Rodrigo Sasaki:
Ué. Enterprise Service Bus em Hold?
Eu achava que isso era algo muito utilizado hoje em dia, e muito aceitado
Bom as equipes do MuleEsb - http://www.mulesoft.org, RedHat que comprou há pouco a FuseSource - http://fusesource.com, Oracle dona do ESB mais usado em Teles e Bancos do Brasil - http://www.oracle.com/technetwork/middleware/service-bus/overview/index.html entre outros players + a consultoria SOA|EXPERT e a comunidade SOACLOUD - http://soacloud.com.br pensam ao contrário.
Não dá pra fazer integração Point-to-point, tradução de protocolos é necessário e há Patterns para isso - Enterprise Integration Patterns. A TW ainda não entendeu que o ESB é um framework que implementa tais padrões e hoje há diversas opções opensource, assim como o conceito está em constante evolução.
O mais engraçado é que recomendam o ApacheCamel, que é o Kernel do FuseESB, JBoss ESB, Service Mix etc. Acho que eles não entenderam muito bem a diferença entre uma coisa e a outra e principalmente, o papel do Pattern Message Bus, assim como o que os frameworks atuais oferecem como: Interceptadores, Segurança, Políticas e SLA, Monitoria etc.
Bom queria ver como fazem integração com SAP, Mainframe, EBS, Siebel etc. Deve ser um ninho de mafagafinho ou um jogo de palitinhos gigantesco 
PS: A grande influência veio do Jim Webber, Restafarian convicto ex-diretor e autor do Rest in Practice, que escreveu outros radares no passado. Ele jogou muito com a polêmica, de integrações através de Hypermedia, contudo há diferentes tipos de protocolos, necessidades de tratamento de estado, performance etc. Ele sabe do contra-ponto e deixa claro no seu próprio livro, o problema foi a TW ter comprado a “venda” do conceito como algo estratégico, tiro no pé.
Também acredito que por isso o Neo4j é recomendado, sem explicarem os cenários de utilização.