As empresas olham muito para onde nos formamos?

42 respostas
J

Pessoal, eu já trabalho na área de desenvolvimento (esse é meu primeiro emprego), e na hora de conseguir a vaga eles nem perguntaram onde eu fiz meu curso técnico, só precisei fazer um teste. Agora estou cursando a faculdade, e minha pergunta é: No geral, as empresas ao contratarem funcionários se preocupam muito com o local onde ele fez seu curso?

42 Respostas

V

Algumas empresas se preocupam sim.

Y

A regra eh bem simples. Quanto melhor a empresa, mais exigente ela vai ser na contração.

O contrário nem sempre é verdade, existem empresas com muita exigência e péssimas para trabalhar. Mas as melhores empresas, tem como um dos motivos de estar entre as melhores, justamente o alto nível de exigência na contratação.

J

A regra eh bem simples. Quanto melhor a empresa, mais exigente ela vai ser na contração.

O contrário nem sempre é verdade, existem empresas com muita exigência e péssimas para trabalhar. Mas as melhores empresas, tem como um dos motivos de estar entre as melhores, justamente o alto nível de exigência na contratação.

E nesse caso acredito que não só a instituição de ensino é o fator decisivo para contratação, mas experiencia, cursos na área de atuação e etc também serão agravantes correto?

A

java.teen:

E nesse caso acredito que não só a instituição de ensino é o fator decisivo para contratação, mas experiencia, cursos na área de atuação e etc também serão agravantes correto?

Agravantes não!
São diferenciais positivos. Que agrega valor ao profissional.

J

É importante quando o candidato nao entra por indicacao, onde qualquer coisa de renome vai agregar ao canditado “estranho”, mesmo não perguntando vai ver no curriculo e servir como parâmetro de comparação. Mas se for por indicação geralmente não importa o local.

A

Pode fazer diferença em dois momentos:
1- No processo de seleção;
2- Quando o desempenho não estiver de acordo com o esperado.

J

Depende, mas acho que quanto mais séria a empresa é mais ela se preocupa com isso.

Tive um chefe, por exemplo, que não contratava pessoas formadas numa universidade X na minha cidade porque já teve experiências ruins com alunos de lá no passado. Já o meu chefe atual sequer se importa se o profissional se formou na universidade A ou B e tampouco aplica teste nos candidatos. Já vi gente ser contratada após 10 minutos de conversa.

Agora pense, qual das empresas citadas anteriormente possui um trabalho com maior qualidade?

C

Acredito que cada caso é um caso!

Já vi profissionais ruins que são formados em ótimas universidades e já vi ótimos profissionais que são formados em universidades ruins…

Acredito que não se deve julgar nenhum profissional pela faculdade que cursou…

V

carlospomari:
Acredito que cada caso é um caso!

Já vi profissionais ruins que são formados em ótimas universidades e já vi ótimos profissionais que são formados em universidades ruins…

Acredito que não se deve julgar nenhum profissional pela faculdade que cursou…

E ninguém falou o contrário.

Mas pouco importa se achamos isso ou aquilo. O fato é que cada empresa é livre para adotar a política que quiser na hora de contratar. Assim, alguém que tenha opinião diferente da sua, ou que tenha muitos currículos para analisar, vai acabar usando como filtro a faculdade.

A

É claro que não se deve julgar um profissional pela instituição em que fez o curso, mas, teremos bastante dados sobre a pessoa. Que cruzados com outros, nos darão algumas informações significativas.

C

ViniGodoy:
carlospomari:
Acredito que cada caso é um caso!

Já vi profissionais ruins que são formados em ótimas universidades e já vi ótimos profissionais que são formados em universidades ruins…

Acredito que não se deve julgar nenhum profissional pela faculdade que cursou…

E ninguém falou o contrário.

Mas pouco importa se achamos isso ou aquilo. O fato é que cada empresa é livre para adotar a política que quiser na hora de contratar. Assim, alguém que tenha opinião diferente da sua, ou que tenha muitos currículos para analisar, vai acabar usando como filtro a faculdade.

Concordo!

A

Se acham que quem seleciona os candidatos não vai considerar por quê todo mundo coloca isso no currículo? Para encher linguiça é que não é, né?

A

Assunto bem complicado…Estou passando por um dilema parecido , estou encontrando um dificuldade enorme para conseguir um simples estagio , acho que um dos fatores que estão colaborando bastante para esse insucesso e a minha formação , a faculdade que eu curso e bem pequena , ja teve o seus dias de gloria , hoje vive momentos dificies, estou num dilema enorme , pois falta 1,6 para termina o curso e sair para comecar tudo de novo.Fora que alem disso esse e minha segunda graduação …estou num dilema enorme, e mais um agravante estou com 26 anos … estou bastante desmotivado pois apesar do esforço não consigo iniciar , na profissão.Estou fazendo varios cursos online , alura ja fiz a trilha de java , e dois presenciais na minha cidade , um dia de sabado pela manha , e outro na semana todos os dias…enfim fugi do topico…mais acredito que infelizmente faculdade ajuda banstante … pois como foi citado acima , um primeiro filtro e a formaçao, pois que esta no rh , na maioria das vezes nao entende da nossa area.

A

Em que curso já é formado?
Não entra nessa de que RH não conhece nossa área, RH não precisa conhecer a área, apenas conhecer como se seleciona candidatos para determinada área, a escolha final normalmente cabe ao setor solicitante.
Só vai encontrar RH especializado em TI se for uma empresa de TI, ou se for uma empresa especializada em seleção de pessoal de TI.

M

Pela lógica:
Supondo que, o indivíduo X tenha uma faculdade privada SUPER FODA, e tenha a experiência Y
E o indivíduo Z, com uma faculdade EAD LIXO, tenha a mesma experiência Y
e ambos com a mesma idade, experiência, mesmo conhecimento e etc.

Concluímos que:
O indivíduo Z teve que se esforçar mais.

V

Mitidiero:
Pela lógica:
Supondo que, o indivíduo X tenha uma faculdade privada SUPER FODA, e tenha a experiência Y
E o indivíduo Z, com uma faculdade EAD LIXO, tenha a mesma experiência Y
e ambos com a mesma idade, experiência, mesmo conhecimento e etc.

Concluímos que:
O indivíduo Z teve que se esforçar mais.

E como se mede “a mesma experiência”?

A

Mitidiero:
Pela lógica:
Supondo que, o indivíduo X tenha uma faculdade privada SUPER FODA, e tenha a experiência Y
E o indivíduo Z, com uma faculdade EAD LIXO, tenha a mesma experiência Y
e ambos com a mesma idade, experiência, mesmo conhecimento e etc.

Concluímos que:
O indivíduo Z teve que se esforçar mais.

Discordo.
O indivíduo X, se esforçou mais desde o pré-vestibular, no vestibular e durante o curso.
Como na parte profissional você considerou que são equivalentes, então, X se esforçou mais.

M

Gusukuma,

O individuo X numa faculdade pública teve muito mais suporte e incentivo, iniciação científica e etc, o indivíduo Y teve que conquistar tudo isso por si próprio, é nítido a força de vontade que foi necessária no individuo Y para poder se igualar ao individuo X.

Eu vivi as duas realidades, fiz faculdade privada (um lixo) e hoje faço mestrado na Unicamp, em 1 semestre de unicamp vc aprende mais do que uma faculdade inteira meia boca.

V

Mitidiero, seu pressuposto é correto do ponto de vista teórico, mas tem uma falha catastrófica do ponto de vista prático. Quando se analisa o currículo, faz-se a entrevista, etc. estão justamente tentando medir a experiência do candidato.

É importante ressaltar que em momento nenhum o contratador conhecerá plenamente a experiência do candidato. Mesmo após todo o processo, você só vai ter um feeling sobre essa experiência.

Por isso, apesar de teoricamente ser verdade que se X e Y tem a mesma experiência e Y se dedicou mais, será impossível, numa entrevista, para fins práticos, aferir isso.

Nesse caso, o contratador geralmente vai dar preferência para quem teve a melhor faculdade. Pois, como você mesmo ressaltou, as chances desse cara ter tido melhores professores, iniciação científica, etc. é maior e, portanto, há mais chances desse cara ser mais experiente - mesmo que na entrevista a percepção seja semelhante.

Ou, pelo menos, as chances são maiores desse cara ter tido uma formação mais sólida, e ter mais facilidade para ser treinado na empresa onde será contratado.

Agora, em contratações de plenos e seniores, a faculdade dificilmente é levada em conta. Geralmente, vai se avaliar os projetos que o cara participou e como ele os explica na entrevista.

A faculdade só tem um peso muito grande nos primeiros empregos, ou caso você esteja tentando entrar no meio acadêmico.

Tem que entender o seguinte. O contratador vai procurar diferenciar os candidatos. Se a experiência prática é igual, ele vai procurar outros atributos: comunicação, formação, linguas estrangeiras, etc. O critério de prioridade para esses atributos varia de contratador para contratador. Há empresas que dão muito valor a faculdade, outras pouco.

Então, como existem muitas empresas e muitos contratadores diferentes, com prioridades diferentes, é impossível que sua faculdade jamais pese numa entrevista de emprego. Cada diferencial que você tiver será um ponto positivo em algum momento.

O que Y terá que fazer, nesse caso, é mostrar ao contratador que ele teve mais experiências interessantes que X por ter se dedicado mais. Provavelmente, Y teve que correr atrás fazendo cursos fora, desenvolvendo projetos e buscando o mercado de trabalho mais cedo. E é isso que Y terá que mostrar na entrevista, que ele tem mais experiência prática. Se isso vai ser mais relevante para o contratador do que a experiência teórica do X… isso só o contratador poderá dizer.

A

Mitidiero:
Gusukuma,

O individuo X numa faculdade pública teve muito mais suporte e incentivo, iniciação científica e etc, o indivíduo Y teve que conquistar tudo isso por si próprio, é nítido a força de vontade que foi necessária no individuo Y para poder se igualar ao individuo X.

Eu vivi as duas realidades, fiz faculdade privada (um lixo) e hoje faço mestrado na Unicamp, em 1 semestre de unicamp vc aprende mais do que uma faculdade inteira meia boca.

Essa análise está partindo do pressuposto que o cara por ter cursado uma faculdade melhor não fez esforço, que caiu do céu, isso não é sempre assim.
Estou comparando apenas os dados “objetivos”, para se fazer o curso numa faculdade melhor, tem que se esforçar muito mais, gastar mais tempo e dedicação, então quem fez uma faculdade melhor, teve menos tempo para se dedicar à parte profissional, se dedicou menos tempo e tem experiência equivalente ao que teve mais tempo (afinal fazer um curso EAD Lixo vai gastar muito pouco tempo e dedicação, não é?) pode-se deduzir que se esforçou mais para estudar e se teve um desempenho melhor na parte profissional (menos tempo para dedicar, mas com rendimento equivalente) é porque teve que se esforçar mais.

A

Muitos devem estar achando estranho o meu ponto de vista exposto acima, o problema é que temos a tendência de analisar esses fatos com o filtro de idéias preconcebidas: se estudou em uma boa escola é filhinho de papai, se estudou em escola ruim é filho de operário, mas, isso não faz parte da descrição inicial, então só entra na análise do problema via preconceito. Isso não é ciência.

É claro que eu não vejo o problema apenas pelo que coloquei acima, mas, dados são dados, ou não?

V

A H Gusukuma:
Muitos devem estar achando estranho o meu ponto de vista exposto acima, o problema é que temos a tendência de analisar esses fatos com o filtro de idéias preconcebidas: se estudou em uma boa escola é filhinho de papai, se estudou em escola ruim é filho de operário, mas, isso não faz parte da descrição inicial, então só entra na análise do problema via preconceito. Isso não é ciência.

É claro que eu não vejo o problema apenas pelo que coloquei acima, mas, dados são dados, ou não?

Eu dou aula numa faculdade particular, considerada boa, e cara. E lá vemos o seguinte:

  • Sim, tem filhinho de papai que não estuda - e também não se forma.
  • Tem filhinho de papai que sabe aproveitar o que o papai dá. Estuda bastante, aproveita os recursos da faculdade, e se forma excelente profissional;
  • Tem aluno do pró-uni que não estuda - e além de perder a bolsa não se forma;
  • Tem aluno do pró-uni que sabe aproveitar o que o governo dá. Estuda bastante, aproveita os recursos da faculdade, e se forma excelente profissional.

Conclusão: Não é a renda que faz o caráter ou a competência do sujeito.

Eu também fui professor de universidade Federal. Lá observa-se que:

  • Mais gente melhor se forma por causa do vestibular - a concorrência traz alunos estudiosos;
  • Muita da gente melhor que se forma, é filhinho de papai. Muitos não são;
  • Também tem muito aluno preguiçoso, que não se forma - com ou sem renda.

O que difere uma BOA de uma MÁ faculdade é, geralmente, a capacidade de alguém se formar por outros motivos que não o mérito e o estudo. Por isso, algumas faculdades caríssimas tem pouco crédito no mercado.

A

ViniGodoy:
A H Gusukuma:
Muitos devem estar achando estranho o meu ponto de vista exposto acima, o problema é que temos a tendência de analisar esses fatos com o filtro de idéias preconcebidas: se estudou em uma boa escola é filhinho de papai, se estudou em escola ruim é filho de operário, mas, isso não faz parte da descrição inicial, então só entra na análise do problema via preconceito. Isso não é ciência.

É claro que eu não vejo o problema apenas pelo que coloquei acima, mas, dados são dados, ou não?

Eu dou aula numa faculdade particular, considerada boa, e cara. E lá vemos o seguinte:

  • Sim, tem filhinho de papai que não estuda - e também não se forma.
  • Tem filhinho de papai que sabe aproveitar o que o papai dá. Estuda bastante, aproveita os recursos da faculdade, e se forma excelente profissional;
  • Tem aluno do pró-uni que não estuda - e além de perder a bolsa não se forma;
  • Tem aluno do pró-uni que sabe aproveitar o que o governo dá. Estuda bastante, aproveita os recursos da faculdade, e se forma excelente profissional.

Conclusão: Não é a renda que faz o caráter ou a competência do sujeito.

Eu também fui professor de universidade Federal. Lá observa-se que:

  • Mais gente melhor se forma por causa do vestibular - a concorrência traz alunos estudiosos;
  • Muita da gente melhor que se forma, é filhinho de papai. Muitos não são;
  • Também tem muito aluno preguiçoso, que não se forma - com ou sem renda.

O que difere uma BOA de uma MÁ faculdade é, geralmente, a capacidade de alguém se formar por outros motivos que não o mérito e o estudo. Por isso, algumas faculdades caríssimas tem pouco crédito no mercado.

+1

Destacando-se ainda o alto nível de evasão, por inadequação ao curso ou despreparo para acompanhar o curso.

V

Sim, mas nesse caso não é mérito ou demérito do sujeito.

A

ViniGodoy:
A H Gusukuma:

+1

Destacando-se ainda o alto nível de evasão, por inadequação ao curso ou despreparo para acompanhar o curso.

Sim, mas nesse caso não é mérito ou demérito do sujeito.

Sim, é claro!

D

Olha eu perdendo mais um tempo aqui no GUJ hehe, entretanto, devo ajudar ao criador do tópico e contribuir de acordo com a “experiência” da qual eu tive e pude verificar que o mercado de TI é assim:
As empresas esperam o “quem indica” de algum colaborador seu e senão houver indicação, elas “avaliam”, muitas delas por sinal ridiculamente, se você sabe fazer algo, ou seja, “não reinventar a roda e sim criar a roda”, faculdade que nada, nessa área de TI basta ser autodidata, ou seja, não precisa de faculdade não!

G

As empresas olham primeiramente Experiência de mercado e Indicação. Isso é mais importante, mas para quem está começando, ai a faculdade já pesa um pouco mais. Mas creio que empresas grandes normalmente preferem aplicar primeiro provas, e de primeiro momento não darão tanto valor para a faculdade.

Depois de aplicada a prova, a faculdade que a pessoa cursou será um segundo critério. Vou tentar exemplificar:

Imagine 3 pessoas disputando uma vaga, aqui as informações:

Pessoa1
Faculdade: federal.
Nota: 10,0.

Pessoa2
Faculdade: ruim.
nota: 10,0.

Pessoa3
Faculdade: Federal.
nota: 8,0.

Qual seria a escolha? A pessoa 1, afinal, por criterio de desempate, ele cursou um faculdade que provavelmente lhe ofereceu um ensino muito superior. Além disso, é bem provável que essa pessoa teve que estudar bastante para passar em um vestibular.

Isso não quer dizer que a Pessoa 2 nunca achará uma vaga. Afinal, se fossem duas vagas, seriam escolhidas as Pessoas 1 e 2, porque elas mostraram na prova que sabem mais.

J

Primeiramente obrigado a todos que responderam. Bom, eu estive pensando e vejo que muitas pessoas dizem: A, se você não cursar uma boa faculdade você não vai ter chance no mercado de trabalho. Mas ora, vejamos só: Será que todas as instituições boas são suficientes para suprir o mercado? Suponhamos que sim, mas será que essas instituições de ensino formam um número suficiente de alunos para suprir esse mercado? A resposta muito provavelmente é não. Também devemos considerar que a quantidade de faculdades "ruins"ou “boas” é muito superior a quantidade de faculdades "excelentes, logo a chance de uma pessoa que estudou em uma faculdade “boa” ou “ruim” disputar uma vaga com alguém que também cursou uma dessas faculdades é muito maior do que essa mesma pessoa disputar a vaga com alguém que cursou uma faculdade “excelente”. Juntamente com as informações que vcs prestaram antes, conseguimos concluir que: O fato de você cursar uma faculdade “x”, não é garantia de emprego, da mesma forma que cursar uma faculdade “y” não é algo que determina que vc não conseguirá um emprego, já que a contratação é relativa a diversos parâmetros. Muito obrigado a todos, quem tiver algo a acrescentar fique a vontade!

V

Nada é garantia de emprego.
Mas não entendi sua conclusão. O fato é: as chances de você conseguir um bom emprego aumentam com uma boa faculdade. Especialmente no primeiro emprego.

R

A questão é que, dependendo de quem está selecionando, faculdade ruim não passa nem na peneira e não é chamado nem pra entrevista.

J

Uma pergunta: Você considera esse tipo de atitude por parte de um selecionador algo bom ou ruim? Se você considera isso algo bom, me responda o que você considera como uma faculdade ruim. Existem pessoas que tem paramêtros muito superficiais para dar essa determinação (não estou dizendo que é o seu caso). Você acredita que uma empresa deste tipo, conseguirá bons profissionais usando como único critério de descarte o nome da faculdade?

V

Esse não será o único critério, será “um dos” critérios. Empresas que fazem isso são geralmente empresas que atraem muitos profissionais: multinacionais, grandes bancos, empresas grandes.

Os candidatos que sobrarem ainda serão numerosos o suficiente para passar por provas, entrevistas, etc. Lembre-se que para entrevistar todo mundo a empresa também tem custos: terá que gastar mais tempo fazendo entrevistas, ficar mais tempo sem o profissional, etc.

Se estatisticamente uma faculdade é ruim ao ponto de que boa parte dos candidatos que chega de lá acaba indo mal nas provas, descarta-la sumariamente é, sim, um bom critério para esse contratador.

Duas empresas aqui de Curitiba que fizeram isso foram a Siemens e o HSBC. As duas estão entre as melhores empresas para se trabalhar na região.

R

Uma pergunta: Você considera esse tipo de atitude por parte de um selecionador algo bom ou ruim? Se você considera isso algo bom, me responda o que você considera como uma faculdade ruim. Existem pessoas que tem paramêtros muito superficiais para dar essa determinação (não estou dizendo que é o seu caso). Você acredita que uma empresa deste tipo, conseguirá bons profissionais usando como único critério de descarte o nome da faculdade?

Respondi com base na pergunta do autor do tópico. Ele quer saber o que acontece de fato, e não se é bom ou ruim.

Respondendo à sua pergunta, considero algo ruim, porém, justificável devido às restrições de recursos. Para as boas vagas, há muitos candidatos e é impossível a empresa estudar as minúcias de cada um. Então ela utiliza filtros para selecionar alguns para conhecê-los melhor por meio de um painel, dinâmica, entrevista, etc.

A questão é que o nome da faculdade não é o único filtro e qualquer filtro pode injustiçar alguém. E sim, as empresas conseguem bons profissionais (apesar de algumas vezes poder deixar alguns melhores de fora) com essa política, pois os filtros não são o único critério. É apenas uma maneira de diminuir a quantidade de candidatos que ela analisará com mais detalhes.

A

Resumo
Se está na fase pré-vestibular, faça a melhor faculdade que puder entrar, em vista dos requisitos: preparo, acesso, custos.
Se já está cursando, aproveite ao máximo esse período: aprendizado, networking, projetos, referências, TCC.
Se já cursou: certificações, pós-graduações, mestrado, doutorado.
E sempre tem a internet: fóruns, tutoriais, palestras, cursos.
E não esquecer dos: papers, apostilas e livros, muitos livros.
E dos códigos: samples, exemplos, projetos open source.

No final, o que vai fazer a diferença é o quanto aprendeu e consegue colocar na prática e o quanto não aprendeu e consegue aprender sozinho.
Além da capacidade de trabalhar em equipe.
Em outras palavras, o produto do seu trabalho.

X

Acho que recrutadores diferentes dão pesos diferentes à critérios diferentes, e pior, em contextos diferentes!

Seja um cara líquido! Se adapte ao ambiente ao qual esta inserido!

Se o seu recrutador (normalmente o RH só vê se você não é doido, mas há sempre um aval de um técnico) for um chefe que é um cara f*da vindo de uma faculdade medíocre, ele provavelmente não dará tanta atenção à sua formação.

E outra coisa (a parte do contexto diferente) também é a função que você vai exercer onde, sua formação pode, ou não, ser um requisito desejável/importante/indispensável.

L

Vou contribuir um pouco pelo que passei mês passado.

Apenas uma vaga de estágio para 14 candidatos …

Minha Faculdade é Nota 4 MEC,é mais ou menos pelo que vejo rs…

Os caras chegaram e começou a falar estudo no X,Y,Z, Mackenzie, São Judas etc…

Chegou a hora da entrevista,a recrutadora pergunta na sala alguém sabe a história da empresa o Ano de implantação do ERP da TOTVS ?

Nem um cara das universidades pica de SP falou ! Eu fui e contei toda a História da empresa tranquilamente rs…

Chega a hora de Desenhar era Três Desenhos uma arvore,uma pessoa,uma casa.Olho pro cara do meu lado de uma faculdade foda…O desenho da casa do cara não tem chão fica flutuando…Ele não riscou a Folha com uma Linha assim : ______________________________ para desenhar a casa em cima…

Chega prova de Lógica, e depois com o gestor de TI me expressei muito bem.

Ou seja de 14 caras com faculdades super reconhecidas…Bem superiores a minha que é de uma cidade e particular EU PASSEI.

Conheço amigo meu também que no primeiro Semestre conseguiu um estágio e uma empresa muito boa em SP,e tinha caras de Unicamp,USP etc…

Então a FACULDADE QUEM FAZ E VOCÊ !!!

AHUSHUSHS :slight_smile:

L

Algo que contribuiu que meu Chefe é um cara FODA,mais não tem faculdade…

Então ele nem ligo acredito eu que para faculdade,mais mesmo assim na entrevista dentro da Sala com 14 pessoas fui o melhor sem dúvidas e já tinha ganhado pontos hehe.

X

lucasvvasconcelos:
Algo que contribuiu que meu Chefe é um cara FODA,mais não tem faculdade…

Então ele nem ligo acredito eu que para faculdade,mais mesmo assim na entrevista dentro da Sala com 14 pessoas fui o melhor sem dúvidas e já tinha ganhado pontos hehe.

Exatamente, ele certamente deu maior peso à outros fatores.

V

Sim, mas é o que o xdraculax falou. Esses foram o critérios que essa empresa em específico adotou. Muitos podem achar tolisse o candidato saber a história da empresa na entrevista, ou fazer um exame com cara de psicotécnico.

Na verdade, tem muito contratador, que usa como primeiro filtro a faculdade. Aí você sequer seria chamado para a entrevista.

É aquele negócio. A faculdade é um dos critérios que pode ser usado numa contratação. Você estará em desvantagem se não tive-lo. Mas, obviamente, não é o único critério (e nem sempre o mais valorizado). Se você não tiver uma boa faculdade (ou faculdade nenhuma), esteja certo de se garantir no resto.

L

É o que penso mais pra frente vou fazer uma Pós e Mestrado de PESO.Porque é complicado esses critérios de Faculdade rs…

V

É como quando você vai comprar um produto. Você, como comprador, elenca uma série de atributos que você gostaria para seu produto:

  • Preço
  • Qualidade
  • Opiniões de terceiros

Etc… pessoas diferentes dão pesos diferentes. Algumas pessoas, por exemplo, só comprariam uma TV se for da Sony ou LG e nem se dão ao trabalho de olhar outras marcas (o mesmo vale para alguns chefes em relação a faculdades). Só depois, pegam as principais TVs tentam avaliar outros critérios.

Outras não ligam para isso e estão interessadas na TV mais barata.

E outras vão usar critérios elaborados, ler em diversos locais sobre a TV e tentar se certificar de toda maneira possível que estão fazendo uma boa compra (e aí são os chefes que fazem provas, avaliações psicológicas, entrevistas, etc…)

Agora, tudo depende de quem te contrata, e do que essa pessoa ou empresa valorize. O fato é que se você é tem uma faculdade que é “genérica”, pode não se enquadrar no critério de quem só contrata “Sonys e LGs”, e essas vagas estarão fechadas para você.

L

Belo exemplo :stuck_out_tongue:

Concordo,o mercado é realmente complexo e complicado,cada caso é um caso =X

É uma pena eu não está cursando uma Unicamp ou MIT haha’

Criado 2 de março de 2014
Ultima resposta 14 de mai. de 2014
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