Pessoal,
Vocês acham que um Mestrado colabora com a vida profissional ou em muitos casos, atrapalha ?
O que um Mestrado ajudaria especificamente na Vida Profissional ?
Obs: Mestrado Acadêmico.
Vlw !
Pessoal,
Vocês acham que um Mestrado colabora com a vida profissional ou em muitos casos, atrapalha ?
O que um Mestrado ajudaria especificamente na Vida Profissional ?
Obs: Mestrado Acadêmico.
Vlw !
Na nossa área creio que apenas para setores bem específicos.
Mas até hoje não vi nenhuma vaga de emprego falar que mestrado era um plus.
Acho que isso vai ter mais peso no meio acadêmico.
Pra vagas de desenvolvimento, principalmente em consultorias, não acho comum ter isso como requisito.
Mas com certeza é um diferencial.
Na nossa área creio que apenas para setores bem específicos.Mas até hoje não vi nenhuma vaga de emprego falar que mestrado era um plus.
Eu trabalho com uma pessoa que fez Mestrado. Ele comentou comigo que em muitos casos, existe um pré-conceito das empresas na hora de contratar uma pessoa com Mestrado…o caso se agrava quando a pessoa tem Doutorado.
Alguém já ouviu falar disso ?
Uma coisa que eu acho legal é que se um dia vc quiser pode dar aulas na faculdade…
Mas como os colegas disseram acredito que não seja requisito para as vagas que temos por aí, a não ser que você vá embora daqui para algum país que produza as tecnologias que nós utilizamos aqui, aí talvez seja um diferencial. Agora se você quiser e gostar faça independente de você saber se vai ajudar ou não, pelo menos é isso que eu acho.
Eu não sei sobre o que seu colega comentou. O meu primo fez mestrado acadêmico e alguns dias da semana na parte da tarde ele tinha que ir para o mestrado senão ele não conseguiria fazer as matérias. No caso dele a empresa liberava ele nas tardes destes dias. Acho que a maioria das empresas não está disposta a fazer isso, e talvez pelo fato de quem tem mestrado e/ou doutorado normalmente ministrar aulas no período da noite, talvez isso seja visto como um impedimento para quando a pessoa tem que ficar até mais tarde… mas sei lá, tudo isso é apenas especulação, pergunta para o seu colega o porque desse preconceito.
Existem empresas e empresas, assim como pessoas e pessoas (que filosófico, não?). No meu caso, trabalhava na área, mas optei por dar um upgrade na minha vida profissional através de uma especialização em Análise de Sistemas. Não procurei certificações, pois tinha a concepção de que não deveria me amarrar em tecnologia.
Quando comecei a especialização, amigos me incentivaram a fazer a prova do POSCOMP pra entrar no mestrado, que seria bom e tals… Fiz, e pra surpresa minha tirei uma nota que possibilitou meu ingresso no mestrado. Fiquei 1 ano e meio só no mestrado, ZERO de vida profissional (só pequenos freela), vivendo da bolsa da CAPES e com filho pra criar… Quando a dificuldade financeira apertou, resolvi largar a bolsa, continuar o mestrado, mas arranjar um emprego. Para minha não tão grande surpresa, tive dificuldade de arranjar emprego, pois existe um fator muito relevante no mercado: EXPERIÊNCIA. Empresas brasileiras levam em conta a experiência baseada na tecnologia ou em regras de negócio específicas, e eu só tinha conhecimento teórico.
Logo, meu conselho se resume em dois tópicos:
1 - Verifique suas prioridades: Quero ser um grande guru JAVA e ter sucesso em empresas Brasileiras. OU, quero ser um grande cientista da computação, e ter potencial pra trabalhar até no exterior.
2 - Não perca o foco: não tente alternar demais. Em um momento está fazendo certificação Oracle para JAVA e em outro momento correndo pra fazer o Doutorado com dedicação exclusiva.
Explico: Formação Acadêmica é bem vista em Grandes Empresas estrangeiras, onde há a necessidade de criatividade e “não atrelamento” à uma tecnologia, Você é mais que um empregado, mas sim um colaborador.
Alternar demais pode fazer você não ficar bom em nenhumas das coisas…
IMHO
Existem empresas e empresas, assim como pessoas e pessoas (que filosófico, não?). No meu caso, trabalhava na área, mas optei por dar um upgrade na minha vida profissional através de uma especialização em Análise de Sistemas. Não procurei certificações, pois tinha a concepção de que não deveria me amarrar em tecnologia.
Quando comecei a especialização, amigos me incentivaram a fazer a prova do POSCOMP pra entrar no mestrado, que seria bom e tals… Fiz, e pra surpresa minha tirei uma nota que possibilitou meu ingresso no mestrado. Fiquei 1 ano e meio só no mestrado, ZERO de vida profissional (só pequenos freela), vivendo da bolsa da CAPES e com filho pra criar… Quando a dificuldade financeira apertou, resolvi largar a bolsa, continuar o mestrado, mas arranjar um emprego. Para minha não tão grande surpresa, tive dificuldade de arranjar emprego, pois existe um fator muito relevante no mercado: EXPERIÊNCIA. Empresas brasileiras levam em conta a experiência baseada na tecnologia ou em regras de negócio específicas, e eu só tinha conhecimento teórico.
Logo, meu conselho se resume em dois tópicos:
1 - Verifique suas prioridades: Quero ser um grande guru JAVA e ter sucesso em empresas Brasileiras. OU, quero ser um grande cientista da computação, e ter potencial pra trabalhar até no exterior.
2 - Não perca o foco: não tente alternar demais. Em um momento está fazendo certificação Oracle para JAVA e em outro momento correndo pra fazer o Doutorado com dedicação exclusiva.Explico: Formação Acadêmica é bem vista em Grandes Empresas estrangeiras, onde há a necessidade de criatividade e “não atrelamento” à uma tecnologia, Você é mais que um empregado, mas sim um colaborador.
Alternar demais pode fazer você não ficar bom em nenhumas das coisas…IMHO
Entendi. No meu caso, eu já tenho tecnólogo, bacharel e especialização (MBA). Claro, todos voltados para a vida profissional. Acredito que já tenha uma vida profissional “estável”. O que queria agora, é contribuir com pesquisas e estudos em Inteligencia Artificial (assunto especifico no Mestrado que quero fazer), porém, quero ao mesmo tempo, agregar meu conhecimento nisto, participando de grupos de pesquisas. Em fim, quero fazer algo relacionado a IA que afete a vida das pessoas. Não quero algo somente para meu ser.
O mestrado, se você se tornar funcionário público, pode lhe render um aumento no seu salário. Nas empresas privadas, acho que vai de cada uma.
Aproveitando o tópico: Um mestrado profissional também é visto da mesma forma pelas empresas brasileiras? Ou ele é mais “aceito”? E em empresas estrangeiras, ele é reconhecido?
Eu trabalho com uma pessoa que fez Mestrado. Ele comentou comigo que em muitos casos, existe um pré-conceito das empresas na hora de contratar uma pessoa com Mestrado…o caso se agrava quando a pessoa tem Doutorado.Alguém já ouviu falar disso ?
É possível que haja preconceito pelos seguintes motivos:
a) Se a pessoa for muito teórica talvez não desempenhe a parte pratica satisfatoriamente.
b) O que tem de chefe / gerente sem formação ou com formação ridícula no mercado não está no gibi, irá recusar o profissional com mestrado / doutorado com certeza.
c) Infelizmente a maioria dos sistemas são construídos sem seguir padrões, metodologias e etc…; um profissional com alta carga teórica poderia ter dificuldade nestes ambientes.
d) A remuneração poderia ser um problema também…o valor pago para profissionais com formação e sem formação as vezes é a mesma; o profissional poderia ficar bastante desmotivado já que ralou tanto para obter o diploma de mestrado.
…
Pode valer a pena, mas tem que estar ciente de que nem todos os setores do mercado valoriza este tipo de formação, logo, pode impactar no retorno financeiro e até mesmo na satisfação pessoal. O setor que, com certeza, valoriza esta graduação é a acadêmica - mas se não gostar ou não tiver jeito para ministrar aulas vai ser um problema trabalhar neste setor acredite.
flws
olha…
os conselhos que estou vendo aqui, são os mesmos que eu via a anos atraz, quando perguntavam se faculdade valia a pena
as pessoas diziam…“ahhh o cara faz faculdade e aprende só teoria” <- a maioria desses que davam conselhos assim começou faculdade depois… por ver a importância do canudo!..
Mestrado no brasil ainda esta engatinhando, mas no exterior é bastante valorizado…
faça o mestrado para trabalhar com Pesquisa / como professor / com softwares de algoritmos avançados
ou então faça um MBA para trabalhar num cargo mais gerencial.
agora se for ficar no brasil… ja ouvi de Professores que tiram o Doutorado do curriculo e assumem cargos de Mestrado por que não conseguem como doutores…o valor hora é mais caro etc… (realmente desanimante)
o próprio google contrata profissionais mestres/doutores para serem super-desenvolvedores…
faça o mestrado para trabalhar com Pesquisa / como professor / com softwares de algoritmos avançadosFoi por isso que eu falei que o mestrado é mais aproveitado para um mercado mais específico. [=
você tem razão, no brasil sem chance, 90% ou + dos sistemas não precisam de mestrado/doutorado…(ERPs dominam)
agora no exterior esse mercado específico é exponencialmente maior… quase todas as boas vagas de jogos pedem mestrado/doutorado.
isso é coisa de brasileiro que acredita que uma pessoa muito trabalhadora deva ser bem mais valorizada do que uma pessoa muito inteligênte… talvez por isso nós não criamos técnologia e nem temos patentes em comparação com outros países
E o mestrado profissional? Ele é visto de forma diferente pelas empresas ou é só um jeito de as universidades venderem seus cursos? Porque vi em algum lugar que a titulação é a mesma…
Alguem disse que ainda não viu uma vaga dizendo que mestrado era um diferencial, concordo pois eu tambem ainda não vi (mercado regular). Agora para atuar como professor, dependendo do caso é um forte pré-requisito sim, inclusive doutorado. Se não me engano todas as areas no meio academico (universidade) necessita de um doutor no assunto para representar (acho que é essa a palavra) esta tal area, isto me parece que é pré-requisito.
De forma simplista, no geral, o mercado faz propaganda da vaga apresentando os pré-requisitos, hoje é dito se necessita de curso superior ou não, mas antes poucas diziam isto. Se chegar um gaiato com um curriculo que preenche todos os pre-requisitos e ainda por cima tem um mestrado ou doutorado como ALGO MAIS e se propor a receber o mesmo valor - beleza, com certeza será contratado. O mercado não é bobo, ter um cara com mestrado / doutorado trabalhando pelo mesmo valor de alguem com bacharelado ou mesmo nível técnico pode ser lucro certo.
Como já foi dito antes esta história já aconteceu (e ainda acontece) com o dito curso superior (primeira graduação), isto é verdade e o fenomeno continua, é comum vc trabalhar em uma empresa onde haja graduados ou não recebendo o mesmo valor hora. Os profissionais graduados ficam se contorcendo para receber um valor diferenciado e a empresa (os representantes) ficam só se esquivando - conhecimento de causa, vejo isto todos os dias.
Ao meu ver mestrado ou doutorado tem que ser uma conquista pessoal, sem esperar retorno financeiro de forma garantida. Caso contrario só se for em mercados bem especificos como o academico que já tem até os valores estipulados para o valor hora de cada tipo de graduação, ou seja se graduou “automaticamente” o valor hora já é ajustado conforme a nova condição. Isto no mercado regular é bem dificil de acontecer.
O mestrado / doutorado poderia ajudar a melhorar a qualidade de seu trabalho e possivelmente a enfrentar desafios mais ousados. Caso vc seja um cara de sorte e encontre uma empresa onde haja pessoas que valorize o trabalho e o esforço de seus profissionais certamente seria uma ótima estas graduações. Eu adoraria trabalhar com um gerente que tivesse uma graduação destas e, obviamente, levasse isto a sério.
flws
flws
Existe um critério da avaliação do MEC que é zerado caso exista pelo menos um professor sem mestrado num curso de graduação. Nesse caso, muitas faculdades estão preocupadas em garantir que todos os professores sejam mestres.
Eu sempre trabalhei com P&D nas empresas, em departamentos de novos produtos. E acho que o mestrado está sendo de grande valia.
É sempre bom conhecer o método científico e saber comprovar as coisas, e também aprender a pesquisas tecnologias realmente novas.
Também é interessante ter uma boa noção de estatística, e isso já me ajudou na hora de gerar relatórios substancialmente mais interessantes do que simplesmente totais e médias (e o interessante, geralmente são mais resumidos, mas de valor mais significativo para o gestor).
Agora, eu acho que é um erro largar tudo e ir só fazer mestrado, se seu objetivo for profissional. Não existiria muito como justificar essa ausência do mercado de trabalho, especialmente se seu tema for muito específico. No caso, procure algum mestrado que vá aliar com sua profissão.
No mais, faço minhas as palavras do fantomas. O mestrado só vai ser um real diferencial em áreas muito específicas. Por exemplo, um mestrado em computação científica te dá diferencial quando você procura emprego em empresas de engenharia, o de visão computacional em empresas de segurança. Como a cada nível de titulação strictu sensu você está tornando seu conhecimento mais específico (e daí o nome strictu), não é de surpreender que a quantidade de empresas que essa especialização irá atender será cada vez menor. A diferença, claro, é que um mestrado no ramo certo pode ser um baita diferencial, se a situação aparecer.
Quanto a receber mais por ser mestre. Bem, isso é um critério idiota e realmente as empresas privadas não deveriam pagar mais por isso. É pagar por um pedaço de papel. Deixe o mestre mostrar resultado com o que ele aprendeu, aí sim, um gestor irá pensar em um aumento, em projetos mais interessantes, etc… Quem paga por esse pedaço de papel (e com razão) são as faculdades, uma vez que elas se beneficiam diretamente com o título.
Atualmente trabalho no departamento de P&D de uma grande empresa(P&D mesmo só no nome, pois na prática não fazemos nada de extraordinário) e o meu chefe/gestor é doutor por uma faculdade pública bem conceituada aqui no Brasil(UFRJ). Bom o que tenho a falar disso é que estamos tendo uma experiência muito ruim, pois ele parece que parou no tempo, simplesmente não manja quase nada de desenvolvimento web(não sabia a diferença entre Java e Javascript :shock: ) não é claro nas tarefas que passa para a gente fazer, é muito confuso, não toma decisões, esquece detalhes importantes, etc. Isso sem falar que enxerga tudo com aquela visão de acadêmico, descreve um sistema sempre da mesma forma, utiizando palavras como: blocos,kernel,camadas,etc. nunca entra nos detalhes…
Bom, não quero generalizar e dizer que todos os mestres/doutores são assim, mas se existe preconceito no mercado há uma certa razão pra isso… O nosso gestor anterior não tinha mestrado ou doutorado mas tecnicamente era muito superior ao nosso gestor atual, no começo achei que seria uma experiência muito boa mas depois se tornou decepcionante, não só para mim mas para toda a equipe.
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo.
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo com vc Vini, não acredito que ele seja mau tecnicamente, apenas não se atualizou e não tem habilidades para ser gestor. Além do mais acho que ele entrou tão afundo em sua área de especialização que simplesmente ignorou todo o resto. A descrição do que é um Phd neste link, ilustra muito bem o que penso: http://matt.might.net/articles/phd-school-in-pictures/
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo com vc Vini, não acredito que ele seja mau tecnicamente, apenas não se atualizou e não tem habilidades para ser gestor. Além do mais acho que ele entrou tão afundo em sua área de especialização que simplesmente ignorou todo o resto. A descrição do que é um Phd neste link, ilustra muito bem o que penso: http://matt.might.net/articles/phd-school-in-pictures/
Tem um “depende” bem grande aí. Por exemplo:
Se a pessoa é PHD em física ela precisa trabalhar com física. Se é doutorado em ciência da computação precisa trabalhar com ciência da computação. O detalhe é que isso não inviabiliza nenhum conhecimento adquirido anteriormente.
Então das duas uma:
Só uma correção no título do tópico: “Vida acadêmica” também é “vida profissional.”
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo com vc Vini, não acredito que ele seja mau tecnicamente, apenas não se atualizou e não tem habilidades para ser gestor. Além do mais acho que ele entrou tão afundo em sua área de especialização que simplesmente ignorou todo o resto. A descrição do que é um Phd neste link, ilustra muito bem o que penso: http://matt.might.net/articles/phd-school-in-pictures/
Tem um “depende” bem grande aí. Por exemplo:
Se a pessoa é PHD em física ela precisa trabalhar com física. Se é doutorado em ciência da computação precisa trabalhar com ciência da computação. O detalhe é que isso não inviabiliza nenhum conhecimento adquirido anteriormente.
Então das duas uma:
Só uma correção no título do tópico: “Vida acadêmica” também é “vida profissional.”
Então Julio, ele nos disse que a área de pesquisa dele envolvia as áreas de engenharia elétrica e computação, inclusive a tese dele abordava essas duas áreas. Na realidade ele foi contratado pq a empresa precisava de um doutor para abrir um instituto de pesquisa próprio, ai como não deu certo o dono da empresa não quis dispensá-lo e resolveu colocar ele no nosso departamento como gestor. E foi ai que começou o pesadelo…
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo com vc Vini, não acredito que ele seja mau tecnicamente, apenas não se atualizou e não tem habilidades para ser gestor. Além do mais acho que ele entrou tão afundo em sua área de especialização que simplesmente ignorou todo o resto. A descrição do que é um Phd neste link, ilustra muito bem o que penso: http://matt.might.net/articles/phd-school-in-pictures/
Tem um “depende” bem grande aí. Por exemplo:
Se a pessoa é PHD em física ela precisa trabalhar com física. Se é doutorado em ciência da computação precisa trabalhar com ciência da computação. O detalhe é que isso não inviabiliza nenhum conhecimento adquirido anteriormente.
Então das duas uma:
Só uma correção no título do tópico: “Vida acadêmica” também é “vida profissional.”
Então Julio, ele nos disse que a área de pesquisa dele envolvia as áreas de engenharia elétrica e computação, inclusive a tese dele abordava essas duas áreas. Na realidade ele foi contratado pq a empresa precisava de um doutor para abrir um instituto de pesquisa próprio, ai como não deu certo o dono da empresa não quis dispensá-lo e resolveu colocar ele no nosso departamento como gestor. E foi ai que começou o pesadelo…
Cara, dizer que a pesquisa envolve engenharia elétrica e computação é muito vago. A pesquisa dele pode envolver desde Teoria da Computação até Desenvolvimento de Jogos por exemplo. A idéia do doutorado é justamente você se especializar em uma área a tal ponto que você possa produzir algo de novo naquela área.
Um mau profissional vai ser um mau profissional com ou sem canudo. Por isso falei que não acho justo uma empresa ter políticas de aumento pura e simplesmente pelo fato do sujeito ter um mestrado, doutorado ou especialização.
Não foi o canudo que fez dele um cara desatualizado, foi ele mesmo.
Além disso, alguém pode ser um grande especialista numa área técnica, e não ter nenhum jeito com pessoas e conflitos, habilidades essenciais para um bom gestor.
Concordo com vc Vini, não acredito que ele seja mau tecnicamente, apenas não se atualizou e não tem habilidades para ser gestor. Além do mais acho que ele entrou tão afundo em sua área de especialização que simplesmente ignorou todo o resto. A descrição do que é um Phd neste link, ilustra muito bem o que penso: http://matt.might.net/articles/phd-school-in-pictures/
Tem um “depende” bem grande aí. Por exemplo:
Se a pessoa é PHD em física ela precisa trabalhar com física. Se é doutorado em ciência da computação precisa trabalhar com ciência da computação. O detalhe é que isso não inviabiliza nenhum conhecimento adquirido anteriormente.
Então das duas uma:
Só uma correção no título do tópico: “Vida acadêmica” também é “vida profissional.”
Então Julio, ele nos disse que a área de pesquisa dele envolvia as áreas de engenharia elétrica e computação, inclusive a tese dele abordava essas duas áreas. Na realidade ele foi contratado pq a empresa precisava de um doutor para abrir um instituto de pesquisa próprio, ai como não deu certo o dono da empresa não quis dispensá-lo e resolveu colocar ele no nosso departamento como gestor. E foi ai que começou o pesadelo…
Então não porque ele seja ruim, mas não é nem de perto o perfil dele. Se a questão é engenharia de software aí é outro requisito.