumir coisas que não pode assumir ao trabalhar com pessoas.
Se vc faz um firmware ou interface com hardware vc não tem que depender do gosto e da futilidade dos usuários, porque não existirão usuários. Tudo acontece nas entranhas dos bits e dos bytes, seus requisitos são protocolos de comunicação. Já no nivel bancário existe um monte de politicagem entres os usuários, entre o dono do projeto e os usuários, a sensação que o software irá fazer um monte de gente ir para a rua, a sensação que com o software o cara perdeu o seu trunfo na empresa (só ele sabia fazer aquilo, agora todos poderão fazer), etc… essas situações vc não vive ao levantar requisitos para software embarcado ou que comunica com máquinas. ai não ha desejos e medos , ha um protocolo e pronto. no máximo ha um protocolo a ser criado.
O ponto é: pessoas mentem. Só isso apenas já é suficiente para que seja muito mais difícil levantar requisitos em sistemas de cadastro e relatório.
Matemática e física não mentem.
Pode sim, porque iria organizar a bagunça profissional em que se vive hoje. Engenheiro seria engenheiro, analista analista, cientista cientista, e por ae vai…
E não veríamos o mec transformando curso de ciência da computação em sistemas de informação.
Não vai depender diretamente de mim, porque o design não é o meu setor. Mas imagino que até mesmo quem trabalha no desenvolvimento do software bancário não tem que se preocupar com design. Deve haver um setor responsável por isso.
E
el_loko
À partir do momento que as instituições de ensino superior no Brasil (principalmente na área de TI) não tem crédito algum
por parte dos próprios alunos, como podem aprovar a regulamentação da profissão?
Hoje em dia, uma pessoa de uma área qualquer ou sem faculdade pode comprar 2 ou 3 livros sobre Algoritmos, por exemplo, e em algum tempo,
será mais apta a resolver um problema computacional do que boa porcentagem dos alunos de um curso de Ciência da computação. Exemplos eu vejo
todos os dias por ai.
J
juliocbq
Eu imagino, que a culpa pelo titulo programador ter se depreciado, se deve realmente a regularização de profissão(regularizar quer dizer resolver os problemas da área de TI, e não ter que criar um órgão para não fazer nada). Porque hoje programador pode ser relacionado a n casos como citados anteriormente. O dia que programador for realmente o que deve ser, não será necessário tira-lo do dicionario.
E
el_loko
Você se refere ao Brasil?
Eu gostaria de pensar assim, mas isso só fortalece as universidades que só querem ganhar dinheiro pelo simples fato da demanda ser maior e o país não ter faculdades
decentes o suficiente para formar profissionais.
Regulamentar a profissão não tem por consequência revisar os cursos de T.I. Muito pelo contrário, se querem regulamentar, é porque se acha que hoje quem é formado
tem capacidade para atuar no mercado.
J
juliocbq
el_loko:
À partir do momento que as instituições de ensino superior no Brasil (principalmente na área de TI) não tem crédito algum
por parte dos próprios alunos, como podem aprovar a regulamentação da profissão?
Hoje em dia, uma pessoa de uma área qualquer ou sem faculdade pode comprar 2 ou 3 livros sobre Algoritmos, por exemplo, e em algum tempo,
será mais apta a resolver um problema computacional do que boa porcentagem dos alunos de um curso de Ciência da computação. Exemplos eu vejo
todos os dias por ai.
Boa parte dos que não levaram a sério o seu estudo. E se os mesmos não cursaram uma universidade, ae você pode ter certeza que o nível desceu muito abaixo do que você citou.
E
el_loko
juliocbq:
el_loko:
À partir do momento que as instituições de ensino superior no Brasil (principalmente na área de TI) não tem crédito algum
por parte dos próprios alunos, como podem aprovar a regulamentação da profissão?
Hoje em dia, uma pessoa de uma área qualquer ou sem faculdade pode comprar 2 ou 3 livros sobre Algoritmos, por exemplo, e em algum tempo,
será mais apta a resolver um problema computacional do que boa porcentagem dos alunos de um curso de Ciência da computação. Exemplos eu vejo
todos os dias por ai.
Boa parte dos que não levaram a sério o seu estudo. E se os mesmos não cursaram uma universidade, ae você pode ter certeza que o nível desceu muito abaixo do que você citou.
Em primeiro lugar, uma formação superior não quer dizer que a pessoa conhece mais que outra. Por exemplo, quantos membros aqui do GUJ não tem formação superior respondem as dúvidas
de outros que tem?
Segundo, quem falou que na área de TI só tem gente formada em TI ou sem formação? A maioria das pessoas que conheço da área de software é formada em Matemática, Jogos Digitais, Física e até em Eletrônica.
T
Thiagosc
FrancoC:
Thiagosc:
Ganha sim. Pode não receber um “salário” assim como estabelecido pela CLT, mas recebe algum valor ao seu tempo gasto.
Thiagosc e seu mundo imaginário. Esse aí inventa fatos pra justificar sua sandices. Voce ja falou tambem em outro post que Conselhos Profissionais são cabides de emprego para filhos de deputados. Por aí se mede seu nível de conhecimento na matéria.
O presidente do conselho é eleito dentre os profissionais da área, pois supostamente eles devem ser “auto-regulados”. Todas as posições em um conselho regional são remuneradas, desde o faxineiro que limpa o escritório até o presidente. Ninguém trabalha de graça.
Acho que quem precisa provar alguma coisa aqui é você, pois é óbvio que as pessoas recebem salário em conselho regional:
Só no mundo do FrancoC as pessoas trabalham de graça.
J
juliocbq
el_loko:
juliocbq:
el_loko:
À partir do momento que as instituições de ensino superior no Brasil (principalmente na área de TI) não tem crédito algum
por parte dos próprios alunos, como podem aprovar a regulamentação da profissão?
Hoje em dia, uma pessoa de uma área qualquer ou sem faculdade pode comprar 2 ou 3 livros sobre Algoritmos, por exemplo, e em algum tempo,
será mais apta a resolver um problema computacional do que boa porcentagem dos alunos de um curso de Ciência da computação. Exemplos eu vejo
todos os dias por ai.
Boa parte dos que não levaram a sério o seu estudo. E se os mesmos não cursaram uma universidade, ae você pode ter certeza que o nível desceu muito abaixo do que você citou.
Em primeiro lugar, uma formação superior não quer dizer que a pessoa conhece mais que outra. Por exemplo, quantos membros aqui do GUJ não tem formação superior respondem as dúvidas
de outros que tem?
Segundo, quem falou que na área de TI só tem gente formada em TI ou sem formação? A maioria das pessoas que conheço da área de software é formada em Matemática, Jogos Digitais, Física e até em Eletrônica.
OK, tente conversar com um engenheiro civil, no quesito engenharia civil. Então podemos dizer que um engenheiro civil, mesmo que não possua tanto conhecimento, sabe mais que, quem não é engenheiro civil, sobre engenharia civil.
Se você me disser que para desenvolver um software decente e bem elaborado não exige conhecimento(TI), não vou discutir com você e vou concordar, até porque não atuo nessa área.
Sobre os membros do guj, tenho certeza que eles atuam muito bem na área deles, assim como eu atuo na minha. E tem conhecimento de sobra para isso(Tanto é que todos os tópicos são respondidos).
Matemático desenvolve o software que cabe a ele, o analista, engenheiro, e assim por diante…
Não adianta colocar o analista para trabalhar com eletrônica, e nem o contrário.
S
sergiotaborda
“O que o programador realmente deve ser” … humm… o que seria isso ?
Este topico mostra que nem os “programadores” sabem se são ou não programadores. Poderiamos extender isso a qualquer outro nome: arquiteto, analista, etc…
Querem que o governo regulamente. Se ele regulamentar errado os “programadores” vão se dar mais mal que bem.
São os “programadores” , os desenvolvedores que têm que se auto-regulamentar primeiro. Estabelecer padrões, regras, convenções, o diabo-a-7 para que quando um cara disser “arquiteto” todos saibamos o que significa. “Escolher uma arquitetura” e “arquitetura” é confundido hoje com escolher frameworks e separar em pacotes. MVC é confundido com camadas e por ai vai. É uma zona. E não ha alma que possa chegar e dizer “Vc está errado, volta para a escola”. Primeiro pq não ha uma definição concreta e aceite do que é certo e errado. Agora tem até uma conversa fiada de que nada é errado, depende das circunstâncias, etc… completo non sense.
Regulamentar faz as escolas serem melhores? Quem regulamentaria são os mentecaptos formados pelas escolas de agora, que nada sabem sobre coisa nenhuma. Como eles vão regulamentar seja o que for ? e como esperar que acertem ?
Vejam, é um ciclo viciado. Mas não a regulamentação que vai dar conta, porque é feita por politicos sem noção e formados em faculdades caça-niquel. Não é a faculdade que resolve porque hoje elas só querem seu dinheiro e seus conhecimentos não são avaliados. Não são as empresas , porque elas querem é mão-de-obra e não cabeças-pensantes. Não é o licenciamento porque isso é burocracia pura, facilmente burlável (ainda por cima no brasil) e não é garantia de nada.
A única coisa que resolve é arrumar a casa antes. Ai uma comissão em conformidade com isso pode aproximar-se do governo para levar a uma regulamentação concordante. O problema é arrumar a casa. E não é lei que vai fazer isso.
J
juliocbq
sergiotaborda:
“O que o programador realmente deve ser” … humm… o que seria isso ?
Este topico mostra que nem os “programadores” sabem se são ou não programadores. Poderiamos extender isso a qualquer outro nome: arquiteto, analista, etc…
Querem que o governo regulamente. Se ele regulamentar errado os “programadores” vão se dar mais mal que bem.
São os “programadores” , os desenvolvedores que têm que se auto-regulamentar primeiro. Estabelecer padrões, regras, convenções, o diabo-a-7 para que quando um cara disser “arquiteto” todos saibamos o que significa. “Escolher uma arquitetura” e “arquitetura” é confundido hoje com escolher frameworks e separar em pacotes. MVC é confundido com camadas e por ai vai. É uma zona. E não ha alma que possa chegar e dizer “Vc está errado, volta para a escola”. Primeiro pq não ha uma definição concreta e aceite do que é certo e errado. Agora tem até uma conversa fiada de que nada é errado, depende das circunstâncias, etc… completo non sense.
Regulamentar faz as escolas serem melhores? Quem regulamentaria são os mentecaptos formados pelas escolas de agora, que nada sabem sobre coisa nenhuma. Como eles vão regulamentar seja o que for ? e como esperar que acertem ?
Vejam, é um ciclo viciado. Mas não a regulamentação que vai dar conta, porque é feita por politicos sem noção e formados em faculdades caça-niquel. Não é a faculdade que resolve porque hoje elas só querem seu dinheiro e seus conhecimentos não são avaliados. Não são as empresas , porque elas querem é mão-de-obra e não cabeças-pensantes. Não é o licenciamento porque isso é burocracia pura, facilmente burlável (ainda por cima no brasil) e não é garantia de nada.
A única coisa que resolve é arrumar a casa antes. Ai uma comissão em conformidade com isso pode aproximar-se do governo para levar a uma regulamentação concordante. O problema é arrumar a casa. E não é lei que vai fazer isso.
Sim concordo, mas como é que se vai arrumar a casa?
E
el_loko
sergiotaborda:
“O que o programador realmente deve ser” … humm… o que seria isso ?
Este topico mostra que nem os “programadores” sabem se são ou não programadores. Poderiamos extender isso a qualquer outro nome: arquiteto, analista, etc…
Querem que o governo regulamente. Se ele regulamentar errado os “programadores” vão se dar mais mal que bem.
São os “programadores” , os desenvolvedores que têm que se auto-regulamentar primeiro. Estabelecer padrões, regras, convenções, o diabo-a-7 para que quando um cara disser “arquiteto” todos saibamos o que significa. “Escolher uma arquitetura” e “arquitetura” é confundido hoje com escolher frameworks e separar em pacotes. MVC é confundido com camadas e por ai vai. É uma zona. E não ha alma que possa chegar e dizer “Vc está errado, volta para a escola”. Primeiro pq não ha uma definição concreta e aceite do que é certo e errado. Agora tem até uma conversa fiada de que nada é errado, depende das circunstâncias, etc… completo non sense.
Regulamentar faz as escolas serem melhores? Quem regulamentaria são os mentecaptos formados pelas escolas de agora, que nada sabem sobre coisa nenhuma. Como eles vão regulamentar seja o que for ? e como esperar que acertem ?
Vejam, é um ciclo viciado. Mas não a regulamentação que vai dar conta, porque é feita por politicos sem noção e formados em faculdades caça-niquel. Não é a faculdade que resolve porque hoje elas só querem seu dinheiro e seus conhecimentos não são avaliados. Não são as empresas , porque elas querem é mão-de-obra e não cabeças-pensantes. Não é o licenciamento porque isso é burocracia pura, facilmente burlável (ainda por cima no brasil) e não é garantia de nada.
A única coisa que resolve é arrumar a casa antes. Ai uma comissão em conformidade com isso pode aproximar-se do governo para levar a uma regulamentação concordante. O problema é arrumar a casa. E não é lei que vai fazer isso.
É ai que eu queria chegar. O que as pessoas tem que entender é que o governo sozinho não trará melhora alguma a essa profissão regulamentando-a, pelo contrário,
podem até piorar.
F
FrancoC
Thiagosc:
Acho que quem precisa provar alguma coisa aqui é você, pois é óbvio que as pessoas recebem salário em conselho regional:
Só no mundo do FrancoC as pessoas trabalham de graça.
E nesse concurso somente filhos de deputados podem se inscrever, ne? Nenhum conselheiro pode ser remunerado, outras atividades meio como Servicos Gerias, axuliar de escritorio, manutencao, etc, obviamente devem ser remuneradas. Eu não to aqui pra explicando coisa pra moleque.
S
sergiotaborda
Eu não disse que sabia arrumar a casa, eu disse que essa é a necessidade.
O problema que vejo como mais importante é a falta de conhecimento. E quando digo conhecimento quero dizer saber e não decorar.
Essa é uma das razões porque comecei o www.javabuilding.com e porque participo aqui ( e já tentei antes participar de outros foruns).
Muitas “missconceptions” inundam as pessoas, principalmente os novatos, mas os “gurus” também. Tem muita asneira sendo ventilada pela internet e as pessoas não tem capacidade para destinguir o trigo do joio. O enfoque - especialmente em java- é em escolher o hibernate ou o spring sem entender o que está por detrás. Não entender que se escolher hibernate vc está se amarrando a um produto (vendor) etc…
Falhas básicas no conhecimento da linguagem tb são problema, assim como não saber fazer escrever uma tela swing na mão e achar que o matisse é a 8ª maravilha.
Fora do java tem o entendimento de arquitetura (camadas, componentes, protocolos) , contratos, formas de contratação, direitos trabalhistas, precificação do software, metodologias de projeto, etc… Básicamente o que estás nos livros,mas que ninguem leu, ou se leu nunca entendeu, ou se entendeu nunca aplicou.
Tudo bem que o publico co GUJ é “mais jovem” e mais preocupado em resolver aquele bug que o atromenta, mas está na hora de nos preocuparmos com outras coisas. A certificação vale alguma coisa? é um substituto da faculdade? e coisas assim…
O primeiro passo é cada um atingir um nivel que permite que puxe as orelhas dos juniors sem que eles se sintam ofendidos (sim, porque hoje se vc fala que tá errado o cara já acha ruim mas tem zero argumentos que defendam o que ele fez- embora ele ache que fez o melhor codigo do mundo).
Ou seja que saiba detectar erros, más práticas, vicios, falhas de entendimento, etc…
uma coisa que vejo que todo o mundo falha é no tratamento de exceções e em trabalhar com collections. Sõa coisas vitais do dia-a-dia que se feitas errado custam muito tempo de refactoring quando o cara podia fazer direito da primeira.
Ou seja, a primeira coisa é acabar com essa onda de “não existe o certo”. Isso é desculpa de POGamador. Queremos Desenvolvedores.
T
Thiagosc
FrancoC:
Thiagosc:
Acho que quem precisa provar alguma coisa aqui é você, pois é óbvio que as pessoas recebem salário em conselho regional:
Só no mundo do FrancoC as pessoas trabalham de graça.
E nesse concurso somente filhos de deputados podem se inscrever, ne? Nenhum conselheiro pode ser remunerado, outras atividades meio como Servicos Gerias, axuliar de escritorio, manutencao, etc, obviamente devem ser remuneradas. Eu não to aqui pra explicando coisa pra moleque.
O problema é que você não está explicando nada para ninguém, apenas desviando-se da questão. Prove ou cale-se.
E o concurso em questão é para fiscal e não para faxineiro. E agora, como faz?
T
Thiagosc
Após ler algumas mensagens aqui até me assusta o baixo nível. Não sabia que Ciência da Computação tinha decaído ao nível de Filosofia, onde basta vomitar asneiras e encontrar quem as compre, sem precisar provar coisa alguma.
Pergunto aos críticos das Universidades brasileiras, existe algum cálculo ou método para cientificamente verificar se um código é “bom” ou “ruim”? Haha.
As “boas práticas” das linguagens são apenas formas de se trabalhar ao redor de suas limitações. Se alguém decide usar um campo público em um classe é ruim? Colocar private para quê se você vai apenas colocar um get/set anulando qualquer utilidade de encapsulamento?
Oras, seriam frameworks estúpidos, assim como o Spring, mandatórios? Por quê? Quem define isso?
É tanta asneira que se houve sobre esse assunto que eu fico mais preocupado com as barbaridades que alguns aqui cometeriam em uma posição de poder do que propriamente com a corrupção dos conselhos regionais.
T
Thiagosc
E por falar nisso, FrancoC, já que segundo você conselhos regionais são “na faixa”, por que cobram taxas? Será a eletricidade, aluguel do imóvel onde o escritório é localizado, etc, também na faixa? Quer dizer, além de todos trabalharem de graça ainda tudo o que usassem seria também de graça?
C
cs.santos0
nossa velho…num diz isso aki nao senao tem cara que vai querer se matar por causa disso…
puts…mas q discussaozinha mais boba…
discutir o nome da profissao é foda…
se me chamarem de peão ou seja la oq for eu num to nem ai…o importante é eu ganhar a quantia que eu acho justo…
S
sergiotaborda
nossa velho…num diz isso aki nao senao tem cara que vai querer se matar por causa disso…
puts…mas q discussaozinha mais boba…
discutir o nome da profissao é foda…
se me chamarem de peão ou seja la oq for eu num to nem ai…o importante é eu ganhar a quantia que eu acho justo…
Essa atitude tem um nome : mercenarismo.
J
JackOld
Humm… vc vende computadores numa loja ? Trabalha num help center da microsoft ajudando usuários do windows pelo telefone ? Monta redes ?
Escolhe protocolos de comunicação para a sua empresa ? escolhe o anti-virus ? Recupera computadores danificados ? Tem uma loja de peças ?
Tudo isso é trabalhar com informática. E nada disso implica em programar.
sergiotaborda
E daí cara, com certeza vc é nerdzão que acha massa ser um programador/desenvolvedor, eu posso trabalhar com informática e ser um grande empresário da área, vc que pensa baixo …
J
JackOld
nossa velho…num diz isso aki nao senao tem cara que vai querer se matar por causa disso…
puts…mas q discussaozinha mais boba…
discutir o nome da profissao é foda…
se me chamarem de peão ou seja la oq for eu num to nem ai…o importante é eu ganhar a quantia que eu acho justo…
cs.santos0 grandes coisa ser um programador/desenvolvedor, eu sou, e nunca peguei mais mulher por causa disso…
A
alindre
Eu também respondo que trabalho com informática, muito mais simples de dizer e nem precisa ficar explicando muito.
:lol:
S
sergiotaborda
Humm… vc vende computadores numa loja ? Trabalha num help center da microsoft ajudando usuários do windows pelo telefone ? Monta redes ?
Escolhe protocolos de comunicação para a sua empresa ? escolhe o anti-virus ? Recupera computadores danificados ? Tem uma loja de peças ?
Tudo isso é trabalhar com informática. E nada disso implica em programar.
sergiotaborda
E daí cara, com certeza vc é nerdzão que acha massa ser um programador/desenvolvedor, eu posso trabalhar com informática e ser um grande empresário da área, vc que pensa baixo …
Esse é o ponto exatmente “trabalho com informática” não significa nada. É tão lato e vasto o numero e tipo de profissões relacionadas com informática que dizer isso não significa nada.
Acho que vcs estão levando a coisa para o lado infantil. Não estamos falando da resposta que vc dá na padaria quando atendente pergunta a sua profissão. Nem da Estamos falando daquilo que vc coloca no seu currículo e nos seus cartões de visita profissionais. Ou seja, da sua profissão. A sua profissão não se chama “trabalho com informática”, nem “programador”.
Se fizer essa pergunta na rua a um médico ele fala :“sou médico” ele não fala “trabalho com saude”.
Se fizer essa pergunta na rua a um padeiro ele fala :“sou padeiro” ele não fala “trabalho com alimentos”.
Quem fala “trabalho com x” ou não sabe o que faz, ou tem vergonha do que faz, ou ambos.
Se vc perguntar a um office boy ele responde “sou auxiliar administrativo” ele não responde “trabalho com entregas”
A forma como vc responde à pergunta indica o orgulho que você tem na sua profissão , ou sequer, se vc se considera um profissional.
Pelos vistos aqui ninguém se considera coisa nenhuma desde que page as contas. Isso é um tipo de prostituição.
ninguem perguntou com o que vc trabalha. Perguntaram o que você É !
J
juliocbq
Humm… vc vende computadores numa loja ? Trabalha num help center da microsoft ajudando usuários do windows pelo telefone ? Monta redes ?
Escolhe protocolos de comunicação para a sua empresa ? escolhe o anti-virus ? Recupera computadores danificados ? Tem uma loja de peças ?
Tudo isso é trabalhar com informática. E nada disso implica em programar.
sergiotaborda
E daí cara, com certeza vc é nerdzão que acha massa ser um programador/desenvolvedor, eu posso trabalhar com informática e ser um grande empresário da área, vc que pensa baixo …
Esse é o ponto exatmente “trabalho com informática” não significa nada. É tão lato e vasto o numero e tipo de profissões relacionadas com informática que dizer isso não significa nada.
Acho que vcs estão levando a coisa para o lado infantil. Não estamos falando da resposta que vc dá na padaria quando atendente pergunta a sua profissão. Nem da Estamos falando daquilo que vc coloca no seu currículo e nos seus cartões de visita profissionais. Ou seja, da sua profissão. A sua profissão não se chama “trabalho com informática”, nem “programador”.
Se fizer essa pergunta na rua a um médico ele fala :“sou médico” ele não fala “trabalho com saude”.
Se fizer essa pergunta na rua a um padeiro ele fala :“sou padeiro” ele não fala “trabalho com alimentos”.
Quem fala “trabalho com x” ou não sabe o que faz, ou tem vergonha do que faz, ou ambos.
Se vc perguntar a um office boy ele responde “sou auxiliar administrativo” ele não responde “trabalho com entregas”
A forma como vc responde à pergunta indica o orgulho que você tem na sua profissão , ou sequer, se vc se considera um profissional.
Pelos vistos aqui ninguém se considera coisa nenhuma desde que page as contas. Isso é um tipo de prostituição.
ninguem perguntou com o que vc trabalha. Perguntaram o que você É !
Quem generaliza perde a razão. Cuidado com o “ninguém”…
J
JackOld
Humm… vc vende computadores numa loja ? Trabalha num help center da microsoft ajudando usuários do windows pelo telefone ? Monta redes ?
Escolhe protocolos de comunicação para a sua empresa ? escolhe o anti-virus ? Recupera computadores danificados ? Tem uma loja de peças ?
Tudo isso é trabalhar com informática. E nada disso implica em programar.
sergiotaborda
E daí cara, com certeza vc é nerdzão que acha massa ser um programador/desenvolvedor, eu posso trabalhar com informática e ser um grande empresário da área, vc que pensa baixo …
Esse é o ponto exatmente “trabalho com informática” não significa nada. É tão lato e vasto o numero e tipo de profissões relacionadas com informática que dizer isso não significa nada.
Acho que vcs estão levando a coisa para o lado infantil. Não estamos falando da resposta que vc dá na padaria quando atendente pergunta a sua profissão. Nem da Estamos falando daquilo que vc coloca no seu currículo e nos seus cartões de visita profissionais. Ou seja, da sua profissão. A sua profissão não se chama “trabalho com informática”, nem “programador”.
Se fizer essa pergunta na rua a um médico ele fala :“sou médico” ele não fala “trabalho com saude”.
Se fizer essa pergunta na rua a um padeiro ele fala :“sou padeiro” ele não fala “trabalho com alimentos”.
Quem fala “trabalho com x” ou não sabe o que faz, ou tem vergonha do que faz, ou ambos.
Se vc perguntar a um office boy ele responde “sou auxiliar administrativo” ele não responde “trabalho com entregas”
A forma como vc responde à pergunta indica o orgulho que você tem na sua profissão , ou sequer, se vc se considera um profissional.
Pelos vistos aqui ninguém se considera coisa nenhuma desde que page as contas. Isso é um tipo de prostituição.
ninguem perguntou com o que vc trabalha. Perguntaram o que você É !
Cara essa cultura de programador/desenvolvedor está morta, trabalho com algo intagível eu modelo o pensamento das pessoas, pode me chamar de Artista
S
sergiotaborda
juliocbq:
sergiotaborda:
ninguem perguntou com o que vc trabalha. Perguntaram o que você É !
Quem generaliza perde a razão. Cuidado com o “ninguém”…
Alguém perguntou ? Post ai o link da mensagem…
J
JackOld
sergiotaborda
eu aposto que vc já tentou entrar na IBM, aqueles caras vestidos com terno preto cantando o hino da empresa… :lol:
J
juliocbq
sergiotaborda:
juliocbq:
sergiotaborda:
ninguem perguntou com o que vc trabalha. Perguntaram o que você É !
Quem generaliza perde a razão. Cuidado com o “ninguém”…