Curso de Inglês Gratuíto- My English Online ? MEO

30 respostas
R

O Ministério da Educação ? MEC e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ? Capes oferecem curso de inglês online do Programa Inglês sem Fronteiras. O curso My English Online ? MEO oferece cinco níveis, do básico ao avançado. O curso é gratuito e é destinado aos alunos de graduação e pós-graduação, de instituições de ensino superior públicas e privadas brasileiras.

A iniciativa tem como objetivo contribuir com a formação em língua inglesa de possíveis candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras, além de preparar os estudantes para os exames de língua inglesa solicitados para admissão em instituições acadêmicas no exterior.

Podem se inscrever no curso estudantes de graduação de instituições de ensino superior públicas; aqueles que obtiveram pelo menos 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio ? Enem para estudantes de graduação das instituições de ensino superior privadas; ou os alunos de pós-graduação em Programas de Pós-Graduação recomendados pela Capes.

O My English Online é resultado de parceria entre a Capes, o Cengage Learning e o National Geographic Learning. Mais informações podem ser obtidas no site do curso.

http://www.myenglishonline.com.br/site

Boa sorte!!

:smiley:

30 Respostas

D

o que acho ridiculo, é pagar de ser iniciativa estudantil e ter que ter pre requisitos para usar mesmo sendo online, prefiro baixar os videos do telecurso 2000 kk

X
U

Nunca fazem nada que preste (a nível de estatísticas 2 coisas boas para 100 ruins é = nada que preste) e quando fazem é cheio de mimimi…

[ ]'s

M

Ué, qual o problema? O Ministério da Educação não pode fazer um trabalho pra…estudantes?

B

Obrigado amiga :smiley:

M

Vou testar!!!

F

Me cadastrei, vamos ver :smiley:

S

Tudo que o “governo federal” faz (aquele mesmo que possui como OBRIGAÇÃO cuidar dos interesses de TODA a sociedade) para BENEFICIAR, toda BOA INICIATIVA é assim, RESTRITIVA! Por que? O princípio básico de toda boa iniciativa seria COMPARTILHAR, DIVULGAR, quanto mais pessoas saberem melhor para o BRASIL!!! ou não?

Não fiz universidade pública e conheço várias pessoas que também não fizeram, até por que para ingressar nas mesmas ou tem que ser afrodescendente o que não é meu caso, ou pagar fortuna em cursinho para ingressar. Mas isto não vem ao caso, voltando ao assunto, qual seria o motivo de RESTRINGIR um curso deste que pode ajudar tanta gente?

Afinal TODOS pagamos impostos e QUEREMOS ter o mínimo em contrapartida por parte do governo.

Lamentável, espero que ampliem tal curso em breve até porque a copa está aí. Muitas pessoas poderiam se beneficiar com isto. Todo o país sairia beneficiado!

Mas enquanto isto não ocorre vamos lá com nosso Brasil, um circo de todos!!!

X

Fui dar uma olhada a título de curiosidade e achei extremamente restritivo e quem não tem ou teve oportunidade de cursar uma universidade pública? Só fazendo o Enem? Lamentável!

  • Declarar a condição de candidato ao curso, conforme opções abaixo:

a) Cursando curso de nível superior em instituição pública; ou

b) Ter obtido pelo menos média de 600 (seiscentos) pontos no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) caso esteja cursando curso superior em instituição privada; ou

c) Ser aluno de pós-graduação em Programa de Pós-Graduação recomendado pela CAPES.

H

shark22h:
Tudo que o “governo federal” faz (aquele mesmo que possui como OBRIGAÇÃO cuidar dos interesses de TODA a sociedade) para BENEFICIAR, toda BOA INICIATIVA é assim, RESTRITIVA! Por que? O princípio básico de toda boa iniciativa seria COMPARTILHAR, DIVULGAR, quanto mais pessoas saberem melhor para o BRASIL!!! ou não?

Não fiz universidade pública e conheço várias pessoas que também não fizeram, até por que para ingressar nas mesmas ou tem que ser afrodescendente o que não é meu caso, ou pagar fortuna em cursinho para ingressar. Mas isto não vem ao caso, voltando ao assunto, qual seria o motivo de RESTRINGIR um curso deste que pode ajudar tanta gente?

Afinal TODOS pagamos impostos e QUEREMOS ter o mínimo em contrapartida por parte do governo.

Lamentável, espero que ampliem tal curso em breve até porque a copa está aí. Muitas pessoas poderiam se beneficiar com isto. Todo o país sairia beneficiado!

Mas enquanto isto não ocorre vamos lá com nosso Brasil, um circo de todos!!!

R

Me cadastrei mas até agora estou esperando um e-mail de confirmação.

Y

Alguém já conseguiu acessar? Pelo o que eu vi, atendo todas as restrições… Mas faz mais de uma semana que me cadastrei e até agora nada de receber email de retorno.

R

Ei mandei um e-mail reclamando.

J

Bom dia , Gostaria de expressar minha Opinião , também tentei uma vaga , mas fui recusado , sou estudande de faculdade privada e não tenho nota no enem . por não ter feito o enem

hoje pago minha faculdade com muito custo , e não tenho condições de pagar um curso de Inglês , e sabemos o quanto o Inglês é importante Hoje.

mas o que mais Frusta , é que quando se trata de estudos , educação e cultura o governo trata de colocar um monte de barreira para impedir que pessoas como nós alcancemos nossos Objetivos.

enquanto planos como os citados Abaixo fazem o maior sucesso Porque?

Para conter sobrepeso, governo de MG vai custear academia para jovens
http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/03/para-conter-sobrepeso-governo-de-mg-vai-custear-academia-para-jovens.html
O Programa Bolsa Família


Auxílio Gás

Leve Leite
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Projetos/sitemerenda/Anonimo/Leveleite/LeveLeite.aspx?MenuID=210&MenuIDAberto=58

Bom a listagem acima não é nem o começo , também com essa educação e com essa “cultura” isso deve ser o melhor mesmo não é.

‘Queria testar a correção do Enem’, diz jovem que pôs receita na redação
Candidato ganhou nota 560 após escrever um parágrafo sobre o Miojo.
MEC diz que ele foi penalizado por fugir ao tema, mas não anula o texto.

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/03/queria-testar-correcao-do-enem-diz-jovem-que-pos-receita-na-redacao.html

quando alguem quer aprender a pescar no brasil , o governo com um mau ensino publico , onde as universidade Publicas , só vem avaliar e reprovar o ensino Fundamental e Médio esmolado pelo proprio governo , mostrando assim o quanto é difícil ter uma formação nesse pais.

isso me faz pensar, com esse monte de esmola, educação , vale leite , bolsa familia etc…

o Governo está querendo condicionar os brasileiros há que .

Só para frisar detesto esses planos do governo , que não só realça a miséria económica , mas educacional e cultural de um pais inteiro

fica meu protesto!!

K

Legal a iniciativa, mas pq a restrição? Se fosse presencial até é compreensível, mas online é ridículo.

T

[color=darkred] Vítima dos requisitos IAHEiuaehiaUEH :roll:
Legal a informação Rachel !

Poxa , concordo com o pessoal -
essa restrição é muito contraditória (pra não dizer outra coisa)
Ainda não ingressei no Ensino Superior , uma pena .
O jeito é continuar jogando FF’s e BoF’s da vida para aprimorar meu inglês :wink: [/color]

D

Só vim aqui para dizer aos que fazem faculdade privada, ou que não fizeram ENEM o seguinte:


Se FU…
:twisted:

Você não pode querer instalar o netbeans em um 486 porque o mesmo não atende as configurações minimas exigidas. O mesmo vale pra esse curso. O MEC abre a oportunidade para se fazer o curso, mas ninguém se preocupa com os pré-requisitos. Se você paga por uma graduação, vc primeiro deve analisar o nível de conceito que a sua faculdade tem no MEC. Existem instituições privadas que tem um ensino de qualidade, mas a maioria é uma bosta, isso mesmo. Estão mais preocupadas com o recebimento da mensalidade do que a qualidade de ensino. E você pode criar n desculpas para continuar nessa faculdade. Tudo bem, mas arque com o as consequências. E a consequência maior é a falta de qualidade no ensino. Conheço inúmeros colegas de trabalho que perderam oportunidade por causa disso. Não venha com chorôrô…
“O MEO fechou as portas pra mim…” :frowning:

Fod@-se!!!

Por acaso só existe esse curso na internet de graça?

Aqui vai um bom exemplo.

Por lá você aprende mais 15 línguas de graça!!!
Pra quê chororô?!

“Mas eu quero fazer o MEO”

Então faça uma faculdade pública ou o Enem e pare de encher o saco c@r@lh0!

H

Concordo com o Dublador Walawala .

Há grandes sites na internet para aprender English. Vejamos:

http://www.cambridgeenglish.org/

http://www.englishspeak.com/pt/

Lembre-se, o governo não faz nada para ajudar-nos.

S

x@ndy:
Fui dar uma olhada a título de curiosidade e achei extremamente restritivo e quem não tem ou teve oportunidade de cursar uma universidade pública? Só fazendo o Enem? Lamentável!

  • Declarar a condição de candidato ao curso, conforme opções abaixo:

a) Cursando curso de nível superior em instituição pública; ou

b) Ter obtido pelo menos média de 600 (seiscentos) pontos no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) caso esteja cursando curso superior em instituição privada; ou

c) Ser aluno de pós-graduação em Programa de Pós-Graduação recomendado pela CAPES.


Aluno de faculdade publica 80% pra cima é de caras endinheirados que são classe média alta pra cima, voce tem razão de reclamar, o pobre faz faculdade particular pois veio de escola publica, tem de trabalhar e não tem 10 anos pra ficar estudando pra passar na USP ou UNB.
a verdade é esta, nao adianta tapar o sol com a peneira.

obrigado por divulgar isso pra gente mas é restritivo vou continuar pagando do meu BOLSO MEU CURSO DE IDIOMAS pois este é um país de otários como eu.
abraços.

W

Galera,

Fiz o cadastro no curso e demorou 7 dias para eu receber as credenciais de acesso. Fiz algumas lições e assisti alguns vídeos e posso dizer que o curso é legal, puxado e, realmente, quem mergulhar de cabeça vai se dar bem no idioma, mas acredito que essa ferramenta, por si própria, ainda não oferece todos os recursos necessários para alguém, do nível básico, atingir um nível avançado (o verdadeiro), praticar listening com músicas, escrevê-las, assistir seriados e coisas do gênero são coisas essenciais, inclusive usar outras ferramentas como:

http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/
http://www.bbc.co.uk/portuguese/topicos/aprenda_ingles/
http://www.sharedtalk.com/
http://www.eslpod.com/website/index_new.html
http://livemocha.com/

Esses sites já são mais que suficientes para aprender inglês e o “My English Online” poderia ser um complemento a tudo isso. Para quem quiser estudar por contra própria, garanto que esses sites mais o livro “Essential Grammar in Use” do Raymond são verdadeiros “pais chefes” no quesito autodidatismo.

Só um adento, também sou contra as restrições impostas pelo programa.

A

Sacanagem… Fiquei por requisitos =/

W

Estou vendo muia reclamação sobre as restrições do projeto e tals…

Galera todo mundo sabe que o Brasil não é o lugar para quem quer trabalhar/estudar sério! não entendo o porque da surpresa… Minha intenção é formar minha carreira, me graduar, ter uma experiência e ir para outro país.

OBS:Eu tambem não passei pelos requisitos…

C

OH !! GENTE REVOLTADA!!! DEVE TER ALGUM MOTIVO PARA A LIMITAÇÃO,
ALGUÉM PERGUNTOU PRA ELES QUAL O MOTIVO AO INVÉS DE FICAR SE REVOLTANDO AI???
NÃO NÉ !!! ENTÃO… ENFIM… VÃO ESTUDAR PRA PASSAR EM UMA FEDERAL QUE NEM EU !!
ps. Ja estou matriculado no Myenglish!!!
See you later!!

C

Parem de se preocupar com pouca coisa !!!

C

Interessante como as críticas sem compromisso com a verdade são facilmente disseminadas, como uma epidemia!

Fiquei sabendo do curso há pouco tempo, me inscrevi, fui aceita e estou prestes a iniciar meu teste de nivelamento. Estava pesquisando para ver se alguém que faz o curso tinha comentários sobre sua qualidade, metodologia, dinâmica, etc. E fiquei surpresa com tantos comentários, lamento dizer, mas é exatamente o que parecem, despeitados.

É realmente triste a condição da educação básica no Brasil, isso é inconteste. Entretanto, seria inconcebível que um curso de inglês que deve dar suporte aos estudantes candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras aceitasse alunos inelegíveis ao programa! Simples.

Observe-se que a maioria dos que escrevem criticando, sequer consegue expressar-se adequadamente dentro da norma culta da Língua Portuguesa. Como poderiam, pois, candidatar-se com alguma chance a um exame de proficiência em nível internacional?

Sei que as coisas são difíceis, mas a verdade é a verdade: é preciso mais dedicação, mais esforço e melhores resultados. Não fiquem reclamando como crianças, esforcem-se se mais. Estudem mais. Tenham melhores notas no Enem, encarem e vençam o desafio de entrar em um universidade pública. Não deixem por menos. Acreditem que podem!

Estudei na pior escola estadual da minha região, na Zona Leste da cidade de São Paulo. Fiz apenas 3 meses de cursinho, há muitos anos. Já entrei na USP 3 vezes, e em três ótimas privadas: Metodista, Cásper Líbero e Mackenzie. Hoje estou no curso mais concorrido da Fatec-SP. Não sou nenhum gênio, não, apenas tentei sempre. Fiz minha parte, e Deus, Fiel, sempre faz a dele.

Melhor sorte na próxima.

P

Podemos então concluir que um aluno que não entra na USP ou não fez sua parte, ou Deus não fez a dele? Não sei se é de seu conhecimento, mas as vagas em universidades públicas são… limitadas. E isso se agrava com a evasão de alunos.

A

Esse curso tem um propósito específico:


A iniciativa tem como objetivo contribuir com a formação em língua inglesa de possíveis candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras, além de preparar os estudantes para os exames de língua inglesa solicitados para admissão em instituições acadêmicas no exterior.

Então, é até razoável discutir os critérios na definição dos requisitos, mas, não a sua inexistência.
Eu prefiro aplaudir a iniciativa, do que ser um crítico apenas por não ter acesso.

M

Muito bom o curso. Critico muito o governo mas reconheço quando acertam. E com base no feedback dos alunos eles já melhoraram vários pontos.

Quanto à restrição, ele foi desenvolvido pra esse público alvo e com a verba que o governo tem pra esse público alvo. O foco é o Ciência sem Fronteiras, quem sabe que se o curso der certo eles não desenvolvem algo aberto?

C

Paulo Silveira:
clauau:

Estudei na pior escola estadual da minha região, na Zona Leste da cidade de São Paulo. Fiz apenas 3 meses de cursinho, há muitos anos. Já entrei na USP 3 vezes, e em três ótimas privadas: Metodista, Cásper Líbero e Mackenzie. Hoje estou no curso mais concorrido da Fatec-SP. Não sou nenhum gênio, não, apenas tentei sempre. Fiz minha parte, e Deus, Fiel, sempre faz a dele.

Melhor sorte na próxima.

Podemos então concluir que um aluno que não entra na USP ou não fez sua parte, ou Deus não fez a dele? Não sei se é de seu conhecimento, mas as vagas em universidades públicas são… limitadas. E isso se agrava com a evasão de alunos.

Como quem conhece a Deus sabe que Ele sempre faz Sua parte, claro que a dificuldade está no ser humano.

Mas tirar de contexto uma frase e argumentar a partir dela demonstra o problema, e talvez explique o motivo pelo qual algumas coisas não são para todos.

Quem prefere passar mais tempo reclamando do que produzindo, inevitavelmente terá menos chances do que aqueles que ocupam seu tempo e sua inteligência em produzir, crescer, fazer a diferença. E lutar para galgar posições nas quais suas opiniões venham a ser ouvidas; posições em que tenham poder para interferir e, talvez, contribuir para a correção de direções e estratégias equivocadas, até, na Educação, por exemplo.

Talvez para sua surpresa, Paulo, é do meu conhecimento, sim, que as vagas nas universidades públicas são limitadas. Seria do seu conhecimento que são limitadas aos que têm o melhor desempenho em uma prova que é acessível a todos?

Ora, pode-se dizer, e com razão, que as condições não são iguais, que a concorrência não é justa. Verdade. Inclusive, esteja preparado para outro choque: a vida, toda ela, não apenas o vestibular, não é justa. Não competimos em condições iguais, não partimos do mesmo ponto de largada. A maior parte dos primeiros colocados vem das classes abastadas. Suas condições de alimentação, moradia, saúde, estrutura familiar, formação escolar, experiências culturais, etc. lhes favorecem de maneira a desequilibrar a competição, se assim podemos chamar, sem dúvida.

Não há negação possível sobre isso. É apenas uma questão de observação da nossa sociedade, não precisamos de um tratado sociológico para percebermos que essa estrutura é perversa. Não é essa discussão.

A questão é: diante dessa realidade, e do fato de que ela nos afeta negativamente, qual será nossa atitude? Lamentar? Encontrar culpados? Ou cada um chamar para si a responsabilidade de fazer a diferença? Assumir consigo o compromisso de que irá “compensar” essa desigualdade, com empenho redobrado, superando cada obstáculo que se apresente, não importa quanto esforço isso exija?

Pois uma coisa é certa: lá, entre os alunos das universidades públicas, ainda que sejam minoria, encontramos pessoas que tomaram essa decisão, mesmo que todas as probabilidades estivessem contra elas. Pessoas que, literalmente, fazem a diferença.

E qualquer um de nós, eu, ou você, Paulo Silveira, e quem estiver lendo, enfim, quem se dispuser e encarar o desafio, poderá ser contado entre esses que desequilibraram, que quebraram as previsões estatísticas. Não gênios. Apenas jovens, homens e mulheres de fibra, que não se resignaram à mera condição de números em estudos de probabilidades.

E, entenda, não digo que isso deva ser sinônimo de conformismo ou alienação quanto às injustiças sociais. Absolutamente. Apenas que uma coisa não pode ocorrer em detrimento da outra. A luta, em foro próprio, é necessária, para dizer o mínimo. A denúncia das injustiças, o clamor para que estas sejam corrigidas, sanadas, são imprescindíveis.

Mas a justa reivindicação não pode ser abrigo de autocomiseração, desculpa para a imobilidade pessoal, esconderijo de um caráter fraco.

As dificuldades da vida vão além das dificuldades educacionais do país. E são muito maiores, também. Podemos criar um padrão de ceder diante delas, ou o padrão de vencer os desafios apresentados. E o padrão que escolhermos se repetirá nas demais áreas da existência.

Qual padrão será, afinal?

R

Me inscrevi e segui esse curso por cerca de um mês, mas parei.

O curso é ótimo, se você seguir direito todo o conteúdo do curso, aprende a ouvir, escrever, ler e falar bem. O material deles é muito bom, e cada unidade é acompanhada de muitos textos e vídeos interessantes! Além de inglês você acaba aprendendo sobre diferentes culturas, profissões, esportes e assim por diante.

Mas parei, primeiramente porque após fazer o nivelamento, fui para o nível 4 de 5. Estudei um pouco, mas no fim das contas se tornou mais proveitoso parar o curso e ficar estudando por conta. E outra questão também é a de que comecei a trabalhar em um projeto internacional, onde escrevemos e conversamos em Inglês direto. Isso acaba por ajudar na minha fluência.

Tenho vontade de fazer um intercâmbio pelo Ciências sem Fronteiras. Talvez se conseguir, volto pra terminar o nível 4 e 5, até porque o 5 te prepara pra fazer o TOEFL e IELTS.

:slight_smile:

clauau:
Paulo Silveira:
clauau:

Estudei na pior escola estadual da minha região, na Zona Leste da cidade de São Paulo. Fiz apenas 3 meses de cursinho, há muitos anos. Já entrei na USP 3 vezes, e em três ótimas privadas: Metodista, Cásper Líbero e Mackenzie. Hoje estou no curso mais concorrido da Fatec-SP. Não sou nenhum gênio, não, apenas tentei sempre. Fiz minha parte, e Deus, Fiel, sempre faz a dele.

Melhor sorte na próxima.

Podemos então concluir que um aluno que não entra na USP ou não fez sua parte, ou Deus não fez a dele? Não sei se é de seu conhecimento, mas as vagas em universidades públicas são… limitadas. E isso se agrava com a evasão de alunos.

Como quem conhece a Deus sabe que Ele sempre faz Sua parte, claro que a dificuldade está no ser humano.

Mas tirar de contexto uma frase e argumentar a partir dela demonstra o problema, e talvez explique o motivo pelo qual algumas coisas não são para todos.

Quem prefere passar mais tempo reclamando do que produzindo, inevitavelmente terá menos chances do que aqueles que ocupam seu tempo e sua inteligência em produzir, crescer, fazer a diferença. E lutar para galgar posições nas quais suas opiniões venham a ser ouvidas; posições em que tenham poder para interferir e, talvez, contribuir para a correção de direções e estratégias equivocadas, até, na Educação, por exemplo.

Talvez para sua surpresa, Paulo, é do meu conhecimento, sim, que as vagas nas universidades públicas são limitadas. Seria do seu conhecimento que são limitadas aos que têm o melhor desempenho em uma prova que é acessível a todos?

Ora, pode-se dizer, e com razão, que as condições não são iguais, que a concorrência não é justa. Verdade. Inclusive, esteja preparado para outro choque: a vida, toda ela, não apenas o vestibular, não é justa. Não competimos em condições iguais, não partimos do mesmo ponto de largada. A maior parte dos primeiros colocados vem das classes abastadas. Suas condições de alimentação, moradia, saúde, estrutura familiar, formação escolar, experiências culturais, etc. lhes favorecem de maneira a desequilibrar a competição, se assim podemos chamar, sem dúvida.

Não há negação possível sobre isso. É apenas uma questão de observação da nossa sociedade, não precisamos de um tratado sociológico para percebermos que essa estrutura é perversa. Não é essa discussão.

A questão é: diante dessa realidade, e do fato de que ela nos afeta negativamente, qual será nossa atitude? Lamentar? Encontrar culpados? Ou cada um chamar para si a responsabilidade de fazer a diferença? Assumir consigo o compromisso de que irá “compensar” essa desigualdade, com empenho redobrado, superando cada obstáculo que se apresente, não importa quanto esforço isso exija?

Pois uma coisa é certa: lá, entre os alunos das universidades públicas, ainda que sejam minoria, encontramos pessoas que tomaram essa decisão, mesmo que todas as probabilidades estivessem contra elas. Pessoas que, literalmente, fazem a diferença.

E qualquer um de nós, eu, ou você, Paulo Silveira, e quem estiver lendo, enfim, quem se dispuser e encarar o desafio, poderá ser contado entre esses que desequilibraram, que quebraram as previsões estatísticas. Não gênios. Apenas jovens, homens e mulheres de fibra, que não se resignaram à mera condição de números em estudos de probabilidades.

E, entenda, não digo que isso deva ser sinônimo de conformismo ou alienação quanto às injustiças sociais. Absolutamente. Apenas que uma coisa não pode ocorrer em detrimento da outra. A luta, em foro próprio, é necessária, para dizer o mínimo. A denúncia das injustiças, o clamor para que estas sejam corrigidas, sanadas, são imprescindíveis.

Mas a justa reivindicação não pode ser abrigo de autocomiseração, desculpa para a imobilidade pessoal, esconderijo de um caráter fraco.

As dificuldades da vida vão além das dificuldades educacionais do país. E são muito maiores, também. Podemos criar um padrão de ceder diante delas, ou o padrão de vencer os desafios apresentados. E o padrão que escolhermos se repetirá nas demais áreas da existência.

Qual padrão será, afinal?

Criado 8 de março de 2013
Ultima resposta 17 de fev. de 2014
Respostas 30
Participantes 27