Eu curti! Evento muito bem organizado e com palestras para todos os gostos.
Em alguns momentos tiveram uns probleminhas com a duracao das palestras, mas acontece em muitos eventos.
As palestras do Jim Webber foram muito boas!
Eu curti! Evento muito bem organizado e com palestras para todos os gostos.
Em alguns momentos tiveram uns probleminhas com a duracao das palestras, mas acontece em muitos eventos.
As palestras do Jim Webber foram muito boas!
Gostei do evento e principalmente as palestras do Jim Webber. Encontrei algumas pessoas aqui do GUJ e outras pessoas com quem trabalhei. É uma pena que eu estava muito cansado para poder aproveitar mais, mas valeu!
M
Marcio_Duran
É bom colocar o maximo de informações possiveis esse eventos são de grande importante e referencia a todos !!!
abraçosss
B
Bruno_Laturner
No geral gostei das palestras, ótimo humor, fanzaços da Susan Boyle, hein.
Gostei de encontrar o povo do GUJ, da Caelum e principalmente as Caelets 8)
Só as mesas de lanches que tinham um pequeno problema de escalabilidade. Mas nem se o Sérgio Lopes montasse um cluster isso ajudaria em alguma coisa
No próximo evento a gente tem que montar uma cervejada com o povo. Quem sabe mudar o nome pra Churrascando em Java.
Edit: Falando em palestras, alguém lembra o site do livro que eles estão fazendo?
R
Rubem_Azenha
Eu acho que o evento foi legal
O Jim Webber mandou muito bem, agora vou pensar melhor em usar os tal dos mediatypes
Realmente a parte do cluster que não deu certo não ficou legal, mas na palestra eles deram um monte de dicas legais sobre arquitetura Java.
B
boaglio
Eu nem precisei ir ao evento, apenas seguia o Bregaida, o repórter Caelum
F
fabio.massa
Gostei do evento, primeira vez que fui no falando em java…apreciei muito as palestras do Jim, do Ricardo Nakamura sobre dependency injections e do Guilherme Silveira sobre o vraptor 3…fazer upload com apenas uma linha é do c*…!
Abraços,
S
sergiolopes
Pessoal! Obrigado a todos pela presença no evento e que bom que gostaram! As críticas podem continuar mandando que são sempre bem vindas para ajudar a fazer um evento melhor na próxima vez (mas podem mandar os elogios tambem hehehe)
E cluster funcionando de primeira é lenda urbana
bola pra frente!
M
mario.fts
Foi bacana, as palestras do Jim foram fantásticas, muito boas mesmo. O unico problema que teve foi em algumas palestras que tiveram q correr um pouco por causa do tempo, mas todas foram de ótimo conteúdo.
Gostei bastante da palestra do Sergio, como eu tava sentado na frente pude ver em um dos notebooks qual era o problema. Tava com esse selo:
ai num tem jeito né.
brincadeira!.. gostei pra caramba, nunca tinha ido, vou começar a ir todos os anos.
A sim! ganhei duas camisetas! :D:D:D mas não ganhei o wii.
[]'s
K
king_of_gods
Muito legal o evento. Mto boa as palestras, a interatividade e tudo mais.
Sergio Lopes:
Pessoal! Obrigado a todos pela presença no evento e que bom que gostaram! As críticas podem continuar mandando que são sempre bem vindas para ajudar a fazer um evento melhor na próxima vez (mas podem mandar os elogios tambem hehehe)
E cluster funcionando de primeira é lenda urbana
bola pra frente!
Quando você começa em C#? hahahahaha
A
andrepestana
Sergio Lopes:
Pessoal! Obrigado a todos pela presença no evento e que bom que gostaram! As críticas podem continuar mandando que são sempre bem vindas para ajudar a fazer um evento melhor na próxima vez (mas podem mandar os elogios tambem hehehe)
E cluster funcionando de primeira é lenda urbana
bola pra frente!
Essas coisas acontecem. Não precisa provar que funciona. A gente acredita em vcs As suas dicas foram muito importantes. Esses dias mesmo eu estava lendo sobre o Load Balance do Apache HTTPD e sticky sessions. Foi muito legal!
Abraço,
A
andrepestana
Só achei que o pessoal devia deixar as fotos nos avatares para nos reconhecermos. Fui confundido com o Rubem Azenha pelo Celso Martins :lol:
L
Leonardo3001
Quem já viu meus posts anteriores sabem que eu não sou muito de elogiar. Não discordo de nenhum comentário dos colegas e também achei o evento bacana. Mas vou dar as minhas ressalvas:
Gostei da palestra do Paulo Silveira, mas o título (“O profissional Java efetivo”) não condizia com o conteúdo. Pensei que seria um resumão do livro Pragmatic Programmer ou My Job Went to India; mas não, falou-se sobre distribuição. Melhor seria “Várias maneiras de se conectar ao mundo” ou algo parecido.
Não gostei da penúltima palestra com o Fábio Kung, esperava realmente mais coisas sobre JavaFX e TV digital que acabaram se tornando apenas um slide cada. Ao invés disso, falou-se sobre as possíveis implementações de closures em Java. Não minha opinião foi desnecessária, pra quem nunca tinha ouvido falar sobre closures, a apresentação simplesmente assustou (ouvi de um cara ao meu lado que aquilo era GOTO). Pro meu caso, que sei um pouquinho de LISP e Ruby, a apresentação de closures não acrescentu nada.
É isso.
F
fabio.nascimento
Realmente o evento foi show de bola.
Todo ano é uma supresa!
Esse foi o ano da Susan Boyle, mas brincadeiras a parte, palestras de alto nivel.
Em especial a palestra do Fabio Kung, poxa vida, cada palestra dele é uma viagem ao ego da JVM.
Nos dá uma vontade tremenda de entrar nessa “paranóia” de ByteCode, mas enfim.
Bom, Jim Webber dispensa comentários, estudo REST há um tempo e o conteudo da palestra dele me fez ver que alguns caminhos que estou tomando não estão corretos…
Fora que conhecer vários gujeiros e twitteiros foi gratificante mesmo, legal o bate papo no final do evento.
Não vou citar nomes aqui pra não pecar deixando alguém de fora, mas foi ótimo conhecer pessoalmente alguns que só conhecemos de forma virtual.
Abraços.
Fabio Nascimento
L
Luiz_Aguiar
O problema do cluster foi que a ordem das meninas estava errada, a do meio deveria ter ido pra ponta direita, a da esquerda pro meio e assim por diante e a da direita pra esquerda… pronto, teria funcionado.
M
marcoswp3x
Cheguei do evento agora (eu moro em SC ). Valeu a pena ir, estava muito bom.
As palestras do Jim Webber (e do Bill Burker hehehe) não precisa nem comentar.E eu gostei bastante da palestra do Guilherme e do Sérgio.
F
FabricioFFC
panta:
Opa,
Eu curti! Evento muito bem organizado e com palestras para todos os gostos.
Em alguns momentos tiveram uns probleminhas com a duracao das palestras, mas acontece em muitos eventos.
As palestras do Jim Webber foram muito boas!
Aqueles que quiserem fazer algum comentário ou sugestão sintam-se a vontade!
Abraços!
R
rubinelli
Eu concordo que a palestra do Guilherme e do Sérgio estava excelente, achei que foi a mais útil pro dia a dia. Foi até bom que o cluster não funcionou, pra maluquinho não ficar achando que é bala de prata.
As palestras de WebBeans e do VRaptor foram também num nível muito bom, apresentaram bem os por quês e um pouco dos comos dessas tecnologias. E parabéns aos desenvolvedores do VRaptor, que fizeram um trabalho muito legal, trouxeram várias idéias muito bacanas (como a de usar proxy pra facilitar no refactoring) e montaram um framework que não é só “X em Java” ou “Y, só que usando Z.”
O futuro do Java eu já achei que se aprofundou muito nos invokes e closures, e que teria sido melhor só passando os pontos pra quem se interessasse ir mais a fundo, até porque tinha conteúdo interessante no final que acabou muito corrido. Eu imagino que vocês escutem muito “tal palestra foi legal, mas podia ter aprofundado mais,” só que para a proposta desta palestra especificamente, um overview rápido caia melhor.
B
Bruno_Laturner
Por partes:
Keynote
Gostei de conhecer os Falando em Java anteriores, a Caelum por dentro, a história, como é o povo de lá, deu até vontade de ir trabalhar lá
Foi longa demais, tudo bem, podem fazer progapanda de si mesmos, mas poxa, a gente tem um monte mais de palestras para ver.
Guerrilha SOA
Sensacional, já tinha visto na slideshare, mas ao vivo é outra ordem de magnitude. Água fria pra quem acha que está fazendo certo.
Profissional Java Efetivo
Para mim não foi uma palestra sobre distribuição, nem como aplicar s ferramentas certas para os casos certos, e sim que você tem que estar com contato direto com a comunidade, via fórums, twitter, lista de emails, lendo livros, indo a universidades, trabalhando dia após dia, para aprender a como lidar com isso. Alguém já passou por isso, há milhares de postagens no GUJ e na internet sobre isso, aprenda com eles!
++ Tudo que você precisa saber para ir bem.
Arroz com Feijão pra quem já sabe disso.
JBoss Seam e WebBeans
É mágico!
Mostram muito pouco, se prenderam muito à história.
VRaptor3: Guerrilha WEB
Ótima palestra, se portaram muito, muito bem.
Eu quero, eu quero!
Mil coisas pra mostrar, não deu tempo
Não tá pronto ainda
Arquitetura para aplicações Java de médio porte (ou na verdade dicas de como lidar com o crescimento)
Oxa! Aprendi muita coisa que estava procurando!
1x Caelets
2x Caelets
3x Caelets
Deus mata foquinhas bebês toda vez que alguém faz um cluster sem necessidade.
Deveriam ter continuado com a palestra mais rápido.
Hibernate much?
Para onde vai a plataforma Java?
It’s a kind of black magic magic magiiiic! It’s a kind of…
Seco de vontade de ter a Multi language VM em mãos.
Falaram da otimização da VM
A JCP é extremamente demorada
Closures.equals(Pesadelo)
Só em 2010(+++)
Alguém pode gravar o Anderson falando “Scooby-do, cadê voce?”
WebServices RESTful
Mais uma vez, Jim é o cara.
Precisava ter uma boa base em HTTP, REST para entender, palestra pouco pesada (ainda mais q eu estava com sono)
Muito corrida
Eu diria que a palestra estava num nível maior que o nível de 90% platéia.
Não lembro em qual palestra foi:
Citaram o A re-introduction to JavaScript, do Mozilla. Sabe que eu sempre achei o JavaScript um nojo, coisa de fazer efeitinho na web. Depois dessa leitura eu me toquei que dá pra fazer programas com uma linguagem programação, por mais que isso soe estranho.
Falaram muito brevemente do item acima
C
celso.martins
Sobre as fotos, chegamos a comentar durante o evento. Vi um monte de gente que me engolia com os olhos e eu não sabia quem era e nem porque. :lol: O meu amigo do trabalho também se impressionou e comentou: Cara, tem gente no GUJ que quer te matar, toma cuidado. :lol:
Mas com relação a confusão, dá um desconto, vai. Viajei 6 horas de ônibus durante a madrugada, em um ônibus leito que não é mais como antigamente (o banco da frente prende a sua perna :shock: ).
E devemos levar em consideração que vocês são bem parecidos. :shock:
Mas corrigi a tempo e depois disso batemos um bom papo. :lol:
Gostei, também, de ter podido agradecer pessoalmente ao Rafael Carneiro, pelas inúmeras ajudas que ele já me deu aqui no fórum.
Bem, no geral, superou minhas expectativas. Apesar de concordar que a palestra do Paulo deveria ter outro título, achei muito proveitosa, pois demonstrou, de forma prática, diversas tomadas de decisão.
O que aconteceu com o cluster, na palestra do Sérgio e do Guilherme, na minha visão, teve um ponto positivo: mostrou a capacidade dos dois em lidar com situações adversas. Ainda acho que a culpa pelo não funcionamento foi da rede wireless, já que não tomaram nenhuma exception na cara. E Sérgio, esquece .NET, pelo amor de Deus.
As palestras do Jim, sem comentários. Falou de muita coisa que eu não sabia (novidade? :lol: ). Eu sempre defendi o ESB. Ainda estou mastigando os conceitos apresentados por ele.
No geral, o timing dos palestrantes foi muito bom. Só não gostei muito do timing do Anderson Leite. Não sei se foi nervosismo. =)
Algumas novidades apresentadas para o Java 7 me embrulharam o estômago, como a aproximação com a sintaxe do PHP.
Vou fazer um relato detalhado no meu blog.
G
Guilherme_Moreira
Gente valeu pelo feedback! Isso é muito importante para nós e ainda bem que quem prometeu trabalhar com .Net foi o Sérgio e não eu …brincadeira!
F
Fabio_Kung
Muito obrigado pelos elogios e críticas de todos. Isso com certeza nos faz cada ano ter eventos melhores!
Em especial, eu e o Sérgio exageramos um pouco mesmo na abertura. Na próxima melhoramos.
Bruno Laturner:
Não lembro em qual palestra foi:
Citaram o A re-introduction to JavaScript, do Mozilla. Sabe que eu sempre achei o JavaScript um nojo, coisa de fazer efeitinho na web. Depois dessa leitura eu me toquei que dá pra fazer programas com uma linguagem programação, por mais que isso soe estranho.
Falaram muito brevemente do item acima
Fui eu que disse! Eu adoro JavaScript; valeu a dica! Quem sabe uma palestra sobre coisas legais de JS numa próxima?
Valeu mesmo gente! Saí do evento ontem bem contente.
L
Loiane
Adorei o evento! Foi a primeira vez que fui, achei as palestras bem interessantes, além de poder encontrar o pessoas daqui do GUJ e do twitter, e fazer novas amizades!
O cluster não funfou, achei legal o pessoal ter levado com senso de humor.
Outro ponto positivo, é que os palestrantes, além de demonstrarem saber bem o conteúdo, são pessoas humildes e que não se acham só porque estão lá na frente falando para um público. Demonstram que querem aprender mais e que querem se aperfeiçoar. Bem bacana isso!
E o tema desse ano foi Susan Boyle! rsrsrsr
Achei o Jim Webber super engraçado, morri de ri com as piadas dele e dos outros palestrantes também.
Pessoal aqui do GUJ com quem conversei, please, envia uma mensagem depois, porque não lembro de todo mundo! :oops: rs =D
Com certeza estarei de novo no evento do próximo ano!
P
Paulo_Silveira
Pessoal, só podemos agradecer a presenca de voces! E tambem esse feedback. Ja recebemos muitas criticas e sugestoes, em especial la no painel do evento. Amanha sentaremos na empresa para poder discutir sobre as falhas, para que possamos
Acho que faltou em algumas palestras, na minha por exemplo, entrar em detalhes tecnicos mais profundamente, como ocorreu no primeiro Falando em Java. Em compensacao o Jim Webber realmente superou todas as expectativas: alem de dar uma palestra brilhantes e introdutoria como keynote, terminou dando ricos detalhes em relacao a implementacao de servicos restful, encerrando o evento.
Se alguem quiser mandar ideias e sugestoes, pode me contatar diretamente: [email removido]
D
dreamspeaker
Meus 2 cents.
Na verdade é para ser mais de 2 cents, mas deixei minhas anotações em casa e tava com preguiça de postar ontem, depois faço um comentário/post mais elaborado.
Eu achei o evento como um todo nota 7,25… ou seja, mais ou menos.
Em relação a parte estrutural, nota 9,5. Estava muito boa - um local grande, de fácil acesso pelo metrô. A comida estava ótima e em boa quantidade pra todo mundo, apesar do pequeno tumulto para pegar. Tradução simultânea, boa quantidade de brindes, e o brinde final muito cobiçado. Além do coquetel de encerramento. No meu entendimento, isso tudo aí faz parte do retorno por ser um evento pago. Assim, os R$ 90 tiveram um bom retorno. Mas…
As palestras deixaram um pouco a desejar. Nota 5. Deu a impressão em alguns momentos que uma pessoa fez a palestra e outra escreveu o titulo, porque os assuntos não estavam conectados. A palestra de Seam/WebBeans foi a que eu mais gostei, a mais dinâmica de todas. A de VRaptor 3 foi que a menos me interessou, achei muito code-based - mas depois cheguei a conclusão que não tinha como ser muito diferente. A que mais me decepcionou foi a “Para onde vai a plataforma Java”, esperava mais assunto.
Além de tudo, houve também problemas com tempo, mas isso acaba meio que sendo normal (mas não deveria).
E a propósito, a expressão “eventos são grande coffe-breaks cercados por palestas”, e suas variantes, são copyrighted by eu mesmo. Os meus advogados entrarão em contato com os representantes da empresa para as devidas providências. :mrgreen:
Enfim, foram mais que 2 cents.
L
Loiane
Tenho mais uma coisa a dizer: não gostei que eu não ganhei o Wii! rs :lol:
M
marcoswp3x
Por favor,
Quem tiver os links das apresentações no slideshare, ou em outro lugar, poste aqui
M
Marcio_Duran
As palestras devem ser filmadas e estudas(suas falhas e organizações) e depois serem sedidas ao publico, pelo menos os melhores momentos.
Evento contou com uma boa organização e ótimas palestras, de alto nível,diga-se de passagem.
A única “crítica” foi que na hora do brunch foi um pouco complicado de comer. Aliás, eu nem tentei enfrentar aquela multidão…ahhaaah…Eu e uma galera do CEJUG e outros amigos fomos para o Mc Donald’s e lá nos divertimos bastante.
abs
L
Luiz_Aguiar
albertoleal:
A única “crítica” foi que na hora do brunch foi um pouco complicado de comer. Aliás, eu nem tentei enfrentar aquela multidão…ahhaaah…Eu e uma galera do CEJUG e outros amigos fomos para o Mc Donald’s e lá nos divertimos bastante.
Depois de 10 minutos em cada fila né rs
A
albertoleal
Luiz Aguiar:
albertoleal:
A única “crítica” foi que na hora do brunch foi um pouco complicado de comer. Aliás, eu nem tentei enfrentar aquela multidão…ahhaaah…Eu e uma galera do CEJUG e outros amigos fomos para o Mc Donald’s e lá nos divertimos bastante.
Depois de 10 minutos em cada fila né rs
hahahaa…mais ou menos isso aí :lol:
L
Leonardo3001
BTW,
o pessoal da Caelum tem o site onde disponibiliza o VRaptor3? Pode ser só o TRUNK mesmo.
L
Loiane
albertoleal:
O que achei do evento? Ah, essa é fácil: Ótimo!
Evento contou com uma boa organização e ótimas palestras, de alto nível,diga-se de passagem.
A única “crítica” foi que na hora do brunch foi um pouco complicado de comer. Aliás, eu nem tentei enfrentar aquela multidão…ahhaaah…Eu e uma galera do CEJUG e outros amigos fomos para o Mc Donald’s e lá nos divertimos bastante.
abs
CEJUG + ESJUG!
F
Fabio_Kung
Para quem quiser acompanhar o desenvolvimento do vraptor3, o código está hospedado no github. Uma ótima oportunidade para aprender um pouco de git, não?
Lembrem-se que ainda há um trabalho enorme de documentação a ser feito!
K
Kenobi
Excelente localização e local, achei que poderiam usar refresqueira para o Suco, pq aquele vermelhinho de pó estava terrível
Com relação à palestra do Jim Webber, achei que deveria haver uma outra com posição um pouco contrária, pois me preocupa como ele coloca questões sobre níveis de arquitetura SOA por exemplo, protocolo leve quando em cenários enterprise ainda mais com uma cadeia de valor em processos, as exigências são outras.
Vale lembrar que nenhuma arquitetura é SilverBullet e colocar arquitetura RESTful somente inerente à Hypermedia, pode ser parcialmente verdade, já que muitos modelos nem passam por UI com o usuário.
Colocar arquitetura por exemplo como ESB somente para localização - transparência, é uma das características. Mas o conceito teve evolução, e fora Orquestração( que você não consegue fazer com REST) e Coreografia de serviços , há ainda outros valores como políticas de SLA e ESB escala sim, depende da arquitetura de domínios ( cluster) que você montar.
F
Fabio_Kung
No começo da palestra o Jim comentou que ele não ia dar nenhuma arquitetura-solução-para-tudo. Ia mostrar algumas vantagens e deixar para quem estivesse vendo decidir quando usar e quando não usar.
Perfeito sobre não haver silver bullet, mas até onde o meu limitado conhecimento vai, a web foi a plataforma/arquitetura que conseguiu suportar os mais diversos sistemas, usos e possibilidades de integração. E a web foi feita para ser restful ;-).
Das hypermedias, eu não sei se vc pegou bem o que o Jim queria passar, mas a idéia é que elas vão ser consumidas por outros sistemas mesmo. Não é xhtml para UI, é xhtml/atom para outros sistemas lerem.
Um dos principais “valores” (?) que foi defendido nas duas palestras dele foi que o ESB está “on-the-wire”. Ou seja, conseguimos tudo que ele oferece usando simplesmente o que está disponível no protocolo.
Por exemplo, dá sim para fazer orquestração e coreografia com REST. Era justamente o que ele estava mostrando quando falava de hypermidias. Como diz o HATEOAS (hipermedia as the engine of application state), a própria hypermedia diz quais são os próximos passos em um processo/workflow, através dos links.
F
furutani
Primeira vez que eu fui, achei bem legal.
Pontos positivos para:
Os palestrantes;
O local;
O ar-condicionado;
Tradução simultanea;
Pontos negativos para:
Tumultuo para pegar comida;
Corte das palestras por falta de tempo;
Algoritmo do Ruby que não sorteou número maior que 400
A
AllMighty
Tava ruim mesmo.
REST na Web é uma arquitetura que enfrenta as questões de confiabilidade e escalabilidade sériamente. Existe um modelo de tratamento de erros sofisticado, ao contrário dos tookits RPC (íncluo objectos distribuídos e coisas como JAX-WS na categoria RPC), onde o modelo de erros varia de inexistente à "vamos deixar os duendes mágicos do middleware resolver tudo’.
O Jim enfatizou bastante que ele não recomenda REST via HTTP quando o domínio pede latências de menos de um segundo. Se isso não basta para eximí-lo da acusação de vendedor de silver bullet, lembre que o ele junto com seu co-autor, Savas Parastatidis, descreveu o estilo arquitetural MEST, que, como você certamente conhece, enfatiza a troca de documentos entre servicos.
Não me recordo de nenhuma afirmação vagamente semelhante às suas objeções.
D
dreamspeaker
Na verdade sorteou UM quatrocentos e pouco.
Pior eu que era > 500, nem chegou perto!!!
S
saoj
A Caelum na minha opinião é a empresa mais séria e competente na questão de capacitação e treinamento. Apostilas de qualidade e instrutores totalmente sérios e competentes como o meu xará Sergio Lopes. Eu gostaria muito de ter ido no evento, mas infelizmente não tive como.
Eu acho a idéia do SOA fundamental para as empresas de médio-grande porte. Entender a diferença de SOAP e REST é importante tb. REST me parece legal mas na prática meio overkill. Alguém no mercado está usando REST como a teoria pura prega? Facebook? Sinceramente não sei. Talvez eu esteja desinformado em relação a isso e alguém possa adicionar alguns exemplos e considerações sobre o tema “REST puro na prática”.
O problema do SOA é a quantidade de teoria em torno do assunto. REST ainda mais. A prática em si, que na minha opinião é o mais importante, fica para o “estagiário”.
Fabio , esse era exatamente o ponto que estava tratando. Não é somente papel do ESB roteamento e transparência. Existem outros pontos que o ESB auxilia e o conceito evoluiu do simples Hub-Spoke para algo mais aderente às necessidades do dia-a-dia.
Um exemplo está na definição de Throttling para um determinado serviço, ou seja, demandar processamento o quanto aquele aguenta, como se fosse uma torneira, fechando caso o processamento seja intenso demais para a solução.
Outros estão em transformação de estrutura de dados, comportando engines de XSLT e Xquery. Definição de regras de SLA, regras de segurança de maneira centralizada, como SAML e por aí vai.
Acredito que o ESB não é necessário à todos cenários, mas daí dizer que ele pode ser simplesmente substituído, acredito que se deve analisar cada caso.
Particularmente achei interessante a explanação dele sobre MicroFormats com REST e como provê - Coreografia entre os serviços, usando a Internet como infra-estrutura pura e simplesmente.
Exatamente eu vi e isso é Coreografia e não Orquestração, pois o fluxo não pode ser interrompido e manter estado, disparar processamentos paralelos e juntar o processamento ao final. São alguns cenários como o pattern Split-Join que em processamento com grandes volumes, você precisa implementar.
Fazer infra-estrutura de integração, como o cenário BMF-Bovespa pós fusão - 650 sistemas aproximadamente, passando por processos, muitos protocolos e diferentes plataformas, se não utilizar algo como o barramento de serviços, o trabalho fica praticamente inviável.
K
Kenobi
O estilo arquitetural MEST não existe, é mais um acrônimo inventado para clarificar um desenho exarcebado de SOAP sobre HTTP, a fim de mostrar aos desenvolvedores que existem outras soluções.
Sempre que posso, mostro aos meus alunos e clientes como fazer uma integração de HTTP via XML pura e simplesmente, docstyle.
S
saoj
Boa Kenobi. Filosofando acho que é sempre importante começar pelo início da coisa. Mas vc viu como está fácil agora ignorar o SOAP no JAX-WS ?
O
OliveirakunJava
Gostaria de parabenizar o pessoal da Caelum pelo evento que estava ótimo, a comida então nem se fala, comi tanto que quase me deu dor de barriga…rs e o nível das palestras estava realmente muito bom, o pessoal tem uma didática excepcional e possuem muito bom humor, realmente estão de parabéns
Quanto aos pontos fracos só achei que a palestra do Paulo Silveira e Rafael Cosentino foi muito corrida(creio que por causa do tempo), eles poderiam ter explorado mais o assunto e a palestra do Fabio Kung e Anderson Leite deixou um pouco a desejar em relação a JavaFX e Tv Digital que foram os assuntos que despertaram mais curiosidade na galera e que infelizmente foram os menos explorados. Quanto ao Jim Webber, o cara realmente é uma figura, eu nunca poderia imaginar que a palestra dele seria tão boa.
Bom é isso ai, mais uma vez Parabéns ao pessoal da Caelum e peço que continuem sempre assim!
A
Anderson_Leite
Oi pessoal, passando pra agradecer os comentários também.
Nossa abordagem na palestra foi mostrar coisas avançadas, alguns gostam disso, alguns não.
De fato agente não deu tanto foco a javaFX e javaTV.
Quanto a falar rápido, diferente das outras palestras tentei experimentar um ritmo maior, pra ver o que dava, mais próximo a algumas aulas mais dinâmicas lá na caelum. Acho que pra palestras um ritmo rápido realmente não cai tão bem, mas agente na caelum tenta, arrisca, tudo buscando inovar, melhorar o que agente faz.
Valeu pessoal!
L
LucianoM86
Primeira vez que fui ao evento e achei muito legal, parabéns ao pessoal.
Só não gostei do corte na palestra de web beans e seam que foi a que mais me chamou a atenção.
Foi o primeiro evento “nerd” da minha vida.
Comecei a carreira em Java neste ano, e me surpreendi com a importância e impacto da Caelum neste mundo Java. Juntamente com a comunidade do GUJ (e outras fontes), pude agregar valores que não imaginava. E sei que posso agregar sempre mais.
Só tenho a parabenizar todos do evento.
Gostei muito da Guerrilha SOA com o Jim Weber, Aplicações de médio porte e VRaptor 3.
Meu amigo disse que oq ele mais gostou no evento foi do Wii que ganhou…hahahahaha
R
Raphael_Lacerda
Eu, particularmente, fiquei mto empolgado com a CAELUM BRASILIA!!
É um mercado mto interessante a ser explorado devido à concentração da adm pública e a qualidade das empresas locais!!!
N
natanaelpantoja
O evento foi muito bom, não fui nas outras duas edições mas a idéia é não perder mas nenhuma edição. Fiquei muito satisfeito com o resultado, mesmo achando que algumas palestras perderam um pouco o foco e com isso o tempo, deixando escapar um pouco a parte técnica… A palestra do Kung foi muito boa, nível muito bom, e a do Jim nem precisa comentar né, as dicas de hibernate foram muito boas, mas como várias pessoas comentaram em seus blogs, esperava-se mais sobre outros problemas arquiteturais, mas mesmo assim a palestra foi muito boa e engraçada…
Já tinha ouvido alar sobre o vRaptor mas nunca tinha chegado a ver nada prático, gostei bastante do que vi e já estou vendo a possibilidade de usar nos projetos aqui da UNIFOR…
No geral parabenizo a CAELUM pelo grande evento…
Grande abraço a todos…
L
le-silva
Eu achei o evento muito show de bola e, como o saoj disse, a Caelum é uma empresa realmente muito séria e competente em materia de treinamento. Das que eu conheço, IMHO, é a melhor. (Já participei de 2 treinamentos e 1 workshop lá.)
Achei a apresentação do Jim sobre SOA muito interessante e totalmente descompromissada com vendors. (Mais uma vez, IMHO, o problema dos “consultores SOA” é rabo-preso - sem ofensas, só pra usar uma expressão popular - com vendors de “ferramentas para SOA”.)
Registrei minha opinião mais detalhada no meu blog:
PS: Eu sei que alguns podem discordar dos termos que eu use: “consultores SOA” e “ferramentas para SOA”. Mas por favor, não vamos começar uma discução aqui em cima desses termos. O tema aqui é outro.
F
Fabio_Kung
Eu posso até discordar fortemente de algumas opiniões do Kenobi, mas tenho que tirar o chapéu pro cara por duas coisas:
Seria muito mais fácil deixar as convicções de lado e concordar com a opinião de muita gente de peso da comunidade, que acredita na maré “rest sim, esbs pesados não”. Mesmo assim o Kenobi mantém a opinião contrária ao que parece ser a tendência. Ponto positivo pela personalidade forte e por não ser maria-vai-com-as-outras.
Por isso:
Perfeito. Opinião sensata de qualquer bom arquiteto/desenvolvedor/tomador de decisão e serve para qualquer tecnologia/discussão.
P
pcalcado
Isso pode ser feito facilmente em qualquer aplicação web. Na verdade a maioria dos grandes sites tem um mecanismo exatamente como este e não precisa de um ESB ou nada do tipo, apenas load-balancers.
Não sei exatamente o que você quer dizer por segurança centralizada já que isto é bem simples de fazer em qualquer aplicação HTTP. SLA, dependendo do que você quer dizer, também é algo que qualquer aplicação web de grande porte já faz.
Transformações de mensagens também são bem simples de serem feitas, basta você plugar seu engine favorito -e te garanto que o meu não é XSTL- na camada web do seu serviço e transformar no formato que você quer. Você pode criar um formato intermediário para tráfego, se for o caso, mas isso não requer um barramento “inteligente”.
Concordo. O ponto do Jim, creio, é que você quase sempre consegue os benefícios que o ESB teoricamente traria sem pagar o preço de ter um ESB (“não olhe dentro da caixa!”). O maior problema do ESB na minha experiência não é sequer técnico. Ele se torna um mecanismo político, qualquer mudança envolve tanto trabalho que as coisas que eram para ser baratas dada a flexibilidade da coisa ficam imposíveis de serem feitas. Neste contexto é muito parecido com usar um banco de dados relacional para integração.
Pode sim. O fluxo está parado até você disparar um comando para a URI de callback -o estado está mantina na URI. Você pode, inclusive, passar esta URI para outros processadores. Recentemente eu fiz exatamente isso em uma aplicação que era meio que uma mistura entre MapReduce e Amazon Mechanical Turk.
O que REST não tem é uma ferramenta para isso, você vai ter que fazer praticamente tudo manualmente.
Tenho que discordar. 90% dos clientes da ThoughtWorks são instituições financeiras (bancos, seguradoras, clearing houses, corretoras, etc.) e fusões e parcerias temporárias são extremamente comum neste setor -ainda mais com a crise. A arquitetura padrão que usamos segue exatamente o que o Jim falou sobre. E funciona.
R
ramilani12
Poxa perdi esse gde evento! :twisted: :twisted:
E
Eduardo_Bregaida
boaglio:
Eu nem precisei ir ao evento, apenas seguia o Bregaida, o repórter Caelum
Estou me referindo a qualquer tipode aplicação, inclusive aquelas que estão fora do protocolo HTTP. Um dos maiores papéis do ESB é atuar como ferramenta de integração. Sei que temos JBI, JCA como adaptadores entre outras tecnologias, mas ele é um mecanismo que em muitos casos já vem com a implementação e facilita bastante a integração com aplicativos - Siebel, SAP, JDE e por aí vai…
Fazer Throttling é para serviços é completamente diferente das soluções convencionais de Load Balance. Não sei qual solução você se refere, mas é um mecanismo que auxilia muito em cenários de integração, quando o cliente tem uma previsão de troca de máquinas no futuro, então se pode projetar um serviço para um número X de requisições e à medida que se tem infra, você solta o processamento.
Não isso definitvamente não é simples. Pode ser do ponto de vista tecnológico mas não cultural e por isso não está implementado na grande maioria (90%) das empresas que andei visitando nos últimos meses. Essa é uma maneira simples e eficiente de conseguir que todos os serviços adotem a mesma política de segurança.
Como a Aplicação já faz ? Então você inseriu interesse ortogonal e aumentou o ciclo de desenvolvimento ? Como você extrai métricas para Capacity Plan ? Você pode criar uma camada com AOP em cima das suas implementações, mas se tiver processos BPEL , fazendo um WorkFlow por exemplo, seu framework de coleta vai ter “parte” das informações.
Ainda há outras áreas de cobertura como QoS - quality of service.
Primeiramente não disse que XSLT é meu favorito, até pq prefiro utilizar XQuery e aí você tem inúmeras opções de engines, o barramento vai lhe dar alguns padrões pré-prontos, como SWIFT para o mercado financeiro, editores visuais entre outros ( aí estou falando de produto específico, concordo que não tem muito haver com ESB, entretanto é bom lembrar que estão evoluindo e se um player adiociona uma característica boa, logo os outros o seguem).
Bom continuo achando que há cenários que o ESB não necessários e outros completamente. “Olhar dentro da caixa”, tem muito mais haver com modelagem coerente e não com produto. Se modelar errado, fracionar demais, não tiver controle sobre versão de serviços entre outros, vai virar uma zona. Assim como também se pode fazer inúmeras cagadas numa arquitetura REST.
Um ponto que fico na dúvida, é que REST não é governado por um modelo de interface, com contrato definido. Como fica uma solução que permeia diversos departamentos de uma companhia. Como os programadores “sabem” qual a versão correta do serviço a ser utilizada ? E se tiver mais de uma ?
O Exemplo continua sendo Coreografia, já que vai manter a requisição até chamar o próximo serviço. Agora manter estado de variáveis, chamando diversos serviços e consolidar no final ? Como se faz isso com REST ? Pode até dar, mas deve dar um trabalho danado, aí entra aquele conceito, “Ferramenta certa, para o problema certo” e aí que defendo o ESB para muitos cenários.
pcalcado:
Tenho que discordar. 90% dos clientes da ThoughtWorks são instituições financeiras (bancos, seguradoras, clearing houses, corretoras, etc.) e fusões e parcerias temporárias são extremamente comum neste setor -ainda mais com a crise. A arquitetura padrão que usamos segue exatamente o que o Jim falou sobre. E funciona.
Gostaria de ver papers de arquitetura da ThoughtWorks sobre como resolveram determinados problemas. Sei que empresas que “vendem” as soluções, possuem cases e matérias publicadas.
Principalmente nessa questão de integração com plataformas heterogêneas, como aplicações C-C++, Mainframe e por aí vai … fora os produtos de mercado, SAP, Siebel, EBS…
K
Kenobi
Fabio Kung:
Eu posso até discordar fortemente de algumas opiniões do Kenobi, mas tenho que tirar o chapéu pro cara por duas coisas:
Seria muito mais fácil deixar as convicções de lado e concordar com a opinião de muita gente de peso da comunidade, que acredita na maré “rest sim, esbs pesados não”. Mesmo assim o Kenobi mantém a opinião contrária ao que parece ser a tendência. Ponto positivo pela personalidade forte e por não ser maria-vai-com-as-outras.
Por isso:
Perfeito. Opinião sensata de qualquer bom arquiteto/desenvolvedor/tomador de decisão e serve para qualquer tecnologia/discussão.
Agradeço as citações e fico bastante lisonjeado com a declaração :-).
Sei que na comunidade, muitos seguem os Agilistas e empresas como TW. Entretanto há outra corrente no mercado corporativo, onde se dá até mais valor ao Processo de Negócio, do que a implementação. Muitas empresas não estão olhando como as coisas são feitas no nível mais baixo, estão optando por um modelo de desenvolvimento aderente ao negócio.
Estas muitas vezes possuem seus próprios processos errôneos e com algumas ferramentas ( técnicas) como BPA, conseguem enxergar melhor a cadeia de valor e vão descendo isso ao nível de BPM, BPEL, implementação dos contratos, serviços, KPís - indicadores de performance ( mas aqui me refiro muito mais à negócios), olhar gargalo do meu processo de negócio, por exemplo, um banco tem uma janela de tempo até às 17h para completar uma operação, onde se concentra a maior parte do problema.
Por fim, aliar os dois mundos, é uma tarefa árdua, ainda mais quando se quer manter boas práticas de desenvolvimento. Tento me manter aberto, olhar pra REST, JSON entre outras tecnologias como Grid de Dados, quando enxergo que vai empregar valor de verdade ao meu cliente. Fiquei com Hypermedia na cabeça e o que Jim falou sobre JMS x ATOM, realmente, Atom pode ser uma forte tendência de escolha nas minhas próximas aventuras
K
Kenobi
le-silva:
Eu achei o evento muito show de bola e, como o saoj disse, a Caelum é uma empresa realmente muito séria e competente em materia de treinamento. Das que eu conheço, IMHO, é a melhor. (Já participei de 2 treinamentos e 1 workshop lá.)
Achei a apresentação do Jim sobre SOA muito interessante e totalmente descompromissada com vendors. (Mais uma vez, IMHO, o problema dos “consultores SOA” é rabo-preso - sem ofensas, só pra usar uma expressão popular - com vendors de “ferramentas para SOA”.)
Registrei minha opinião mais detalhada no meu blog:
PS: Eu sei que alguns podem discordar dos termos que eu use: “consultores SOA” e “ferramentas para SOA”. Mas por favor, não vamos começar uma discução aqui em cima desses termos. O tema aqui é outro. :)
Leandro, sabes que trabalho diretamente para a Oracle, entretanto sou um cara bastante razoável e não defenderia a tecnologia e conceito se não acreditasse bastante. Posso até estar equivocado, mas minha motivação é técnica e ideológica, pois acredito verdadeiramente que muitas das tecnologias que “vendo” como você se referiu, trazem real benefício ao design da minha solução.
L
le-silva
Não citei nomes.
P
pcalcado
Tá, mas eu (e muito provavelmente o Jim) estou falando de web services que rodam sobre HTTP.
Como falei, qualquer aplicação web de grande porte (e boa parte das de médio) faz isso.
Eu estou falando de tecnologia aqui, como achei que tinha ficado claro. O único ponto em que falei de caráter social/político foi sobre a comparação entre ESB e bancos centralizados para integração.
Desculpe mas se você não reduzir o número de buzzwords por minuto fica difícil continuar este assunto. Eu sei que você é um desenvolvedor de sistemas competente e sabe que não só é extremamente simples fazer uma aplicação coletar este tipo de métrica bem como a implantação de um ESB com este recurso “de graça” é bastante complexa. Qual seu ponto?
Exemplo…?
E onde foi que eu disse que você preferia isso?
Ok.
Não é porque não existe um intermediário ou uma API RPC que não existe contrato. O contrato é geralmente veriicado a cada request e você pode utilizar o código HTTP correspondente quando este for quebrado.
Não tenho a menor idéia do que você quer dizer por “já que vai manter a requisição até chamar o próximo serviço”. “manter estado de variáveis, chamando diversos serviços e consolidar no final” é exatamente o que um MapReduce faz, que foi o exemplo citado. Pode elaborar seu ponto?
Eu também. Infelizmente somos péssimos em fazer este tipo de coisa por falha corporativa generalizada -e não estou sendo irônico. A melhor maneir aé aproveitar a oportunidade e conversar diretamente com um TWer, e eu não conheço ninguém melhor que o Jim para este assunto em específico.
Kenobi:
Sei que na comunidade, muitos seguem os Agilistas e empresas como TW. Entretanto há outra corrente no mercado corporativo, onde se dá até mais valor ao Processo de Negócio, do que a implementação.
Isto é uma falácia e você está falando de uma empresa que não conhece. Para sua informação o ponto para TW é que na maioria das vezes a implementação É o processo de negócio. SOA para a maioria dos nossos projetos -e cada projeto é algo diferente aqui- é extremamente parecido com DDD.
K
Kenobi
Não citei nomes. :)
Não precisava, pois fazia parte de um contexto.
L
le-silva
Charles Geschke, fundador da Adobe Systems, em sua entrevista para o livro Startup, fala uma coisa bem interessante que acho que tem muito a ver com esta discussão:
Hoje, muitas empresas estão gastando suas balas em ferramentas e soluções “SOA” de caixinha, caríssimas, porque estão atirando onde os vendors - que há alguns anos gastam zilhões de dolares construindo estas ferramentas, sejam boas ou ruins, e agora precisam ganhar dinheiro com elas - estão apontando que está o pato. Fato é que estão se divertindo bastante quando as balas passam próximas ao pato, porque tem a falsa sensação de que estão na direção certa e que o próximo tiro será certeiro. (Alguns até acertam um ou outro tiro, não vou generalizar ao ponto de dizer que isso não acontece nunca. Mas será que estes acerto justificam o custo das balas?)
Por outro lado, há empresas que estão investindo suas balas em arquiteturas alternativas, simples, baratas, livres de vendor lock e amplamente validadas - afinal, a plataforma é a web e ela tá aí há muito tempo -, para “fazer” SOA. Estas são as empresas que estão atirando onde o pato ainda vai estar.
Eu prefiro atirar onde o pato vai estar. Ainda que algumas vezes, infelizmente, por conta de toda a cultura corporativa, eu tenha que atirar onde o pato está hoje.
L
le-silva
Não citei nomes. :)
Não precisava, pois fazia parte de um contexto.
Que nada, relaxa.
K
Kenobi
Por isso estava mencionando a importância da ferramenta no papel de integração.
Ok.
BuzzWords, AOP , Cpacity Plan é Buzz ? SOA para muitos também … então fim da discussão, aliás REST está virando.
Posso ter entendido errado, tom da conotação, aliás por texto às vezes a interpretação é outra.
Então quer dizer que a equipe terá que decobrir o se funciona ou não em tempo de execução ? E como sabe qual a versão do serviço - Governança, qual a estrutura de dados ( Modelo Canônico) que está valendo ?
Vou analisar novamente o pattern MapReduce e ver se encaixa no que estava dizendo. Entretanto ainda acho que é uma solução muito sofisticada para a maior parte dos programadores implementar, talvez seja possível, não tenho essa resposta agora.
Eu também. Infelizmente somos péssimos em fazer este tipo de coisa por falha corporativa generalizada -e não estou sendo irônico. A melhor maneir aé aproveitar a oportunidade e conversar diretamente com um TWer, e eu não conheço ninguém melhor que o Jim para este assunto em específico.
Kenobi:
Sei que na comunidade, muitos seguem os Agilistas e empresas como TW. Entretanto há outra corrente no mercado corporativo, onde se dá até mais valor ao Processo de Negócio, do que a implementação.
pcalcado:
Isto é uma falácia e você está falando de uma empresa que não conhece. Para sua informação o ponto para TW é que na maioria das vezes a implementação É o processo de negócio. SOA para a maioria dos nossos projetos -e cada projeto é algo diferente aqui- é extremamente parecido com DDD.
Acho que não consegui me expressar da maneira que queria, vou tentar reformular a pergunta, mas não estou conseguindo …exausto !
P
pcalcado
Concordo. Mais que está virando, já é. O fato de HATEOAS ser raramente entendido e utilizado é prova viva.
Acho que não fui claro: eu sei o que é QoS e pratico tanto em aplicações web normais (i.e. que falam com um browser) quanto em serviços RESTful (além de outros contextos, claro). Eu quero entender sua crítica ao modelo REST quanto à isto.
Não entendi. Por que ele teria que descobrir em tempo de execução? Por que não tem um WSDL?
Se você realmente quer um contrato bem definido e com validação automática (assim como DBC em OO isso na maioria das vezes é overkill IMO) qual o problema em usar schemas ou algo como relaxng? Lembre-se que REST não é RPC logo as necessidades de contrato são bem diferentes.
Acho que novamente não fui claro. O que eu disse não foi que você usa MapReduce para fazer este tipo de operação, o que eu tentei dizer foi que o serviço que eu implementei faz MapReduce e isso, creio, é um exemplo do que você disse que seria ausente num modelo RESTful.
L
leo.luz
Ola a todos!
Infelizmente não pude ir esse ano. Vida de recém casado é dureza. Nesse dia eu tava apertando torneira, instalando prateleiras, etc… Andei meio fora de sintonia nesses últimos 2 meses. Aos poucos estou voltando a ativa!
Porém tratei de correr atras para dar uma boa olhada nos slides e ainda peguei o feedback com o pessoal do meu time que esteve por la.
Achei muito interessante essa discussão em relação ao ESB. Mesmo por que o Kenobi (@scaphe) nos ministrou um treinamento no antigo ServiceBus da BEA atual OracleServiceBus no final de 2008. Agora estamos no meio do projeto de implantação, indo para um novo datacenter e o espaço do ESB está reservado.
Sei que estou caindo de pára-quedas na discussão e não pretendo tomar nenhum partido. De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente. Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos “errados” em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural? Nunca acreditei que ele fosse a bala de prata e que com ele iremos resolver todos os nossos problemas arquiteturais, apenas acredito que ele resolva o que se propõe a fazer.
Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho. Como disse, não assisti a palestra, mas me pergunto: será que foi isso mesmo o que Jim Webber quis dizer? “Não usem ESB. Ele é o grande vilão!”. Foi realmente essa a moral da história? De fato não tenho certeza se foi isso mesmo, mas o que sei é que visão, coerência e bom senso devem ser os guias de qualquer pessoa quando o assunto é tomada de decisão!
Abraços!
-LeoLuz-
P
pcalcado
Acho que você não entendeu bem a discussão. Este não é o ponto, a crítica não diz que se pode fazer “programaticamente” (seja lá o que você quer dizer com isso) mas sim que existem alternativas mais simples.
Ok, você acha que implementar isso num ESB é simples. Seria bem interessante você dar sua opinião após algum tempo de experiência real.
Desculpe mas ridículo é a sentença acima. Você pode dizer onde leu isso?
Antes de mais nada existem apresentações do Jim Webber disponíveis online caso você queira para de usar falácias e queira discutir argumentos:
Depois você poderia se dar ao trabalho de fazer uma pesquisa no Google para saber se o argumento contra o uso desemcabido de ESB é coisa apenas do Jim Webber:
Por favor consulte a Rede Mundial de Computadores (a Internet) e leia sobre o assunto debatido antes de postar em um fórum público.
C
cmoscoso
leo.luz:
Ola a todos!
Infelizmente não pude ir esse ano. Vida de recém casado é dureza. Nesse dia eu tava apertando torneira, instalando prateleiras, etc… Andei meio fora de sintonia nesses últimos 2 meses. Aos poucos estou voltando a ativa!
Porém tratei de correr atras para dar uma boa olhada nos slides e ainda peguei o feedback com o pessoal do meu time que esteve por la.
Achei muito interessante essa discussão em relação ao ESB. Mesmo por que o Kenobi (@scaphe) nos ministrou um treinamento no antigo ServiceBus da BEA atual OracleServiceBus no final de 2008. Agora estamos no meio do projeto de implantação, indo para um novo datacenter e o espaço do ESB está reservado.
Sei que estou caindo de pára-quedas na discussão e não pretendo tomar nenhum partido. De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente. Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos “errados” em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural? Nunca acreditei que ele fosse a bala de prata e que com ele iremos resolver todos os nossos problemas arquiteturais, apenas acredito que ele resolva o que se propõe a fazer.
Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho. Como disse, não assisti a palestra, mas me pergunto: será que foi isso mesmo o que Jim Webber quis dizer? “Não usem ESB. Ele é o grande vilão!”. Foi realmente essa a moral da história? De fato não tenho certeza se foi isso mesmo, mas o que sei é que visão, coerência e bom senso devem ser os guias de qualquer pessoa quando o assunto é tomada de decisão!
Abraços!
-LeoLuz-
Uma breve pesquisa neste fórum e na internet pode revelar que antes mesmo da palestra do Jim a discussão envolveu muito mais do que 1 pessoa criticando soluções ESB, ele apenas sintetiza tudo (numa brilhante apresentação por sinal!).
L
leo.luz
pcalcado:
leo.luz:
De qualquer forma acho estranho denegrir a imagem do ESB com a argumentação de que é possível fazer tudo o que ele faz programaticamente.
Acho que você não entendeu bem a discussão. Este não é o ponto, a crítica não diz que se pode fazer “programaticamente” (seja lá o que você quer dizer com isso) mas sim que existem alternativas mais simples.
Ok. Realmente devem existir alternativas mais simples. E o meu ponto também não foi esse. A minha questão é em relação ao tempo para disponibilizar a solução. Por mais simples que ela seja, isso demanda tempo. Se o core-business da sua empresa não é desenvolvimento de software, vale a pena investir esse tempo? É claro que há uma infinidade de cenários diferentes de uma corporação para outra e é acho inviável dizer que o que é bom para uma é bom para a outra.
pcalcado:
leo.luz:
Não que eu duvide dessa afirmação, mas quanto tempo levaria para implementar as funcionalidades desejadas dentro do seu ambiente? Se sua empresa tem uma certa proximidade, facilidade e interesse de negociação com um grande player de mercado, ainda assim estaríamos “errados” em disponibilizar um ESB em nosso modelo arquitetural?
Ok, você acha que implementar isso num ESB é simples. Seria bem interessante você dar sua opinião após algum tempo de experiência real.
Posso fazer isso. Sem problemas. Aliás vc me deu uma ótima idéia! :idea:
pcalcado:
leo.luz:
Agora sinceramente acho ridículo que uma legião passe a crucificar essa solução, por que uma pessoa de renome deu a entender que esse não é o melhor caminho.
Desculpe mas ridículo é a sentença acima. Você pode dizer onde leu isso?
Antes de mais nada existem apresentações do Jim Webber disponíveis online caso você queira para de usar falácias e queira discutir argumentos:
Depois você poderia se dar ao trabalho de fazer uma pesquisa no Google para saber se o argumento contra o uso desemcabido de ESB é coisa apenas do Jim Webber:
Por favor consulte a Rede Mundial de Computadores (a Internet) e leia sobre o assunto debatido antes de postar em um fórum público.
Ok… ok. Confesso que não fui muito feliz nessa minha sentença pois não deixei claro o que quis dizer. Estava me referindo ao fato de pessoas que escutam um profissional experiente e falam amém sem procurar entender a essência da mensagem de maneira geral. Não estava me referindo a alguém especificamente mas parece que vc se irritou… Disparou uma série de ironias e agressões contra a minha pessoa. Sinceramente não sei o que vc quis dizer com falácia. Caso vc não saiba está aqui a definição:
[i]falácia
s. f.
Acção!Ação de enganar com má intenção.
Engano, logro.
Sofisma ou engano que se faz com razões falsas ou mal deduzidas.
Fam. O ruído de vozes de muitas pessoas que falam.
Falatório.[/i]
Promover uma falácia não foi minha real intenção. Isso é coisa da sua cabeça.
Voltando ao tópico da discussão, quem trabalha comigo sabe que não defendo esse ou aquele vendor. Muito pelo contrario… Gosto de escutar e pesquisar as mais variadas opiniões sobre um determinado assunto para tirar minhas próprias conclusões. Não estou defendendo o ESB para 100% dos cenários (nem 20% deles) e tão pouco a Oracle, mas gostaria de citar um trecho do livro “The Definitive Guide to SOA - Oracle® Service Bus” que mostra a visão deles:
Why Buy an Enterprise Service Bus?
We come across this question frequently. The truth is that an ESB contains no magic in it at all.
It?s possible to build your own ESB from scratch. In fact, one of the authors has done it twice
before joining Oracle. There?s nothing that the engineers at Oracle can write that you cannot
write yourself, given enough time, money, and training. This principle holds true for all soft-
ware. You don?t need to use Microsoft Word to write your documents; you could create your
own word processor. In the same way, HTML standards are publicly available, and you could
use your engineering time to develop your own web browser.
Naturally, few of us would ever consider writing our own word processor or web browser.
It?s a far better use of our time and money either to buy the software or to use an open source
version. This is especially true if your company isn?t a software company. If you work in an IT
shop for a company whose primary line of business isn?t software, you?ll recognize the fact
that building software from scratch is a difficult sell to your executive staff. There simply is no
return on investment for such development efforts. Your time and skills are better spent solv-
ing problems specific to your company.
Não quero desmentir ninguém e tão pouco promover falácias. Apenas tenho uma opinião agora que é baseada em fundamentos e crenças e isso também não significa que amanhã ou depois eu não possa mudá-la/evoluí-la.
Não entendi o que este trecho agregou ao que já foi discutido antes.
L
leandrocapuano
Aloha pessoal!
Estava lendo este post sobre o evento “Falando em Java 09” e percebi que as pessoas estao querendo mostrar quem sabe mais, eh triste ver isto, podiamos nos juntar e dividir/trocar ideias. Diga sim a PAZ.
Voltando ao assunto do topico, parabens ao pessoal da Caelum e terceiros que trabalharam neste evento que nao pude ir, meus parabens!
De fato existem profissionais que vão advogar não utilizar e outros vão (como eu) recomendar a cenários específicos. Vale à pena para quem está procurando mais informações sobre o assunto, ler -
PS: Também composto por excelentes profissionais, como David Camppell, Paul Fremantle entre outros.
Comentário interessante no infoQ
K
Kenobi
pcalcado:
Não entendi o que este trecho agregou ao que já foi discutido antes.
Shoes, acredito que o trecho colocado pelo Leo reflete o seu sentimento em relação ao Core Business da sua companhia não ser TI, então eles optaram em utilizar um produto que trouxesse benefício no time-to-marketing. Hoje estão com mais de 5 meses de projeto, acredito que a experiência que relatou é válida, no entanto, se quiser; posso trazer outros cases, já que trabalho diretamente envolvido com projetos SOA há algum tempo…
Como disse, TW não publica seus cases, fica difícil analisar ROI por exemplo de uma solução dessa, principal conta que alguns gestores como Leo devem fazer, antes de dar sinal verde à estratégia.
P
pcalcado
Interessante você ter achado isso no trecho que ele postou. O que eu li foi “ESB traz facilidades de integração para que você não precise escrever estes vocês mesmos” e isso já foi mais que discutido neste tópico, em outros tópicos e nos links que enviei.
Kenobi:
, no entanto, se quiser; posso trazer outros cases, já que trabalho diretamente envolvido com projetos SOA há algum tempo…
Como disse, TW não publica seus cases, fica difícil analisar ROI por exemplo de uma solução dessa, principal conta que alguns gestores como Leo devem fazer, antes de dar sinal verde à estratégia.
Desculpe mas eu não levo a sério “análise” em “cases” deste tipo. Não apenas este tipo de coisa não traz toda a verdade bem como ninguém publica case de projeto que falha. Falo com experiência de quem trabalhou em um projeto utilizand ESB para uma grande mineiradora brasileira que ganhou três prêmios mesmo tendo sido cancelado por ser um fracasso grotesco. E olha que ele foi cancelado antes dos prêmios saírem. Mas quem liga? O que importa é o case publicado.
L
leo.luz
Aonde você quer chegar com isso? Acredito que como moderador desse fórum publico seja seu papel manter as pessoas dentro do tópico e não incentivá-las a fugir do mesmo. Pelo menos na minha época era assim. De qualquer forma obrigado pela sugestão literária… ou seja lá qual foi sua intenção com isso.
Realmente não deve ter agregado nada para você. Afinal sua santidade já sabe tudo… O trecho que postei foi direcionado para outras centenas de leitores que passarão por aqui. Talvez eles não tenham tempo para fazer uma pesquisa mais aprofundada e clicar em todos os links dessa thread. E talvez para eles ajude em alguma coisa.
P
pcalcado
Esclarecer por que usei o termo “falácia” anteiormente -algo que o deixou confuso como você mesmo disse.
leo.luz:
Realmente não deve ter agregado nada para você. Afinal sua santidade já sabe tudo… O trecho que postei foi direcionado para outras centenas de leitores que passarão por aqui. Talvez eles não tenham tempo para fazer uma pesquisa mais aprofundada e clicar em todos os links dessa thread. E talvez para eles ajude em alguma coisa.
Ok.
L
leo.luz
pcalcado:
Desculpe mas eu não levo a sério “análise” em “cases” deste tipo. Não apenas este tipo de coisa não traz toda a verdade bem como ninguém publica case de projeto que falha. Falo com experiência de quem trabalhou em um projeto utilizand ESB para uma grande mineiradora brasileira que ganhou três prêmios mesmo tendo sido cancelado por ser um fracasso grotesco. E olha que ele foi cancelado antes dos prêmios saírem. Mas quem liga? O que importa é o case publicado.
Concordo com vc nesse ponto. Também já presenciei esse tipo de “encenação” e na maioria dos casos é puro marketing. O objetivo de um case publicado, na maioria das vezes, é comercial mesmo.
Agora vc citou uma experiência interessante e que talvez possa agregar à discussão. Se vc trabalhou em um projeto que visava a utilização de um ESB, talvez possamos presumir que tratava-se de um projeto SOA. Entendo que seja antiética profissional expor as empresas que trabalhamos, mas o fato mencionado, em relação ao fracasso do projeto, na sua opinião, esteve relacionado puro e simplesmente pela escolha de ter-se utilizado uma solução de ESB ou esteve mais relacionado por questões relacionadas a essa afirmação:
Não quero ser mal entendido novamente, e o que estou querendo dizer é que o fracasso em um projeto SOA é causado predominantemente pelo fato de uma possível escolha em utilizar-se uma solução ESB ou está mais relacionado com o fato de que o termo SOA, até hoje, seja interpretado de n formas diferentes e que por sua vez as expectativas sejam muito divergentes ou até mesmo conflitantes? A técnologia é a grande vilã, ou são as pessoas envolvidas no projeto que de alguma forma não contribuíram para o sucesso?
De qualquer forma não acredito que exista uma resposta para essas perguntas que seja verdadeira para 100% dos casos. Cabe a vc, tomador de decisão, olhar para sua corporação e entender qual é o seu cenário…
Abraço!
D
DaviPiala
Nem toda solução demanda o uso de um ESB, mas não creio que seja uma minoria expressiva. Quando encaramos um projeto com um escopo pequeno ou na implantação de SOA não vemos as vantagens em termos um ESB, mas quem já trabalhou com legado de serviços sabe bem o quanto faz falta.
C
cmoscoso
Pagando bem, que mal tem?
D
DaviPiala
Q papo de vendedor né?
Existe uma pressão do player sobre a rede parceiros pra que as soluções abordem o maior numero de produtos sem considerar oq realmente é necessario.
Shoes, sobre a questão dos cases, pra mim como pessoa não agrega em nada, mas os clientes sempre se preocupam em saber onde a empresa esteve, então acaba sendo uma pratica comum no mercado, hoje fiz uma apresentação e tive que falar dos cases anteriores.
P
pcalcado
O projeto falhou por inúmeras razões. A -extramente comum- politicagem que se gera ao redor de um ESB que serve de comunicação entre departamentos foi apenas uma delas.
Eu não atribui a falha do projeto ao uso de ESB. Já vi projetos de sucesso usando tecnologias inadequadas (EJBs, CORBA, JCA foram exemplos). O que eu disse ao kenobi é que cases não têm valor real. Este, por exemplo, falhou completamente mas foi premiado e é utilizado até hoje pelo fornecedor como estratégia de marketing. Os poucos que sabem o que aconteceu lá dentro não podem falar nada por terem assinado um NDA de trinta páginas.
P
pcalcado
DaviPiala:
Shoes, sobre a questão dos cases, pra mim como pessoa não agrega em nada, mas os clientes sempre se preocupam em saber onde a empresa esteve, então acaba sendo uma pratica comum no mercado, hoje fiz uma apresentação e tive que falar dos cases anteriores.
Eu entendo sobre você utilizar um case como exemplo de como solucionou o problema X mas para mim, sinceramente, ter isso vindo da boca de um vendedor de soluções (ou de um consultor-como eu) ou de um blog é a mesma coisa: não confie na palavra do autor.
Um outro exemplo foi um projeto onde trabalhei e reduzimos um determinado processo de negócios de quinze dias para quatro horas. A empresa em questão estava a ponto de ser fechada pela proprietária mas quando os “CIO Journal” locais pegaram a notíca o preço da ação disparou. O que ninguém falou para os acionistas é que o processo chegou à durar apenas quatro horas mas por inconpetência do time continuou crescendo em tempo e hoje toma 20 dias. E falha uma de cada três vezes.
S
saoj
Uma vantagem de ESB não seria a assincronicidade da coisa, isto é, permitir que o ecossistema escale via plug-and-play, ou seja, adicionar/remover novos serviços de forma totalmente transparente sem qualquer impacto em todo o resto? Além é claro de centralizar toda a zona como a segurança que o Kenobi falou.
Um sistema assíncrono dá um trabalho absurdo, mas o resultado para um sistema de missão crítica é uma robustez, um desacoplamento e uma escabilidade bossal.
No exemplo da fusão BMF-Bovespa, qual seria a solução alternativa a um ESB, comunicação direta e síncrona entre os diversos sistemas? Essa é com certeza a solução mais rápida e menos dolorosa, mas tenho minhas dúvidas se no longo prazo é a melhor. O problema é que tempo é dinheiro e numa fusão dessas a ansiedade para ver os sistemas se comunicando deve ser grande, ou não, o prazo é bastante extenso para tal?
M
mochuara
Uma desvantagem de vincular ESBs dessa forma aos sistema criticos da empresa é que soluções de diferentes fornecedores não são compatíveis entre si portanto se uma solução não lhe atende mais tecnicamente, se o fornecedor resolver reajustar o valor das licencas inesperadamente ou por qualquer outro motivo precisar de trocar de fornecedor por o atual não lhe atende você se encontrará de mãos atadas.
Além disso, as qualidades que você menciona na verdade são características de sistemas baseado em eventos e não são exclusivo de soluções ESB. Ou seja, sistemas desse porte precisam de bons arquitetos para avaliar as reais necessidades do cliente e não soluções balas de prata.
S
saoj
Não entendi. ESB, assim como SOA, é exatamente para resolver esse problema de incompatibilidade entre sistemas. Não entendi o que o xx tem haver com as calças e aonde suas mãos vão ficar atadas aqui.
Baseado em eventos? Acho que vc quiz dizer baseado em mensagens assíncronas…
Pelo que entendi ESB é baseado em mensagens assíncronas e a solução alternativa apresentada não. Mas posso estar enganado aqui…
D
DaviPiala
Sérgio, eu não consegui entender se vc está se referindo ao ESB como solução rápida e ruim no longo prazo?
Se for isso eu discordo, eu acho que no curto prazo o ESB parece que não serve pra nada, mas no longo com as manutenções do catalogo ele começa a dar o retorno.
mochuara:
Uma desvantagem de vincular ESBs dessa forma aos sistema criticos da empresa é que soluções de diferentes fornecedores não são compatíveis entre si portanto se uma solução não lhe atende mais tecnicamente, se o fornecedor resolver reajustar o valor das licencas inesperadamente ou por qualquer outro motivo precisar de trocar de fornecedor por o atual não lhe atende você se encontrará de mãos atadas.
Os ESB são justamente pra dar um barramento de integração entre vários tipos de sistema indepente do Vendor, agora se vc está se referindo ao fato de ESB rodar sobre somente um determinado serviço de aplicação, isso está mudando pelo menos na Oracle, onde já estão prevendo a compatibilidade com Websphere e JBoss no Roadmap da 11G.
S
saoj
Sérgio, eu não consegui entender se vc está se referindo ao ESB como solução rápida e ruim no longo prazo?
ESB é interessante mas custoso, trabalhoso e demorado. No longo prazo, com algo tipo OpenESB (sem vendor lock-in) pode ser uma boa, se houver tempo para isso. Eu não entendi (sorry não fui nessa excelente palestra e cheguei atrasado nessa discussão aqui) qual foi a solução alternativa proposta: me parece que foi comunicação síncrona e direta entre as diversas partes? Se foi essa então estaríamos abrindo mão da comunicação assíncrona que tem várias vantagens para sistemas parrudos.
D
DaviPiala
Eu estava querendo ir ao Evento pra conhecer o pessoal do GUJ, mas meu diretor me mandou pra BSB e fiquei lá por duas semanas
Não sei qual foi a alternativa apresentada pelo Jim.
M
mochuara
Esse tópico já esta ficando confuso. Enquanto ficam dando desculpa de que faltaram o evento (a apresentação está disponivel na internet!!) e não se dão ao trabalho de estudar o que é REST de verdade porfavor não venham falar de ESB e disseminar mais fálacias do tipo “sistemas assincronos escalam, sincronos não”. Obrigado.
S
saoj
mochuara:
porfavor não venham falar de ESB e disseminar mais fálacias do tipo “sistemas assincronos escalam, sincronos não”. Obrigado.
Ok. Só que eu não falei isso. Falei que sistemas assíncronos escalam melhor do que sistemas síncronos. Decidir quando vale a pena investir no assíncrono é a nossa tarefa.
E a apresentação na Internet tem apenas os slides PowerPoint. Não ajudam muito a entender qual foi a alternativa sugerida.
D
DaviPiala
Eu vi a apresentação em ppt, mas mesmo assim não concordo e pronto, li todo o tópico e continuei com a minha antiga opinião.
Não vou postar mais nesse tópico.
C
cmoscoso
pcalcado neste mesmo tópico:
Antes de mais nada existem apresentações do Jim Webber disponíveis online…
S
saoj
Dei uma olhada nas palestras. Concordo com o que ele falou. Minha dúvida é apenas uma: ESB te dá comunicação assíncrona e por consequencia loose coupling e fault tolerance. Posso não ter captado alguma coisa, mas a solução proposta é aceitar o spagetti (ok) e fazer comunicação síncrona entre as partes (não sei).
Concordo que ESB é um monstro que devemos evitar, mas comunicação assíncrona muitas vezes é a solução mais prudente num grande sistema de missão crítica. Pelo menos no sistema que eu trabalhei não consigo imaginar qualquer outra coisa a não ser mensagens assíncronas.
C
cmoscoso
saoj:
Dei uma olhada nas palestras. Concordo com o que ele falou. Minha dúvida é apenas uma: ESB te dá comunicação assíncrona e por consequencia loose coupling e fault tolerance. Posso não ter captado alguma coisa, mas a solução proposta é aceitar o spagetti (ok) e fazer comunicação síncrona entre as partes (não sei).
Concordo que ESB é um monstro que devemos evitar, mas comunicação assíncrona muitas vezes é a solução mais prudente num grande sistema de missão crítica. Pelo menos no sistema que eu trabalhei não consigo imaginar qualquer outra coisa a não ser mensagens assíncronas.
Entendo onde você quer chegar, mas acho que está indo pelo caminho errado. ESBs te dá todo tipo de comunicação, não só assíncrona. E comunicação assíncrona pode ser obtida através da modelagem de workflows assíncronos, mesmo que utilizando um protocolo sincrono como HTTP. Curiosamente achei a apresentação boa por lançar alguma luz justamente nessa questão de como usar a Web para situações assíncronas.
Mais informações sobre workflows em REST, modelando o sistema do starbucks:
F
Fabio_Kung
Só um adendo, como não vi ninguém postando aqui ainda, o pessoal da Locaweb gravou um vídeo com alguns relatos sobre as palestras: