Como identifico alguem com problemas

137 respostas
L

Pessoal,

Quantos conseguem perceber que B está sendo agressivo apenas com este diálogo?
Em que momento B é agressivo?
Não vale ler os outros posts. A ideia é fazer um julgamento apenas com este dialogo e evitar que sejam viciados pelos outros comentários.


A: Achei interessante trabalhar como Analista de Testes por estes meses, mas meu foco realmente é desenvolvimento.
B: Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.
A: Não. Não vou. Eu sempre gostei da área. Trabalho com ela a mais de 7 anos e nunca a achei ruim.
B: O que você acha de tirar uma folga, repensar o que realmente quer, e na terça-feira…
A: Não. Eu não mudarei de ideia.
B: Nossa, você sempre é rapidinho para decidir! Você é sempre assim… decide de supetão?
A: Quando eu sei o que quero. A atividade é nobre, mas eu não nasci para testes.
B: Então o que você quer para assumir a liderança da equipe de testes?
A: Eu não atravessaria na frente de meu colega C. Ele está no departamento a mais tempo do que eu e tão capaz quanto eu. Para que algo assim acontecesse, ele teria que ser consultado antes.
B: Mas acontece que não é ele quem decide. Eu quero você lá. Você tem liderança e C não tem.
A: Estou oferecendo meu serviço como desenvolvedor pleno por um valor um pouco mais baixo do que o de mercado. Por que insiste? Se quer tanto que eu trabalhe lá, eu farei pelo dobro do que quero como desenvolvedor.
B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…
A: Vai dizer então que o senhor, precisando de dinheiro, não faria um serviço honesto e não promíscuo por 10 mil só porque não gosta desse serviço?
B: Não. Não faria.
A: O que quer dizer com isso? O trabalho que estou fazendo não é digno e honesto??? E ainda quer me ofender?
B: Ahhh… bem…não é isso que eu quis dizer, você me entendeu mal…
A: O senhor é um mentiroso… Em 10 min. meu pedido de demissão estará em sua mesa.

137 Respostas

R

e ?

L

Gostaria de conhecer o senso comum. As opiniões dos meus colegas do fórum apenas sobre o dialogo citado. O que são capazes de extrair dele. Desconsiderem que A tenha que procurar novo emprego.

Quem desse diálogo pode ter mais problemas?

A

Somente pelo primeiro post, a sensação que dá é que A está fora de controle emocional, com os nervos à flor da pele. Foi contrariado, recebeu uma contraoferta, não gostou, se ofendeu, chamou B de mentiroso e pediu demissão.

Com as informações adicionais, piora a situação de A, sabedor do perfil de B ele deveria estar mais preparado para essa conversa.
A menos que tenha mais detalhes significativos que justifiquem o comportamento.

N

B é provavelmente voltado a hierarquia e funções, não deve ter vivência em TI e ainda por cima não tem maturidade para ser gerente.

Quem tem que conhecer o perfil do funcionário é o gerente (incapaz neste caso) e este que tem que estar preparado para uma discussão.

Se o pressuposto for que A não deve se preocupar em procurar um novo emprego, seja porque vai ficar na função atual, seja porque terá outro em seguida com os mesmos valores e condições, talvez até melhores, o único que teve prejuízo foi a empresa de B.

L

A H Gusukuma:
Somente pelo primeiro post, a sensação que dá é que A está fora de controle emocional, com os nervos à flor da pele. Foi contrariado, recebeu uma contraoferta, não gostou, se ofendeu, chamou B de mentiroso e pediu demissão.

Com as informações adicionais, piora a situação de A, sabedor do perfil de B ele deveria estar mais preparado para essa conversa.
A menos que tenha mais detalhes significativos que justifiquem o comportamento.

A sempre viu as falhas da rede de B e mesmo apresentando os problemas e as soluções, B nunca se importou em corrigi-los.
B viu A como uma ameaça, e por este motivo sempre fazia comentários ofensivos à A.
A deduziu que B tinha segundas intenções.

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:
Somente pelo primeiro post, a sensação que dá é que A está fora de controle emocional, com os nervos à flor da pele. Foi contrariado, recebeu uma contraoferta, não gostou, se ofendeu, chamou B de mentiroso e pediu demissão.

Com as informações adicionais, piora a situação de A, sabedor do perfil de B ele deveria estar mais preparado para essa conversa.
A menos que tenha mais detalhes significativos que justifiquem o comportamento.

A sempre viu as falhas da rede de B e mesmo apresentando os problemas e as soluções, B nunca se importou em corrigi-los.
B viu A como uma ameaça, e por este motivo sempre fazia comentários ofensivos à A.
A deduziu que B tinha segundas intenções.


Como disse, tem muito histórico nesse caso. Somente pelo diálogo do post inicial, não dá para achar normal a reação de A e muito menos de deduzir que B é incompetente ou outra coisa. Mas, com essas outras informações, a pergunta é: quem é o superior de B e por que B é mantido no cargo?
Por que B ofereceu uma promoção a A?
Até agora essa é uma situação tipo: perde A, perde B e perde a empresa.

L

Quando eu fiz o 1º post a minha intenção era que ficasse subentendido que a relação sempre foi desse nível, Não eram necessários outros detalhes.
Quantos conseguem perceber que B está sendo agressivo apenas com o primeiro diálogo?

Sim, infelizmente de uma forma ou de outra todos perderam!

Todos tem suas próprias estratégias e a forma de seu desenvolvimento pode ser avaliado por outros como uma atitude cooperativa, agressiva, cortês ou neutra.

Sobre Cooperação:

J

Achei B agressivo por coagir A em determinadas circunstâncias. Achei A também um pouco inseguro.

A

Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

N

A H Gusukuma:
Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

Você acha que tudo isso que você falou justifica a ironia e a perda de tempo que B está causando para A?

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

Você acha que tudo isso que você falou justifica a ironia e a perda de tempo que B está causando para A?

Como eu disse, sem contextualizar, essa é uma conversa que não tem nada de mais, tirando a reação despropositada de A. Sinceridade, esse tipo de conversa não tem nada de tão ofensivo. E ainda, veja que no final B tenta contemporizar. Onde B, no dialogo, falou que o trabalho de A era indigno e/ou desonesto?
Qual é a perda de tempo que B está causando para A?

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

Você acha que tudo isso que você falou justifica a ironia e a perda de tempo que B está causando para A?

Como eu disse, sem contextualizar, essa é uma conversa que não tem nada de mais, tirando a reação despropositada de A. Sinceridade, esse tipo de conversa não tem nada de tão ofensivo. E ainda, veja que no final B tenta contemporizar. Onde B, no dialogo, falou que o trabalho de A era indigno e/ou desonesto?
Qual é a perda de tempo que B está causando para A?

Pelo texto percebe-se que A era programador fazia um bom tempo, que aceitou o cargo como experiencia e que não era o que ele queria fazer. Não era muito mais simples B ter sido direto e ter dito que nao pretendia/nao podia transformar A em programador, ao inves de tentar ganhar tempo?

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

Você acha que tudo isso que você falou justifica a ironia e a perda de tempo que B está causando para A?

Como eu disse, sem contextualizar, essa é uma conversa que não tem nada de mais, tirando a reação despropositada de A. Sinceridade, esse tipo de conversa não tem nada de tão ofensivo. E ainda, veja que no final B tenta contemporizar. Onde B, no dialogo, falou que o trabalho de A era indigno e/ou desonesto?
Qual é a perda de tempo que B está causando para A?

Pelo texto percebe-se que A era programador fazia um bom tempo, que aceitou o cargo como experiencia e que não era o que ele queria fazer. Não era muito mais simples B ter sido direto e ter dito que nao pretendia/nao podia transformar A em programador, ao inves de tentar ganhar tempo?

Por isso que disse que sem contexto fica difícil avaliar, você pode imaginar qualquer coisa, como um desenvolvedor vira analista de testes? E como um analista de testes vai ser um desenvolvedor pleno? Por que B não poderia esperar alguns dias para dar a resposta? Por que B vai conversar com o superior e fica ofendido se esse procura medir seus limites? Numa eventual entrevista de emprego A não seria questionado sobre suas pretensões (salário, cargo, funções)? Vira algo subjetivo, mais por simpatia a A ou B, mas, as informações e fatos são o que devem nortear uma avaliação isenta.

PS: Troquei A por B acima, mas, dá para se notar a troca.

L

se acha tão significante se tem ou não a vaga, eis o trecho onde se lê isso:
você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento

Como eu disse, é irrelevante se tem vaga ou não para desenvolvimento.
É irrelevante se A ou B é competente para os cargos que assumem ou iriam assumir.

A questão que estou levantando é:
Quem percebe em quais momentos B é ofensivo?

A

Luiz Augusto Prado:
se acha tão significante se tem ou não a vaga, eis o trecho onde se lê isso:
você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento

Como eu disse, é irrelevante se tem vaga ou não para desenvolvimento.
É irrelevante se A ou B é competente para os cargos que assumem ou iriam assumir.

A questão que estou levantando é:
Quem percebe em quais momentos B é ofensivo?

Esse é um trecho genérico, é preciso muita imaginação para deduzir que estamos falando da existência de vaga.

Nas seguintes falas de B, poderia ser considerado “ofensivo”:


B: Nossa, você sempre é rapidinho para decidir! Você é sempre assim… decide de supetão?

B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…

Mas, repito, considero isso dentro de uma conversa, em que existem divergências, como normal. Uma pessoa (A) não pode sair do sério do jeito que saiu.

Imagino A em uma reunião em que ele defende um ponto de vista, e outro(s) um ponto de vista oposto. No meio da discussão vai rolar humor, sarcasmo, piadas, ironia e outras formas menos polidas. Como A reagiria numa tal situação?

L

por que acredita que em uma conversa sobre trabalho teriam que ocorrer formas menos polidas de conversação?

Não entendo como uma empresa de TI pode querer deslanchar se seus funcionários não se comunicam de forma respeitosa nem cooperam entre si.

Na minha opinião tentar coagir um funcionário que não tem medo pode levar à resultados opostos ao desejado.

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

Imagino A em uma reunião em que ele defende um ponto de vista, e outro(s) um ponto de vista oposto. No meio da discussão vai rolar humor, sarcasmo, piadas, ironia e outras formas menos polidas. Como A reagiria numa tal situação?

por que acredita que em uma conversa sobre trabalho teriam que ocorrer formas menos polidas de conversação?

Não entendo como uma empresa de TI pode querer deslanchar se seus funcionários não se comunicam de forma respeitosa nem cooperam entre si.

Na minha opinião tentar coagir um funcionário que não tem medo pode levar à resultados opostos ao desejado.

Eu não defendo e nem disse que deva acontecer, e sim, na hipótese de acontecer, e os limites para “forma respeitosa de comunicação” é muito subjetivo e dependente de cada um. Ser ofendido está mais na cabeça de quem se ofende do que no possível ofensor.
É muito simples, define-se que vai falar livremente, lógico, dentro de um padrão minimamente aceitável, mas, que ninguém leve para o lado pessoal.
Agora quanto à coação, “sem medo”, coragem, devemos sempre verificar a conveniência e bom senso, inclusive, nesses tempos de globalização, da cultura (do país) dos envolvidos, visto que a mesma atitude pode ser considerada oportuna ou inoportuna, ou desrespeitosa ou ofensiva. Então, precisa de muita tolerância e flexibilidade, e menos sensibilidade a possíveis (imaginárias) ofensas.

N

A H Gusukuma:
Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

Imagino A em uma reunião em que ele defende um ponto de vista, e outro(s) um ponto de vista oposto. No meio da discussão vai rolar humor, sarcasmo, piadas, ironia e outras formas menos polidas. Como A reagiria numa tal situação?

por que acredita que em uma conversa sobre trabalho teriam que ocorrer formas menos polidas de conversação?

Não entendo como uma empresa de TI pode querer deslanchar se seus funcionários não se comunicam de forma respeitosa nem cooperam entre si.

Na minha opinião tentar coagir um funcionário que não tem medo pode levar à resultados opostos ao desejado.

Eu não defendo e nem disse que deva acontecer, e sim, na hipótese de acontecer, e os limites para “forma respeitosa de comunicação” é muito subjetivo e dependente de cada um. Ser ofendido está mais na cabeça de quem se ofende do que no possível ofensor.
É muito simples, define-se que vai falar livremente, lógico, dentro de um padrão minimamente aceitável, mas, que ninguém leve para o lado pessoal.
Agora quanto à coação, “sem medo”, coragem, devemos sempre verificar a conveniência e bom senso, inclusive, nesses tempos de globalização, da cultura (do país) dos envolvidos, visto que a mesma atitude pode ser considerada oportuna ou inoportuna, ou desrespeitosa ou ofensiva. Então, precisa de muita tolerância e flexibilidade, e menos sensibilidade a possíveis (imaginárias) ofensas.

O cara foi acusado de chantagear a empresa, de ser vendido e ainda não tem ofensa?

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
Sem contextualizar, fica difícil ter uma avaliação razoável.
Vejam bem: A trabalha como Analista de Testes, solicita transferência para a área de desenvolvimento, para o nível pleno, até aí tudo bem, é claro que precisa checar se A tem condições de assumir essa posição, se tem formação, experiência, enfim, se abrisse uma vaga de desenvolvedor pleno ele teria qualificações equivalentes aos outros candidatos. Supondo que sim, precisaria ver se existe essa vaga em aberto na empresa. Continuando, precisaria ver se é conveniente para a empresa essa transferência no momento. Nesse ponto, precisamos verificar como A é avaliado pela empresa, e como a equipe de desenvolvimento considera essa aquisição.
Vamos ver como poderia ser o ponto de vista de B, B considera que A não se dará bem como desenvolvedor, mas vê qualificações em A, como liderança, e inclusive oferece a função de líder da equipe de testes.
A menos que vocês achem que B deva atender incondicionalmente os desejos de A, não dá para aceitar que apenas pelo diálogo, deva se concluir que B seja despreparado, não tenha experiência com pessoal de TI, ou que B esteja de sacanagem.

Considerando que o relato é feito pelo ponto de vista de A, ou pelo menos de um simpatizante, eu precisaria no mínimo conhecer o ponto de vista de B e de alguns outros conhecedores de A e B.

Por enquanto, considero que A precisa amadurecer e ter mais autocontrole.

Você acha que tudo isso que você falou justifica a ironia e a perda de tempo que B está causando para A?

Como eu disse, sem contextualizar, essa é uma conversa que não tem nada de mais, tirando a reação despropositada de A. Sinceridade, esse tipo de conversa não tem nada de tão ofensivo. E ainda, veja que no final B tenta contemporizar. Onde B, no dialogo, falou que o trabalho de A era indigno e/ou desonesto?
Qual é a perda de tempo que B está causando para A?

Pelo texto percebe-se que A era programador fazia um bom tempo, que aceitou o cargo como experiencia e que não era o que ele queria fazer. Não era muito mais simples B ter sido direto e ter dito que nao pretendia/nao podia transformar A em programador, ao inves de tentar ganhar tempo?

Por isso que disse que sem contexto fica difícil avaliar, você pode imaginar qualquer coisa, como um desenvolvedor vira analista de testes? E como um analista de testes vai ser um desenvolvedor pleno? Por que B não poderia esperar alguns dias para dar a resposta? Por que B vai conversar com o superior e fica ofendido se esse procura medir seus limites? Numa eventual entrevista de emprego A não seria questionado sobre suas pretensões (salário, cargo, funções)? Vira algo subjetivo, mais por simpatia a A ou B, mas, as informações e fatos são o que devem nortear uma avaliação isenta.

Primeiro porque A não pediu tempo, ele pediu para desistir da ideia, o que é algo bem diferente, segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém, terceiro porque no texto não diz que ele foi contratado para testes, apenas que ele trabalhava nesta função.

L

Desculpa meu caro, mas tem que ser muito alienado pra acreditar nesse papo de subjetividade para algo tão claro como respeito.
O aluno paga caro e passa 4,5 anos numa faculdade pra tolerar sacanagem? Isso só tem proliferado por que o mercado está saturado.
Paciência tem limite. Concordo com o que o colega a baixo falou: B não tem direito de testar o “limite” de ninguém.

A

naomeencontro:

O cara foi acusado de chantagear a empresa, de ser vendido e ainda não tem ofensa?

naomeencontro:

Primeiro porque A não pediu tempo, ele pediu para desistir da ideia, o que é algo bem diferente, segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém, terceiro porque no texto não diz que ele foi contratado para testes, apenas que ele trabalhava nesta função.

Sinceramente, creio que não estamos falando da mesma coisa! De onde tirou esse “chantagear a empresa”? Quem falou em aceitar o dobro da proposta foi A. Ou você tem mais informações que eu sobre o diálogo do primeiro post? Você não é o A, é??? hehehe

B pediu para A pensar melhor, sugeriu um tempo para ele, o que não foi aceito por A. Normal.
Desde quando numa negociação entre duas pessoas não se pode conhecer os limites do que estamos conversando? Veja bem que quem forneceu um limite foi A e não B. Numa negociação ambos os lados podem ter limites.
Em relação ao cargo, o importante é a função exercida.

Veja bem, se A tem esse tipo de comportamento, ele provavelmente vai ter problemas de relacionamento pessoal e profissional. Somente pelo diálogo do primeiro post.
Sobre B, somente dá para inferir as suas características pelas informações adicionais.
Somente pelas informações do primeiro post, você contrataria A como desenvolvedor pleno?

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

Eu não defendo e nem disse que deva acontecer, e sim, na hipótese de acontecer, e os limites para “forma respeitosa de comunicação” é muito subjetivo e dependente de cada um. Ser ofendido está mais na cabeça de quem se ofende do que no possível ofensor.
É muito simples, define-se que vai falar livremente, lógico, dentro de um padrão minimamente aceitável, mas, que ninguém leve para o lado pessoal.
Agora quanto à coação, “sem medo”, coragem, devemos sempre verificar a conveniência e bom senso, inclusive, nesses tempos de globalização, da cultura (do país) dos envolvidos, visto que a mesma atitude pode ser considerada oportuna ou inoportuna, ou desrespeitosa ou ofensiva. Então, precisa de muita tolerância e flexibilidade, e menos sensibilidade a possíveis (imaginárias) ofensas.

Desculpa meu caro, mas tem que ser muito alienado pra acreditar nesse papo de subjetividade para algo tão claro como respeito.
O aluno paga caro e passa 4,5 anos numa faculdade pra tolerar sacanagem? Isso só tem proliferado por que o mercado está saturado.
Paciência tem limite. Concordo com o que o colega a baixo falou: B não tem direito de testar o “limite” de ninguém.


Agora a coisa começa a ficar interessante.
Primeiro você solicita para que nos foquemos no primeiro post, agora fala em alienação e respeito e sobre um aluno pagar uma faculdade por 4,5 anos, isso estava no primeiro post? Para mim, não importa se o aluno estuda por quantos anos que seja, o importante é o que ele consegue fornecer de resultado do trabalho pelo qual está sendo pago.
Em relação ao limite, falei no post anterior.

PS: Reli o primeiro post, vi que ele foi editado. O foco é malhar B, desculpem-me, falha minha!

L

A única coisa que ficou diferente no primeiro post é esse paragrafo, que não tinha:

Quantos conseguem perceber que B está sendo agressivo apenas com este diálogo?
Em que momento B é agressivo?
Não vale ler os outros posts. A ideia é fazer um julgamento apenas com este dialogo e evitar que sejam viciados pelos outros comentários.

O resto, o diálogo, é o mesmo.

Não, o objetivo não é malhar B. É mostrar que existem limites para o que se deve dizer à um funcionário e que esse limite não é subjetivo.

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

PS: Reli o primeiro post, vi que ele foi editado. O foco é malhar B, desculpem-me, falha minha!

A única coisa que ficou diferente no primeiro post é esse paragrafo, que não tinha:

Quantos conseguem perceber que B está sendo agressivo apenas com este diálogo?
Em que momento B é agressivo?
Não vale ler os outros posts. A ideia é fazer um julgamento apenas com este dialogo e evitar que sejam viciados pelos outros comentários.

O resto, o diálogo, é o mesmo.

Não, o objetivo não é malhar B. É mostrar que existem limites para o que se deve dizer à um funcionário e que esse limite não é subjetivo.

Me esclareça, por favor. Quantas vezes o salário atual de A representa 10.000.
Quanto ao limite que se deve dizer é para os dois lados.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

O cara foi acusado de chantagear a empresa, de ser vendido e ainda não tem ofensa?

naomeencontro:

Primeiro porque A não pediu tempo, ele pediu para desistir da ideia, o que é algo bem diferente, segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém, terceiro porque no texto não diz que ele foi contratado para testes, apenas que ele trabalhava nesta função.

Sinceramente, creio que não estamos falando da mesma coisa! De onde tirou esse “chantagear a empresa”? Quem falou em aceitar o dobro da proposta foi A. Ou você tem mais informações que eu sobre o diálogo do primeiro post? Você não é o A, é??? hehehe

B pediu para A pensar melhor, sugeriu um tempo para ele, o que não foi aceito por A. Normal.
Desde quando numa negociação entre duas pessoas não se pode conhecer os limites do que estamos conversando? Veja bem que quem forneceu um limite foi A e não B. Numa negociação ambos os lados podem ter limites.
Em relação ao cargo, o importante é a função exercida.

Veja bem, se A tem esse tipo de comportamento, ele provavelmente vai ter problemas de relacionamento pessoal e profissional. Somente pelo diálogo do primeiro post.
Sobre B, somente dá para inferir as suas características pelas informações adicionais.
Somente pelas informações do primeiro post, você contrataria A como desenvolvedor pleno?

Cara, com certeza não contrataria B para gerente, já A não consigo analisar sua capacidade profissional.

Se você ler o texto, vai ficar claro a ironia de B com A, a questão do quanto A ganha ou não é indiferente, porque a resposta dele foi claro que não pretendia continuar no cargo. Se B quer testar o limite de A, tem que estar preparado para escutar uma resposta que não lhe é conveniente, mas o problema é saber se B vai responder pelo prejuízo causado a empresa ou não.

O comportamento do gerente é péssimo em todos os sentidos, ele não buscou contemporizar, não buscou uma solução intermediária, pelo menos temporária e ainda por cima gerou prejuízos para a empresa. Quer incompetência maior que essa?

L

Felizmente não concordo que B seja incompetente, pelo que conheço de B, ele é competente, só acredito que a relação entre patrão e empregado deve ser respeitosa. Nos 2 sentidos. Mesmo com um mercado saturado de profissionais.

N

Luiz Augusto Prado:
naomeencontro:

O comportamento do gerente é péssimo em todos os sentidos, ele não buscou contemporizar, não buscou uma solução intermediária, pelo menos temporária e ainda por cima gerou prejuízos para a empresa. Quer incompetência maior que essa?

Felizmente não concordo que B seja incompetente, pelo que conheço de B, ele é competente, só acredito que a relação entre patrão e empregado deve ser respeitosa. Nos 2 sentidos. Mesmo com um mercado saturado de profissionais.

Cara, B pode ser competente tecnicamente, pode gerar lucros para a empresa e etc, mas o cara não conhece nada de gerenciamento de pessoas, além do que, é visivelmente preso a hierarquia, algo totalmente ultrapassado, para mim ele é incompetente. Mas essa situação é real?

A

naomeencontro:

Cara, com certeza não contrataria B para gerente, já A não consigo analisar sua capacidade profissional.

Se você ler o texto, vai ficar claro a ironia de B com A, a questão do quanto A ganha ou não é indiferente, porque a resposta dele foi claro que não pretendia continuar no cargo. Se B quer testar o limite de A, tem que estar preparado para escutar uma resposta que não lhe é conveniente, mas o problema é saber se B vai responder pelo prejuízo causado a empresa ou não.

O comportamento do gerente é péssimo em todos os sentidos, ele não buscou contemporizar, não buscou uma solução intermediária, pelo menos temporária e ainda por cima gerou prejuízos para a empresa. Quer incompetência maior que essa?

Releia o post, por favor. B pediu para A repensar. B ofereceu uma promoção a A (a liderança da equipe de testes). B tentou consertar quando A ficou irado. Quer mais?

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Cara, com certeza não contrataria B para gerente, já A não consigo analisar sua capacidade profissional.

Se você ler o texto, vai ficar claro a ironia de B com A, a questão do quanto A ganha ou não é indiferente, porque a resposta dele foi claro que não pretendia continuar no cargo. Se B quer testar o limite de A, tem que estar preparado para escutar uma resposta que não lhe é conveniente, mas o problema é saber se B vai responder pelo prejuízo causado a empresa ou não.

O comportamento do gerente é péssimo em todos os sentidos, ele não buscou contemporizar, não buscou uma solução intermediária, pelo menos temporária e ainda por cima gerou prejuízos para a empresa. Quer incompetência maior que essa?

Releia o post, por favor. B pediu para A repensar. B ofereceu uma promoção a A (a liderança da equipe de testes). B tentou consertar quando A ficou irado. Quer mais?

B: Mas acontece que não é ele quem decide. Eu quero você lá. Você tem liderança e C não tem.
A: Estou oferecendo meu serviço como desenvolvedor pleno por um valor um pouco mais baixo do que o de mercado. Por que insiste? Se quer tanto que eu trabalhe lá, eu farei pelo dobro do que quero como desenvolvedor.
B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…
A: Vai dizer então que o senhor, precisando de dinheiro, não faria um serviço honesto e não promíscuo por 10 mil só porque não gosta desse serviço?
B: Não. Não faria.

Eu que preciso reler?

A

naomeencontro:

Eu que preciso reler?

Releia o texto inteiro, para se avaliar uma situação não pode partir de uma visão unilateral. Por mais que eu queira ser simpatizante de A, fica difícil aceitar o comportamento dele diante de um não. Quem se colocou em uma situação de “não retorno” foi A, não foi B.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu que preciso reler?

Releia o texto inteiro, para se avaliar uma situação não pode partir de uma visão unilateral. Por mais que eu queira ser simpatizante de A, fica difícil aceitar o comportamento dele diante de um não. Quem se colocou em uma situação de “não retorno” foi A, não foi B.

Ele aceitou o não, ele não aceitou a ironia de B. Azar da empresa que da poder para um boçal como B.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu que preciso reler?

Releia o texto inteiro, para se avaliar uma situação não pode partir de uma visão unilateral. Por mais que eu queira ser simpatizante de A, fica difícil aceitar o comportamento dele diante de um não. Quem se colocou em uma situação de “não retorno” foi A, não foi B.

Ele aceitou o não, ele não aceitou a ironia de B. Azar da empresa que o poder para um boçal como B.

Quem teve o maior prejuízo na história foi A. Provavelmente, o que tem menos facilidade para se recolocar.

Eu vejo A e B como dois seres humanos, com pontos fortes e fracos, tanto um como outro com possíveis defeitos e qualidades. Não tomo partido, de um ou outro, pela hierarquia apenas. B pode ter diversos defeitos, mas, boçal? B poderia ser o dono do negócio, por exemplo. Se você acha que B é um boçal, incompetente, etc, o que acha de A? Um gênio?

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu que preciso reler?

Releia o texto inteiro, para se avaliar uma situação não pode partir de uma visão unilateral. Por mais que eu queira ser simpatizante de A, fica difícil aceitar o comportamento dele diante de um não. Quem se colocou em uma situação de “não retorno” foi A, não foi B.

Ele aceitou o não, ele não aceitou a ironia de B. Azar da empresa que o poder para um boçal como B.

Quem teve o maior prejuízo na história foi A. Provavelmente, o que tem menos facilidade para se recolocar.

Eu vejo A e B como dois seres humanos, com pontos fortes e fracos, tanto um como outro com possíveis defeitos e qualidades. Não tomo partido, de um ou outro, pela hierarquia apenas. B pode ter diversos defeitos, mas, boçal? B poderia ser o dono do negócio, por exemplo. Se você acha que B é um boçal, incompetente, etc, o que acha de A? Um gênio?

Olha, B queria dar um cargo gerencial para A, logo A tinha alguma virtude, não concorda?

Se B fosse realmente dono da empresa, dificilmente agiria desta forma, porque o dono da empresa visa o lucro dele, coisa que B não visou, o pressuposto já deixa bem claro que A não deveria se preocupar em procurar novo emprego, por isso só B tomou prejuízo.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu que preciso reler?

Releia o texto inteiro, para se avaliar uma situação não pode partir de uma visão unilateral. Por mais que eu queira ser simpatizante de A, fica difícil aceitar o comportamento dele diante de um não. Quem se colocou em uma situação de “não retorno” foi A, não foi B.

Ele aceitou o não, ele não aceitou a ironia de B. Azar da empresa que o poder para um boçal como B.

Quem teve o maior prejuízo na história foi A. Provavelmente, o que tem menos facilidade para se recolocar.

Eu vejo A e B como dois seres humanos, com pontos fortes e fracos, tanto um como outro com possíveis defeitos e qualidades. Não tomo partido, de um ou outro, pela hierarquia apenas. B pode ter diversos defeitos, mas, boçal? B poderia ser o dono do negócio, por exemplo. Se você acha que B é um boçal, incompetente, etc, o que acha de A? Um gênio?

Olha, B queria dar um cargo gerencial para A, logo A tinha alguma virtude, não concorda?

Se B fosse realmente dono da empresa, dificilmente agiria desta forma, porque o dono da empresa visa o lucro dele, coisa que B não visou, o pressuposto já deixa bem claro que A não deveria se preocupar em procurar novo emprego, por isso só B tomou prejuízo.

Vamos ver, com as respostas o Luiz Augusto Prado!

L

naomeencontro:

Cara, B pode ser competente tecnicamente, pode gerar lucros para a empresa e etc, mas o cara não conhece nada de gerenciamento de pessoas, além do que, é visivelmente preso a hierarquia, algo totalmente ultrapassado, para mim ele é incompetente. Mas essa situação é real?

Sim a situação é real.
Não é apenas a gestão de pessoas que ele assume. Por isso não o considero incompetente. Acredito apenas que ele deve ficar esperto com pessoas. Gente não é uma simples peça ou ferramenta da empresa.

Y

Luiz Augusto Prado:
Pessoal,

Quantos conseguem perceber que B está sendo agressivo apenas com este diálogo?
Em que momento B é agressivo?
Não vale ler os outros posts. A ideia é fazer um julgamento apenas com este dialogo e evitar que sejam viciados pelos outros comentários.


A: Achei interessante trabalhar como Analista de Testes por estes meses, mas meu foco realmente é desenvolvimento.
B: Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.
A: Não. Não vou. Eu sempre gostei da área. Trabalho com ela a mais de 7 anos e nunca a achei ruim.
B: O que você acha de tirar uma folga, repensar o que realmente quer, e na terça-feira…
A: Não. Eu não mudarei de ideia.
B: Nossa, você sempre é rapidinho para decidir! Você é sempre assim… decide de supetão?
A: Quando eu sei o que quero. A atividade é nobre, mas eu não nasci para testes.
B: Então o que você quer para assumir a liderança da equipe de testes?
A: Eu não atravessaria na frente de meu colega C. Ele está no departamento a mais tempo do que eu e tão capaz quanto eu. Para que algo assim acontecesse, ele teria que ser consultado antes.
B: Mas acontece que não é ele quem decide. Eu quero você lá. Você tem liderança e C não tem.
A: Estou oferecendo meu serviço como desenvolvedor pleno por um valor um pouco mais baixo do que o de mercado. Por que insiste? Se quer tanto que eu trabalhe lá, eu farei pelo dobro do que quero como desenvolvedor.
B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…
A: Vai dizer então que o senhor, precisando de dinheiro, não faria um serviço honesto e não promíscuo por 10 mil só porque não gosta desse serviço?
B: Não. Não faria.
A: O que quer dizer com isso? O trabalho que estou fazendo não é digno e honesto??? E ainda quer me ofender?
B: Ahhh… bem…não é isso que eu quis dizer, você me entendeu mal…
A: O senhor é um mentiroso… Em 10 min. meu pedido de demissão estará em sua mesa.

Sem ler os outros posts, eu diria que A foi mais agressivo que B.

É direito de B pedir que A continue fazendo o papel que já faz. Ok, foi rude em alguns momentos, mas nada que justificasse a conclusão dessa forma.

A foi ao menos coerente, pedindo demissão ao ver que não teria seu pedido aceito, mas foi desnecessariamente agressivo.

A

Aqui, B pode ter dado a entender que, se A for para o desenvolvimento, a empresa pode desligá-lo. Também pode dizer que A vai se arrepender porque está deixando de assumir um cargo de liderança, o que pode ser melhor para a carreira dele, inclusive, se ele quiser ir para o desenvolvimento depois (uma base em um cargo de liderança é sempre uma boa para o currículo).

Aqui, A não quis se dar ao trabalho de pensar. Parece que A está em uma zona de conforto trabalhando há tanto tempo com desenvolvimento e gostaria de passar de vez pra lá, sem avaliar os benefícios de médio e longo prazo. Apesar de não ter nascido para testes, A poderia usar essa possibilidade para crescer.

B acaba fazendo a pergunta do supetão porque é importante entender como um profissional toma decisões pois, em um cargo de liderança, isso pode fazer uma grande diferença (inclusive acarretar prejuízos para a empresa).

Aqui, B não fez nada de mais, apenas mostrou para A que a liderança não se mede com tempo de casa e ele viu em A algo que C não tem e que faz toda a diferença.

Aqui B tentou arrancar mais algumas coisas a respeito de A. Isso é importante porque A se mostrou muito firme em sua posição e, agora, parece jogar fora seus ideais para ir para onde ele disse que não iria porque não nasceu para tal.

B, agora, mostra que segue seus ideais até o fim e que, se ele for determinado a fazer algo, não vai ser algum fator externo a ele que irá causar a desistência. Isso mostra que A não está pensando muito bem e deveria pegar a folga para pensar melhor sobre sua vida profissional (e seus ideais também). Foi bem esperta a resposta de B porque ela pode colocar A em contradição.

B, em momento algum, disse que o trabalho de A não era digno. Quem concluiu isso (e de forma grosseira e errônea) foi A. A realmente entendeu mal e não deveria ter acusado B de mentiroso (pois não há evidência alguma de mentira).

E, nesse exato momento, A nem precisaria ter pedido demissão. B já se decidiu que A não tem qualificação para ser líder e, inclusive, fez bem em pedir demissão pois correria o risco de ser demitido por sua conduta.

Gostaria de deixar claro que não estou avaliando expressões faciais, gesticulações e entonações de voz. Considerando que todos falaram em tom sereno (inclusive a última fala de A) e não gesticularam de forma agressiva e se portaram como jogadores de pôquer em final de campeonato, acho que A deu muito mole.

A

naomeencontro:

Olha, B queria dar um cargo gerencial para A, logo A tinha alguma virtude, não concorda?

Se B fosse realmente dono da empresa, dificilmente agiria desta forma, porque o dono da empresa visa o lucro dele, coisa que B não visou, o pressuposto já deixa bem claro que A não deveria se preocupar em procurar novo emprego, por isso só B tomou prejuízo.

Estive pensando nos seus posts, e fiquei tentando entender como alguém poderia ter uma visão tão diferente da minha sobre o mesmo fato, sendo ambos da mesma área. Creio que entendi: esse seu discurso tem uma origem clara, é sindical!

V

Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

N

ViniGodoy:
Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

Na verdade não, eu estou vendo o lado do funcionário apenas, não consigo ser muito puxa saco de empresa, só isso…

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

L

Não entendi.
Quer dizer que ele é sindicalista?
O que o sindicato (ou a classe) ganharia com isso?
To viajando.

L

naomeencontro:

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

tbm penso a mesma coisa.

A

naomeencontro:
ViniGodoy:
Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

Na verdade não, eu estou vendo o lado do funcionário apenas, não consigo ser muito puxa saco de empresa, só isso…

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

Quando você diz: “eu estou vendo o lado do funcionário apenas” está se entregando, não existe um lado apenas. E olhar o outro lado, não significa necessariamente ser “puxa-saco de empresa”. Imagino que o foco seja ser imparcial.

Quanto a cada um ter direito à uma opinião, isso é claro. Mas, tem que ser imparcial. Se você só vê razões de um lado, você se desqualifica como opinião com credibilidade.

Creio que você confunde submissão com falta de jeito, para não dizer outra coisa. Um gerente tem uma responsabilidade muito maior do que você imagina.

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

Creio que entendi: esse seu discurso tem uma origem clara, é sindical!

Não entendi.
Quer dizer que ele é sindicalista?
O que o sindicato (ou a classe) ganharia com isso?
To viajando.


Esse discurso tem claro viés sindicalista, o problema é que é antigo, anos 80/90 do século passado e de outra área. Não foi atualizado para o século 21 e para TI. Ele está vendo coisas que não estão nem no diálogo.

"O que o sindicato (ou a classe) ganharia com isso? ". Aí tem que perguntar para ele.

“To viajando.”. Evidente

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
ViniGodoy:
Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

Na verdade não, eu estou vendo o lado do funcionário apenas, não consigo ser muito puxa saco de empresa, só isso…

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

Quando você diz: “eu estou vendo o lado do funcionário apenas” está se entregando, não existe um lado apenas. E olhar o outro lado, não significa necessariamente ser “puxa-saco de empresa”. Imagino que o foco seja ser imparcial.

Quanto a cada um ter direito à uma opinião, isso é claro. Mas, tem que ser imparcial. Se você só vê razões de um lado, você se desqualifica como opinião com credibilidade.

Creio que você confunde submissão com falta de jeito, para não dizer outra coisa. Um gerente tem uma responsabilidade muito maior do que você imagina.

Amigo, quem está confundindo as coisas é você, existem os dois lados sim, mas para mim apenas um está certo nessa história, e é o lado de quem eu defendo. B estava correto até começar a usar ironia, quando fez isso perdeu a razão. Você quer questionar a reação de A? Ele pediu demissão, não fez intriga, não foi irônico, foi extremamente objetivo. B quis inverter a situação da coversa, quis dar uma de esperto, se ferrou. A foi agressivo e ainda pediu demissão.

A questão é que nem todo mundo tem paciência com esse tipo de “joguinho” que esse gerente adora, trash talk não serve para nada, além de ser um atestado de incompetência. A não quis perder tempo, pelo pressuposto era evidente que ele tinha outra proposta, deu preferência para a empresa de B, B foi escroto. A foi embora, simples assim.

N

A H Gusukuma:
Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

Creio que entendi: esse seu discurso tem uma origem clara, é sindical!

Não entendi.
Quer dizer que ele é sindicalista?
O que o sindicato (ou a classe) ganharia com isso?
To viajando.


Esse discurso tem claro viés sindicalista, o problema é que é antigo, anos 80/90 do século passado e de outra área. Não foi atualizado para o século 21 e para TI. Ele está vendo coisas que não estão nem no diálogo.

"O que o sindicato (ou a classe) ganharia com isso? ". Aí tem que perguntar para ele.

“To viajando.”. Evidente

Cara, você está viajando, na boa.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
ViniGodoy:
Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

Na verdade não, eu estou vendo o lado do funcionário apenas, não consigo ser muito puxa saco de empresa, só isso…

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

Quando você diz: “eu estou vendo o lado do funcionário apenas” está se entregando, não existe um lado apenas. E olhar o outro lado, não significa necessariamente ser “puxa-saco de empresa”. Imagino que o foco seja ser imparcial.

Quanto a cada um ter direito à uma opinião, isso é claro. Mas, tem que ser imparcial. Se você só vê razões de um lado, você se desqualifica como opinião com credibilidade.

Creio que você confunde submissão com falta de jeito, para não dizer outra coisa. Um gerente tem uma responsabilidade muito maior do que você imagina.

Amigo, quem está confundindo as coisas é você, existem os dois lados sim, mas para mim apenas um está certo nessa história, e é o lado de quem eu defendo. B estava correto até começar a usar ironia, quando fez isso perdeu a razão. Você quer questionar a reação de A? Ele pediu demissão, não fez intriga, não foi irônico, foi extremamente objetivo. B quis inverter a situação da coversa, quis dar uma de esperto, se ferrou. A foi agressivo e ainda pediu demissão.

A questão é que nem todo mundo tem paciência com esse tipo de “joguinho” que esse gerente adora, trash talk não serve para nada, além de ser um atestado de incompetência. A não quis perder tempo, pelo pressuposto era evidente que ele tinha outra proposta, deu preferência para a empresa de B, B foi escroto. A foi embora, simples assim.


A iniciou a conversa com um pedido de promoção, conseguiu uma promoção alternativa, recusou; e saiu com um pedido de demissão. Você ainda acha que A saiu no lucro?
Creio que você tem uma visão, deixa ver se consigo encontrar uma expressão, meio romântica disso. Viva mais uns bons anos no mercado, e volte a pensar sobre o caso.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
ViniGodoy:
Eu concordo com o ataxexe, com o yvga e com o A H Gusukuma. E também não consigo ver qualquer coerência no que o naomeencontro está dizendo. Para mim, também parece discurso de algum advogado de sindicato.

Achei o pedido de demissão de A uma ação extremamente extrema, para uma situação que, ao meu ver, foi até boba. Ficar “ofendidinho” após o cara dizer que quer promove-lo? Me poupe.

Na verdade não, eu estou vendo o lado do funcionário apenas, não consigo ser muito puxa saco de empresa, só isso…

Quanto ao assunto, cada um vê da forma que quiser, mas se um dia vocês forem gerentes e agirem desta forma e não receberem uma resposta deste nível, isso significa apenas que os funcionários que vocês contrataram são muito submissos.

Quando você diz: “eu estou vendo o lado do funcionário apenas” está se entregando, não existe um lado apenas. E olhar o outro lado, não significa necessariamente ser “puxa-saco de empresa”. Imagino que o foco seja ser imparcial.

Quanto a cada um ter direito à uma opinião, isso é claro. Mas, tem que ser imparcial. Se você só vê razões de um lado, você se desqualifica como opinião com credibilidade.

Creio que você confunde submissão com falta de jeito, para não dizer outra coisa. Um gerente tem uma responsabilidade muito maior do que você imagina.

Amigo, quem está confundindo as coisas é você, existem os dois lados sim, mas para mim apenas um está certo nessa história, e é o lado de quem eu defendo. B estava correto até começar a usar ironia, quando fez isso perdeu a razão. Você quer questionar a reação de A? Ele pediu demissão, não fez intriga, não foi irônico, foi extremamente objetivo. B quis inverter a situação da coversa, quis dar uma de esperto, se ferrou. A foi agressivo e ainda pediu demissão.

A questão é que nem todo mundo tem paciência com esse tipo de “joguinho” que esse gerente adora, trash talk não serve para nada, além de ser um atestado de incompetência. A não quis perder tempo, pelo pressuposto era evidente que ele tinha outra proposta, deu preferência para a empresa de B, B foi escroto. A foi embora, simples assim.


A iniciou a conversa com um pedido de promoção, conseguiu uma promoção alternativa, recusou; e saiu com um pedido de demissão. Você ainda acha que A saiu no lucro?
Creio que você tem uma visão, deixa ver se consigo encontrar uma expressão, meio romântica disso. Viva mais uns bons anos no mercado, e volte a pensar sobre o caso.

Cara, se a questão é dinheiro, teria feito medicina, não TI, simplesmente porque paga mais, mesmo não sendo o que queria fazer. Se pensar de outra forma, vou estar pensando como frustrado, não me leve a mal, mas é assim que eu veria A se ele parasse para pensar.

A

naomeencontro:

Cara, se a questão é dinheiro, teria feito medicina, não TI, simplesmente porque paga mais, mesmo não sendo o que queria fazer. Se pensar de outra forma, vou estar pensando como frustrado, não me leve a mal, mas é assim que eu veria A se ele parasse para pensar.

Cara, numa negociação, uma pausa é comum e recomendado quando a tendência é o impasse. Do jeito que A colocou, ele que era uma solução (B ofereceu um cargo de liderança) virou um problema. Se ele desse o tempo para pensar, ele poderia sugerir soluções alternativas para alcançar o objetivo. Tipo mudança gradual, treinar um substituto, etc. Ou seja, apresentar soluções, não problemas!

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Cara, se a questão é dinheiro, teria feito medicina, não TI, simplesmente porque paga mais, mesmo não sendo o que queria fazer. Se pensar de outra forma, vou estar pensando como frustrado, não me leve a mal, mas é assim que eu veria A se ele parasse para pensar.

Cara, numa negociação, uma pausa é comum e recomendado quando a tendência é o impasse. Do jeito que A colocou, ele que era uma solução (B ofereceu um cargo de liderança) virou um problema. Se ele desse o tempo para pensar, ele poderia sugerir soluções alternativas para alcançar o objetivo. Tipo mudança gradual, treinar um substituto, etc. Ou seja, apresentar soluções, não problemas!

Eu discordo, acho que essa era a função de B. Ele que deveria ter oferecido isso, por não ter feito, que falei que ele era incompetente. A já tinha como premissa sair, ele não estava muito preocupado com a empresa, mas deu uma chance, ouviu uma resposta torta, falou em dobro.

A

naomeencontro:

Eu discordo, acho que essa era a função de B. Ele que deveria ter oferecido isso, por não ter feito, que falei que ele era incompetente. A já tinha como premissa sair, ele não estava muito preocupado com a empresa, mas deu uma chance, ouviu uma resposta torta, falou em dobro.

Como você sabe que no processo da negociação B não iria sugerir isso? A não deu tempo para que se chegasse nessa possibilidade.
Agora, pelo diálogo, como você pode inferir que “A já tinha como premissa sair…”?
Se esse era o objetivo, qual é a polemica?

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu discordo, acho que essa era a função de B. Ele que deveria ter oferecido isso, por não ter feito, que falei que ele era incompetente. A já tinha como premissa sair, ele não estava muito preocupado com a empresa, mas deu uma chance, ouviu uma resposta torta, falou em dobro.

Como você sabe que no processo da negociação B não iria sugerir isso? A não deu tempo para que se chegasse nessa possibilidade.
Agora, pelo diálogo, como você pode inferir que “A já tinha como premissa sair…”?
Se esse era o objetivo, qual é a polemica?

O problema é exatamente esse, não da para transformar um pedido em um processo. B tinha 4 opções quando recebeu o pedido: Aceitar, Recusar, propor um caminho alternativo dentro dos interesses de A e finalmente pedir um tempo para dar a resposta, caso ele não pudesse decidir no momento. Não fez nenhuma delas, quis usar lábia para cima de A, ouviu o que não queria e não esperava. Não da para dizer que isso é um processo de negociação, porque não era, foi um pedido, o processo não foi iniciado, nenhuma das ofertas geraram o mínimo de interesse para A, logo não teve negociação.

Quanto a polêmica, até agora não vi nenhuma, para mim é uma situação mais que normal, a pergunta é qual a nossa opinião sobre a conversa, quem conseguia ver a agressividade de B, eu vi a ironia dele e desse diálogo, tirei que B não serve para ser gerente, poderia até ser um bom líder técnico, mas gerente não.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu discordo, acho que essa era a função de B. Ele que deveria ter oferecido isso, por não ter feito, que falei que ele era incompetente. A já tinha como premissa sair, ele não estava muito preocupado com a empresa, mas deu uma chance, ouviu uma resposta torta, falou em dobro.

Como você sabe que no processo da negociação B não iria sugerir isso? A não deu tempo para que se chegasse nessa possibilidade.
Agora, pelo diálogo, como você pode inferir que “A já tinha como premissa sair…”?
Se esse era o objetivo, qual é a polemica?

O problema é exatamente esse, não da para transformar um pedido em um processo. B tinha 4 opções quando recebeu o pedido: Aceitar, Recusar, propor um caminho alternativo dentro dos interesses de A e finalmente pedir um tempo para dar a resposta, caso ele não pudesse decidir no momento. Não fez nenhuma delas, quis usar lábia para cima de A, ouviu o que não queria e não esperava. Não da para dizer que isso é um processo de negociação, porque não era, foi um pedido, o processo não foi iniciado, nenhuma das ofertas geraram o mínimo de interesse para A, logo não teve negociação.

Quanto a polêmica, até agora não vi nenhuma, para mim é uma situação mais que normal, a pergunta é qual a nossa opinião sobre a conversa, quem conseguia ver a agressividade de B, eu vi a ironia dele e desse diálogo, tirei que B não serve para ser gerente, poderia até ser um bom líder técnico, mas gerente não.

Cuidado com esse tipo de raciocínio, aplicado em problemas de TI costuma gerar software com deficiências.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Eu discordo, acho que essa era a função de B. Ele que deveria ter oferecido isso, por não ter feito, que falei que ele era incompetente. A já tinha como premissa sair, ele não estava muito preocupado com a empresa, mas deu uma chance, ouviu uma resposta torta, falou em dobro.

Como você sabe que no processo da negociação B não iria sugerir isso? A não deu tempo para que se chegasse nessa possibilidade.
Agora, pelo diálogo, como você pode inferir que “A já tinha como premissa sair…”?
Se esse era o objetivo, qual é a polemica?

O problema é exatamente esse, não da para transformar um pedido em um processo. B tinha 4 opções quando recebeu o pedido: Aceitar, Recusar, propor um caminho alternativo dentro dos interesses de A e finalmente pedir um tempo para dar a resposta, caso ele não pudesse decidir no momento. Não fez nenhuma delas, quis usar lábia para cima de A, ouviu o que não queria e não esperava. Não da para dizer que isso é um processo de negociação, porque não era, foi um pedido, o processo não foi iniciado, nenhuma das ofertas geraram o mínimo de interesse para A, logo não teve negociação.

Quanto a polêmica, até agora não vi nenhuma, para mim é uma situação mais que normal, a pergunta é qual a nossa opinião sobre a conversa, quem conseguia ver a agressividade de B, eu vi a ironia dele e desse diálogo, tirei que B não serve para ser gerente, poderia até ser um bom líder técnico, mas gerente não.

Cuidado com esse tipo de raciocínio, aplicado em problemas de TI costuma gerar software com deficiências.

Eu digo o mesmo para o seu, não confunda pessoas com sistemas…

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:

Cuidado com esse tipo de raciocínio, aplicado em problemas de TI costuma gerar software com deficiências.

Eu digo o mesmo para o seu, não confunda pessoas com sistemas…

Deixa explicar melhor minha colocação, esquecia-me da sua capacidade de interpretar textos, você disse que B tinha x alternativas, e A não as tinha também? Não me consta que ele (A) só tinha a alternativa que tomou.

L

Não. A estava inseguro na empresa, mas não tinha essa premissa de sair.
A gostava e se preocupava com a empresa.
A deu preferência à empresa, mas B começou a colocar tudo a perder quando sugeriu que A é um vendido. A jogou verde pra colher maduro perguntando porquê. B finalmente cagou tudo quando disse a A que não faria um trabalho honesto muito bem remunerado só porque não gostasse (talvez temporariamente? Não sei, nada dura pra sempre!?). A sacou que B tava de sacanagem e pediu demissão.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:

Cuidado com esse tipo de raciocínio, aplicado em problemas de TI costuma gerar software com deficiências.

Eu digo o mesmo para o seu, não confunda pessoas com sistemas…

Deixa explicar melhor minha colocação, esquecia-me da sua capacidade de interpretar textos, você disse que B tinha x alternativas, e A não as tinha também? Não me consta que ele (A) só tinha a alternativa que tomou.

Tinha sim, várias, tomou uma decisão entre as possíveis e foi feliz, não é legal? Ou ele é escravo do gerentinho e tinha que ficar na empresa até chegar a uma solução conveniente para todos?

A

naomeencontro:

Tinha sim, várias, tomou uma decisão entre as possíveis e foi feliz, não é legal? Ou ele é escravo do gerentinho e tinha que ficar na empresa até chegar a uma solução conveniente para todos?

Você notou que várias das suas premissas o autor do tópico já descartou?

N

Luiz, A não tinha outra opção?

Ele deu preferência a empresa, mas B colocou tudo a perder. Ele tinha opção de sair, mas deu preferência a empresa.

L

Não. Quando A viu que B tava de sacanagem, se demitiu.

Pelo que sei A estava inseguro por vários motivos, mas não queria sair. Só que deu (Sorte Ou Azar) de B dar os motivos para A sair.

N

Luiz Augusto Prado:
naomeencontro:

Luiz, A não tinha outra opção?

Não. Quando A viu que B tava de sacanagem, se demitiu.

Pelo que sei A estava inseguro por vários motivos, mas não queria sair. Só que deu (Sorte Ou Azar) de B dar os motivos para A sair.

Nesse caso, A foi muito idiota, completamente. O tom da resposta não foi errado, mas se demitir por um gerente? Se ele tivesse alguma outra opção ele estava correto, mas sem outra opção para sair ele está completamente errado. Deu prejuízo para a empresa, ficou desempregado e ainda provou que B estava correto, A não tinha condição de crescer dentro da empresa, pois ele era emocionalmente desequilibrado. Tendo que procurar outro emprego muda toda a figura.

A

Luiz Augusto Prado:
naomeencontro:

Luiz, A não tinha outra opção?

Não. Quando A viu que B tava de sacanagem, se demitiu.

Pelo que sei A estava inseguro por vários motivos, mas não queria sair. Só que deu (Sorte Ou Azar) de B dar os motivos para A sair.

Veja que no ponto em que A considerou ofensivo, quando B respondeu “Não, não faria”. Qual foi a pergunta de A? Provavelmente B ganha mais que 10.000, então por que faria um serviço sem gostar por (provavelmente) menos? (Ou por um pouco a mais). Então, para se ofender tanto, é que estava predisposto a isso.

L

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

L

O valor é hipotético. O que é relevante é a atratividade do salário.

N

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

Olha são duas situações distintas, mas em uma negociação você tem que buscar o melhor para você, se ele tem alguma proposta para sair, ele está correto, pois ele está buscando o que é melhor para ele, conseguiu o emprego no cargo que ele queria? ou pelo menos um emprego com outro tipo de supervisor, sem esse “gerentinho”, ele está correto. Sem o emprego, ele é um idiota, pois ele tomou prejuízo por causa de um babaca. Só isso. A Carreira é curta demais e as empresas são instáveis demais para preocupar-se com o longo prazo, mesmo porque são poucas as empresas que dão essas opções.

N

naomeencontro:
Luiz Augusto Prado:

Gostaria de conhecer o senso comum. As opiniões dos meus colegas do fórum apenas sobre o dialogo citado. O que são capazes de extrair dele. Desconsiderem que A tenha que procurar novo emprego.

Quem desse diálogo pode ter mais problemas?

Luiz, A não tinha outra opção?

Ele deu preferência a empresa, mas B colocou tudo a perder. Ele tinha opção de sair, mas deu preferência a empresa.

Até agora nenhuma, tinha outra opção e a usou, ele já tinha outro emprego em vista. Ele tinha a premissa de sair, caso não obtivesse uma resposta positiva.

A

Não sou partidário desse comportamento, até porque A pode se prejudicar com o episódio. Imagina, quando A for procurar emprego, e alguém da nova empresa liga para a antiga empresa: “A mostrou competência quando atuava como Analista de Testes, mas tinha um gênio meio esquentadinho…”

L
<blockquote><div class="quote-author">naomeencontro:</div>

Se ele tivesse alguma outra opção ele estava correto, mas sem outra opção para sair ele está completamente errado.

Não sei não. Ele tem opções garantidas que pagam um pouco menos e as entrevistas ainda estão rolando. Segundo A, ele tá bem feliz de não ter mais que ouvir estas ironias.

O que ele ganhou ou perdeu com isso, isso já é com ele.

A idéia do post era ver quantos perceberam que B tava de sacanagem (essa é minha opinião). Nesse caso, aqui no fórum, além de mim, foram mais 2. Vc e o Júlio. 3 outros contra. Meio a meio, por enquanto.
Minha motivação ao post é que quando A saiu, B passou a dizer que A tinha muito ódio no coração, que tinha problemas psicológicos e que precisava de tratamento. Algo do qual discordo completamente diante da forma como B tentou manobra-lo.
Para que não ficassem duvidas sobre isso, o post serve pra mostrar tanto para B (se vê-lo) como para A(que verá), quem tem ou não problemas.
Pra mim é uma birra de B dizer que A tem ódio no coração e outras coisas mais sendo, na minha opinião, que foi ele quem levou a A a reagir com a própria demissão.

L

Sei não… Montão de gente tá falando a mesma coisa.
Só que só alguns tiveram a coragem de sair.
Eu sei que tanto A como B são bons no que fazem.
Como eu disse, a idéia do post é ajudar os dois lados. É só um toque.
Se As empresas não contratarem A por isso, vão perder.
Se B não melhorar, vai perder também (incluindo a empresa onde trabalha).
Pelo que vi, ninguem que saiu teve coragem mostrar o que lhe vou mostrar com este post.
Geralmente as pessoas não estão nem ai. Eu não. Eu me importo.

A

Sei não… Montão de gente tá falando a mesma coisa.
Só que só alguns tiveram a coragem de sair.
Eu sei que tanto A como B são bons no que fazem.
Como eu disse, a idéia do post é ajudar os dois lados. É só um toque.
Se As empresas não contratarem A por isso, vão perder.
Se B não melhorar, vai perder também (incluindo a empresa onde trabalha).
Pelo que vi, ninguem que saiu teve coragem mostrar o que lhe vou mostrar com este post.
Geralmente as pessoas não estão nem ai. Eu não. Eu me importo.

Você está avaliando A pelo lado técnico apenas? O relacionamento interpessoal é muito importante num profissional. Continuo com a opinião, que pelo diálogo, não dá para deduzir que o limite da cordialidade foi ultrapassado por B. É claro que rolou ironia, mas, se alguém vai pedir uma promoção e ainda com mudança de área não pode ir armado como A parece que foi à reunião. Mas, parece ser claro também, não pelo diálogo, mas pelo clima no setor, que B tenha problemas de relacionamento.

N

Realmente, até pode se prejudicar profissionalmente, mas com certeza não vai prejudicar a saúde dele tendo que ficar aturando certos tipos de situações.

N

Luiz Augusto Prado:
naomeencontro:

Se ele tivesse alguma outra opção ele estava correto, mas sem outra opção para sair ele está completamente errado.

Não sei não. Ele tem opções garantidas que pagam um pouco menos e as entrevistas ainda estão rolando. Segundo A, ele tá bem feliz de não ter mais que ouvir estas ironias.

O que ele ganhou ou perdeu com isso, isso já é com ele.

A idéia do post era ver quantos perceberam que B tava de sacanagem (essa é minha opinião). Nesse caso, aqui no fórum, além de mim, foram mais 2. Vc e o Júlio. 3 outros contra. Meio a meio, por enquanto.
Minha motivação ao post é que quando A saiu, B passou a dizer que A tinha muito ódio no coração, que tinha problemas psicológicos e que precisava de tratamento. Algo do qual discordo completamente diante da forma como B tentou manobra-lo.
Para que não ficassem duvidas sobre isso, o post serve pra mostrar tanto para B (se vê-lo) como para A(que verá), quem tem ou não problemas.
Pra mim é uma birra de B dizer que A tem ódio no coração e outras coisas mais sendo, na minha opinião, que foi ele quem levou a A a reagir com a própria demissão.

Concordo com você, o que ele ganha ou perde, só ele pode dizer.

Eu só mantenho o que eu digo, para mim (meu ponto de vista), esse gerente é um babaca como pessoa, deveria se preparar com cursos, se capacitar e deixar de ser um mongoloide infantil.

Só para concluir, cito esse artigo para ilustrar tudo o que acho sobre o que aconteceu nesse caso:

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-marcelo-cuellar/2010/09/02/pessoas-nao-deixam-empresas-deixam-gestores/

I

O gerente não deveria dar essa resposta. No mínimo, perguntar se ele não iria se arrepender, e colocar os motivos que o gerente enxerga, para ver se ele não enxergará a mesma coisa.

Resposta de defesa, sem tentar entender o que o gerente estava falando, ou querendo dizer.

Até agora, ambos mostraram que não sabem ter uma boa conversa madura e construtiva.

B: O que você acha de tirar uma folga, repensar o que realmente quer, e na terça-feira…
Mesmo assim, o gerente deu outra chance pra ele pensar… (ponto positivo)

Se a resposta foi dessa forma mesmo, e não foi alterada pelo autor do tópico (principalmente pelo diminutivo do “rapidinho”, o que faz toda a diferença). O supetão, pode ser que o gerente usou a palavra errada no momento errado, mas o rapidinho mostrou ironia.

Gerente dando outra chance para o funcionário (ponto positivo)

Nada a ver essa resposta… Se ele tá te escolhendo, não tem nada a ver colocar o outro no meio da conversa. O que importa para o cargo de liderança é o perfil, não tem nada a ver com tempo de casa. O “A” usou isso pra tentar “fugir” da conversa, ao invés de lutar com seus argumentos, começou a jogar coisas na conversa para se defender.

Gerente mostra que tem a mesma opinião que a minha.

A: Estou oferecendo meu serviço como desenvolvedor pleno por um valor um pouco mais baixo do que o de mercado. Por que insiste? Se quer tanto que eu trabalhe lá, eu farei pelo dobro do que quero como desenvolvedor.
B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…
A: Vai dizer então que o senhor, precisando de dinheiro, não faria um serviço honesto e não promíscuo por 10 mil só porque não gosta desse serviço?
B: Não. Não faria.
A: O que quer dizer com isso? O trabalho que estou fazendo não é digno e honesto??? E ainda quer me ofender?
B: Ahhh… bem…não é isso que eu quis dizer, você me entendeu mal…
A: O senhor é um mentiroso… Em 10 min. meu pedido de demissão estará em sua mesa.

Essa conversa toda aqui foi totalmente inútil. “A” ficou irritado por pouca coisa, e pior ainda, pediu demissão.

Conclusão: ambos tem deficiências para conversa, mas isso é normal. “A” se mostrou mais irritado do que foi necessário pela conversa, colocou argumentos sem sentido (no caso de colocar C na conversa). Julgou seu chefe como mentiroso, julgou o chefe como se ele tivesse chamando a pessoa de não digna e desonesta e ainda, por mais uma vez, respondeu sem pensar nas coisas direito, ou seja, pediu demissão e saiu no prejuízo.

A

[/quote]

naomeencontro:

… segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém

Luiz Augusto Prado:

Paciência tem limite. Concordo com o que o colega a baixo falou: B não tem direito de testar o “limite” de ninguém.

Creio que ambos não entendam (não aceitam) completamente o papel de um gerente. Deem uma verificada no assunto “negociação”, aí talvez, não ficarão indignados com o “limite”. E ao não se indignarem com isso, vão entender porque achamos o diálogo de B como dentro da normalidade.

V

A H Gusukuma:
Quando você diz: “eu estou vendo o lado do funcionário apenas” está se entregando, não existe um lado apenas. E olhar o outro lado, não significa necessariamente ser “puxa-saco de empresa”. Imagino que o foco seja ser imparcial.

Quanto a cada um ter direito à uma opinião, isso é claro. Mas, tem que ser imparcial. Se você só vê razões de um lado, você se desqualifica como opinião com credibilidade.

Creio que você confunde submissão com falta de jeito, para não dizer outra coisa. Um gerente tem uma responsabilidade muito maior do que você imagina.

Concordo totalmente.

A

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

Olha são duas situações distintas, mas em uma negociação você tem que buscar o melhor para você, se ele tem alguma proposta para sair, ele está correto, pois ele está buscando o que é melhor para ele, conseguiu o emprego no cargo que ele queria? ou pelo menos um emprego com outro tipo de supervisor, sem esse “gerentinho”, ele está correto. Sem o emprego, ele é um idiota, pois ele tomou prejuízo por causa de um babaca. Só isso. A Carreira é curta demais e as empresas são instáveis demais para preocupar-se com o longo prazo, mesmo porque são poucas as empresas que dão essas opções.

Fico impressionado com sua linha de argumentação, uma hora não existe negociação, outra hora se conveniente, existe. E, A de herói virando idiota.

N

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

Olha são duas situações distintas, mas em uma negociação você tem que buscar o melhor para você, se ele tem alguma proposta para sair, ele está correto, pois ele está buscando o que é melhor para ele, conseguiu o emprego no cargo que ele queria? ou pelo menos um emprego com outro tipo de supervisor, sem esse “gerentinho”, ele está correto. Sem o emprego, ele é um idiota, pois ele tomou prejuízo por causa de um babaca. Só isso. A Carreira é curta demais e as empresas são instáveis demais para preocupar-se com o longo prazo, mesmo porque são poucas as empresas que dão essas opções.

Fico impressionado com sua linha de argumentação, uma hora não existe negociação, outra hora se conveniente, existe. E, A de herói virando idiota.

Cara, lógico que seria um idiota, andar para trás por causa de outro funcionário é burrice, um gerente é só um funcionário da empresa. E não existe negociação, muito menos um “processo” de negociação, quem citou negociação foi o Luiz, não eu, para mim foi uma oferta recusada e um tchau, só isso.

Mas eu não consigo ver parcialidade na sua posição, até agora não consigo entender o que tem de errado no funcionário ter pedido demissão, nem na forma com a qual o funcionário tratou seu gerente. O gerente foi irônico, a relação estava degrada, para mim foi uma situação normal do dia a dia da empresa. A única diferença é quem provocou a situação, nesse caso foi B e por isso, B mereceu ouvir, simples assim.

Mas é aquilo, existem vários cavalos que defendem o direito de puxar a carroça, não sei se você é gerente ou não, mas senão for, espero que você não tenha um gerente igual a esse, se for, que reflita bem nas atitudes para evitar esse tipo de situação.

N

A H Gusukuma:

naomeencontro:

… segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém

A

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

Olha são duas situações distintas, mas em uma negociação você tem que buscar o melhor para você, se ele tem alguma proposta para sair, ele está correto, pois ele está buscando o que é melhor para ele, conseguiu o emprego no cargo que ele queria? ou pelo menos um emprego com outro tipo de supervisor, sem esse “gerentinho”, ele está correto. Sem o emprego, ele é um idiota, pois ele tomou prejuízo por causa de um babaca. Só isso. A Carreira é curta demais e as empresas são instáveis demais para preocupar-se com o longo prazo, mesmo porque são poucas as empresas que dão essas opções.

Fico impressionado com sua linha de argumentação, uma hora não existe negociação, outra hora se conveniente, existe. E, A de herói virando idiota.

Cara, lógico que seria um idiota, andar para trás por causa de outro funcionário é burrice, um gerente é só um funcionário da empresa. E não existe negociação, muito menos um “processo” de negociação, quem citou negociação foi o Luiz, não eu, para mim foi uma oferta recusada e um tchau, só isso.

Mas eu não consigo ver parcialidade na sua posição, até agora não consigo entender o que tem de errado no funcionário ter pedido demissão, nem na forma com a qual o funcionário tratou seu gerente. O gerente foi irônico, a relação estava degrada, para mim foi uma situação normal do dia a dia da empresa. A única diferença é quem provocou a situação, nesse caso foi B e por isso, B mereceu ouvir, simples assim.

Mas é aquilo, existem vários cavalos que defendem o direito de puxar a carroça, não sei se você é gerente ou não, mas senão for, espero que você não tenha um gerente igual a esse, se for, que reflita bem nas atitudes para evitar esse tipo de situação.

Se no seu mundo, alguém chamar outro de mentiroso, e ainda mais se o outro for um um superior hierárquico, for normal, o que que eu posso falar?

A

naomeencontro:

… segundo porque B não tem direito de testar o “limite” de ninguém

Se estamos nesse nível, parei.

N

Não, ele tinha outras opções de emprego. Quando perguntou se ele tinha outra opção, achei que estava se referindo a opção de negociação.

Olha são duas situações distintas, mas em uma negociação você tem que buscar o melhor para você, se ele tem alguma proposta para sair, ele está correto, pois ele está buscando o que é melhor para ele, conseguiu o emprego no cargo que ele queria? ou pelo menos um emprego com outro tipo de supervisor, sem esse “gerentinho”, ele está correto. Sem o emprego, ele é um idiota, pois ele tomou prejuízo por causa de um babaca. Só isso. A Carreira é curta demais e as empresas são instáveis demais para preocupar-se com o longo prazo, mesmo porque são poucas as empresas que dão essas opções.

Fico impressionado com sua linha de argumentação, uma hora não existe negociação, outra hora se conveniente, existe. E, A de herói virando idiota.

Cara, lógico que seria um idiota, andar para trás por causa de outro funcionário é burrice, um gerente é só um funcionário da empresa. E não existe negociação, muito menos um “processo” de negociação, quem citou negociação foi o Luiz, não eu, para mim foi uma oferta recusada e um tchau, só isso.

Mas eu não consigo ver parcialidade na sua posição, até agora não consigo entender o que tem de errado no funcionário ter pedido demissão, nem na forma com a qual o funcionário tratou seu gerente. O gerente foi irônico, a relação estava degrada, para mim foi uma situação normal do dia a dia da empresa. A única diferença é quem provocou a situação, nesse caso foi B e por isso, B mereceu ouvir, simples assim.

Mas é aquilo, existem vários cavalos que defendem o direito de puxar a carroça, não sei se você é gerente ou não, mas senão for, espero que você não tenha um gerente igual a esse, se for, que reflita bem nas atitudes para evitar esse tipo de situação.

Se no seu mundo, alguém chamar outro de mentiroso, e ainda mais se o outro for um um superior hierárquico, for normal, o que que eu posso falar?
Quando se é chamado de vendido, para mim é sim, amor com amor se paga.

M

Acredito que existiu muito ruido nesta conversa, o emocional de ambos os lados está afetado na conversa, causando uma troca de informações de forma muito agressiva.

Uma conversa de forma mais racional, com maior inteligencia emocional de algum dos lados poderia tornar a briga em uma negociação com sucesso.

A aproximou B de forma agressiva e B respondeu de forma agressiva.

O ideal seria A passar um feedback completo de como se sente no status atual e depois propor a alteração de posição.

A

Para alguém que qualifica os outros com os adjetivos que usa, você não está muito sensível a uma ironia? Ou seria justamente por isso?

V

Eu realmente não entendi de onde veio essa conclusão de A:

Por mais que tenha havido uma ironia anteriormente, em momento nenhum B questiona se o trabalho é digno e honesto. Ele só falou que não se sujeitaria a fazer um trabalho do qual não gosta pelo dobro do preço (ou por preço nenhum). A honestidade ou a ética do trabalho jamais foi questionada, quem traz esse assunto à tona foi A.

Engraçado que B ainda se retrata quando A apresenta essa conclusão estapafúrdia:

Mas aí A joga para 10, chama B de “mentiroso” (também queria saber onde foi que B mentiu), e ainda pede demissão:

Sorte que esconderam os nomes. Porque se eu soubesse quem era A, jamais contrataria.

Por mim, A foi estúpido e perdeu totalmente as estribeiras. Ele percebeu que o gerente não iria ceder, se irritou, partiu para agressão e caiu fora. Se tinha outro emprego, ótimo, mas não era motivo para sair dando patada para todo lado antes de fazer isso. Uma atitude como essa queima o networking.

É claro que o gerente foi jocoso ao dizer que o cara tinha um preço. Sem conhecer o gerente e a entonação que usou é difícil avaliar a situação. Mas, se a suposição do naomeencontro estiver correta (e é só uma suposição, pois em momento nenhum foi dito que A efetivamente tem outro emprego em vista) ali era o momento para A fazer uma saída política e simplesmente encerrar a conversa dizendo: “Olha, se você não vai me mudar de setor, tenho uma proposta de desenvolvimento em outro lugar e pretendo aceita-la”. Isso colocaria uma informação nova para o gerente, que consideraria a possibilidade real e concreta de perder o funcionário. E, talvez, B acabaria cedendo para o que A queria em primeiro lugar.

Agora, pedir as contas num acesso de raiva, além de idiota é uma ótima oportunidade para estragar seu networking e complicar contratações futuras. Sem falar, claro, que muitas vezes quem adota esse tipo de postura negligencia o risco de trocar o certo pelo duvidoso - já que talvez não tenha parado para avaliar a consequencia real de pedir as contas.

Com uma atitude dessas, ele já perde a possibilidade desse gerente recontratá-lo para novos projetos no futuro. Foi uma postura nada profissional e - usar o erro do gerente para tentar justificar esse erro não ajuda A em nada. O fato do gerente errar não torna A menos isento de culpa, nem autoriza A a agir feito um idiota.

Dizer que “A tava no direito pq B errou primeiro” é um argumento de criança: “Meu irmãozinho fez errado, então não posso levar culpa por fazer errado também”.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Quando se é chamado de vendido, para mim é sim, amor com amor se paga.

Para alguém que qualifica os outros com os adjetivos que usa, você não está muito sensível a uma ironia? Ou seria justamente por isso?

Isso oq?

Até onde eu sei, esse caso não foi comigo, nem com você certo?

Para mim o respeito dentro da empresa é o mínimo, se acha que o respeito é unilateral, sinto muito mesmo, mas você precisa rever seus conceitos urgentemente.

E eu mantenho minha opinião quanto a B, agora se a carapuça serviu, não posso fazer nada.

A

ViniGodoy:
Eu realmente não entendi de onde veio essa conclusão de A:

Por mais que tenha havido uma ironia anteriormente, em momento nenhum B questiona se o trabalho é digno e honesto. Ele só falou que não se sujeitaria a fazer um trabalho do qual não gosta pelo dobro do preço (ou por preço nenhum). A honestidade ou a ética do trabalho jamais foi questionada, quem traz esse assunto à tona foi A.

Engraçado que B ainda se retrata quando A apresenta essa conclusão estapafúrdia:

Mas aí A joga para 10, chama B de “mentiroso” (também queria saber onde foi que B mentiu), e ainda pede demissão:

Sorte que esconderam os nomes. Porque se eu soubesse quem era A, jamais contrataria.

Por mim, A foi estúpido e perdeu totalmente as estribeiras. Ele percebeu que o gerente não iria ceder, se irritou, partiu para agressão e caiu fora. Se tinha outro emprego, ótimo, mas não era motivo para sair dando patada para todo lado antes de fazer isso. Uma atitude como essa queima o networking.

É claro que o gerente foi jocoso ao dizer que o cara tinha um preço. Sem conhecer o gerente e a entonação que usou é difícil avaliar a situação. Mas, se a suposição do naomeencontro estiver correta (e é só uma suposição, pois em momento nenhum foi dito que A efetivamente tem outro emprego em vista) ali era o momento para A fazer uma saída política e simplesmente encerrar a conversa dizendo: “Olha, se você não vai me mudar de setor, tenho uma proposta de desenvolvimento em outro lugar e pretendo aceita-la”. Isso colocaria uma informação nova para o gerente, que consideraria a possibilidade real e concreta de perder o funcionário. E, talvez, B acabaria cedendo para o que A queria em primeiro lugar.

Agora, pedir as contas num acesso de raiva, além de idiota é uma ótima oportunidade para estragar seu networking e complicar contratações futuras. Sem falar, claro, que muitas vezes quem adota esse tipo de postura negligencia o risco de trocar o certo pelo duvidoso - já que talvez não tenha parado para avaliar a consequencia real de pedir as contas.

Com uma atitude dessas, ele já perde a possibilidade desse gerente recontratá-lo para novos projetos no futuro. Foi uma postura nada profissional e - usar o erro do gerente para tentar justificar esse erro não ajuda A em nada. O fato do gerente errar não torna A menos isento de culpa, nem autoriza A a agir feito um idiota.

Dizer que “A tava no direito pq B errou primeiro” é um argumento de criança: “Meu irmãozinho fez errado, então não posso levar culpa por fazer errado também”.

Concordo, plenamente.
Eu até poderia dar um desconto para A, considerando uma possível convivência difícil (mesmo não concordando com o comportamento), mas analisar o diálogo de fora e concordar com A, acho demais.

L

Eaw Luiz, só de boa?

Então, só para dar um contexto a historia.
Tive o privilegio de trabalhar com os 2(A e B) e digo que todos estão certos.
A é um baita de um desenvolvedor, e tenho grande respeito por ele, mas acho q vez em quando ele é um pouco precipitado.
B é bom para criar processos, mas é péssimo para lidar com pessoas, particularmente não gostaria de voltar a trabalhar com B.
Sei que B estava chateando A já faz alguns meses e acredito que tudo isso só foi a gota d’água para ele agir assim.

No mais espero que A consiga atingir os objetivos dele e caso ñ se importe de trabalhar com a tecnologia do Tio Bill, mande um currículo aqui pra onde eu estou, posso tentar falar bem de vc aqui.

No mais, paz a todos

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Quando se é chamado de vendido, para mim é sim, amor com amor se paga.

Para alguém que qualifica os outros com os adjetivos que usa, você não está muito sensível a uma ironia? Ou seria justamente por isso?

Isso oq?

Até onde eu sei, esse caso não foi comigo, nem com você certo?

Para mim o respeito dentro da empresa é o mínimo, se acha que o respeito é unilateral, sinto muito mesmo, mas você precisa rever seus conceitos urgentemente.

E eu mantenho minha opinião quanto a B, agora se a carapuça serviu, não posso fazer nada.


Como já disse você tem um jeito muito particular de interpretar textos, fazer o que?
Quanto ao respeito ser unilateral, em nenhum momento coloquei alguma opinião em que desse a entender isso, muito, pelo contrário, sempre estive avaliando os dois lados.
Não se preocupe, a carapuça não serviu. Tenho por filosofia procurar entender todos os lados, procuro ter uma visão mais completa do cenário, não costumo tomar decisões de supetão muito menos ser rapidinho em tomar decisões importantes. Também não tenho o habito de qualificar um ou outro apenas por um aspecto. Isto não significa que apoie incondicionalmente algumas atitudes, mas procuro entender as motivações de cada um. É claro que procuro estar ciente das tendências consideradas mais modernas e adequadas, mas, não é por isso que eu me permito sair por aí agindo como advogado de acusação, juri e juiz das (possíveis) deficiências alheias.

N

A H Gusukuma:
ViniGodoy:
Eu realmente não entendi de onde veio essa conclusão de A:

Por mais que tenha havido uma ironia anteriormente, em momento nenhum B questiona se o trabalho é digno e honesto. Ele só falou que não se sujeitaria a fazer um trabalho do qual não gosta pelo dobro do preço (ou por preço nenhum). A honestidade ou a ética do trabalho jamais foi questionada, quem traz esse assunto à tona foi A.

Engraçado que B ainda se retrata quando A apresenta essa conclusão estapafúrdia:

Mas aí A joga para 10, chama B de “mentiroso” (também queria saber onde foi que B mentiu), e ainda pede demissão:

Sorte que esconderam os nomes. Porque se eu soubesse quem era A, jamais contrataria.

Por mim, A foi estúpido e perdeu totalmente as estribeiras. Ele percebeu que o gerente não iria ceder, se irritou, partiu para agressão e caiu fora. Se tinha outro emprego, ótimo, mas não era motivo para sair dando patada para todo lado antes de fazer isso. Uma atitude como essa queima o networking.

É claro que o gerente foi jocoso ao dizer que o cara tinha um preço. Sem conhecer o gerente e a entonação que usou é difícil avaliar a situação. Mas, se a suposição do naomeencontro estiver correta (e é só uma suposição, pois em momento nenhum foi dito que A efetivamente tem outro emprego em vista) ali era o momento para A fazer uma saída política e simplesmente encerrar a conversa dizendo: “Olha, se você não vai me mudar de setor, tenho uma proposta de desenvolvimento em outro lugar e pretendo aceita-la”. Isso colocaria uma informação nova para o gerente, que consideraria a possibilidade real e concreta de perder o funcionário. E, talvez, B acabaria cedendo para o que A queria em primeiro lugar.

Agora, pedir as contas num acesso de raiva, além de idiota é uma ótima oportunidade para estragar seu networking e complicar contratações futuras. Sem falar, claro, que muitas vezes quem adota esse tipo de postura negligencia o risco de trocar o certo pelo duvidoso - já que talvez não tenha parado para avaliar a consequencia real de pedir as contas.

Com uma atitude dessas, ele já perde a possibilidade desse gerente recontratá-lo para novos projetos no futuro. Foi uma postura nada profissional e - usar o erro do gerente para tentar justificar esse erro não ajuda A em nada. O fato do gerente errar não torna A menos isento de culpa, nem autoriza A a agir feito um idiota.

Dizer que “A tava no direito pq B errou primeiro” é um argumento de criança: “Meu irmãozinho fez errado, então não posso levar culpa por fazer errado também”.

Concordo, plenamente.
Eu até poderia dar um desconto para A, considerando uma possível convivência difícil (mesmo não concordando com o comportamento), mas analisar o diálogo de fora e concordar com A, acho demais.

Queimar o networking? Ser recontratado pelo mesmo gerente? Vocês acham mesmo que ele pediu as contas pelo acesso de raiva? Trocar o certo pelo duvidoso?

Sério, vocês estão falando isso só para tentar defender o indefensável. B foi mal educado, B não buscou solução em momento algum, B não ajudou em nada resolver a situação que ele mesmo criou. A reação de A, na cabeça de alguns, pode até não ser a mais apropriada, mas ela é uma consequência de um desgaste que resultou nesse desfecho. Eu acho que o mínimo em qualquer relação profissional é respeito, a partir do momento que este falta, não se pode esperar mais nada desta relação.

Eu acho que A pode até ter perdido algo, mas com certeza o estrago foi muito maior para B, eu fico imaginando o que uma postura idiota destas pode causar na imagem dele. O comportamento do cara virou motivo de debate no fórum, os funcionários da empresa com certeza estão lendo, dois conhecidos já disseram que não gostariam de trabalhar com ele e isso está público para a empresa inteira ler… Uma pena, o maior prejudicado nisto foi B.

A

Lyoh:
Eaw Luiz, só de boa?

Então, só para dar um contexto a historia.
Tive o privilegio de trabalhar com os 2(A e B) e digo que todos estão certos.
A é um baita de um desenvolvedor, e tenho grande respeito por ele, mas acho q vez em quando ele é um pouco precipitado.
B é bom para criar processos, mas é péssimo para lidar com pessoas, particularmente não gostaria de voltar a trabalhar com B.
Sei que B estava chateando A já faz alguns meses e acredito que tudo isso só foi a gota d’água para ele agir assim.

No mais espero que A consiga atingir os objetivos dele e caso ñ se importe de trabalhar com a tecnologia do Tio Bill, mande um currículo aqui pra onde eu estou, posso tentar falar bem de vc aqui.

No mais, paz a todos

Contextualizando, todos perderam.
Poderão vir a ganhar, se cada um aprender com a lição do episódio.

L

Não. B já estava sofrendo estragos dentro da empresa sem ajuda de A e do post.

Desculpa Lyoh mas A não tá nem ai pra esse post e acho que os ex-colegas dele também não ou nem sabem do post. Caso tenha interesse em falar com ele, terá que procurá-lo pessoalmente. Pra mim a idéia do post é apenas mostrar o risco que um gerente corre ao falar uma merda destas para um funcionário. Possivelmente, quando B ver, perceberá que curtir com a cara dos outros não vale a pena e ficará mais calmo nas próximas abordagens.

V

Não só ser recontratado, mas ser indicado, ou mesmo ser uma referência caso algum empregador peça.
E nunca se sabe, os anos passos, as condições mudam, é importantíssimo manter o networking saudável.

Sempre que se troca de emprego, é trocar o certo pelo duvidoso. Se você sai de uma empresa que não conhece, para uma que desconhece, está correndo um risco. Espera-se que ele compense (melhor salário, condições, etc), mas sempre existe o risco de quebrar a cara.

Como assim? B dá DUAS alternativas a A. Pede para A para um pouco e pensar melhor.
Quem foi totalmente intransigente, foi A. Ele tem esse direito, mas havia muitas saídas melhores do que pedir demissão da forma que fez.

Que situação que ele criou? Quem criou a situação toda foi A. Ainda assim, B avisa a A que foi mal interpretado - e como reação, é chamado de mentiroso.

Concordo. Ainda assim, isso não dá motivos para A agir como agiu. Se estava desgastado, ele já deveria ter conversado com o gerente e pedido as contas antes. Nada de fazer joguinho, nada de chamar o cara de mentiroso, nada de sair jogando para 10. Nada justifica o cara sair dando patada, nada.

De qualquer forma, você defende muitos argumentos baseando-se em pressupostos que não foram ditos. Em coisas que você supõe, e não em fatos.

Algumas coisas foram só faladas recentemente.

B está empregado e mantém sua posição de chefia. A está desempregado, queimou-se com B. Além disso, A está sendo alvo das mesmas páginas de discussão do que B. Não vejo como B possa ter sido mais prejudicado na história do que A.

V

Luiz Augusto Prado:
Não. B já estava sofrendo estragos dentro da empresa sem ajuda de A e do post.

Desculpa Lyoh mas A não tá nem ai pra esse post e acho que os ex-colegas dele também não ou nem sabem do post. Caso tenha interesse em falar com ele, terá que procurá-lo pessoalmente. Pra mim a idéia do post é apenas mostrar o risco que um gerente corre ao falar uma merda destas para um funcionário. Possivelmente, quando B ver, perceberá que curtir com a cara dos outros não vale a pena e ficará mais calmo nas próximas abordagens.

Você também misturou as coisas. Boa parte de quem leu não viu nada de tão grave na fala do gerente. Possivelmente, você achou o caso mais grave por conhecer esse gerente.

Para quem lê de fora, a conduta do funcionário pareceu muito mais agressiva e irresponsável.

Talvez o inverso seja verdade, pois outras pessoas falaram mal de B em outras situações. Mas se for para avaliar o geral, seu post do GUJ foi totalmente insuficiente.

N

Não só ser recontratado, mas ser indicado, ou mesmo ser uma referência caso algum empregador peça.
E nunca se sabe, os anos passos, as condições mudam, é importantíssimo manter o networking saudável.

Sempre que se troca de emprego, é trocar o certo pelo duvidoso. Se você sai de uma empresa que não conhece, para uma que desconhece, está correndo um risco. Espera-se que ele compense (melhor salário, condições, etc), mas sempre existe o risco de quebrar a cara.

Como assim? B dá DUAS alternativas a A. Pede para A para um pouco e pensar melhor.
Quem foi totalmente intransigente, foi A. Ele tem esse direito, mas havia muitas saídas melhores do que pedir demissão da forma que fez.

Que situação que ele criou? Quem criou a situação toda foi A. Ainda assim, B avisa a A que foi mal interpretado - e como reação, é chamado de mentiroso.

Concordo. Ainda assim, isso não dá motivos para A agir como agiu. Se estava desgastado, ele já deveria ter conversado com o gerente e pedido as contas antes. Nada de fazer joguinho, nada de chamar o cara de mentiroso, nada de sair jogando para 10. Nada justifica o cara sair dando patada, nada.

De qualquer forma, você defende muitos argumentos baseando-se em pressupostos que não foram ditos. Em coisas que você supõe, e não em fatos.

Algumas coisas foram só faladas recentemente.

B está empregado e mantém sua posição de chefia. A está desempregado, queimou-se com B. Além disso, A está sendo alvo das mesmas páginas de discussão do que B. Não vejo como B possa ter sido mais prejudicado na história do que A.

O engraçado é que acertei quase todos os pressupostos não? Acho que vivência responde muitas coisas…

Diz uma coisa, você sabe quem é A? Eu não tenho a menor ideia, mas dentro da empresa que B trabalha, todo mundo sabe quem é A e B, mas para A esse problema é indiferente, para B que ficou, já não é. Como você acha que a equipe de B vai enxergá-lo? Em uma visão imediatista, A perdeu mais, mas B perdeu o respeito dos funcionários, isso é a pior coisa que pode acontecer para um gerente, da mesma forma que falam de A, vão falar de B, porém A começará agora um projeto do zero (que ele já tem garantido), sem B, podendo provar sua capacidade longe de quem o prejudicou, enquanto B, que ganha mais, vai ter que lutar para manter sua posição.

B não da DUAS alternativas válidas, B da alternativas que sabe que A não aceitará, e isso fica evidente no começo das conversa, ele tentou fazer A se contradizer, A sacou a intenção e agiu dessa forma com B. Só pensar, se B não faz algo que não gosta por dinheiro, porque A faria? Entendeu a sacanagem? Se A aceita a oferta, ele estaria era pedindo um aumento, usando como “chantagem” que queria mudar de cargo, o que nunca foi o caso. A única pessoa que fez joguinho foi B.

A única coisa é que acho que A deveria ter tomado essa atitude antes, teria evitado bate boca, isso é uma consequência do que foi plantado por ambos, mas com a relação estremecida, B não foi nem um pouco prudente na conversa, diria até que agiu de má fé conhecendo o temperamento de A.

A

O interessante nessa história toda foi verificar como um texto possa ter tantas interpretações diferentes, como é a forma de pensamento de cada um.
Eu tenho um interesse particular em entender como pensamos, mais particularmente, como pensa um programador.
A minha teoria, é que, alguns começam a exigir das pessoas, uma reação equivalente ao de um computador. Lógica binária, sim ou não, true ou false.
Nada de lógica fuzzy.
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

V

Não é questão de vivência. É questão de sorte mesmo. Vivência por vivência, tenho 18 anos de mercado. E não creio que o A. H. tenha poucos anos também. Já encontrei bons gerentes, maus gerentes, colegas de trabalho fáceis de lidar, atenciosos e dedicados e colegas que eram estourados, traíras, ou cabeça-dura.

Não estou muito certo. Se B é um mau gerente, ele já perdeu o respeito dos funcionários faz tempo. Ao ponto de alguém perto dele ter tido tempo para criar esse post.

A vai começar zerado? Talvez, mas em anos de mercado já reencontrei pessoas com quem trabalhei no passado. E olha que moro numa capital. Quando você restringe a um grupo - como os desenvolvedores de uma cidade - não existe taaanta gente assim. Falando em carreira, manter o networking, a longo prazo, é muito importante.

Eu não disse que a conduta de B foi correta. Ele foi realmente jocoso. Isso explica, porém, não justifica a postura de A.
A faria o que B não faz porque disse que faria. Explicitamente, e com todas as letras. Aliás, ele não só disse que faria, como também sugeriu.

Exatamente, e aí está o ponto. Não é questão de ser submisso, é questão de ser profissional. Se você for estourar com cada chefe idiota que cruzar seu caminho, provavelmente vai se tornar um profissional mal falado no mercado rapidamente.

Até porque, chefe idiota tem demais por aí.

V

A H Gusukuma:
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

Achei essa observação ótima.

N

Não é questão de vivência. É questão de sorte mesmo. Vivência por vivência, tenho 18 anos de mercado. E não creio que o A. H. tenha poucos anos também.

Não estou muito certo. Se B é um mau gerente, ele já perdeu o respeito dos funcionários faz tempo. Ao ponto de alguém perto dele ter tido tempo para criar esse post.

A vai começar zerado? Talvez, mas em anos de mercado já reencontrei pessoas com quem trabalhei no passado. E olha que moro numa capital. Quando você restringe a um grupo - como os desenvolvedores de uma cidade - não existe taaanta gente assim. Falando em carreira, manter o networking, a longo prazo, é muito importante.

Eu não disse que a conduta de B foi correta. Ele foi realmente jocoso. Isso explica, porém, não justifica a postura de A.
A faria o que B não faz porque disse que faria. Explicitamente, e com todas as letras. Aliás, ele não só disse que faria, como também sugeriu.

Exatamente, e aí está o ponto. Não é questão de ser submisso, é questão de ser profissional. Se fosser for estourar com cada chefe idiota que cruzar seu caminho, provavelmente vai se tornar um profissional mal falado no mercado rapidamente.

Até porque, chefe idiota tem demais por aí.

Cara, de chefe desse naipe eu conheço vários, não foi sorte, já vi várias histórias parecidas com essa.

Exato, e a resposta que você não tinha entendido lá atrás está aí. A falou que aceitaria (hipoteticamente) por 10.000, B quis se colocar numa situação superior e dizer que jamais faria isso. Aí A chegou na voadora, não que ache totalmente correto, acho totalmente justificável e a maior parte aceitável, pois foi uma situação criada quase que exclusivamente por B visando desestabilizar A, a questão é que B deve ser mais malicioso que A. Por isso que acho que as empresas deveriam coibir esse tipo de Trash Talk, essa conversa inteira para mim é lixo, o que me motivou é o dilema moral por trás dela. Até que ponto devemos aceitar o mau comportamento de algum profissional dentro da empresa? Até que ponto a hierarquia é fator que prevalece sobre o respeito? Algumas respostas me assustaram, colocar que desrespeitar alguém, ainda mais sendo um gerente? Na boa, gerente é um funcionário e nada mais. Não existe tribo sem índio, formada só de caciques.

Concordo que chefe idiota tem aos montes e realmente explodir com eles é a maior besteira, mas tem alguns que se superam, esse deve ser um deles.

N

A H Gusukuma:
O interessante nessa história toda foi verificar como um texto possa ter tantas interpretações diferentes, como é a forma de pensamento de cada um.
Eu tenho um interesse particular em entender como pensamos, mais particularmente, como pensa um programador.
A minha teoria, é que, alguns começam a exigir das pessoas, uma reação equivalente ao de um computador. Lógica binária, sim ou não, true ou false.
Nada de lógica fuzzy.
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

Evitar qualquer situação eu não digo, mas causar mal estar deliberadamente? Isso eu acho que todos devem evitar, não acha?

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
O interessante nessa história toda foi verificar como um texto possa ter tantas interpretações diferentes, como é a forma de pensamento de cada um.
Eu tenho um interesse particular em entender como pensamos, mais particularmente, como pensa um programador.
A minha teoria, é que, alguns começam a exigir das pessoas, uma reação equivalente ao de um computador. Lógica binária, sim ou não, true ou false.
Nada de lógica fuzzy.
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

Evitar qualquer situação eu não digo, mas causar mal estar deliberadamente? Isso eu acho que todos devem evitar, não acha?

Como eu disse, quem? Apenas B, ou A poderia também. Ah, não, A é subordinado, então B é o culpado.

V

Também não existe tribo sem cacique, formada só por índios.

De qualquer forma, não acho nem correta e nem justificável a voadora de A. Como falei, ali era a oportunidade para A ter cortado o trash talk e ter avisado que iria trocar de emprego.

Na verdade, se o gerente era tão ruim, o erro já começou em A ao tentar travar um diálogo - especialmente se já tem outro emprego em vista.

A hierarquia não prevalece sobre o respeito. Mas faltou respeito dos dois lados.

N

ViniGodoy:
Também não existe tribo sem cacique, formada só por índios.

De qualquer forma, não acho nem correta e nem justificável a voadora de A. Como falei, ali era a oportunidade para A ter cortado o trash talk e ter avisado que iria trocar de emprego.

Na verdade, se o gerente era tão ruim, o erro já começou em A ao tentar travar um diálogo - especialmente se já tem outro emprego em vista.

A hierarquia não prevalece sobre o respeito. Mas faltou respeito dos dois lados.

Concordo, faltou respeito dos lados (mais por B que por A), mas não foi o discurso que ouvi por aqui.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
O interessante nessa história toda foi verificar como um texto possa ter tantas interpretações diferentes, como é a forma de pensamento de cada um.
Eu tenho um interesse particular em entender como pensamos, mais particularmente, como pensa um programador.
A minha teoria, é que, alguns começam a exigir das pessoas, uma reação equivalente ao de um computador. Lógica binária, sim ou não, true ou false.
Nada de lógica fuzzy.
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

Evitar qualquer situação eu não digo, mas causar mal estar deliberadamente? Isso eu acho que todos devem evitar, não acha?

Como eu disse, quem? Apenas B, ou A poderia também. Ah, não, A é subordinado, então B é o culpado.

Nesse caso específico, quem causou foi B, ele que poderia ter evitado causá-lo, A poderia ter evitado a resposta do mesmo nível, não o mau estar.

V

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:
O interessante nessa história toda foi verificar como um texto possa ter tantas interpretações diferentes, como é a forma de pensamento de cada um.
Eu tenho um interesse particular em entender como pensamos, mais particularmente, como pensa um programador.
A minha teoria, é que, alguns começam a exigir das pessoas, uma reação equivalente ao de um computador. Lógica binária, sim ou não, true ou false.
Nada de lógica fuzzy.
Outra constatação, é que existe um número razoável, que tem uma visão a respeito da hierarquia um tanto quanto enviesada. Tipo, se está em posição superior, tem que ter a capacidade de evitar qualquer situação. E se cometer o sacrilégio de ultrapassar um determinado limite autodefinido pelo subordinado, liberará o sujeito de quaisquer limites, sendo a partir daí responsável por tudo, perdendo até o direito de se desculpar.
Mas, cada um é cada um. Responsáveis pela sua própria história.

Evitar qualquer situação eu não digo, mas causar mal estar deliberadamente? Isso eu acho que todos devem evitar, não acha?

Como eu disse, quem? Apenas B, ou A poderia também. Ah, não, A é subordinado, então B é o culpado.

Nesse caso específico, quem causou foi B, ele que poderia ter evitado causá-lo, A poderia ter evitado a resposta do mesmo nível, não o mau estar.

Cara esquece o diálogo, foi irrelevante na história, os antecedentes explicam tudo (não justificam). O diálogo foi armação para encerrar essa história de péssimo enredo.

N

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.

A

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

N

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…

A

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…
Não essa pergunta, a que causou a explosão de A, a de aceitar um serviço que não gosta…

N

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…
Não essa pergunta, a que causou a explosão de A, a de aceitar um serviço que não gosta…

Bom, para começo de conversa, não teria chegado até esse ponto da conversa, teria encerrado a conversa pedindo um tempo para ver se conseguiria fazer algo nesse caso.

A

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…
Não essa pergunta, a que causou a explosão de A, a de aceitar um serviço que não gosta…

Bom, para começo de conversa, não teria chegado até esse ponto da conversa, teria encerrado a conversa pedindo um tempo para ver se conseguiria fazer algo nesse caso.
Eu também, é claro sabendo que A reagiria assim, mas naquele momento, minha resposta seria a mesma de B. É claro, não esperaria a reação que se seguiu.

N

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…
Não essa pergunta, a que causou a explosão de A, a de aceitar um serviço que não gosta…

Bom, para começo de conversa, não teria chegado até esse ponto da conversa, teria encerrado a conversa pedindo um tempo para ver se conseguiria fazer algo nesse caso.
Eu também, é claro sabendo que A reagiria assim, mas naquele momento, minha resposta seria a mesma de B. É claro, não esperaria a reação que se seguiu.

Não, eu não faria porque não acho legal provocação, não porque não sabia como seria sua reação.

A

Acho que muitos discordam que B foi mais desrespeitoso que A. Quem deu voadora foi A. Quem chamou o outro de mentiroso foi A. Quem falou em “desonestidade” foi A. Quem se demitiu sumariamente de forma arrogante em resposta a um comentário de B foi A.

Quem provocou a demissão? Foi B, quem quis dizer que jamais faria algo apenas por dinheiro, colocando A como vendido? foi B, Quem pediu para alguém fazer algo apenas por dinheiro, ignorando que A não pretendia continuar na área, utilizando o discurso do salário alto que foi criado apenas para afastar a ideia de A ocupar aquela vaga? foi B. Quem começou com toda essa história foi B.

E no fundo, julgar A foge da questão central, a pergunta era se alguém via a maldade de B com A, quase ninguém viu, todos preferiram ver a maldade de A. Porque? eu realmente não sei.
Como você responderia à pergunta de A? Que faria?

Olha, poderia responder várias coisas, mas

  • Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Nunca…
Não essa pergunta, a que causou a explosão de A, a de aceitar um serviço que não gosta…

Bom, para começo de conversa, não teria chegado até esse ponto da conversa, teria encerrado a conversa pedindo um tempo para ver se conseguiria fazer algo nesse caso.
Eu também, é claro sabendo que A reagiria assim, mas naquele momento, minha resposta seria a mesma de B. É claro, não esperaria a reação que se seguiu.

Não, eu não faria porque não acho legal provocação, não porque não sabia como seria sua reação.
Não acredito que B tenha tido tempo para considerar a resposta como provocação. O tempo que você levou para me responder foi muito maior que o diálogo todo demorou…

N

A H Gusukuma:

Não acredito que B tenha tido tempo para considerar a resposta como provocação. O tempo que você levou para me responder foi muito maior que o diálogo todo demorou…

Você não considerou que ele quis ser irônico em uma discussão, dentro de um relacionamento que estava visivelmente desgastado?

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:

Não acredito que B tenha tido tempo para considerar a resposta como provocação. O tempo que você levou para me responder foi muito maior que o diálogo todo demorou…

Você não considerou que ele quis ser irônico em uma discussão, dentro de um relacionamento que estava visivelmente desgastado?

O problema é o hábito, eu não defendo o que ele fez, o que eu questiono é que se ele faria do mesmo jeito sabendo da reação de A.
Não creio que A estivesse com a intenção de reagir como reagiu, deve ter sido reação automática motivada pelo estresse, então, provavelmente se nem A sabia da sua reação, muito menos B esperava isso.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:
A H Gusukuma:

Não acredito que B tenha tido tempo para considerar a resposta como provocação. O tempo que você levou para me responder foi muito maior que o diálogo todo demorou…

Você não considerou que ele quis ser irônico em uma discussão, dentro de um relacionamento que estava visivelmente desgastado?

O problema é o hábito, eu não defendo o que ele fez, o que eu questiono é que se ele faria do mesmo jeito sabendo da reação de A.
Não creio que A estivesse com a intenção de reagir como reagiu, deve ter sido reação automática motivada pelo estresse, então, provavelmente se nem A sabia da sua reação, muito menos B esperava isso.

Não seria o caso de no mínimo, repensar esse hábito? Realmente acho que nem A nem B esperavam (apesar de B ter sido irônico e ter provocado), mas foi uma conversa desnecessária, isso que acho disso tudo.

A

naomeencontro:

Não seria o caso de no mínimo, repensar esse hábito? Realmente acho que nem A nem B esperavam (apesar de B ter sido irônico e ter provocado), mas foi uma conversa desnecessária, isso que acho disso tudo.

É claro, B precisa repensar a carreira. Inclusive se tem vocação para gerência.
Por isso algumas empresas oferecem a opção de carreira em Y.

N

A H Gusukuma:
naomeencontro:

Não seria o caso de no mínimo, repensar esse hábito? Realmente acho que nem A nem B esperavam (apesar de B ter sido irônico e ter provocado), mas foi uma conversa desnecessária, isso que acho disso tudo.

É claro, B precisa repensar a carreira. Inclusive se tem vocação para gerência.
Por isso algumas empresas oferecem a opção de carreira em Y.

Acho que temos um consenso.

Mas é aquilo que aquele artigo disse, eu não conheço essa empresa, já tive um gestor uma vez meio estourado, mas porque de certa forma a pressão que ele tomava era desproporcional, nem todo mundo entende isso e os funcionários não tem culpa disso, mas as empresas precisam pensar bem como vão administrar o RH, as vezes perder um pouco em alguns momentos faz todo mundo ganhar a longo prazo.

A

naomeencontro:
A H Gusukuma:
naomeencontro:

Não seria o caso de no mínimo, repensar esse hábito? Realmente acho que nem A nem B esperavam (apesar de B ter sido irônico e ter provocado), mas foi uma conversa desnecessária, isso que acho disso tudo.

É claro, B precisa repensar a carreira. Inclusive se tem vocação para gerência.
Por isso algumas empresas oferecem a opção de carreira em Y.

Acho que temos um consenso.

Mas é aquilo que aquele artigo disse, eu não conheço essa empresa, já tive um gestor uma vez meio estourado, mas porque de certa forma a pressão que ele tomava era desproporcional, nem todo mundo entende isso e os funcionários não tem culpa disso, mas as empresas precisam pensar bem como vão administrar o RH, as vezes perder um pouco em alguns momentos faz todo mundo ganhar a longo prazo.

Outra coisa que o contexto não foi esclarecedor, se a cultura da empresa favorece ou não esse comportamento.

J

Luiz Augusto Prado:
naomeencontro:

Se ele tivesse alguma outra opção ele estava correto, mas sem outra opção para sair ele está completamente errado.

Não sei não. Ele tem opções garantidas que pagam um pouco menos e as entrevistas ainda estão rolando. Segundo A, ele tá bem feliz de não ter mais que ouvir estas ironias.

O que ele ganhou ou perdeu com isso, isso já é com ele.

A idéia do post era ver quantos perceberam que B tava de sacanagem (essa é minha opinião). Nesse caso, aqui no fórum, além de mim, foram mais 2. Vc e o Júlio. 3 outros contra. Meio a meio, por enquanto.
Minha motivação ao post é que quando A saiu, B passou a dizer que A tinha muito ódio no coração, que tinha problemas psicológicos e que precisava de tratamento. Algo do qual discordo completamente diante da forma como B tentou manobra-lo.
Para que não ficassem duvidas sobre isso, o post serve pra mostrar tanto para B (se vê-lo) como para A(que verá), quem tem ou não problemas.
Pra mim é uma birra de B dizer que A tem ódio no coração e outras coisas mais sendo, na minha opinião, que foi ele quem levou a A a reagir com a própria demissão.

Na verdade, pelo meu post fui bem claro que B coagia A, mas A é inseguro(O que mostra a inexperiência com relações humanas).
Eu não concordo com nenhuma das atitudes tomadas de ambos os lados. A poderia realmente tentar barganhar com B, mesmo B sendo irônico e desrespeitoso. A mostra-se inseguro quando a “situação aperta”. Isso não é bom.

Se fosse comigo faria questão de que B apresentasse todos os reais “ganhos” de se mudar de setor. Caso não me convencesse , eu com certeza poderia poderia “exigir” o setor e B não teria argumentos.

Então respondendo ao tópico, os dois possuem alguns problemas.

V

Certo.

Isso, ao meu ver, não é nenhum problema. B considerava A competente para a tarefa. Ele estava oferecendo o que a empresa precisava, o que nem sempre será consoante com o que A queria.

B também fez ironia com a intransigência de A - que deu negativas diretas mesmo o cara oferecendo uns dias de folga para A pensar no assunto.

Sério que via usar o argumento de “a culpa é de quem começou”?

Sobre B dizer que A não vai gostar do desenvolvimento, não vejo também como problema. B conhece as duas áreas, conhece A, então, pode dizer o que acha de outro setor. É uma opinião, e não um julgamento de valor sobre o trabalho de A. Se A interpretou assim, concordo com o juliocbq, é insegurança.

A


A: Achei interessante trabalhar como Analista de Testes por estes meses, mas meu foco realmente é desenvolvimento.
B: Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Por que A não questionou B sobre a afirmação acima?


A: Não. Não vou. Eu sempre gostei da área. Trabalho com ela a mais de 7 anos e nunca a achei ruim.
B: O que você acha de tirar uma folga, repensar o que realmente quer, e na terça-feira…

Aqui B pode ter notado que A estava meio alterado, sugeriu dar um tempo.


A: Não. Eu não mudarei de ideia.
B: Nossa, você sempre é rapidinho para decidir! Você é sempre assim… decide de supetão?

Aqui tem a primeira ironia de B (“rapidinho”).


A: Quando eu sei o que quero. A atividade é nobre, mas eu não nasci para testes.
B: Então o que você quer para assumir a liderança da equipe de testes?

Já que você (A) decide rápido, que tal ser promovido para liderar a equipe de testes?


A: Eu não atravessaria na frente de meu colega C. Ele está no departamento a mais tempo do que eu e tão capaz quanto eu. Para que algo assim acontecesse, ele teria que ser consultado antes.

A não quer aceitar a proposta, e arruma uma desculpa.


B: Mas acontece que não é ele quem decide. Eu quero você lá. Você tem liderança e C não tem.

B elogia A e refaz a proposta.


A: Estou oferecendo meu serviço como desenvolvedor pleno por um valor um pouco mais baixo do que o de mercado. Por que insiste?

Chance número 2 de ouvir as razões de A sobre o comentário de se arrepender de ir para desenvolvimento. Por que A não esperou uma resposta de B aqui?


Se quer tanto que eu trabalhe lá, eu farei pelo dobro do que quero como desenvolvedor.

Aqui A faz a “proposta indecente”…


B: Ahhhh… então você tem um preço… Você se vende pra fazer algo que não gosta…

Duas constatações irônicas (verdadeiras, entendam bem, no diálogo, não estou julgando o caráter de A).


A: Vai dizer então que o senhor, precisando de dinheiro, não faria um serviço honesto e não promíscuo por 10 mil só porque não gosta desse serviço?

Por que insistir nisso?


B: Não. Não faria.

Ia responder o que?


A: O que quer dizer com isso? O trabalho que estou fazendo não é digno e honesto??? E ainda quer me ofender?

De onde saiu isso? B disse que queria A no setor, elogiou sua liderança, ofereceu uma promoção e A reage assim?


B: Ahhh… bem…não é isso que eu quis dizer, você me entendeu mal…

Realmente B não disse o que A entendeu, então, A só poderia ter entendido mal…


A: O senhor é um mentiroso… Em 10 min. meu pedido de demissão estará em sua mesa.

Precisa comentar?

Concluindo, esse diálogo não explica nem justifica o que aconteceu, o contexto pode explicar.

E

A H Gusukuma:

A: Achei interessante trabalhar como Analista de Testes por estes meses, mas meu foco realmente é desenvolvimento.
B: Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Por que A não questionou B sobre a afirmação acima?

Concordo em praticamente tudo, só achei esse inicio muito tendencioso pro lado do A.
Nesse momento B foi imperativo demais ao me ver. Deveria ter tido uma abordagem mais tranquila, perguntando porque A decidiu isso ou começando com algum argumento válido.

A

ErickRAR:
A H Gusukuma:

A: Achei interessante trabalhar como Analista de Testes por estes meses, mas meu foco realmente é desenvolvimento.
B: Mas você vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.

Por que A não questionou B sobre a afirmação acima?

Concordo em praticamente tudo, só achei esse inicio muito tendencioso pro lado do A.
Nesse momento B foi imperativo demais ao me ver. Deveria ter tido uma abordagem mais tranquila, perguntando porque A decidiu isso ou começando com algum argumento válido.


Não entendi o tendencioso nesse trecho, só achei estranho a falta de interesse de A em saber os detalhes da constatação do gerente. Afinal, se alguém diz que você não vai se dar bem se mudar para a área que tem interesse, não interessa ouvir os motivos?

E

A H Gusukuma:

Não entendi o tendencioso nesse trecho, só achei estranho a falta de interesse de A em saber os detalhes da constatação do gerente. Afinal, se alguém diz que você não vai se dar bem se mudar para a área que tem interesse, não interessa ouvir os motivos?

Ai acho que vai ficar naquela discussão do ovo e a galinha.
B errou por não ter iniciado como eu falei ali em cima ou foi A que errou por não ter questionado o porquê?

Se alguém me diz isso eu perguntaria os motivos, obviamente, mas se eu digo isso a alguém(usando o imperativo), emendaria logo a frase com alguma causa, motivo, razão ou circunstância.

A

ErickRAR:
A H Gusukuma:

Não entendi o tendencioso nesse trecho, só achei estranho a falta de interesse de A em saber os detalhes da constatação do gerente. Afinal, se alguém diz que você não vai se dar bem se mudar para a área que tem interesse, não interessa ouvir os motivos?

Ai acho que vai ficar naquela discussão do ovo e a galinha.
B errou por não ter iniciado como eu falei ali em cima ou foi A que errou por não ter questionado o porquê?

Se alguém me diz isso eu perguntaria os motivos, obviamente, mas se eu digo isso a alguém(usando o imperativo), emendaria logo a frase com alguma causa, motivo, razão ou circunstância.

No caso, estamos falando de um fato já ocorrido. E num diálogo não tem essa de ovo ou a galinha, se alguém te diz que é péssimo (ou ótimo) em alguma coisa, e não fala os porquês, é inteiramente de seu interesse questionar.

E

A H Gusukuma:

No caso, estamos falando de um fato já ocorrido. E num diálogo não tem essa de ovo ou a galinha, se alguém te diz que é péssimo (ou ótimo) em alguma coisa, e não fala os porquês, é inteiramente de seu interesse questionar.

Ele deveria questionar sim, mas não seria melhor se B falasse algo do tipo:

Isso soa bem mais ameno. Apesar de B ter a razão no diálogo, esse foi infeliz e muito ao escolher aquelas palavras.

L

ErickRAR:

Concordo em praticamente tudo, só achei esse inicio muito tendencioso pro lado do A.
Nesse momento B foi imperativo demais ao me ver. Deveria ter tido uma abordagem mais tranquila, perguntando porque A decidiu isso ou começando com algum argumento válido.

Eu não sei onde B estava com a cabeça, por isso só posso deixar o que conheço de A.

A 2 meses A abandonou uma oportunidade de trabalhar com desenvolvimento em outra empresa porque deu preferência para a empresa atual (era). B aceitou, mas pediu que A esperasse um pouco. A ainda se predispôs a auxiliar o pessoal do teste em qualquer dúvida que surgisse sobre o que já tinha sido automatizado e o que ainda seria automatizado, caso fosse para o desenvolvimento. O cara sabia como iria implementar tudo do inicio ao fim as rotinas de testes.
Após esse tempo de 2 meses A procurou B para saber se a mudança ainda demoraria mais. A queria saber também sobre o salário do desenvolvimento e tentar negociar, até o momento onde B insiste que A ficasse no teste (inicio do discurso mostrado).

Acabou que a ideia inicial do post gerou uma discussão maior do que esperava…

A

Luiz Augusto Prado:
ErickRAR:

Concordo em praticamente tudo, só achei esse inicio muito tendencioso pro lado do A.
Nesse momento B foi imperativo demais ao me ver. Deveria ter tido uma abordagem mais tranquila, perguntando porque A decidiu isso ou começando com algum argumento válido.

Eu não sei onde B estava com a cabeça, por isso só posso deixar o que conheço de A.

A 2 meses A abandonou uma oportunidade de trabalhar com desenvolvimento em outra empresa porque deu preferência para a empresa atual (era). B aceitou, mas pediu que A esperasse um pouco. A ainda se predispôs a auxiliar o pessoal do teste em qualquer dúvida que surgisse sobre o que já tinha sido automatizado e o que ainda seria automatizado, caso fosse para o desenvolvimento. O cara sabia como iria implementar tudo do inicio ao fim as rotinas de testes.
Após esse tempo de 2 meses A procurou B para saber se a mudança ainda demoraria mais. A queria saber também sobre o salário do desenvolvimento e tentar negociar, até o momento onde B insiste que A ficasse no teste (inicio do discurso mostrado).

O Luiz, sem a contextualização que você coloca agora, não dava para entender a reação de A e também não dava para condenar B pelo ocorrido. Agora, contextualizando, tudo fica mais claro. Até mesmo o mentiroso…

A ideia foi boa, mas, agora, o diálogo não parece ser verossímil pelo contexto antecedente, em nenhum momento A lembrou do acordo e também não questionou sobre o “…vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.”

L

A H Gusukuma:

A ideia foi boa, mas, agora, o diálogo não parece ser verossímil pelo contexto antecedente, em nenhum momento A lembrou do acordo e também não questionou sobre o “…vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.”

Mas não seria necessário. O post era pra ser um toque apenas para B.

A intenção era que o post seguisse outro caminho: Que primeiro os participantes tivessem analisado o primeiro diálogo apenas apontando os momentos de agressividade (excessos). O que seria apresentado como exemplo de atitude “normal” por parte de B.

Segundo: Se os usuários possuem um senso comum, vendo o exemplo mostrado (de alguém que sempre que vai conversar com os funcionários é irônico, sarcástico e maniqueísta e tá sempre querendo ridicularizar os funcionários), concordaria comigo que, após A pedir demissão, quando B disse à A que ele tem muito ódio no coração, que tinha problemas psicológicos e que precisava de tratamento, B tinha a intenção de fazer A se sentir mal.

Terceiro: Para quem é inexperiente no mercado e ouve isso, pode ser um baque. A pessoa pode realmente passar a se sentir mal.

Quarto: Se B teve a intenção de fazer A se sentir mal, então quem precisa de tratamento não é A, e sim B.

Quinto: como eu e A temos o mínimo de ética e acredita no potencial de compreensão de B, preferimos deixar a cargo de B pensar no que fez e no risco que corre de realmente pegar alguém com problemas. Talvez ele não seja um sociopata, mas sim apenas uma pessoa que precisa de ajuda e que se B for um sociopata, deve melhorar suas atitudes perante o mundo, pois estão ficando evidentes.

A intenção do relato era mostrar para B que ele pode até se enganar, mas não pode enganar o senso comum. O potencial de B é alto. Mas se não cooperar, cedo ou tarde vai se queimar.

Se for sociopata de potencial:

Se for alguém que precisa de ajuda:

A

Luiz Augusto Prado:
A H Gusukuma:

A ideia foi boa, mas, agora, o diálogo não parece ser verossímil pelo contexto antecedente, em nenhum momento A lembrou do acordo e também não questionou sobre o “…vai se arrepender se ir para o desenvolvimento.”

Mas não seria necessário. O post era pra ser um toque apenas para B.

A intenção era que o post seguisse outro caminho: Que primeiro os participantes tivessem analisado o primeiro diálogo apenas apontando os momentos de agressividade (excessos). O que seria apresentado como exemplo de atitude “normal” por parte de B.


O problema é que o diálogo, sem contextualizar, mostra sim que B usa bastante ironia, mas também, mostra A totalmente fora de sintonia com o que estava sendo conversado.
Com o contexto, fica evidente o que cada frase de B estava sendo interpretado por A. Principalmente, que B estava era quebrando um acordo, isso é fundamental. Pelo diálogo, B não estava tentando prolongar (ou postergar) o acordo, o que poderia ser explicável. Agora, não cumprir um acordo, precisa ser explicado. B não explicou, e A não solicitou uma explicação; é razoável?


Segundo: Se os usuários possuem um senso comum, vendo o exemplo mostrado (de alguém que sempre que vai conversar com os funcionários é irônico, sarcástico e maniqueísta e tá sempre querendo ridicularizar os funcionários), concordaria comigo que, após A pedir demissão, quando B disse à A que ele tem muito ódio no coração, que tinha problemas psicológicos e que precisava de tratamento, B tinha a intenção de fazer A se sentir mal.

Pelo contexto, se B não cumpre com a palavra, ele esperaria que comportamento de A?


Terceiro: Para quem é inexperiente no mercado e ouve isso, pode ser um baque. A pessoa pode realmente passar a se sentir mal.

Esse não é um problema exclusivo de TI, faz parte de qualquer área. Um profissional precisa estar preparado para enfrentar esses problemas, faz parte.


Quarto: Se B teve a intenção de fazer A se sentir mal, então quem precisa de tratamento não é A, e sim B.

Concordo. Mas, ou tem mais contexto nessa história ou o caso é bem mais grave do que isso.

Aí, somente quem vive o ambiente é que pode ter uma avaliação.
Agora, é claro, um gerente tem responsabilidades fundamentais, fazem parte da função.
Se B estiver usando o poder que o cargo lhe proporciona indevidamente (e parece que sim), em algum momento, será cobrado por isso. Melhor que seja logo, para o bem da maioria.

V

Sem contexto, a intenção do post falhou miseravelmente. Não dava para saber se B era irônico, brincalhão. Se ele age “sempre” assim, ou se ele só age assim com A. Não dava para ver, nesse exemplo, se ele “sempre” quer ridicularizar o funcionário, ou se essa foi uma situação pontual. Não era possível entender pq A chamou B de mentiroso, ou porque se irritou tanto.

Na verdade, não dá nem para perceber se a intenção de B é ridicularizar, ou se só foi uma brincadeira de mal gosto, ou uma má escolha de palavras nessa ocasião.

Não dá para avaliar a “intenção de B”. Aparentemente, pela conversa, B tinha interesse de promover A. Não se falava da promessa anterior.

Senso comum que sempre pinta o chefe como bandido é só de sindicalista. Talvez, se você tivesse postado essa conversa num fórum de um sindicato, sem contexto, o rumo seria bem diferente. Entretanto, num sindicato, por mais que B fosse um lord inglês, B ainda sairia como culpado.

V

Acho que perdi alguma parte da conversa. Onde B diz isso?

L

Como disse anteriormente, o post seguiu um rumo inesperado.
Isso só seria apresentado bem depois de estabelecermos o que é e não é senso comum.
Como vimos, por falha minha, não consegui levar a discussão além do primeiro estágio.

E

Essa estória esta pela metade, faltando alguns diálogos hehe por isso ninguém entende nada
ou
A e B são duas meninas que se encheram de ódio e estão brigando por nada

L

eduJava:
Essa estória esta pela metade, faltando alguns diálogos hehe por isso ninguém entende nada ou A e B são duas meninas que se encheram de ódio e estão brigando por nada

Não. Só dando umas dicas e medindo a Real demanda do mercado.
Se a demanda é alta ou baixa é relativo? Não concordo.
Quantos alguma vez tiveram que aceitar a se submeter, mesmo contrariando o que considera senso comum de respeito?

N

Certo.

Isso, ao meu ver, não é nenhum problema. B considerava A competente para a tarefa. Ele estava oferecendo o que a empresa precisava, o que nem sempre será consoante com o que A queria.

B também fez ironia com a intransigência de A - que deu negativas diretas mesmo o cara oferecendo uns dias de folga para A pensar no assunto.

Sério que via usar o argumento de “a culpa é de quem começou”?

Sobre B dizer que A não vai gostar do desenvolvimento, não vejo também como problema. B conhece as duas áreas, conhece A, então, pode dizer o que acha de outro setor. É uma opinião, e não um julgamento de valor sobre o trabalho de A. Se A interpretou assim, concordo com o juliocbq, é insegurança.

Lógico, os dois ficaram no mundo da conversa e da agressão mútua, mas só um tinha alguma razão nisso, ou estou errado? Para mim o pior tipo de agressão é a gratuita.

Criado 17 de abril de 2014
Ultima resposta 25 de abr. de 2014
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