Primeio projeto Open Source no judicário brasileiro

55 respostas
F

O Slapsoftware© é o primeiro sistema de código aberto no gerenciamento de processos judiciais, administrativos e legislativos no Brasil, estabelecendo por isso uma incontestável tendência à hegemonia neste tipo aplicativo, sobretudo agora que os Poderes estão conscientes da necessidade de domínio das fontes.

Visite o site e participe do projeto. http://slapsoftware.com.br

55 Respostas

J

Interessante, principalmente por…

G

Sei que não é o foco do tópico mas esse site é muito ruim!
Muito mal feito.

F

gregoryfontenele:
Sei que não é o foco do tópico mas esse site é muito ruim!
Muito mal feito.

Se você ler o conteúdo do site poderá observar que o conteúdo é muito bom, principalmente pra quem quer entender o funcionamento do judiciário do ponto de vista de uma analista ou programador, de quebra ainda irá acumular um precioso conhecimento jurídico. A pessoa que escreveu o texto é engenheiro do IME, bacharel e mestre em direito. Mas ele não é designer :slight_smile:

Por isso fiz esse post, pra que voluntários possam ajudar o projeto. Um usuário do fórum gentilmente fez o banner.

Por fim, já que você fez uma crítica tão ácida, poderia elaborar quais pontos poderiam ser melhorados?

M

Acho que o CNJ deveria estar acompanhando isso de perto, senão encabeçando.
Pois é este o órgão que “muda” e “desmuda” as regras de tramitação jurídica de sistemas de todo o país.
Constantemente os tribunais recebem os “mandos” e os analistas se viram para atender a prazos impossíveis.

Acho meio complicado desenvolver sem poder se quer prever modificações que poderão vir a qualquer momento.
Além disso será que o judiciário tem a intenção de legalizar um software opensource?! Não achariam um risco?
Apesar de tudo é uma bela iniciativa!
Posso estar sendo leigo e a idéia estar mais avançada do que imagino!

L

Meus parabéns pela iniciativa!
Pra colocar isso no mercado, não sei como funcionaria… os TJs, por exemplo, se abraçaram no SAJ com muita vontade ($$$) e não largariam tão fácil.
De qualquer forma, eu agora vou ter um relativo tempo livre; estou disposto a contribuir. Vou me cadastrar lá no site.

Abraço!

H

Parabéns pela iniciativa, mas não é porque se trata de projeto opensource que precisa ter um site feito por uma criança de 8 anos!

A

Realmente a iniciativa é ótima, mas também é preciso rever o visual do site, afinal o produto é um software. :slight_smile:

A

Faltou a opção na hora do download da documentação:

Conheço, mas não acredito na sua virtude, pois… pagamos os nossos impostos e a sociedade ainda tem que fazer um software de graça pra vocês?

O que eles vão fazer agora com o dinheiro dos impostos, porque pelo menos pagando uma empresa, ela gerava empregos para profissionais de TI semi-escravos. Mas se a sociedade der o sistema de graça o que eles vão fazer com o nosso dinheiro?
Pelo menos podiam abrir mais vagas para TI nos concursos e o pessoal poderia ficar sem fazer nada, porque a sociedade dá pra eles o software…

T

alanlohse:
Faltou a opção na hora do download da documentação:

Conheço, mas não acredito na sua virtude, pois… pagamos os nossos impostos e a sociedade ainda tem que fazer um software de graça pra vocês?

O que eles vão fazer agora com o dinheiro dos impostos, porque pelo menos pagando uma empresa, ela gerava empregos para profissionais de TI semi-escravos. Mas se a sociedade der o sistema de graça o que eles vão fazer com o nosso dinheiro?
Pelo menos podiam abrir mais vagas para TI nos concursos e o pessoal poderia ficar sem fazer nada, porque a sociedade dá pra eles o software…

Bicho, pelo que eu entendi isso aí não foi criado dentro do governo. Mas enfim, o software que foi feito pelo governo e que vai ser o “padrão” do Judiciário é o PJe (http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/eficiencia-modernizacao-e-transparencia/processo-judicial-eletronico-pje). Caso algum tribunal não queira implantar ele vai ter que adaptar o seu sistema para “conversar” com ele.

E

Pessoal, realmente estamos precisando de mais pessoas dedicadas ao webdesign profissional, com engajamento no projeto Slapsoftware. A razão de o site ter um desenho simples é que estamos no início do projeto, e focando em outras questões. Aceitamos pessoas que se proponham a participar da equipe na parte de webdesign. O projeto, como todo open source, sobretudo aqueles que são pioneiros nas respectivas áreas, tem grandes chances de um aumento de visibilidade extremamente rápido, o que pode agregar valor ao currículo daquele que com ele contribuir. Estamos à disposição para receber novos membros para a equipe. Eduardo Feld [email removido]

E

Thiagoks, sugiro a leitura do artigo que consta na url https://ssl1298.websiteseguro.com/slap/artigos/tec_proc/comentarios.rtf , que pode desfazer algumas confusões. É claro que é livre a qualquer um ter o ponto de vista de que não são críveis as virtudes do Slapsoftware, pelo fato de que há um órgão oficial impondo algo, a princípio diferente. Entretanto, a experiência mostra que podemos influir nesse órgão, e em outros, como todo open source, que começa de forma extra-institucional ou “marginal” e acaba ao final virando assunto de prova (vide Linux). Assim, a sociedade civil e o “establishment”, entendendo este como o conjunto daqueles que detêm o poder efetivo, seja o do dinheiro, o da imprensa ou o das instituições políticas, podem muito bem rumar para uma harmonia e não necessariamente para um eterno embate. O artigo pode mostrar, pela história recente, fatos que levam a uma grande possibilidade de as instituições oficiais serem, em breve, parceiras do Slapsoftware. Quanto à Sociedade “pagar” pelo sistema, tenha a certeza de que você já está pagando, e muito, pelo que está aí, nem tão bem feito quanto se pensa, e um pequeno estudo do conteúdo do site explica como este custo pode ser diminuído. Eduardo Feld, [email removido]

E

Leoramos, as empresas que dominam o mercado não precisam temer. Basta que, no futuro próximo, anunciem adotar o paradigma Slapsoftware e seus “problemas” acabaram, ou seja, poderão dizer “estamos há mais tempo que as outras e nos atualizamos”. Para isto, basta um pouco de humildade e, evidentemente um “empurrãozinho” que será trazido por alguma dificuldade advinda do fato de elas já estarem usando o material e ainda não terem entrado em contato conosco. Questão de tempo. Pouco tempo.

E

Alanlohse, quando a Sociedade elabora um open source, abre-se um grande mercado para profissionais de TI, sugiro a leitura do artigo “Os Ancestrais do Software Livre”. Você vai entender como isto acontece e conhecer algumas histórias de homens que fizeram a história de modo altruísta e sem esquecer das próprias necessidades. Eduardo Feld [email removido]

E

Mrbbm, estou gerenciando as estatísticas, os acessos, e sei bem quem está acompanhando de perto (e muito) nosso projeto. “Hoje você é quem manda, falou tá falado, não tem discussão”, já dizia Chico Buarque. Não podemos esquecer que o tempo é o senhor da razão, já dizia Galileu, e o poder do conhecimento é o que prevalece afinal. Já quanto ao Slapsoftware, é importante que ele permaneça um projeto de iniciativa individual, de pessoas do povo, mas com penetração tanto em empresas privadas quando em órgãos públicos. É isto que garante a maleabilidade necessária ao uso em todo e qualquer ambiente onde haja processo. Riscos é o que nos propomos a reduzir, como o que ocorreu recentemente (descontinuação de um projeto oficial, já em uso). Para isto, é preciso realmente “conversar”. É a isto que nos estamos dispondo.

E

Os Ancestrais do Software Livre https://ssl1298.websiteseguro.com/slap/artigos/soft_liv/ancestrais.rtf

E

Os ancestrais do software livre https://ssl1298.websiteseguro.com/slap/artigos/soft_liv/ancestrais.rtf

A

Bom, eu gostaria de estabelecer algumas críticas.

  1. A especificação do projeto está ruim. Está me parecendo muito mais uma chamada de projeto do que qualquer outra coisa, uma cartilha de intenção abstrata, na realidade.

  2. Não vi nenhum documento sequer sobre a gestão documental do software, no site.

Resumindo, a especificação está muito ruim e a única coisa que se dá para entender é “nós queremos fazer uma especificação de software de gestão de processos”, mas ninguém sequer incluiu algum padrão de orientação (nem mesmo o e-ARQ, ou DoD)… Inclusive, pelo pouco que eu olhei do source do projeto, não inclui nenhuma das operações BÁSICAS de processo do e-ARQ, nem provê qualquer gestão arquivística. E além do quê, a arquitetura não está legal.

Enfim, não acho que o projeto esteja legal. Se preocupem muito com a especificação pois esse tipo de software meu amigo, é muito, muito complicado para fazer (estou falando com propriedade).

No mais, boa sorte.

F

Tem várias especificações em resoluções do CNJ que precisam ser seguidas. Estou sem o link aqui.

Att,

Fred

E

Auser, realmente o desenho do sistema, muito embora contenha especificação de classes, diagrama UML, casos de uso, conceitos de negócio, não está no padrão do e-arq, que é uma proposta de metodologia de especificação de requisitos. Respeito seu ponto de vista de que o atendimento de tal preceito, qual seja a documentação neste padrão, seja necessária. Embora discordemos, que tal você realizar tal tarefa ou indicar alguém que o faça? Isto sanaria o problema. Já dizer que as centenas de páginas de desenho e codificação indicam apenas uma “intenção em abstrato” penso ser um exagero, mesmo porque quem já está no poder tentando fazer o mesmo não conseguiu nada de concreto além de alguns ganharem dinheiro. No mais, não superestime a complexidade dos sistemas deste tipo, recomendo quanto a isto o arquivo de introdução, que explica como os que hoje exploram o mercado usam a “complicação” (que é diferente de complexidade) para convencer de que são bons. Para finalizar, se você acha que as especificações estão ruins, é porque o código é aberto, você nem imagina quanto ruim são as especificações do que você nunca viu. Este fórum foi justamente criado para que os membros possam sugerir ou até realizar modificações nestas especificações. Sendo assim, agradeço qualquer crítica, mas deste modo fica difícil aproveitar, pois abstrato o projeto, abstrata a crítica, dá até a impressão de que já vem de alguém que é a favor do “status quo” atual, em que o poder está na mão de poucos (o que é uma posição até válida, mas a ela nos contrapomos). Eduardo

E

FreD, nós procuramos seguir as necessidades dos usuários. Neste ponto, seguimos todas as especificações que este órgão que você citou recomenda (desde que corretas metodologicamente) além do que eventualmente os outros poderes tiverem necessidade, entendendo-se essa necessidade, evidentmente, como nossa visão desta necessidade sob os olhos de quem está com o pé nas duas áreas (meio e fim). O atendimento destas necessidades, que não implica em subserviência nem subordinação, nem descaracteriza a pretensa relação inter-institucional entre poder e Slapsoftware (um não serve ao outro, mas ambos servem ao povo) é uma constante preocupação. Obrigado por lembrar. Eduardo

A

Eu não contra o software livre, sou até a favor, mas ainda não aprendi como ganhar dinheiro com isso. Tô doido pra aprender e pedir demissão dessas empresas escravisantes hehehe

PS: vou ler este livro q vc passou.

A

Fala Alan…

entenda que se você for com o pensamento de “Quero saber como ganhar dinheiro com isso” não vai sair do lugar, muito mais do que um modelo de negócios, o Software Livre é uma cultura, muitas vezes até uma religião para alguns… heueheuheueueu

Essa cultura precisa ser praticada e entendida antes de você começar a pensar em ganhar dinheiro pra isso… Tem gente que não entende Software Livre nem jamais entenderá. Para esses é melhor continuar no universo shareware ofuscator mesmo.

Lembre que Red Hat, JBoss, Google, Oracle, Apache, etc… Todas investem e lucram com o Software Livre, mas essas empresas abriram mão de várias culturas para aderirem a cultura Open…

Enfim, estuda sobre o conceito de SL e não vá achando que porque você não conseguiu que a coisa não presta, muitas vezes (na maioria) para começar a ganhar com o Livre, você precisa trabalhar anos sem ver a cor do dinheiro com o mesmo… Vide Google, Facebook, Twitter, etc…

Abs [] e sucesso nos estudos…

P

o site é horrível e o nome do produto, poderia ser melhor… de qualquer forma, boa iniciativa.

E

Alanlohse, vou te dar um exemplo de como isto pode acontecer e até pode funcionar como dica ou sugestão. Você entra na equipe do Slapsoftware, contribui com o projeto e, como consequência, para a economia pública. Seu nome, por consequência, acabará aparecendo como alguém que usou uma de suas expertises num dado ramo de negócio (conhecimentos meio e fim) muito específico, para o qual faltam profissionais. O resto é simplesmente uma cadeia de causas e consequências bastante previsíveis

E

pCassiano, obrigado pelo incentivo. O site, como já disse anteriormente e não vejo necessidade de repetir, poderá ser mudado. Há coisas, entratanto, mais difíceis de se modificar, como por exemplo, o nome. Questão de opinião, como por exemplo, achei você feio (brincadeirinha).

A

Bom,

Se você acha isso, EFeld, sinto muito. Eu apenas estou indicando o caminho com as especificações. Embora você ache que eu não entenda disso, eu trabalho justamente com isso, na arquitetura de um software ECM (e tem o ramo jurídico no meio).

A mania de quem trabalha com software livre é meio esquisita: se alguém critica, logo vem falar “bole melhor”, poxa, pq simplesmente não entende a crítica e tenta analisar o ponto de quem também conhece? Meu caro, eu só estou lhe indicando os caminhos das especificações. Eu não tenho um pingo de tempo de bolar isso, pois antes de pensar em software livre e em desenvolver uma nova especificação, eu tenho que pensar em comer, e todo mundo que conheço que faria esse trabalho também cobraria para fazê-lo. Esse tipo de software requer um estudo MUITO amplo, eu estimaria de no mínimo 2 anos. Dá um olhada no eARQ e no DoD 5015.2. São dois que você deve seguir.

Outra coisa, eARQ não é uma proposta, ele contém especificações que o GED DEVE prover.

Numa boa, você acha que se você falar pra alguém que está cogitando usar o software que ele não segue eARQ, com que seriedade vão olhar? ECM também é formado por arquivistas, e TODOS idolatram o eARQ. Ok, eu acho o eARQ uma porcaria não-funcional e lenta, mas não dá pra ser idealista e pensar que tá tudo errado e vamos refazer tudo. Simples, ninguém vai querer. As mudanças ocorrem de forma gradativa, não de forma revolução Francesa ou revolução Gloriosa.

Bom, eu não vi nenhum diagrama UML. No download que fiz não veio NENHUM desenho UML.

Sério EFeld, o maior erro de quem trabalha com SL é querer fazer um mundo novo do zero e todo mundo que reclama não tá ajudando. Cara, se ue não tivesse querendo dar uma orientação eu nem teria perdido tempo escrevendo alguma coisa.

Sobre a arquitetura, eu parei de olhar quando vi que ela não é componentizada. Isso é um requisito para qualquer ECM.

PS: Lembrando que pelo e-ARQ e por esse tipo de software, você também tem que dar a destinação ao documento, incluindo elminação, transferencia, arquivo, e mais uma pá de coisas.

Meu caro, por favor, repense nessa arquitetura.

Links que vão te ajudar:
http://www.google.com.br/#sclient=psy&hl=pt-BR&safe=off&source=hp&q=dod+5015.2&aq=2L&aqi=g-L5&aql=&oq=&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.&fp=afe4d5ccbf06cf73&biw=1600&bih=814
http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBkQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.conarq.arquivonacional.gov.br%2FMedia%2Fpublicacoes%2Fearqbrasilv1.pdf&rct=j&q=earq&ei=B_8WTpKMHcK10AGAm-xe&usg=AFQjCNE9YqpLUA-F9uURG4AdtrGCKnjsXQ&cad=rja
http://www.google.com.br/#sclient=psy&hl=pt-BR&safe=off&source=hp&q=alfresco&aq=f&aqi=&aql=&oq=&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.&fp=afe4d5ccbf06cf73&biw=1600&bih=814


http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=8&ved=0CHsQFjAH&url=http%3A%2F%2Fwww.aiim.org%2FFAQs&rct=j&q=ecm&ei=I_8WTqs74_nSAfn68Gg&usg=AFQjCNE8x_kJRGxURV2JSeaDdJ_C9hULBA&cad=rja
http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CCcQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.nuxeo.com%2F&rct=j&q=nuxeo&ei=Q_8WTrHTJo6s0AH85owx&usg=AFQjCNG511reRtcjd_AK1CsISlBf6-kKAg&cad=rja

A

adriano_si,

O Google não ganha dinheiro com sfotware livre. O Google ganha dinheiro com ads, e com o googlebot. Alguém já viu o source do bot?

Tb acho errado você falar “universo shareware ofuscator”. Eu por exemplo adoto o modelo comercial tradicional de software e acho muito bom. Foi-se o tempo que o software servia apenas pra reuglar o hardware como o mad dog fala até hoje. Esse tipo de software que está sendo proposto aqui é uim exemplo.

A mentalidade desse povo que mexe com SL é achar que o modelo comercial é errado. Etc, idealistas. Quase Guevaras do software.

Pelo amor de deus, galera. Mais maturidade…

Ganhar dinheiro com SL se baseia em prestar consultorias, fornecer addons, e coisas assim. Quem quer conhecer, a springSource eo Alfresco são mestres nisso.

P

AUser matou a pau! :wink:

M

Como sempre, o Open Source se mostra uma opção tremendamente viável tanto para empresas privadas, como públicas.

E

Auser, muito obrigado pelos links, lerei-os agora mesmo. Talvez além de alguma discordância de caráter específico (por exemplo, eu creio que a estrutura está componentizada), o que me soa mais discrepante entre nossos pontos de vista é o próprio paradigma. Então, se você me indica leituras e recomenda protocolos que uma só pessoa não pode estudar e implementar e, ao mesmo tempo, afirma que qualquer um que esteja capacitado cobraria, simplismente você não acredita em software livre. Eu poderia retrucar, dizendo que o Linux é 10.000 vezes maior que o Slapsoftware (ou o SAJ ou o PROJUDI ou o E-PROC) e, no entanto, houve gente que teve, além do know how, disponibilidade e vontade de fazê-lo. Entretanto, não adianta ficarmos num diálogo interminável, tal como um crente e um macumbeiro, trata-se de questão de diversidade de escolas ou correntes. Enquanto o crente fala em “palavra de Deus”, “aceitar Jesus”, o macumbeiro cita conceitos como “Ogum”, “Oxum”, “Ebó” e linguagens diferentes tornam a coisa complicada. Talvez você não tenha tido tempo, ou talvez vontade de conhecer melhor o projeto, mas devo alertá-lo de dois fatos que acho que você não sabe. O Slapsoftware já tem quatro anos de trabalho e, evidentemente, como tudo hoje em dia, tem uma defasagem entre o que é publicado e o que a equipe já tem consigo, isto foi definido assim pois a “concorrência” é mais ágil que nós em usar nossos códigos e, evidentemente conta com uma vantagem óbvia: se quisermos copiá-la, temos que hackeá-la; eles baixam numa boa. Neste ponto, concordo, é Davi contra Golias, mas não nos esqueçamos que Davi venceu (assim como Linus e outros). Outro ponto importante é que estamos propondo aos técnicos do Poder Publico o aproveitamento de módulos, parcial e progressivo. Tudo isto está difuso nos artigos e nos arquivos disponíveis no site. De todo modo, sinceramente, obrigado pelos links, vou estudá-los atentamente e procurar aprender com eles e implantar o que for necessário aproveitar da metodologia neles contida. Peço-lhe apenas um favor, se tiver um tempinho. Pode me colocar em contato com alguém que cobraria tal trabalho e que possa me fornecer um orçamento? A partir daí, entrarei em contato com pessoas que poderão financiar tais questões.

G

Bom dia a todos,

Excelente iniciativa, que cada vez mais os monopólios diminuam e as concorrências aumentem.

[]'s

E

Auser, respondendo a sua segunda mensagem. Sinceramente, não sou um fanático do software livre e não me identifico com teses revolucionárias nem na política nem na TI e nem na TI política. Tanto que nossa proposta é de integração. Idealista, sim, mas adoro sgbd oracle e, se me permite uma confidência, uso windows e trabalhei alguns anos com Powerbuilder.

E

getAdicted, quero agradecer, extensivamente a todos os membros, o incentivo, estou recebendo muitos aqui pelo fórum e muitos em ptv também. As sugestões e críticas têm-se mostrado muito relevantes e com certeza vêm sendo levadas em consideração. Atenção estudantes: participar de um Open Source é currículo. Atenção empresários: Open Source também dá dinheiro. Estou à disposição no email abaixo.

A

AUser:
adriano_si,

O Google não ganha dinheiro com sfotware livre. O Google ganha dinheiro com ads, e com o googlebot. Alguém já viu o source do bot?

Tb acho errado você falar “universo shareware ofuscator”. Eu por exemplo adoto o modelo comercial tradicional de software e acho muito bom. Foi-se o tempo que o software servia apenas pra reuglar o hardware como o mad dog fala até hoje. Esse tipo de software que está sendo proposto aqui é uim exemplo.

A mentalidade desse povo que mexe com SL é achar que o modelo comercial é errado. Etc, idealistas. Quase Guevaras do software.

Pelo amor de deus, galera. Mais maturidade…

Ganhar dinheiro com SL se baseia em prestar consultorias, fornecer addons, e coisas assim. Quem quer conhecer, a springSource eo Alfresco são mestres nisso.

Fala AUser, beleza cara, eu sei com o que a Google ganha dinheiro e também sei no que ela investe, portanto sei que você entendeu o que eu falei muito bem, além do que não os citei apenas.

Achar errado falar Universo Shareware O’b’fuscator (esqueci o B, heueheuheu) é um direito seu, porém não falei de forma degenerativa, por favor não me entenda mal, até porque aqui pelo fórum não conseguimos ver entonações de voz e expressões para sacar tal coisa. Eu sei que foi-se o tempo que Software servia só para regular o Hardware e sei muito bem o papel de Softwares em empresas hoje, trabalho em um Banco que paga e muito bem seus fornecedores de Software para ter seu Banco funcionando e em momento algum eu escreví que isso tá errado ou muito menos é um péssimo modelo de negócio ??? Escreví ?? Se sim, por favor me desculpe e me corrija pois não foi a minha intenção ao escrever esse Post, pois trabalho em ambos os modelos sem problema algum, mas não saia por aí jogando no chão tudo o que já foi feito com Software Livre por causa de 1 que deu errado. Muitos outros fatores precisam ser levados em consideração, como por exemplo o negócio que está se querendo desenvolver o mesmo, que já me pareceu aqui ser o caso.

Só pra finalizar respondendo a sua frase sobre a mentalidade… é verdade absoluta, quem cai na “Moda Software Livre” realmente pensa assim, eu já pensei assim quando ainda era imaturo na área e abracei a causa, porém, hoje em dia consigo enxergar ambos os modelos e já consigo enxergar para os 2 lados e não acho que o modelo fechado é errado, repito desculpe-me se pareceu isso e nem me interprete mal porque essa não foi de verdade a intenção…

Graças a Deus a maturidade que você pede no final do tópico creio que eu já alcancei… Assim como percebi que você também já alcançou… Só não coloque como “A mentalidade desse povo que mexe com SL” que você está praticamente excluindo e diminuindo o modelo também colocando o outro como único caminha a seguir…

Abs [] e sucesso…

A

adriano_si:
AUser:
adriano_si,

O Google não ganha dinheiro com sfotware livre. O Google ganha dinheiro com ads, e com o googlebot. Alguém já viu o source do bot?

Tb acho errado você falar “universo shareware ofuscator”. Eu por exemplo adoto o modelo comercial tradicional de software e acho muito bom. Foi-se o tempo que o software servia apenas pra reuglar o hardware como o mad dog fala até hoje. Esse tipo de software que está sendo proposto aqui é uim exemplo.

A mentalidade desse povo que mexe com SL é achar que o modelo comercial é errado. Etc, idealistas. Quase Guevaras do software.

Pelo amor de deus, galera. Mais maturidade…

Ganhar dinheiro com SL se baseia em prestar consultorias, fornecer addons, e coisas assim. Quem quer conhecer, a springSource eo Alfresco são mestres nisso.

Fala AUser, beleza cara, eu sei com o que a Google ganha dinheiro e também sei no que ela investe, portanto sei que você entendeu o que eu falei muito bem, além do que não os citei apenas.

Achar errado falar Universo Shareware O’b’fuscator (esqueci o B, heueheuheu) é um direito seu, porém não falei de forma degenerativa, por favor não me entenda mal, até porque aqui pelo fórum não conseguimos ver entonações de voz e expressões para sacar tal coisa. Eu sei que foi-se o tempo que Software servia só para regular o Hardware e sei muito bem o papel de Softwares em empresas hoje, trabalho em um Banco que paga e muito bem seus fornecedores de Software para ter seu Banco funcionando e em momento algum eu escreví que isso tá errado ou muito menos é um péssimo modelo de negócio ??? Escreví ?? Se sim, por favor me desculpe e me corrija pois não foi a minha intenção ao escrever esse Post, pois trabalho em ambos os modelos sem problema algum, mas não saia por aí jogando no chão tudo o que já foi feito com Software Livre por causa de 1 que deu errado. Muitos outros fatores precisam ser levados em consideração, como por exemplo o negócio que está se querendo desenvolver o mesmo, que já me pareceu aqui ser o caso.

Só pra finalizar respondendo a sua frase sobre a mentalidade… é verdade absoluta, quem cai na “Moda Software Livre” realmente pensa assim, eu já pensei assim quando ainda era imaturo na área e abracei a causa, porém, hoje em dia consigo enxergar ambos os modelos e já consigo enxergar para os 2 lados e não acho que o modelo fechado é errado, repito desculpe-me se pareceu isso e nem me interprete mal porque essa não foi de verdade a intenção…

Graças a Deus a maturidade que você pede no final do tópico creio que eu já alcancei… Assim como percebi que você também já alcançou… Só não coloque como “A mentalidade desse povo que mexe com SL” que você está praticamente excluindo e diminuindo o modelo também colocando o outro como único caminha a seguir…

Abs [] e sucesso…

Opa Adriano,

Bom, não tem como falar algo como universo Shareware obfuscator de uma boa forma ou elogiando. Mas ok, não vamos discutir sobre isso mais pq vai virar uma discussão de argumentos, vamos desvirtuar o tópico e no final atacaremos um os pontos do outro.

EFeld, em nenhum momento falei que você é qualquer fanático do software livre. Eu tô envolvido num projeto que tá me consumindo 100% do tempo, caos n tivesse faria o estudo de caso. Sobre os links q passei, dá uim olhada nas implementações que já existem. Talvez seja interessante vc criar o adapter pra alguma ferramenta dessas.

Bom, se vc optar por essa opção (criar um adapter) de algum software grande, eu conheço um pessoal da Alfresco que pode talvez querer estabelecer alguma parceria se você tiver knowhow e conhecer bem os trâmites. Mas aí é só conversa sua com eles. E bem, já tem que chegar lá com tudo na mão e bem focado. Vc tem algum outro email além desse do BOL? Enfim, me mande MP se quiser pensar nisso. Qualquer coisa, te passo meu skype.

Nao sabia que você eh juiz, eu curso direito. =]

[]'s

E

Auser, MP enviada

F

flaviorcb:
gregoryfontenele:
Sei que não é o foco do tópico mas esse site é muito ruim!
Muito mal feito.

Se você ler o conteúdo do site poderá observar que o conteúdo é muito bom, principalmente pra quem quer entender o funcionamento do judiciário do ponto de vista de uma analista ou programador, de quebra ainda irá acumular um precioso conhecimento jurídico. A pessoa que escreveu o texto é engenheiro do IME, bacharel e mestre em direito. Mas ele não é designer :slight_smile:

Por isso fiz esse post, pra que voluntários possam ajudar o projeto. Um usuário do fórum gentilmente fez o banner.

Por fim, já que você fez uma crítica tão ácida, poderia elaborar quais pontos poderiam ser melhorados?

O site basicamente parece um documento do word que foi transformado em HTML. Você poderia usar uma ferramenta de wiki, muitas são gratuitas…

I

Bem legal, só peca no design do site

A

AUser:

Opa Adriano,

Bom, não tem como falar algo como universo Shareware obfuscator de uma boa forma ou elogiando. Mas ok, não vamos discutir sobre isso mais pq vai virar uma discussão de argumentos, vamos desvirtuar o tópico e no final atacaremos um os pontos do outro.

Beleza AUser, realmente foi apenas um trocadilho, a intenção não foi ser depreciativo, pois como lhe falei anteriormente, eu mesmo vivo do Shareware Obfuscator…

Essas palavras no meu ponto de vista foram sem sentido de ofender mesmo, mas confesso que relendo depois eu me ofenderia… Abs []

Quanto ao restante do que você falou eu concordo, só repito que não o atacaria porque eu conheço o mundo não Open, trabalho com ele, uso ele e sei das vantagens e desvantagens, onde usá-lo ou não…

Mas é isso aí, concordo contigo.

Quanto ao Slap, a idéia do fabio foi excelente… Uma ferramenta de Wiki ou um CMS resolveria o problema do Layout… Enfim, ao pessoal que está ajudando, poderia olhar esse quesito logo, afinal esse designer precisará ser reformulado para o projeto ser levado a sério da forma que merece.

Abs []

K

Oi Efeld, parabéns pela iniciativa. Com relação às melhorias, elas vão vir mesmo com o tempo. O mais importante é a persistência cara.
Se vocês a mantiverem, tenho certeza de que em algum momento no futuro vão ter um produto TOP. É questão de tempo.

Agora, fiquei com algumas dúvidas com relação a este post:

  • Vocês já detectaram a concorrência usando o código de vocês. No caso, quem usou? Como vocês agiram? A licença de vocês permite o uso livre deste código mesmo em aplicações comerciais? Como vocês sabem que foi usado?

Sobre o projeto

  • É importante também ouvir críticas. Eu sei como é: a gente rala pra kcte pra criar algo, posta pra comunidade e vêm uma enxurrada de críticas. Ai vêm aquele desanimo, ou mesmo a impressão de que estão atacando nosso projeto. Não é bem assim. Claro, comentários toscos do tipo “seu site é feio” sem qualquer justifica pra tal, você deve simplesmente ignorar, mas no geral, muitas opiniões aqui que vi foram bastante construtivas.

  • Vi a parte dos artigos no site. Realmente, há artigos muito bons lá. Mas sabe qual foi a impressão que tive? A de que estão longe do foco do projeto do ponto de vista técnico. Por exemplo: “Sobre a chamada ?relativização? da coisa julgada material - Luiz Guilhereme Marinoni - fonte: Mundojuridico”. Estaria mais legal num site jurídico, não? Ou então, sei lá, mais artigos sobre os padrões técnicos digitais adotados pela área.

  • O processo de contribuição é apenas por e-mail? Não seria melhor colocar o código fonte em um repositório público como GitHub ou BitBucket por exemplo? Assim ficaria bem mais fácil navegar pelo código e fazer contribuições.

  • Tem realmente de logar para fazer o download? Eu por exemplo não baixei o software pra ver porque não quis me registrar. Muita gente quer anonimidade nesta hora. Aliás, se o software é livre, você precisa prover esta liberdade também.

  • Concordo que o layout está ruim, mas este é o menor dos seus problemas. Só como dica, o site da Bershire Hathaway, um dos maiores fundos de investimento do mundo (http://www.berkshirehathaway.com/) é incrívelmente tosco também, no entanto é 100% funcional.

  • Quem é a equipe de desenvolvimento do software? Seria muito legal ter uma seção no site a expondo. Assim valoriza quem está trabalhando nele (não encontrei o link)

  • De onde veio o nome Slapsoftware? (tem algo a ver com “tapa” (slap em inglês)?)

  • Fale mais sobre a arquitetura dele. Aonde encontro estas informações? Quais os componentes do sistema? Há algum link para isto ou preciso baixar o software para saber?

É isto ai. Siga em frente que uma hora fica massa :wink:

E

Oi Efeld, parabéns pela iniciativa. Com relação às melhorias, elas vão vir mesmo com o tempo. O mais importante é a persistência cara.
Se vocês a mantiverem, tenho certeza de que em algum momento no futuro vão ter um produto TOP. É questão de tempo.

A idéia é esta mesmo, como vários exemplos pela história. Muito obrigado pelo incentivo. Precisamos agora atingir dois públicos distintos: os estudantes que queiram contribuir com o tempo e os empresários que percebam a galinha dos ovos de ouro na distribuição, suporte e implementação

Agora, fiquei com algumas dúvidas com relação a este post:

  • Vocês já detectaram a concorrência usando o código de vocês. No caso, quem usou? Como vocês agiram? A licença de vocês permite o uso livre deste código mesmo em aplicações comerciais? Como vocês sabem que foi usado?

Temos uma coleta de usos não creditados, mas esta não estamos divulgando totalmente. Esses usos são legais, tendo em vista a fluidez do conceito de reuso. Na verdade, consideramos positivo que se use o paradigma pois seremos acessados tão logo isto passe a ser essencial, queiram ou não. Esteja certo, porém, de que não usamos nenhum rastreamento antiético. Também prefiro evitar a palavra “concorrência” pois não vejo os demais atores desta forma, mas como potenciais parceiros.

Sobre o projeto

  • É importante também ouvir críticas. Eu sei como é: a gente rala pra kcte pra criar algo, posta pra comunidade e vêm uma enxurrada de críticas. Ai vêm aquele desanimo, ou mesmo a impressão de que estão atacando nosso projeto. Não é bem assim. Claro, comentários toscos do tipo “seu site é feio” sem qualquer justifica pra tal, você deve simplesmente ignorar, mas no geral, muitas opiniões aqui que vi foram bastante construtivas.

Estou muito satisfeito com o resultado até hoje obtido no fórum. As críticas foram muito construtivas e estou me comunicando em pvt com a maioria dos participantes. Agora o foco, como já disse, é a captação de parcerias não institucionais, já que as institucionais estão sendo tentadas via protocolos tradicionais.

  • Vi a parte dos artigos no site. Realmente, há artigos muito bons lá. Mas sabe qual foi a impressão que tive? A de que estão longe do foco do projeto do ponto de vista técnico. Por exemplo: “Sobre a chamada ?relativização? da coisa julgada material - Luiz Guilhereme Marinoni - fonte: Mundojuridico”. Estaria mais legal num site jurídico, não? Ou então, sei lá, mais artigos sobre os padrões técnicos digitais adotados pela área.

A idéia é realmente uma divulgação de tudo que envolva direito/tecnologia/sociedade, e por isto dividido em tópicos. Os artigos que escolhi foram apenas uma base bem inicial. Estamos abertos às mais diversas contribuições.

  • O processo de contribuição é apenas por e-mail? Não seria melhor colocar o código fonte em um repositório público como GitHub ou BitBucket por exemplo? Assim ficaria bem mais fácil navegar pelo código e fazer contribuições.

Estamos começando a usar o sourceforge. Precisamos terminar, entretanto, o arquivo completo de casos de uso. Estimo que isto esteja implementado em um ou dois meses.

  • Tem realmente de logar para fazer o download? Eu por exemplo não baixei o software pra ver porque não quis me registrar. Muita gente quer anonimidade nesta hora. Aliás, se o software é livre, você precisa prover esta liberdade também.

Vários sites exigem o registro para download e, por isto, mantive esta idéia, sobretudo para ter um controle de quem tem o conjunto mais completo. Entretanto, um “kernel” de manuais e scripts pode ser obtido sem registro. Para nós é importante saber quais as instituições que estão baixando por razões óbvias.

  • Concordo que o layout está ruim, mas este é o menor dos seus problemas. Só como dica, o site da Bershire Hathaway, um dos maiores fundos de investimento do mundo (http://www.berkshirehathaway.com/) é incrívelmente tosco também, no entanto é 100% funcional.

A idéia é esta mesmo. Inspiramos-nos no layout de sites de open source como php e wikipedia. Pode haver uma ou outra questão de fonte, cor ou estilo que se resolve com o tempo e com alguém que assuma tal responsabilidade. Por enquanto, o importante é incrementar o conteúdo.

  • Quem é a equipe de desenvolvimento do software? Seria muito legal ter uma seção no site a expondo. Assim valoriza quem está trabalhando nele (não encontrei o link)

A seção de equipe foi recolhida há mais ou menos um ano, para preservar os integrantes, podemos conversar sobre isto em pvt, mas a idéia é que em breve isto seja novamente divulgado

  • De onde veio o nome Slapsoftware? (tem algo a ver com “tapa” (slap em inglês)?)

É um jogo de palavras. Slap é uma sigla e ao mesmo tempo um tapa, ou seja, um golpe numa situação que pode ser melhorada.

  • Fale mais sobre a arquitetura dele. Aonde encontro estas informações? Quais os componentes do sistema? Há algum link para isto ou preciso baixar o software para saber?

Não. Basta acessar o manual do empreendedor. Tem uml, scripts de base de teste, scripts comentados de estrutura, casos de uso (em construção) e um útil manual de conceitos de direito para profissionais de TI.

É isto ai. Siga em frente que uma hora fica massa

Mais uma vez obrigado. São estes incentivos que nos motivam a seguir em frente.

K

Oi efeld, cara, eu achei GENIAL a idéia de colocar junto com a documentação do projeto um manual de conceitos de direito para profissionais de TI.
Com isto vocês reduzem a curva de aprendizado para quem quiser adotar/usar o sistema de vocês. Realmente, tirei o chapéu.

Com relação aos artigos, pensando melhor aqui, percebi que vocês estão realmente certos. O fato de incluir artigos sobre direito no site ajuda demais quem quiser entrar na área e, sabe de uma coisa? Pensando em último caso, mesmo caso o software não dê certo, a divulgação do material voltado para desenvolvedores já é um ganho IMENSO.

Excelente iniciativa!

E

Puxa, obrigado! Penso que vc sintetizou a idéia que temos de produto modular: as instituições são legalmente obrigadas a respondera nossos expedientes e fica a cada dia mais complicado dizer que não há nada aproveitável, por mais que haja interesses contrários. Fica clara, assim, a fluidez da idéia de “dar certo”. Para mim, “dar certo” não é apenas o reconhecimento vindo do poder político, econômico ou midiático, mas a influência positiva nas relações sociais. Valeu!

K

Quando vi a documentação lá e li seus posts aqui, me lembrei de uma situação pela qual passei alguns anos atrás. O problema era o seguinte: precisava desenvolver um sistema similar ao de vocês (mesmo foco), porém a ausência de informações sobre a lógica de negócios era tanta, que tornou o projeto inviável.

Sei lá, como sugestão, talvez vocês devessem pensar neste projeto como algo de “duas cabeças”. O software E a divulgação das informações de negócio jurídico para desenvolvedores.

Por exemplo: eu sei que há diversos sistemas de informação jurídicos (os famosos “informadores”), porém nunca encontrei um lugar aonde explicasse como eles de fato funcionem. Sabe o que seria massa? Se vocês tivessem um blog ou wiki só com este tipo de dica pra desenvolvedores. Seria fantástico!

No seu caso, como estamos lidando com a matéria jurídica (eu posso falar “matéria jurídica”?), acredito que o maior ganho nem seja o financeiro, mas o social. Qualquer tipo de divulgação ou popularização de conhecimento desta área, que é tão inacessível pra todos que não trabalham na área já é um ganho gigantesco.

E estou ai pra ajudar no que for possível também.
Grande abraço!

M

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K

Dei uma olhada no código que baixei do site e recomendo, sem maldade ou ironia, que estudem a fundo conceitos de engenharia de software e estudem a fundo a linguagem de programação que vão utilizar. O código está extremamente confuso e o uso desse formato .slap como linguagem de template (para os “models”?) só aumenta a confusão.

Se querem fazer o sistema em PHP recomendo excelentes frameworks: o Zend está consolidado a anos, e, se quiserem aproveitar para utilizar ferramentas mais novas o Symfony 2 é uma ótima opção, ele levou para o PHP diversas qualidades do mundo java (Spring Security, JPA, Hibernate Annotations…)

Procurem mais informações em um fórum especializado em PHP.

Oi Manolito, posso te dar uma sugestão? Não sou fanático por tecnologia alguma, mas sou por gentileza.

Cara, você vê que os caras estão empolgados e em seguida posta algo como


Dei uma olhada no código que baixei do site e recomendo, sem maldade ou ironia, que estudem a fundo conceitos de engenharia de software e estudem a fundo a linguagem de programação que vão utilizar. O código está extremamente confuso e o uso desse formato .slap como linguagem de template (para os “models”?) só aumenta a confusão.

Wow! Você deve ser O cara né? Se tem sugestões assim tão agressivas, porque não as manda pros caras via mensagem privada? Manda assim a aberto só pra expor a sua suposta superioridade técnica e exposição da tal inferioridade técnica deles?

Ah nem… posturinha idiota hein?

M

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E

Obrigado pelas sugestões. Realmente, há deficiência de documentação, por falta mesmo de equipe, que, penso, é problema comum a qualquer código open source no início. Posteriormente, o código será melhor documentado e haverá manual, comentários, etc… Não podemos deixar de lembrar, porém, que o uso de outros cases ou de frameworks é livre a qualquer usuário-cliente, colocando a modelagem no seu ambiente de preferência. O nosso case específico se presta a exemplos de implementação, ou mesmo para uso interno da própria equipe como ferramenta para chegar, aí sim, ao “produto final” que o usuário deverá entender. A versão java também será elaborada e, possivelmente, será útil a sugestão de frameworks. Lembrem-se, também, por favor, que precisamos de sugestões mas também de mais gente na equipe (o que, segundo alguns, é impossível, mas penso ser apenas difícil). Pessoal, as sugestões são válidas, vamos evitar bate-boca. abraços, Eduardo

E

O @slapsoftware está no Twitter. Siga-nos e conheça a realidade e os problemas nos sistemas de TI em administração de processos, bem como as soluções por nós apresentadas.

B

Eu estou lendo a tese de livre docência do Augusto Marcacini sobre informatização processual, vocês conhecem?

C

Bom, eu acho que isso aqui ja está virando uma discussão muito inflamada.

O que EU penso:
Primeiro, os caras vieram aqui mostrar o trabalho deles, e pedindo que quem gostasse de ajudar, eles aceitariam de bom gosto.
Eu acho que a iniciativa é boa.
E eu acho também, que quem não tem algo de bom pra contribuir, é melhor nem falar nada, pois vai acabar gerando cada vez mais discussão.

É o que eu penso.

Parabéns pela iniciativa.

E

Bani, obrigado pela dica. Vc pode me indicar a URL onde achar a íntegra?

E

Cátia, ainda estou esperando seu email.

B

Não tenho a URL, estou lendo a versão em papel.

E

Requerida formalmente a abertura do código-fonte do PJe
A equipe do Slapsoftware, primeiro sofware livre de processos no Brasil requereu, na noite de anteontem (quarta-feira, 5 de outubro), ao CNJ, a abertura à Sociedade do código-fonte do projeto PJe.
o requerimento, baseado inicialmente do princípio da publicidade para a coisa pública, parte do princípio de que não faz sentido o eg. Conselho incentivar o uso do software livre e, paradoxalmente, guardar o seu próprio código a sete chaves. O requerimento pede também que haja resposta fundamentada enfrentando, entre outras, a resposta à pergunta “de quem convém esconder o programa fonte?” Há um alerta, ainda, de que a abertura pode significar a possibilidade de colaboração de diversas pessoas, que pode evitar uma possível descontinuidade, como a que está ocorrendo com o PROJUDI.
O pedido é a liberação do fonte à população em geral e, em caso de indeferimento, remessa de mídia ao requerente, para possível contribuição. O Conselho deverá conceder ou negar fundamentadamente. O pedido foi protocolado sob o nº 100013178488907 - 4187 e autuado como proc 16419/2011.
em
https://ssl1298.websiteseguro.com/slap/noticias.php
Fonte : Slapsoftware

Criado 29 de maio de 2011
Ultima resposta 7 de out. de 2011
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