Plataforma Java x Plataforma .NET - Edição SP 2010
81 respostas
R
rogeriom
O evento Plataforma Java x Plataforma .NET será realizado em São Paulo pela primeira vez, uma vez que as quatro edições anteriores foram realizadas no Distrito Federal.
O que NÃO É o evento?
Uma disputa para demonstrar qual é a melhor das plataformas: Java ou .NET.
O que É o evento?
Um conjunto de palestras técnicas de Java e .NET, apresentadas por especialistas nos temas abordados, seguidas por debates motivados por perguntas dos participantes.
Eu, como idealizador e principal organizador do evento, estou disposto a debater com os integrantes do GUJ sobre o evento. Todos os comentários, questionamentos, sugestões e críticas são muito bem-vindos.
Se não é uma disputa então muda o título para Plataforma Java & Plataforma .NET - Edição SP 2010.
R
rogeriom
O versus (x) no nome do evento significa debate e não rixa. E isto tem haver com o formato do evento. Seguem alguns detalhes da organização do evento.
O evento ocorrerá em dois dias: 15/10/2010 (sexta-feira) e 16/10/2010 (sábado). Em cada dia serão apresentados 4 temas, totalizando 8 temas nos dois dias do evento. Cada tema será apresentado em 2 horas, seguindo a divisão abaixo.
Palestra 1
Apresentação das tecnologias da plataforma Java ou .NET relacionadas com o tema. Duração: 45 minutos, mais 5 minutos para transição da palestra 1 para a palestra 2.
Palestra 2
Apresentação das tecnologias da outra plataforma relacionadas com o tema. Duração: 45 minutos, mais 5 minutos de transição da palestra 2 para o debate.
Debate
Debate motivado por perguntas dos participantes e conduzido por um mediador. Duração: 20 minutos.
Haverá duas aberturas, com duração de 30 minutos cada, antecedendo as apresentações dos temas em cada dia do evento. As aberturas são para credenciamento e descrição do dia do evento.
Haverá dois fechamentos, com duração de 1 hora e 5 minutos cada, finalizando as apresentações dos temas em cada dia do evento. Os fechamentos são para informar sobre educação e certificação e o futuro das plataformas Java e .NET.
Informações detalhadas dos dois dias do evento com descrições das aberturas, dos temas, dos fechamentos, das palestras de Java e .NET, dos palestrantes e dos mediadores podem ser visualizadas na página de Programação.
Eu já tive a ideia de modificar o nome do evento de versus (x) para e (&), exatamente como você está propondo. Porém, devido ao formato de debate do evento, os participantes que tiverem uma visão de rixa continuariam achando que o evento seria uma disputa. Além disto, ainda há a questão da reserva do domínio javaversusdotnet.com.br. Na época da reserva, eu achei este nome mais interessante que javaedotnet.com.br.
Bem, eu acredito que a intenção do evento ficou muito clara e em destaque na página inicial do site, onde há as seguintes explicações: “O que NÃO É o evento?” e “O que É o evento?”. Em minha opinião, a mudança do nome do evento não mudaria a cabeça de quem quer enxergar o evento como uma rixa devido ao formato de debate.
M
matarra1000
Não tem essa de debate, X signivica versus.
L
Luca
Olá
Concordo!
E parece evento para fazer propaganda de empresas. Como dar credibilidade a um evento lotado de palestrantes empregados na Microsoft? Tenho até pena dos caras da RedHat que aparecerão ao lado deles.
Será que alguma cara da Microsoft terá independência para lamentar que seu software só roda em um sistema operacional que evoluiu muito pouco desde 2001 quando foi lançado o XP? Não é a toa que 50% dos clientes Microsoft ainda não se convenceram que vale a pena deixar de usar o XP.
Tenho usado o Windows 7 do note da minha filha. Reconheço que não é tão ruim quanto o Vista. Acho até que é tão bom quanto o XP (ainda não percebi nada melhor e ainda reclamo que dá mais trabalho para achar as coisas).
O principal pacote da Microsoft é o Office. Atualmente uso o Office 2008 no Mac. A única melhoria que percebo em relação ao Office 97 é que agora permitem salvar em PDF. Mas continuam aquela carroça para carregar mesmo na minha máquina com 2 processadores e 4 Gb de memória.
Tenho a impressão que algumas ferramentas de desenvolvimento da Microsoft (exemplo C# e F#) são boas. Mas o pior propagandista delas é a própria Microsoft que não mostra quase nada que preste feita com eles. Ou será que alguém aqui gosta do Silverlight, uma espécie de Flash reinventado fora de hora?. Então como vou confiar em um cara que é empregado da Microsoft falando em desenvolvimento de software?
Um conselho: nos próximos eventos convidem alguém que desenvolva software de verdade. Ou pelo menos mostrem alguma coisa recentemente desenvolvida por estes caras (vale github, google.code, etc.).
[]s
Luca
C
Crown
Existe casos e casos, onde determinada linguagem se aplica melhor ao cenario por isso evito dizer que java é melhor que .net e vice-versa, o mundo é windows nao adianta ficar de choro, portanto essa de odiar o windows pra tbm nao cola, quanto ao flex e silverlight…que foi que motivou a responder esse post…aff flex é muito ruim qualquer um que trabalha com flex sabe, um sistema pequeno ele se encaixa bem, mas se o sistema for medio ou grande…fuja, passe longe, flex consome memoria igual a um monstro. Tambem me diga como, COMO a adobe implementa uma versao limitida do HTTP na linguagem, fazendo assim o uso do rest limitado, EM UM linguagem RIA, e o pior alega que é por seguranca, se vc estudar a seguranca do flash player vc vai rir, é por isso que ele é tao odiado por steve jobs, sinceramente as linguagens ria que eu ja trabalhei todas sao melhores que flex, isso inclui silverlight.
A
ArtesaoDeSoftware
Ou seja, é uma disputa para demonstrar qual é a melhor plataforma, poruqe VS. é luta, disputa, porrada (fonte: UFC)
L
Luca
Olá
Só para complementar…
Por favor não me incluam ente os que odeiam Windows. Me considero bem agnóstico em relação a tecnologias. Ganho dinheiro com Windows desde que ele foi lançado assim como ganhei muito dinheiro com a Microsoft desde os tempos do DOS 1.0.
O que reclamo da Microsoft é a falta de evolução. Antigamente uma nova versão do DOS representava uma real melhoria. Agora não consigo perceber melhoria em relação ao XP de 2001. Para mim a verdade nua e crua é que se o Bill Gates usasse OS X, já teria trocado pelo menos a metade dos desenvolvedores do seu anacrônico e difícil de usar sistema operacional. Bastaria ele deixar as janelas do Finder abertas por semanas como eu faço para reclamar porque isto é difícil no frágil Windows Explorer.
E se evoluiu pouco, alguma coisa está errada com as ferramentas que usa ou com seu jeito de desenvolver.
[]s
Luca
R
rogeriom
Eu acredito que deixei muito claro no meu post anterior que o evento se trata de um debate entre tecnologias das plataformas Java e .NET. Inclusive, eu detalhei a organização do evento, que tem como principal objetivo promover palestras técnicas de Java e .NET seguidas por debates motivados por perguntas dos participantes e conduzidos por mediadores.
Porém, para vocês o “X” no nome é suficiente para concluir que não se trata de debate, independente de como o evento está organizado.
Por este raciocínio, se eu colocar “&” no nome do evento estará tudo resolvido, independente de como o evento será organizado.
L
Luca
Olá
Eu colocaria o “&” no lugar do “X” e convidaria mais palestrantes independentes.
[]s
Luca
R
rodrigoalmeida
Qualquer disputa ou rixa é válida desde que mostre as características e novidades das tecnologias, sempre da para aprender com os especialista em sua área. Na graduação sempre aprendia bastante com debate, por que sempre apareciam os MicrosoftMAN, ou JavaMAN, FlexMAN, LinuxMan, etc…
Bem interessante a ídeia do evento dá para aprender muito!
R
rogeriom
Quanto ao evento estar lotado de palestrantes da Microsoft, isto é mais que natural. Afinal de contas, a plataforma .NET é desenvolvida pela Microsoft. Diferente da plataforma Java, não existe um mecanismo como o JCP (Java Community Process) para o desenvolvimento de padrões de especificações técnicas. Quem define o rumo da plataforma .NET é a Microsoft.
Quanto aos profissionais da Red Hat que participarão do evento, eles são profissionais reconhecidos no mercado e com amplo conhecimento técnico na plataforma Java. Não existe motivo algum para ter pena deles.
Luca:
Será que alguma cara da Microsoft terá independência para lamentar que seu software só roda em um sistema operacional que evoluiu muito pouco desde 2001 quando foi lançado o XP? Não é a toa que 50% dos clientes Microsoft ainda não se convenceram que vale a pena deixar de usar o XP.
Tenho usado o Windows 7 do note da minha filha. Reconheço que não é tão ruim quanto o Vista. Acho até que é tão bom quanto o XP (ainda não percebi nada melhor e ainda reclamo que dá mais trabalho para achar as coisas).
Realmente, a Microsoft somente suporta a plataforma .NET em sistema operacional Windows. Mesmo que exista o projeto Mono para portar a plataforma .NET para Linux e Mac OS X, ele é um projeto patrocinado pela Novell e não tem participação direta da Microsoft.
Quanto às suas experiências negativas com os sistemas operacionais Windows do lado do cliente (Windows XP, Windows Vista e Windows 7), isto corresponde a uma opinião pessoal sua. É importante ressaltar que existem versões de Windows para servidores, como: Windows Server 2003, Windows Server 2008 e, atualmente, Windows Server 2008 R2. Estes são os sistemas operacionais Windows que hospedam sistemas distribuídos e de alta escalabilidade e disponibilidade desenvolvidos com a plataforma .NET.
A questão de você achar o Microsoft Office uma carroça, é uma opinião pessoal sua também. Porém, você tem a liberdade de escolher os softwares de escritório que preferir. Então, eu sugiro que você use o OpenOffice, que é gratuito, open source, roda em ambiente Java (JRE) e em múltiplas plataformas, como: Windows, Linux, Mac OS X e Solaris. Talvez assim, ele não deixe a sua máquina com “2 processadores e 4 GB de RAM” uma “carroça”.
Em primeiro lugar, C# e F# não são “ferramentas de desenvolvimento” da Microsoft, mas sim linguagens de programação criadas por ela. Ferramenta de desenvolvimento é o Visual Studio. E qual é a sua experiência com a plataforma .NET para dizer que a Microsoft “não mostra quase nada que preste feita com eles”? Você acompanha as ferramentas desenvolvidas pela Microsoft? Qual é a sua experiência com Silverlight?
Eu não sou empregado da Microsoft. Portanto, o seu comentário “Então como vou confiar em um cara que é empregado da Microsoft falando em desenvolvimento de software?” não tem sentido. MVP (Most Valuable Profissional) da Microsoft é um título dado pela empresa às pessoas reconhecidas, confiáveis e acessíveis, que têm experiência em um ou mais produtos Microsoft e que participam ativamente de comunidades on-line e off-line com o intuito de compartilhar seu conhecimento e experiência com outros clientes Microsoft. Veja mais informações em: http://www.microsoft.com/brasil/mvp/overview.mspx. Algo similar a um Java Champion na plataforma Java.
Então, você está querendo dizer que os palestrantes convidados não desenvolvem “software de verdade”? Eu sugiro que você veja os currículos dos palestrantes de Java: http://www.javaversusdotnet.com.br/sp2010/PalestrantesJava.aspx. Muitos deles possuem certificação SCEA (Sun Certified Enterprise Architect) e participam ativamente de projetos open source. Se você acompanha os eventos de Java, já deve ter visto muitos destes palestrantes.
Para terminar, eu acho curioso que, assim como você, existem outras pessoas que vivem criticando o Windows e o Microsoft Office, mas mesmo assim insistem em usá-los. E não adianta dar a desculpa de que já compraram máquinas com eles pré-instalados, pois basta formatar e instalar o que desejar. Por exemplo, o Ubuntu 10.10 fornece uma experiência excelente para os usuários finais. Isto sem contar outras distribuições de Linux, como Fedora, openSUSE, etc. Há também diversas opções de pacotes de escritório open source muito bem conceituados.
Abraços,
L
Luca
Olá
Não falei mal daqueles como você que não trabalha para a Microsoft e por conseguinte pode ter total liberdade de dizer o que pensa. Falei daqueles que por vínculos empregatícios não podem ser independentes. O mesmo caso ocorria naqueles eventos chatos Sun Tech Days em que os caras da Sun ficavam o tempo todo lambendo a cria. E acho que acontecerá também no evento de Java com palestrantes da Oracle. Já vi acontecer assim nos antigos Oracle Open World.
Tem quem goste de assistir propaganda. Eu prefiro mudar de canal.
Realmente só conheço da Microsoft o que ela mostra para todos. Dos servidores desisti ainda nos tempos do Windows 2000 e por motivos bem justos: maus serviços. Nem contarei aqui os problemas que vi em uma empresa de cartão de crédito que tinha um servidor feito em VB+SQL Server e que por isto exigia o uso do Windows 2000.
Se C# não é ferramenta de desenvolvimento, se linguagem não instrumento de trabalho de programador, então eu não entendo mais nada. E olhe que já programei e ganhei bom dinheiro com as seguintes linguagens:
Fortran, PL/1, APL, Cobol e Assembler da IBM
Fortran da Control Data
Fortran da Burroughs
Fortran da Honeywell Bull
Basic, C, C++ e Assembler da Microsoft
C e Delphi da Borland
Clipper da CA
Java da Sun e da IBM
JavaScript da Netscape (e depois do mundo)
Em algumas delas usei algum editor ou IDE mas com nenhuma foi realmente necessário. Se alguém acha que o que lhe dá dinheiro é a IDE e não a linguagem, então deve ser alguém do tipo Next, Next com pouco conhecimento de programação tipo alguns VBzeiros que conheci.
Por fim digo que uso o Office porque todo mundo usa, virou uma espécie de fusca no mercado. Mas isto não quer dizer que seja bom. Parabéns se na sua máquina ele carrega rápido.
[]s
Luca
M
Mordor
Só lembrando que a Novel tem parceria direta com a Microsoft.
Se a Novel esta patrocinando o mono tem algum interesse da M$ na historia.
C
Crown
nota rapida:
esse negocio de MVP é a maior enrolacao, ja vi muito nego MVP que meu deus do ceu,e o pior nao escreve um post num blog ou forum
nota rapida2:
A microsoft nao tem servidor de aplicativos…meu deus, o IIS é tudo menos servidor de aplicativos.
R
rogeriom
Com relação a isto, eu concordo plenamente com você. Um funcionário não terá a mesma liberdade para falar sobre as limitações das tecnologias da empresa em que trabalha do que um profissional independente. Porém, os bons profissionais destas empresas são pessoas muito capacitadas para falar das vantagens das suas tecnologias, não das desvantagens. O formato do evento permite que os participantes possam questionar eventuais limitações nas tecnologias da empresa. Neste ponto é que o evento passa a ser um grande aliado para quem tem interesse em conhecer melhor as vantagens e desvatagens de várias tecnologias, divididas em temas, das plataformas Java e .NET.
Eu, particularmente, gosto de assistir apresentações técnicas, independente delas serem feitas por funcionários de empresas ou por profissionais independentes. Mesmo que envolvam produtos das empresas, eu acho válido ficar sabendo da evolução dos produtos fornecidos. Por exemplo, os bons funcionários da Red Hat são extremamente capacitados para falar da evolução do servidor de aplicações JBoss. Geralmente, os funcionários são pessoas mais capacitadas para falar da evolução das tecnologias das suas empresas, inclusive tendo acesso a informações confidenciais. Por exemplo, eu gostaria muito de conseguir um palestrante da Oracle para apresentar a palestra “O futuro da platafroma Java” no evento. Afinal de contas, todos que trabalham com Java estão curiosos para saber quais são os planos reais da Oracle com a tecnologia Java após ter adquirido a Sun Microsystems. Porém, se ela não está sendo transparente nem mesmo nos eventos dela, como no JavaOne 2010, então muito menos num evento organizado por terceiros.
Conforme você mesmo acabou de deixar claro, você está defasado em 10 anos nos servidores Windows da Microsoft. Depois do Windows 2000 Server, a Microsoft lançou o Windows Server 2003, o Windows Server 2003 R2, o Windows Server 2008 e, atualmente, o Windows Server 2008 R2. Ou seja, você precisa se limitar a falar do Windows 2000 Server. E, mesmo assim, se você realmente tiver conhecimento técnico sobre este sistema operacional. Talvez assim, você possa fazer comparações com outras opções de 10 anos atrás que você também tenha conhecimento técnico.
Quanto ao VB, ele foi superado pela criação da plataforma .NET 1.0 em 2002 e suas evoluções: .NET 1.1 em 2003, .NET 2.0 em 2005, .NET 3.0 no início de 2007, .NET 3.5 no final de 2007, .NET 3.5 SP1 em 2008 e, atualmente, .NET 4.0 em 2010. Quanto ao SQL Server, eu posso citar as seguintes evoluções: SQL Server 2000, SQL Server 2005, SQL Server 2008 e, atualmente, SQL Server 2008 R2. Portanto, você está muito defasado em tecnologias de desenvolvimento e servidores da Microsoft também.
Luca:
Se C# não é ferramenta de desenvolvimento, se linguagem não instrumento de trabalho de programador, então eu não entendo mais nada. E olhe que já programei e ganhei bom dinheiro com as seguintes linguagens:
Fortran, PL/1, APL, Cobol e Assembler da IBM
Fortran da Control Data
Fortran da Burroughs
Fortran da Honeywell Bull
Basic, C, C++ e Assembler da Microsoft
C e Delphi da Borland
Clipper da CA
Java da Sun e da IBM
JavaScript da Netscape (e depois do mundo)
Neste contexto que você está colocando, eu posso considerar qualquer tecnologia de desenvolvimento de software como uma ferramenta de desenvolvimento. E eu não considero que você está errado, mas acho que é mais preciso dizer linguagem de programação quando você estiver citando uma. Usamos muito o termo ferramenta de desenvolvimento para IDEs. Mas, é uma bobagem perder tempo com este tipo de debate. Use o termo que você achar mais conveniente.
Ficou claro que você já desenvolveu com diversas linguagens, porém isto não te qualifica a criticar ou elogiar linguagens que você não conhece, como C# ou F#. Qual será a força da sua opinião com uma linguagem que você nunca desenvolveu?
Pelos seus comentários, talvez você seja um daqueles programadores que ache sensacional utilizar um editor de texto simples, sem ajudas como coloração do código, inidcação de erros de sintaxe, ferramentas de depuração, integração com a documentação, ajuda sensível ao contexto, dentre diversas outras. E depois, utiliza os compiladores de comando de linha para compilar o seu código.
Para ficar um pouco mais no mundo que você conhece, eu posso te dizer que prefiro muito mais utilizar todo o poder do Eclipse para codificar em Java e compilar para código intermediário (bytecode) do que fazer isto num editor de texto simples e compilar com o Java compiler em linha de comando (javac). E não acho que isto me torne um programador pior, mesmo porque eu sei codificar num editor simples e compilar na linha de comando. Porém, eu dou valor na minha produtividade e evoluo muito mais rápido usando uma boa IDE. Isto para não citar o NetBeans, que tem evoluído muito nos últimos anos. Ainda existe o IntelliJ IDEA, que é um IDE comercial que oferece uma versão gratuita para a acomunidade e possui recursos sensacionais. Todas estas ferramentas possuem Wizards (“Next, Next”) para automatizar tarefas repetitivas. Nem por isto, eu considero que os profissionais que usam Wizards têm “pouco conhecimento de programação”. Se o programador tem conhecimento do que está sendo feito nos bastidores pelo IDE, então ele está sob controle do que está sendo gerado.
Você não deve ser preconceituoso devido ao seu conhecimento de “alguns VBzeiros”. É importante ressaltar que até o Visual Basic 6.0, antes da plataforma .NET, a linguagem VB não suportava herança, sobrecarga e nem construtor, dentre outros recursos essenciais para uma linguagem de programação orientada a objetos (POO). Ou seja, a linguagem Visual Basic não era considerada uma linguagem POO no sentido completo da palavra. É esta visão que você tem da Microsoft, uma visão de quase dez anos atrás.
A sua justificativa dispensa comentários: “uso o Office porque todo mundo usa, virou uma espécie de fusca no mercado.”. Mesmo que os pacotes de escritório concorrentes tenham integração com os documentos gerados pelo Office, conseguindo ler e escrever nos formatos dos aplicativos do Office.
Abraços,
B
benflodin
offtopic: a primeira pagina parece muito um caso de uso, cai no chão e começei a tremer babando.
R
rogeriom
Mordor:
Só lembrando que a Novel tem parceria direta com a Microsoft.
Se a Novel esta patrocinando o mono tem algum interesse da M$ na historia.
Tanto a Novell quanto a Microsoft são empresas capitalistas e visam o lucro. E isto é uma regra para todas as empresas de TI que queiram se manter competitivas num mercado de TI que evolui a passos gigantes. Como investir em pesquisa e desenvolvimento se uma empresa não visar o lucro?
O acordo entre a Microsoft e a Novell é para garantir interoperabilidade entre as suas tecnologias. Veja mais sobre esta parceria no seguinte endereço: http://www.novell.com/linux/microsoft/ . Por exemplo, interoperabilidade entre Linux (entenda SUSE Linux) e Windows, PHP rodando em Windows Server 2008 R2, Moonlight (implementação da Novell que permite a vários recursos do Silverlight rodar em Linux), dentre outros. Tanto a Microsoft quanto a Novell lucram com esta parceria. Muitas empresas usam sistemas heterogêneas e precisam de interoperabilidade. Este tipo de atitude gera negócios para ambas as empresas. Tenha certeza que elas não fazem isto por caridade.
Por exemplo, a Sun Microsystems teve que ser vendida porque estava afundada em dívidas. Eles não foram capazes de manter a empresa lucrativa. A Oracle comprou a Sun Microsoft por 7,4 bilhões de dólares, sendo que boa parte do dinheiro foi usado para pagar dívidas. Veja maiores informações em: http://www.oracle.com/us/corporate/press/018363. E, mais que rápido, a Oracle começou a cobrar por produtos que antes eram fornecidos de graça pela Sun Microsystems, como o sistema operacional Solaris, por exemplo. Agora, o James Gosling está fazendo campanha por um Java livre. Ele deveria ter feito isto antes da Sun Microsystems se afundar em dívidas. Ele perdeu o controle sobre a própria criação.
Abraços,
L
Luca
Olá
rogeriom:
Pelos seus comentários, talvez você seja um daqueles programadores que ache sensacional utilizar um editor de texto simples, sem ajudas como coloração do código, inidcação de erros de sintaxe, ferramentas de depuração, integração com a documentação, ajuda sensível ao contexto, dentre diversas outras. E depois, utiliza os compiladores de comando de linha para compilar o seu código.
Agora nos entendemos. Acho bem produtivo usar somente o VIM com Ruby e com javascript. Muito mais prático escrever na linha de comando “node qqcoisa.js” do que abrir o eclipse. E tudo que uso pode ser facilmente testado, se integra com qualquer gerenciador de código fonte mais ou menos moderno sem gambiarras como no caso do Eclipse ou Visual Studio com git e ocorre mesmo com todo o ferramental de um pipeline de deployment bom, bem testado e que não me custe um centavo.
A obrigação de usar o Eclipse é uma das coisas que faz o desenvolvimento em Java perder de goleada para Ruby on Rails ou mesmo Python com Django. Quando a linguagem de programação chega ao ponto do Java que exige IDE, Maven e outras tranqueiras, é um sinal claro que alguma coisa não anda bem. Foi exatamente por exigir IDE que abandonei o Visual C++ em 1997. Sair do ambiente do Visual Studio foi uma das decisões mais acertadas da minha carreira. Me propiciou pegar a fase inicial do Java em que os salários eram altíssimos pela carência de profissionais no mercado.
Hoje ainda trabalho com Java para ganhar dinheiro. Mas o que faço por prazer e diletantismo no momento é programar em Javascript que acredito ser uma das linguagens com maior potencial de resolver problemas que necessitem de escalabilidade. No momento chega a me dar mais prazer do que Ruby. Parei até de brincar com erlang, clojure, scheme e scala só para me concentrar no Javascript.
PS: Se você quiser experimentar brincar com Javascript do mesmo modo que eu no windows será necessário instalar o cigwin. Mas no Linux e no Mac rodam sem problemas.
[]s
Luca
R
rogeriom
Crown:
nota rapida:
esse negocio de MVP é a maior enrolacao, ja vi muito nego MVP que meu deus do ceu,e o pior nao escreve um post num blog ou forum
MVP da Microsoft, assim como qualquer outro título, pode ser dado para pessoas extremamente competentes tecnicamente, assim como para outras extremamente limitadas. Por exemplo, você acha que todo Java Champion é altamente capacitado em tecnologias da plataforma Java? Eu tenho certeza que não.
Por exemplo, eu somente cito o meu título de MVP no site do evento (http://www.javaversusdotnet.com.br/sp2010/) porque muitos potenciais participantes acham importante saber destas coisas. Mas, os títulos não fazem a menor diferença em debates técnicos. Ou você demonstra conhecimento técnico com embasamento teórico, ou sua argumentação será pouco convincente para aqueles que são mais preparados. Portanto, não levem em consideração o fato de hoje eu ser MVP da Microsoft. Amanhã, eu posso não ser e o que vai valer no final das contas é o a minha argumentação técnica.
Crown:
nota rapida2:
A microsoft nao tem servidor de aplicativos…meu deus, o IIS é tudo menos servidor de aplicativos.
ksuHKUSH, eu trabalho com .NET hj e nao com java =p, faço duras criticas a algumas posicoes da microsoft, como: so agora eles pensarem em um servidor de aplicacao decente,e algumas outras mancadas que ela vem fazendo como nao incentivar certos projetos importantes para a plataforma como o finado ironruby, mas tabem faço duras criticas a sun e a atual oracle andam/andavam fazendo besteiras tbm como o lendario java 7 que agora é java 7 enrolation, meu intuito nao é dizer que java é melhor que .net ou vice-versa, é so questionar alguns pontos que foram defendidos no topico que nao concordo, como o programa MVP, e eu nao sabia que vc era MVP e nao estou dizendo que todo MVP é uma farsa, vejo muitos MVPs que realmente sao referencia nq fazem tal como Giovanni Bassi aqui no brasil, dentre alguns outros, infelizmente nao tenho te acompanhado entao nao posso falar “nem bem, nem mal”, concordo com o luca quando ele fala que o windows é algo que ja deveria estar 1000 anos a frente dq outros SO, mas é assim mesmo, esse é o estilo da microsoft de trabalhar, ela viu o erro cometido no vista que foi extremamente grave, comprometeu a confianca das empresas na microsoft que ate hj as empresas tendem a pensar muito ao deixar um sistema com quase 10 anos de vida de lado por um que gerencie os recursos atuais de hardware existentes hj.
R
rogeriom
No final das contas, o que importa mesmo é o conhecimento do desenvolvedor nas tecnologias. Não podemos julgar a capacidade de um desenvolvedor com base nas ferramentas que ele utiliza. Ou você acha que pelo simples fato de um desenvolvedor usar o Visual Studio ou o Eclipse, ele será pior que um desenvlvedor que, assim como você, usa o VIM?
Se a questão é não custar um centavo, o Eclipse e o NetBeans são gratuitos, open source e sem limitações. É claro que há plug-ins comerciais para ambos os IDEs. As edições Express do Visual Studio 2010 são gratuitas, mas possuem uma série de limitações.
Ninguém é obrigado a usar o Eclipse no desenvolvimento em Java. Isto é apenas uma questão de preferência pessoal. Eu, particularmente, prefiro o Eclipse a qualquer outro IDE do mercado que eu conheço para as minhas necessidades de desenvolvimento em Java. Também admiro vários recursos do IntelliJ IDEA, mas, para as minhas necessidades, não justifica o investimento. Para várias empresas, certamente valerá o investimento no IntelliJ IDEA. Também gosto de vários recursos do NetBeans.
Realmente, deu para perceber que você não teve muita integração com as tecnologias de desenvolvimento da Microsoft. Então, talvez seja melhor você não opinar sobre as ferramentas atuais. Afinal de contas, atualmente você não tem conhecimento das mesmas.
Luca:
Hoje ainda trabalho com Java para ganhar dinheiro. Mas o que faço por prazer e diletantismo no momento é programar em Javascript que acredito ser uma das linguagens com maior potencial de resolver problemas que necessitem de escalabilidade. No momento chega a me dar mais prazer do que Ruby. Parei até de brincar com erlang, clojure, scheme e scala só para me concentrar no Javascript.
'
Atualmente, JavaScript é uma linguagem de script extremamente importante para o desenvolvimento Web. Porém, a questão de escalabilidade é muito maior que programação do lado do cliente. Certamente, você pode tirar muito a carga do servidor fazendo tarefas do lado do cliente. É importante ressaltar que escalabilidade envolve muito a programação do lado do servidor. Porém, isto vai depender do contexto e da arquitetura da aplicação.
Cada um deve usar o sistema operacional que se adapte melhor às suas necessidades e às suas preferências pessoais. É claro, sempre que isto for uma opção. Por exemplo, se você quiser desenvolver para o iOS 4.1 (iPhone, iPad, iPod touch) com as ferramentas mais atualizadas da Apple, então terá que usar o iOS SDK 4.1 (Xcode IDE e companhia) em Mac OS X Snow Leopard. Outro exemplo é a Microsoft com o Visual Studio, que deve ser usado em Windows.
R
rogeriom
Certamente, todas as empresas de TI comentem seus erros, afinal de contas são administradas por humanos. É difícil ser a melhor em tudo que se faz. Eu não sou defensor incondicional da Microsoft, nem da Apple, nem da Oracle, nem de qualquer outra empresa de TI. Eu somente procuro analisar os fatos e não criticar aquilo que não conheço.
Realmente, a evolução do servidor de aplicações da Microsoft poderia ter sido mais rápido. Mas, isto é uma questão de estratégia e prioridade. Talvez, somente agora ela esteja sentindo a necessidade de evoluir mais o seu servidor de aplicações.
Concordo com você que a Microsoft não está investindo mais tanto no IronRuby como antigamente, e eu lamento muito por isto. Assim como não está investindo tanto no IronPython.
Realmente, a demora do lançamento do JDK 7, e das inovações na linguagem de programação Java 7, viraram motivo de piada.
Quanto à questão do título de MVP, eu somente comentei que não acho que isto deva ser levado em conta num debate técnico. Se um profissional estiver tendo que citar os seus títulos num debate técnico, então você pode ter certeza que ele não tem conhecimento técnico suficiente para sustentar as suas convicções.
Quanto ao Windows, é visível o fracasso do Windows Vista. O sistema operacional era extremamente pesado e lento, mesmo em máquinas robustas. Era comum ver pessoas formatando suas máquinas com Windows Vista para instalar o Windows XP. Para mim, o fracasso do Windows Vista lembra o fracasso do Windows Me (Millenium Edition). Naquela época, os usuários estavam formatando suas máquinas para instalar o Windows 98 SE (Second Edition). Porém, na minha opinião, o Windows 7 foi uma grande evolução, estando muito estável e tão leve quanto o Windows XP. O mercado já está resppondendo positivamente a estas melhorias, tanto que as vendas de licença do Windows 7 já ultrapassaram 150 milhões de cópias.
L
Luca
Olá
rogeriom:
… Porém, a questão de escalabilidade é muito maior que programação do lado do cliente.
Exatamente! Por isso as soluções tipo event machine do tipo que citei são promissoras e estão na crista da onda.
Acredito que será cada vez mais comum sites feitos quase que totalmente em JavaScript. A proposta do play framework de usar um servidor assincrono é boa. Mas a pretensão dele ser full stack e abraçar o mundo com as mãos pode dificultar sua diseminação. Na medida em que frameworks rails-like como o geddy fiquem mais maduros e disponham de plugins para CMS e outras coisas comuns aos sites enterprises, fazer toda a aplicação em JavaScript ficará bem viável. E será bem fácill se comunicar com SOLR, NoSQLs, bancos de dados tradicionais, web services REST (ou não) e tudo o mais que possa se comunicar por HTTP ou por sockets que com o node é coisa trivial.
Realmente meu interesse por Microsoft é bem reduzido. Mas no dia em que conseguir rodar coisas como node e Hadoop em um Windows sem gambiarras como cigwin, aí pode ser que volte a me interessar,
[]s
Luca
A
Adelar
Acredito que encarar que as duas plataformas concorrem entre si é algo valioso para a comunidade em geral. Afinal sempre deverão avançar em níveis de produvidade e confiabilidade e não “parando no tempo” pensando que se chegou ao estado da arte. Muitas vezes tecnologias muito boas caem em desuso simplesmente por não continuarem evoluindo, trazendo certo FUD para a comunidade.
Att.
S
sergiolopes
A discussão tá pegando fogo aqui! Mais uma prova de que um evento desses tem tudo pra trazer bons debates sobre as duas plataformas.
Bom, eu vou estar no evento e com palestras em dois temas: Persistência Java e Mobile Java. E, além de apresentar as palestras, não vejo a hora de debater esses assuntos com meus colegas de .Net.
Em especial a parte mobile, onde parece que tanto o Java quanto o .Net estão bem mal das pernas atualmente (desconsiderando Android que não é oficial). Será que esse MIDP 3 sai? Será que os baldes de água fria no Java FX Mobile recentemente vão mudar algo? E o tão esperado lançamento do Windows Mobile 7: a história da MS no Mobile vai recomeçar do zero, será uma boa estratégia? Será que finalmente a MS vai entrar numa briga boa no mundo mobile? E engraçado ver como caminhos “alternativos” são o que há de mais relevante em ambas as plataformas (Android, MonoTouch e coisas do gênero…)
Bom, espero que o evento traga bons debates de alto nível técnico e seja proveitoso a todos. Espero vocês lá!
R
rogeriom
Sergio Lopes:
A discussão tá pegando fogo aqui! Mais uma prova de que um evento desses tem tudo pra trazer bons debates sobre as duas plataformas.
Bom, eu vou estar no evento e com palestras em dois temas: Persistência Java e Mobile Java. E, além de apresentar as palestras, não vejo a hora de debater esses assuntos com meus colegas de .Net.
Em especial a parte mobile, onde parece que tanto o Java quanto o .Net estão bem mal das pernas atualmente (desconsiderando Android que não é oficial). Será que esse MIDP 3 sai? Será que os baldes de água fria no Java FX Mobile recentemente vão mudar algo? E o tão esperado lançamento do Windows Mobile 7: a história da MS no Mobile vai recomeçar do zero, será uma boa estratégia? Será que finalmente a MS vai entrar numa briga boa no mundo mobile? E engraçado ver como caminhos “alternativos” são o que há de mais relevante em ambas as plataformas (Android, MonoTouch e coisas do gênero…)
Bom, espero que o evento traga bons debates de alto nível técnico e seja proveitoso a todos. Espero vocês lá!
Fala Sergio!
Eu também estou ancioso para apresentar as minhas palestras no evento e assistir às palestras dos outros temas. Os debates sempre são uma boa oportunidade para esclarecer dúvidas sobre as vantagens e desvatagens das tecnologias de cada plataforma.
Realmente, na área de desenvolvimento para dispositivos móveis houve uma reviravolta. Antes, a plataforma Java ME (anteriormente, conhecida como J2ME) reinava absoluta como plataforma mais usada para desenvolvimento para dispositivos móveis. Quem diria que o Mobile Information Device Profile 3 (MIDP 3) teria um lançamento tão pouco expressivo no mercado móvel. É até difícil acreditar que houve o lançamento da especificação final do MIDP 3 em dezembro do ano passado no JCP pela JSR 271: http://jcp.org/en/jsr/detail?id=271. Quanto ao JavaFX e, mais especificamente ao JavaFX Mobile, por enquanto não está emplacando. Mas, vamos aguardar para conferir se a Oracle investirá tudo que ela está promotendo na plataforma.
A Apple revolucionou o mercado de smartphones com o lançamento do iPhone em 2007. Finalmente, surgiu um smartphone com um browser decente para navegar na Web e com uma experiência maravilhosa para o usuário final. Depois, ela lançou o iPhone 3G em 2008 e o iPhone 3GS em 2009. E o iPhone 4 foi lançado neste ano de 2010 com algumas novidades interessantes. Inclusive, a Apple modificou o nome do sistema operacional de iPhone OS para iOS. Na realidade, o nome já não tinha sentido uma vez que o mesmo sistema operacional é usado no tablet iPad e no iPod touch. Recentemente, nós tivemos o lançamento da versão final do iOS 4.1 e o iOS 4.2 Beta.
O Google veio no vácuo da Apple, como o lançamento do sistema operacional Android. Baseado numa versão modificada do kernel do Linux, o sistema está conquistando cada vez mais usuários. Ao contrário do iPhone, o usuário tem diversas opções disponíveis de dispositivos de vários fabricantes. Sendo uma plataforma muito mais aberta que a plataforma da Apple. Depois do lançamento do Android em novembro de 2007, tivemos: Android 1.5 (Cupcake) em abril de 2009, Android 1.6 (Donut) em setembro de 2009, Android 2.0/2.1 (Eclair) em outubro de 2009/janeiro de 2010 e, finalmente, o Android 2.2 (Froyo) em maio de 2010. Recentemente, os donos do HTC Nexus One tiveram a possibilidade de atualizar manualmente parta o Android 2.2.1. Agora, estamos aguardando o Android 3.0 (Gingerbread), que deve ser lançado até o final do ano. No principal kit para desenvolvedores, o Android SDK, a codificação é feita com a linguagem Java e o núcleo das bibliotecas é baseado no Apache Harmony. Porém, a compilação é feita para um bytecode que roda numa máquina virtual personalizada do Google, chamada Dalvik VM. Então, no mês passado a Oracle entrou com um processo contra o Google afirmando que o mesmo está infringindo patentes e direitos reservados no sistema operacional Android. O processo pode ter fundamentação legal, mas corresponde a um golpe contra a tecnologia Java. Afinal de contas, o Android corresponde a uma excelente opção para os antigos desenvolvedores Java ME, já que a plataforma não está passando por um bom momento na área de smartphones.
Já a Microsoft, desmontou toda a equipe de Windows Mobile e montou uma nova equipe para desenvolver um novo sistema operacional móvel capaz de enfrentar os concorrentes. O Windows Phone 7 é o sucessor do Windows Mobile 6.5. O novo sistema operacional, que tem kernel baseado no Windows CE 6.0, está inovando na interface com o usuário, com codinome Metro. A interface é feita de regiões retangulares denominadas “tiles”. Realmente, a nova interface fornecerá uma experiência diferente do iOS e do Android para o usuário final. O sistema operacional tem recursos inovadores, mas, na primeira versão, também tem algumas limitações, como: não suporta operações de copiar e colar, não suporta completamente multitarefa e não permite tethering.
Vamos acompanhando esta área que gera tantas oportunidades para os desenvolvedores e, principalmente, para aqueles que têm perfil empreendedor.
Abraços,
D
diegosantiviago
não vou, o site é feito em aspx.
W
wandersonxs
Isto está me lembrando debate VB X DElPHI em 90’s.
Programei em C# por 4 meses. Não desejo este mal nem ao meu pior inimigo! :lol: Bem, pensando bem, desejo sim!!! :evil: :twisted:
Abraços, 8)
Wanderson
M
marcosalex
Corrigindo, o MIDP 3 não saiu ainda. Ele foi adiado diversas vezes pela Sun e a Oracle retomou o desenvolvimento dele, mas sem data marcada. Ia ter uma palestra no JavaOne a respeito dele, não sei a quantas anda.
A data que você citou é a data que começaram a desenvolver a versão final, observe o campo Finish em branco. O que saiu o ano passado, foi o JavaME 3, unindo o CDC e CLDC, suporte a animações via SVG e suportando tecnologias mais novas. E esse ano saiu o LWUIT 1.4, acrescentando mais elementos de formulário e flexibilizando a plaaforma.
Existe um mercado potencial muito grande pra desenvolver apps independentes de plataformas pra todos esses SOs mobile, mas se o Java quiser entrar, o MIDP 3 tem de sair.
G
Guevara
Olá pessoal!
Na minha opinião o problema é nem é o “X” da questão, mas sim o fato do .NET ser a cópia escarrada do Java, a julgar pela qualidade dos produtos da Microsoft, a palestra pode tender a mostrar pseudo-vantagens do .NET sobre o Java. Conforme um colega relatou no começo, existem palestrantes da M$ por lá.
Isto me lembra este post no MeioBit:
Deu pra perceber que a Microsoft nunca se preocupou com qualidade, é mais lucrativo permanecer com as falhas e remendos do que pagar equipe para rastrear as falhas e corrigi-las, até pq o forte das corporações é o marketing. Pode ser a maior porcaria do mundo, mas nada que uma propaganda direcionada à massa de ignorantes não resolva.
Não quero desmerecer o evento de forma alguma, mas produtos da Microsoft deveriam ser banidos para o bem da humanidade.
Poderiam fazer um Java & Python, ou sei lá…Java & Ruby, seria muito mais interessante. =)
Abraço!
R
rogeriom
marcosalex:
rogeriom:
Realmente, na área de desenvolvimento para dispositivos móveis houve uma reviravolta. Antes, a plataforma Java ME (anteriormente, conhecida como J2ME) reinava absoluta como plataforma mais usada para desenvolvimento para dispositivos móveis. Quem diria que o Mobile Information Device Profile 3 (MIDP 3) teria um lançamento tão pouco expressivo no mercado móvel. É até difícil acreditar que houve o lançamento da especificação final do MIDP 3 em dezembro do ano passado no JCP pela JSR 271: http://jcp.org/en/jsr/detail?id=271.
Corrigindo, o MIDP 3 não saiu ainda. Ele foi adiado diversas vezes pela Sun e a Oracle retomou o desenvolvimento dele, mas sem data marcada. Ia ter uma palestra no JavaOne a respeito dele, não sei a quantas anda.
A data que você citou é a data que começaram a desenvolver a versão final, observe o campo Finish em branco. O que saiu o ano passado, foi o JavaME 3, unindo o CDC e CLDC, suporte a animações via SVG e suportando tecnologias mais novas. E esse ano saiu o LWUIT 1.4, acrescentando mais elementos de formulário e flexibilizando a plaaforma.
Existe um mercado potencial muito grande pra desenvolver apps independentes de plataformas pra todos esses SOs mobile, mas se o Java quiser entrar, o MIDP 3 tem de sair.
Olá Marcos,
De acordo com a página do JCP, a versão final do MIDP 3 foi liberada sim no dia 09 de dezembro de 2009. Inclusive, se você clicar no link “Download page”, você será direcionado para a seguinte página: http://jcp.org/aboutJava/communityprocess/final/jsr271/index.html . Observe que há a seguinte frase: “This is the Final Release of this Specification, as described in Section 3.5 of the Java Community ProcessSM Program, version 2.7.”. Sendo que também há um link para você baixar a especificação final para construir uma implementação: “To download the specification for building an implementation, click here: …”.
Realmente, é muito estranho o campo Finish estar em branco. Porém, observe que não há um critério rigoroso de preenchimento deste campo no JCP. Por exemplo, todos nós sabemos que o MIDP 2.0 já atingiu a versão final há muitos anos (2002 na primeira versão final e 2006 na revisão da versao final). Porém, veja a página da JSR 118 do MIDP 2.0: http://www.jcp.org/en/jsr/detail?id=118 . Observe que o campo Finish também não está preenchido nem na “Final Release” e nem na “Final Release 2”. Você também poderá perceber isto em outras JSRs.
T
Tchello
rogeriom:
Crown:
nota rapida:
esse negocio de MVP é a maior enrolacao, ja vi muito nego MVP que meu deus do ceu,e o pior nao escreve um post num blog ou forum
MVP da Microsoft, assim como qualquer outro título, pode ser dado para pessoas extremamente competentes tecnicamente, assim como para outras extremamente limitadas. Por exemplo, você acha que todo Java Champion é altamente capacitado em tecnologias da plataforma Java? Eu tenho certeza que não.
Epa, mas aí é comparar maçãs com laranjas.
Que eu saiba o título Java champion é para um grupo bastante restrito de profissionais/evangelizadores, como podemos ver na descrição a seguir:
É como se fosse um Alumni, peço licença para uma hibérbole: pros top mega masters blasters ultra profissionais.
T
Tchello
Crown:
nota rapida2:
A microsoft nao tem servidor de aplicativos…meu deus, o IIS é tudo menos servidor de aplicativos.
Nem me lembre disso.
A última discução que tive com um programador .Net sobre o ISS foi horrível. O cara tentando me convencer que aquilo é servidor de aplicações (cujo o argumento era: mas se você “sobe” uma aplicação nele então ele é um servidor de aplicações) e eu tentando explicar o que seria verdadeiramente um servidor de aplicações, especificação, etc…
Cada vez que ue argumentava com algum recurso ele retrucava “mas isso você configura no windows server”.
Definitivamente a discução se deu por fim quando cogitei a falar sobre vendor lock-in , mas mudei de idéia, seu mundo limitava-se aquilo. Ponto.
T
Tchello
Tchello:
Crown:
nota rapida2:
A microsoft nao tem servidor de aplicativos…meu deus, o IIS é tudo menos servidor de aplicativos.
Nem me lembre disso.
A última discução que tive com um programador .Net sobre o ISS foi horrível. O cara tentando me convencer que aquilo é servidor de aplicações (cujo o argumento era: mas se você “sobe” uma aplicação nele então ele é um servidor de aplicações) e eu tentando explicar o que seria verdadeiramente um servidor de aplicações, especificação, etc…
Cada vez que ue argumentava com algum recurso ele retrucava “mas isso você configura no windows server”.
Definitivamente a discução se deu por fim quando cogitei a falar sobre vendor lock-in , mas mudei de idéia, seu mundo limitava-se aquilo. Ponto.
Peço licença para me quotar.
Prosseguindo, o fato é que esse programador .Net brigava muito comigo com o argumento de que os programadores java seriam muito bitolados em… java, que nada mais prestava pra eles, etc etc etc… quando na verdade ele estava agindo EXATAMENTE da maneira que ele tanto criticava.
Pra ser exato java me agrada por certos aspectos que possui e que jamais encontrarei em .Net .
E não, o Balmer gritando “programers programers programers” definitivamente não vale a pena hehehehehe.
R
rogeriom
Argumentações sem fundamentação teórica não têm o menor valor. Vamos tentar sustentar tecnicamente estas suas afirmações.
Você está dizendo: “o fato do .NET ser a cópia escarrada do Java”. Portanto, você está dizendo que a plataforma .NET é uma cópia da plataforma Java. As plataformas Java e .NET são muito extensas. Deste modo, eu vou dividir um pouco para que você possa sustentar a sua afirmação de que .NET é uma cópia de Java.
Com relação à principal linguagem de programação de cada plataforma: linguagem C# em comparação à linguagem Java
Em 2002, quando a linguagem C# 1.0 foi lançada, a linguagem Java estava na versão 1.4, sustentada pela plataforma J2SE (atualmente denominada Java SE) 1.4. Certamente, nesta época, a linguagem C# tinha muitos recursos baseados em outras linguagens, mas especialmente na linguagem C++ e na linguagem Java. No final de setembro de 2004, a linguagem Java teve a sua primeira e única grande evolução com a versão 5.0, sustentada pela J2SE 5.0. Neste caso, a linguagem Java 5.0 incorporou uma série de recursos claramente baseados na linguagem C#, como: for avançado (similar ao foreach do C#), autoboxing/unboxing (similar ao boxing/unboxing do C#), typesafe enums (similar a enums no C#), varargs (similar a enums no C#) e anotações/metadados (similar a atributos no C#). Porém, nem assim, eu fico vendo acusaçõoes de que Java 5.0 é uma cópia descarada de C# 1.0.
Algumas perguntas que ficam no ar.
QUESTIONAMENTO 1 - Por que alguns desenvolvedores na comunidade Java gostam de dizer que a linguagem C# é uma cópia “escarrada” de Java, mas o contrário não? (Será que é por causa da maioria deles nunca terem programado na linguagem C#? Eles somente estão repassando o que escutam, sem nenhuma fundamentação teórica?)
No “The Java Language Specification Third Edition”, escrito por Ken Arnold, James Gosling and David Holmes, há a seguinte afirmação: “The Java programming language is related to C and C++ but is organized rather differently, with a number of aspects of C and C++ omitted and a few ideas from other languages included.”. Quem tiver interesse em confirmar a afirmação, basta ver no primeiro parágrafo da página 1 do PDF do livro, disponibilizado pela Oracle/Sun no seguinte endereço: http://java.sun.com/docs/books/jls/download/langspec-3.0.pdf.
QUESTIONAMENTO 2 - Por que não acusam James Gosling de ter copiado C/C++, dentre outras linguagens, se ele mesmo assume que se baseou em outras linguagens na criação da linguagem Java?
Depois da linguagem C# 1.0, houve as seguintes grandes evoluções na linguagem: C# 2.0 (2005), C# 3.0 (2007) e C# 4.0 (2010).
QUESTIONAMENTO 3 - Como a linguagem C# copiou a linguagem Java neste período, se a linguagem Java não teve nenhum grande evolução no mesmo período?
Curiosidade: Foi pouco depois do lançamento da J2SE 5.0 que o departamento de Marketing da Sun resolveu modificar os nomes das plataformas J2ME, J2SE e J2EE para Java ME, Java SE e Java EE, respectivamente.
Com relação a desenvolvimento Web QUESTIONAMENTO 4 - Por que ASP.NET é uma cópia das tecnologias Web em Java (Servlets, JSP, JSF, …)?
Com relação a desenvolvimento RIA QUESTIONAMENTO 5 - Por que Silverlight é uma cópia de JavaFX?
Com relação a tecnologias para desenvolvimento de aplicações GUI QUESTIONAMENTO 6 - Por que Windows Forms é uma cópia de AWT/Swing? QUESTIONAMENTO 7 - Mais recentemente, porque WPF é uma cópia de JavaFX?
Com relação a desenvolvimento para dispositivos móveis QUESTIONAMENTO 8 - Por que o .NET Compact Framework para Windows Mobile, e mais recentemente Silverlight/XNA para Windows Phone 7, são cópias das tecnologias na plataforma Java ME, e mais recentemente JavaFX Mobile?
Melhor ficar por aqui, pois as plataformas são muito extensas. Talvez, se você justificar tecnicamente somente estas perguntas, eu possa começar a concordar com a sua afirmação do “fato do .NET ser a cópia escarrada do Java”.
Guevara:
Isto me lembra este post no MeioBit:
…
Você está citando um artigo escrito por alguém claramente anti Microsoft. Onde estão as fundamentações de várias das afirmações deste artigo?
Ser um império bem sucedido com bilhões de dólares é um problema? Dizer que os produtos da Microsoft são de baixa qualidade é bem questionável.
QUESTIONAMENTO 9 - Então, a Microsoft não tem nenhum produto que presta?
Como eu já disse anteriormente, muitos que criticam a Microsoft, mas usam Windows, Office e outros produtos da Microsoft. Por quê? Porque “todo mundo usa” é uma justificativa válida?
QUESTIONAMENTO 10 - Citar vulnerabilides encontradas no Windows NT da Microsoft torna os sistemas operacionais da Microsoft ruins?
Eu poderia citar artigos mostrando vulnerabilidades no Solaris, no Mac OS X, em distribuições específicas do Linux e outros.
QUESTIONAMENTO 11 - Isto tornaria estes sistemas operacionais ruins?
As afirmações são sobre vulnerabilidades no Windows NT, que já foi superado há mais de 10 anos. Depois do Windows NT 3.1, 3.5 e 4.0, já houve Windows 2000 Server, Windows Server 2003, Windows Server 2003 R2, Windows Server 2008 e, atualmente, Windows Server 2008 R2.
Guevara:
Pra fechar com chave de ouro:
QUESTIONAMENTO 12 - Quer dizer que porque foi encontrada uma vulnerabilidade no ASP.NET, a tecnologia é uma porcaria?
QUESTIONAMENTO 13 - As tecnologias da plataforma Java são imunes a bugs e vulnerabilidades?
Por exemplo, Java EE tem vários fornecedores que fornecem implementações da especificação. Não tantos quanto antigamente, pois a Oracle comprou a BEA Systems e a Sun Microsystems.
QUESTIONAMENTO 14 - Se eu mostrar artigos que comentam sobre vulnerabilidades críticas no JBoss, da Red Hat, o servidor de aplicações passará a ser uma porcaria e a Red Hat incompetente?
QUESTIONAMENTO 15 - Se eu mostrar artigos que comentam sobre vulnerabilidades críticas no WebShpere, da IBM, o servidor de aplicações passará a ser uma porcaria e a IBM incompetente?
QUESTIONAMENTO 16 - Se eu mostrar artigos que comentam sobre vulnerabilidades críticas no WebLogic, da Oracle, o servidor de aplicações passará a ser uma porcaria e a Oracle incompetente?
QUESTIONAMENTO 17 - E estas vulnerabilidades críticas nos servidores de aplicação tornarão a especificação Java EE uma porcaria?
Guevara:
Deu pra perceber que a Microsoft nunca se preocupou com qualidade, é mais lucrativo permanecer com as falhas e remendos do que pagar equipe para rastrear as falhas e corrigi-las, até pq o forte das corporações é o marketing. Pode ser a maior porcaria do mundo, mas nada que uma propaganda direcionada à massa de ignorantes não resolva.
Não quero desmerecer o evento de forma alguma, mas produtos da Microsoft deveriam ser banidos para o bem da humanidade.
Poderiam fazer um Java & Python, ou sei lá…Java & Ruby, seria muito mais interessante. =)
Responda a todos os 17 questionamentos acima e quem sabe você não consiga convencer sobre as suas convicções. Deste modo, você poderá mostrar que os usuários de produtos da Microsoft, como eu, somos levados pela “propaganda direcionada à massa de ignorantes”. Como eu uso tecnologias e produtos da Microsoft, eu estou incluído nesta massa de ignorantes. Você deve ser muito inteligente, não deve usar Windows, nem Office, nem nada da Microsoft. Pois de acordo com você: “produtos da Microsoft deveriam ser banidos para o bem da humanidade.”.
Eu uso tecnologias de várias empresas além da Microsoft, como: Apple, Google, Oracle, dentre outras. E estou ancioso para ver as suas justificativas para os meus questionamentos. Afinal de contas, será muito simples para você convencer um ignorante que é levado por propagandas.
D
Diabo_Loiro
Tópico ficou meio inútil… tirando a divulgação do evento que nosso amigo teve a boa vontade de organizar…
Sempre vai ter os caras que ficam metendo o pau em .net… assim como os caras que acham que restfull é a ultima bolacha do pacote em comparação com SOA, e vice versa.
Opinião é pessoal e não adianta discutir, que estiver afim de “causar” devia comparecer ao evento e realizar questionamentos técnicos… ou não se pronunciar.
Imagine em uma palestra falando de C#… e alguém perguntar se o visual estúdio vai travar ou reclamar que só roda em Windows, seria passar vergonha, ou pior em uma palestra de java reclamar de ter que usar uma IDE realmente seria comico.
Recomendo ao criador do tópico parar de responder coisas inúteis pois tirando os 2 primeiros posts em 3 paginas de fórum não teve nada que fosse útil relacionado ao evento, se quiserem ficar fazendo divertidos flames usem o offtopic por que ai não atrapalha a divulgação do evento.
V
ViniGodoy
Faço minhas as palavras do Rogeriom.
Para falar a verdade, a Microsoft tinha um problema sério com versões e com negligenciar descaradamente padrões no passado. Para ver como exemplos o famigerado IE6 e o Visual C++ 6. Acho que a maioria trabalha com web aqui, e pouco preciso dizer sobre o IE. O visual studio tinha alguns erros grosseiros, como esse aqui:
Ela também tinha problemas serios com evoluções de versão. Trocas de visual eram sempre traumáticas (a versão 7, por exemplo, corrigiu o bug acima, o que foi um martírio para muitos programadores). Tive problemas terríveis de migração do VB4 para o 5 e para o 6.
Mas percebam que usei todos os verbos no passado. Há alguns anos a postura da MS mudou, radicalmente. Em parte por ser pressionada por outras tecnologias, em outra parte por ver que aquele não era um bom caminho a seguir.
O Visual C++ 2008 e 2010 são muitíssimo fiéis ao padrão. Fizeram as primeiras implementações realmente decentes da STL, e hoje estimulam o uso dela em relação a MFC.
Não tive maiores problemas em migrar de versão da plataforma .net do que tive entre as versões do Java. A MS é mesmo um pouco mais agressiva quanto a limpar código deprecated mas, como tenho por prática não utiliza-los e substituí-los o quanto antes, não enfrentei maiores problemas.
O C# é uma linguagem excelente. Em muitos aspectos parecida com java, mas em muitos não. Não há tecnologia similar ao LINQ no Java. E é uma tecnologia excelente, uma das melhores construções da MS. Não existem partial classes no Java, ou sobrecarga de operadores, ou mesmo extension methods. A implementação de generics do .NET foi feita da maneira que o Java merecia ter tido: sem type erasure. É mais fácil manipular arquivos, a API de XML é infinitamente superior. A abordagem para bancos de dados também é excelente, já implementa nativamente um ConnectionPool e meios poderosíssimos de acesso com LINQ. Também é muito mais fácil escrever código unsafe. A solução deles é mais segura, mais rápida e mais tranquila de usar que o JNI.
Enfim, há diversas características tecnológicas superiores ao Java no .Net. O que não poderia ser diferente, pois é uma linguagem mais nova, e já sabia os problemas que enfrentaria. Ah sim, o tratamento de classes "closeables" proposto no Java 7 é uma cópia escarrada do mesmo tratamento, já existente há alguns anos, no .Net.
É lógico que a plataforma não é um mar de rosas, a API de Collections, por exemplo, não é tão bem estruturada como a do Java. A classe Set demorou a aparecer, e quando veio, foi sem uma interface ISet (que só entrou no .Net Framework 4.0). Não temos tantas ferramentas gratuitas, como profilers ou mesmo uma IDE completa, como é o Netbeans e o Eclipse (embora as versões Express sejam bem legais).
A discussão aqui é bastante inútil. São duas tecnologias diferentes e, hoje em dia, considero as duas equivalentes. Obviamente, concorrem pelo mesmo mercado, mas não vejo nenhuma vantagem significativa em preferir uma ou outra. Pelo menos, não sob o aspecto tecnológico em si. Eu utilizaria Java para portabilidade, por exemplo, para poder rodar em um servidor Linux. Isso é mais importante se estiver desenvolvendo um produto para o mercado, pois sabe lá Deus que parque a empresa que vai instalar vai ter. Mas, se for atuar numa empresa onde os servidores já instalados são MS (como a que atuo hoje) acho que seria uma péssima decisão de projeto não usar o .Net (aliás, por isso trabalho com ele hoje).
Perder tempo nessa guerrinha idiota é também perder a oportunidade de se melhorar como desenvolvedor. Ao invés de só falar mal, baixem o .net, instalem, programem algumas coisas com ele, aprendam as coisas que ele tem de bom e ruim, e formem uma opinião mais crítica sobre as duas linguagens. Também é uma boa oportunidade para ver maneiras alternativas de resolver os mesmos problemas, sem que sejam tão distantes como vocês teriam numa linguagem funcional, por exemplo.
Ah sim, e vocês aproveitam para se atualizar um pouco. Como o rogeriom falou, pega mal usar numa discussão argumentos anti-microsoft de 10 anos atrás. Seria o mesmo que acomeçarmos a acusar o Java de ser muito ruim por ser uma linguagem interpretada (quando já sabemos que faz muito tempo que a Hotspot VM foi criada)...
A
aurintgc
E o objetivo era só divulgar o evento…
V
ViniGodoy
Quanto ao evento, eu também assino embaixo de algumas sugestões dadas aqui:
Convidar mais palestrantes independentes;
Retirar o “versus” do nome (x), pois ele remete imediatamente à rivalidade ou disputa (não é à toa que é usado em esportes com exatamente esse significado).
Luca, eu acho o Windows 7 uma versão muitíssimo superior a qualquer SO que a Microsoft tenha lançado até hoje. Efetuamos alguns testes aqui na empresa e ele gerencia melhor o parelelismo, processador e memória. É muito robusto e é bastante fácil achar as coisas no SO. Basta usar a busca, que é rápida e confiável.
Mas claro, alguns paradigmas mudaram e no começo é um choque mesmo. Quanto ao office, concordo com vc. O layout mudou, mas os recursos em si, tiveram pouca evolução.
R
rogeriom
Pessoal,
Realmente, eu gosto muito de participar de debates técnicos. Porém, vejo que alguns gostam de dar suas opiniões sobre assuntos dos quais não têm conhecimento. Você somente pode elogiar ou criticar tecnologias que você conhece tecnicamente. Você somente pode comparar duas tecnologias, quando você conhece ambas as tecnologias.
Ou seja, eu concordo com o nosso colega que comentou que o “Tópico ficou meio inútil…”. A minha intenção foi divulgar o evento e mostrar que gosto e conheço um pouco de ambas as plataformas: Java e .NET. E deixar claro que a minha ideia é ter um evento de altíssimo nível técnico.
Se eu tivesse a intenção de promover a plataforma .NET, em detrimento da plataforma Java, por que faria questão de somente convidar palestrantes de altíssimo nível da plataforma Java e reconhecidos nacionalmente? Não seria melhor eu buscar alguns estudantes que tiveram Java na faculdade/universidade e que não tenham experiência alguma com desenvolvimento de sistemas na plataforma Java? Deste modo, eles poderiam ser massacrados nas palestras técnicas e nos debates. Porém, a ideia não é esta. Mas, sim a de promover palestras e debates de alto nível técnico em ambas as plataformas.
Uma coisa é inquestionável: a excelente qualidade técnica dos palestrantes da Plataforma Java confirmados até o momento: http://www.javaversusdotnet.com.br/sp2010/PalestrantesJava.aspx . Somente por isto, o evento já é válido para aqueles xiitas que odeiam a Microsoft. Estas pessoas podem assistir somente às palestras de Java. O mesmo vale no sentido contrário, os xiitas que odeiam a plataforma Java e acham que a plataforma .NET é a melhor coisa do mundo. Eles podem assistir somente às palestras de .NET.
Não tem o menor sentido eu ficar aqui respondendo a absurdos ditos por todos que odeiam a Microsoft. Ninguém é obrigado a usar produtos da Microsoft. Se você não gosta, então não use, pois existem muitas opções no mercado de TI. Existem diversos sistemas operacionais, pacotes de escritório, ferramentas de desenvolvimento, tecnologias Web/RIA/móveis/…, além dos produtos e das tecnologias da Microsoft. Então, cada um tem a liberdade de usar o que achar melhor e ser feliz.
É importante ressaltar que falar besteiras sobre uma plataforma concorrente não é um privilégio dos desenvolvedores Java. É comum eu escutar absurdos sobre a plataforma Java partindo de desenvolvedores .NET. Porém, quase sempre os críticos incondicionais da plataforma Java nunca a usaram na prática. Portanto, suas opiniões são completamente infundadas e sem o menor valor técnico. E isto vale para ambos os lados.
Uma coisa que aprendi na minha vida é que quanto mais conhecimento adquirimos com o tempo, mais temos consciência do quanto ainda temos para aprender.
Abraços,
L
Leozin
A opinião do James Gosling sobre o .NET é bem interessante
Gosling on .NET (29:30): “Microsoft .NET just smears over a huge pile of Sun patents. When they did the .NET design, they basically cut and pasted from the Java spec…They exercised essentially no creativity when coming up with .NET”
Eu gosto muito de .NET, já trabalhei 2x com a plataforma, respeito muito a opinião do Gosling em relação à mesma, tendo em vista que ele não tem a mesma visão que nós, meros desenvolvedores, temos, mas vindo dele, mesmo assim, não é nenhuma novidade.
F
Felagund
Um evento com esse nome ia acabar nisso…
Eu sou completamente contra defensores de linguagens acima de tudo, pra mim cada uma tem suas vantagens e desvantagens e ponto final.
se C# é um copia de Java, Java pode ser considerado um copia de C. Não tem nada demais em usar base em linguagens conhecidas para desenvolver a propria.
Parem de frescura.
J
jason_bourne
Pow …esse rogeriom é MVP da Microsoft. E ainda por cima quer nos convencer que o “evento” vai ser imparcial…rsrsrs
J
jason_bourne
Em tempo: .NET pode ser mt bom em relação a ter componentes praticamente prontos para uso, mas vou dar um exemplo do qual o .NET não é bom: disponibilidade em altas requisições na web. É só verificar o que acontecia com o Orkut. No inicio era feito em .NET e vivia fora do ar, os famosos “donets for you”. Só foi trocar para Java que nunca mais deu problemas.
O problema do .NET é o mesmo problema da Microsoft. Acreditar que os wizards vão resolver todos os problemas na hora de se programar. Só esquecem de quanto mais wizards mais código sujo e mais máquina vc vai precisar pra poder rodar.
R
rogeriom
eduacsp:
Em tempo: .NET pode ser mt bom em relação a ter componentes praticamente prontos para uso, mas vou dar um exemplo do qual o .NET não é bom: disponibilidade em altas requisições na web. É só verificar o que acontecia com o Orkut. No inicio era feito em .NET e vivia fora do ar, os famosos “donets for you”. Só foi trocar para Java que nunca mais deu problemas.
O problema do .NET é o mesmo problema da Microsoft. Acreditar que os wizards vão resolver todos os problemas na hora de se programar. Só esquecem de quanto mais wizards mais código sujo e mais máquina vc vai precisar pra poder rodar.
Caro Eduardo!
Pelos seus comentários fica fácil de perceber que você não conhece .NET. Mas, talvez você possa sustentar as suas afirmações nos mostrando um pouco da sua experiência com a plataforma .NET e dos seus conhecimentos na mesma. Justifique as suas afirmações tecnicamente.
Quanto ao Orkut, você está querendo dizer que dar um exemplo de substituição de uma plataforma por outra é suficiente para concluir que a plataforma substituída é uma porcaria? A plataforma Java nunca foi substiuída por outra? E quando foi substituída por outra, isto quer dizer que a plataforma Java é uma porcaria? Ou ainda, os sistemas feitos com a plataforma Java sempre tem alta “disponibilidade em altas requisições na web” independente da arquitetura e das configurações dos servidores de aplicações?
EDITADO PELA MODERAÇÃO: evite ataques ofensivos a outros usuários
R
rogeriom
Sou MVP da Microsoft e isto não trem nada haver.
Eu uso a plataforma Java. E não fico aqui fazendo propaganda da plataforma .NET, em detrimento da plataforma Java.
A plataforma Java tem diversas vantagens em relação à plataforma .NET, como, por exemplo, ser multiplataforma. Assim, como a plataforma .NET também tem diversas vantagens em relação à plataforma Java. Todas platafromas têm as suas vantagens e desvantagens.
Temos Java Champion como palestrante de Java no evento. E daí? Agora, o evento está sendo parcial para o lado de Java?
Lembre-se que eu sou idealizador e um dos organizadores do evento. Porém, o evento é realizado pelos palestrantes!
Eu te pergunto o seguinte: os palestrantes de Java confirmados para o evento são fracos?
Abraços,
J
jason_bourne
EDITADO PELA MODERAÇÃO: evite ataques ofensivos a outros usuários
E quanto ao “evento”. É só analisar: 7 palestrantes da Microsoft vs 0 palestrante da Oracle/Sun. O mediador é MVP da Microsoft.
Realmente parece ser um evento bem imparcial.
P
piacava
Muito interessante a iniciativa do evento.
Realizar uma discussão (trocar idéias) sobre as tecnologias em um ambiente mediado acredito que
é a melhor opção mesmo para uma conversa de auto nível e assim os interessados em agregar conhecimento
tirem suas conclusões.
Apesar de que paixão não se discute, como podemos notar nas msgs anteriores, mas tem
sempre pessoas de bom senso que aproveitam um evento assim para analisar possibilidades
e abrir a mente para outras oportunidades.
Parabéns pela iniciativa.
Um abraço
Henrique Vargas.
V
ViniGodoy
Acho que o James Gosling não é a pessoa mais indicada para falar bem do .Net.
Principalmente depois do próprio Java ser uma cópia bastante extensa do C++, incluindo a STL e a boost.
V
ViniGodoy
Desculpem pessoal, mas achei a argumentação do rogeriom bastante concisa até agora. E eduacsp, você está errado em manda-lo para o fórum do baboo ou mesmo enquadra-lo como troller. Ele está dando argumentos bastante sólidos, muitos dos quais eu mesmo concordo.
Quanto ao Orkut, os donuts ocorriam mesmo depois da migração para Java.
Se está cansado desse tipo de discussão, não participe do tópico.
G
Guevara
rogeriom, não entrei aqui pra discutir qual é o melhor sistema operacional ou melhor plataforma de desenvolvimento, o fato é que na minha opinião, assim como tb a de outros, produtos da Microsoft não prestam e ponto final, aprenda a conviver com a opinião dos outros. Se os argumentos apresentados pelo ex-conselheiro da Casa Branca Richard A.Clark não serviram pra vc, eu é que não vou dar murro em ponta de faca. =)
[]s
R
rogeriom
Um esclarecimento para todos do GUJ.
A Oracle foi convidada a participar do evento, mas ainda não deu uma resposta. A grade de Java não está fechada somente porque estou aguardando as respostas da Oracle e da IBM.
Os palestrantes da IBM dependem de liberação do departamento de Marketing da IBM. Porém, devido às políticas internas da empresa, o departamento de Marketing é muito burocrático. Sendo assim, a liberação é extremamente lenta e muitas vezes não há tempo suficiente para obter a confirmação.
A Oracle seria perfeita para falar sobre “O futuro da Plataforma Java” e foi convidada para esta palestra. A comunidade Java, em geral, tem muitas perguntas sobre o futuro da plataforma Java. Estas questões estão sendo respondidas parcialmente pela Oracle em seus eventos, como o JavaOne 2010, por exemplo. Porém, ainda existem muitas questões não respondidas. Além disto, precisamos verificar se as ações da Oracle corresponderão ao discurso dela.
while(true){for(inti=0;i<=10;i++){if(i==10){Console.WriteLine("ForçadoausarolixodoGOTOparapararumloopexterior...");gotoendMainLoop;}else{Console.WriteLine("ObreakdoC# não suporta como no Java: break mainLoop;");break;}}}endMainLoop:Console.WriteLine("Fimdoloopinfinito...");inti=0;//ERROR:Alocalvariablenamed'i'cannotbedeclaredinthisscopebecauseitwouldgiveadifferentmeaningto'i',whichisalreadyusedina'child'scopetodenotesomethingelse
Mas como os defensores do C# dizem para justificar isto: "é mais correto usar uma váriavel e não usar o GOTO"... desculpa esfarrapada. Para mim n deu "tempo" para fazer melhor na versão 1.0 do .Net e para manter compatibilidade e talz continua assim até hoje...
E a variável i mesmo neste caso ainda n pode ser utilizada.
Mas há muitas outras coisas engraçadas e muito sem noção por ai...
Acho q é como dizem, n há muito como comparar o q é melhor e o q é pior. Só sei q já passei muito stress com C# no desenvolvimento de uma plataforma com grande carga, q nem com o pessoal da M$ nem com as ferramentas de profile (muito lixo, muito mesmo, q n serviu para nada), n deu para resolver, e a moral é q até hoje em produção roda a versão em C++ e nos outros ambientes roda a versão .Net! E é um problema q pelo meu conhecimento e experiência em Java e Linux vejo q dava conta na boa...
Assim como já passei muito stress com Java por causa de configurações da JVM e memória, mas usando um bom profile (coisa q até hoje n vi para .Net), da para ultrapassar na boa.
Para mim, quando envolve uma situação que exige qualidade e performance, é Java, quando é para coisas menos graves e q é preciso rodar mesmo em Windows, sem grande preocupação com performance, então vai C# mesmo...
Meu dia-a-dia é Java & C#... web services, solaris, windows, netbeans e visual studio... ou seja todos os dias vou do Céu para o Inferno e vice-versa. Eu sinto todos os dias uma diferença de maturidade grotesca entre Java e C#, o VisualStudio 2010 é uma IDE inaceitável e vergonhosa para o ano de 2010, se estivessemos vivendo em 2003 seria uma IDE avançada. Nesta altura do campeonato vem este lixo n dá... fazer o q, n há outra opção. O NetBeans é um sonho de IDE para mim é o cumulo da perfeição para uma IDE gratuita.
Para mim da para resumir assim esta batalha: Se a empresa tem dinheiro para esbanjar com WindowsServer, SQLServer, VisualStudio e Hardware! .Net é a opção perfeita! Se vc quer Qualidade, Performance, Flexibilidade, Baixo Custo, etc, Java!
R
rogeriom
Guevara:
rogeriom, não entrei aqui pra discutir qual é o melhor sistema operacional ou melhor plataforma de desenvolvimento, o fato é que na minha opinião, assim como tb a de outros, produtos da Microsoft não prestam e ponto final, aprenda a conviver com a opinião dos outros. Se os argumentos apresentados pelo ex-conselheiro da Casa Branca Richard A.Clark não serviram pra vc, eu é que não vou dar murro em ponta de faca. =)
[]s
Guevara,
Eu, particularmente, gosto de várias plataformas. Por exemplo, eu gosto muito do Ubunutu 10.10 e do Mac OS X Snow Leopard como sistemas operacionais do lado do cliente, além do Windows 7. Todos têm as suas vantagens e desvantagens. Eu acredito que um fórum, que em sua maioria é formado por profissionais de TI, a ideia é promover debates técnicos. Você pode reparar que eu procuro embasar todos os meus comentários tecnicamente.
Longe de mim de querer mudar a sua opinião. Eu somente rebato as opiniões que julgo sem fundamentação teórica, independente de serem suas ou de outros usuários.
Se você acha que os argumentos apresentados pelo “ex-conselheiro da Casa Branca Richard A. Clark”, sobre o Microsoft Windows NT de, pelo menos 10 anos atrás, é suficiente para concluir que o atual Windows Server 2008 R2 é uma porcaria, eu respeito.
Porém, numa mesma frase você disse “produtos da Microsoft não prestam e ponto final” e, logo na sequência, você complementa “aprenda a conviver com a opinião dos outros”. Será que você está sabendo conviver com a opinião dos outros? Ou está querendo impor a sua opinião? Isto me parece um tanto quanto contraditório!
L
Luiz_Aguiar
rogeriom:
eduacsp:
Não vou ficar discutindo contigo pq não vou entrar no seu jogo. Gente igual a vc vira e mexe aparece e some, e queira ou não é sempre patrocinado pela Microsoft. Se vc esta ganhando seu dinheirinho com isso, bom pra vc. Só pare de começar uma flood war disfarçada aqui. Não pega bem.
E quanto ao “evento”. É só analisar: 7 palestrantes da Microsoft vs 0 palestrante da Oracle/Sun. O mediador é MVP da Microsoft.
Realmente parece ser um evento bem imparcial.
Um esclarecimento para todos do GUJ.
A Oracle foi convidada a participar do evento, mas ainda não deu uma resposta. A grade de Java não está fechada somente porque estou aguardando as respostas da Oracle e da IBM.
Chame o pessoal da Caelum que são muito mais qualificados tecnicamente que os da Oracle.
[]s
G
Guevara
rogeriom, o “ponto final” foi para enfatizar que a MINHA opinião em relação aos produtos da Micro$oft, não vai mudar jamais, parece que vc teve um probleminha de interpretação de texto. =)
R
rogeriom
A Caelum está fornecendo um grande apoio ao evento. Infelizmente, o Paulo Silveira não poderá estar apresentando uma palestra porque estará de férias. Porém, o Sérgio Lopes (http://www.javaversusdotnet.com.br/sp2010/Palestrantes.aspx#SergioLopes) estará apresentando duas palestras no evento: temas 3 e 8.
Inclusive, ele apresentará sobre o Android. Mesmo o Android não pertencendo à plataforma Java, no desenvolvimento com o Android SDK se usa a linguagem Java e o núcleo da API Java é baseado no Apache Harmony. Além disto, atualmente o Android está muito mais em evidência que o Java ME no mundo dos smartphones mais robustos do mercado.
Abraços,
V
ViniGodoy
Nesse ponto eu concordo com vc. Nós também nos inflamamos quando alguém vem dizer que acha Java lento, só pq usou uma VM 1.1 há 10 anos atrás, e por lá não tinha a hotspot VM.
B
bzy
Só pelos argumentos do rogeriom, vale a pena ir ao evento.
Pois .NET ou não, sabemos que teremos profissionais qualificados nas palestras.
Outra coisa, Java não é uma cópia de C++ e sim uma evolução.
DotNet pode ser uma cópia de Java.
D
Diabo_Loiro
viny:
Acho que o James Gosling não é a pessoa mais indicada para falar bem do .Net.
Principalmente depois do próprio Java ser uma cópia bastante extensa do C++, incluindo a STL e a boost.
Citei aqui pois achei curioso… eu não tenho experiência com C++ como você viny mais o pouco que estudei de c e c++ no caso o Deitel C++ como programar…
Reparei diferenças enormes entre o Java e o c++ durante meus estudos fora que a plataforma java (J2ME,J2EE,J2SE) eu não vi nada parecido em c++, ate por que o java é interpretado e c++ compilado… o mais parecido que eu achei são estruturas if,for entre outras coisas básicas mais… interfaces,classes internas,segurança,rede,internacionalização,Swing,Applets parecem ser coisas bem originais, As coisas em c++ como protótipos,métodos virtuais, ponteiros entre outros achei bem diferentes de java… tanto que na minha opinião um programador Java não programa bem em C++ e vice versa sem um estudo mais profundo da linguagem.
Diferente do java e do c# que é quase igual em tudo… interpretado,muitas das mesmas classes etc… acredito mais no que o pessoal falou de java ser uma evolução e não uma copia de c++.
Rapidamente se converte um programa em java para c# sem ter que se estudar muito, então c# estaria mais para uma copia sem criatividade.
Essa é só uma opinião que tirei com meus estudos não muito profundos sobre Java, c++ e c# se alguém tiver algum outro estudo ou experiência forneça mais alguma opinião será ótimo poder ouvir.
eu particularmente gosto das 3 linguagens e não tenho preconceito trabalho com a que tiver a melhor oportunidade, Mais confesso que meu foco é plataforma Java.
V
ViniGodoy
Sim, concordo com você. O C# é muito mais parecido com o Java do que o Java é com o C++. Só cito o fato porque o java não é também tão original assim. Tanto a sintaxe, quanto boa parte das APIs, tiveram uma forte “inspiração” no C++.
De qualquer forma, tem muita API diferente no C# também. Quem fala que é uma cópia completa, também está completamente enganado.
D
Diabo_Loiro
realmente o c# tem recursos muito legais que o java esta correndo atrás, assim como os recursos das linguagens dinamicas também…além disso vale lembrar que o c# foi criado pelo Anders Hejlsberg (Delphi e Turbo Pascal ) então ja era de se esperar que fosse bom, mais não deixa de ter copiado muitas e muitas coisas… eu esperava mais criatividade de um cara deste nivel.
J
juliocbq
bzy:
Só pelos argumentos do rogeriom, vale a pena ir ao evento.
Pois .NET ou não, sabemos que teremos profissionais qualificados nas palestras.
Outra coisa, Java não é uma cópia de C++ e sim uma evolução.
DotNet pode ser uma cópia de Java.
Não concordo que seja uma evolução não. Java é simplesmente c++ com uma máquina que gerencia memória para você, o que nem sempre é bem vindo, ainda mais para o vini que trabalha com jogos. Tanto é que no mercado de jogos java nem se destaca, possuindo somente alguns jogos de grande porte inclusos no seu portfolio. No final, java irá usar bibliotecas nativas do c++ para a parte gráfica como opengl ou direct3d, áudio como directmusic ou directsound. A mesma coisa vale para o c#.
O forte do java é construir aplicações que não exigem muito desempenho, e o ganho de produtividade.
J
jbmsegundo
Alguém leu o que o ViniGodoy falou? Foi a coisa mais coerente e que representa a realidade nessa briguinha idiota java x c#.
Java não possui propriedades
private string _name;
public string Name{
get{
return _name;
}
set{
_name = value
}
}
Não entendo porque java é só uma evolução do C++ e .net é uma cópia do Java. Você ta comparando linguagem ou plataforma?
Bom se for c# é como falei, então java é uma evolução e não uma cópia, mas como o c# é da ms é uma cópia.
Quero ver quando sair o java 7, 8 se os javeiros vão dizer que o java copiou alguma coisa do c#.
J
juliocbq
c# nem foi inspirado no java(linguagem). O anders usou boa coisa do seu object pascal, como properties e ponteiros do c++. Vamos dizer que o framework(classes e afins) é que se paressem bastante. Linguagem nem tanto, para ser taxado como cópia.
F
fredferrao
É realmente incrível o que o “bairrismo” e o preconceito podem fazer, tudo era pra ser uma simples divulgação de um evento, e acaba em flame.
O preconceito é tamanho que ja entram metendo o pau no evento, poxa, o evento ja vai para sua 5º edição pelo que vi, se fosse mais um UFC, a esta altura nao teria mais ninguem vivo pra fazer o evento :shock:
E todo ano é a mesma coisa, postam aqui a realização do evento e la se vai o flame.
@Luca, voce vai me desculpar mas vc foi um dos iniciadores deste flame, como um dos mais velhos do GUJ, Moderador e bem velho no mundo TI, seu primeiro reply foi no minimo inapropriado. O cara posta sobre a realização de um evento de desenvolvimento Java e .NET e tu da reply falando de Windows e Office que são uma porcaria? O que isto tinha haver com o evento do cara que la se vai pra sua 5 edição??? :shock: :shock:
L
Leozin
nossa eu acho LINQ do caralho, pena Java não ter algo parecido ;(
L
Luca
Olá
Concordo plenamente e me penintencio. Só que se não fosse eu seria outro, afinal estamos no Grupo de Usuários Java.
Minha principal intenção foi criticar o evento por ter gente demais da Microsoft palestrando. Para ficar só do lado que conheço mais, reitero que prefiro ver profissionais experientes falando de Java do que aqueles indianos chatos da Sun que ficam falando generalidades ou tentando dar show provando que a ferramenta X deles que será lançada Deus sabe quando vai fazer Y que ninguém ainda vê vantagem nenhuma. Já vi isto acontecer em vários eventos da Sun e em todos os eventos que fui da Microsoft (acreditem, foram muitos).
Critiquei os principais softwares da Microsoft porque eles são a sua principal vitrine.
E me diverti muito com algumas coisas que li em resposta às minhas críticas. A tal negação de linguagem como ferramenta de desenvolvimento foi simplesmente antológica.
[]s
Luca
M
marcosalex
Podem me chamar de radical, mas não gosto da MS e por isso evito os aplicativos dela, mesmo que sejam razoáveis e concordo em muitos aspectos com o Luca.
Trabalhei com o .NET 1.0, cheio de bugs, o 1.1 corrigiu um parte, mas ainda assim era muito, muito bichado. Quando saiu o Service Pack 1 pra ele, veio a “surpresa”: tiveram funções que mudaram a ordem do parâmetro, outras acrescentaram parâmetros e outras sumiram. Daí a app não funcionava mais, legal né? Tentamos identificar no sistema, já que nem todos os clientes poderíamos garantir que tivessem instalado o SP1, mas aí veio a “caquinha” da Microsoft: os Assemblies (novo nome das dlls pro .NET) tinham sido modificados, mas a MS não mudou a versão interna deles e nem (pasmem) a data e hora de alteração.
Outra “surpresa” foi quando mudamos pro .NET 2.0, que melhorou bastante em teoria: os aplicativos não funcionavam mais porque vários componentes foram descontinuados e modificados. Tinha um Wizard no Visual Studio que teoricamente migraria o projeto, mas não funcionou. Aliás, tirando aqueles apps básicos, não encontramos alguém que tivesse conseguido fazer funcionar.
Como tínhamos contrato (caro) de suporte, entramos em contato e tivemos a resposta linda: “File, New Project e recomece o programa”.
Quando vimos que o .NET 3.0 também não ia ser 100% compatível, mudamos de vez pro Java e nunca mais tivemos problemas, apesar do Eclipse e Netbeans em alguns pontos ficar devendo pro Visual Studio, mas ele incentiva o código espaguete e misturar regras de negócio.
Outra coisa, o pessoal criticou o Luca por ele ter “parado” no Windows 2000 e não ter acompanhado a ‘evolução’. Bom, eu ainda insisti em uma empresa com o Windows 2003. Pra tecnologias da Microsoft ele pode ser até legal, mas aí é que tá: os produtos da MS são feitos pra quem usa exclusivamente MS. PHP, Java, Python, outros bancos de dados, tudo ficaram mais lentos nele, que além de tudo exige muito mais memória e processamento. Acaba que pra você ter o que tinha antes, precisa de um hardware mais potente, é enxugar gelo. A diferença pro Linux era gritante, e outro motivo pra não gostar da empresa e suas políticas.
Bom, tem alguns produtos dela que são bons, como o MS Project, o MS Money, mouses e teclados…só que não dá pra confiar na empresa. Fora o monopólio: olha a evolução do desktop depois que a MS dominou e compara com a evolução da Web e do mundo Mobile onde não existe monopólio. É gritante.
B
bzy
juliocbq:
bzy:
Só pelos argumentos do rogeriom, vale a pena ir ao evento.
Pois .NET ou não, sabemos que teremos profissionais qualificados nas palestras.
Outra coisa, Java não é uma cópia de C++ e sim uma evolução.
DotNet pode ser uma cópia de Java.
Não concordo que seja uma evolução não. Java é simplesmente c++ com uma máquina que gerencia memória para você, o que nem sempre é bem vindo, ainda mais para o vini que trabalha com jogos. Tanto é que no mercado de jogos java nem se destaca, possuindo somente alguns jogos de grande porte inclusos no seu portfolio. No final, java irá usar bibliotecas nativas do c++ para a parte gráfica como opengl ou direct3d, áudio como directmusic ou directsound. A mesma coisa vale para o c#.
O forte do java é construir aplicações que não exigem muito desempenho, e o ganho de produtividade.
(To achando que é pessoal já… rsrsr)
Não olhando só o lado de desenvolvimento de jogos e sim de forma geral, tudo que se pode fazer em C++ ou em Java, em Java se faz de forma mais simples.
Se .Net fosse multiplataforma, nós não teriamos essa discussão pois a Microsoft não seria Microsoft.
B
bzy
Também.
B
benflodin
marcosalex:
Podem me chamar de radical, mas não gosto da MS e por isso evito os aplicativos dela, mesmo que sejam razoáveis e concordo em muitos aspectos com o Luca.
Trabalhei com o .NET 1.0, cheio de bugs, o 1.1 corrigiu um parte, mas ainda assim era muito, muito bichado. Quando saiu o Service Pack 1 pra ele, veio a “surpresa”: tiveram funções que mudaram a ordem do parâmetro, outras acrescentaram parâmetros e outras sumiram. Daí a app não funcionava mais, legal né? Tentamos identificar no sistema, já que nem todos os clientes poderíamos garantir que tivessem instalado o SP1, mas aí veio a “caquinha” da Microsoft: os Assemblies (novo nome das dlls pro .NET) tinham sido modificados, mas a MS não mudou a versão interna deles e nem (pasmem) a data e hora de alteração.
Outra “surpresa” foi quando mudamos pro .NET 2.0, que melhorou bastante em teoria: os aplicativos não funcionavam mais porque vários componentes foram descontinuados e modificados. Tinha um Wizard no Visual Studio que teoricamente migraria o projeto, mas não funcionou. Aliás, tirando aqueles apps básicos, não encontramos alguém que tivesse conseguido fazer funcionar.
Como tínhamos contrato (caro) de suporte, entramos em contato e tivemos a resposta linda: “File, New Project e recomece o programa”.
Quando vimos que o .NET 3.0 também não ia ser 100% compatível, mudamos de vez pro Java e nunca mais tivemos problemas, apesar do Eclipse e Netbeans em alguns pontos ficar devendo pro Visual Studio, mas ele incentiva o código espaguete e misturar regras de negócio.
Outra coisa, o pessoal criticou o Luca por ele ter “parado” no Windows 2000 e não ter acompanhado a ‘evolução’. Bom, eu ainda insisti em uma empresa com o Windows 2003. Pra tecnologias da Microsoft ele pode ser até legal, mas aí é que tá: os produtos da MS são feitos pra quem usa exclusivamente MS. PHP, Java, Python, outros bancos de dados, tudo ficaram mais lentos nele, que além de tudo exige muito mais memória e processamento. Acaba que pra você ter o que tinha antes, precisa de um hardware mais potente, é enxugar gelo. A diferença pro Linux era gritante, e outro motivo pra não gostar da empresa e suas políticas.
Bom, tem alguns produtos dela que são bons, como o MS Project, o MS Money, mouses e teclados…só que não dá pra confiar na empresa. Fora o monopólio: olha a evolução do desktop depois que a MS dominou e compara com a evolução da Web e do mundo Mobile onde não existe monopólio. É gritante.
Depois de uma experiencia dessa alguem ainda acha produtivo utilizar uma plataforma assim ? açucar por açucar prefiro mto mais ruby que é brutalmente incomparavel em todos os aspectos inclusive comunidade (arrasta e solta 0 membros).
W
wandersonxs
.Net = Tiririca no governo…
hahaha… só para encher o saco… kkk… virou comédia este post…
O carinha do .Net ta igual pastor no inferno… tentando evangelizar os capetas do java de qq jeito… hauhauahuahua
Just for fun!
abraços,
Wanderson
A
Adelar
Também.
O mesmo. Usei até hoje pouco .Net, mas fico pensando… ah se eu tivesse essas coisas no Java.
E
eduveks
marcosalex:
Podem me chamar de radical, mas não gosto da MS e por isso evito os aplicativos dela, mesmo que sejam razoáveis e concordo em muitos aspectos com o Luca.
Trabalhei com o .NET 1.0, cheio de bugs, o 1.1 corrigiu um parte, mas ainda assim era muito, muito bichado. Quando saiu o Service Pack 1 pra ele, veio a “surpresa”: tiveram funções que mudaram a ordem do parâmetro, outras acrescentaram parâmetros e outras sumiram. Daí a app não funcionava mais, legal né? Tentamos identificar no sistema, já que nem todos os clientes poderíamos garantir que tivessem instalado o SP1, mas aí veio a “caquinha” da Microsoft: os Assemblies (novo nome das dlls pro .NET) tinham sido modificados, mas a MS não mudou a versão interna deles e nem (pasmem) a data e hora de alteração.
Outra “surpresa” foi quando mudamos pro .NET 2.0, que melhorou bastante em teoria: os aplicativos não funcionavam mais porque vários componentes foram descontinuados e modificados. Tinha um Wizard no Visual Studio que teoricamente migraria o projeto, mas não funcionou. Aliás, tirando aqueles apps básicos, não encontramos alguém que tivesse conseguido fazer funcionar.
Como tínhamos contrato (caro) de suporte, entramos em contato e tivemos a resposta linda: “File, New Project e recomece o programa”.
Quando vimos que o .NET 3.0 também não ia ser 100% compatível, mudamos de vez pro Java e nunca mais tivemos problemas, apesar do Eclipse e Netbeans em alguns pontos ficar devendo pro Visual Studio, mas ele incentiva o código espaguete e misturar regras de negócio.
Outra coisa, o pessoal criticou o Luca por ele ter “parado” no Windows 2000 e não ter acompanhado a ‘evolução’. Bom, eu ainda insisti em uma empresa com o Windows 2003. Pra tecnologias da Microsoft ele pode ser até legal, mas aí é que tá: os produtos da MS são feitos pra quem usa exclusivamente MS. PHP, Java, Python, outros bancos de dados, tudo ficaram mais lentos nele, que além de tudo exige muito mais memória e processamento. Acaba que pra você ter o que tinha antes, precisa de um hardware mais potente, é enxugar gelo. A diferença pro Linux era gritante, e outro motivo pra não gostar da empresa e suas políticas.
Bom, tem alguns produtos dela que são bons, como o MS Project, o MS Money, mouses e teclados…só que não dá pra confiar na empresa. Fora o monopólio: olha a evolução do desktop depois que a MS dominou e compara com a evolução da Web e do mundo Mobile onde não existe monopólio. É gritante.
Eu sei muito bem o q q é isto! Passei pelo mesmo! Só quem passou por isso sabe realmente o q vale a MS… e quem passou pelo MCMS (Microsoft Content Management Server) ainda pior, com o lindo .Net 1.1, o antecessor do SharePoint, aquilo era nogento, só de lembrar até me custa a acreditar q houveram clientes q compraram aquilo, e quem sabe realmente o que é SharePoint, sabe q é um tiro no pé, é tudo lindo maravilhoso ali do jeito q esta, n começa a mexer muito se n vai f**** tudo.
E se vc acha q na hora q a coisa apertar é só chamar um suprasumo da MS para resolver o problema!? Doce ilusão! Sei de dois projetos que foram os caras da MS paragam bem caro e quem resolveu o problema foi uns dias depois uma conhecida q era arquiteta dos projectos, depois de virar umas noites para salvar o projeto carissimo… nem imagenem a pressão, só digo isto por q foi ela mesmo que me contou.
Bem e quanto ao LINQ, é uma ideia muito boa… MAS quem já usou em grande escala, ou teve que mexer em projetos usando LINQ em grande escala… sabe q é complicado a manutenção. E a nível estético acho que o código fica nojento, asqueroso e intragável. Sem falar na questão do VAR, sem comentários.
Acho q o Java nisto tem se mantido mais puro! Sem inventar salada de fruta… se vc quer recursos de avançados de meta programação entre muitos outros que facilitam a programação (e uma boa dose de PREGUIÇA), que use os motores de script que estão bombando forte no Java.
Acharia o LINQ excelente se não estivesse misturado com o código C#. É que é muito fácil para os programadores menos experientes começarem a inventar muita coisa fora de padrão e exagerar no uso do LINQ. Não sei até que ponto isto facilita alguma coisa assim.
Fora que a um tempo no .Net 3 tive que fazer um programinha para lançar um outro programa com outro usuário da AD, algo simples em teoria, na prática também, exceto pelo fato de que existe um bug des da versão 1.1 do .Net que isto não é possível fazer, e até a versão 3 não havia sido resolvido a data do report do bug era de 2004, e até então não havia sido resolvido… isto foi só um dos bugs… se vc começa a escarafunchar muito descobre merdas que os caras lançam novas versões e n resolvem os problemas das anteriores e por q? Para vender vender e vender?! Colocam uma coisinha a mais… e já esta nova versão com os mesmos bugs da anterior mas pronta para faturar mais.
Mas para quem tem muita “inveja” do LINQ e quer a todo custo no Java, e como n tem o VAR e nem as QUERIES no meio do código acho que é bem mais “tragável”, sem salada russa:
E há mais por ai… A do Google e do Lambda são facilidades e melhor performance em collections e por ai fora…
L
Luca
Olá
Antes que alguém pergunte, fui eu que apaguei a mensagem nada a ver com o tópico falando de celulares.
[]s
Luca
V
ViniGodoy
Eu uso LINQ em grande escala no dia-a-dia. E é uma maravilha a manutenção.
Usar collections da forma declarativa é tão intituitivo quanto usar BDs na forma de SQLs. Uma coisa lógica. Estranho é ficar com aquele monte de Comparator, e tendo você mesmo que decidir (e implementar) as melhores estratégias para combinar suas collections.
Com o LINQ, muitas combinações tem performance muito próxima do que se você usasse um BD!
R
rogeriom
Olá pessoal,
Assim como aconteceu na thread da edição do evento no ano passado “Plataforma Java x Plataforma .NET - Edição DF 2009” (http://www.guj.com.br/posts/list/141419.java#761650), esta thread saiu completamente do objetivo de trocar informações sobre o evento. A minha intenção era esclarecer toda e qualquer dúvida sobre o evento.
Inicialmente, questionaram o versus (x) no nome do evento. Eu expliquei detalhadamente que o versus (x) tem haver com debate e não rixa. Além disto, eu já tenho um domínio registrado para o evento chamado: javaversusdotnet.com.br. A mudança de nome do evento implica na modificação do domínio também. Isto pode ser feito sem problemas, mas não tão próximo do evento e com a divulgação tendo sido iniciada com versus (x). Em Brasília, o nome com versus (x) nunca foi um problema. Mas, para alguns aqui no GUJ, o nome parece ter mais importância que o formato do evento.
Depois, questionaram o fato do evento ter 7 palestrantes da Microsoft. Informei que isto é natural, uma vez que o futuro da plataforma .NET é definido pela Microsoft e não existe algo semelhante a um JCP para definir padrões de especificações de .NET. Se a Oracle tivesse aceito o convite, teríamos tantos palestrantes da Oracle quanto eles fornecessem. Afinal de contas, depois da compra da Sun Microsystems, a Oracle passou a ser a principal responsável pelo futuro da plataforma Java. Como não houve resposta da Oracle, eu entrei em contato com outras empresas e com diversos especialista em tecnologias da plataforma Java. Conforme todos podem conferir, a equipe de palestrantes de Java do evento tem um excepcional nível técnico: http://www.javaversusdotnet.com.br/sp2010/PalestrantesJava.aspx.
Até este momento, a thread estava seguindo o objetivo de esclarecer informações do evento. Depois, alguns usuários começaram a falar mal dos produtos e tecnologias da Microsoft: Windows, Office, Visual Studio, plataforma .NET, linguagem de programação C#, etc. Apesar de estar fora do foco da thread, no início, eu tentei esclarecer muitos equívocos do ponto de vista técnico. Porém, eu percebi que é praticamente impossível ter um debate técnico com alguns usuários do grupo. Percebi que a questão não é ter uma informação precisa, mas ter uma visão distorcida em que somente as informações contra a Microsoft são aceitas. Quando eu verifiquei que não havia um ambiente para se debater tecnicamente, eu preferi deixar cada um dizer as suas “verdades” sem questioná-las. Afinal de contas, todos os meus questionamentos técnicos foram ignorados.
Eu, particularmente, acho que este tipo de atitude é prejudicial para todos os usuários do grupo. Acaba sendo uma perda de tempo ficar lendo posts cheios de erros técnicos escritos por pessoas que, muitas vezes, nunca usaram as tecnologias que estão criticando. A culpa dos fracassos também passa a ser única e exclusivamente da plataforma. As tecnologias de anos atrás são citadas como se não tivessem evoluído. Não estou falando isto somente com relação às aberrações que falaram da plataforma .NET, mas até mesmo da plataforma Java. Também houve críticas da linguagem Java em relação à linguagem C++, além de citações de outras linguagens. Outros citaram plataformas mais recentes como soluções para os problemas de desenvolvimento de software. Fica até parecendo que existe plataforma imune a equipes de desenvolvedores limitadas tecnicamente. Nos posts, muitos fracassos em projetos são atribuídos às plataformas usadas.
Uma pena realmente este tipo de atitude de alguns usuários num fórum como o GUJ. Eu, como entusiasta e atuante na plataforma Java, gostaria muito de ter debates técnicos sobre Java no grupo. Mas, com este tipo de atitude de alguns usuários do grupo, os debates deixam de ser proveitosos para se tornar uma perda de tempo.
Abraços,
V
ViniGodoy
Acho que o post acima disse tudo. Tópico trancado.